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	<title>vínculo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>vínculo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Ex-diretor do INSS nega vínculo político em depoimento à CPI</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 23:23:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-diretor de Governança, Planejamento e Inovação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alexandre Guimarães, negou, nesta segunda-feira (27), ter mantido relação com políticos em sua trajetória profissional em órgãos públicos. Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Guimarães afirmou que os cargos que ocupou foram obtidos por meio da [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O ex-diretor de Governança, Planejamento e Inovação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alexandre Guimarães, negou, nesta segunda-feira (27), ter mantido relação com políticos em sua trajetória profissional em órgãos públicos. </strong>Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Guimarães afirmou que os cargos que ocupou foram obtidos por meio da distribuição de currículos a parlamentares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Ex-diretor-do-INSS-nega-vinculo-politico-em-depoimento-a-CPI.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Ex-diretor-do-INSS-nega-vinculo-politico-em-depoimento-a-CPI.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Não tenho relação com políticos”, afirmou o ex-diretor, que ocupou o cargo de 2021 até o início de 2023. Guimarães, no entanto, admitiu ter sido indicado ao INSS após uma reunião rápida com o deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG).</p>
<p><strong>Guimarães é investigado sob suspeita de ter recebido R$ 313 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos operadores de um esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários.</strong></p>
<p>No depoimento, Guimarães admitiu ter conhecido Antunes em 2022. O ex-diretor alegou que os repasses foram totalmente legais e deveram-se ao fornecimento de material de educação financeira de sua empresa para uma consultoria de Antunes e do filho dele.</p>
<p>Guimarães, no entanto, admitiu que a empresa do Careca do INSS era a única cliente de sua empresa. Ele disse ter encerrado a prestação de serviços após a Polícia Federal (PF) desbaratar o esquema de cobranças não autorizadas de aposentados e pensionistas a associações.</p>
<p>O ex-diretor negou qualquer participação, enquanto ocupava o cargo no INSS, da celebração de acordos entre o órgão e as entidades que fizeram os descontos ilegais. Também afirmou só ter tido conhecimento do esquema após a operação da PF.</p>
<h2>Respostas</h2>
<p><strong>Em resposta, Pettersen confirmou que o encontro pode ter ocorrido, mas negou qualquer irregularidade. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Posso realmente ter me reunido com ele, como com tantos outros que buscam apoio para indicações em órgãos públicos. Cada indicado é responsável por suas ações”, declarou o deputado.</p>
</blockquote>
<p>Durante a sessão, o relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), anunciou a intenção de convocar Pettersen e o senador Weverton Rocha (PDT-MA) para prestarem esclarecimentos à comissão. “Espero que não haja nenhuma blindagem. Esses esclarecimentos são bons para o deputado e para o senador”, afirmou o relator.</p>
<p>Até o momento, há um requerimento formal de convocação de Weverton Rocha, protocolado pelo deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP). O documento menciona que o senador teria recebido o Careca do INSS em seu gabinete. A CPMI deverá votar, nas próximas sessões, os pedidos de convocação de parlamentares e a ampliação das quebras de sigilo de pessoas investigadas no caso.</p>
<p>Em nota, o senador afirmou estranhar a menção a seu nome e declarou não ser alvo de investigação.</p>
<blockquote>
<p>“Acho estranha essa menção, já que não sou investigado nem citado em nenhuma apuração. Na minha opinião, o relator deve se concentrar em oferecer respostas concretas para combater as fraudes no INSS”, rebateu Weverton.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/ex-diretor-do-inss-nega-vinculo-politico-em-depoimento-cpi</p>
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		<title>Veja regras para ser instrutor de CNH sem vínculo com autoescola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 00:21:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Transportes divulgou os requisitos para instrutor autônomo de trânsito. Esses profissionais poderão oferecer serviço de aulas práticas de direção sem vínculo com uma autoescola. A categoria está prevista nas mudanças para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que estão em fase de consulta pública até 2 de novembro. Curso  Para se tornar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Ministério dos Transportes divulgou os requisitos para instrutor autônomo de trânsito</strong>. Esses<strong> profissionais poderão oferecer serviço de aulas práticas de direção sem vínculo com uma autoescola</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Veja-regras-para-ser-instrutor-de-CNH-sem-vinculo-com.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Veja-regras-para-ser-instrutor-de-CNH-sem-vinculo-com.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A categoria está prevista nas mudanças para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que estão em <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/cnh-para-todos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">fase de consulta pública até 2 de novembro</a>.</p>
