<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Uerj - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<atom:link href="https://portalpeloamordedeus.com/palavras-chaves/uerj/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<description>Com Nonato Silva</description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Dec 2025 12:02:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/04/logo-2026pad.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Uerj - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">195120778</site>	<item>
		<title>Pesquisador da Uerj defende monitoramento da trajetória de ex-cotistas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pesquisador-da-uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 12:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[datrajetória]]></category>
		<category><![CDATA[Defende]]></category>
		<category><![CDATA[excotistas]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisador]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/pesquisador-da-uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas/</guid>

					<description><![CDATA[A criação de grupos de trabalho para acompanhar os egressos da política de ação afirmativa na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) é um passo fundamental para avaliar a medida, afirmou o sociólogo Luiz Augusto Campos. Um dos principais pesquisadores do campo, ele é um dos organizadores do livro Impacto das Cotas: Duas Décadas de Ação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A criação de grupos de trabalho para acompanhar os egressos da política de ação afirmativa na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) é um passo fundamental para avaliar a medida, afirmou o sociólogo Luiz Augusto Campos</strong>. Um dos principais pesquisadores do campo, ele é um dos organizadores do livro<em> Impacto das Cotas: Duas Décadas de Ação Afirmativa no Ensino Superior Brasileiro</em>, que faz um balanço detalhado da política e aponta desafios, como a permanência dos estudantes nas instituições.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisador-da-Uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisador-da-Uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;A Lei de Cotas não é uma política fim&#8221;, disse Campos. &#8220;Ninguém sonha com uma utopia no mundo em que cada pessoa tenha a sua cota. Ela é uma política meio para diminuir desigualdades no mercado [de trabalho]&#8221;, explicou o professor de sociologia e ciência política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp-Uerj).</p>
<p><strong>Na avaliação dele, se as cotas não tiverem impactos fora da universidade, significa que, como política pública, fracassaram</strong>. &#8220;E a gente só sabe esses impactos fora da universidade a partir das trajetórias dos egressos&#8221;, explicou. Ele classifica a ação da Uerj, de montar grupos com ex-egressos, a ponta mais importante na análise da política.</p>
<p>Após 20 anos da adoção da medida pela universidade, de forma pioneira no país, em 2003, <strong>Campos faz coro à necessidade de atualização da lei estadual para ingresso na pós-graduação. </strong>A Uerj, ao contrário de outras universidades federais com cotas raciais, conjuga, além da autodeclaração racial como preto ou pardo, o critério socioeconômico para o ingresso, limitando a entrada aos candidatos com até R$ 2.277 de renda bruta por pessoa na família. <strong>O valor é considerado baixo, sobretudo, para as cotas sociais e raciais na pós-graduação.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Um estudante classificado como carente, de fato, não chega ao mestrado, quanto mais ao doutorado. E, se ele ganha uma bolsa, ele deixa de ser carente. Então, realmente as cotas na pós-graduação da Uerj não funcionaram&#8221;, analisou Campos.</p>
</blockquote>
<p>Os cotistas egressos dos cursos de graduação reunidos na universidade, no fim de novembro, mês da Consciência Negra, para discutir suas trajetórias, defenderam que o corte socioeconômico seja revisto, de modo que seja possível ampliar o número de pessoas pretas e pardas com acesso a esse nível mais alto de ensino.</p>
<p>De acordo com  levantamento do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), uma associação civil sem fins lucrativos,  supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI),<strong> pessoas pretas são apenas 4,1% dos mestres e 3,4% dos doutores, enquanto pardos somam 16,7% e 14,9%, respectivamente. Os indígenas correspondem a apenas 0,23% das titulações de mestrado e 0,3% das de doutorado no país. </strong>Entre os anos de 1996 a 2021, 49,5% dos títulos de mestrado e 57,8% dos de doutorado foram obtidos por pessoas brancas.</p>
