Polícia
Caso ‘Doctors’: após dono de clínica mostrar versão e negar acusações, antigas clientes abrem a ‘Caixa de Pandora’ com mais denúncias; veja na íntegra
Manaus – A repercussão da denúncia envolvendo a Clínica Doctors e seu responsável, o dentista Paulo Henrique da Costa Santos, ganhou novos desdobramentos nesta sexta-feira (30/10) após a manifestação pública do profissional para contestar as informações divulgadas pelo CM7 Brasil nesta sexta-feira (30/10). Depois da publicação da reportagem sobre uma paciente que afirmou ter sido sedada antes de um procedimento estético e manifestou temor de ter sofrido violência enquanto estava desacordada, outras mulheres começaram a apresentar relatos semelhantes, ampliando o conjunto de denúncias que agora demandam também a apuração das autoridades policiais.
Embora a clínica tenha divulgado imagens em sua defesa, os registros trazem recortes específicos que não anulam o fato da vítima estar sob o efeito de substâncias que deminuiam sua capacidade de discernimento durante o procedimento. O esclarecimento integral dos acontecimentos depende estritamente da análise da continuidade das gravações, dos horários, dos áudios e do contexto geral do atendimento, que inclusive deve ser apresentado às autoridades policiais.
Da mesma forma, a presença de funcionárias mulheres no local ou relatos de terceiros não anulam os questionamentos da paciente, demandando confrontação com registros independentes. Apesar disso, em respeito ao dever de ouvir o outro lado e garantir o equilíbrio jornalístico, o CM7 publica a seguir a manifestação das outras partes envolvidas na íntegra, conforme já havia se comprometido na reportagem anterior e respeitando o direito ao contraditório:
Manifestação da clínica e contestação à reportagem
Em resposta à repercussão do caso, a Clínica Doctors publicou uma nota de esclarecimento na qual afirmou ter conhecimento das informações divulgadas e declarou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
No comunicado, a instituição declarou:
“A Doctors tomou conhecimento das informações divulgadas recentemente por um portal de notícias, envolvendo uma denúncia de suposta sedação e abuso nas dependências da clínica.
A instituição trata o assunto com a máxima seriedade e reafirma seu compromisso com a segurança, a integridade e o respeito a todos os seus pacientes.
A Doctors informa que está à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações e prestar todos os esclarecimentos necessários, colocando à disposição, quando solicitado pelos meios legais cabíveis, as informações e os registros pertinentes, incluindo as imagens das câmeras de segurança existentes nas dependências da clínica, observadas as normas legais aplicáveis.
A instituição ressalta que os fatos devem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e que adotará todas as medidas cabíveis, em conformidade com a legislação vigente. Por respeito às pessoas envolvidas e à apuração dos fatos, a Doctors não fará julgamentos antecipados nem divulgará informações que possam comprometer a investigação.
Reiteramos nosso compromisso com a transparência, a responsabilidade e a segurança dos pacientes.”
Em outra publicação, a instituição reforçou que estaria reunindo registros e vídeos para apresentar sua versão dos acontecimentos.
“Na Doctors, acreditamos que a transparência, a verdade e a clareza são fundamentais para construir uma relação de confiança com nossos pacientes.
Por isso, estamos reunindo e apresentando registros, vídeos e informações pertinentes para esclarecer os fatos com responsabilidade e permitir que tudo seja compreendido com a devida seriedade.
Nossa conduta sempre deve ser pautada pela educação, pelo respeito, pela ética e pelo compromisso com cada pessoa que confia em nosso trabalho. Entendemos a importância desse momento e reafirmamos nossa disposição em colaborar com os esclarecimentos necessários, respeitando os procedimentos legais e as pessoas envolvidas.
Seguiremos conduzindo essa situação com responsabilidade, serenidade e transparência, confiando que os fatos serão devidamente apurados.
