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	<title>sustentável - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Cidades melhoram Índice de Desenvolvimento Sustentável em 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 18:56:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) de 2025, divulgado nesta quarta-feira (15), em Brasília, revela uma melhora na média do país, que este ano subiu para 49,9 pontos em uma escala de zero a 100. O número deixa o país ainda em uma classificação baixa, mas revela uma melhoria em relação a 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) de 2025, divulgado nesta quarta-feira (15), em Brasília, revela uma melhora na média do país, que este ano subiu para 49,9 pontos em uma escala de zero a 100.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cidades-melhoram-Indice-de-Desenvolvimento-Sustentavel-em-2025.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cidades-melhoram-Indice-de-Desenvolvimento-Sustentavel-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O número deixa o país ainda em uma classificação baixa, mas revela uma melhoria em relação a 2024, quando a média era de 46,7.</p>
<blockquote>
<p>“Isso é uma grande notícia para o país. Onde vivem 90% da população brasileira nós estamos conseguindo ter uma inflexão, pela primeira vez em dez anos. Isso não significa que não tenha cidades que melhoraram nesse período de dez anos, mas na média”, destaca Jorge Abrahão, diretor-presidente do Instituto Cidades Sustentáveis.</p>
</blockquote>
<p><strong>O índice mede avanços e desafios a serem enfrentados pelos municípios brasileiros para erradicar a pobreza e proteger o planeta, a partir de 100 índices nacionais para o acompanhamento da evolução dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A partir dessa medição, os municípios são classificados em cinco níveis: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto.</strong></p>
<p>Em 2025, houve uma melhoria com mais cidades passando a classificação média, de forma que 47% ficaram com esse percentual, frente a 45,7% das cidades que permaneceram com classificação baixa. Em 2024, 51,3% das 5.570 cidades analisadas apresentaram nível baixo na classificação.</p>
<p>Este ano, nenhuma cidade brasileira atingiu o nível muito alto, mas 3% das cidades receberam a classificação alta e 3,8% aparecem com a classificação muito baixa.</p>
<p><strong>De acordo com Abrahão, os números ainda apontam uma grande desigualdade territorial no país. “A gente observa que o Norte e o Nordeste do país têm grandes desafios”, sustenta.</strong></p>
<p>Os índices podem ser consultados por meio de uma plataforma na internet, que permite a consulta por cidade, além de disponibilizar um ranking e um mapa interativo com diferentes recortes, como por ODS, estado ou bioma.</p>
<p>Entre as maiores cidades do país, São José do Campos (SP), São Paulo e Brasília aparecem com os maiores níveis de desenvolvimento sustentável, com pontuações de 58,3; 57,9 e 57,6 respectivamente. Os piores índices são de Belém, Maceió e São Luís, com pontuações de 40,1; 41,7 e 42,2 respectivamente.</p>
<blockquote>
<p>“Assim a gente consegue avançar para ter esse olhar sobre as cidades, como elas estão e como a gente consegue estimular essa troca entre as cidades”, argumenta.</p>
</blockquote>
<h2>Agenda 2030</h2>
<p>Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são parte de um plano de ação criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com metas que buscam a erradicação da pobreza, proteger o meio ambiente e garantir a segurança climática em uma Agenda 2030.</p>
<p>No lançamento do IDSC-BR de 2025, durante o Fórum de Desenvolvimento Sustentável das Cidades, em Brasília, o secretaria-executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, Lavito Bacarissa, lembrou que a Agenda 2030 é resultado do consenso de 193 países, alcançado no ano de 2015.</p>
<p><strong>“Quando a gente fala com as gestoras e gestores municipais, locais e líderes territoriais, a gente fala da Agenda 2030 como um instrumento importante de desenvolvimento daquele território, com uma lógica de objetivos, metas e indicadores”, reforça.</strong></p>
<h2>Declaração</h2>
<p>Após a apresentação do IDSC-BR, a Frente Nacional de Prefeitos e Prefeitas lançou um chamado para o enfrentamento da emergência climática, perda de biodiversidade e desigualdades sociais no Brasil.</p>
<p>A Declaração das Cidades pelo clima na COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) elenca dez ações necessárias nos territórios para enfrentar o desafio global.</p>
<p><strong>O texto trata de cuidados com o ar, água, solo; da prevenção e gestão de riscos climáticos; do aumento de áreas verdes; da compra pública sustentável e do tratamento de resíduos sólidos, além da promoção de educação ambiental, agricultura local e justiça climática.</strong></p>
<p>O documento poderá receber a adesão voluntária dos municípios até a realização da COP30, em Belém, em novembro deste ano.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/cidades-melhoram-indice-de-desenvolvimento-sustentavel-em-2025</p>
