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	<title>terrorismo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Secretário de Segurança do Amazonas defende classificar CV e PCC como organizações terroristas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Vinícius Almeida, defendeu que facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) sejam enquadradas como organizações terroristas no Brasil. A declaração foi feita ao comentar o avanço dessas facções no país e o nível de violência empregado pelos grupos. Segundo o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Vinícius Almeida, defendeu que facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) sejam enquadradas como organizações terroristas no Brasil.</p>
<p>A declaração foi feita ao comentar o avanço dessas facções no país e o nível de violência empregado pelos grupos. Segundo o secretário, o poder bélico e a forma de atuação das organizações vão além do conceito tradicional de crime organizado.</p>
<p>“E hoje, quando se discute, por exemplo, em incluir essas duas organizações como uma organização terrorista, que o são, o Brasil ainda patina em atribuir a essas organizações criminosas o terrorismo porque são terroristas. São terroristas. É impossível dizer que não são quando descem o nosso rio munidos de [armamento] .50, munidos de lancha blindada, munidos de lança-granada”, afirmou.</p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Secretário de Segurança do Amazonas defende classificar CV e PCC como grupos terroristas pic.twitter.com/QWxte17xEn</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) March 27, 2026 </p>
<p>As declarações ocorrem em meio ao debate internacional sobre o tema. Enquanto os Estados Unidos defendem que facções transnacionais recebam esse tipo de classificação para ampliar mecanismos de sanções financeiras e cooperação internacional, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) sustenta que, pela legislação brasileira, esses grupos são enquadrados como organizações criminosas com fins lucrativos, e não como terrorismo de motivação ideológica.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Secretário de Segurança diz que polícia ‘destruiu’ a FDN no Amazonas, considerada a terceira maior facção do país</p>
<p>VÍDEO: Queda de avião em aeroclube de Manaus tem vítima fatal</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<item>
		<title>PF não vê conexão de facções brasileiras com terrorismo internacional</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pf-nao-ve-conexao-de-faccoes-brasileiras-com-terrorismo-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (18) que as investigações da PF não confirmam uma conexão entre as facções brasileiras e grupos considerados terroristas por alguns países. “Não tenho conhecimento de que tenha havido alguma relação. Não basta, eventualmente, alguém falar, citar, para que a gente afirme categoricamente que há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (18) que as investigações da PF não confirmam uma conexão entre as facções brasileiras e grupos considerados terroristas por alguns países.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/PF-nao-ve-conexao-de-faccoes-brasileiras-com-terrorismo-internacional.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/PF-nao-ve-conexao-de-faccoes-brasileiras-com-terrorismo-internacional.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Não tenho conhecimento de que tenha havido alguma relação. Não basta, eventualmente, alguém falar, citar, para que a gente afirme categoricamente que há conexão entre esses dois fenômenos, seja terrorismo ou crime organizado. Então, nas investigações, de maneira concreta, eu não vejo esse cenário”, explicou Andrei.</p>
</blockquote>
<p>O chefe da PF respondeu a um questionamento do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), durante sessão da comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Senado que investiga a atuação do crime organizado no país.</p>
<p>Mourão justificou a pergunta citando a suposta presença de grupos considerados terroristas na região da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.  </p>
<p>“Há muito tempo, se trabalha e se discute, naquela região da Tríplice Fronteira, ali, no Paraná, a presença de organizações terroristas, que eu não vou citar o nome, internacionais”, disse o vice-presidente da CPI do Senado.</p>
<p><strong>O diretor-geral da PF complementou que, quando as investigações são aprofundadas, elas mostram que esse cenário de cooperação entre facções brasileiras e grupos internacionais considerados terroristas “não se confirma”.</strong></p>
