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	<title>Ucranianos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Universidades paranaenses recebem pesquisadoras ucranianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 01:07:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A pesquisadora ucraniana Zhanna Virna, doutora na área de educação, é a primeira cientista refugiada a chegar ao Brasil, para trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A instituição é uma das primeiras a receber cientistas da Ucrânia, desde a invasão russa ao país, que deu início a uma guerra. Após o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A pesquisadora ucraniana Zhanna Virna, doutora na área de educação, é a primeira cientista refugiada a chegar ao Brasil, para trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A instituição é uma das primeiras a receber cientistas da Ucrânia, desde a invasão russa ao país, que deu início a uma guerra.</p>
<p>Após o início do conflito armado, Zhanna Virna foi para a Polônia e, de lá, se inscreveu em um programa humanitário da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA), que traz pesquisadoras ucranianas para atuarem no Brasil.</p>
<p>“A Fundação Araucária teve ideia de acolhimento a cientistas ucranianas, voltado a princípio a mulheres, diante das dificuldades dos pesquisadores homens terem autorização para saírem da Ucrânia. Mas têm sido concedidas autorizações a cientistas tanto mulheres, como homens”, explica o professor Nilceu Deitos, gerente de projetos da Fundação Araucária.</p>
<p>Selecionada pelo programa, a educadora Zhanna Virna está trabalhando no campus de Curitiba. Zhanna morava em Lutsk, no Noroeste da Ucrânia, e veio para o Brasil acompanhada da irmã, Inna Virna, que é engenheira e jornalista.</p>
<p>A pesquisadora, que faz aulas de português, disse estar “maravilhada&#8221; com o Brasil, com o clima e a vegetação. Indagada sobre do quem tem mais saudade, Zhanna respondeu que é da família, em especial, dos netos que ficaram lá e disse que pretende retornar ao seu país, quando o conflito terminar.</p>
<p><strong>Internacionalização</strong></p>
<p>A bolsa para os pesquisadores tem até dois anos de duração e o objetivo é internacionalizar a pesquisa em diversas áreas do conhecimento. “Se depois quiserem permanecer no Paraná, a gente vai atuar da melhor maneira possível de acolhimento, por meio de algum concurso ou coisa assim”, disse o gerente.</p>
<p>O que motivou a Fundação Araucária a criar esse programa foi a característica sociocultural do Paraná, que é uma das unidades federativas que tem o maior número de imigrantes ucranianos: “nesse sentido, essa ação de acolhimento tem uma relação de respeito à história da construção do estado do Paraná, considerando a forte presença imigratória ucraniana”.</p>
<p>A fundação pretende criar um programa permanente de acolhida a cientistas refugiados de todos os países para promover a integração de pesquisa e internacionalização com esses pesquisadores. “Se eles permanecerem no estado, serão muito bem-vindos e, se retornarem, a academia vai conseguir criar laços de internacionalização muito interessantes&#8221;, disse Deitos.</p>
<p>&#8220;A ciência não tem nacionalidade. Quanto mais conseguirmos integração de outros países e cientistas, melhor para a ciência em todos os sentidos”, acrescenta o gerente de projetos da fundação.</p>
<p><strong>Interesse</strong></p>
<p>O programa prevê acolher até 50 pesquisadores. A Fundação Araucária já recebeu 20 manifestações de interesse que estão em processo de análise, para definir a qual universidade o cientista será encaminhado. Os interessados enviam um resumo da pesquisa que desenvolve para análise da fundação.</p>
<p>No momento, já há quatro pesquisadoras atuando no Paraná. Além de Zhanna Virna, especialista em violência nas escolas, outras três cientistas estão em universidades públicas do estado &#8211; Universidade Estadual de Londrina, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e Instituto Tecnológico Federal do Paraná.</p>
<p>Dos 20 pedidos de acolhimento em avaliação, 13 se encontram encaminhados e incluem pesquisadores de sexo masculino e até casais de cientistas ucranianos. Nilceu Deitos acredita que esses 13 cientistas chegarão ao estado nos próximos dois meses.</p>
<p><strong>Bolsas</strong></p>
<p>O programa prevê duas categorias de bolsa, e inclui as passagens de ida e volta. Pesquisadores seniors, com mais de cinco anos de experiência, recebem bolsa por até 24 meses, no valor de R$ 10 mil mensais.</p>
<p>Já os pesquisadores iniciantes recebem bolsa de R$ 5,5 mil por mês, também por um período de dois anos. Cada cientista tem direito de trazer até seis dependentes (filhos até 18 anos, pais acima de 60 anos ou cônjuges).</p>