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		<title>Cidade sustentável é desafio para política habitacional, diz urbanista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 14:09:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A precariedade habitacional não se configura apenas pela falta de moradia, mas também pela escassez de estruturas que garantam serviços básicos próximos dos moradores. A conclusão é do professor franco-colombiano Carlos Moreno, da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, que esteve no Brasil, em evento promovido pelo Instituto Motiva. “Esse é o elemento mais sério de viver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A precariedade habitacional não se configura apenas pela falta de moradia, mas também pela escassez de estruturas que garantam serviços básicos próximos dos moradores.</strong> A conclusão é do <strong>professor franco-colombiano Carlos Moreno, da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne</strong>, que esteve no Brasil, em evento promovido pelo Instituto Motiva. “Esse é o elemento mais sério de viver na América Latina”, destacou.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O professor trabalha com o <strong>conceito urbano</strong>, que visa à organização de bairros para que os <strong>moradores possam ter suas necessidades diárias</strong> – como saúde, comércio, lazer e educação – <strong>garantidas a uma distância próxima da sua residência</strong>. A proposta tem o objetivo de <strong>reduzir a dependência dos carros e a poluição</strong>, além de <strong>melhorar a qualidade de vida e o bem-estar e promover a resiliência das comunidades</strong>.</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 10/10/2025 – Professor franco-colombiano Carlos Moreno, da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne.&#13;&#10;Foto: Charles Trigueiro/Divulgação" title="Charles Trigueiro/Divulgação"/></noscript><br />
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<p>Professor franco-colombiano Carlos Moreno, morar longe das regiões centrais e sem acesso a serviços é sinônimo de exclusão &#8211; <strong>Foto: Charles Trigueiro/Divulgação</strong><!--END copyright=440066--></p>
</div>
</div>
<p>“Mesmo que tenhamos boas intenções e construamos prédios de habitação social, se esses prédios forem caixas de fósforos, longe do centro, se a cidade se comportar como uma centrífuga que manda as pessoas com menos recursos cada vez mais para longe, estamos distanciando-as da vida por estarem nesses lugares sem serviços”, disse o urbanista, no painel A Cidade de 15 Minutos.</p>
<p><strong>Moreno defende que morar longe das regiões centrais e sem acesso a serviços é sinônimo de exclusão.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É o cerne do que estamos desenvolvendo e corresponde ao que estamos propondo: transformar nosso modo de vida na cidade para que nosso tempo seja útil e digno, para que tenhamos inclusão social e econômica, com serviços de saúde, educação, comércio, espaços públicos e cultura”, destacou o urbanista.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para ele, o rápido aumento da urbanização deu origem a muita informalidade, uma grande carência de serviços e até mesmo dificuldade de convivência</strong>, especialmente na expansão de metrópoles do Sul Global. O Brasil é um exemplo dessa dinâmica, com um aumento vertiginoso da população urbana a partir da década de 1970, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<blockquote>
<p>“Estamos falando de um continente e de um país com cidades que representam um desafio considerável. Humanidade como prática são cidades humanizadas, onde nos reconhecemos em nossa diversidade. Cidades sustentáveis são aquelas ​​onde levamos em conta não apenas a natureza e a biodiversidade, mas onde vivemos em harmonia para atravessar os tempos de um mundo altamente urbano”, disse Moreno.</p>
</blockquote>
<h2>Soluções</h2>
<p>Os elementos que contribuem com o objetivo de uma cidade sustentável incluem <strong>soluções baseadas na natureza, ampliação de áreas verdes e o fomento de uma mobilidade que emita menos carbono</strong>. A presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero, reforça que um território sustentável depende ainda de outros fatores.</p>
<blockquote>
<p>“Não dá para a gente falar numa cidade sustentável convivendo com desigualdades sociais tão crônicas como a gente tem aqui no Brasil. Uma cidade sustentável precisa ser inclusiva e oferecer mais oportunidades aos seus habitantes para que a gente reduza as desigualdades”, apontou.</p>
</blockquote>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760191794_268_Cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 10/10/2025 – Presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero&#13;&#10;Foto: Charles Trigueiro/Divulgação" title="Charles Trigueiro/Divulgação"/></noscript><br />
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<p>A qualidade de vida é fundamental para a construção de cidades sustentáveis, diz a presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero &#8211; <strong>Foto: Charles Trigueiro/Divulgação</strong><!--END copyright=440065--></p>
</div>
</div>
<p>Renata Ruggiero destacou ainda a <strong>qualidade de vida como elemento necessário para a construção de um território mais sustentável</strong>, a fim de que as pessoas tenham possibilidade de ter hábitos mais saudáveis e viver de forma mais integrada, por meio de iniciativas no campo da saúde e do esporte.</p>