<p>“[Isso] é, muitas vezes, usado até como fator de pressão geopolítica, na qual nós não vamos entrar”, completou Andrei Rodrigues.</p>
<p><strong>Especialistas em relações internacionais têm alertado que o “combate ao terrorismo”, ou um suposto “narcoterrorismo”, tem sido uma estratégia usada pelos EUA para interferir nos assuntos internos de países ao redor do mundo</strong>, e que poderia também atingir o Brasil. </p>
<h2>Tríplice fronteira</h2>
<p>Em maio deste ano, o governo dos Estados Unidos (EUA) ofereceu U$$ 10 milhões por informações que levem à interrupção de mecanismos financeiros do Hezbollah na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.</p>
<p>Ainda segundo o Departamento de Estado dos EUA, o Hezbollah atua na região por meio de tráfico de drogas, contrabando e outros crimes.  </p>
<p>Em agosto deste ano, o ministro do interior do Paraguai, Enrique Riera, informou à rede de TV CNN que o país abrigará um escritório do FBI, agência de investigação dos EUA, para o combate ao Heznollah na região.</p>
<p>O Paraguai tem relações próximas com os governos dos EUA, de Donald Trump, e de Israel, de Benjamin Netanyahu.</p>
<p>Apesar de não ser classificado como terrorista pelas Nações Unidas (ONU), a organização político-militar do Líbano é considerada terrorista por Washington e outros aliados, como Reino Unido, Israel e Alemanha.</p>
<p>Criado em 1982 para resistir à invasão do Líbano por Israel, o Hezbollah é hoje também um partido político que participa dos governos no país do Oriente Médio.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/pf-nao-ve-conexao-de-faccoes-brasileiras-com-terrorismo-internacional</p>
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		<item>
		<title>Governo quer mudanças no PL Antifacção em relação à PF e terrorismo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/governo-quer-mudancas-no-pl-antifaccao-em-relacao-a-pf-e-terrorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antifacção]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal fixou dois pontos principais que deseja alterar no substitutivo do Projeto de Lei Antifacção, apresentado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP): o papel e as atribuições da Polícia Federal (PF) no combate ao crime organizado e fixar as penas contra as facções na Lei das Organizações Criminosas e não na Lei Antiterrorismo. O argumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo federal fixou dois pontos principais que deseja alterar no substitutivo do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3036273&amp;filename=PL%205582/2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei Antifacção</a>, apresentado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP): o papel e as atribuições da Polícia Federal (PF) no combate ao crime organizado e fixar as penas contra as facções na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12850.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei das Organizações Criminosas</a> e não na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13260.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei Antiterrorismo</a>. O argumento é que, como está no texto do relator, cria pretexto para interferências de países estrangeiros no Brasil.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Governo-quer-mudancas-no-PL-Antifaccao-em-relacao-a-PF.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Governo-quer-mudancas-no-PL-Antifaccao-em-relacao-a-PF.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em reunião de líderes da Câmara nesta terça-feira (11), o líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), destacou que estão sendo discutidas mudanças no texto para se votar o mérito da matéria nesta quarta-feira (12).</p>
<blockquote>
<p>“Tem um relator que foi definido legitimamente pelo presidente da Casa e nós vamos negociar com ele até amanhã [quarta-feira], se for necessário [vamos trabalhar] à noite toda para votarmos essa matéria”, disse o parlamentar.</p>
</blockquote>
<p>O texto apresentado por Guilherme Derrite foi criticado por especialistas, pelo governo federal e pela Polícia Federal por condicionar as operações conjuntas entre policiais federais e estaduais a uma solicitação do governador. </p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Após as críticas, Derrite recuou e apresentou novo texto retirando a exigência de pedido do governador para investigações conjuntas entre as polícias. Porém, o secretário de Segurança de São Paulo, licenciado do cargo para relatar o projeto, incluiu a exigência de a PF comunicar aos estados sobre as operações contra o crime organizado.</p>
