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	<title>Universidades - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Universidades - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Justiça de SC suspende lei que proibiu cotas raciais nas universidades</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 20:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Melo.</p>
<p>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</p>
<p><strong>A decisão foi proferida pela desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta e atendeu ao pedido de suspensão feito pelo diretório estadual do PSOL.</strong></p>
<p>A magistrada entendeu que a lei deve ser suspensa porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu a constitucionalidade das ações afirmativas de cotas raciais nas universidades.</p>
<p><strong>“A proibição legislativa genérica e desvinculada de avaliação concreta de necessidade ou adequação revela-se, ao menos em juízo de cognição sumária, dissonante da interpretação constitucional já consolidada”, disse a desembargadora.</strong></p>
<p>O caso também foi parar no Supremo. Ontem, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram ações de inconstitucionalidade contra a proibição de cotas no estado. </p>
<p>Mais cedo, o ministro Gilmar Mendes, relator dos processos, deu prazo de 48 horas para o governo de Santa Catarina se manifestar sobre a validade da lei.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/justica-de-sc-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas-universidades</p>
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		<item>
		<title>Orçamento 2026 traz corte de quase R$ 500 milhões para universidades</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/orcamento-2026-traz-corte-de-quase-r-500-milhoes-para-universidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:44:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou uma nota manifestando “profunda preocupação” com os cortes no orçamento das Universidades Federais feitos pelo Congresso Nacional durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. A entidade pede a recomposição imediata dos valores, “sob pena de comprometer o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou uma nota manifestando “profunda preocupação” com os cortes no orçamento das Universidades Federais feitos pelo Congresso Nacional durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.</strong> A entidade pede a recomposição imediata dos valores, “sob pena de comprometer o funcionamento regular das universidades e limitar o papel estratégico dessas instituições no desenvolvimento científico, social e econômico do país.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Orcamento-2026-traz-corte-de-quase-R-500-milhoes-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Orcamento-2026-traz-corte-de-quase-R-500-milhoes-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com cálculos feitos pela própria Andifes, <strong>o orçamento originalmente previsto no PLOA 2026 para as 69 universidades federais acabou sendo cortado em 7,05%, o que significa uma redução de R$ 488 milhões.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Esses cortes incidiram de forma desigual entre as universidades e atingiram todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior”, diz a nota publicada pela associação.</p>
</blockquote>
<p>A Andifes argumenta ainda que os cortes, de aproximadamente R$ 100 milhões, na área de assistência estudantil, comprometem diretamente a implementação da nova Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituída pela Lei nº 14.914/2024, “colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público”.</p>
<p>“Os cortes aprovados agravam um quadro já crítico. Caso não haja recomposição, o orçamento das Universidades Federais em 2026 ficará nominalmente inferior ao orçamento executado em 2025, desconsiderando os impactos inflacionários e os reajustes obrigatórios de contratos, especialmente aqueles relacionados à mão de obra”, complementa o texto.</p>
<p>De acordo com a Andifes, cortes semelhantes também vão impactar o orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ). </p>
<blockquote>
<p>“Estamos em um cenário de comprometimento do pleno desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas Universidades Federais, de ameaça à sustentabilidade administrativa dessas instituições e à permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica”, diz a entidade. </p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/orcamento-2026-traz-corte-de-quase-r-500-milhoes-para-universidades</p>
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		<item>
