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	<title>tradição - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Folia de Reis no Museu Vassouras reafirma tradição no Vale do Café</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 18:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre cantos, bandeiras bordadas e passos que ecoam séculos de devoção, a Folia de Reis volta a ocupar o espaço público e simbólico de Museu Vassouras, no estado do Rio, de hoje até amanhã (4). O encontro reúne duas jornadas de folia, atividades educativas e uma roda de poesias, reafirmando o compromisso da instituição com [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Entre cantos, bandeiras bordadas e passos que ecoam séculos de devoção, a Folia de Reis volta a ocupar o espaço público e simbólico de Museu Vassouras, no estado do Rio, de hoje até amanhã (4).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Folia-de-Reis-no-Museu-Vassouras-reafirma-tradicao-no-Vale.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Folia-de-Reis-no-Museu-Vassouras-reafirma-tradicao-no-Vale.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O encontro reúne duas jornadas de folia, atividades educativas e uma roda de poesias, reafirmando o compromisso da instituição com a valorização dos saberes populares e das expressões culturais que moldam a identidade do Vale do Café.</p>
<p><strong>Para a diretora artística do Museu Vassouras, Catarina Duncan, receber as Folias de Reis no museu é um gesto simbólico. “Aqui vemos a valorização do sagrado, da cultura do território do Vale do Café e das pessoas que mantém viva essa tradição tão especial. Teremos a oportunidade de ver duas folias da região além de promover atividades educativas e uma roda de poesia e rima”.</strong></p>
<h2>Jornada</h2>
<p>Hoje, sábado (3), a partir das 16h, o museu recebe o cortejo da Jornada Jardim do Éden, conduzida pela mestra Rita de Cássia. O grupo percorre os espaços do museu com seus cantos tradicionais, violas, pandeiros e a bandeira que guia a jornada. Às 17h, é a vez da Jornada Descendentes de Davi, liderada pelos mestres Tiago Meirelles e Lelê, que dão continuidade ao cortejo, reafirmando a força coletiva da tradição e o diálogo entre diferentes gerações de foliões.</p>
<p>A<strong> programação segue no domingo (4) com atividades que ampliam o encontro entre público e tradição. Das 10h às 12h, o Educativo do Museu Vassouras promove a Oficina de Bandeiras de Folia, aberta a visitantes de todas as idades. Elemento central das jornadas, a bandeira concentra símbolos religiosos, histórias familiares e marcas do território. A proposta da oficina é estimular a criação coletiva, o uso de materiais diversos e a troca de saberes, conectando o fazer manual às memórias do Vale do Café.</strong></p>
<p>O encerramento será às 16h, com a Roda de Poesias dos Soldados da Divina Irmandade do Oriente, quando a palavra falada se soma à música e ao gesto, ampliando a experiência sensível da folia e reforçando seu caráter de transmissão oral e comunitária.</p>
<h2>Integração</h2>
<p>Segundo a organização do evento, ao integrar cortejos, educação patrimonial e poesia,&#8221; o Encontro de Folias de Reis reafirma o papel do museu como espaço vivo de escuta e circulação de culturas, fortalecendo vínculos com as comunidades locais e reconhecendo a potência das manifestações populares que continuam a escrever a história de Vassouras e do interior” do estado do Rio&#8221;.</p>
<p><strong>Além da programação dedicada à Folia de Reis, o museu recebe o artista Pandro Nobã para uma visita especial em torno das obras <em>Ao longe</em> e <em>Céu na Terra</em>, que integram o eixo Vapor da exposição <em>Chegança</em>, ampliando o diálogo entre arte contemporânea e tradição.</strong></p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Museu Vassouras – Vassouras</strong></p>
<p><strong>Sábado | 3 de janeiro</strong><br />16h – Jornada Jardim do Éden, com a mestra Rita de Cássia<br />17h – Jornada Descendentes de Davi, com os mestres Tiago Meirelles e Lelê</p>
<p><strong>Domingo | 4 de janeiro</strong><br />10h às 12h – Oficina Bandeiras de Folia, com o Educativo do Museu<br />16h – Roda de poesias com os Soldados da Divina Irmandade do Oriente</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/folia-de-reis-no-museu-vassouras-reafirma-tradicao-no-vale-do-cafe</p>
