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	<title>usam - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 15:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a  legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a </strong> <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">legislação brasileira desde o ano de 2003</a>, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio<strong>, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anos</strong>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Escolas-de-SP-usam-quadrinhos-conversas-para-ensino-da-historia.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Escolas-de-SP-usam-quadrinhos-conversas-para-ensino-da-historia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.</p>
<p>Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.</p>
<p>As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes. </p>
<p>“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à <strong>Agência Brasil</strong>, em nota.</p>
<p>No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas. </p>
<p>“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP. </p>
<h2>&#8220;Eu não trabalho religião, eu ensino cultura&#8221;</h2>
<p>Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.</p>
<blockquote>
<p>“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.</p>
</blockquote>
<p>Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.</p>
<p>“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”. </p>
<p>Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.</p>
<p>Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.</p>
<p>No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala. </p>
<p>“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.</p>
<p>A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.</p>
<p>“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-11/escolas-de-sp-usam-quadrinhos-conversas-para-ensino-da-historia-afro</p>
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		<title>Romeiros que vão a Aparecida usam tendas de apoio em rodovias de SP</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 17:08:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 36 mil romeiros foram atendidos nas tendas de orientação instaladas na Via Dutra pela concessionária Motiva desde a última segunda-feira (6) até a manhã deste sábado (11). Segundo a Motiva, só na Rota da Luz, 1.519 romeiros passaram pelas quatro tendas montadas entre Pindamonhangaba e Aparecida.  A instalação das tendas faz parte do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Mais de 36 mil romeiros foram atendidos nas tendas de orientação instaladas na Via Dutra pela concessionária Motiva desde a última segunda-feira (6) até a manhã deste sábado (11). </strong>Segundo a Motiva, só na Rota da Luz, 1.519 romeiros passaram pelas quatro tendas montadas entre Pindamonhangaba e Aparecida. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Romeiros-que-vao-a-Aparecida-usam-tendas-de-apoio-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Romeiros-que-vao-a-Aparecida-usam-tendas-de-apoio-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A instalação das tendas faz parte do Projeto Romaria Segura 2025, com diversas ações para conscientização e segurança dos peregrinos que utilizam a Via Dutra para chegar ao Santuário Nacional de Aparecida, no período do feriado em homenagem à padroeira do Brasil.</strong></p>
<p><strong>Ao todo são 23 pontos de orientação em locais estratégicos da Via Dutra (entre Arujá e Resende), principalmente próximos a passarelas, e na Rota da Luz, entre Pindamonhangaba e Aparecida. </strong>As equipes estão disponíveis 24h por dia, fornecendo informações e dicas de segurança, especialmente sobre o caminho que o pedestre e os ciclistas devem seguir. </p>
<p>Além disso, os romeiros estão utilizando os pontos para descanso, que contam com cadeiras, totens para carregar celular, banheiros, e recebem também itens de segurança, como coletes e adesivos refletivos, e água.</p>
<h2>Orientações </h2>
<p><strong>Os romeiros que vão a pé até Aparecida são orientados a percorrer a estrada sempre no sentido contrário ao fluxo de veículos e caminhar em fila indiana.</strong> Além disso, os pedestres devem evitar a rodovia à noite. Caso opte pela caminhada noturna, devem utilizar roupas claras e itens refletivos. Em caso de chuvas, a orientação é a de interromper a caminhada e se abrigar em um local seguro, como postos de serviço e bases de atendimento. Os ciclistas devem pedalar no mesmo sentido da via, conforme legislação de trânsito.</p>
