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	<title>Varíola dos Macacos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Varíola dos Macacos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Amazonas registra primeira morte por varíola dos macaco, em Parintins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 00:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) divulgou nota informando a primeira morte pela doença “varíola dos macacos”, no município de Parintins, na noite deste sábado (27). A vítima, que não teve a identidade revelada, é do sexo masculino, residente do município de Parintins, soropositiva com abandono de tratamento, que apresentou febre, ínguas, fraqueza, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) divulgou nota informando a primeira morte pela doença “varíola dos macacos”, no município de Parintins, na noite deste sábado (27).</p>
<p>A vítima, que não teve a identidade revelada, é do sexo masculino, residente do município de Parintins, soropositiva com abandono de tratamento, que apresentou febre, ínguas, fraqueza, erupção cutânea sugestivas a Monkeypox na face, nos membros superiores e inferiores.</p>
<p>“Paciente veio a óbito devido ao agravo de sua condição, na Fundação de Medicina Tropical Doutor Vieira Dourado. A provável fonte de infecção ao vírus monkeypox ainda está em investigação epidemiológica”, disse a FVS.</p>
<p>Ainda segundo a Fundação, no Amazonas há 19 casos confirmados da Monkeypox ou “varíola dos macacos” como é popularmente conhecida.</p>
<p>O último boletim acusou um aumento no número de casos suspeitos, saltando de 9 para 14. No total, o estado já tem 70 casos notificados da doença: 19 confirmados, 37 descartados e 14 suspeitos.</p>
<p>Dos 19 confirmados, 18 foram registrados em homens com idade entre 20 a 40 anos. Manaus concentra a maioria dos casos, 18 no total.</p>
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		<title>Primeiras vacinas contra varíola dos macacos devem chegar em setembro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/primeiras-vacinas-contra-variola-dos-macacos-devem-chegar-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 00:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde &#8211; As primeiras doses da vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox, em inglês) destinadas ao Brasil deverão chegar em setembro, informaram há pouco o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Daniel Pereira, e o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Medeiros. Cerca de 20 mil doses desembarcarão no país em setembro; e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde &#8211; As primeiras doses da vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox, em inglês) destinadas ao Brasil deverão chegar em setembro, informaram há pouco o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Daniel Pereira, e o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Medeiros. Cerca de 20 mil doses desembarcarão no país em setembro; e 30 mil, em outubro.</p>
<p>Apenas profissionais de saúde que manipulam as amostras recolhidas de pacientes e pessoas que tiveram contato direto com doentes serão vacinados. O esquema de vacinação será feito em duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.</p>
<p>A aquisição será feita por meio de convênio com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) porque a empresa dinamarquesa produtora da vacina não-replicante não tem escritório no Brasil nem pretende abrir representação no país. “Existe um pedido da Opas para a aquisição de 100 mil doses de vacinas para as Américas. Dessas 100 mil doses, 50 mil serão adquiridas pelo Ministério da Saúde”, detalhou Medeiros.</p>
<p>Os secretários do Ministério da Saúde concederam, nesta tarde, entrevista coletiva para explicarem as ações da pasta, no dia da inauguração do Centro de Operação de Emergência (COE), que coordenará os trabalhos de monitoramento e de combate à doença.</p>
<p>Segundo o secretário de Vigilância Sanitária, o ministério informou que não haverá campanha de vacinação em massa porque não existe recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). “A OMS não preconiza uma vacinação em massa, então a gente não está falando de uma campanha de vacinação como falávamos para a covid-19. São vírus absolutamente distintos, é uma clínica absolutamente distinta, um contágio absolutamente diferente, uma letalidade diferente. São doenças absolutamente distintas”, justificou.</p>
<p>Embora, neste primeiro momento, o Brasil compre as doses de uma empresa dinamarquesa, Medeiros não descartou a possibilidade de que, no futuro, o Ministério da Saúde compre doses do Instituto Butantan ou do Laboratório de Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, caso essas unidades produzam algum imunizante não-replicável contra a varíola dos macacos e caso haja necessidade.</p>