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		<title>Impunidade de militares perpetuou tradição golpista, diz historiador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 11:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mais de 20 livros publicados e o reconhecimento de ser um dos maiores especialistas em ditadura militar do país, o historiador Carlos Fico planeja se aposentar em breve. O “último livro”, como ele mesmo prevê, será lançado na semana que vem com o título “Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com mais de 20 livros publicados e o reconhecimento de ser um dos maiores especialistas em ditadura militar do país, o historiador Carlos Fico planeja se aposentar em breve. O “último livro”, como ele mesmo prevê, será lançado na semana que vem com o título<strong> </strong><em>“Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira desde o nascimento da República até hoje”.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) comentou o desejo de publicar algo que pudesse alcançar o grande público e fosse relevante para a sociedade. Nesse sentido, o tema dialoga diretamente com a realidade atual.</p>
<p><strong>No livro, ele defende que todas as crises institucionais no Brasil, desde a Proclamação da República em 1899, foram causadas pelos militares.</strong> A atuação deles se destacou historicamente por dois aspectos. A convicção de superioridade sobre os civis, que não estariam preparados para governar a sociedade, e a interpretação de que possuem licença constitucional para intervir na política.</p>
<p><strong>Segundo o historiador, as lógicas intervencionistas e autoritárias têm se perpetuado há mais de 100 anos muito por causa da forma como a sociedade brasileira lidou com os militares</strong>. A impunidade foi o padrão. Nenhum daqueles envolvidos em golpes ou em tentativas de golpe de Estado foi preso nesse tempo todo.</p>
<p>O momento de lançamento do livro é oportuno. Nesta quarta-feira (20), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, tornar réus mais dez acusados de integrar o plano golpista para manter Jair Bolsonaro na presidência, depois de perder as eleições de 2022. Entre os réus, há nove militares. Qualquer condenação, portanto, seria um acontecimento inédito na história do país.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Qual é a ideia central do livro que está sendo lançado neste mês?</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=424831:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 21/05/2025 - Capa do livro Utopia autoritária, de Carlos Fico. &#13;&#10;Impunidade de militares perpetuou tradição golpista&#13;&#10;Foto: Editora Crítica/Divulgação" title="Editora Crítica/Divulgação"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 21/05/2025 - Capa do livro Utopia autoritária, de Carlos Fico. &#13;&#10;Impunidade de militares perpetuou tradição golpista&#13;&#10;Foto: Editora Crítica/Divulgação" title="Editora Crítica/Divulgação"/></noscript><br />
    <!-- END scald=424831 --></div>
<p><h6 class="meta">Capa do livro Utopia autoritária, de Carlos Fico. Impunidade de militares perpetuou tradição golpista &#8211; <strong>Foto</strong> <strong>Editora Crítica/Divulgação</strong><!--END copyright=424831--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> O livro foi escrito para o grande público, sem ter amarras acadêmicas. Mas tem uma espécie de tese, que é demonstrar que todas as crises institucionais no Brasil, desde a Proclamação da República, foram causadas pelos militares. Eu chamo de crises institucionais aquelas que acabam levando à ruptura da legalidade constitucional.</p>
<p>Para demonstrar isso, analisei em detalhes todos os episódios que podem ser caracterizados como golpes de Estado, tentativas de golpe e pronunciamentos militares. Mostro, em cada capítulo, a participação e a proeminência militar que conduziu a essas crises institucionais.</p>
<p>Começa com a deposição de Dom Pedro II, que foi a Proclamação da República, um golpe militar. Depois a tentativa de golpe militar em 1904, também em 1922 e 1924. O golpe militar que houve no interior da Revolução de 30. Depois o golpe de 1937, e assim por diante.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Por que a escolha da expressão utopia autoritária no título?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211; Chamo de utopia autoritária a hipótese que desenvolvi nos meus estudos acadêmicos sobre a ditadura militar. Ficou muito visível a percepção dos militares de que eles são superiores aos civis, de que a sociedade é despreparada até para votar e só elege político demagogo, e de que os próprios políticos são corruptos.</strong></p>
<p>Com o passar dos anos, fui me dando conta de que esse tipo de percepção existe há muito tempo, desde o fim da Guerra do Paraguai e a proclamação da República. E de que continua até os dias de hoje. Essa concepção equivocada é a justificativa, o pretexto que sempre esteve presente em mais de uma dezena de golpes e tentativas descritas no livro.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Por que a Guerra do Paraguai é o marco dessa forma de pensar e de agir dos militares na política brasileira?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> <strong>Desde o final do conflito, os militares começam a desenvolver uma ideia de missão especial, sobretudo porque eles venceram a Guerra do Paraguai depois de muitos sacrifícios.</strong> A guerra foi muito longa, demorou muitos anos, teve muitas mortes, inclusive por doenças.</p>