		<title>Deputados de SC proíbem cotas raciais em universidades estaduais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/deputados-de-sc-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:30:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros. O Projeto 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Deputados-de-SC-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Deputados-de-SC-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <a href="http://portalelegis.alesc.sc.gov.br/proposicoes/zVaPo/tramitacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto 753/2025</a>, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que ficam autorizadas.</p>
<blockquote>
<p>“Ficam excluídas dessa proibição as reservas de vagas a pessoas com deficiência (PCD), a reserva baseada em critérios exclusivamente econômicos e a de estudantes oriundos de instituições estaduais públicas de ensino médio”.</p>
</blockquote>
<p>A proibição de outras cotas se aplica também a instituições que recebem verbas públicas no âmbito do estado.</p>
<p><strong>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados.</strong></p>
<h2>Projeto</h2>
<p><strong>O projeto impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e o procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.</strong></p>
<p>Na justificativa da matéria, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.</p>
<p><strong>Antes da votação, o autor criticou o surgimento de outros tipos de ação afirmativa, como população transsexual e refugiados. “Cotas para tudo que é coisa que se imaginar”</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O mérito daquela pessoa que precisa estudar, que precisa realmente se dedicar para conseguir uma vaga, estava sendo deixado de lado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na visão do deputado, o projeto de lei valoriza quem realmente precisa de cota.</p>
<p>“Pode ser filho de pai negro, pode ser filho de pai branco”, completou.</p>
<h2>Votação simbólica</h2>
<p><strong>A votação do projeto de lei no plenário da Alesc ocorreu de forma simbólica, ou seja, sem registro dos votos no painel de votação. Mas a mesa diretora da Casa citou nominalmente os sete deputados que se opuseram à matéria:</strong></p>
<p>Padre Pedro Baldissera (PT)</p>
<p>Fabiano da Luz (PT)</p>
<p>Neodi Saretta (PT)</p>
<p>Marquito (Psol)</p>
<p>Dr. Vicente Caropreso (PSDB)</p>
<p>Paulinha (Podemos)</p>
<p>Rodrigo Minotto (PDT)</p>
<p>A Alesc tem 40 parlamentares. Dois não estavam presentes no plenário.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>Em discurso, o deputado Fabiano da Luz afirmou que o projeto de lei não promove justiça ou igualdade, “mas sim um apagamento”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As cotas raciais não são privilégios, são instrumentos de uma correção da desigualdade histórica profunda que ainda estrutura o Brasil e que, infelizmente, prova que também estrutura Santa Catarina”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o Censo 2022, <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38719-censo-2022-pela-primeira-vez-desde-1991-a-maior-parte-da-populacao-do-brasil-se-declara-parda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pretos e pardos</a> representam 55,5% da população. No caso de Santa Catarina, os dois grupos somam 23,3%. </p>
<p>O petista lembrou que pessoas negras (pretos e pardos) recebem cerca de 40% menos que as brancas.</p>
<p>“Há ampla base científica mostrando que raça e renda operam juntas, como fatores de exclusão, inclusive no acesso ao ensino superior”.</p>
<p><strong>Segundo ele, “fingir que isso não existe é escolher a cegueira institucional”.</strong></p>
<p>Fabiano da Luz considera que o projeto de lei é “retrógrado e envergonha Santa Catarina” e levantou dúvidas sobre a constitucionalidade da matéria.</p>
<p>“Vai ser tema de ação judicial e vai ser feio esta Casa ter mais uma vez na Justiça um projeto anulado pela inconstitucionalidade”.</p>
<p><strong>Para passar a valer, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello, do PL, mesmo partido do autor da proposta.</strong></p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> pediu comentários sobre o posicionamento do governador, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.</p>
<h2>Âmbito federal</h2>
<p>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p>No âmbito federal vigora a Lei de Cotas, com reserva de vaga para minorias. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p><strong>Estudos apontam que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando o acesso.</strong></p>
<p>Em julgamento no ano de 2012, o <a href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/publicacaoBOInternet/anexo/link_download/casos_relevantes/pt/ADPF_186.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal</a> (STF), Corte máxima da Justiça no país, decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. </p>
<blockquote>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/deputados-sc-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais</p>
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		<item>