<h2>Curso </h2>
<p>Para se tornar um instrutor, é <strong>preciso realizar um curso específico</strong>. Essa capacitação incluirá aulas com foco no desenvolvimento de habilidades pedagógicas, no conhecimento técnico das leis de trânsito e na condução responsável. Haverá uma prova de avaliação, e os aprovados irão receber certificado de conclusão.</p>
<p>O instrutor autônomo deve estar apto a garantir que o aluno observe as normas de mobilidade urbana, condições de segurança, reforçar os conceitos abordados nas aulas teóricas durante a prática, monitorar seu comportamento e oferecer feedback construtivo sobre o desempenho.</p>
<h2>Autorização</h2>
<p>Depois de realizar o curso de formação, o instrutor deverá receber autorização do Detran para exercer a atividade.</p>
<p>A partir daí, o nome será registrado no Ministério dos Transportes, que manterá uma lista dos instrutores habilitados. </p>
<h2>Veículo</h2>
<p><strong>O veículo (carro ou moto) usado nas aulas poderá ser do aluno ou do instrutor</strong> e deverá cumprir as condições de segurança previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), como estar dentro do limite de anos de fabricação permitido para a frota.</p>
<p>É necessário ter uma identificação (como um adesivo, por exemplo) de que o veículo é de ensino.</p>
<p>As aulas ministradas pelo instrutor devem ser informadas ao Detran da região.</p>
<h2>Contratação</h2>
<p>O modelo permite diferentes opções de contratação para os instrutores.</p>
<p><strong>Aqueles que atuam hoje junto à uma autoescola poderão seguir as atividades e, paralelamente, trabalhar de maneira autônoma</strong>.</p>
<p>Os profissionais serão fiscalizados pelo Detran. Durantes as aulas práticas, devem portar CNH, Credencial de Instrutor ou crachá fornecido pelo órgão competente; Licença de Aprendizagem Veicular e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo.</p>
<p>A Carteira de Identificação Profissional de instrutor autônomo será disponibilizada, de forma gratuita, no site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), desde que o profissional tenha cumprido todos os requisitos necessários. </p>
<h2>Novas regras para a CNH</h2>
<p>A proposta do governo federal de mudar o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que desobriga o candidato de frequentar aulas em autoescola e cria a figura do instrutor autônomo, visa modernizar o processo e tornar o documento mais acessível e barato para a população, especialmente nas categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio).</p>
<p>O governo estima que o custo para tirar o documento, que hoje chega a R$ 3,2 mil, poderá cair em 80%. </p>
<p>Os exames teórico e prático continuarão obrigatórios para a emissão da CNH. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/veja-regras-para-ser-instrutor-de-cnh-sem-vinculo-com-autoescola</p>
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		<item>
		<title>Votação de vínculo entre motoristas e apps será em 30 dias, diz Fachin</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps-sera-em-30-dias-diz-fachin/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 20:05:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, informou nesta quinta-feira (2) que a votação sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e aplicativos deve ser em 30 dias. A previsão do ministro foi dada na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, após a Corte ouvir novas sustentações orais das [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, informou nesta quinta-feira (2) que a votação sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e aplicativos deve ser em 30 dias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps-sera-em-30.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps-sera-em-30.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão do ministro foi dada na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, após a Corte ouvir novas sustentações orais das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo. </p>
<p><strong>Após as sustentações, o julgamento foi suspenso.</strong> </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os ministros deste tribunal entenderam por bem, até para examinar tudo que já foi aportado nas sustentações, um intervalo entre esta data e a retomada do julgamento de aproximadamente 30 dias”, disse Fachin.</p>
</blockquote>
<p>A Corte julga duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. <strong>As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</strong></p>