<p><strong>Já os motoristas são orientados a redobrar a atenção neste período</strong>, reduzindo a velocidade, ficando atento às entradas e saídas da rodovia, nos acessos a postos de serviço ou vias locais, ter cautela nas ultrapassagens mesmo em locais permitidos, não acompanhar com veículo os romeiros que estão caminhando. Os veículos de apoio devem estacionar em postos de serviço ou áreas afastadas da rodovia e nunca no acostamento.</p>
<h2>Santuário</h2>
<p>No Santuário Nacional de Aparecida, a programação começou às 5h30, com o toque dos sinos, seguido de uma missa, às 6h. As missas acontecem durante todo o dia, com intervalos para cerimônias como a Escola de Maria, a Acolhida no altar central e a Novena da Tarde. À noite acontecem a Novena Solene, a Procissão Memória para a Capela São Geraldo e a Vigília Mariana.</p>
<p>A Vigília Mariana segue pela madrugada do domingo (12) e às 4h45 acontece o Toque dos sinos, seguido pela primeira missa do dia, que transcorre com missas entre os intervalos da Escola de Maria, Missa solene, um novo Toque dos Sinos, seguido da Missa das crianças. </p>
<p>Às 15h é realizada a Consagração Solene, na Basílica Histórica. Às 18h os fiéis podem assistir à Missa de Encerramento, e participar em seguida da Procissão Solene que termina com um show pirotécnico.</p>
<p>Desde sexta-feira (10), o acesso ao Santuário Nacional e a visita à Imagem Original de Nossa Senhora Aparecida permanece aberto 24 horas por dia, até o encerramento das festividades. O objetivo é acolher os milhares de peregrinos que chegam de todo o Brasil para homenagear a Mãe Aparecida.</p>
<h2>Plantão de Bênçãos</h2>
<p>Durante os dias 11 e 12 de outubro, os religiosos, Missionários Redentoristas intensificam a acolhida aos devotos na Sala das Promessas, com o Plantão de Bênçãos em dois horários, 8h às 11h e 14h às 17h. O espaço que já recebe os objetos de devoção, também é dedicado à escuta, bênçãos e agradecimentos, reforçando a espiritualidade e o acolhimento do Santuário Nacional.</p>
<p>Todas as celebrações poderão ser acompanhadas pela Rede Aparecida de Comunicação, por meio da TV e Rádio Aparecida, como também pelo Portal A12 e redes sociais do Santuário Nacional.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/romeiros-que-vao-a-aparecida-usam-tendas-de-apoio-em-rodovias-de-sp</p>
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		<item>
		<title>Professores no Brasil usam mais IA que média dos países da OCDE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 22:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Brasil, 56% dos professores das escolas do país afirmam usar ferramentas de inteligência artificial (IA), seja para preparar aulas, seja para buscar formas mais eficientes de ensinar os conteúdos nas salas de aula. A porcentagem é superior à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é 36%. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>No Brasil, 56% dos professores das escolas do país afirmam usar ferramentas de inteligência artificial (IA), </strong>seja para preparar aulas, seja para buscar formas mais eficientes de ensinar os conteúdos nas salas de aula.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Professores-no-Brasil-usam-mais-IA-que-media-dos-paises.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Professores-no-Brasil-usam-mais-IA-que-media-dos-paises.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A porcentagem é superior à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é 36%.</strong></p>
<p>Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) 2024, divulgada nesta segunda-feira (6), pela OCDE.</p>
<p><strong>A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores principalmente dos anos finais do ensino fundamental – do 6º ao 9º ano –, compara a educação em 53 países.</strong></p>
<p>De acordo com o estudo, os professores brasileiros disseram que usam a IA para gerar planos de aula ou atividades (77%), ajustar automaticamente a dificuldade dos materiais de aula de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos (64%) e aprender e resumir um tópico de forma eficiente (63%).</p>