		<title>SC: Assembleia proíbe cotas raciais em universidades estaduais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/sc-assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 16:36:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros. O Projeto 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/SC-Assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/SC-Assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <a href="http://portalelegis.alesc.sc.gov.br/proposicoes/zVaPo/tramitacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto 753/2025</a>, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que ficam autorizadas.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Ficam excluídas dessa proibição as reservas de vagas a pessoas com deficiência (PCD), a reserva baseada em critérios exclusivamente econômicos e a de estudantes oriundos de instituições estaduais públicas de ensino médio”.</strong></p>
</blockquote>
<p>A proibição de outras cotas se aplica também a instituições que recebem verbas públicas no âmbito do estado.</p>
<p><strong>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados.</strong></p>
<h2>O projeto</h2>
<p><strong>O projeto impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e o procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.</strong></p>
<p>Na justificativa da matéria, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.</p>
<p><strong>Antes da votação, o autor criticou o surgimento de outros tipos de ação afirmativa, como população transsexual e refugiados. “Cotas para tudo que é coisa que se imaginar”</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O mérito daquela pessoa que precisa estudar, que precisa realmente se dedicar para conseguir uma vaga, estava sendo deixado de lado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na visão do deputado, o projeto de lei valoriza quem realmente precisa de cota.</p>
<blockquote>
<p>“Pode ser filho de pai negro, pode ser filho de pai branco”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Votação simbólica</h2>
<p><strong>A votação do projeto de lei no plenário da Alesc ocorreu de forma simbólica, ou seja, sem registro dos votos no painel de votação. Mas a mesa diretora da Casa citou nominalmente os sete deputados que se opuseram à matéria:</strong></p>
<p>Padre Pedro Baldissera (PT)</p>
<p>Fabiano da Luz (PT)</p>
<p>Neodi Saretta (PT)</p>
<p>Marquito (Psol)</p>
<p>Dr. Vicente Caropreso (PSDB)</p>
<p>Paulinha (Podemos)</p>
<p>Rodrigo Minotto (PDT)</p>
<p>A Alesc tem 40 parlamentares. Dois não estavam presentes no plenário.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>Em discurso, o deputado Fabiano da Luz afirmou que o projeto de lei não promove justiça ou igualdade, “mas sim um apagamento”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As cotas raciais não são privilégios, são instrumentos de uma correção da desigualdade histórica profunda que ainda estrutura o Brasil e que, infelizmente, prova que também estrutura Santa Catarina”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o Censo 2022, <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38719-censo-2022-pela-primeira-vez-desde-1991-a-maior-parte-da-populacao-do-brasil-se-declara-parda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pretos e pardos</a> representam 55,5% da população. No caso de Santa Catarina, os dois grupos somam 23,3%. </p>
<p>O petista lembrou que pessoas negras (pretos e pardos) recebem cerca de 40% menos que as brancas.</p>
<blockquote>
<p>“Há ampla base científica mostrando que raça e renda operam juntas, como fatores de exclusão, inclusive no acesso ao ensino superior”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, “fingir que isso não existe é escolher a cegueira institucional”.</strong></p>
<p>Fabiano da Luz considera que o projeto de lei é “retrógrado e envergonha Santa Catarina” e levantou dúvidas sobre a constitucionalidade da matéria.</p>
<blockquote>
<p>“Vai ser tema de ação judicial e vai ser feio esta Casa ter mais uma vez na Justiça um projeto anulado pela inconstitucionalidade”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para passar a valer, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello, do PL, mesmo partido do autor da proposta.</strong></p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> pediu comentários sobre o posicionamento do governador, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.</p>
<h2>Âmbito federal</h2>
<p>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p>No âmbito federal vigora a Lei de Cotas, com reserva de vaga para minorias. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p><strong>Estudos apontam que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando o acesso.</strong></p>
<p>Em julgamento no ano de 2012, o <a href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/publicacaoBOInternet/anexo/link_download/casos_relevantes/pt/ADPF_186.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal</a> (STF), corte máxima da Justiça no país, decidiu-se favorável à constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. </p>