Doctors, respeito e compromisso com a verdade”
Paulo Henrique divulga imagens e questiona reportagem
Além das notas institucionais, Paulo Henrique publicou imagens do sistema de monitoramento da clínica e apresentou sua versão sobre o atendimento realizado em 15 de outubro de 2026.
Em uma das publicações, afirmou que a cirurgia teria sido suspensa em razão de alterações na pressão arterial e no comportamento da paciente: “E agora CM7? Qual a sensação de promover uma fake News? Nessa hora já havia decidido suspender a cirurgia, pressão da paciente alterada, paciente mostrando comportamento alterado, sempre falando mal dos outros profissionais! Nós somos treinados pra visualizar quando suspender uma cirurgia.”
Em outra publicação, o profissional destacou a presença de funcionárias mulheres no estabelecimento:
“Graças a Deus nossa técnica MULHER ESTAVA AO LADO COM OUTRA PACIENTE MULHER, fazendo a troca de curativo da mesma com a higienização do procedimento!” Também afirmou que os atendimentos seriam monitorados: “Nunca atendemos sozinhos por segurança, sempre com MULHERES DENTRO DA CLÍNICA! TUDO É GRAVADO 24h por dia pra MOSTRAR QUE A NOSSA CONDUTA É SEMPRE A MELHOR PARA COM NOSSOS CLIENTES E PRA PROTEÇÃO DA EQUIPE.”
Em outra manifestação, o dentista utilizou termos ofensivos ao se referir à denunciante e voltou a defender a conduta da equipe: “Essa é a meliante chateada, porque suspendi a Rino secundária dela! Vai pagar caro! Tenhamos ASB MULHER, havia uma Dra MULHER NA SALA, ainda tínhamos uma RECEPCIONISTA MULHER NA RECEPÇÃO!”
Novas mulheres apresentam relatos nas redes sociais
Após a manifestação da clínica, os comentários passaram a reunir declarações de mulheres que afirmam ter enfrentado problemas semelhantes durante ou depois de procedimentos realizados na Doctors.
Uma das internautas, identificada como Giulliana Nickolly, pelo perfil @nickollygiulliana, afirmou que já existia um grupo com mais de 20 pessoas que teriam relatado experiências negativas envolvendo a clínica.
“Na época tínhamos um grupo que mais de 20 vítimas, caso de pessoas que perderam ate nariz por necrose, triste essa clínica ainda funcionar.”
Em outra manifestação, Giulliana afirmou possuir laudos e questionou uma internauta que contestava seu comentário.”@ericka_mayra tenho Laudos querida, nao sou nem uma rata de clínica que nem voce, da pra perceber so por quem tu segue que tu conhece esse povinho daí.”
A informação sobre o grupo e a quantidade de pessoas mencionadas ainda não foi confirmada documentalmente pelo portal. O CM7 busca identificar as demais integrantes e verificar quais procedimentos foram realizados e quais documentos estão disponíveis.
Gisele Bronze afirma ter sofrido complicações e questiona cobrança
Outra manifestação foi publicada por Gisele Bronze, identificada pelo perfil @giselebronze_.
Em comentário direcionado ao dentista, ela afirmou que passou por procedimentos no rosto, mas teria ficado com uma cicatriz que considera insatisfatória. Também relatou ter recebido medicamentos que, segundo sua versão, provocaram perda de consciência.
“@dr.paulo_henrique tenho tudo que se passou, não fiz só um implante, a cirurgia no meu rosto cortaram no lugar errado e tem uma cicatriz horrível, ficou pior que antes, aconteceu a mesma coisa que aconteceu com essa moça, fui dopada nem sei como cheguei em casa, é pra concertar vc me cobrou paguei a metade na hora não tive como dizer não, depois me arrependi quero o meu dinheiro de volta por favor sua secretária disse que preciso ir aí pra conversar, não quero conversar só quero que vc faça o extorno do meu dinheiro!”