<p><strong>O líder do governo, José Guimarães, defendeu que as atribuições da Polícia Federal não devem ser alteradas pelo projeto.</strong> </p>
<p>“Polícia Federal nem dá para tirar, nem botar. É deixar como está. A Polícia Federal tem autonomia para fazer as operações que ela quiser. E, portanto, nós vamos buscar esse entendimento”, afirmou.</p>
<h2>Terrorismo</h2>
<p>Outro tema de divergência é em relação às modificações na Lei Antiterrorismo. <strong>O substitutivo de Guilherme Derrite inclui nessa lei as penas mais duras para os membros de facções criminosas.</strong></p>
<p>O governo concorda que é possível aumentar as penas, mas que seja feito na Lei das Organizações Criminosas para evitar que país estrangeiro use a questão para prejudicar o Brasil. </p>
<blockquote>
<p>“Nós somos favoráveis a aumentar a pena, então porque colocar na Lei Antiterrorista? Os prejuízos econômicos serão enormes, como já explicou o ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad. Um fundo da Arábia Saudita, que quer investir no país, às vezes tem cláusulas que não pode investir no país que tenha organizações terroristas”, justificou o parlamentar.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em seu parecer, o relator Guilherme Derrite argumenta que o risco de interferência estrangeira estaria afastado uma vez que o projeto não classificaria as facções como terroristas “em sentido estrito”.</strong>  </p>
<p>“Não se trata de classificar as organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas como organizações terroristas em sentido estrito, mas de reconhecer que certas práticas cometidas por essas estruturas produzem efeitos sociais e políticos equivalentes aos atos de terrorismo, justificando, portanto, um tratamento penal equiparado quanto à gravidade e às consequências jurídicas”, explicou.</p>
<p>O governo entende que essa justificativa não se sustenta, como explicou à <strong>Agência Brasil</strong> o secretário de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Mário Sarrubbo. </p>
<blockquote>
<p>“Para um país estrangeiro, não haverá distinção nenhuma nessa questão. Ou seja, o estrangeiro vai olhar e vai falar que estamos equiparando [criminoso] a terrorista. Vão dizer que o Brasil abriga grupos terroristas”, reafirma Sarrubbo.</p>
</blockquote>
<p>O líder do PP na Câmara, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), saiu em defesa do relator Guilherme Derrite e disse estar seguro que a Câmara chegará a um texto que agrade também ao governo.</p>
<p>“Nós estamos sendo extremamente corretos com o governo na maioria absoluta das matérias, e não será diferente desta vez. Teremos um deputado progressista que vai ser correto acima de tudo com o Brasil e vamos ter um relatório que possa chegar de forma a ser aprovado no plenário”, disse.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/governo-quer-mudancas-no-pl-antifaccao-em-relacao-pf-e-terrorismo</p>
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		<item>
		<title>Igualar facções a terrorismo prejudica inquéritos, diz relator de CPI</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-cpi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) argumenta que &#8220;simplesmente” equiparar as facções ao terrorismo pode prejudicar as investigações em curso, uma vez que o combate ao terrorismo é responsabilidade federal.   Em conversa com a Agência Brasil nesta sexta-feira (7), o senador falou sobre a expectativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) argumenta que &#8220;simplesmente” equiparar as facções ao terrorismo pode prejudicar as investigações em curso, uma vez que o combate ao terrorismo é responsabilidade federal.  <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-CPI.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-CPI.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em conversa com a <strong>Agência Brasil</strong> nesta sexta-feira (7), o senador falou sobre a expectativa com a CPI, sobre o papel das Forças Armadas no combate ao crime e avaliou que talvez seja necessário abrir exceções no teto de gastos para financiar a segurança pública.</p>
<blockquote>
<p>“A mera transformação de facção criminosa violenta em terrorismo vai fazer com que os processos criminais dessas ações migrem da Justiça estadual para federal e isso significa matar as investigações, jogar fora um conhecimento acumulado por profissionais qualificados por anos no combate ao crime grave”, destacou Vieira, que é delegado da Polícia Civil há 20 anos e está licenciado para exercer o mandato.</p>
</blockquote>