<p>O <strong>bairro de Presidente Altino</strong>, localizado na divisa entre a capital paulista e Osasco, foi <strong>selecionado para aplicação de uma estratégia social</strong>, conduzida pelo instituto, <strong>com foco em cidades e comunidades sustentáveis, a partir de uma ampla coalizão territorial</strong>. O projeto prevê, além do Instituto Motiva, a mobilização de empresas e organizações da sociedade civil que estão no território, além do poder público e da população local.</p>
<p>“A ideia é que esse processo todo, desde o início – como fazer, como mobilizar, como organizar, como ter uma governança ao longo do tempo –, possa ser sistematizado para contribuir com a formulação de políticas públicas para a área das cidades”, contou Renata sobre o desenvolvimento de uma metodologia de urbanismo social no bairro paulistano.</p>
<p>Em parceria com Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro,<strong> o processo será todo sistematizado, com o objetivo de ser um modelo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“É um caminho que pode ser replicado para tantos outros territórios e que envolve todos os atores. O problema é que, muitas vezes, as transformações e os impactos são menores, localizados e menos potentes porque não têm articulação entre vários agentes”, disse Renata.</p>
</blockquote>
<p>Além dos benefícios locais, <strong>a proposta é que a metodologia possa influenciar a formulação de políticas públicas para cidades. </strong>“Esse projeto de inovação social, essa coalizão territorial que vamos começar, tem esse objetivo de implementação de ações e de iniciativas ali para o território, que ao longo do tempo vão contribuir com o desenvolvimento local, mas ele tem também essa visão maior.”</p>
<p>Ao todo, 20 territórios – entre cidades e comunidades – foram selecionados pela instituição para receber ações que visam à promoção de espaços mais sustentáveis, divididos pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul. Os locais serão submetidos, inicialmente, a um diagnóstico, e haverá a elaboração de planos de desenvolvimento territorial específicos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/cidade-sustentavel-e-desafio-para-politica-habitacional-diz-urbanista</p>
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		<title>Haddad defende reglobalização sustentável e taxação de super-ricos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/haddad-defende-reglobalizacao-sustentavel-e-taxacao-de-super-ricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 18:47:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu, neste sábado (5), o que chamou de reglobalização sustentável, “uma nova aposta na globalização, dessa vez baseada no desenvolvimento social, econômico e ambiental da humanidade como um todo”, disse no discurso de abertura da Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Banco Centrais do Brics. O ministro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu, neste sábado (5), o que chamou de reglobalização sustentável, “uma nova aposta na globalização, dessa vez baseada no desenvolvimento social, econômico e ambiental da humanidade como um todo”, </strong>disse no discurso de abertura da Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Banco Centrais do Brics.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Haddad-defende-reglobalizacao-sustentavel-e-taxacao-de-super-ricos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Haddad-defende-reglobalizacao-sustentavel-e-taxacao-de-super-ricos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro também manifestou apoio ao estabelecimento de uma Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Cooperação Internacional em Matéria Tributária, ou seja, um acordo tributário global mais justo. <strong>“Trata-se de um passo decisivo rumo a um sistema tributário global mais inclusivo, justo, eficaz e representativo – uma condição para que os super-ricos do mundo todo finalmente paguem sua justa contribuição em impostos”, afirmou.</strong></p>
<p>Segundo o ministro, o Brics, tem origem no pleito dos países membros por maior peso no sistema financeiro internacional. <strong>Países que, juntos, representam quase a metade de toda a humanidade. “Nenhum outro foro possui hoje maior legitimidade para defender uma nova forma de globalização”, disse Haddad.</strong></p>
<p>Haddad também relembrou o papel do Brasil à frente do G20, quando encabeçou o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, e, desde então, manifestou-se<strong> “em defesa da tributação progressiva dos super-ricos. </strong>Já naquele momento, <strong>fizemos da defesa do multilateralismo uma marca da presidência brasileira. De lá para cá, essa defesa se tornou urgente. Não há solução individual para os desafios do mundo contemporâneo”.</strong></p>
<p>De acordo com o ministro, nenhum país isoladamente, por mais poderoso que seja, “pode dar uma resposta efetiva ao aquecimento global, ou atender as legítimas aspirações da maior parte da humanidade por uma vida digna. <strong>A perspectiva de criar ilhas excludentes de prosperidade em meio à policrise contemporânea é moralmente inaceitável</strong>. Em vez disso<strong>, temos que encontrar soluções cooperativas para os nossos desafios comuns”, destacou.</strong></p>