A mulher também afirma que possui registros relacionados ao atendimento e solicita a devolução de valores. A reportagem não teve acesso aos documentos mencionados e busca contato com ela para verificar a natureza dos procedimentos, os pagamentos e as circunstâncias relatadas.
Kamila Vasconcelos relata infecções e questiona autenticidade de contrato
Entre as manifestações está a de Kamila Vasconcelos, identificada pelo perfil @kamilavasconcelosss. Ela afirmou que enfrentou complicações após um procedimento e que teria apresentado infecções. “Tive varias infecções, por pouco não perdi meu nariz.” Em outro comentário, escreveu: “E eu que fiquei com o
nariz torto.” O dentista respondeu diretamente à internauta:”@kamilavasconcelosss de novo essa história? Sendo que foi refeito por insistência sua, antes de um ano! Temos tudo gravado.”
A resposta apresenta a versão do profissional, que afirma ter realizado uma correção a pedido da paciente.
Kamila, por sua vez, questionou a documentação contratual. Segundo ela, ao procurar a clínica para obter uma cópia do contrato, teria encontrado alterações no documento e uma assinatura que afirma não reconhecer.
“E na época fui até a clínica para pedir meu contrato, adivinha? Todo alterado e com a assinatura que não era minha, sorte minha que no dia que fui infeliz de fazer o procedimento nessa clínica eu bati foto.”
A internauta acrescentou:
“Tenho fotos e laudos, do desvio de septo e sinusite crônicas que tenho agora, depois disso tudo.” Em resposta a um profissional que recomendou avaliação médica, declarou: “@dr.marcellovalle já procurei, tenho laudos.”
Em outro comentário, fez uma afirmação sobre a retirada de cartilagem da orelha para utilização em procedimento no nariz:
“E um outro detalhe, Genteeeeeeeeee, ele tirou cartilagem da minha orelha pra colocar no meu nariz, ele me fez perguntas dopada não lembro de ter autorizado nada, eu quase perdi o nariz e a orelha.”
As declarações levantam questões sobre o procedimento realizado, a autorização da paciente e as condições do resultado cirúrgico. A confirmação dessas informações depende da análise do prontuário, do contrato, dos exames e de eventual avaliação médica independente.
Duda Lopes afirma que recebeu clonazepam antes de voltar dirigindo
Outra mulher, identificada pelo perfil @dudallopesz_, publicou uma declaração relacionada à administração de medicamentos.
Segundo ela, teria recebido clonazepam mesmo após informar que precisaria retornar dirigindo para o bairro Tarumã.
“Me deram clonazepam mesmo eu dizendo que ia ter que voltar dirigindo pro Tarumã e mesmo assim me deram, graças a Deus tive forças pra ficar acordada.”
Paulo Henrique respondeu ao comentário:
“Isso não é possível, todos os pacientes sabem que precisam de acompanhante nos procedimentos.”
A internauta contestou a resposta e afirmou possuir vídeos e uma receita médica.
“@dr.paulo_henrique é possível sim, eu tenho provas! Vídeos feitos no consultório perguntando as pessoas do meu Instagram se era normal da clonazepam assim pras pessoas! Foi com a Eduarda que eu comprei o pacote e posso identificar todos que estavam no dia, não me chame de mentirosa pois tenho tudo aqui na minha galeria e nos arquivos do Instagram! Além da receita médica com o nome das duas doutoras que estavam insistindo pra eu pagar a mais pelo procedimento que eu não tinha pedido.”
Em outro comentário, manifestou preocupação com os possíveis efeitos da medicação:
“@estrelag_d sim mana, eu fico pensando se eu fosse uma pessoa com o organismo mais fraco pra esse remédio eu teria apagado totalmente, me deram até uma manta pra eu me deixar já pensou?! Um absurdo vc se sente vulnerável, impotente pensando no que poderia ter acontecido.”