<p><strong>Vieira acrescentou, por outro lado, que é possível equiparar facções com terrorismo em relação ao tamanho e cumprimento das penas, mas “com os cuidados técnicos” para “não jogar fora todo um trabalho feito”.</strong></p>
<p>O senador defendeu que as Forças Armadas devem ter papel no controle das fronteiras e questionou a eficiência de operações de garantia da lei e da ordem feitas por militares.  </p>
<p>“É mais um exemplo de providências que não funcionam, não geram resultados e só servem para efeitos midiáticos. Nós tivemos várias oportunidades de intervenção das Forças Armadas em território urbano e os resultados foram mínimos e absolutamente temporários”, destacou o senador Alessandro.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>O parlamentar sergipano disse ainda não concordar com a convocação de líderes de facções pela CPI, como pedem alguns requerimentos. Segundo ele, isso poderia ajudar o próprio crime.  </strong></p>
<p>Ainda segundo o relator da CPI instalada nesta semana, as operações Carbono Oculto – que teve como alvo a lavagem de dinheiro do crime via postos de combustíveis – e a Contenção – que resultou no assassinato de 121 pessoas no Rio de Janeiro  &#8211; são complementares, tendo cada uma um papel no combate ao crime.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442296:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-se-cadastram-para-reconhecer-corpos-no-IML-do-Rio.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-se-cadastram-para-reconhecer-corpos-no-IML-do-Rio.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=442296 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=442296-->Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 &#8211; Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas após a Operação Contenção &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442296--></h6>
</p>
</div>
<h2>Confira a entrevista completa:</h2>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Qual é o principal &#8211; ou os principais &#8211; erros da política de segurança pública no Brasil para combater o crime organizado e como a CPI pode ajudar?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> A CPI vai viabilizar um diagnóstico completo. Com esse diagnóstico, daremos o encaminhamento de quais são as soluções que funcionam e aquelas que nunca funcionaram, embora sejam repetidas de tempos em tempos.</p>
<blockquote>
<p>Mas o que a gente pode apontar com muita clareza é a questão da insuficiência do financiamento, a ausência de planejamento e a ausência de continuidade na política de segurança.</p>
</blockquote>
<p>Porque a política de segurança, ela leva um tempo para poder gerar resultado consistente. Ela custa muito dinheiro, ela exige uma vontade política firme no sentido de combater o crime. Esses são os pontos principais.</p>
<p>A questão da falta de integração entre as forças também é um ponto relevante, mas esses que eu citei antes me parecem mais importantes. Ouvindo os profissionais e ouvindo os especialistas, a gente, muito provavelmente, vai chegar a essas conclusões.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Como encontrar dinheiro para segurança pública com as atuais regras fiscais que limitam os gastos da União e dos estados?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Da mesma forma como a gente acha espaço para todo gasto que a política considera importante. Um país que gasta R$ 5 bilhões para financiar a sua eleição, ele tem dinheiro, seguramente tem dinheiro para financiar a defesa da vida, do patrimônio, da segurança do cidadão. É uma questão de definição política.</p>
<p>Com a CPI, esperamos conseguir juntar um volume de dados e de força política que viabilize, finalmente, a construção de um plano nacional de segurança pactuado entre estados, municípios e União, suficientemente financiado e estável para que ele tenha uma continuidade e gere os resultados que o Brasil precisa.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>O recurso poderia ficar por fora da meta fiscal do teto de gastos?</p>
<p><strong>Senador Alessandro: </strong>O formato vai ser definido. A primeira resposta não é essa. A primeira pergunta é qual é o volume necessário. O que a gente precisa fazer para gerar uma mudança significativa? A partir daí, viabilizar os espaços fiscais, seja com redirecionamento de recursos, que é sempre o ideal, seja com afastamento de algum limite específico de regra fiscal, desde que seja de forma pontual e técnica. Já fizemos isso dezenas de vezes.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Qual sua avaliação sobre o debate de se rotular, ou não, essas facções e milícias como terroristas?</p>
