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		<title>Sem Censura estreia nova temporada nos 40 anos do programa</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 19:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A apresentadora Cissa Guimarães começa nesta segunda-feira (7) a nova temporada do programa de entrevistas e debates que está na programação da TV pública brasileira há quatro décadas. O Sem Censura terá sua segunda temporada com a nova apresentadora, completando 40 anos desde a estreia, na antiga TVE do Rio de Janeiro, depois incorporada pela TV Brasil. O [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A apresentadora Cissa Guimarães começa nesta segunda-feira (7) a nova temporada do programa de entrevistas e debates que está na programação da TV pública brasileira há quatro décadas.</strong> O Sem Censura terá sua segunda temporada com a nova apresentadora, completando 40 anos desde a estreia, na antiga TVE do Rio de Janeiro, depois incorporada pela <strong>TV Brasil</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Sem-Censura-estreia-nova-temporada-nos-40-anos-do-programa.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Sem-Censura-estreia-nova-temporada-nos-40-anos-do-programa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O programa vai manter a programação de todas as tardes, segunda a sexta, das 16h às 18h, na <strong>TV Brasil</strong>. <strong>Com quadro fixo de debatedores que se revezam ao longo dos dias, o programa recebe artistas, músicos, jornalistas, sociólogos, psicólogos, sempre debatendo temas do momento.</strong> Às sextas, o programa sempre tem uma apresentação musical que deixa o programa ainda mais atraente.</p>
<p>“Essa estreia da nova temporada do Sem Censura será uma festa. Não só a abertura como a temporada inteira. Teremos debates importantes, diversão, alegria e estou muito feliz de voltarmos a nos encontrar todos os dias à tarde”, comemora a apresentadora Cissa Guimarães. “Vida longa ao Sem Censura!”</p>
<p>&#8220;O Sem Censura é um dos programas mais tradicionais da <strong>TV Brasil</strong>, teve importância na redemocratização do país e agora vive um novo momento, juntamente com a EBC&#8221;, afirma o diretor-presidente da EBC, Jean Lima.</p>
<p>&#8220;Foi muito especial dar o pontapé inicial das comemorações dos 40 anos do Sem Censura na Bahia. Para mim é uma honra ser responsável pela volta do Sem Censura, com a Cissa Guimarães, e poder construir esta efeméride em 2025. Completar quatro décadas na TV brasileira não é pra qualquer um&#8221;, afirma a diretora de Conteúdo e Programação, Antonia Pellegrino.</p>
<h2>Grandes apresentadoras</h2>
<p>O Sem Censura faz parte da programação da TV Brasil desde 1985, quando estreou no dia 1º de julho na então TV Educativa do Rio de Janeiro, com Tetê Muniz como apresentadora. A produção ficou mais conhecido com o rosto de Leda Nagle na bancada, que apresentou o programa de 1996 a 2016. A atração promovia debates sobre temas variados e era diária, passando a ser semanal desde 2021, e retornou repaginada em 2024 com Cissa Guimarães como titular.</p>
<p>Idealizado pelo jornalista Fernando Barbosa Lima no período da reabertura política, o Sem Censura também foi apresentado por profissionais como Gilsse Campos, Lúcia Leme, Claudia Cruz, Beth Camarão, Marcia Peltier, Liliana Rodriguez, Eliana Monteiro, Carla Ramos, Vera Barroso e Marina Machado.</p>
<h2>Retorno do programa</h2>
<p>Clássico da televisão brasileira, o Sem Censura reestreou na grade do canal público há quase um ano, em fevereiro de 2024. Sob apresentação de Cissa Guimarães, o programa tem novos quadros, debatedores, entrevistas e participações musicais.</p>
<p>A produção resgatou pontos clássicos como a bancada em formato semicírculo, mas de forma repaginada, com a apresentadora ao centro. A trilha sonora que marcou as tardes está em um ritmo mais popular. A identidade visual também foi reformulada, com elementos mais jovens e conectados ao universo digital.</p>
<p>Agora o programa segue para sua segunda temporada com a apresentadora Cissa Guimarães.</p>
