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		<title>Morre Mino Carta, fundador das revistas Veja e Carta Capital</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:42:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Morreu nesta terça-feira (2), em São Paulo, o jornalista Mino Carta, aos 91 anos. Fundador e diretor de redação da revista Carta Capital, o profissional marcou a história do jornalismo no Brasil. Ele lutava contra problemas de saúde, “com idas e vindas ao hospital”, segundo informou a publicação que liderava. Mino começou a carreira na [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Morreu nesta terça-feira (2), em São Paulo, o jornalista Mino Carta, aos 91 anos. Fundador e diretor de redação da revista <em>Carta Capital</em>, o profissional marcou a história do jornalismo no Brasil. Ele lutava contra problemas de saúde, “com idas e vindas ao hospital”, segundo informou a publicação que liderava.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Morre-Mino-Carta-fundador-das-revistas-Veja-e-Carta-Capital.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Morre-Mino-Carta-fundador-das-revistas-Veja-e-Carta-Capital.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mino começou a carreira na revista <em>Quatro Rodas</em>, da editora Abril, especializada em automóveis, “mesmo sem saber dirigir nem diferenciar um Volkswagen de uma Mercedes, como se orgulhava de dizer”, contou a <em>Carta Capital</em>.</p>
<p><strong>O jornalista ítalo-brasileiro, nascido em Gênova, veio ao Brasil após a 2ª Guerra Mundial, aos 13 anos. Mino dirigiu e lançou a revista <em>Veja</em>, em 1968, a revista <em>IstoÉ</em>, em 1976, e a <em>Carta Capital</em>, em 1994.</strong></p>
<p>A <em>Carta Capital</em> é uma revista conhecida por manter uma visão mais “progressista” dos acontecimentos, em contraste com as publicações de tom mais “conservador” ou “liberal”. A publicação se propõe a ser “maior referência em jornalismo progressista no Brasil, em qualquer plataforma”.</p>
<p>O profissional ainda esteve à frente da equipe fundadora do <em>Jornal da Tarde</em>, em 1966, e do <em>Jornal da República</em>, em 1979. Nesse último, fundado em parceria com o jornalista Claudio Abramo, Mino tentou aproveitar a abertura política iniciada pela ditadura militar, mas o projeto não vingou por questões econômicas e políticas. Segundo Mino, o <em>Jornal da República</em> &#8220;sofria a oposição dos jornalões&#8221;. </p>
<p>Em uma rede social, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que recebeu “com muita tristeza” a morte do “meu amigo Mino Carta”.</p>
<p><a href="https://x.com/LulaOficial/status/1962854441939333131" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">“Em meio ao autoritarismo do regime militar, as publicações que dirigia denunciavam o abuso dos poderosos e traziam a voz daqueles que clamavam pela liberdade”, disse Lula</a>.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p><strong>Em entrevista recente ao jornalista Lira Neto no contexto da publicação do livro do Lira <em>Memória do Jornalismo Brasileiro Contemporâneo</em></strong>,<a href="https://iree.org.br/cmb/wp-content/uploads/2024/10/Mino-Carta-v3.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Mino Carta faz dura crítica à subordinação do jornalismo profissional à dinâmica das redes sociais controladas pelas <em>big techs</em></a>.</p>
<p>Para ele, a internet limitou o jornalismo e passou a pautar os jornais. “Em lugar de praticar um jornalismo realmente ativo, na busca corajosa pela verdade, a imprensa está sendo engolida e escravizada pelas novas mídias. Veja a tragédia do celular. Com ele, o homem emburrece, não progride”.</p>
<p>Carta era um crítico do jornalismo empresarial, chamada de “grande mídia”, e reconhecia que a independência editorial tinha preço.</p>
<blockquote>
<p>“As revistas são, essencialmente, sustentadas por publicidade. Eu poderia estar muito rico, ter me vendido de várias maneiras. A única coisa que tenho na vida é esse apartamento que estou tentando vender, porque não tenho mais dinheiro”, revelou.</p>
</blockquote>
<h2>Futuro do Brasil</h2>
<p>Mino Carta, ainda na entrevista a Lira Neto, afirmou que nem o Brasil, nem o jornalismo brasileiro, teriam alguma perspectiva futura de melhoria.</p>
<p>“Este país não tem saída, graças aos que o governaram e à permanência de um pensamento medieval representado pela Casa-Grande”, vaticinou.</p>
<p>Casa-Grande refere-se a uma elite escravocrata que colonizou o Brasil a partir de 1.500 por meio da escravização de africanos e da usurpação das terras dos povos indígenas, que também foram escravizados. O termo foi imortalizado pelo sociólogo pernambucano Gilberto Freire em sua obra <em>Casa Grande e Senzala</em> que pretendeu explicar a formação social do país.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/morre-mino-carta-fundador-das-revistas-veja-e-carta-capital</p>
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