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	<title>Tebet - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Tebet - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Queda no preço dos alimentos pode levar à redução dos juros, diz Tebet</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 21:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Principal fator que tem pressionado a inflação nos últimos meses, os preços dos alimentos começarão a cair nos próximos 60 dias, disse nesta quarta-feira (2) a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. Segundo ela, o recuo pode abrir espaço para a queda dos juros no segundo semestre, sem desrespeitar a autonomia do Banco Central [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Principal fator que tem pressionado a inflação nos últimos meses, os preços dos alimentos começarão a cair nos próximos 60 dias, disse nesta quarta-feira (2) a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.</strong> Segundo ela, o recuo pode abrir espaço para a queda dos juros no segundo semestre, sem desrespeitar a autonomia do Banco Central (BC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Queda-no-preco-dos-alimentos-pode-levar-a-reducao-dos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Queda-no-preco-dos-alimentos-pode-levar-a-reducao-dos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Falta combatermos de forma mais eficiente a inflação. Sei que vamos conseguir. Daqui a 60 dias, quem sabe, a diminuição no preço dos alimentos&#8230; Quem sabe, porque o Banco Central é autônomo, possamos diminuir os juros no segundo semestre”, declarou Tebet em evento para comemorar os 60 anos do BC.</p>
</blockquote>
<p>A declaração da ministra foi o momento mais aplaudido durante o evento do Banco Central. <strong>Tebet, no entanto, reconheceu que a elevação de tarifas comerciais pelos Estados Unidos poderá dificultar o controle da inflação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Temos muitas questões num mundo tão complexo. O mundo está em transformação. Estamos com fatores além-mar, com medidas além-mar, que poderão impactar inflação mundial e brasileira”, declarou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>Após o evento, Tebet disse que o efeito das medidas de Trump sobre a inflação brasileira pode ser reduzido por causa da diversificação dos parceiros comerciais do Brasil e da diversificação dos produtos exportados pela agroindústria.</p>
<p><strong>Tebet também defendeu a revisão de incentivos fiscais para garantir o cumprimento das metas para as contas públicas. </strong></p>
<p>“Os gastos tributários [incentivos fiscais do governo], essa é uma questão que precisa ser colocada na mesa quando falamos de fiscal. Temos uma renúncia de quase R$ 600 bi. Algumas se sustentam horizontalmente, beneficiando toda a economia. Algumas se sustentam verticalmente, beneficiando alguns. E outras [renúncias] precisam ser revistas”, disse a ministra.</p>
<h2>Preços pressionados</h2>
<p>Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na semana passada, o Banco Central destacou que os preços dos alimentos se mantêm elevados e tendem a se propagar para outros preços no médio prazo, “em virtude da presença de importantes mecanismos inerciais [repasses de inflação passada para os preços] da economia brasileira”.</p>
<p>No Relatório de Inflação, divulgado na última quinta-feira (27), a autoridade monetária avaliou que os preços ao consumidor devem continuar com variações mensais elevadas nos próximos meses. Segundo o documento, a inflação acumulada em 12 meses deve permanecer em torno de 5,5%, acima do intervalo de tolerância da meta,  que é de 4,5%.</p>
<blockquote>
<p>“Os preços da alimentação no domicílio devem seguir pressionados, mesmo com alguma moderação em alimentos industrializados em comparação aos últimos meses. Alimentos in natura, que tiveram variações relativamente baixas no período recente, devem apresentar evolução mais próxima ou acima da sazonalidade”, destacou o último Relatório de Inflação.</p>
</blockquote>
<h2>Haddad</h2>
<p>Também presente ao evento, <strong>o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a boa vontade e a estabilidade na troca de comando entre o ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o atual presidente, Gabriel Galípolo.</strong> Segundo o ministro, a valorização das instituições é essencial para vencer o que chamou de má polarização.</p>
<blockquote>
<p>“Se não tivermos uma visão institucional, dificilmente vamos vencer a má polarização da política. A má polarização é quando a tensão entre os pólos impede uma agenda de Estado. Quando não se consegue construir projeto de país que, numa democracia, vai passar por uma alternância de poder”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<h2>Câmara e Senado</h2>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enumerou parcerias recentes entre o Banco Central e o Congresso Nacional para modernizar a legislação de política monetária. Ele citou como marcos nos últimos 60 anos, a aprovação das legislações que aperfeiçoaram as regras de supervisão bancária, criaram o Comitê de Política Monetária e modernizou os meios de pagamento. “Juntos, de forma democrática, aprimoramos o arcabouço regulatório”, declarou</p>