<p>Durante as primeiras sustentações na sessão de quarta-feira (1), o Rappi sustentou que a empresa é uma plataforma digital que faz a &#8220;união digital&#8221; entre quem quer vender um serviço e quem quer comprar.</p>
<p>A Uber argumentou que é uma empresa de tecnologia e faz uma &#8220;intermediação tecnológica&#8221; com os motoristas, que são responsáveis pelas corridas. Segundo a plataforma, o reconhecimento do vínculo poderia reduzir o ganho dos motoristas.</p>
<p><strong>A Associação dos Trabalhadores por Aplicativo Motociclistas do Distrito Federal e Entorno (Atam-DF) destacou que a modalidade de trabalho é precarizada e disse que não pode ser criada uma &#8220;casta&#8221; de trabalhadores sem direitos.</strong></p>
<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, também se manifestou durante o julgamento, e defendeu que os trabalhadores devem ter direitos básicos assegurados. </p>
<p><strong>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em tribunais de todo o país à espera do posicionamento dos ministros sobre a questão.</strong> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps-sera-em-30-dias-diz-fachin</p>
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		<item>
		<title>Fachin adia por 30 dias votação de vínculo entre motoristas e apps</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/fachin-adia-por-30-dias-votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 19:18:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, informou nesta quinta-feira (2) que a votação sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e aplicativos deve ser em 30 dias. A previsão do ministro foi dada na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, após a Corte ouvir novas sustentações orais das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, informou nesta quinta-feira (2) que a votação sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e aplicativos deve ser em 30 dias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Fachin-adia-por-30-dias-votacao-de-vinculo-entre-motoristas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Fachin-adia-por-30-dias-votacao-de-vinculo-entre-motoristas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão do ministro foi dada na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, após a Corte ouvir novas sustentações orais das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo. </p>
<p><strong>Após as sustentações, o julgamento foi suspenso.</strong> </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os ministros deste tribunal entenderam por bem, até para examinar tudo que já foi aportado nas sustentações, um intervalo entre esta data e a retomada do julgamento de aproximadamente 30 dias”, disse Fachin.</p>
</blockquote>
<p>A Corte julga duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. <strong>As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</strong></p>
<p>Durante as primeiras sustentações na sessão de quarta-feira (1), o Rappi sustentou que a empresa é uma plataforma digital que faz a &#8220;união digital&#8221; entre quem quer vender um serviço e quem quer comprar.</p>
<p>A Uber argumentou que é uma empresa de tecnologia e faz uma &#8220;intermediação tecnológica&#8221; com os motoristas, que são responsáveis pelas corridas. Segundo a plataforma, o reconhecimento do vínculo poderia reduzir o ganho dos motoristas.</p>
<p><strong>A Associação dos Trabalhadores por Aplicativo Motociclistas do Distrito Federal e Entorno (Atam-DF) destacou que a modalidade de trabalho é precarizada e disse que não pode ser criada uma &#8220;casta&#8221; de trabalhadores sem direitos.</strong></p>
<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, também se manifestou durante o julgamento, e defendeu que os trabalhadores devem ter direitos básicos assegurados. </p>
<p><strong>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em tribunais de todo o país à espera do posicionamento dos ministros sobre a questão.</strong> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/fachin-adia-por-30-dias-votacao-de-vinculo-entre-motoristas-e-apps</p>
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		<title>No STF, plataformas negam vínculo; trabalhadores alegam precarização</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/no-stf-plataformas-negam-vinculo-trabalhadores-alegam-precarizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 22:49:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e os aplicativos.  A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho. Os ministros ouviram nesta quarta-feira (1°) as primeiras sustentações das partes envolvidas no julgamento. Outras sustentações estão previstas para amanhã. A data da votação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e os aplicativos.  A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/No-STF-plataformas-negam-vinculo-trabalhadores-alegam-precarizacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/No-STF-plataformas-negam-vinculo-trabalhadores-alegam-precarizacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os ministros ouviram nesta quarta-feira (1°) as primeiras sustentações das partes envolvidas no julgamento. Outras sustentações estão previstas para amanhã. A data da votação da questão ainda será definida pela Corte. </p>
