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	<title>Tiradentes - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Encontro de Jongueiros transforma Praça Tiradentes em quilombo no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:23:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Praça Tiradentes, no centro do Rio, vai se transformar em quilombo nesta quinta-feira (14), a partir das 10h, até sábado (16), durante o Encontro de Jongueiros. Na Semana do Patrimônio Histórico Nacional, cerca de 400 praticantes da dança, originários de 18 comunidades de jongo de São Paulo e do Rio de Janeiro vão se reunir em rodas, shows de [&#8230;]]]></description>
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<p>A Praça Tiradentes, no centro do Rio, vai se transformar em quilombo nesta quinta-feira (14), a partir das 10h, até sábado (16), durante o <strong>Encontro de Jongueiros</strong>. Na <strong>Semana do Patrimônio Histórico Nacional</strong>, cerca de 400 praticantes da dança, originários de 18 comunidades de jongo de São Paulo e do Rio de Janeiro vão se reunir em rodas, shows de samba, oficinas com mestres, exposição fotográfica na praça e seminário no <strong>Teatro Carlos Gomes</strong>.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Encontro-de-Jongueiros-transforma-Praca-Tiradentes-em-quilombo-no-Rio.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Encontro-de-Jongueiros-transforma-Praca-Tiradentes-em-quilombo-no-Rio.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O evento comemora os 20 anos de reconhecimento da dança como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, em 2005, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), dentro do calendário de festas, eventos e projetos comemorativos criado por lideranças de comunidades jongueiras.</strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=432040:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Encontro-de-Jongueiros-transforma-Praca-Tiradentes-em-quilombo-no-Rio.jpg" alt="Brasília (DF), 26/07/2025 - Reconhecimento do Jongo. Foto: Karen Eppinghaus/Divulgação" title="Karen Eppinghaus/Divulgação"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Encontro-de-Jongueiros-transforma-Praca-Tiradentes-em-quilombo-no-Rio.jpg" alt="Brasília (DF), 26/07/2025 - Reconhecimento do Jongo. Foto: Karen Eppinghaus/Divulgação" title="Karen Eppinghaus/Divulgação"/></noscript><br />
    <!-- END scald=432040 --></div>
<p><h6 class="meta">Jongo:dança é expressão cultural afro-brasileira característica da Região Sudeste do Brasil. Foto: <strong>Karen Eppinghaus/Divulgação</strong><!--END copyright=432040--></h6>
</p>
</div>
<p>A intenção é analisar os resultados do plano de salvaguarda do gênero musical coreográfico afro-brasileiro, que reúne ritmo com a percussão de tambores, dança de roda e versos dos cantos também conhecidos como pontos.</p>
<blockquote>
<p>“Vai ser a grande comemoração dos 20 anos do tombamento do jongo. A Praça Tiradentes vai virar quilombo”, disse o pesquisador, músico e coordenador do encontro, Marcos André Carvalho, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<h2>Oralidade</h2>
<p>A manutenção da <strong>expressão cultural afro-brasileira característica da Região Sudeste do Brasil</strong>, se deve muito à transmissão dos saberes de geração em geração, por meio da comunicação oral ou oralidade, do gestual e da materialidade dos instrumentos musicais.</p>
<p>Dependendo da localidade, o <strong>jongo também é chamado de congo ou caxambu</strong>. No Espírito Santo, pode ser congo. No Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro, é caxambu, nome dado também em Minas Gerais e no Morro da Serrinha, em Madureira, e ainda na zona norte da capital.</p>
<p>A <strong>dança tem matrizes que vieram da África com pessoas escravizadas, de origem Bantu, especialmente do Congo, Angola e Moçambique</strong>, levadas para trabalhar em lavouras de café e de cana-de-açúcar, no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.</p>
<p>Com a abolição, <strong>parte dos libertos migrou para a capital do Rio de Janeiro, se instalando em favelas e fundando escolas de samba</strong>. Outros permaneceram na região fortalecendo a cultura no Vale do Café, onde o jongo é preservado na essência original. Lá existem cinco comunidades centenárias dos municípios de Barra do Piraí, Piraí, Valença, Pinheiral e Vassouras, no sul do estado.</p>
<blockquote>