<p><strong>A principal contribuição, ressaltou Motta, foi a aprovação da lei que garante a autonomia do BC desde 2021. </strong></p>
<blockquote>
<p>“É inegável que essa lei representou um avanço de grande importância para o país, pois permitiu que a autoridade monetária exercesse sua missão com maior previsibilidade e segurança institucional, protegida de interferências políticas e com credibilidade junto à sociedade e aos mercados”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a autonomia do BC garantiu transparência na gestão e compromisso com o desenvolvimento sustentável.</p>
<blockquote>
<p>“A trajetória de confiança se deve à parceria sólida [do BC] com o Congresso Nacional. Uma relação de respeito mútuo e de responsabilidade institucional. A autonomia do BC tem sido reconhecida como marco decisivo para a estabilidade da economia. Fortaleceu a condução da política monetária, com mais previsibilidade nas decisões. Compromisso do BC com gestão transparente e voltada para o desenvolvimento sustentável do país”, comentou.</p>
</blockquote>
<h2>Selo comemorativo</h2>
<p>No evento, o Banco Central e os Correios lançaram o selo institucional em comemoração aos 60 anos da autoridade monetária. O BC também anunciou um programa de entrevistas entre Galípolo e ex-presidentes do BC, com episódios a serem transmitidos às quintas-feiras no Youtube.</p>
<p>A comemoração reuniu ministros, parlamentares e ex-presidentes do BC. Entre as pessoas presentes, estavam:</p>
<ul>
<li>•     Davi Alcolumbre, presidente do Senado;</li>
<li>•     Hugo Motta, presidente da Câmara;</li>
<li>•     Fernando Haddad, ministro da Fazenda;</li>
<li>•     Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego;</li>
<li>•     Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento;</li>
<li>•     Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública;</li>
<li>•     Jaques Wagner (PT-BA), líder do Governo no Senado;</li>
<li>•     Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda;</li>
<li>•     Gustavo Guimarães, secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento.</li>
</ul>
<p>Os ex-presidentes que prestigiaram o aniversário de 60 anos do BC foram os seguintes:</p>
<ul>
<li>•     Wadico Bucchi;</li>
<li>•     Pedro Malan;</li>
<li>•     Gustavo Loyola;</li>
<li>•     Gustavo Franco;</li>
<li>•     Armínio Fraga;</li>
<li>•     Henrique Meirelles;</li>
<li>•     Alexandre Tombini,</li>
<li>•     Ilan Goldfajn;</li>
<li>•     Roberto Campos Neto.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/queda-no-preco-dos-alimentos-pode-levar-reducao-dos-juros-diz-tebet</p>
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		<title>Tebet diz que preço dos alimentos vai baixar nos próximos 60 dias</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 16:30:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os preços dos alimentos devem baixar já nos próximos 60 dias, graças às medidas que vêm sendo adotadas pelo governo federal. A afirmação foi feita nesta terça-feira (25) pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A ministra do Planejamento, Simone [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os preços dos alimentos devem baixar já nos próximos 60 dias, graças às medidas que vêm sendo adotadas pelo governo federal. A afirmação foi feita nesta terça-feira (25) pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, durante o programa<strong> Bom Dia, Ministra, </strong>produzido pela<strong> Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Tebet-diz-que-preco-dos-alimentos-vai-baixar-nos-proximos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Tebet-diz-que-preco-dos-alimentos-vai-baixar-nos-proximos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Tebet-diz-que-preco-dos-alimentos-vai-baixar-nos-proximos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 25/03/2025 - A ministra do Planejamento, Simone Tebet, participa do programa Bom Dia, Ministra. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta">A ministra do Planejamento, Simone Tebet, participa do programa Bom Dia, Ministra. Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=418486--></h6>
</p>
</div>
<p>De acordo com Tebet, a<strong> alta de preços se deve a fatores como mudanças climáticas e quebras de safra, inclusive em outros países produtores</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Os alimentos que mais subiram são aqueles produtos que são mais caros para o coração ou para o paladar do povo brasileiro, que é o ovo, o café”, disse Tebet. Mas na safra do ano que vem teremos alívio. O agronegócio brasileiro esse ano vem muito forte e dará, inclusive, sustentabilidade ao nosso PIB. Ouso dizer que vamos crescer acima das projeções que nós mesmos estamos fazendo, porque teremos uma safra muito forte que vai ajudar no crescimento, na geração de emprego e renda e no barateamento dos alimentos”, argumentou.</p>
</blockquote>
<h2>Medidas</h2>
<p>Segundo a ministra, o governo tem adotado “as medidas certas, na medida certa”, para, no futuro, conseguir baixar o preço dos alimentos.</p>
<blockquote>
<p>“Seria muito perigoso segurar o preço agora para, depois de seis meses ou um ano, o preço explodir”, complementou ao garantir que “em 60 dias, os preços começam a cair no supermercado”.</p>
</blockquote>