<h2>Debatedores e mais cultura</h2>
<p>O Sem Censura trouxe de volta no ano passado a presença dos debatedores fixos, que se revezam a cada edição. A produção reúne nomes como o psicólogo e carnavalesco Milton Cunha; os humoristas Dada Coelho e Fernando Caruso; a atriz e apresentadora, Luana Xavier; o educador Social Jota Marques; e a jornalista cultural e radialista Fabiane Pereira; e a jornalistas da <strong>TV Brasil</strong> Marília Arrigoni.</p>
<p>Eles se alternam na atração com outros profissionais que trabalham na emissora como a jornalista e apresentadora Katy Navarro, que já comandou o programa em outras oportunidades; e o jornalista e influenciador digital, Murilo Ribeiro, o Muka.</p>
<p>Com direção geral de Bruno Barros, que também já esteve na apresentação do Sem Censura em outras temporadas, o <strong>programa retoma a vocação de ser um espaço de divulgação da produção cultural brasileira e referência para novos artistas.</strong></p>
<p>Todas as sextas-feiras, o Sem Censura reúne atrações musicais que se apresentam no palco e fazem um tributo a grandes personalidades. Simone, Sandra Sá, Gal Costa, Beth Carvalho e Elis Regina foram algumas das estrelas homenageadas. A direção artística do programa é de Leila Maia.</p>
<p>O <em>Sem Censura</em> tem exibição simultânea pelo <a href="https://www.youtube.com/@tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> da emissora e pelo aplicativo <a href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">TV Brasil Play</a>. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv." target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">WebTV</a>: </p>
<p>A interatividade está presente com a hashtag #semcensura nas redes sociais. O público também pode participar pelo WhatsApp (21) 99903-5329. Cissa Guimarães lê e comenta as mensagens, enquanto os convidados respondem às perguntas enviadas.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/sem-censura-estreia-nova-temporada-nos-40-anos-do-programa</p>
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		<title>Semana do Pescado quer criar nova temporada de consumo no 2º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2022 00:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor produtivo nacional realiza Semana do Pescado 2022 no período de 1º a 15 de setembro, uma campanha de incentivo ao consumo de peixes, moluscos e crustáceos. Idealizado pelo extinto Ministério da Pesca e Aquicultura, o evento pretende movimentar todas as regiões do país e envolverá supermercados, restaurantes, feiras livres e pontos de atacado e varejo, oferecendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor produtivo nacional realiza Semana do Pescado 2022 no período de 1º a 15 de setembro, uma campanha de incentivo ao consumo de peixes, moluscos e crustáceos. Idealizado pelo extinto Ministério da Pesca e Aquicultura, o evento pretende movimentar todas as regiões do país e envolverá supermercados, restaurantes, feiras livres e pontos de atacado e varejo, oferecendo espaços gastronômicos abertos para a população.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Altemir Gregolin, membro da Coordenação Nacional do evento e presidente do Congresso Internacional do Peixe (IFC Brasil, do nome em inglês), disse que o objetivo da 19ª Semana do Pescado é estimular o consumo e criar uma segunda Quaresma, ou seja, uma nova temporada de consumo de pescado no segundo semestre. “No primeiro semestre, nós temos a Semana Santa e, no segundo semestre, o objetivo é criar uma nova temporada e, com isso, estimular o consumo, que seja uma prática cotidiana das pessoas, porque é mais saúde e, havendo mais consumo, estimula a produção em um país que tem um potencial gigante”.</p>
<p>A Semana do Pescado será lançada no dia 1º de setembro, durante a quarta edição do IFC Brasil, que ocorrerá em Foz do Iguaçu, no Paraná. A comissão organizadora elaborou uma agenda de trabalhos que consiste em envolver todos os setores ligados à cadeia produtiva pesqueira e aquícola; renovar a marca da campanha; movimentar as redes sociais oficiais da Semana do Pescado; promover reuniões e encontros; entre outras ações.</p>