<p>“O jongo nasceu nas senzalas das cidades do Vale do Café e, com a abolição, desceu para a capital, onde foram fundadas as primeiras favelas do Rio, que são Salgueiro, Mangueira, São Carlos, Providência e Serrinha”, completou Marcos André.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Marcos André, eles criaram o Circuito Afro do Vale do Café, unindo as cinco comunidades centenárias para trazer o turismo étnico mundial e melhorar a vida dessas populações, historicamente exploradas e excluídas.</p>
<h2>Debates</h2>
<p><strong><em>Pesquisas, inventários e registros sobre o jongo e o Vale do Café </em>é o tema de abertura do seminário, hoje, às 10h, no Teatro Carlos Gomes.</strong> Participam a pesquisadora e integrante da Velha Guarda do Império Serrano, Raquel Valença; as professoras do Laboratório de História Oral da Universidade Federal Fluminense (UFF), Hebe Mattos e Martha Abreu; o Procurador da República, Júlio José Araújo Júnior; o fundador do Instituto Cachuera de São Paulo Paulo Dias; a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Eleonora Gabriel e da UFF Elaine Monteiro; e o jongueiro do Morro da Serrinha e produtor cultural Rodrigo Nunes, e outros.</p>
<p><strong>No mesmo dia serão realizados dois debates.</strong> O tema do primeiro, que começa às 11h30, é <em>Mestras e Mestres &#8211; Avaliação dos 20 anos de registro do Jongo e prospecções sobre o futuro das comunidades</em>. Estarão presentes mestres dos grupos de Pinheiral, Pádua, Campos, Quilombo São José dos municípios de Valença, Barra do Piraí, Natividade, Quissamã, Magé e Piraí e do babalorixá e produtor Pai Dário do Morro da Serrinha.</p>
<p><strong>Às 14h30, começa a contribuição bantu para a formação da cultura do Rio e do Vale do Café</strong>, que vai contar com a participação da primeira doutora negra do Brasil, a professora Helena Theodoro, do babalawo Ivanir dos Santos, do professor e escritor Luiz Rufino e do pesquisador Marcos André.</p>
<h2>Lançamento</h2>
<p>A programação da tarde tem ainda o lançamento do <strong>Museu do Jongo</strong>, com participação de uma das lideranças do <strong>jongo de Pinheiral</strong>, Mestra Fatinha, matriarca com mais de 40 anos de militância pela divulgação e preservação desta cultura.</p>
<blockquote>
<p>“O jongo do Pinheiral nunca parou ou ficou adormecido. Ele vem passando de geração em geração, e há 40 anos fazemos a coordenação do trabalho de preservação da dança, da autoestima do nosso povo preto, principalmente das nossas crianças. É a nossa bandeira de luta, porque, em uma roda de jongo, a gente trabalha várias coisas sempre em busca da liberdade, e continuamos mantendo a tradição genuína”, afirmou Mestra Fatinha, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>O espaço vai reunir em um portal <strong>cerca de 5 mil fotos, áudios e vídeos inéditos e artigos sobre comunidades de jongo</strong>, resultado de uma pesquisa de 30 anos de Marcos André e das lideranças jongueiras do local.</p>
<p>“Ali vão estar todos os acervos das famílias jongueiras que estavam se deteriorando e dispersos. Tudo isso foi reunido em um trabalho de décadas e vai estar tudo digitalizado e disponibilizado gratuitamente na internet no Museu do Jongo”, disse o pesquisador.</p>
<p>O museu vai funcionar dentro de um <strong>parque temático</strong>, que está em andamento com o projeto executivo selecionado, segundo o pesquisador, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. O local é no Parque das Ruínas de Pinheiral, origem desta manifestação afro-brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“Tantos anos depois da abolição essas comunidades ainda não têm seus museus, centros de visitação ou suas escolas de jongo. É sobre isso que a gente está falando e Pinheiral já deu o primeiro passo com a aprovação do projeto executivo pelo PAC na Fazenda São José dos Pinheiros”, observou.</p>
</blockquote>
<p>Além do Museu, o espaço terá a Escola do Jongo, um restaurante de comidas étnicas e um centro turístico de visitação. <strong>Conforme o pesquisador, a inauguração está prevista para 2027</strong>.</p>
<p>A programação do primeiro dia tem ainda a exibição curta-metragem <em>Jongo do Vale do Café</em>, que conta as raízes do jongo e do local onde ele nasceu durante a escravidão. A direção é de Marcos André Carvalho. O dia se encerra às 17h,com uma roda de jongo.</p>
<h2>Oficinas</h2>
<p><strong>Na sexta-feira (15), serão realizadas oficinas entre 10h e 18h, no Museu da República</strong>, no Catete, e na sede do Iphan RJ, no centro da cidade. A primeira, às 10h, vai ensinar a fazer um <strong>tambú</strong>, que é a arte de confecção do<strong> tambor de jongo</strong>.</p>