<p>Entre as medidas elogiadas pela ministra estão algumas implementadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, visando a desburocratização de regras de comercialização de alguns produtos, como ovo, entre diferentes unidades federativas, sem a necessidade de um selo nacional. Bastaria, segundo a ministra, a apresentação, por exemplo, de um selo local.</p>
<h2>Estados</h2>
<p><strong>Simone Tebet diz que os estados podem e devem colaborar para viabilizar uma queda no preço dos alimentos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Alguns estados não têm isenção de imposto dos ICMS na cesta básica. Tudo bem que não possa fazer pelo ano inteiro, porque isso impacta nas contas deles. Mas nada impede de darem [por um período específico] essa isenção, apertando o cinto. É o que a gente faz, aqui, com os gastos públicos. Com ajustes, cortes de supérfluos, combate a erros e fraudes. É conter do lado que não não precisa, para ter do lado que precisa”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/tebet-diz-que-preco-dos-alimentos-vai-baixar-nos-proximos-60-dias</p>
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		<title>Tebet diz que alto valor de emendas dificulta fechamento de contas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:57:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, disse, nesta terça-feira (25), em Brasília, que emendas parlamentares são ferramentas para o exercício da democracia, mas que, dependendo da forma como elas são conduzidas, podem inviabilizar políticas públicas consideradas essenciais para o país. Ela afirmou que se deve levar em conta o fato de que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, disse, nesta terça-feira (25), em Brasília</strong>, que emendas parlamentares são ferramentas para o exercício da democracia, mas que, dependendo da forma como elas são conduzidas, podem inviabilizar políticas públicas consideradas essenciais para o país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Tebet-diz-que-alto-valor-de-emendas-dificulta-fechamento-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Tebet-diz-que-alto-valor-de-emendas-dificulta-fechamento-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Ela afirmou que se deve levar em conta o fato de que é o Executivo o poder com maior capacidade de enxergar o país em sua totalidade</strong>. “Os parlamentares também têm uma visão de país, mas, em geral, ela é muito específica do local por onde foram eleitos”, argumentou Tebet durante o programa Bom dia, Ministra, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>. </p>
<h2>Democracia</h2>
<p>“<strong>As emendas são uma forma de se fazer democracia, dividindo atribuições com parlamentares. Mas elas precisam de limites no conteúdo e na forma</strong>”, afirmou a ministra em meio a críticas sobre os altos valores de recursos destinados a emendas parlamentares por meio do Orçamento secreto.</p>
<p>Segundo Simone Tebet, as emendas, atualmente,<strong> têm mais transparência</strong>. “Mas ainda não chegamos no nível de transparência que precisamos, no entendimento do STF [Supremo Tribunal Federal] e da população”, acrescentou ao alertar sobre os riscos que grandes volumes de recursos para emendas parlamentares podem implicar para as contas públicas.</p>
<p>Acrescentou que “ainda temos um grande problema para o futuro do Brasil a ser pensado com relação às emendas parlamentares. Sou e sempre fui a favor de emendas parlamentares, mas elas [as emendas] não podem ser feitas de uma ordem que vá impedir, no futuro, que políticas essenciais para o Brasil sejam feitas de forma planejada e organizada”, disse ela ao defender que quem tem a visão do todo do país é o Poder Executivo federal.</p>
<p>Simone Tebet explicou que quase metade do Orçamento livre fica nas mãos do Congresso Nacional, na forma de emendas, e que apenas os outros 50%, destinados a investimentos públicos, ficam com o governo federal. “As contas, assim, não fecham. Não será possível atender todas as necessidades dessa forma”, alertou a ministra.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p><strong>Acrescentou que houve recentemente avanços com relação às emendas que passaram a ter mais transparência e rastreabilidade</strong>. “Mas o valor, o montante [isso] é muito pesado. Não é assim em lugar nenhum do mundo”, argumentou.</p>
<p><strong>“Temos mais ou menos R$ 200 bilhões livres, descontadas as despesas obrigatórias, para investimentos no Brasil. Mas temos ainda uns descontos relacionados a pisos da educação e da saúde, a serem retirados disso. Baixa então para algo em torno de R$ 140 bilhões”, acentuou.</strong></p>
<p>“<strong>Quando vemos que R$ 60 bilhões desse valor serão para emendas parlamentares, vemos que é exatamente o valor para o PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. Então, o que sobra para investir no Brasil [soma] R$ 60 bilhões. Exatamente o valor que o Congresso está levando em emendas esse ano”, acrescentou ao defender que o assunto seja debatido com “toda honestidade e serenidade, sem polarização nem politização”</strong>, finalizou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/tebet-afirma-que-alto-valor-de-emendas-dificulta-fechamento-de-contas</p>
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