<p><strong>Estigmatização</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde manteve as orientações para quem tem suspeita de estar infectado. Quem tiver sintomas deverá procurar um médico, informar os contatos próximos e isolar-se o mais rápido possível. Embora a maior parte dos casos registrados até agora seja registrado em homens que tiveram relações sexuais com outros homens, o secretário de Vigilância em Saúde alertou que qualquer pessoa pode contrair o vírus.</p>
<p>“O dado epidemiológico que nós temos é que, em quase 20 mil casos no mundo, mais de 95% dos casos confirmados são de homens que fazem sexo com outros homens, mas isso não é estigmatização porque a principal forma de transmissão se dá por meio de contato [direto com a pele da pessoa infectada]. É fundamental não fazer a estigmatização, até porque a principal forma de transmissão é o contato pele com pele”</p>
<p><strong>Balanço</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde também atualizou as estatísticas de casos da varíola dos macacos. Em todo o Brasil, o número de casos confirmados subiu para 1.066, contra 978 até ontem. As cidades com mais ocorrências são São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.</p>
<p>A pasta também deu mais informações sobre a primeira morte de um infectado no Brasil. O paciente, um homem de Belo Horizonte com 41 anos, tratava um câncer com quimioterapia, estava imunodeprimido e morreu por complicações provocadas pelos sintomas da varíola dos macacos. Ele estava em um hospital público da capital mineira, chegou a ir para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas não resistiu.</p>
<p>Nesta tarde, a Espanha também confirmou a primeira morte por varíola dos macacos, a segunda fora do continente africano. Até agora, foram registradas sete mortes em todo o planeta neste surto da doença. O país com o maior número de casos são os Estados Unidos, com cerca de 4,9 mil ocorrências.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Primeiro caso de varíola dos macacos é confirmado no Amazonas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/primeiro-caso-de-variola-dos-macacos-e-confirmado-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 11:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Confirmado]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Caso]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; O primeiro caso de varíola dos macacos no Amazonas foi confirmado, nesta quarta-feira (27), Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES). O paciente é um homem, com idade entre 20 e 30 anos, que mora em Manaus e esteve em Portugal. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) &#8211; O primeiro caso de varíola dos macacos no Amazonas foi confirmado, nesta quarta-feira (27), Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES). O paciente é um homem, com idade entre 20 e 30 anos, que mora em Manaus e esteve em Portugal.</p>
<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) recebeu a notificação de caso suspeito no dia 21 de julho.</p>
<p>Conforme a SES, no dia 7 de julho, o paciente apresentou sintomas como febre, aumento dos linfonodos do pescoço, dor de cabeça, sensação de fraqueza e falta de energia, dor muscular e, posteriormente, erupção cutânea sugestivas de monkeypox.</p>
<p>O paciente estava em Portugal e procurou atendimento no serviço de saúde local, recebendo medicação de acordo com as queixas.</p>
<p>Ainda conforme a SES, por não ter apresentado melhora, o homem, ao chegar a Manaus, compareceu à Fundação de Medicina Tropical – Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), onde, após avaliação de equipe médica, foi notificado como suspeita de monkeypox.</p>
<p>A amostra do paciente foi submetida a exames realizados pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), que recebeu o material encaminhado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM).</p>
<p>Por protocolo nacional, uma segunda amostra foi encaminhada ao Lacen da Fundação Ezequiel Dias (Lacen/Funed), em Minas Gerais, e a FVS-RCP aguarda resultado do exame desta segunda amostra.</p>
<p><strong>Isolamento</strong></p>
<p>O paciente está estável, se recuperando em domicílio e em isolamento. A investigação domiciliar acerca do caso segue, pelo CIEVS Manaus, da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus.</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Casos de varíola dos macacos nas Américas chegam a 5,3 mil</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/casos-de-variola-dos-macacos-nas-americas-chegam-a-53-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 22:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) disse nesta quarta-feira que quase 5,3 mil casos de varíola dos macacos foram relatados até agora em 18 países e territórios do continente americano &#8211; a maioria no Brasil, Estados Unidos e Canadá. A vice-diretora da Opas, Mary Lou Valdez, disse em entrevista coletiva que quase todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo &#8211; A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) disse nesta quarta-feira que quase 5,3 mil casos de varíola dos macacos foram relatados até agora em 18 países e territórios do continente americano &#8211; a maioria no Brasil, Estados Unidos e Canadá.</p>