<p><strong>Depois, às 11h30, é a vez de mostrar as igualdades e diferenças da dança do jongo e do caxambu.</strong> Na parte da tarde a terceira oficina, às 14h, vai tratar dos cantos e pontos, a forma musical como se comunicam os jongueiros e às 16h a oficina 4 trará Toques do tambú e candongueiro.</p>
<p><strong>No último dia, sábado (16)</strong>, vai ter mais um seminário no Teatro Carlos Gomes. O tema da primeira mesa, que começa às 10h30, é <em>Políticas de Salvaguarda para o Jongo &#8211; Poder Público e parceiros</em>. <strong>Ao meio dia</strong>, haverá uma homenagem às mestras e mestres de jongo e caxambu.<strong> Às 12h30</strong>, o lançamento e a estreia do curta-metragem Mestres do Patrimônio Imaterial do Estado do Rio, dirigido por Marcos André Carvalho.</p>
<blockquote>
<p>“Tem mestres da ciranda caiçara da Costa Verde, do candomblé, do afoxé, do jongo e da umbanda. São mestres dessas tradições com seus depoimentos.”</p>
</blockquote>
<p><strong>Após a exibição, começa o cortejo, às 13h e às 14h, com a abertura da exposição fotográfica na Praça Tiradentes</strong>, no mesmo local das rodas de jongo das comunidades, a partir das 15h. O  público vai se divertir com o grupo Samba de Caboclo e participações especiais. <strong>O encerramento está previsto para às 22h</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“É um momento histórico, realmente. Nunca 400 quilombolas de 18 quilombos ocuparam uma praça no centro do Rio. Vai ter fogueira, vão construir um altar com pretos velhos, as árvores da praça vão ser iluminadas”, revelou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/encontro-de-jongueiros-transforma-praca-tiradentes-em-quilombo-no-rio</p>
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		<title>Lula diz que Bolsonaro agiu como o traidor de Tiradentes</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 18:55:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou a história do herói nacional Tiradentes, durante a Inconfidência Mineira, para comparar a ação da família Bolsonaro em articulação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que resultou no tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. A declaração foi dada nesta sexta-feira (25), durante agenda sobre [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou a história do herói nacional Tiradentes, durante a Inconfidência Mineira, para comparar a ação da família Bolsonaro em articulação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,</strong> que resultou no tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. A declaração foi dada nesta sexta-feira (25), durante agenda sobre o Novo PAC, em Osasco, na Grande São Paulo <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-diz-que-Bolsonaro-agiu-como-o-traidor-de-Tiradentes.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-diz-que-Bolsonaro-agiu-como-o-traidor-de-Tiradentes.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Vocês sabem por que Tiradentes foi traído? Silvério dos Reis sabia que Tiradentes estava querendo fazer um movimento para fazer a independência, naquela época era independência de Minas Gerais, no dia que o governador anunciasse aumento de imposto. Ele ia fazer o movimento de fazer independência. Apareceu um cara que parecia amigo dele, chamado Silvério dos Reis, e esse cara traiu Tiradentes&#8221;, apontou Lula, lembrando de dois personagens centrais daquele momento histórico, ocorrido a partir de 1789, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Por conta dessa traição, Tiradentes foi preso e foi enforcado. Por isso ele é o mais importante herói nacional, porque ele morreu em defesa da independência desse país&#8221;, continuou o presidente.</p>
<p>Liderado por intelectuais, religiosos, militares e membros da elite local, a Inconfidência Mineira foi o movimento que pretendia romper com o domínio colonial português, pressionado principalmente pela cobrança da chamada &#8220;derrama&#8221;, medida fiscal que exigia o pagamento de tributos atrasados sobre o ouro em favor da Coroa europeia. O movimento, no entanto, acabou sendo delatado por Joaquim Silvério dos Reis. Tiradentes foi o único réu condenado à morte e executado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, tornando-se mártir da luta pela independência do Brasil.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Veja que absurdo. Esses mesmos cidadãos ou cidadãs, que utilizavam a camisa da seleção brasileira e a bandeira nacional, se dizendo patriotas, estão agora agarrados nas botas do presidente dos Estados Unidos, pedindo para ele fazer intervenção no Brasil, numa total falta de patriotismo. Junta a falta de patriotismo com sem-vergonhice, com traição. Estão pedindo para o presidente da República dos Estados Unidos aumentar a taxa das coisas que nós vendemos para eles para poder libertar o pai, ou seja, trocando o Brasil pelo pai&#8221;, prosseguiu Lula em seu discurso.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Que patriota que é esse? Isso é pior do que Silvério dos Reis. Porque Silvério dos Reis traiu o Tiradentes, mas esse cara está traindo a nação, ele está traindo o povo brasileiro&#8221;, finalizou.</p>