<p><strong>Produção</strong></p>
<p>Levantamento da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) revela que o Brasil produziu, no ano passado, 841.005 toneladas de peixes de cultivo (tilápia, peixes nativos e outras espécies), gerando receita de R$ 8 bilhões. O resultado representa crescimento de 4,7% sobre a produção de 2020 (802.930 toneladas). Em seis anos, esse mercado acumula aumento de 45,4%. A tilápia é a cadeia da piscicultura que mais cresce.</p>
<p>No conjunto da pesca e aquicultura, o Brasil produz 1,6 milhão de toneladas, com faturamento em torno de R$ 20 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias dos Pescados (Abipesca). A expectativa dos coordenadores da 19ª Semana do Pescado é ampliar esses números. Gregolin esclareceu que um quilo de peixe por habitante/ano significa 213 mil toneladas, considerando a população do país. “Se a gente transformar isso em peixe vivo, há necessidade em torno de 500 mil toneladas de produção, com aumento de um quilo no consumo por habitante por ano de pescado processado. Nós temos o privilégio de ter um mercado gigante e, portanto, estimular o mercado interno é fundamental”.</p>
<p>Na média, o consumo atual de pescado no Brasil atinge 10 quilos por habitante ao ano, ainda abaixo do recomendado, que são 12 quilos por habitante/ano, e distante da média mundial de 20,2 quilos por habitante/ano. O presidente do IFC Brasil reconheceu que a população brasileira tem muitas outras opções, como frango e carnes bovina e suína, que muitos países não têm. “Então, o pescado disputa o mercado com essas outras proteínas”.</p>
<p><strong>Potencial</strong></p>
<p>Gregolin diz acreditar, entretanto, no potencial do consumo de pescado crescer no Brasil. “Temos um potencial grande, porque é a proteína mais saudável, porque a gente está crescendo muito na organização da cadeia, tendo, portanto, mais competitividade. O setor está sendo mais eficiente, reduzindo custo da produção, reduzindo o preço final para o consumidor, aumentando a produção nacional. Então, o setor produtivo tem, cada vez mais, melhores preços, melhor qualidade”. Gregolin, que é ex-ministro da Pesca e Aquicultura, reiterou que pescado é saúde, é a proteína mais saudável. “Por isso é a proteína mais consumida e mais comercializada no mundo”. Os países asiáticos são os maiores consumidores de peixe, liderados pelo Japão, onde o consumo por indivíduo alcança mais de 60 quilos por ano.</p>
<p>Na última edição da Semana do Pescado, no ano passado, o segmento alcançou 30% de aumento no consumo em relação à edição de 2020.</p>
<p><strong>Desempenho</strong></p>
<p>O Paraná é o líder nacional de produção de peixes, com 172 mil toneladas em 2020 contra 154,2 mil toneladas no ano anterior. Um dos grandes destaques no estado é a tilápia, que cresceu 11,5%. Uma explicação para o excelente resultado é o desempenho cooperativista, com incentivos à produção.</p>
<p>Em segundo lugar, aparece São Paulo, com crescimento de 6,9% em 2020. De acordo com a Coordenação Nacional da Semana do Pescado, o que explica esse avanço é a regulamentação ambiental registrada nos últimos dois anos, além do fato de São Paulo ser um grande centro consumidor, o que atrai investimentos.</p>
<p>O bom desempenho dos peixes nativos coloca Rondônia na terceira posição no ranking produtor, mesmo tendo sofrido queda de 4,8% em 2020. O volume produzido de 65,5 mil toneladas ainda é bem acima do quarto colocado que é Santa Catarina, cuja produção cresceu 3% e atingiu 51,7 mil toneladas.</p>
<p><strong>Pesca Extrativista</strong></p>
<p>Principal representante do setor de pescado no Brasil, a Abipesca processa mais de 400 espécies de pescado, gerando cerca de 10 mil empregos diretos e 6 mil indiretos. São exportados a cada ano mais de US$ 400 milhões, com expansão de 10% na taxa anual de vendas ao exterior.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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