<p>São julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>
<h2>Plataformas</h2>
<p>Durante a sessão, o Rappi se manifestou por meio do advogado Márcio Eurico Vitral Amaro. <strong>O defensor sustentou que a empresa é uma plataforma digital, que faz a &#8220;união digital&#8221; entre quem quer vender um serviço e quem quer comprar.</strong></p>
<p>Além disso, o advogado disse que as entregas são feitas pelos entregadores autônomos, e não pela empresa.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não há relação de emprego no caso. Não há os pressupostos legais de uma relação de emprego. Não há o elemento que define o vínculo de emprego, a subordinação&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A advogada Ana Carolina Caputo Bastos disse que a Uber é uma empresa de tecnologia e faz uma &#8220;intermediação tecnológica&#8221; com os motoristas, que são responsáveis pelas corridas.</strong></p>
<p>Segundo a representante da plataforma, o reconhecimento do vínculo poderia reduzir o ganho dos motoristas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Se nos for imposto um modelo estranho ao modelo de negócio, reduziríamos 52% desses postos de trabalho. Aumentaríamos 34% no preço médio das viagens, e reduziríamos 30,7% na massa de renda desses motoristas&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Trabalhadores </h2>
<p>Representante da Associação dos Trabalhadores por Aplicativo Motociclistas do Distrito Federal Entorno (Atam-DF),  Gustavo Ramos destacou que a modalidade de trabalho é precarizada e disse que não pode ser criada uma &#8220;casta&#8221; de trabalhadores sem direitos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os grandes casos de acidentes são de motoristas de aplicativos. Isso fica às custas do SUS. Apenas 1% desses trabalhadores recolhe INSS. Nós temos a precarização da remuneração. No Brasil, se chega a cobrar uma taxa de 60% dos motoristas de aplicativos, e as custas do veículo ficam totalmente com o trabalhador&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, também se manifestou durante o julgamento e defendeu que os trabalhadores devem ter direitos básicos assegurados. </p>
<p><strong>Messias defendeu a regulamentação pelo Congresso de um piso salarial para a categoria, limites de horas de conexão nas plataformas, recolhimento de contribuições previdenciárias, seguro de vida, garantia de representação sindical, além de espaços de descanso. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;É necessária a garantia de proteção contratual e social aos prestadores de serviço por aplicativos, sem deixar de se preservar o ambiente de inovação tecnológica e de oportunidades de trabalho e renda&#8221;, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário sobre a questão. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/no-stf-plataformas-negam-vinculo-trabalhadores-alegam-precarizacao</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF ouve argumentos sobre vínculo entre motoristas e aplicativos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-ouve-argumentos-sobre-vinculo-entre-motoristas-e-aplicativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 22:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e os aplicativos.  A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho. Os ministros ouviram nesta quarta-feira (1°) as primeiras sustentações das partes envolvidas no julgamento. Outras sustentações estão previstas para amanhã. A data da votação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e os aplicativos.  A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-ouve-argumentos-sobre-vinculo-entre-motoristas-e-aplicativos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-ouve-argumentos-sobre-vinculo-entre-motoristas-e-aplicativos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os ministros ouviram nesta quarta-feira (1°) as primeiras sustentações das partes envolvidas no julgamento. Outras sustentações estão previstas para amanhã. A data da votação da questão ainda será definida pela Corte. </p>
<p>São julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>
<h2>Plataformas</h2>
<p>Durante a sessão, o Rappi se manifestou por meio do advogado Márcio Eurico Vitral Amaro. <strong>O defensor sustentou que a empresa é uma plataforma digital, que faz a &#8220;união digital&#8221; entre quem quer vender um serviço e quem quer comprar.</strong></p>
<p>Além disso, o advogado disse que as entregas são feitas pelos entregadores autônomos, e não pela empresa.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não há relação de emprego no caso. Não há os pressupostos legais de uma relação de emprego. Não há o elemento que define o vínculo de emprego, a subordinação&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A advogada Ana Carolina Caputo Bastos disse que a Uber é uma empresa de tecnologia e faz uma &#8220;intermediação tecnológica&#8221; com os motoristas, que são responsáveis pelas corridas.</strong></p>