<p>Em relação a <strong>crise climática, Haddad ressaltou que os países do Brics estão “desenvolvendo instrumentos inovadores para acelerar a transformação ecológica”.</strong> Ele também destacou as discussões sobre a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), com objetivo de movimentar economias de baixo carbono. <strong>Países ricos, com histórico poluente muito superior aos demais, teriam de se comprometer a investir mais recursos na manutenção do fundo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Nos últimos dias, conversamos muito sobre o Tropical Forest Forever Facility. Estou convencido de que o Brics pode desempenhar um papel decisivo em sua criação, com um anúncio de grande impacto durante a COP 30 [30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima]”, disse. “Em parceria com o Brics, almejamos consolidar-nos como um porto seguro em um mundo cada vez mais instável. Serenidade e ambição, são, portanto, as marcas da nossa presidência”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Brics</h2>
<p>O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam os países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão. <strong>Sob a presidência do Brasil, a 17ª Reunião de Cúpula do Brics ocorre no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho.</strong></p>
<p>Os 11 países representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. <strong>Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/haddad-defende-reglobalizacao-sustentavel-e-taxacao-de-super-ricos</p>
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		<item>
		<title>Dilma: desenvolvimento deve ser sustentável, inclusivo e justo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/dilma-desenvolvimento-deve-ser-sustentavel-inclusivo-e-justo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 14:33:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao participar da cerimônia de 10 anos do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), a presidente da instituição, Dilma Rousseff, avaliou que o desenvolvimento deve ser sustentável, inclusivo, justo, resiliente e soberano. “Comemoramos, portanto, a primeira década do banco não só com orgulho, mas com senso renovado de propósito”. “O mundo de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Ao participar da cerimônia de 10 anos do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), a presidente da instituição, Dilma Rousseff,</strong> avaliou que o desenvolvimento deve ser sustentável, inclusivo, justo, resiliente e soberano. <strong>“Comemoramos, portanto, a primeira década do banco não só com orgulho, mas com senso renovado de propósito”.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Dilma-desenvolvimento-deve-ser-sustentavel-inclusivo-e-justo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Dilma-desenvolvimento-deve-ser-sustentavel-inclusivo-e-justo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
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<p>“O mundo de hoje não é o mesmo de 2015. Está mais fragmentado, mais desigual e mais exposto a crises sobrepostas – crises climáticas, econômicas, geopolíticas. O multilateralismo está sob pressão. Testemunhamos um recuo na cooperação e o ressurgimento do unilateralismo.”</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo Dilma, tarifas, sanções e restrições financeiras estão sendo utilizadas como “ferramenta de subordinação política”. “Cadeias produtivas globais estão sendo reestruturadas, não apenas pela busca de mais eficiência, mas sim por interesses geopolíticos”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“E o sistema financeiro internacional continua profundamente assimétrico, colocando os fardos mais pesados sobre aqueles com menos recursos. O cenário exige mais e não menos cooperação. E exige instituições que reflitam as realidades e as aspirações do mundo de hoje, não somente do mundo de oito décadas atrás, explicou”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para Dilma, a missão proposta pelo NDB segue “não apenas relevante, mas essencial”. “Demonstramos, nos últimos 10 anos, que é possível construir uma instituição confiável, eficiente e adaptável, que produz resultados reais e, ao mesmo tempo, defende os valores da solidariedade, equidade e soberania”.</strong></p>
<p><strong>“Não temos o objetivo de substituir quem quer que seja. Porém, buscamos provar que há mais de uma maneira de promover o desenvolvimento. E os países emergentes e em desenvolvimento merecem instituições que compreendam seus desafios, respeitem suas escolhas e apoiem suas ambições”, concluiu.</strong></p>
<h2><strong>Entenda</strong></h2>
<p>Criado em 2015, o New Development Bank ou Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como Banco do Brics, é um banco multilateral de desenvolvimento criado para mobilizar recursos para financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento.</p>
<p><strong>De acordo com o<em> site</em> da instituição, o NDB já aprovou um total de 120 projetos e US$ 39 bilhões (o equivalente a mais de R$ 210 bilhões) em financiamentos.</strong></p>