<p>A Lei 8.121, de 2018, que estabeleceu a programação de ações afirmativas na Uerj e o corte socioeconômico, só será revista em 2028. Até lá, Campos defende que as universidades sejam usadas nos editais de ingresso e, com base na autonomia universitária, revejam as restrições. &#8220;Poucas coisas hoje são tão judicializadas como entrada em cursos de mestrado e doutorado, a universidade corre riscos, o ideal seria uma lei mais leniente com os limites socioeconômicos&#8221;, avaliou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/pesquisador-da-uerj-defende-monitoramento-da-trajetoria-de-ex-cotistas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">104292</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Cotas raciais da Uerj completam 22 anos e mudam trajetórias de vida</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cotas-raciais-da-uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 11:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[anos]]></category>
		<category><![CDATA[completam]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mudam]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[raciais]]></category>
		<category><![CDATA[trajetórias]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/cotas-raciais-da-uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias-de-vida/</guid>

					<description><![CDATA[&#8220;Eu tenho muita clareza de que a cota transforma”, afirmou Henrique Silveira, ex-estudante cotista da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). “Ela me permitiu deixar de ser um menino atrás de uma carroça, um burro sem rabo, para hoje estar à frente da gestão pública&#8221;, completou Henrique, atual subsecretário de Tecnologias Sociais da prefeitura do Rio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>&#8220;Eu tenho muita clareza de que a cota transforma”, afirmou Henrique Silveira, ex-estudante cotista da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). “Ela me permitiu deixar de ser um menino atrás de uma carroça, um burro sem rabo, para hoje estar à frente da gestão pública&#8221;, completou Henrique, atual subsecretário de Tecnologias Sociais da prefeitura do Rio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Foi refletindo sobre a própria trajetória que ele, nascido em Imbariê, um distrito pobre, na Baixada Fluminense, fez um balanço sobre a importância em sua vida da política de ação afirmativa da Uerj. <strong>Com mais de duas décadas de existência, o sistema de cotas da universidade passará por uma segunda revisão legislativa em 2028</strong>, quando vence a lei aprovada em 2018.</p>
<p><strong>A instituição discute uma nova fase da medida, conectando egressos e mapeando a trajetória profissional deles</strong>. Por isso, na última semana de novembro, reuniu ex-estudantes na reitoria da instituição.<strong> A Uerj foi pioneira na adoção de cotas sociais e raciais no vestibular, em 2003.</strong></p>
<p><strong>Henrique estava entre esses jovens. Ele é egresso do curso de geografia, que iniciou em 2006. E, assim como outros, avaliou a política como determinante.</strong></p>
<p>&#8220;Eu sou esse sujeito pobre, da baixada, como tantos outros aqui, que sempre trabalhou ajudando o pai em tudo, mas com a clareza da necessidade de estudar&#8221;, disse. Ao ter a oportunidade de entrar na universidade, se agarrou a ela. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu sou o tipo de transformação, de mobilidade social, que essa política é capaz de dar, de tirar um cara de trás de uma carroça, colocar na universidade e oferecer-lhe uma vida melhor&#8221;, contou Henrique. Quando menino, ele usava a carroça trabalhando com entrega de material de construção.</p>
</blockquote>
<p><strong>No evento da Uerj, a dentista Maiara Roque lembrou o dia que passou no vestibular, em 2013, e os desafios iniciais de uma cotista negra</strong>. Antes, a bolsa estudantil era curta, não podia ser acumulada com outros benefícios, e os auxílios, mais restritos.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446401:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – A dentista Maiara Roque participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – A dentista Maiara Roque participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446401 --></div>
<p><h6 class="meta">A dentista Maiara Roque participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Uerj &#8211;<strong> Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446401--></h6>
</p>
</div>