<p>A vice-diretora da Opas, Mary Lou Valdez, disse em entrevista coletiva que quase todos os casos continuam sendo relatados entre homens que fazem sexo com homens, entre 25 e 45 anos, mas alertou que qualquer pessoa pode contrair a doença, independentemente de seu gênero ou orientação sexual.</p>
<p>Nenhuma morte por varíola dos macacos foi relatada na região até o momento.</p>
<p>No fim da semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de varíola dos macacos uma emergência de saúde global, nível mais alto de alerta, com mais de 18 mil casos relatados globalmente.</p>
<p>O diretor-assistente interino da Opas, Marcos Espinal, disse que cerca de 10 países nas Américas já disseram que estavam interessados em comprar uma vacina contra a varíola, mas não revelou quais foram.</p>
<p>A Opas também divulgou que está &#8220;bem avançada&#8221; nas negociações com um produtor para comprar vacinas de terceira geração contra a doença e que espera que algum suprimento chegue ainda este ano, embora em quantidades limitadas.</p>
<p>&#8220;Nós achamos que teremos vacinas este ano&#8221;, disse Espinal.</p>
<p>Mesmo assim, o chefe da unidade de gestão de riscos infecciosos da organização, Andrea Vicari, disse que o risco de varíola dos macacos para a população em geral permanece &#8220;muito baixo&#8221;, e que uma campanha de vacinação em massa não é recomendada no momento.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Brasil tem 106 casos de varíola dos macacos confirmados</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-tem-106-casos-de-variola-dos-macacos-confirmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 01:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde &#8211; O Brasil tem 106 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox), segundo levantamento do Ministério da Saúde. A maioria (75) foi registrada em São Paulo. Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 20 casos. Em Minas Gerais, foram três casos da doença. No Ceará, no Paraná e no Rio de Grande do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Saúde &#8211; O Brasil tem 106 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox), segundo levantamento do Ministério da Saúde. A maioria (75) foi registrada em São Paulo. Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 20 casos.</p>
<p>Em Minas Gerais, foram três casos da doença. No Ceará, no Paraná e no Rio de Grande do Sul foram dois registros em cada estado. Há também confirmação de infecção pelo vírus no Distrito Federal e no Rio Grande do Norte, com um caso cada.</p>
<p>O órgão destacou que segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes. Isso é feito por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional).</p>
<p><strong>O vírus</strong></p>
<p>A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) causa uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980.</p>
<p>Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.</p>
<p>Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.</p>
<p>Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.</p>
<p>Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Primeiro infectado com varíola dos macacos recebe alta em SP</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/primeiro-infectado-com-variola-dos-macacos-recebe-alta-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 00:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O paciente que foi o primeiro caso da varíola do macacos no país teve alta na manhã desta segunda-feira (20), informou hoje a Secretaria de Estado da Saúde (SES) de São Paulo. Ele estava internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, contaminado pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês), teve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O paciente que foi o primeiro caso da varíola do macacos no país teve alta na manhã desta segunda-feira (20), informou hoje a Secretaria de Estado da Saúde (SES) de São Paulo. Ele estava internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, contaminado pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês), teve boa evolução do quadro clínico, está em bom estado de saúde e não necessita mais de cuidados médicos.</p>
<p>O caso se refere a um homem de 41 anos, com histórico de viagem para Portugal e Espanha. Ele estava internado desde o dia 6 de junho. Por recomendação médica, segue agora em isolamento domiciliar por mais 14 dias.</p>
<p>A secretaria informou que, no momento, não há mais nenhum paciente internado com a doença na unidade. Quatro casos foram confirmados em São Paulo, com históricos de viagem para a Europa. Todos estão em isolamento domiciliar, sendo monitorados pelas vigilâncias municipais e estadual.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Saúde confirma sétimo caso de varíola dos macacos no país</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/saude-confirma-setimo-caso-de-variola-dos-macacos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jun 2022 00:57:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde &#8211; O Ministério da Saúde informou que o sétimo caso de varíola dos macacos (monkeypox) foi notificado no país. De acordo com a pasta, o mais recente foi confirmado nesta sexta-feira (17) no Rio Grande do Sul. O paciente é um homem de 34 anos, com histórico de viagem para a Europa. Segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde &#8211; O Ministério da Saúde informou que o sétimo caso de varíola dos macacos (monkeypox) foi notificado no país. De acordo com a pasta, o mais recente foi confirmado nesta sexta-feira (17) no Rio Grande do Sul.</p>