<p>Segundo a representante da plataforma, o reconhecimento do vínculo poderia reduzir o ganho dos motoristas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Se nos for imposto um modelo estranho ao modelo de negócio, reduziríamos 52% desses postos de trabalho. Aumentaríamos 34% no preço médio das viagens, e reduziríamos 30,7% na massa de renda desses motoristas&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Trabalhadores </h2>
<p>Representante da Associação dos Trabalhadores por Aplicativo Motociclistas do Distrito Federal Entorno (Atam-DF),  Gustavo Ramos destacou que a modalidade de trabalho é precarizada e disse que não pode ser criada uma &#8220;casta&#8221; de trabalhadores sem direitos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os grandes casos de acidentes são de motoristas de aplicativos. Isso fica às custas do SUS. Apenas 1% desses trabalhadores recolhe INSS. Nós temos a precarização da remuneração. No Brasil, se chega a cobrar uma taxa de 60% dos motoristas de aplicativos, e as custas do veículo ficam totalmente com o trabalhador&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, também se manifestou durante o julgamento e defendeu que os trabalhadores devem ter direitos básicos assegurados. </p>
<p><strong>Messias defendeu a regulamentação pelo Congresso de um piso salarial para a categoria, limites de horas de conexão nas plataformas, recolhimento de contribuições previdenciárias, seguro de vida, garantia de representação sindical, além de espaços de descanso. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;É necessária a garantia de proteção contratual e social aos prestadores de serviço por aplicativos, sem deixar de se preservar o ambiente de inovação tecnológica e de oportunidades de trabalho e renda&#8221;, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário sobre a questão. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/stf-ouve-argumentos-sobre-vinculo-entre-motoristas-e-aplicativos</p>
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		<item>
		<title>STF inicia julgamento sobre vínculo de emprego de motoristas de apps</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-inicia-julgamento-sobre-vinculo-de-emprego-de-motoristas-de-apps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 18:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou há pouco a sessão que vai julgar a validade do reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.No início da sessão, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, informou que o julgamento não será encerrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou há pouco a <strong>sessão que vai julgar a validade do reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais</strong>. A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.<br />No início da sessão, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, informou que o julgamento não será encerrado hoje.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-inicia-julgamento-sobre-vinculo-de-emprego-de-motoristas-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-inicia-julgamento-sobre-vinculo-de-emprego-de-motoristas-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o ministro, a <strong>sessão será destinada apenas à leitura dos relatórios dos processos,</strong> documentos que resumem a tramitação das ações, e <strong>às sustentações orais das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo</strong>.</p>
<p>A data da votação da questão ainda será marcada pelo presidente.</p>
<p><strong>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário sobre a questão.</strong></p>
<p>Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de <strong>recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber</strong>. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>
<p>A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.</p>
<p>A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/stf-inicia-julgamento-sobre-vinculo-de-emprego-de-motoristas-de-apps</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>PGR é contra vínculo trabalhista entre motoristas e aplicativos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pgr-e-contra-vinculo-trabalhista-entre-motoristas-e-aplicativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou nesta terça-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho. O parecer foi emitido às vésperas do julgamento do STF que, a partir de amanhã (1°), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou nesta terça-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. </strong>A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/PGR-e-contra-vinculo-trabalhista-entre-motoristas-e-aplicativos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/PGR-e-contra-vinculo-trabalhista-entre-motoristas-e-aplicativos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O parecer foi emitido às vésperas do julgamento do STF que, a partir de amanhã (1°), vai definir se há vínculo trabalhista entre motoristas e empresas.</p>
<p>Na manifestação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, citou precedentes do próprio Supremo que não reconheceram o vínculo trabalhista.</p>
<blockquote>