<p>Dentro do auxílio permanente, a fundação criou um auxílio de R$ 1 mil mensais para cada dependente. “Isso faz com que eles tenham condições mínimas de estar aqui e desenvolver suas atividades na universidade”, observou Deitos.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Combatentes ucranianos e estrangeiros se unem para evitar avanço russo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 22:48:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Avanço]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; A apenas um quilômetro das posições russas que defendem a cidade capturada de Izium, no leste, combatentes ucranianos e estrangeiros se escondem em um porão úmido. Artilharia cai sobre eles quase todas as noites, soltando o gesso e enchendo o ar de poeira. Na ponta dos esforços para impedir o avanço do Exército [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo &#8211; A apenas um quilômetro das posições russas que defendem a cidade capturada de Izium, no leste, combatentes ucranianos e estrangeiros se escondem em um porão úmido. Artilharia cai sobre eles quase todas as noites, soltando o gesso e enchendo o ar de poeira.</p>
<p>Na ponta dos esforços para impedir o avanço do Exército russo no leste da Ucrânia está o batalhão Sich dos Cárpatos, uma unidade de ucranianos e estrangeiros que respondeu ao pedido de ajuda de Kiev para enfrentar o invasor.</p>
<p>&#8220;Agora é mais uma guerra de artilharia. É uma guerra mais dura, uma guerra mais assustadora, onde apenas pessoas fortes em seu espírito podem lutar&#8221;, disse Dzvin, comandante de campo do batalhão que pediu para ser identificado por seu nome de guerra por razões de segurança, devido ao seu papel de liderança.</p>
<p>Os combatentes afirmam que estão unidos por um compromisso feroz com a Ucrânia, que agora está sendo submetida a um teste punitivo.</p>
<p>&#8220;Cada um de nossos guerreiros entende que em algum momento eles ficarão cara a cara com um tanque&#8221;, destacou Dzvin.</p>
<p>A unidade recentemente capturou um tanque quase intacto. Mas também precisa lidar com drones russos – chamados de nuvens negras &#8211; que ajudam a direcionar fogo de artilharia mortal para suas posições.</p>
<p>&#8220;Está ficando muito mais difícil aqui. Quanto mais tempo dura, é definitivamente cansativo&#8221;, disse Conor, um voluntário britânico e ex-médico do Exército servindo na linha de frente.</p>
<p>&#8220;Eles bombardearam 1h, 2h e 4h da manhã de ontem, então isso obviamente está quebrando nossa rotina de sono. Mas você precisa se manter positivo,&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Motivação</strong></p>
<p>Seja nascido na Ucrânia ou estrangeiro que atendeu ao pedido de ajuda do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, cada combatente tem suas próprias razões para estar na linha de frente, ciente dos riscos de morte, ferimentos ou captura.</p>
<p>&#8220;Todos nós sabemos as possíveis consequências de estarmos aqui e todos estamos em paz com isso&#8221;, afirmou Dzvin.</p>
<p>O trabalho de seu batalhão em Izium é impedir um avanço russo que poderia levar outras unidades ucranianas a serem cercadas, explicou. &#8220;É extremamente importante. Nossa dissuasão torna impossível criar um grande cerco às nossas tropas&#8221;, acentuou.</p>
<p>Outro combatente, Denis Polishchuk, disse que esperava que servir na linha de frente lhe desse uma resposta digna se perguntado pelos filhos que ele quer ter o que fez durante a guerra para ajudar.</p>
<p>&#8220;Senti que a única resposta digna seria que, sim, eu estava fazendo minha parte. Eu estava lutando ao lado de todos os outros&#8221;, declarou Polishchuk, que nasceu na Ucrânia, mas passou muitos anos em Vancouver, o que lhe rendeu o nome de guerra de Canadá.</p>
<p>Conor disse que imagens de mulheres feridas, crianças e combatentes que não receberam ajuda médica adequada o motivaram a deixar o Reino Unido para a linha de frente, acrescentando que &#8220;alguns dos conhecimentos em que fui treinado&#8221; seriam úteis. Ajudamos a montar hospitais de campanha&#8221;, finalizou ele.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Moscou culpa ataque ucraniano com mísseis por mortes no Sul da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 00:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; Pelo menos três pessoas morreram e dezenas de prédios residenciais foram danificados na cidade russa de Belgorod, perto da fronteira com a Ucrânia, disse o governador da região. Moscou alega ter sido um ataque com mísseis ucranianos. Pelo menos 11 prédios de apartamentos e 39 casas particulares foram danificadas, incluindo cinco destruídas, postou o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo &#8211; Pelo menos três pessoas morreram e dezenas de prédios residenciais foram danificados na cidade russa de Belgorod, perto da fronteira com a Ucrânia, disse o governador da região. Moscou alega ter sido um ataque com mísseis ucranianos.</p>
<p>Pelo menos 11 prédios de apartamentos e 39 casas particulares foram danificadas, incluindo cinco destruídas, postou o governador Vyacheslav Gladkov no aplicativo de mensagens Telegram.</p>
<p>&#8220;Enfatizo que esse ataque com mísseis foi planejado intencionalmente e lançado contra a população civil das cidades russas&#8221;, disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.</p>
<p>Não houve comentários imediatos por parte da Ucrânia.</p>