<p>Eles voltaram ao Brasil se sentindo obviamente vitoriosos, mas também maltratados pelo poder civil, pelo Império e pelo Conselho de Ministros. A partir daí, essa interferência dos militares na política foi crescendo. Eles passaram a se considerar com esse direito, passaram a ter uma visão de que o poder civil era corrompido e de que precisavam interferir na política.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Com tantos exemplos de autoritarismo na história brasileira, podemos dizer que é parte de uma mentalidade nacional? Algo específico da nossa cultura política?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> Existe autoritarismo em muitos países, inclusive com intervencionismo militar. Não é uma peculiaridade do Brasil. Agora, o que a gente percebe é que há democracias mais consolidadas, inclusive de países que já tiveram esse tipo de intervencionismo, que se baseiam fundamentalmente na proeminência do poder civil.</p>
<p><strong>O que aconteceu em 2022 e 2023 é uma marca da fragilidade institucional da nossa democracia.</strong> Eu falo sobre isso na conclusão do livro, me refiro aos episódios ocorridos no fim do governo Bolsonaro, que mostram a atualidade dessa tradição intervencionista.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Militares estiveram à frente das crises institucionais, mas o que dizer do apoio que eles receberam de outros segmentos sociais?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> A utopia autoritária está presente em outros setores, que também têm visão elitista de que a sociedade é despreparada. Em muitos momentos da história política brasileira, a gente vê que a elite tem essa percepção de que o eleitor, sobretudo os mais pobres, não entendem bem a política.</p>
<p>Sobre a participação popular, há algumas tentativas de golpe que não tiveram muito apoio. Algumas iniciativas golpistas de militares foram desconhecidas da maior parte do povo e não contavam com apoio amplo.</p>
<p>Em outros casos, como em 1964, a gente pode falar que houve muitos setores da sociedade que defendiam a derrubada do presidente João Goulart. E, mais recentemente, houve durante o governo Bolsonaro um ativismo militar muito grande, que repercutiu em vários setores da sociedade.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Alguns desses ativistas evocavam até a Constituição para defender o golpe militar.</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> Sim, vimos bolsonaristas mais radicais pedindo a intervenção militar por meio daquela loucura que é a aplicação do artigo 142 da Constituição. Esse é um tema que eu trabalho muito no livro. O que ele é e por que foi tão mencionado pelos bolsonaristas radicais.</p>
<p><strong>A história começa na Proclamação da República, no que chamo de atribuição excessiva de poderes aos militares por todas as nossas constituições. </strong>Começou na Constituição de 1891, justamente porque os militares tiveram papel preponderante, afinal foi um golpe militar.</p>
<p>Acabaram conquistando poderes excessivos de garantia dos poderes constitucionais, que eles chamam de GPC, uma atribuição que não deveria estar presente na Constituição e está desde a de 1891. Depois, isso foi sendo reproduzido de alguma forma nas diversas constituições seguintes, em 1930, 1946, 1967, 1969, inclusive na de 1988.</p>
<p><strong>Uma pretensão grande que tenho é que as pessoas na leitura desse livro se deem conta da necessidade de alterar essa passagem do artigo 142, que é a atribuição aos militares de serem os garantidores dos poderes constitucionais.</strong> Passagem que eles interpretam como uma substituição do velho Poder Moderador do Império. O que é uma interpretação equivocada. Embora todo mundo saiba disso, os militares até hoje continuam interpretando como sendo uma licença constitucional para intervir na política.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Quando a gente lembra da ditadura militar de 1964 a 1985, um dos pontos críticos é a Lei da Anistia, de 1979, que teve seus benefícios estendidos dos presos e exilados políticos para os agentes do Estado que cometeram uma série de crimes. Qual o peso da falta de responsabilização dos militares para que essa lógica intervencionista na política continue durante tanto tempo?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> É total, é total. Você lembra muito bem desse aspecto e, no livro, eu mostro uma coisa chocante que é o fato de nenhum militar golpista ter sido preso. Nenhum. E quando começou a ter algum inquérito, alguma coisa nesse sentido, imediatamente veio uma anistia aprovada pelo Congresso. Nunca houve qualquer punição.</p>