<p>“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme quanto à constitucionalidade de contratação por formas distintas do contrato de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho”, afirmou Gonet.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Corte vai iniciar nesta quarta-feira o julgamento de duas ações que são relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</strong></p>
<p>A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário sobre a questão.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/pgr-e-contra-vinculo-trabalhista-entre-motoristas-e-aplicativos</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF julgará vínculo trabalhista de motoristas e entregadores</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-julgara-vinculo-trabalhista-de-motoristas-e-entregadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 15:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (1°) o início do julgamento sobre o reconhecimento de vínculo empregatício entre entregadores e motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como uberização das relações de trabalho. A decisão a ser tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (1°) o início do julgamento sobre o reconhecimento de vínculo empregatício entre entregadores e motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como <em>uberização</em> das relações de trabalho.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/STF-julgara-vinculo-trabalhista-de-motoristas-e-entregadores.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/STF-julgara-vinculo-trabalhista-de-motoristas-e-entregadores.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão a ser tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário.</p>
<p><strong>Serão julgadas duas ações que são relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber.</strong></p>
<h2>Contestação</h2>
<p>As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>
<p>A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram posição da própria Corte que entende não haver relação de emprego formal com os entregadores.</p>
<p><strong>A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.</strong></p>
<p>Além das defesas das plataformas, os ministros vão ouvir durante o julgamento as sustentações orais de entidades que defendem o reconhecimento do vínculo trabalhista de motoristas e entregadores.</p>
<p><strong>O julgamento sobre a uberização será a primeira pauta do plenário sob o comando do ministro Edson Fachin, que será empossado no cargo de presidente do STF na próxima segunda-feira (29). Ele sucederá o ministro Luís Roberto Barroso, que encerrará mandato de dois anos à frente do tribunal. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/stf-julgara-vinculo-trabalhista-de-motoristas-e-entregadores</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Justiça extingue ação em que Uber deve reconhecer vinculo empregatício</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/justica-extingue-acao-em-que-uber-deve-reconhecer-vinculo-empregaticio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 00:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Por unanimidade de votos, a 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região extinguiu ação civil pública em que a Uber havia sido condenada em 1º grau a reconhecer vínculo empregatício de motoristas cadastrados na plataforma, além de pagar multa de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos. Os magistrados não julgaram o mérito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Por unanimidade de votos, a 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região <strong>extinguiu ação civil pública em que a Uber havia sido condenada em 1º grau a reconhecer vínculo empregatício de motoristas cadastrados na plataforma, além de pagar multa de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Justica-extingue-acao-em-que-Uber-deve-reconhecer-vinculo-empregaticio.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Justica-extingue-acao-em-que-Uber-deve-reconhecer-vinculo-empregaticio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os magistrados não julgaram o mérito da ação e a <strong>extinguiram por entenderem que o autor da ação, o Ministério Público do Trabalho (MPT), não é a entidade legítima para defender os direitos individuais dos trabalhadores.</strong> Para a Turma, o vínculo empregatício deverá ser provado por ações próprias individuais de cada trabalhador.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho poderá recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).</p>
<p>Em nota, a Uber disse que a posição dominante da Justiça tem sido de apontar a ausência dos requisitos legais para caracterização de vínculo empregatício. “Ao extinguir a ação, a decisão da 13ª Turma reestabelece a justiça, pois o julgamento de primeiro grau contrariava a posição dominante da jurisprudência”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/justica-extingue-acao-em-que-uber-deve-reconhecer-vinculo-empregaticio</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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