<p>O uso menos frequente da IA, apontado pelos docentes, ​​é para revisar dados sobre a participação ou desempenho dos alunos (42%), gerar texto para <em>feedback</em> dos alunos ou comunicações com pais/responsáveis ​​(39%) e avaliar ou corrigir o trabalho dos alunos (36%).</p>
<p>De acordo com a Talis, os impactos do uso da IA na educação ainda são incertos.</p>
<blockquote>
<p>“O uso da IA ​​na educação tem sido um tema de pesquisa há mais de 40 anos. No entanto, o lançamento do ChatGPT da OpenAI no final de 2022 acelerou o uso cotidiano da IA ​​em muitos setores da sociedade. Embora a IA esteja desempenhando um papel cada vez maior na vida das pessoas, sua influência a curto e longo prazo na educação permanece incerta. Como a IA deve ser usada na educação também é uma questão pertinente”, diz a pesquisa.</p>
</blockquote>
<p>O uso também varia entre os países pesquisados. <strong>Enquanto cerca de 75% dos professores em Singapura e nos Emirados Árabes Unidos relatam que o fazem, o uso dessas ferramentas cai para menos de 20% entre os professores da França e do Japão. O Brasil aparece em 10º lugar entre os países pesquisados nesse quesito.</strong></p>
<h2>Formação</h2>
<p>A pesquisa mostra também que os professores brasileiros dizem precisar de formação para o uso de tecnologia, sobretudo para o uso de IA.</p>
<p>As áreas em que os professores relatam precisar de aprendizagem profissional são: ensino de alunos com necessidades educacionais especiais (48%), habilidades para o uso de inteligência artificial para ensino e aprendizagem (39%) e ensino em ambientes multiculturais ou multilíngues (37%).</p>
<p>Entre os professores que relatam não ter usado IA no ensino nos 12 meses anteriores à pesquisa, 64% responderam que não o fizeram porque não têm o conhecimento e as habilidades para ensinar usando IA.</p>
<p>Essa porcentagem é menor que a da OCDE, 75%. A maioria (60%) também disse não usar porque as escolas onde lecionam não têm infraestrutura para uso da tecnologia. Essa porcentagem é maior que a da média da OCDE: 37%.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>De acordo com a Talis, muitos sistemas educacionais foram forçados a adotar o ensino <em>online</em> ou híbrido durante a pandemia de covid, e alguns sistemas mantiveram esses métodos.</p>
<p>No Brasil, 17% dos professores trabalham em escolas onde pelo menos uma aula foi ministrada de forma híbrida ou <em>online</em> no último mês. A média da OCDE é 16%.</p>
<p>O uso de tecnologias nas salas de aula com os alunos também é tema de discussão na pesquisa.</p>
<blockquote>
<p>“As atitudes em relação às ferramentas digitais e o uso delas para a aprendizagem dos alunos variam consideravelmente entre os sistemas educacionais”, diz o estudo.</p>
</blockquote>
<p>Em geral, segundo a Talis, os professores <em>concordam</em> ou <em>concordam fortemente</em> que o uso de ferramentas digitais desenvolve o interesse dos alunos pela aprendizagem (85% em média).</p>
<p>No entanto, as opiniões são mais divididas quanto à possibilidade de as ferramentas digitais melhorarem o desempenho acadêmico.</p>
<p>Segundo a pesquisa, menos de 50% dos professores na Áustria, Comunidade Francesa da Bélgica, Finlândia, França e Suécia concordam que as ferramentas digitais ajudam na aprendizagem dos estudantes.</p>
<p>Na outra ponta, no entanto, mais de 95% dos professores concordam na Albânia, Arábia Saudita e Vietnã.</p>
<p>Esta é a 4ª edição da Talis. A pesquisa foi realizada no Brasil entre os meses de junho e julho de 2024.</p>
<p><strong>Os estudos foram conduzidos, no país, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/professores-no-brasil-usam-mais-ia-que-media-dos-paises-da-ocde</p>
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		<item>
		<title>Traficantes usam 12 ônibus como barricada em represália à PM do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 17:54:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma reação de traficantes a uma operação da Polícia Militar (PM) no Rio de Janeiro teve ao menos um ônibus incendiado e 12 sequestrados para que fossem usados como barricadas, nesta segunda-feira (18). A operação e a represália ocorreram na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Policiais militares realizam ação de combate a criminosos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma reação de traficantes a uma operação da Polícia Militar (PM) no Rio de Janeiro teve ao menos um ônibus incendiado e 12 sequestrados para que fossem usados como barricadas, nesta segunda-feira (18).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Traficantes-usam-12-onibus-como-barricada-em-represalia-a-PM.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Traficantes-usam-12-onibus-como-barricada-em-represalia-a-PM.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A operação e a represália ocorreram na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Policiais militares realizam ação de combate a criminosos e retirada de barricadas que dificultam a circulação de veículos no Morro do Dendê.</p>