<blockquote>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/sc-assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais</p>
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		<title>Escolas e universidades voltam ao expediente regular no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escolas da rede pública do Rio de Janeiro e universidades retomaram o expediente normal após a suspensão das atividades por causa da Operação Contenção que deixou 119 mortos na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade. A Universidade Federal Fluminense (UFF) informou o retorno à normalidade das atividades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Escolas da rede pública do Rio de Janeiro e universidades retomaram o expediente normal após a suspensão das atividades por causa da Operação Contenção que deixou 119 mortos na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-Rio.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-Rio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A Universidade Federal Fluminense (UFF) informou o retorno à normalidade das atividades administrativas e acadêmicas presenciais nesta quinta-feira (30).</strong> </p>
<p>“A medida se justifica pela classificação de Estágio 1 de risco, estabelecida pelo Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Nesse estágio, os modais de transportes operam normalmente e todas as vias encontram-se liberadas para o tráfego de veículos, bem como não se identificam eventos que interfiram de forma significativa na rotina dos cidadãos”, diz a nota da UFF.</p>
<p><strong>A universidade acrescenta que se mantém vigilante e acompanha “atentamente a escalada da conjuntura de segurança pública na cidade do Rio de Janeiro, a fim de basear suas decisões, e comunicará, tempestivamente, a adoção de qualquer nova medida”.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também retomou as aulas e atividades administrativas presenciais nesta quinta-feira em todos os campi. </p>
<p><strong>“A UFRJ manifesta solidariedade às vítimas e às famílias afetadas pela violência que atingiu o Rio de Janeiro nos últimos dias e expressa repúdio à barbárie que ameaça a vida e o direito de ir e vir”, diz o comunicado da UFRJ.</strong></p>
<p>A reitoria ainda informou que continuará acompanhando a situação de segurança pública e “reafirma seu compromisso com a defesa da paz, da democracia e da proteção de toda comunidade universitária”.</p>
<p><strong>A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) também retomou as atividades acadêmicas e administrativas em expediente regular nesta quinta-feira em todos os seus campi.</strong></p>
<p>As escolas das redes municipal e estadual de ensino também estão com suas atividades normalizadas.</p>
<p>Segundo a Secretaria Estadual de Educação apenas duas escolas permanecem fechadas na região onde ocorreu o conflito.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-rio</p>
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		<item>
		<title>Dino suspende emendas para universidades e fundações de oito estados</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/dino-suspende-emendas-para-universidades-e-fundacoes-de-oito-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 18:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou nesta terça-feira (1°) a imediata suspensão de emendas parlamentares para universidades estaduais e suas respectivas fundações de apoio em oito estados. A liminar do ministro vale para instituições do Acre, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe. A decisão foi tomada após os estados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou nesta terça-feira (1°) a imediata suspensão de emendas parlamentares para universidades estaduais e suas respectivas fundações de apoio em oito estados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Dino-suspende-emendas-para-universidades-e-fundacoes-de-oito-estados.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Dino-suspende-emendas-para-universidades-e-fundacoes-de-oito-estados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A liminar do ministro vale para instituições do Acre, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe.</strong></p>
<p>A decisão foi tomada após os estados não enviarem ao Supremo manifestação sobre a determinação de Dino para que sejam criadas normas e orientações sobre a aplicação e prestação de contas referentes às emendas que são destinadas às instituições. A exigência consta em uma decisão assinada no dia 12 de janeiro deste ano.</p>
<p>Na mesma decisão, <strong>Flávio Dino também determinou que estados e municípios têm 90 dias para prestarem contas sobre 6.247 planos de trabalho não cadastrados que envolvem as chamadas “Emendas Pix”.</strong></p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>O impasse sobre a liberação das emendas começou em dezembro de 2022,</strong> quando o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.</p>
<p>No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento.</p>
