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	<title>saneamento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Participação privada no saneamento cresce 525% em cinco anos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:51:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de municípios atendidos por empresas privadas de saneamento cresceu 525% nos últimos cinco anos. Em 1.820 municípios, cerca de 1/3 dos que existem no Brasil, esses serviços são prestados em regime de concessão plena ou parcial ou com contratos de parceria público-privada. Os dados são do Panorama da Participação Privada no Saneamento, divulgado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O número de municípios atendidos por empresas privadas de saneamento cresceu 525% nos últimos cinco anos. Em 1.820 municípios, cerca de 1/3 dos que existem no Brasil, esses serviços são prestados em regime de concessão plena ou parcial ou com contratos de parceria público-privada.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Participacao-privada-no-saneamento-cresce-525-em-cinco-anos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Participacao-privada-no-saneamento-cresce-525-em-cinco-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são do Panorama da Participação Privada no Saneamento, divulgado nesta segunda-feira (25) pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).</p>
<p><strong>O crescimento está relacionado com a entrada em vigor, em 2020, do Novo Marco Legal do Saneamento, que promoveu a abertura do mercado de prestação dos serviços públicos de saneamento básico para o setor privado.</strong></p>
<p>Com isso, a participação privada nos investimentos em saneamento também subiu de 15,1% em 2020 para 27,3% em 2023, acumulando R$ 84 bilhões no período.</p>
<h2>Água e esgoto</h2>
<p><strong>Ainda de acordo com o levantamento da Abcon Sindcon, entre 2019 e 2023 mais de 197 mil quilômetros de redes de água e esgoto foram construídos por empresas privadas, o que indica o esforço para cumprir a meta de universalização instituída pelo Novo Marco Legal. A legislação estabeleceu que, até 2033, 99% dos brasileiros deverão contar com água tratada e 90% terão acesso à coleta e ao tratamento de esgotamento sanitário.</strong></p>
<p>Por enquanto, 68% dos municípios têm contratos que preveem a universalização dentro do prazo, mas, de acordo com a diretora-executiva da entidade, Christianne Dias, o setor não discute nenhuma revisão na meta e acredita que ela poderá ser cumprida.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando a gente fala de saneamento, nós estamos falando de contratos de longa duração e há uma morosidade natural da construção da infraestrutura que precisa ser feita para o serviço chegar na casa do do brasileiro. Então, a gente vai conseguir ver resultados mais significativos a médio prazo, mas nós já temos tido resultados positivos&#8221;, assegura.</p>
</blockquote>
<p>A Abcon Sindcon também afirmou que o maior envolvimento do setor privado tem contribuído para a diminuição das desigualdades na oferta dos serviços. Entre 2019 e 2023, mais de 674 mil domicílios com renda de até meio salário-mínimo por pessoa passaram a ter água encanada e cerca de 1,2 milhão receberam ligação de esgoto. Além disso, houve aumento de 60% nos locais com direito à tarifa social.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/participacao-privada-no-saneamento-cresce-525-em-cinco-anos</p>
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		<item>
		<title>Municípios reclamam de apoio técnico para universalizar o saneamento</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 13:05:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico. A insegurança jurídica, carência de apoio técnico e baixa capacidade de investimento são fatores que dificultam a universalização dos serviços, segundo os municípios.   A lei estabeleceu que todas as localidades brasileiras devem atender a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14026.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Legal do Saneamento Básico</a>. A insegurança jurídica, carência de apoio técnico e baixa capacidade de investimento são fatores que dificultam a universalização dos serviços, segundo os municípios.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei estabeleceu que todas as localidades brasileiras devem atender a 99% da população com abastecimento de água e 90% com esgotamento sanitário até 2033. Mas pesquisa divulgada esta semana pelo Instituto Trata Brasil mostra, no entanto, que o cenário atual ainda é precário, com 16,9% da população brasileira sem acesso à água potável e 44,8% sem coleta de esgoto.</p>
<p>A pesquisa mostra também que é necessário praticamente dobrar o investimento para que a meta seja atingida. </p>
<p><strong>Na avaliação do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, os municípios que são os principais responsáveis pela oferta dos serviços precisam de mais ajuda dos estados e da União.</strong> </p>
<p>“Para os gestores locais, é imprescindível que a União e os estados garantam apoio técnico-financeiro consistente, planejamento adequado dos blocos regionais e contratos que considerem de fato as realidades municipais, sob pena de se perpetuar desigualdades históricas no acesso ao saneamento”, defende.</p>
<h2>Regionalização</h2>
<p>Uma das mudanças do Marco Legal é a facilitação na privatização das empresas que prestam esse tipo de serviço. <strong>A lei incentiva também a regionalização do saneamento, ou seja, que blocos de municípios possam ofertar juntos o serviço.</strong> </p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 44,8% dos 5.570 municípios brasileiros, são pequenos e têm até 10 mil habitantes. Dessa forma, a oferta conjunta de saneamento daria maior escala e poderia ser mais barata.</p>