<p><strong>Senador Alessandro: </strong>Tecnicamente falando, e não há divergência nisso, não são organizações terroristas, porque o terrorismo pressupõe um componente religioso, ideológico ou político. Essas facções têm como objetivo o lucro, o dinheiro.</p>
<blockquote>
<p>Mas é possível sim você avançar em alguma proposta de equiparação para fins de pena, cumprimento de pena, mas com os cuidados técnicos necessários para não jogar fora todo um trabalho feito.</p>
</blockquote>
<p>Porque a mera transformação de facção criminosa violenta em terrorismo vai fazer com que os processos criminais dessas ações migrem na Justiça estadual para federal e isso significa matar as investigações, jogar fora um conhecimento acumulado por profissionais qualificados por anos no combate ao crime grave.</p>
<p>Nada feito na correria é solução. Existem bons caminhos e bons projetos que já estão no Senado e na Câmara. A gente vai tentar ajudar os colegas a fazerem essa peneira. Criar uma lógica processual, não dá para ser uma colcha de retalhos, e dentro de uma lógica que tem consenso.</p>
<p>Podemos agravar muito as penas desse tipo de criminoso, mais ainda das suas lideranças, endurecer o cumprimento de pena.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> No <a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2793/mna/planos-de-trabalho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">plano de trabalho</a>, o senhor cita a contribuição das Forças Armadas para atuarem nas fronteiras e rotas utilizadas pelo tráfico. Qual o papel dos militares no combate ao crime?  </p>
<p><strong>Senador Alessandro:  </strong>Precisamos, primeiro, ouvir os profissionais das Forças Armadas. O Ministro da Defesa já foi convidado, mas o desenho constitucional brasileiro e aquilo que efetivamente funciona aponta para a necessidade da atuação das Forças Armadas na região de fronteira.</p>
<p>As Forças Armadas, só muito excepcionalmente, e com duração muito delimitada, podem ter papel numa atuação de GLO [Garantia da Lei e da Ordem] numa cidade, metrópole ou comunidade.</p>
<p>Esse é mais um exemplo de providências que não funcionam, não geram resultados e só servem para efeitos midiáticos. Nós tivemos várias oportunidades de intervenção das Forças Armadas em território urbano e os resultados foram mínimos e absolutamente temporários.</p>
<blockquote>
<p>Se em contrapartida eu consigo, em parceria das forças de segurança, com as Forças Armadas, restringir o acesso de armas e drogas pelas nossas fronteiras, eu impacto diretamente o crime organizado, eu aumento o custo deles, reduzo a atratividade daquilo e reduzo, por consequência, a criminalidade. Então, cada um no seu quadrado, com liderança política da União e integração.</p>
</blockquote>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Quando foi apresentado o plano de trabalho, o senhor destacou a necessidade de dar atenção especial para a penetração do crime organizado nos mercados legais. Por que isso é importante? </p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Porque há um avanço muito acelerado do crime organizado em segmentos da economia formal. O que chamou mais atenção recentemente foi o segmento dos combustíveis e seus derivados. Mas isso acontece em outras áreas da economia formal.</p>
<p>A gente precisa criar, primeiro, a mesma dinâmica de levantamento dos dados, a oitiva dos profissionais que trabalham no segmento e o encaminhamento de soluções. Em alguns casos, vão ser soluções legislativas, criando mais travas para esse acesso do crime organizado ou diminuindo o interesse potencial do crime organizado por esse segmento.</p>
<p>Tenho projetos apresentados, há um ano talvez, na área de combustíveis para tentar fechar a porta da lavagem de dinheiro com o uso de postos de gasolina. A gente vai conseguir avançar em medidas desse tipo, protegendo a economia formal, a economia lícita, e inviabilizando os diversos mecanismos de lavagem de dinheiro que hoje são utilizados.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Qual seria a melhor forma de reduzir o poder econômico e militar dessas organizações criminosas no Brasil?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Uma série de ações, não tem uma bala de prata, uma série de ações que se complementam. Muita gente comparou a Operação Carbono Zero e a Operação Contenção.</p>
<p>São operações totalmente diversas, incomparáveis, mas que se conectam. Porque eu tenho que descapitalizar o crime, combater a lavagem de dinheiro, identificar e prender esses operadores e fechar essas portas de passagem de dinheiro sujo.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, tenho que retomar o território que hoje é ocupado pelo crime. Essa retomada do território exige o uso da violência pelo Estado. Não dá para comparar uma coisa com a outra, elas se complementam.</p>