<p>Após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, relatora original da ação, Flávio Dino assumiu a condução do caso.</p>
<p>Em agosto do ano passado, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade. O ministro também determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) auditasse os repasses dos parlamentares por meio das emendas do orçamento secreto.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, o ministro homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses.</p>
<p>A decisão do ministro também liberou o pagamento das emendas deste ano e dos anos anteriores que estavam suspensas por decisões da Corte.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-04/dino-suspende-emendas-para-universidades-e-fundacoes-de-oito-estados</p>
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		<item>
		<title>Revalida 2024: aprovados devem indicar universidades para revalidação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/revalida-2024-aprovados-devem-indicar-universidades-para-revalidacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 14:55:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os participantes aprovados no segundo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) de 2024, deverão, a partir desta segunda-feira (24), indicar a universidade para revalidação do documento. O processo de revalidação realizado pelas universidades parceiras envolve a análise do diploma e do currículo do médico formado no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os participantes aprovados no segundo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) de 2024, deverão, a partir desta segunda-feira (24), indicar a universidade para revalidação do documento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Revalida-2024-aprovados-devem-indicar-universidades-para-revalidacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Revalida-2024-aprovados-devem-indicar-universidades-para-revalidacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O processo de revalidação realizado pelas universidades parceiras envolve a análise do diploma e do currículo do médico formado no exterior.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-205-de-15-de-outubro-de-2024-590485422" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital da segunda etapa do Revalida 2024/2</a>, a relação das universidades parceiras está disponível no Sistema Revalida para o devido encaminhamento dos processos de revalidação.</p>
<p>Após a escolha da unidade de ensino superior, será necessário apresentar a documentação exigida pela universidade parceira revalidadora, que poderá exigir, ainda, documentos pessoais, além do diploma de graduação original (obrigatório).</p>
<h2>Resultado final</h2>
<p>O resultado final do Revalida 2024-2 está disponível para consulta desde sexta-feira (21). Basta acessar a <a href="https://revalida.inep.gov.br/revalida/#error=login_required&amp;state=0aa77390-b84d-4535-885f-97702a604741" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">página do participante no Sistema Revalida</a>. O acesso aos resultados individuais é feito com Cadastro de Pessoas Física (CPF) e senha do portal Gov.br.</p>
<p>Além das notas definitivas, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou os pareceres dos recursos sobre os resultados preliminares, juntamente com os espelhos de correção da prova de habilidades clínicas, fase em que os participantes realizam tarefas específicas.</p>
<p>A relação final dos aprovados no exame Revalida 2024-2 também foi publicada no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-205-de-15-de-outubro-de-2024-590485422" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Diário Oficial da União</em></a> (DOU).</p>
<h2>Revalida</h2>
<p>O Revalida avalia profissionais formados em medicina fora do Brasil que querem exercer a profissão em território nacional. O <strong>objetivo do exame é garantir a qualidade do atendimento médico prestado no Brasil, tanto por estrangeiros como por brasileiros que estudaram no exterior.</strong></p>
<p>Desde 2011, o exame que autoriza aos aprovados ter o <strong>diploma revalidado no Brasil é aplicado pelo Inep</strong>, enquanto a revalidação é de responsabilidade das universidades públicas do Brasil que aderiram ao exame.</p>
<p>Anualmente, as <strong>provas são divididas em duas etapas (teórica e prática), que abordam, </strong>de forma interdisciplinar<strong>, as cinco grandes áreas da medicina</strong>: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria, e medicina da família e comunidade (saúde coletiva).</p>
<p>A <strong>prova teórica tem 100 questões de múltipla escolha, além das questões discursivas</strong>. E o candidato somente poderá avançar para a segunda etapa, a da prova prática, se for aprovado na prova teórica.</p>