<p>Durante a operação, quatro homens foram presos. Os agentes apreenderam quatro fuzis, três granadas, quatro rádios transmissores e drogas.</p>
<p>A ação foi realizada por agentes do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) com apoio de mais dois BPMs: 22º e 3º.</p>
<h2>Ônibus sequestrados</h2>
<p>Em retaliação, criminosos sequestraram ônibus na Avenida Paranapuam, Estrada do Dendê e Estrada da Cacuia. Segundo o Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus), passageiros e motoristas foram liberados e os ônibus abandonados nas ruas.</p>
<p>Equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) detiveram quatro homens e dois adolescentes que realizavam ataques a ônibus na região. Os menores estavam com pedras na mão, segundo a corporação.</p>
<h2>Histórico de represálias</h2>
<p>O Rio Ônibus informou que o veículo incendiado fazia a linha 921 (Ribeira x Bancários). Acrescentou que, apenas em 2025, 99 ônibus foram sequestrados; e três, incendiados.</p>
<p>Dezenove linhas tiveram a circulação afetada nesta segunda-feira. “Mais uma vez reiteramos apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca”, manifestou o Rio Ônibus em nota.</p>
<h2>Veículos utilizados como barricada</h2>
<p>B28623 &#8211; 921 Ribeira x Bancários</p>
<p>B28618 &#8211; 326 Bancários x Candelária</p>
<p>B28560 &#8211; 696 Praia do Dendê x Meier</p>
<p>B28702 &#8211; 2344 Bancários x Castelo</p>
<p>B28537 &#8211; 326 Bancários x Candelária</p>
<p>B32726 &#8211; 323 Bananal x Castelo</p>
<p>B10144 &#8211; 323 Bananal x Castelo</p>
<p>B10150 &#8211; 323 Bananal x Castelo</p>
<p>B10116 &#8211; 328 Bananal x Candelária</p>
<p>B10001 &#8211; 635 Bananal x Saens Pena</p>
<p>B10041 &#8211; 910 Bananal x Irajá &#8211; Via Fundão</p>
<p>B28728 &#8211; 2344 Bancários x Castelo</p>
<h2>Serviços</h2>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde informou que quatro unidades da região &#8211; entre clínicas da família e centros de saúde &#8211; mantêm o atendimento à população. “Apenas as atividades externas realizadas no território, como as visitas domiciliares, estão suspensas nesta segunda-feira”, detalhou.</p>
<p>Acrescentou que não houve unidade afetada. As escolas municipais no Dendê funcionam normalmente.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/traficantes-usam-12-onibus-como-barricada-em-represalia-pm-do-rio</p>
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		<title>Ajudar a família e mais educação: alunos contam como usam o Pé-de-Meia</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 18:13:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[A estudante Eduarda Caetano, de 17 anos, que faz a 3ª série do ensino médio em uma escola pública, além de um curso técnico de contabilidade com duração de dois anos, aguarda para este mês o depósito da primeira parcela do Programa Pé-de-Meia, no valor de R$ 1 mil, referente à conclusão do segundo ano, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A estudante Eduarda Caetano, de 17 anos, que faz a 3ª série do ensino médio em uma escola pública, além de um curso técnico de contabilidade com duração de dois anos, aguarda para este mês o depósito da primeira parcela do Programa Pé-de-Meia, no valor de R$ 1 mil, referente à conclusão do segundo ano, em 2024. Eduarda estuda em Samambaia, região administrativa a 33 quilômetros do centro de Brasília. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Ajudar-a-familia-e-mais-educacao-alunos-contam-como-usam.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Ajudar-a-familia-e-mais-educacao-alunos-contam-como-usam.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A expectativa pelo recebimento do incentivo anual cresce após o ministro da Educação, Camilo Santana, ter informado pelas redes sociais que, até a próxima semana, os mais de 3,9 milhões de beneficiários do programa receberão os recursos desbloqueados no dia 12 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para bancar o pagamento do programa federal.</p>