<p>A taxação contra os produtos brasileiros foi anunciada por Trump há pouco mais de duas semanas, em uma carta endereçada a Lula, mas publicada diretamente nas redes sociais.<strong> Essas tarifas estão previstas para entrar em vigor no próximo dia 1º de agosto, </strong>daqui a uma semana. Trump também justificou a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. No documento, ele pede a anistia a Bolsonaro.</p>
<p><strong>As sanções norte-americanas contra o Brasil contaram com articulação direta do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente,</strong> que chegou a se licenciar do mandato para morar nos Estados Unidos e tentar justamente obter apoio do governo do país na tentativa de barrar o julgamento do pai.</p>
<p>Em diferentes ocasiões desde o anúncio do tarifaço, o presidente <strong>Lula disse que o Brasil vai adotar medidas de reciprocidade contra as ações unilaterais dos Estados Unidos</strong>, caso elas se confirmem e se mantenham. Até o momento, no entanto, nenhuma decisão específica foi adotada. A expectativa é que qualquer anúncio só ocorra a partir da entrada em vigor das tarifas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/lula-diz-que-bolsonaro-agiu-como-o-traidor-de-tiradentes</p>
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		<title>Alerj aprova concessão da Medalha Tiradentes a Eunice Paiva</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 16:52:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quinta-feira (13), a concessão da Medalha Tiradentes post mortem (após a morte) à advogada Eunice Paiva, viúva do engenheiro e ex-deputado Rubens Paiva, desaparecido e morto na ditadura militar. A honraria é a maior concedida pelo Parlamento fluminense. Eunice, cuja trajetória é narrada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quinta-feira (13), a concessão da Medalha Tiradentes<em> post mortem</em> (após a morte) à advogada Eunice Paiva, viúva do engenheiro e ex-deputado Rubens Paiva, desaparecido e morto na ditadura militar. </strong>A honraria é a maior concedida pelo Parlamento fluminense.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Alerj-aprova-concessao-da-Medalha-Tiradentes-a-Eunice-Paiva.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Alerj-aprova-concessao-da-Medalha-Tiradentes-a-Eunice-Paiva.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Eunice, cuja trajetória é narrada no filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, é considerada pela Alerj símbolo da luta pela democracia no Brasil. Além de ter tido papel fundamental na busca de informações sobre o paradeiro do marido, Rubens Paiva, como advogada, Eunice engajou-se em causas sociais e políticas, destacando-se como militante dos direitos humanos e defensora dos povos indígenas. Eunice viveu entre 1929 e 2018. </p>
<p><strong>O filme <em>Ainda Estou Aqui</em> foi aclamado pela crítica e venceu o Oscar 2025 na categoria de melhor filme internacional</strong>, além de ter sido indicado nas categorias de melhor filme e melhor atriz para Fernanda Torres (foto), que interpreta Eunice Paiva.</p>
<p><em>Ainda Estou Aqui </em>recebeu ainda o prêmio de melhor roteiro no Festival de Veneza e Fernanda Torres, o Globo de Ouro de melhor atriz de drama.</p>
<p>A Medalha Tiradentes é a mais alta honraria concedida pela Alerj e é destinada a personalidades ou instituições que se destacam pelos relevantes serviços prestados à sociedade e ao estado do Rio de Janeiro. A homenagem foi proposta pela deputada estadual Dani Monteiro, do PSOL. Para a parlamentar, a medalha não é apenas uma homenagem, mas um compromisso com a memória e a verdade.</p>
<blockquote>
<p>“Não podemos aceitar que tentem reescrever a história para apagar os crimes da ditadura. Defender a ditadura é um método de sordidez dos canalhas que tentam justificar torturas, assassinatos e censura para encobrir regimes autoritários. Não existe relativização possível. Ditadura nunca mais!”, afirmou a deputada em nota à imprensa.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/alerj-aprova-concessao-da-medalha-tiradentes-eunice-paiva</p>
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