<p>Konashenkov afirmou que as defesas aéreas russas destruíram três mísseis Tochka-U, mas fragmentos de um deles caíram em prédios residenciais. Acrescentou que também destruíram drones ucranianos carregados de explosivos que se aproximavam de Kursk, outra cidade no Sul da Rússia.</p>
<p>A Reuters não conseguiu confirmar de forma independente as informações.</p>
<p>Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro, tem havido numerosos relatos de ataque a Belgorod e outras regiões na fronteira com a Ucrânia, e Moscou acusa Kiev de realizar os ataques.</p>
<p>A Ucrânia não assume a responsabilidade, mas descreveu os incidentes em lojas de armas e outros locais como &#8220;carma&#8221; pela invasão russa.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Brasil concede 74 vistos para ucranianos em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 17:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitários]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O Brasil concedeu 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária a ucranianos entre os dias 3 e 31 de março deste ano. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (11), em Brasília, constam do Boletim Migração Ucraniana. “Receber imigrantes e refugiados ucranianos é um ato humanitário. Os imigrantes fazem parte da história do país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O Brasil concedeu 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária a ucranianos entre os dias 3 e 31 de março deste ano. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (11), em Brasília, constam do Boletim Migração Ucraniana.</p>
<p>“Receber imigrantes e refugiados ucranianos é um ato humanitário. Os imigrantes fazem parte da história do país e o governo federal está empenhado em auxiliar os que procuram por seus direitos como segurança, moradia e trabalho no Brasil”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.</p>
<p>O balanço também aponta que, em 2022, foram reconhecidos quatro refugiados, havendo 37 processos de refúgio em andamento. A concessão de vistos e autorizações de residência humanitárias foi possibilitada pela edição da Portaria Interministerial Ministério da Justiça/Ministério das Relações Exteriores nº 28, que atendeu às necessidades de ucranianos afetados pelo conflito armado na Ucrânia.</p>
<p><strong>Visto Humanitário</strong></p>
<p>Em relação aos procedimentos, o visto humanitário pode ser solicitado no exterior e permite a entrada no Brasil pelo prazo de 180 dias. Para conseguir autorização de residência por acolhida humanitária é preciso ir a uma unidade da Polícia Federal em solo brasileiro e pedir a Carteira de Registro Nacional Migratório (CRMN).</p>
<p>O trabalho, que também contou com o apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e do Obmigra (Observatório das Migrações Internacionais) contém orientações e canais de acesso a informações para requerer o visto ou a autorização de residência por acolhida humanitária e para a solicitação de refúgio no Brasil.</p>
<p><strong>Histórico</strong></p>
<p>Entre janeiro de 2010 e dezembro de 2021, mais de 3,3 mil ucranianos registraram residência no Brasil. Quase 2,3 mil registros de residência foram realizados na região Sudeste, principal destino dos imigrantes ucranianos. Juntamente com os poloneses, os ucranianos compõem o maior contingente de imigrantes eslavos no Brasil.</p>
<p>Entre os que chegaram ao país nesse período, a maioria é do sexo masculino e possui entre 25 e 39 anos. Os homens somam 83% do contingente de imigrantes ucranianos e 46% do total são do sexo masculino na faixa etária entre 25 e 39 anos.</p>
<p>As mulheres somam 17% e a maioria delas, cerca de 10% do total de imigrantes, têm entre 25 e 39 anos. Entre homens e mulheres, não houve imigrantes acima de 65 anos e apenas 2% tinham menos de 14 anos na data de entrada no país.</p>
<p>Nos 12 anos que se estendem de 2010 a 2021, o principal meio de entrada de ucranianos no Brasil foi a via marítima. Em 2019 registrou-se o maior fluxo migratório: 22.201 ucranianos entraram e 21.189 saíram do país.</p>
<p><strong>Média mensal</strong></p>
<p>No primeiro trimestre de 2022, a média mensal de entradas de imigrantes foi de 1.685 pessoas e a de saídas, de 1.531 pessoas. Dos movimentos de entrada neste ano, mais de 60% referem-se a tripulantes e outros 20% a visitantes, que não precisam de visto para permanecer por até 90 dias no país. O movimento migratório, incluindo visitantes e temporários, é documentado pelo Sistema de Tráfego Internacional.</p>
<p>Os principais amparos indicados pelos imigrantes são trabalho marítimo (67%), reunião familiar (12%), trabalho com transferência de tecnologia (6%) e outros amparos (15%). O termo amparo é utilizado para a classificação do motivo descrito pelo migrante quando solicita sua residência, segundo a legislação nacional.</p>
<p>Em relação aos refugiados, foram 15 reconhecidos entre janeiro de 2010 e dezembro de 2021, de 74 solicitações recebidas no período.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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