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    <!-- END scald=414481 --></div>
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<p class="meta"><!--copyright=414481-->Eduarda Caetano, aluna de uma escola pública &#8211; <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414481--></p>
</div>
</div>
<p>Mesmo sabendo que o saque desta parcela da poupança do Pé-de-Meia somente poderá ser feito após a formatura no ensino médio, Eduarda já faz planos para usar o incentivo. Como a estudante mora em uma área rural, ela adianta que quer custear a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dirigir até a faculdade onde for aprovada.</p>
<p>Por ora, enquanto cursa a 3ª série em 2025, Eduarda Caetano aproveita os recursos depositados pela frequência escolar em 2024 para pagar despesas pessoais.</p>
<blockquote>
<p>“Antes, eu não tinha renda, porque estudo, faço um curso e não tinha como trabalhar. O Pé-de-Meia me ajudou muito, porque eu consigo lanchar no curso; às vezes, sair; comprar produtos de higiene e, quando minha mãe precisa de alguma coisa, eu dou o dinheiro para ela”, conta Eduarda.</p>
</blockquote>
<p>Outro aluno do Centro Educacional 619 de Samambaia é Gustavo Henry Alves da Silva, também com 17 anos. Por ser de uma família já incluída no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), o adolescente cumpre todos os requisitos para ser beneficiário do programa apelidado de Poupança do Ensino Médio.</p>
<p>Desde o início do recebimento das parcelas do Pé-de-Meia, as maiores preocupações de Gustavo se restringem a questões escolares: trabalho em grupo, disciplinas, apresentação de trabalhos, notas das provas. Do portão para fora, parte da quantia que já foi liberada para saque serviu para complementar a renda familiar. Gustavo Henry mora com seis parentes.</p>
<p>“Houve momentos em que eu realmente usei esse dinheiro para auxiliar a minha família. [O Pé-de-Meia] me ajuda a comprar alimento básico para casa, pagar uma conta. Não vou gastar em besteira. Esse dinheiro é muito importante e deve ser guardado,” ressalta Gustavo, ao falar sobre como administrar o incentivo financeiro até ser aprovado para o curso superior de artes cênicas ou de psicologia.</p>
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<p><!--copyright=414482-->Nicolly: programa ajudou a ter melhores notas &#8211; <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414482--></p>
</div>
</div>
<p> Já Nicolly Evelyn, de 17 anos, credita ao Pé-de-Meia a melhora das notas de matérias de exatas, desde o ano passado, quando foi aluna da 2ª série do ensino médio.</p>
<p>Como o programa federal condiciona o pagamento das parcelas à comprovação da frequência escolar mínima de 80% das aulas e à aprovação no fim de cada ano do ensino médio, Nicolly Evelyn começou a se dedicar mais aos estudos. “Antes, eu não ligava muito, mas depois que passei a receber o Pé-de-Meia, comecei a estudar mais. [O Pé-de-Meia] me incentivou. Ele é bom para minha vida, porque me fez perceber que preciso ter algo para o meu futuro.”</p>
<p>A jovem mora com os pais e três irmãos, todos inscritos no CadÚnico. De aluna de notas medianas antes do Pé-de-Meia, agora, ela sonha em seguir carreira na área de tecnologia da informação (TI) e confessa planos para aplicar os recursos do Pé-de-Meia. “Vou usar meu dinheiro extra em cursos para entrar no ensino superior, se não for aprovada pelo Enem, e também para comprar um notebook ou um tablet, tão necessário para a faculdade”, ressalta.</p>
<p>Outro secundarista que tem investido as parcelas do Pé-de-Meia em mais educação é Vinícius Cassiano, de 17 anos, que divide a rotina escolar matutina com o trabalho de auxiliar administrativo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no turno vespertino. É com o dinheiro do Pé-de-Meia que ele paga um curso técnico de administração, à noite. “Meu pai sempre me incentiva a fazer algum curso porque vai valer o tempo que a gente gasta estudando, aqui. Vou ser recompensado no futuro”, afirma Cassiano.</p>
<blockquote>
<p>“Acho bastante interessante esse programa feito para ajudar os alunos de baixa renda, porque muitos não têm condições de investir em um curso ou de comprar coisas que gostam”, destaca Vinícius.</p>
</blockquote>
