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	<title>Unicef - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Firjan e Unicef vão combater violência contra crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 20:55:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) assinaram nesta segunda-feira (31) um memorando de entendimento para combater a violência contra crianças e adolescentes no estado. Além de promover ações de prevenção e respostas a situações de violência, a intenção é que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) assinaram nesta segunda-feira (31) um memorando de entendimento para combater a violência contra crianças e adolescentes no estado. Além de promover ações de prevenção e respostas a situações de violência, a intenção é que as empresas possam abrir mais oportunidades, oferecendo, por exemplo, estágios aos jovens e empregos dignos às mães, pais e responsáveis.   <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Firjan-e-Unicef-vao-combater-violencia-contra-criancas-e-adolescentes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Firjan-e-Unicef-vao-combater-violencia-contra-criancas-e-adolescentes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo ambas entidades,<strong> a garantia dos direitos das crianças e adolescentes passa pelo mundo do trabalho, seja porque os familiares e cuidadores estão trabalhando nesses locais, seja porque os próprios jovens passam pelas empresas. A garantia de direitos passa também por formação e educação.</strong> </p>
<p>Os empregadores devem saber como lidar quando identificam que os funcionários passam por situações de violência, seja acionando os órgãos competentes, seja oferecendo apoio em situações específicas quando, por exemplo, funcionários não tiverem com quem deixar os filhos porque tiroteios fecharam a escola. Além disso, o setor privado pode atuar para prevenir essas violências e garantir direitos, oferecendo formações e oportunidades. </p>
<blockquote>
<p>“A gente quer trabalhar com a Firjan para capacitar todas as empresas filiadas à Federação em como tratar os casos de violência”, diz a representante Adjunta do Unicef no Brasil, Layla Saad. </p>
</blockquote>
<p>&#8220;A Firjan tem uma capilaridade dentro do estado muito grande e tem um alcance que a gente, como Unicef, nunca conseguiria realmente chegar em um público tão grande&#8221;, complementa.</p>
<h2>Compromisso </h2>
<p>O memorando de entendimento foi assinado no evento <em>Para cada criança e adolescente, uma vida protegida por inteiro: Diálogos com Unicef, Firjan e empresas do Rio de Janeiro</em>, que reuniu, na sede da Firjan, no Centro do Rio de Janeiro, lideranças dos setores privado e filantrópico para discutir ações e investimentos em projetos de responsabilidade social.</p>
<p><strong>Entre os objetivos comuns firmados entre as entidades estão:</strong></p>
<ul>
<li>Mobilizar empresas, organizações, escolas e territórios de atuação para disseminação e articulação de ações de prevenção e resposta às violências contra crianças e adolescentes no estado do Rio de Janeiro;</li>
<li>Promover ações de treinamento sobre prevenção, reconhecimento de sintomas de violência e o encaminhamento de casos de crianças e adolescentes vítimas;</li>
<li>Colaborar nas ações de empregabilidade de jovens em situação de vulnerabilidade, especialmente de meninos e meninas negras.</li>
</ul>
<p>De acordo com Saad, com a aproximação das entidades, a expectativa é que mais empresas passem a fazer parte da iniciativa <a href="https://1mio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Um Milhão de Oportunidades</a> (1MiO). Liderada pelo Unicef, 1MiO é uma aliança multissetorial de empresas, sociedade civil e governos promover oportunidades de formação profissional e trabalho decente para adolescentes e jovens entre 14 e 29 anos que se encontram em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, destacou ações que já são desenvolvidas pelo setor como o SESI [Serviço Social da Indústria] Cidadania, principal programa de investimento social da Firjan. O programa desenvolve ações e projetos em territórios com vulnerabilidade social nas áreas de educação, esporte, lazer, cultura e empreendedorismo. Está presente em 33 locais no Rio de Janeiro, Duque de Caxias e São Gonçalo.</p>
<blockquote>
<p>“Esse compromisso que nós assumimos com a indústria fluminense, com o apoio do Unicef, fortalece todo um trabalho que nós realizamos ao longo das últimas décadas. O compromisso é mobilizar as empresas e os organismos do estado no apoio ao combate à violência, à pobreza, à falta de inclusão dos jovens que vivem nas periferias, que estão fora do mercado de trabalho, estão fora de uma perspectiva”, diz.</p>
<p> </p>
</blockquote>
<h2>A importância da escuta</h2>
<p>Quem passou por situações de vulnerabilidade e de privação de direitos também compartilhou as experiências no evento. </p>
<p>A assistente de projetos especiais da Firjan SESI Talita Rodrigues da Silva, foi uma das participantes do Programa ViraVida da Firjan SESI, voltado para formar jovens para o mundo do trabalho. Atualmente, ela cursa pedagogia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mora na Rocinha, na zona sul do Rio. É a caçula de seis filhos e pais analfabetos, sendo a mãe diarista e o pai já falecido. É a primeira da família a entrar em uma universidade e a segunda a terminar o ensino médio.</p>
<p>Silva participou de uma das mesas do evento. Ela contou que o que fez diferença na própria vida foi ser ouvida. “Tive muita rede de apoio e foi importante ser ouvida e validada. Isso fez com que eu começasse a tomar espaços que jamais teria pensando que poderia ter antes”, diz.Para ela, é importante que as empresas ouçam os funcionários.</p>