A reportagem procura a mulher para ter acesso aos registros que afirma possuir e esclarecer qual procedimento realizou, quais medicamentos foram prescritos e em que circunstâncias ocorreu a administração.
Relato sobre resultado de rinoplastia realizada em familiar
A internauta identificada como Iza ASM, pelo perfil @iza.asm, também publicou uma reclamação envolvendo a clínica.
Segundo ela, seu namorado teria realizado uma rinoplastia e apresentado alterações estéticas no nariz após o procedimento.
“Meu namorado fez uma rinoplastia nessa clínica, o nariz ficou todo torto, com a ponta da cartilagem que eles colocaram bem amostra e esbranquiçada na ponta do nariz, isso é um descaso com o paciente que confia e faz o investimento para ter sua autoestima elevada e sai prejudicado desta forma! @dr.paulo_henrique @clinicasdoctors”
Nesse caso, a manifestação foi feita por uma familiar. O portal busca contato com o paciente mencionado para ouvir diretamente sua versão e verificar a existência de registros médicos e fotografias.
Layne Sampaio relata episódio que considera de natureza sexual
Uma das manifestações mais graves foi publicada por Layne Sampaio, identificada pelo perfil @layne_sampaio_.
A mulher afirma que teria recebido mais de 23 aplicações de anestesia durante um procedimento de preenchimento labial. Também relata ter sentido um gosto amargo na garganta e apresentado sintomas que atribui à perda de consciência.
Em seu comentário, escreveu:
“Eu fui vítima desse indivíduo. Ele me deu mais de 23 anestesias para realizar um procedimento de preenchimento labial. E deixou cair na minha garganta algo de procedência duvidosa, que desconheço, algo amargo. Só que Deus é tão perfeito, que eu percebi detalhes extremamente importantes e não deixei passar batido. Ele elogiou meu decote, e pediu para no dia seguinte n levar meu filho, pg seria um procedimento demorado, e quando cheguei no dia seguinte, ele me tocou nas minhas partes. E eu fiquei sem reação nenhuma, mandei mensagem pra minha mãe e pro meu namorado pedindo socorro, minha sorte foi que minha mãe não demorou e chegou rápido.
Eu lembro que ele me questionou que não era pra eu mandar mensagem pra ninguém, que se eu tivesse sentindo algo, teria que falar com ele, não no WhatsApp com alguém. Eu lembro que gritei dentro do consultório, pedi socorro. E disse que tava morrendo. E uma das atendentes dele disse que seria normal aquela sensação, que quando ela fez, tbm sentiu sensação de desmaio. E etc. enfim. São uma quadrilha agindo. Os funcionários tbm tem consciência que isso é errado e apoiam o erro.
‘Até hoje me pergunto, o que iria acontecer comigo naquela tarde.’Coisa boa é que não era.”
Em publicações complementares nos Stories, Layne reiterou sua versão e afirmou que teria sido orientada a não levar o filho no dia do procedimento.
Em outro trecho, declarou:
“FIQUEI MUITO NERVOSA, E DURANTE O PROCEDIMENTO SENTI UM GOSTO AMARGO E RECLAMEI, EU JÁ ESTAVA PERDENDO A CONSCIÊNCIA. EM SEGUIDA MANDEI MENSAGEM PRA MINHA MÃE. FALANDO QUE PRECISAVA DELA URGENTE, QUE TAVA QUASE APAGANDO. E DETALHE, NÃO FUI AVISADA QUE SERIA DOPADA.”
As declarações de Layne envolvem uma acusação de possível importunação sexual. Por sua gravidade, o relato exige apuração específica, preservação de eventuais provas e respeito à privacidade da mulher. O CM7 não dispõe, neste momento, de elementos independentes que permitam confirmar a ocorrência descrita.
A manifestação também não representa uma decisão judicial ou conclusão das autoridades sobre o episódio.