<p>Países fora do Brics, como o Uruguai, a Argélia e Bangladesh, também podem fazer parte da instituição. Os fundadores do Brics, entretanto, são os maiores depositantes de recursos do banco de fomento. A Colômbia também manifestou interesse em se tornar integrante. A entrada no Brics, por outro lado, não garante acesso direto ao NDB.</p>
<p>Em 2023, a ex-presidente Dilma Rousseff foi escolhida presidente do NDB, sendo reeleita em 2025.</p>
<h2>Brics</h2>
<p>O bloco se define como um foro de articulação político-diplomática de países que formam o chamado sul global, buscando cooperação internacional e tratamento multilateral de temas globais.</p>
<p><strong>Além de buscar mais influência e equidade de seus integrantes em instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brics tem em seu radar a criação de instituições voltadas para seus participantes, como o NDB.</strong></p>
<p>Por não constituir uma organização internacional, o Brics não tem orçamento próprio ou secretariado permanente.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/dilma-desenvolvimento-deve-ser-sustentavel-inclusivo-e-justo</p>
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		<title>CMN amplia uso de fundos de investimento em financiamento sustentável</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 22:41:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Instrumento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para reduzir o risco de variação do câmbio em captações de recursos do exterior, o Programa Eco Invest Brasil poderá comprar cotas de fundos de investimento e fazer operações de securitização (conversão de papéis). Em reunião extraordinária nesta quinta-feira (17), o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou uma [&#8230;]]]></description>
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<p>Instrumento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para reduzir o risco de variação do câmbio em captações de recursos do exterior, o Programa Eco Invest Brasil poderá comprar cotas de fundos de investimento e fazer operações de securitização (conversão de papéis). Em reunião extraordinária nesta quinta-feira (17), o <strong>Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou uma série de práticas que pretendem atrair novos tipos de investidores em financiamentos de projetos sustentáveis.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre os principais aprimoramentos introduzidos pelo CMN, destacam-se:</p>
<p>•     Autorização para aquisição de cotas de fundos de investimento, ampliando os canais de captação e base de investidores;</p>
<p>•     Inclusão de operações de securitização, favorecendo a mobilização de capital por meio do mercado financeiro;</p>
<p>•     Carência de até três anos para operações de crédito, conforme diretrizes do Ministério da Fazenda;</p>
<p>•     Obrigatoriedade de reinvestimento dos recursos retornados, ampliando o alcance e impacto dos financiamentos públicos;</p>
<p>•     Regulamentação da sub linha de estruturação de projetos, permitindo o lançamento de leilões voltados à preparação técnica e financeira de projetos inovadores.</p>
<p>Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as medidas alinham a regulamentação à <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.995-de-10-de-outubro-de-2024-589443085" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 14.995/2024</a>, que instituiu o Programa de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial (Programa Eco Invest Brasil). O CMN também aperfeiçoou a sub linha de financiamento parcial e regulamentou a nova sub linha de estruturação de projetos.</p>
<p>Segundo a Fazenda, a sub linha de estruturação de projetos permitirá que o Tesouro Nacional faça leilões voltados à exportação de bens e serviços verdes, infraestrutura para exportação e turismo sustentável. A regulamentação pretende fazer com que o Programa Eco Invest Brasil atue desde as fases iniciais dos empreendimentos, com crédito para estudos, modelagens e outras atividades de preparação.</p>
<h2>Cotas de fundos</h2>
<p>A autorização para a compra de cotas de fundos de investimento regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) amplia a diversidade de instrumentos financeiros disponíveis no Eco Invest. De acordo com o Ministério da Fazenda, essa inovação permite maior diversificação de risco, acesso a investidores pessoas físicas e captação de recursos de fundos catalíticos, que financiam projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia.</p>
<p>A inclusão de operações de securitização, informou a Fazenda, fortalece o papel do mercado de capitais na captação de recursos públicos. Coordenado pelo Ministério da Fazenda em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Programa Eco Invest Brasil é uma das principais iniciativas do governo federal para permitir a transição ecológica e mobilizar investimentos sustentáveis voltados à redução de emissões de gás carbônico e à adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>Órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/cmn-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel</p>
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