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	<title>Tribunal do Júri - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Acusados pela morte de Débora Alves vão a júri popular</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#013; &#013; &#013; &#013; &#013; &#013; O julgamento de Gil Romero Machado e José Nílson Azevedo da Silva, acusados pela morte de Débora da Silva Alves, terá início na próxima quarta-feira (27), em Manaus. A vítima estava grávida quando o crime ocorreu, em julho de 2023. A sessão acontecerá no Fórum Ministro Henoch Reis, na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#013;<br />
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<p>O julgamento de Gil Romero Machado e José Nílson Azevedo da Silva, acusados pela morte de Débora da Silva Alves, terá início na próxima quarta-feira (27), em Manaus. A vítima estava grávida quando o crime ocorreu, em julho de 2023.</p>
<p>A sessão acontecerá no Fórum Ministro Henoch Reis, na zona sul da capital. Os réus responderão perante o Tribunal do Júri por:</p>
<ol>
Homicídio qualificado<br />
Feminicídio<br />
Tortura<br />
Uso de meio cruel<br />
Aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver.
</ol>
<p>Além disso, a Justiça autorizou a oitiva de 22 testemunhas durante o julgamento, número acima do limite habitual previsto em lei, devido à complexidade do processo e à quantidade de crimes investigados.</p>
<p>Após os depoimentos, os acusados serão interrogados em plenário. Em seguida, Ministério Público e defesa apresentarão as alegações finais antes da decisão dos jurados da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.</p>
<p> </p>
<p>&#013;<br />
&#013;<br />
							&#013;<br />
															&#013;</p>
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		<title>Homem é condenado a 21 anos por matar namorada e alegar legítima defesa em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 00:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) – O réu identificado pelas iniciais P.F.R.C. foi condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da companheira em Manaus. Durante o julgamento, ele confessou o crime, mas alegou legítima defesa, versão que foi rejeitada pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri. O crime ocorreu na madrugada de 13 de julho de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O réu identificado pelas iniciais P.F.R.C. foi condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato da companheira em Manaus. Durante o julgamento, ele confessou o crime, mas alegou legítima defesa, versão que foi rejeitada pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri.</p>
<p>O crime ocorreu na madrugada de 13 de julho de 2024, na avenida Lourenço da Silva Braga, na região da Manaus Moderna, no Centro da capital. A vítima foi morta com diversos golpes de faca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Réu confessou crime, mas alegou legítima defesa</h2>
<p>Durante o julgamento, o acusado afirmou que teria agido em legítima defesa. Segundo a versão apresentada por ele, a vítima teria tentado agredi-lo na companhia de outros homens.</p>
<p>No entanto, os jurados não aceitaram a justificativa e acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público do Amazonas, que classificou o crime como homicídio qualificado por feminicídio e motivo torpe.</p>
<p>A sessão do Tribunal do Júri integrou a programação da Semana Justiça pela Paz em Casa, iniciativa voltada ao combate à violência contra a mulher.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Justiça destaca gravidade do crime</h2>
<p>Na sentença, o magistrado ressaltou que as circunstâncias do crime revelam alto grau de violência.</p>
<p>Segundo a decisão judicial, o caso apresenta “contornos de especial gravidade”, evidenciando uma brutalidade que ultrapassa os elementos comuns de um homicídio.</p>
<p>O promotor de Justiça Thiago de Melo Roberto Freire destacou que a atuação do Ministério Público buscou responsabilizar o autor diante da gravidade do caso.</p>
<p>“Diante da brutalidade do caso, o Ministério Público atuou na busca de provas e na condenação do réu, considerando as circunstâncias do crime”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quatro homens também são condenados por homicídio</h2>
<p>Na mesma sessão do Tribunal do Júri, outros quatro réus foram condenados pelo assassinato do advogado e servidor do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, Erwin Rommel Godinho Rodrigues.</p>
<p>O crime ocorreu em 11 de março de 2023, quando a vítima foi surpreendida por criminosos ao sair de um restaurante na avenida Santos Dumont, na zona Centro-Oeste de Manaus.</p>
<p>Segundo a denúncia do Ministério Público do Amazonas, os suspeitos aguardavam em um veículo nas proximidades e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.</p>
<p>A vítima chegou a ser socorrida e levada ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu aos ferimentos.</p>
<p>Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu o homicídio qualificado e fixou as seguintes penas:</p>
<li>I.S.A. – 21 anos e 10 meses de prisão</li>
<li>E.F.V. – 18 anos e 9 meses de prisão</li>
<li>H.K.O.C. – 15 anos e 7 meses de prisão</li>
<li>J.G.S.A. – 15 anos e 7 meses de prisão</li>
<p>Da decisão ainda cabe recurso à Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem condenado por homicídio é preso em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Casal é condenado por matar homem com canivete enquanto dormia em Manicoré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio no Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[justiça em Manicoré]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal do Júri]]></category>
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					<description><![CDATA[Manicoré (AM) – O Tribunal do Júri condenou um casal a 14 anos e 6 meses de reclusão pelo crime de homicídio qualificado ocorrido no município. A decisão foi proferida na última sexta-feira (6), durante sessão realizada na Câmara Municipal da cidade. A condenação ocorreu após denúncia apresentada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manicoré (AM) – O Tribunal do Júri condenou um casal a 14 anos e 6 meses de reclusão pelo crime de homicídio qualificado ocorrido no município. A decisão foi proferida na última sexta-feira (6), durante sessão realizada na Câmara Municipal da cidade.</p>
<p>A condenação ocorreu após denúncia apresentada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) por meio da Promotoria de Justiça local.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Crime aconteceu em 2015</h2>
<p>De acordo com a denúncia do MP, o crime ocorreu em 2015. A vítima foi atacada enquanto dormia e estava sob efeito de medicamentos, o que dificultou qualquer reação de defesa.</p>
<p>Segundo as investigações, os acusados utilizaram um canivete para atingir o homem diretamente no coração. O ataque resultou na morte imediata da vítima.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Justiça reconhece motivo fútil</h2>
<p>Durante o julgamento, os jurados reconheceram que o crime foi cometido com motivo fútil. Conforme a acusação, o homicídio teria sido motivado pelo relacionamento amoroso existente entre os réus.</p>
<p>Com base nas provas apresentadas, o Conselho de Sentença acatou integralmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Promotoria destaca importância da condenação</h2>
<p>O promotor de Justiça Venâncio Antônio Castilhos de Freitas Terra, responsável pela comarca e presente na sessão do Júri, destacou a relevância da decisão judicial.</p>
<p>Segundo ele, a condenação representa uma resposta à longa espera da família da vítima.</p>
<p>“Os fatos ocorreram em 2015 e a família aguardava ansiosamente por justiça. Os jurados acataram integralmente a denúncia do Ministério Público, condenando os dois réus por homicídio triplamente qualificado”, afirmou o promotor.</p>
<p>Ele também reforçou o compromisso do Ministério Público com a sociedade e com as vítimas de crimes violentos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pena e regime de cumprimento</h2>
<p>A sentença foi assinada pelo juiz Emmanuel Ormond de Souza, que definiu o regime inicial fechado para o cumprimento da pena.</p>
<p>Cada réu recebeu pena de 14 anos e 6 meses de reclusão. No entanto, a Justiça concedeu o direito de recorrerem em liberdade, já que não foram identificados os requisitos previstos nos artigos 312 e 313 do Código de Processo Penal para manutenção da prisão preventiva.</p>
<p>O caso segue em tramitação até o trânsito em julgado da decisão.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Polícia prende condenado por estuprar vizinha em Manaus</p>
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