<p>Na prática, no entanto, de acordo com Ziulkoski, a regionalização não tem aumentado significativamente a cobertura dos serviços. </p>
<blockquote>
<p>“Em muitos casos [a regionalização] foi instituída de forma unilateral pelos estados, sem estudos consistentes e sem a participação efetiva dos municípios. Isso gerou arranjos frágeis, voltados principalmente à viabilização de concessões ou privatizações de estatais, e não ao atendimento integral das populações, sobretudo em áreas rurais e periferias urbanas, justamente onde a lei exige cobertura universal”, constata.</p>
</blockquote>
<p>Ele ressalta ainda que outro ponto de preocupação da CNM é que a regionalização se concentrou quase exclusivamente em água e esgoto, “negligenciando os demais componentes do saneamento, como resíduos sólidos e drenagem urbana, que seguem como passivos relevantes para os municípios”.</p>
<p>Segundo a CNM, 67% dos municípios já estão inseridos em arranjos regionais, “mas nem sempre participaram das decisões sobre a forma de prestação”. </p>
<p><strong>É indispensável “que a União assegure apoio técnico qualificado e recursos não onerosos”, defende a CNM.</strong></p>
<p>“Auxiliar os municípios significa não apenas oferecer recursos, mas sobretudo garantir condições estruturais para que possam planejar, decidir e fiscalizar, assegurando que a regionalização e os investimentos previstos se revertam, de fato, em avanços rumo à universalização”, ressalta o presidente da CNM.</p>
<p><strong>A pesquisa do Instituto Trata Brasil mostra que dos 26 estados passíveis de passar pelo processo de regionalização, uma vez que o Distrito Federal é isento desse processo, apenas Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram regionalização parcial.</strong> </p>
<p>O Amapá, Mato Grosso do Sul e parte do Rio de Janeiro passaram por processos de licitação que já contemplavam a estruturação de blocos regionalizados de prestação dos serviços de saneamento.</p>
<p>&#8220;Ainda que a maioria dos estados já tenham leis aprovadas, e que contemplem os seus municípios dentro da prestação regionalizada, ainda está pendente a operacionalização desses blocos, o que representa desafios significativos devido à coexistência de diferentes prestadores de serviços e à necessidade de alinhar os interesses de múltiplos municípios&#8221;, aponta o instituto. </p>
<h2>Ministério das Cidades</h2>
<p>O governo federal é responsável por coordenar e implementar as políticas públicas de saneamento básico. <strong>O Ministério das Cidades, reconhece “a necessidade de acelerar o ritmo de execução, uma vez que a universalização exige esforços coordenados, contínuos e abrangentes”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Do lado do governo federal, a política pública está sendo fortalecida com investimentos em todas as frentes do saneamento &#8211; abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana -, com atenção especial à redução das desigualdades regionais, à inclusão das populações rurais e à adaptação às mudanças climáticas”, informou o ministério à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>O ministério destaca como principais ações, o apoio financeiro à implantação de infraestrutura por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a capacitação de técnicos e gestores municipais e o fomento de discussões estratégicas no âmbito do Comitê Interministerial de Saneamento Básico (Cisb), por meio da criação de grupos de trabalho voltados para a regionalização dos serviços de resíduos sólidos urbanos, o desenvolvimento de tecnologias de reuso de água, o armazenamento de água de chuva e a dessalinização. </p>
<blockquote>
<p>“Essas ações visam fortalecer a governança do setor e garantir que os investimentos sejam aplicados de forma eficiente e sustentável”, diz o ministério.</p>
</blockquote>
<p>O Ministério das Cidades ressalta que a modernização da prestação dos serviços de saneamento, por meio da digitalização e do uso de tecnologias avançadas, pode ser mais um diferencial para o avanço da universalização. A pasta ressalta, entretanto, que nem todas as empresas estão preparadas para essa transição, “o que reforça a importância de incentivos para inovação e capacitação”.</p>
<p><strong>Para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico, o ministério defende ainda que é necessário a cooperação entre as esferas de governo &#8211; federal, estaduais e municipais -, a iniciativa privada e a sociedade civil.</strong> </p>
<p>“O novo marco consolidou avanços relevantes, mas impõe a responsabilidade de intensificar a cooperação entre União, estados, municípios, iniciativa privada e sociedade civil para que as metas de universalização sejam alcançadas”, ressalta o Ministério das Cidades.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento</p>
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		<item>
		<title>Guia do Unicef traz orientações sobre saneamento em aldeias amazônicas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília (DF), 17/02/2025 &#8211; Unicef lança Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Amazônia. Foto: Unicef/Divulgação &#8211; Unicef/Divulgação O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, lançou o Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Região Amazônica. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=414198:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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    <!-- END scald=414198 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=414198--><em>Brasília (DF), 17/02/2025 &#8211; Unicef lança Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Amazônia. Foto: Unicef/Divulgação &#8211; <strong>Unicef/Divulgação</strong></em><!--END copyright=414198--></h6>