<p>Sobre o futuro, a única certeza que ele tem é o saque da cifra equivalente a dois anos de Pé-de-Meia. Fora a poupança, o estudante ainda não cravou a trajetória após a conclusão do ensino médio, prevista para dezembro deste ano. As inclinações são a faculdade de administração ou a carreira militar.</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/1740075221_995_Ajudar-a-familia-e-mais-educacao-alunos-contam-como-usam.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 19/02/2025 - Programa Pé-de-Meia. O aluno da escola CED619  da Samambaia, Vinicius Cassiano. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=414479-->Vinicius pensa em ser militar ou administrador &#8211; <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414479--></p>
</div>
</div>
<h2>Visão abrangente</h2>
<p>Os relatos sobre os impactos do Pé-de-Meia nas vidas desses estudantes são percebidos de forma mais globalizada pela diretora da unidade de Samambaia, Alice Macera, principalmente, pela redução da evasão escolar.</p>
<p>“Neste momento, eles se preocupam em vir para a escola para não levar falta, porque eles descobriram que a falta os faz perder o Pé-de-Meia. Antes, não era assim, muitos deles não se importavam em ir à escola ou não. Agora, se tornaram mais responsáveis.”</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/1740075221_366_Ajudar-a-familia-e-mais-educacao-alunos-contam-como-usam.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 19/02/2025 - A diretora da escola CED619  da Samambaia, Alice Macera, fala sobre o Programa Pé-de-Meia. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=414484 --></div>
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<p><!--copyright=414484-->Alice Macera, diretora da escola em Samambaia &#8211; <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414484--></p>
</div>
</div>
<p>A equipe da gestora é responsável por informar eletronicamente, todos os meses, quem comparece e quem falta às aulas. A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal recebe os dados e informa ao MEC. A frequência escolar de pelo menos 80% das aulas garante que os alunos recebam as nove parcelas anuais, de R$ 200 cada, relativas ao incentivo-frequência do Pé-de-Meia.</p>
<p>A instituição de ensino comandada há 13 anos por Alice abriga cerca de 1,7 mil estudantes em dois turnos. Muitos deles conciliam estudo e trabalho. A gestora também notou que, muitos deles, após terem acesso à política pública, passaram a se dedicar exclusivamente ao estudo.</p>
<blockquote>
<p>“Com o Pé-de-Meia, há quem deixou de trabalhar para focar mais no estudo. Para outros que trabalham, o Pé-de-Meia é um complemento da renda. Com isso, o estudante não está só preocupado com o trabalho. Agora, ele se concentra mais na escola”.</p>
</blockquote>
<h2>Programa</h2>
<p>Criado em janeiro de 2024, o Pé-de-Meia tem o objetivo de promover a permanência e a conclusão escolar dos jovens matriculados do ensino médio regular e na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede pública, incluídos no CadÚnico.</p>
<p>Os depósitos são feitos pelo MEC em uma conta aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal em nome dos estudantes.</p>
<p>As bolsas são pagas a alunos com matrícula ativa em escolas públicas de ensino médio ou na EJA, que cumprem os critérios do programa, como:</p>
<p><strong>· </strong>        faixa etária de 14 a 24 anos para estudantes do ensino médio regular e de 19 a 24 anos para a EJA;</p>
<p><strong>·  </strong>       ter cadastro atualizado no CadÚnico;</p>
<p><strong>·  </strong>       frequência escolar adequada;</p>
<p><strong>·</strong>         aprovação em todas as disciplinas do ano letivo;</p>
<p><strong>·</strong>         participação no Enem.</p>
<p>O programa prevê o pagamento de até R$ 9,2 mil por estudante que complete o ciclo de três anos do ensino regular.</p>
<p>Os estudantes podem verificar se foram contemplados pelo Pé-de-Meia nos aplicativos gratuitos para<em> smartphones</em> e <em>tablets</em>: o <a href="https://www.caixa.gov.br/caixatem/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Caixa Tem</a> e o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/jornadadoestudante" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Jornada do Estudante</a>.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-02/ajudar-a-familia-e-mais-educacao-alunos-contam-como-usam-o-pe-de-meia</p>
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