<p><strong>De modo que o que está acontecendo hoje em dia é totalmente inédito. O fato de a Justiça atuar, de a Polícia Federal ter feito um inquérito, de a Procuradoria da República ter encaminhado a denúncia, de a denúncia ter sido aceita e agora de o Supremo transformar os denunciados em réus, isso jamais aconteceu.</strong></p>
<p>Então, é claro que tem um significado. Espero que essas pessoas sejam condenadas e que não haja anistia. Muita gente me pergunta se vai haver anistia. Se eu olhar para a história, é mais fácil acreditar que sim, porque o padrão foi de impunidade. E isso tem impacto realmente muito grande na perpetuação desse intervencionismo até hoje.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador</p>
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		<title>Bola Preta aposta na tradição em desfile no dia do aniversário do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 16:24:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde às 9h da manhã deste sábado (1º), o tradicionalíssimo Cordão da Bola Preta agita centenas de milhares de foliões neste dia especial para o Rio de Janeiro. Primeiro de março é o aniversário de 460 anos da cidade. Em uma coincidência do destino, o desfile do megabloco acontece justamente na Rua Primeiro de Março [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Desde às 9h da manhã deste sábado (1º), o tradicionalíssimo Cordão da Bola Preta agita centenas de milhares de foliões neste dia especial para o Rio de Janeiro. <strong>Primeiro de março é o aniversário de 460 anos da cidade</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Bola-Preta-aposta-na-tradicao-em-desfile-no-dia-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Bola-Preta-aposta-na-tradicao-em-desfile-no-dia-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em uma coincidência do destino, o desfile do megabloco acontece justamente na Rua Primeiro de Março &#8211; referência a uma vitória do Exército brasileiro na Guerra do Paraguai (1870).</p>
<p>O cortejo segue até a Avenida Presidente Antônio Carlos, um trecho em reta de cerca de 1 quilômetro. Nos dias de semana, é um dos trajetos mais movimentados do centro carioca.</p>
<p>De acordo com os organizadores do Bola Preta, o desfile deste carnaval deve atrair 1 milhão de foliões, com dispersão prevista para as 13h, o que não significa que os foliões deixarão as ruas e praças do entorno. É um dos cerca de 50 blocos programados para este sábado no Rio.</p>
<p>Antes de qualquer marchinha, <strong>a primeira mensagem que saiu dos caminhões de som foi um “não é não”</strong>, em alto e bom som, para marcar a campanha contra qualquer forma de assédio sexual.</p>
<h2>Tradição</h2>
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    <!-- END scald=415641 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415641-->Cordão da Bola Preta é um dos blocos mais antigos do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=415641--></h6>
</p>
</div>
<p>O Bola Preta é o bloco carnavalesco mais antigo do Rio de Janeiro. Existe desde dezembro de 1918. <strong>Em 2011, chegou a colocar 2 milhões de pessoas para pular na rua</strong>. Só não desfilou em 2021, por causa da pandemia da covid-19.</p>
<p>Para o presidente da organização, Pedro Ernesto Marinho, é especial desfilar no dia do aniversário do Rio. <strong>O tema do bloco este ano é Rio, eu te amo</strong>.</p>
<p>“Eu acho que o Bola Preta em outra cidade não teria tanta ênfase quanto tem no Rio de Janeiro, que é a cidade do samba, das praias, calorosa, de povo ordeiro”, disse.</p>
<p>Pedro Ernesto considera que <strong>uma das receitas de sucesso do Bola Preta é manter a tradição</strong>. “Bola Preta é a essência do carnaval, não foge das suas características”.</p>
<p>Prova disso, diz, é a insistência em não mudar o estilo do megabloco e tocar outras vertentes musicais.</p>
<blockquote>
<p>“Não entramos nessa. Resolvemos nos manter fiéis às marchinhas, aos sambas tradicionais de carnaval e aos sambas-enredo de sucesso”.</p>
</blockquote>
<p>Para ele, esse é um dos motivos que fazem o cordão atrair gente de todas as idades. “Vai encontrar bebê de colo, vai encontrar pessoas com mais de 90 anos. É para eles que fazemos o carnaval”.</p>
<h2>Gerações</h2>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=415623-->Foliões se divertem no 106º desfile do Cordão da Bola Preta, no centro da cidade &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=415623--></h6>