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            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Firjan-e-Unicef-vao-combater-violencia-contra-criancas-e-adolescentes.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2025 – A assistente de projetos especiais da Firjan, Talita Rodrigues da Silva durante o seminário Diálogo com Unicef, Firjan e empresas do Rio de Janeiro, na sede da Firjan no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Firjan-e-Unicef-vao-combater-violencia-contra-criancas-e-adolescentes.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2025 – A assistente de projetos especiais da Firjan, Talita Rodrigues da Silva durante o seminário Diálogo com Unicef, Firjan e empresas do Rio de Janeiro, na sede da Firjan no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=419326-->A assistente de projetos especiais da Firjan Talita Rodrigues da Silva durante o seminário Diálogo com Unicef, Firjan e empresas do Rio de Janeiro, <strong>Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=419326--></p>
</div>
</div>
<p>À plateia de empresários ela fez um pedido: “Quando vocês pensarem em contratar um jovem, que vocês contratem o jovem”, diz. “A gente precisa ser ouvido e é preciso entender que a gente pode discordar de vocês, pode falar que é interessante ir por outros caminhos”.</p>
<p>A empreendedora social e fundadora do Instituto Educar+ no Complexo do Chapadão, Carol Santos, participou da mesma mesa. O Complexo do Chapadão na zona norte da cidade é considerado um dos territórios com altos índices de violência. Ela diz que isso impacta diariamente a vida da população local.</p>
<p>Desde cedo, ela sonhava em mudar essa realidade. “Ali no meus 15 anos, eu via que a minha comunidade já vivia situações de vulnerabilidade, como falta de encaminhamento básico, falta de oportunidade, e também lidando com a violência do tráfico de drogas”, diz e conta que fez uma apresentação que compartilhou nas redes sociais ‘Não custa sonhar. Um dia eu vou começar um projeto no meu território’”.</p>
<p>E foi o que ela fez. Hoje, o Instituto Educar+ que promove educação, cultura e tecnologia já atendeu a mais de 1 mil crianças e adolescentes no Complexo do Chapadão. Ela também teve a oportunidade de participar da iniciativa 1MiO.</p>
<blockquote>
<p>“Viver com a violência e com a violação dos direitos todos os dias no Chapadão é muito difícil. Não é algo que um dado vai trazer para vocês a dimensão do que é perder um familiar por uma violência. Eu sei que a gente tem empatia, a gente pode se colocar num lugar do outro. Espero muito que vocês possam fazer isso, mas não tem como eu não me emocionar e falar sobre como a oportunidade de trabalho pode salvar a vida de um jovem”, afirmou.<br /> </p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-03/firjan-e-unicef-vao-combater-violencia-contra-criancas-e-adolescentes</p>
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		<item>
		<title>Unicef: 2,8 milhões de crianças não têm acesso adequado à água no país</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/unicef-28-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-adequado-a-agua-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 17:37:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial da Água, comemorado hoje (22), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que 2,8 milhões de crianças vivem sem acesso adequado à água no Brasil, em especial nas áreas rurais. Os dados são do estudo Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil, publicado em janeiro e dizem respeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>No Dia Mundial da Água, comemorado hoje (22), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que <strong>2,8 milhões de crianças vivem sem acesso adequado à água no Brasil</strong>, em especial nas áreas rurais. Os <strong>dados são do estudo Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil</strong>, publicado em janeiro e dizem respeito ao período de 2019 a 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Unicef-28-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-adequado-a.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Unicef-28-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-adequado-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O levantamento foi feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) Anual</strong>. Apesar de o número de crianças e adolescentes sem acesso à água ter diminuído 31,5% no período, cerca de 1,5 milhão no país ainda vivem em situação mais extrema, morando em residências sem água canalizada.</p>
<p>De acordo com o Unicef, <strong>1,2 milhão conseguem acessar água canalizada apenas no terreno ou na área externa da residência</strong>.</p>
<p>Nas áreas urbanas, cerca de 2,4% das crianças e adolescente brasileiros sofrem sem acesso adequado à água. Já nas áreas rurais esse número cresce para 21,2%.</p>
<p>De acordo com o estudo, o <strong>Acre é o estado em situação extrema, onde 12,7% das crianças e adolescentes vivem em locais sem acesso à água canalizada</strong>. Em seguida, vem a Paraíba, onde 12,2% vivem na mesma situação; o Amazonas, que possui 11,3% das crianças e adolescentes sem acesso à água canalizada. O Pará, com 9,8% e Alagoas com 9,1% completa a lista dos cinco estados em situação mais crítica.</p>
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    <!-- END scald=16240 --></div>