<p>Esta última fase, avalia as habilidades clínicas em cenários de prática profissional, como <strong>atendimento de atenção primária, ambulatorial, internação hospitalar, pronto-socorro para casos de urgência e emergência, além da medicina comunitária,</strong> com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normas e na legislação profissional.</p>
<p>Para mais <strong>informações sobre o Revalida</strong>, o <a href="https://revalida.inep.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Inep tem o site</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-03/revalida-2024-aprovados-devem-indicar-universidades-para-revalidacao</p>
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		<item>
		<title>Sisu 2025: matrículas nas universidades terminam nesta segunda-feira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/sisu-2025-matriculas-nas-universidades-terminam-nesta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 10:28:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025 podem realizar a matrícula na instituição pública de ensino superior para a qual foram selecionados até esta segunda-feira (3). A maioria das instituições participantes do Sisu são da rede federal de ensino superior, com destaque para universidades e institutos federais. Ao todo, esta edição do Sisu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025 podem realizar a matrícula na instituição pública de ensino superior para a qual foram selecionados até esta segunda-feira (3).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Sisu-2025-matriculas-nas-universidades-terminam-nesta-segunda-feira.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Sisu-2025-matriculas-nas-universidades-terminam-nesta-segunda-feira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A maioria das instituições participantes do Sisu são da rede federal de ensino superior, com destaque para universidades e institutos federais.</p>
<p>Ao todo, esta edição do Sisu de 2025 teve 254.899 candidatos aprovados, sendo 128.691 na ampla concorrência, 111.655 na modalidade de cotas e 14.553 por meio de ações afirmativas das próprias instituições de ensino superior.</p>
<p>Os resultados do processo seletivo foram divulgados há uma semana, em 27 de janeiro, com um dia de atraso, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Em seguida, o Ministério da Educação (MEC) ampliou o período de matrículas ou registro acadêmico nas instituições públicas de ensino superior participantes do Sisu. O prazo anterior terminaria na sexta-feira (31).</p>
<h2>Matrícula</h2>
<p>O MEC avisa que é responsabilidade do estudante observar as condições, os procedimentos e os documentos para matrícula, conforme o edital de cada instituição pública de ensino superior escolhida pelo estudante no momento de inscrição no processo seletivo.</p>
<p>O candidato deve também ficar atento aos dias, horários e locais de atendimento definidos pela universidade. A unidade pode, por exemplo, definir se as matrículas serão de forma remota ou presencial. Por isso, é preciso consultar o edital próprio de cada universidade.</p>
<p>Após o período de matrículas dos estudantes, as instituições terão até 6 de fevereiro para lançar no sistema as vagas ocupadas no Sisu.</p>
<p>Entre 12 de fevereiro e 30 de setembro deste ano, as universidades poderão publicar listas de classificados na lista de espera do Sisu 2025. Os candidatos que não foram classificados em nenhuma de suas duas opções de cursos na chamada regular puderam manifestaram interesse em participar da lista de espera do Sisu até esta sexta-feira (31). [ https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-01/sisu-candidatos-podem-se-inscrever-na-lista-de-espera-ate-esta-sexta ]  </p>
<h2>O Sisu</h2>
<p>Desde 2010, o Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de ensino superior de todo o Brasil, que participam do processo seletivo vigente.</p>
<p>A seleção dos estudantes é feita com base na média das notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano anterior, respeitando o limite de vagas disponíveis para cada curso e modalidade de concorrência.</p>
<p>O programa do governo federal tem o objetivo de democratizar o acesso às instituições públicas de ensino superior no país.</p>
<p>Adicionalmente, nesta edição do Sisu de 2025, o MEC destaca o programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que oferece incentivo financeiro de R$ 1.050 a estudantes com alto desempenho (nota igual ou superior a 650 pontos) no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 que optarem por cursos presenciais de licenciatura. </p>
<p>O MEC estima que a iniciativa deve aumentar o ingresso, a permanência e a conclusão nos cursos de licenciatura no país e deve aumentar, em mais de 23% , a procura de docentes por cursos presenciais que formam professores.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-02/sisu-2025-matriculas-nas-universidades-terminam-nesta-segunda-feira</p>
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		<item>