</p>
</div>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, lançou o <a href="https://www.unicef.org/brazil/relatorios/manual-de-orientacao-para-agentes-indigenas-de-saneamento-da-amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manual de Orientação para Agentes Indígenas de Saneamento da Região Amazônica</a>. O objetivo é fortalecer as ações relacionadas a água, saneamento e higiene nas aldeias da região amazônica e fornecer conhecimento técnico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Guia-do-Unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Guia-do-Unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha contém orientações sobre o papel do agente indígena nas comunidades da região amazônica.</p>
<p>Segundo o Unicef, a iniciativa do manual surgiu em um momento crucial na saúde indígena, quando o governo federal declarou a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em janeiro de 2023, no território Yanomami. </p>
<p>A publicação, dividida em dois volumes, foi desenvolvida pela equipe do Programa de Água, Saneamento e Higiene, do Unicef, em colaboração com o Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena e parceria estratégica do Ministério Público do Trabalho (MPT).</p>
<p>O Volume I do manual aborda boas práticas para o tratamento da água e medidas de higiene no nível domiciliar, explicando processos essenciais como a filtragem da água, o uso correto do hipoclorito de sódio 2,5% e a importância da lavagem das mãos para prevenção de doenças. </p>
<p>Já o Volume II detalha o funcionamento de tecnologias como filtros, cloradores e captação de água da chuva, incluindo procedimentos para a limpeza de caixas d&#8217; água, fornecendo informações práticas para que os agentes possam promover o acesso a água potável em suas aldeias.</p>
<p>Segundo o Unicef, o material poderá contribuir para a redução de doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. Apesar de o conteúdo ter sido desenvolvido com base na realidade da Amazônia brasileira, ele pode ser adaptado para outras regiões. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/guia-do-unicef-traz-orientacoes-sobre-saneamento-em-aldeias-amazonicas</p>
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		<title>Lula entrega obras de saneamento e abastecimento de água na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 18:06:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta sexta-feira (7), de entregas de obras de saneamento e abastecimento de água na Bahia. As obras integram o Programa Água Para Todos e fazem parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contam com recursos federais e do governo do estado. “Ninguém vive sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta sexta-feira (7), de entregas de obras de saneamento e abastecimento de água na Bahia. As obras integram o Programa Água Para Todos e fazem parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contam com recursos federais e do governo do estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Lula-entrega-obras-de-saneamento-e-abastecimento-de-agua-na.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Lula-entrega-obras-de-saneamento-e-abastecimento-de-agua-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Ninguém vive sem água, mas também ninguém vive sem comida. E é por isso que a gente tem que fazer mais uma barragem, a gente vai garantir, para os pequenos produtores, água para fazer a irrigação e vai garantir comida de qualidade na casa de vocês”, disse Lula em evento na cidade de Paramirim, no sertão baiano.</p>
<p>Durante o evento, foi assinada a ordem de serviço para início das obras de construção da Barragem do Rio da Caixa, que visa aumentar a disponibilidade hídrica na região e reduzir o impacto da estiagem. O estado da Bahia assinou o contrato para a execução da obra em 25 de março de 2024, que terá investimento de R$ 123,1 milhões do governo federal.</p>
<p>O governo federal entregou a primeira etapa do sistema integrado de abastecimento da Adutora da Fé, em Bom Jesus da Lapa. Com investimento de mais de R$ 47 milhões, a obra conta com 5,8 quilômetros de adutoras que transportam a água do Rio São Francisco para o município. Também foi assinada a autorização de contratação da segunda etapa desse sistema, com 95,2 quilômetros de extensão e R$ 258,7 milhões em investimentos. A obra deverá beneficiar Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana e Igaporã, além de 53 comunidades rurais.</p>
<p>Outra obra entregue foi o Sistema de Esgotamento Sanitário de Paramirim. Iniciado em 2011, o sistema passou por um projeto de ampliação e readequação. Com investimento de R$ 26,5 milhões da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a obra beneficia diretamente 20 mil habitantes da região.</p>
<p>Por fim, também foi assinada ordem de serviço para elaboração do projeto de captação de água do Canal do Sertão Baiano &#8211; trecho Salitre, que terá 10,6 quilômetros de extensão e investimento de R$ 118,8 milhões. O sistema capta água do Rio São Francisco para ajudar a abastecer municípios de Salitre, Tourão/Poções, Itapicuru, Jacuípe e Vaza-Barris.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-02/lula-entrega-obras-de-saneamento-e-abastecimento-de-agua-na-bahia</p>
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