<p>Mesmo tendo ingressado dez anos depois da primeira turma, ela ainda enfrentou questionamentos. &#8220;Depois que você entra, você adquire um sentimento de pertencimento, que você merece esse lugar&#8221;, disse. &#8220;Eu pensava: &#8216;não queriam que eu estivesse aqui, mas estou, vou fazer valer'&#8221;, contou. No início, a política de cotas raciais nas universidades sofreu críticas e questionamentos sobre a capacidade dos alunos. Depois, pesquisas mostraram que não havia diferença de rendimento entre os estudantes cotistas e não cotistas.</p>
<p>As cotas também aceleraram a redução da diferença entre pretos, pardos e brancos com ensino superior. <strong>Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 11,7% dos estudantes pretos e 12,3% dos pardos tinham nível superior, em 2022. As taxas cresceram, mas ainda são menos da metade da observada entre pessoas brancas, 25,8%.</strong></p>
<p>Maiara cursou quatro anos de odontologia, curso com dedicação integral, com o apoio da mãe, cuidadora de idosos. Ela afirmou que o ingresso na Uerj transformou sua forma de ver o mundo e moldou sua atuação profissional. Depois de ter atendido no sistema prisional e na rede básica de saúde, a dentista montou um consultório, na Penha, onde se criou.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu acho que, de certa forma, estou devolvendo para minha comunidade essa oportunidade&#8221;, disse. &#8220;E a gente encontra pessoas muito à vontade com uma doutora que é negra, que é do bairro e que não faz julgamentos&#8221;, afirmou Maiara.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ao contrário das federais, a política de ingresso para cotistas negros cruza os dados de autodeclaração racial com os socioecônomicos</strong>. A intenção é permitir que pessoas de camadas sociais menos favorecidas acessem o ensino superior. Por esse modelo, 32 mil estudantes ingressaram na instituição.</p>
<p>Com o passar dos anos, no entanto, <strong>os estudantes avaliam que o recorte socioeconômico é uma barreira que precisa ser derrubada</strong>. Hoje, o corte é R$ 2.277 de renda bruta por pessoa na família e é considerado um valor muito baixo, sobretudo, para cursos de pós-graduação.</p>
<p>Também oriundo de um pré-vestibular popular, David Gomes ingressou por cotas, em história, na Uerj, em 2011. Ele disse que, para um aluno de escola pública, morador do Complexo da Penha – região onde uma operação policial deixou 122 mortos em outubro –, a oportunidade significou uma perspectiva de  vida.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu vejo que algumas pessoas que cresceram onde eu cresci não têm uma vida como eu tenho, fizeram caminhos diferentes, enfim, vejo o que eu consegui aprender aqui, o estudo me fez trilhar uma trajetória acadêmica e profissional que significou outras oportunidades&#8221;, destacou o ex-cotista.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446406:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/1765021581_115_Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – O historiador David Gomes participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/1765021581_115_Cotas-raciais-da-Uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/11/2025 – O historiador David Gomes participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446406 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>O historiador David Gomes participa do 1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) &#8211; Foto: <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446406--></p>
</div>
</div>
<p>Ativista pelos direitos humanos, <strong>David defende que a Uerj abandone a exigência de critério socioeconômico para ingresso por cotas</strong>. &#8220;A grande questão hoje, na pós-graduação, é o recorte de renda. Temos que enfrentar essa discussão, porque a pessoa, por exemplo, que se forma, em direito, medicina, até uma professora, na verdade, ela não se encaixa nesse recorte, é baixo&#8221;, explicou. Ele ponderou, no entanto, que, na graduação, opiniões são divergentes, tanto para considerar um recorte maior quanto para levar em conta a inscrição do candidato no Cadastro Único de Programas Sociais.</p>
<p>Como primeiro passo para discutir a política de cotas na Uerj, egressos defendem a coleta e a difusão de dados sobre o impacto da política, o que começa por meio da montagem da rede de ex-alunos, como faz a universidade. <strong>Como geógrafo, Henrique ressaltou a importância dos dados para definir políticas públicas</strong>.</p>
<p>Ele pediu também a redução da burocracia para comprovar o perfil socioeconômico, além do apoio a pré-vestibulares populares, projeto que conhece de perto. Além de ter sido aluno, ele ajudou a financiar uma rede de cursinhos na baixada, quando coordenou a organização da sociedade Casa Fluminense.</p>