O que diz a denúncia que iniciou a repercussão
A primeira reportagem do CM7 Brasil, publicada em 29 de outubro de 2026, apresentou a denúncia de uma paciente de 46 anos que registrou o Boletim de Ocorrência nº 00336168/2026 no 16º Distrito Integrado de Polícia.
Segundo o relato apresentado à reportagem e as informações constantes no boletim, a mulher compareceu à unidade da Clínica Doctors localizada no edifício The Place, no bairro Adrianópolis, em 15 de outubro de 2026.
Ela afirmou que pretendia realizar procedimentos de rinomodelação, mini lifting e blefaroplastia e que havia desembolsado R$ 10 mil.
A paciente relatou que recebeu 45 gotas e dois comprimidos de clonazepam, além de outras medicações que não conseguiu identificar, e que perdeu a consciência durante várias horas.
Também declarou que permaneceu vulnerável enquanto estava sedada, acompanhada de funcionários da clínica, e que seu filho precisou comparecer ao estabelecimento para encontrá-la.
Posteriormente, afirmou que os procedimentos contratados não foram realizados e que houve divergências sobre os valores e as condições do contrato.
A mulher também relatou dificuldades para obter uma cópia do documento contratual e afirmou temer que algo pudesse ter acontecido enquanto estava desacordada.
Essas informações constituem a versão apresentada pela denunciante e os registros policiais mencionados na reportagem. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do atendimento, a administração dos medicamentos e as demais questões levantadas.
Documentos, gravações e direito de resposta
Com o surgimento de novos relatos, a reportagem considera necessário verificar individualmente as declarações e os documentos que as mulheres afirmam possuir.
Entre os principais pontos que precisam ser esclarecidos estão:
- Quais medicamentos foram administrados em cada atendimento e mediante quais prescrições?
- As pacientes receberam informações suficientes sobre os efeitos e riscos da sedação?
- Houve consentimento documentado para os procedimentos realizados?
- Os serviços prestados corresponderam aos contratos e pagamentos efetuados?
- Existem divergências em contratos ou assinaturas questionadas pelas pacientes?
- As complicações relatadas possuem relação médica comprovada com os procedimentos?
- Os registros de monitoramento divulgados pela clínica abrangem integralmente os períodos questionados?
- Existem outros boletins de ocorrência ou procedimentos investigativos relacionados às reclamações?
O portal também considera fundamental ouvir a clínica sobre as novas manifestações, especialmente as alegações de complicações estéticas, administração de medicamentos, divergências contratuais e o relato de possível violência sexual.
CM7 abre espaço para entrevistas e apresentação de documentos
Diante da repercussão e da gravidade das declarações, o CM7 Brasil reforça que permanece aberto a receber todas as partes envolvidas.
Paulo Henrique da Costa Santos e os representantes da Clínica Doctors estão convidados a apresentar esclarecimentos, documentos e registros que considerem relevantes para a compreensão dos fatos, inclusive sobre os questionamentos da reportagem anterior.
As mulheres que afirmam ter passado por situações semelhantes também podem procurar a reportagem para conceder entrevistas e apresentar laudos, fotografias, contratos, receitas médicas, comprovantes de pagamento e demais elementos que possam contribuir para a apuração.
O CM7 Brasil convida Paulo Henrique, os representantes da Clínica Doctors e todas as mulheres que relataram possíveis irregularidades a entrarem em contato com a reportagem pelo telefone (92) 99237-7077 para conceder entrevistas presenciais e apresentar documentos, caso desejem.
O CM7 Brasil ressalta que as manifestações publicadas nas redes sociais representam relatos atribuídos às respectivas autoras e que as acusações estão sobre responsabilidade. O portal não antecipa conclusões sobre a responsabilidade de qualquer pessoa ou instituição.
A apuração continuará com a escuta de todos os envolvidos, a verificação dos documentos e o acompanhamento dos desdobramentos perante as autoridades competentes. O compromisso do CM7 é com o jornalismo responsável, o direito de resposta e o esclarecimento dos fatos de interesse público.