<blockquote>
<p>A atividade de segurança pública é complexa, embora não seja segredo para ninguém, a gente sabe o que funciona e o que não funciona, mas ela tem todas essas camadas. Quando o traficante é descapitalizado com a apreensão de drogas, ele incide no roubo. Ele é bandido, ele quer dinheiro fácil, ele não para. Ele só para preso.</p>
</blockquote>
<p>Você tinha 2,5 mil homens da polícia do Rio de Janeiro no morro, num confronto violento que teve 120 mortos, e dentro do presídio, no mesmo Rio de Janeiro, a mesma facção determinava ações de retaliação ou de diversionismo pelo Estado, pela cidade do Rio de Janeiro. Isso mostra uma falência na gestão de um ponto fundamental e que está no nosso plano de trabalho, que é o sistema prisional.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O senhor apoia convocar chefes de organizações criminosas presos, conforme pedem requerimentos do senador Marcos do Val? Por quê?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Não tem meu apoio, mas a CPI é um colegiado. A gente vai ouvir os colegas de forma respeitosa e pedir que eles expliquem qual é o objetivo de uma oitiva dessa natureza.</p>
<p>Não há por que dar espaço, palco, microfone para bandido quando se tem já prévia consciência de que esse bandido não vai trazer nenhuma informação relevante que favoreça o combate ao crime. Ele vai usar esse espaço para tentar fortalecer o crime.</p>
<p>Então a gente tem que ter essa clareza, a gente vai respeitosamente ouvir o autor do requerimento, mas vai encaminhar a votação contrária porque é improdutivo e prejudicial para os interesses do Brasil.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/igualar-faccoes-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-cpi</p>
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		<title>Governo é contra equiparar facções ao terrorismo, diz Gleisi Hoffmann </title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 22:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[diz]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta quarta-feira (5) que o governo é “terminantemente contra” o projeto de lei que equipara facções criminosas ao terrorismo.  “O terrorismo tem objetivo político e ideológico e, pela legislação internacional, dá guarida para que outros países possam fazer intervenção no nosso país. Nós não concordamos com isso”, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta quarta-feira (5) que o governo é “terminantemente contra” o projeto de lei que equipara facções criminosas ao terrorismo</strong>. <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Governo-e-contra-equiparar-faccoes-ao-terrorismo-diz-Gleisi-Hoffmann.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Governo-e-contra-equiparar-faccoes-ao-terrorismo-diz-Gleisi-Hoffmann.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“O terrorismo tem objetivo político e ideológico e, pela legislação internacional, dá guarida para que outros países possam fazer intervenção no nosso país. Nós não concordamos com isso”, disse, em entrevista. </p>
</blockquote>
<p>O Projeto de Lei 1.283/2025, de autoria do deputado federal Danilo Forte (União Brasil-CE), que equipara as facções ao terrorismo, tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.</p>
<p><strong>Gleisi lembrou que o governo já mandou para o Congresso um projeto de lei que traz bastante rigor para o combate às facções, além da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública que, segundo ela, “está dormitando há seis meses” na Câmara dos Deputados</strong>.   </p>
<p>“A Câmara não deu encaminhamento. Está na comissão especial e espero que o relator realmente apure seu relatório para que a gente aprove o mais breve possível para nos dar condições de fazer operações integradas”, disse a ministra. </p>
<p><strong>O projeto de Lei Antifacção foi enviado pelo governo ao Congresso Nacional na semana passada, em regime de urgência</strong>. A proposta inclui o agravamento da pena para lideranças e integrantes de organizações criminosas.</p>
<p>Já a PEC da Segurança Pública foi enviada em abril pelo governo para análise dos parlamentares. O texto busca desburocratizar e dar maior eficiência ao trabalho das autoridades no combate às organizações criminosas, inclusive por meio da aproximação de entes federativos com o governo federal.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/governo-e-contra-equiparar-faccoes-ao-terrorismo-diz-gleisi-hoffmann</p>
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