<p>O paciente é um homem de 34 anos, com histórico de viagem para a Europa. Segundo a pasta, o paciente está em isolamento domiciliar e apresenta estado clínico estável, sem complicações. Ele é monitorado pelas secretarias de Saúde municipal e estadual.</p>
<p>Dos sete casos confirmados, quatro estão em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Nove casos suspeitos são investigados.</p>
<p>A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo ou íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.</p>
<p>Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Varíola dos macacos: governador paulista não vê motivo para pânico</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/variola-dos-macacos-governador-paulista-nao-ve-motivo-para-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 16:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Motivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse hoje (10) que “não há motivo para ter pânico” após a confirmação do primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil. Ontem (9), as secretarias municipal e estadual informaram que um homem de 41 anos, residente na cidade de São Paulo, testou positivo para a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse hoje (10) que “não há motivo para ter pânico” após a confirmação do primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil. Ontem (9), as secretarias municipal e estadual informaram que um homem de 41 anos, residente na cidade de São Paulo, testou positivo para a doença e está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. O paciente tem histórico de viagem para Portugal e Espanha.</p>
<p>Garcia, durante evento em Barretos, no interior paulista, disse também que já comunicou o Ministério da Saúde para que sejam considerados “protocolos nas fronteiras” para controle da entrada do vírus. Ele lembrou que outro caso, de uma mulher de 26 anos, está em investigação. Ela está internada em um hospital público da cidade e é mantida em isolamento e seu quadro de saúde é estável. Esse caso foi notificado no dia 4 de junho.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou ontem, por meio de nota, que a Sala de Situação e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional segue em articulação direta com o estado de São Paulo e com a capital paulista para monitoramento do caso e o rastreamento dos contatos. “Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas desde a internação do paciente”, apontou o órgão.</p>
<p>Na quarta-feira (8), a pasta informou que estava monitorando oito casos suspeitos de varíola dos macacos no Brasil.</p>
<p><strong>A varíola</strong></p>
<p>A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, este contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.</p>
<p>Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com Aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.</p>
<p>De acordo com a secretaria, os primeiros sintomas associados à doença são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De 1 a 3 dias após o início desses sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele que podem estar localizadas em mãos, boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.</p>
<p>O Instituto Butantan informou que essas lesões na pele evoluem em cinco estágios: mácula, pápulas, vesículas, pústulas e finalmente crostas, estágio final, quando as feridas caem. A transmissão do vírus ocorre, principalmente, quando há contato com essas lesões.</p>
<p>Para prevenir a doença, a secretaria destaca que é importante evitar contato próximo ou íntimo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado; evitar o contato com quaisquer materiais que tenham sido utilizados pela pessoa doente; e higienizar as mãos, lavando-as frequentemente com água e sabão ou álcool gel.</p>
<p>A reportagem procurou o Ministério da Saúde para comentar possíveis medidas a serem adotadas e aguarda o envio das informações.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>São Paulo confirma primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 00:06:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Primeiro Caso]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; As secretarias Estadual e Municipal da Saúde de São Paulo confirmaram hoje (9) o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) no Brasil. O caso se refere a um homem de 41 anos, residente na cidade de São Paulo, com histórico de viagem para Portugal e Espanha. Ele está internado no Instituto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; As secretarias Estadual e Municipal da Saúde de São Paulo confirmaram hoje (9) o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) no Brasil.</p>