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<p>Crianças e adolescentes brasileiros vivem privadas de níveis adequado de acesso ao saneamento básico. Foto: <strong>Agência Brasil/EBC</strong><!--END copyright=16240--></p>
</div>
</div>
<p>O Unicef aponta ainda que 19,6 milhões de crianças e adolescentes brasileiros vivem privadas de níveis adequado de acesso ao saneamento básico, o que representa 38% do total desse público no país.</p>
<p><strong>Nas áreas urbanas o percentual de crianças e adolescentes sem acesso ao saneamento básico ficou em 28%, enquanto que nas áreas rurais subiu para 92%</strong>.</p>
<p>O <strong>Acre novamente foi apontado como o estado com situação mais preocupante</strong>. Lá 31,5 % vivem em moradias sem acesso ao saneamento básico. Depois vem o Amazonas, onde 23,5% das crianças e adolescentes estão na mesma situação. O Maranhão aparece na terceira posição, com 19,8%; o Para, com 16,9% vem em quarto e o Piauí, com 13,7 % completa o quinto lugar dos estados com situação extrema de falta de acesso ao saneamento básico.</p>
<blockquote>
<p>“As análises regionais revelam desigualdades persistentes, com estados das regiões Norte e Nordeste apresentando as maiores taxas de privação. Em alguns desses estados, mais de 80% das crianças ainda vivem em condições de privação de direitos básicos, o que destaca a necessidade de políticas específicas que abordem as peculiaridades e os desafios dessas áreas”, diz o estudo.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Unicef disse ainda que, diante desse cenário, realizou ações que beneficiaram, em 2024, mais de 250 mil pessoas em oito estados brasileiros, incluindo cerca de 75 mil crianças e adolescentes.</strong></p>
<p>As iniciativas foram voltadas para escolas, unidades de saúde, comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas nos estados do Pará, Amazonas, Amapá, Bahia, Pernambuco, Maranhão, Roraima e Rio Grande do Sul.</p>
<blockquote>
<p>“Nosso trabalho é voltado para fortalecer as políticas públicas de acesso a água e ao saneamento, para que cada criança e adolescente no Brasil tenha esse direito garantido”, disse Rodrigo Resende, Oficial de Água, Saneamento e Higiene do Unicef no Brasil.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo Resende, sem água potável e saneamento seguro, a saúde, a alimentação, a educação e outros direitos das crianças ficam comprometidos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Por isso, o Unicef atua com foco nas comunidades mais vulnerabilidades e pôde alcançar tantas pessoas em 2024, em diferentes partes do país, com nossas estratégias..</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/unicef-28-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-adequado-agua-no-pais</p>
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		<title>Guia do Unicef traz orientações sobre saneamento em aldeias amazônicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília (DF), 17/02/2025 &#8211; Unicef lança Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Amazônia. Foto: Unicef/Divulgação &#8211; Unicef/Divulgação O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, lançou o Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Região Amazônica. [&#8230;]]]></description>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=414198--><em>Brasília (DF), 17/02/2025 &#8211; Unicef lança Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Amazônia. Foto: Unicef/Divulgação &#8211; <strong>Unicef/Divulgação</strong></em><!--END copyright=414198--></h6>
</p>
</div>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, lançou o <a href="https://www.unicef.org/brazil/relatorios/manual-de-orientacao-para-agentes-indigenas-de-saneamento-da-amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Região Amazônica</a>. O objetivo é fortalecer as ações relacionadas a água, saneamento e higiene nas aldeias da região amazônica e fornecer conhecimento técnico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Guia-do-Unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Guia-do-Unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha contém orientações sobre o papel do agente indígena nas comunidades da região amazônica.</p>
<p>Segundo o Unicef, a iniciativa do manual surgiu em um momento crucial na saúde indígena, quando o governo federal declarou a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em janeiro de 2023, no território Yanomami. </p>
<p>A publicação, dividida em dois volumes, foi desenvolvida pela equipe do Programa de Água, Saneamento e Higiene, do Unicef, em colaboração com o Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena e parceria estratégica do Ministério Público do Trabalho (MPT).</p>
<p>O Volume I do manual aborda boas práticas para o tratamento da água e medidas de higiene no nível domiciliar, explicando processos essenciais como a filtragem da água, o uso correto do hipoclorito de sódio 2,5% e a importância da lavagem das mãos para prevenção de doenças. </p>
<p>Já o Volume II detalha o funcionamento de tecnologias como filtros, cloradores e captação de água da chuva, incluindo procedimentos para a limpeza de caixas d&#8217; água, fornecendo informações práticas para que os agentes possam promover o acesso a água potável em suas aldeias.</p>
<p>Segundo o Unicef, o material poderá contribuir para a redução de doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. Apesar de o conteúdo ter sido desenvolvido com base na realidade da Amazônia brasileira, ele pode ser adaptado para outras regiões. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/guia-do-unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas</p>
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