<p>&#8220;O pré-vestibular foi o local que eu tive clareza da minha condição de negro&#8221;, disse, ao acrescentar que, &#8220;no Brasil, você não nasce negro, você torna-se negro”. “Fiz vestibular em 2005, era um daqueles &#8216;não quero cota&#8217;, mas ali eu tomei consciência que era meu direito&#8221;, completou.</p>
<p><strong>A política de ações afirmativas da Uerj foi definida pela Lei 8.121, de 2018. Ela destina 20% das vagas dos cursos de nível superior para cotas raciais, contemplando também indígenas e quilombolas. Já para concorrer na cota para estudantes de escolas públicas, outros 20% das cotas, é preciso ter concluído o ensino médio integralmente na rede.</strong></p>
<p>A lei também permite acumular a bolsa-auxílio com outras, como a bolsa de iniciação científica, o que, na avaliação dos egressos, melhorando as condições de permanência.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/cotas-raciais-da-uerj-completam-22-anos-e-mudam-trajetorias-de-vida</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">104287</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Uerj revoga título honoris causa concedido ao ex-presidente Médici</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/uerj-revoga-titulo-honoris-causa-concedido-ao-ex-presidente-medici/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 22:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[concedido]]></category>
		<category><![CDATA[expresidente]]></category>
		<category><![CDATA[honoris]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Médici]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[revoga]]></category>
		<category><![CDATA[Título]]></category>
		<category><![CDATA[Uerj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/uerj-revoga-titulo-honoris-causa-concedido-ao-ex-presidente-medici/</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Universitário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) revogou, por unanimidade, nesta sexta-feira (9), o título de doutor honoris causa concedido ao ex-presidente da República Emílio Garrastazu Médici em 1974. A decisão foi produzida pela Comissão da Verdade e Memória Luís Paulo da Cruz Nunes, instituída em 2024, a fim de ampliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Conselho Universitário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) revogou, por unanimidade, nesta sexta-feira (9), o título de <em>doutor honoris causa </em>concedido ao ex-presidente da República Emílio Garrastazu Médici em 1974. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Uerj-revoga-titulo-honoris-causa-concedido-ao-ex-presidente-Medici.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Uerj-revoga-titulo-honoris-causa-concedido-ao-ex-presidente-Medici.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão foi produzida pela Comissão da Verdade e Memória Luís Paulo da Cruz Nunes, instituída em 2024, a fim de ampliar e aprofundar debates e análises sobre os fatos ocorridos na Uerj durante o período da ditadura militar (1964-1985).</p>
<p><strong>O documento aponta que o homenageado não atendia aos critérios estabelecidos no regimento para outorga da honraria: “personalidade eminente, nacional ou estrangeira, que tenha se destacado singularmente por sua contribuição à cultura, à educação ou à humanidade”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os registros da Comissão Nacional da Verdade apontaram 180 casos de graves violações dos direitos humanos no período de recrudescimento ditatorial de Médici, mas estamos conscientes de que o elenco anterior já é suficiente para ratificar a proposição de retirada do título doutor honoris causa”, diz o relatório da Comissão. </p>
</blockquote>
<p>Médici presidiu o país entre 1969 e 1974 e colaborou para a edição, em 1968, do AI-5, ato institucional que representou o endurecimento de um regime que aplicava práticas de tortura, assassinato e desaparecimento de pessoas críticas ao golpe. O documento ressalta “que o ex-presidente atuou como ditador com ameaças aos opositores e silenciamento contínuo”.</p>
<p>A reitora da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva disse que ficou feliz com a decisão. </p>
<blockquote>
<p>“Estamos cumprindo nosso papel de reparação, num momento em que o mundo precisa entender que a defesa incondicional da democracia deve estar presente em todos os espaços”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/uerj-revoga-titulo-honoris-causa-concedido-ao-ex-presidente-medici</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">94015</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