<p>O caso se refere a um homem de 41 anos, residente na cidade de São Paulo, com histórico de viagem para Portugal e Espanha. Ele está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, desde a última segunda-feira (6) e se encontra em bom estado clínico. As secretarias informam que todos os contatos desse paciente também estão sendo monitorados.</p>
<p>A confirmação do caso só ocorreu na tarde de hoje, após a realização de exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz.</p>
<p>As secretarias investigam e monitoram ainda o caso de uma mulher de 26 anos que também vive na cidade de São Paulo. A paciente está internada em um hospital público da cidade é mantida em isolamento e seu quadro de saúde é estável. Esse caso foi notificado no dia 4 de junho.</p>
<p>Ontem (8), o Ministério da Saúde informou que estava monitorando oito casos suspeitos de varíola dos macacos no Brasil.</p>
<p><strong>Sobre a doença</strong></p>
<p>A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, este contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.</p>
<p>Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.</p>
<p>“O Monkeypox causa uma doença mais branda que a varíola (Smallpox), mas em alguns pacientes de risco, como imunossuprimidos e crianças, ela pode se desenvolver de forma mais grave”, afirma a diretora do Laboratório de Virologia do Instituto Butantan, Viviane Botosso, em comunicado no site do instituto.</p>
<p>De acordo com a secretaria, os primeiros sintomas associados à doença são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De 1 a 3 dias após o início desses sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele que podem estar localizadas em mãos, boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.</p>
<p>O Instituto Butantan informou que essas lesões na pele evoluem em cinco estágios: mácula, pápulas, vesículas, pústulas e finalmente crostas, estágio final, quando as feridas caem. A transmissão do vírus ocorre, principalmente, quando há contato com essas lesões.</p>
<p>Para prevenir a doença, a secretaria destaca que é importante evitar contato próximo ou íntimo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado; evitar o contato com quaisquer materiais que tenham sido utilizados pela pessoa doente; e higienizar as mãos, lavando-as frequentemente com água e sabão ou álcool gel.</p>
<p><strong>Vacina</strong></p>
<p>A vacina aplicada contra a varíola humana (smallpox) mantinha alguma proteção contra a varíola dos macacos (monkeypox). Mas, segundo o Instituto Butantan, esse imunizante deixou de ser aplicado há muito tempo, já que a varíola humana foi erradicada no início da década de 1980. Com isso, pessoas com idade inferior a 40 anos nunca foram imunizadas no Brasil.</p>
<p>O Butantan informa que, atualmente, há uma vacina contra a varíola humana, indicada também contra a varíola dos macacos, produzida pela farmacêutica dinamarquesa Bavária Northean. No entanto, essa vacina não é produzida em larga escala, ou seja, não há um número de doses suficiente para distribuição em escala mundial.</p>
<p><strong>Ministério da saúde</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde divulgou uma nota no final da tarde de hoje confirmando a detecção do primeiro caso da varíola do macaco no país.</p>
<p>Segundo a nota, a pasta, por meio da Sala de Situação e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional, segue em articulação direta com o estado de São Paulo e com a capital paulista para monitoramento do caso e o rastreamento dos contatos. &#8220;Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas desde a internação do paciente&#8221;, disse o ministério.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Varíola de macaco: Brasil investiga seis casos suspeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2022 02:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Casos Suspeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde &#8211; O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou neste sábado (4) que ainda não há casos confirmados de varíola de macaco no país. A informação foi divulgada por meio de seu perfil na rede social Twitter. Segundo ele, o Ministério da Saúde continua monitorando possíveis casos da doença. Queiroga explicou que, além dos quatro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saúde &#8211; O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou neste sábado (4) que ainda não há casos confirmados de varíola de macaco no país. A informação foi divulgada por meio de seu perfil na rede social Twitter.</p>
<p>Segundo ele, o Ministério da Saúde continua monitorando possíveis casos da doença. Queiroga explicou que, além dos quatro casos já em investigação, outros dois casos suspeitos foram notificados no estado de Rondônia.</p>
<p>O ministro afirmou que todos seguem isolados e em monitoramento.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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