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<p>Essa diversidade de gerações estava personificada nas foliãs Magna e Ana Carolina, mãe e filha. A aposentada Magna Faria dos Santos, de 70 anos de idade, diz que o <strong>Bola Preta representa para ela “só alegria, só felicidade”</strong>.</p>
<p>Moradora de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, ela disse que leva 2 horas para chegar no local do desfile, o que não a desanima. “É curtir, brincar, sorrir, pular, dançar. Gosto muito”, garante.</p>
<p>A filha, a eletricista Ana Carolina dos Santos Herculano, de 36 anos de idade, explica que, antes, era a mãe que trazia a filha. Agora, é o inverso. “É amor ao Bola. Estamos sempre juntas curtindo, isso que importa. A gente esquece todos os nossos problemas”, disse.</p>
<p>As duas confirmam o que pensa a organização do bloco. <strong>As marchinhas são um elemento de sucesso</strong>. A preferida delas é a mais tocada e mais conhecida. <strong>“Quem não chora não mama! Segura, meu bem, a chupeta. Lugar quente é na cama. Ou então, no Bola Preta”</strong>, cantam.</p>
<h2>Corte do Bola</h2>
<p>No caminhão de som, personalidades da corte do Bola Preta, como as atrizes Paolla Oliveira, a rainha; Leandra Leal, porta-estandarte; e Juliana Knust, uma das musas.</p>
<p>Elaine BR é mais uma das musas este ano. “É uma alegria. É meu terceiro ano, mas parece que é a primeira vez. É uma emoção muito grande, ainda mais [que o bloco tem] 106 anos. Representatividade”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> entre os momentos que era procurada para tirar fotos com foliões.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=415630-->Elaine BR, musa do Bola Preta &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=415630--></h6>
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<h2>Fantasia</h2>
<p>O nome do cordão é referência a uma foliã dos primórdios do bloco, que <strong>usava um vestido branco com bolas pretas</strong>. Diferentemente de outros cortejos cariocas, os frequentadores do Bola Preta apostam muito em uniformidade de visual, ou seja, é muito comum ver pessoas de roupas brancas com bolas pretas.</p>
<p>As fantasias também têm presença garantida. Uma delas era a de <strong>Profeta Gentileza</strong>, encarnada pelo engenheiro de Qualidade Rogério Borges. Ele homenageava o personagem urbano do Rio que ficou conhecido por pintar frases filosóficas em viadutos cariocas. A mais famosa delas: <strong>“Gentileza gera gentileza”</strong>.</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1740846254_240_Bola-Preta-aposta-na-tradicao-em-desfile-no-dia-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/03/2025 -O engenheiro Rogério Borges, se fantasia de Profeta Gentileza no 106º desfile do Cordão da Bola Preta, no centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=415631-->Engenheiro Rogério Borges, se fantasia de Profeta Gentileza, no 106º desfile do Cordão da Bola Preta &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=415631--></h6>
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<p>“É isso que a gente tem que pregar, buscar para um mundo melhor”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> Rogério, que é de Campinas, no interior de São Paulo. </p>
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<p>“O personagem e a frase já ultrapassaram os limites do Rio de Janeiro”.</p>
</blockquote>
<h2>Calor</h2>
<p>O sábado é mais um dos seguidos dias de calor no Rio, <strong>sem previsão de chuva</strong>, de acordo com o Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura. A <strong>temperatura máxima deve chegar a 38°C</strong>.</p>
<p>Os patrocinadores do bloco disponibilizavam pontos de distribuição de água, viseiras e chapéus.</p>
<p>Vai curtir o carnaval? Veja aqui como enfrentar o calor.</p>
<p>Para muitos vendedores ambulantes, a concentração de tanta gente ao som das marchinhas é <strong>oportunidade para ganhar dinheiro</strong>.</p>
<p>É o caso de Matheus Júnior, morador de Nova Iguaçu, município da região metropolitana a mais de 60 quilômetros de distância, que vendia bebidas.</p>
<p>“O bloco está me ajudando muito, tendo bastante vendas”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o vendedor de 27 anos de idade que, a cada dia, está em um bloco. “Vou rodando, rodando até quarta-feira de cinzas”.</p>
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<p><!--copyright=415697-->Galeria-106º desfile do Cordão da Bola Preta &#8211; Tânia Regô/Agência Brasil<!--END copyright=415697--></p>
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<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/bola-preta-aposta-na-tradicao-em-desfile-no-dia-do-aniversario-do-rio</p>
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