		<title>Universidades paranaenses recebem pesquisadoras ucranianas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/universidades-paranaenses-recebem-pesquisadoras-ucranianas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 01:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A pesquisadora ucraniana Zhanna Virna, doutora na área de educação, é a primeira cientista refugiada a chegar ao Brasil, para trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A instituição é uma das primeiras a receber cientistas da Ucrânia, desde a invasão russa ao país, que deu início a uma guerra. Após o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A pesquisadora ucraniana Zhanna Virna, doutora na área de educação, é a primeira cientista refugiada a chegar ao Brasil, para trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A instituição é uma das primeiras a receber cientistas da Ucrânia, desde a invasão russa ao país, que deu início a uma guerra.</p>
<p>Após o início do conflito armado, Zhanna Virna foi para a Polônia e, de lá, se inscreveu em um programa humanitário da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA), que traz pesquisadoras ucranianas para atuarem no Brasil.</p>
<p>“A Fundação Araucária teve ideia de acolhimento a cientistas ucranianas, voltado a princípio a mulheres, diante das dificuldades dos pesquisadores homens terem autorização para saírem da Ucrânia. Mas têm sido concedidas autorizações a cientistas tanto mulheres, como homens”, explica o professor Nilceu Deitos, gerente de projetos da Fundação Araucária.</p>
<p>Selecionada pelo programa, a educadora Zhanna Virna está trabalhando no campus de Curitiba. Zhanna morava em Lutsk, no Noroeste da Ucrânia, e veio para o Brasil acompanhada da irmã, Inna Virna, que é engenheira e jornalista.</p>
<p>A pesquisadora, que faz aulas de português, disse estar “maravilhada&#8221; com o Brasil, com o clima e a vegetação. Indagada sobre do quem tem mais saudade, Zhanna respondeu que é da família, em especial, dos netos que ficaram lá e disse que pretende retornar ao seu país, quando o conflito terminar.</p>
<p><strong>Internacionalização</strong></p>
<p>A bolsa para os pesquisadores tem até dois anos de duração e o objetivo é internacionalizar a pesquisa em diversas áreas do conhecimento. “Se depois quiserem permanecer no Paraná, a gente vai atuar da melhor maneira possível de acolhimento, por meio de algum concurso ou coisa assim”, disse o gerente.</p>
<p>O que motivou a Fundação Araucária a criar esse programa foi a característica sociocultural do Paraná, que é uma das unidades federativas que tem o maior número de imigrantes ucranianos: “nesse sentido, essa ação de acolhimento tem uma relação de respeito à história da construção do estado do Paraná, considerando a forte presença imigratória ucraniana”.</p>
<p>A fundação pretende criar um programa permanente de acolhida a cientistas refugiados de todos os países para promover a integração de pesquisa e internacionalização com esses pesquisadores. “Se eles permanecerem no estado, serão muito bem-vindos e, se retornarem, a academia vai conseguir criar laços de internacionalização muito interessantes&#8221;, disse Deitos.</p>
<p>&#8220;A ciência não tem nacionalidade. Quanto mais conseguirmos integração de outros países e cientistas, melhor para a ciência em todos os sentidos”, acrescenta o gerente de projetos da fundação.</p>
<p><strong>Interesse</strong></p>
<p>O programa prevê acolher até 50 pesquisadores. A Fundação Araucária já recebeu 20 manifestações de interesse que estão em processo de análise, para definir a qual universidade o cientista será encaminhado. Os interessados enviam um resumo da pesquisa que desenvolve para análise da fundação.</p>
<p>No momento, já há quatro pesquisadoras atuando no Paraná. Além de Zhanna Virna, especialista em violência nas escolas, outras três cientistas estão em universidades públicas do estado &#8211; Universidade Estadual de Londrina, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e Instituto Tecnológico Federal do Paraná.</p>
<p>Dos 20 pedidos de acolhimento em avaliação, 13 se encontram encaminhados e incluem pesquisadores de sexo masculino e até casais de cientistas ucranianos. Nilceu Deitos acredita que esses 13 cientistas chegarão ao estado nos próximos dois meses.</p>
<p><strong>Bolsas</strong></p>
<p>O programa prevê duas categorias de bolsa, e inclui as passagens de ida e volta. Pesquisadores seniors, com mais de cinco anos de experiência, recebem bolsa por até 24 meses, no valor de R$ 10 mil mensais.</p>
<p>Já os pesquisadores iniciantes recebem bolsa de R$ 5,5 mil por mês, também por um período de dois anos. Cada cientista tem direito de trazer até seis dependentes (filhos até 18 anos, pais acima de 60 anos ou cônjuges).</p>
<p>Dentro do auxílio permanente, a fundação criou um auxílio de R$ 1 mil mensais para cada dependente. “Isso faz com que eles tenham condições mínimas de estar aqui e desenvolver suas atividades na universidade”, observou Deitos.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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