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		<title>Carnaval requer prevenção de acidentes com rede elétrica, diz Abradee</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 14:51:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Período de relaxamento e comemoração, o Carnaval requer atenção à prevenção de acidentes com a rede elétrica, alerta o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, em entrevista à Agência Brasil.  A Abradee destaca que, no primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 176 acidentes envolvendo a rede no país, e o carnaval [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Período de relaxamento e comemoração, o Carnaval requer atenção à prevenção de acidentes com a rede elétrica, alerta o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-Abradee.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Abradee destaca que, no primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 176 acidentes envolvendo a rede no país, e o carnaval é um período em que pode haver descuido e aumento dos riscos de incidentes desse tipo. </p>
<p><strong>Entre os acidentes registrados entre janeiro e março de 2025 no país, 65 resultaram em mortes. No mesmo período de 2024, foram 177 acidentes, com 81 mortes.</strong></p>
<p>Madureira avaliou que a queda do número de mortes observada na comparação entre o primeiro trimestre de 2025 e o de 2024 é um bom sinal, “mas não é um sinal de satisfação. Ainda há acidentes fatais. A gente tem que buscar acidente zero”, concluiu.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>De acordo com o presidente da Abradee, os dados reforçam a necessidade de ações contínuas de prevenção e conscientização das pessoas, especialmente em períodos de festas populares, chuvas de verão e atividades informais em áreas urbanas.</p>
<p><strong>Entre os fatores de risco estão o contato de serpentinas metálicas com fios, ligações clandestinas e a proximidade de estruturas metálicas da rede elétrica</strong>, que ampliam de forma significativa o risco de choques, curtos-circuitos, incêndio e acidentes fatais.</p>
<p>No caso das serpentinas metálicas, Marcos Madureira lembrou que elas conduzem energia elétrica e, ao terem contato com a rede elétrica, podem estabelecer um elemento de conexão entre as pessoas que estão lançando, aquelas que se encontram próximas do local e a rede elétrica.</p>
<p>“São cuidados importantes que se tem que ter para garantir segurança”.</p>
<p>Na instalação de arquibancadas, estruturas de apoio ou de barracas, por exemplo, Madureira disse que as distribuidoras devem ser procuradas para fazer as conexões da forma correta. <strong>Fios desencapados, partidos ou não aterrados de forma conveniente podem oferecer riscos às pessoas.</strong></p>
<p>“As distribuidoras disponibilizam equipes exatamente para que essas conexões sejam feitas de forma adequada. Muitas vezes, as pessoas fazem gambiarras que colocam em risco a população”.</p>
<p><strong>Em relação a carros alegóricos e trios elétricos, que tendem a ser cada vez mais altos, a preocupação é que não se aproximem da rede elétrica.</strong> Nesse caso, Marcos Madureira indicou a necessidade de ser feito um trabalho prévio junto ao Corpo de Bombeiros e à distribuidora.</p>
<p>“Isso é fundamental, porque permite que a rede possa ser elevada, criando condições de segurança para a passagem dos veículos, dentro do limite de altura pré estabelecido”.</p>
<p>Outro ponto relevante, acrescenta, é o trânsito inadequado do público em carros onde ficam os músicos que embalam as festas, o que aumenta os riscos.</p>
<p>“Brincar o Carnaval com segurança é manter distância dos fios e sempre contar com a orientação técnica das distribuidoras”.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>No próximo mês de junho, a Abradee lançará a Campanha Nacional de Segurança com a Rede Elétrica, que ocorre todo ano.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo ampliar o alcance das informações preventivas, orientar a população sobre comportamentos seguros e reforçar que a convivência com a energia elétrica exige atenção permanente.</p>
<p>Durante o lançamento da campanha, a entidade divulgará dados consolidados sobre acidentes com a rede elétrica referentes ao ano de 2025.</p>
<p>“Nós procuramos identificar quais são os principais acidentes com a população e fazer com que a campanha tenha foco sobre essas causas”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee</p>
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		<title>Gerar sentido de soberania requer políticas públicas, dizem estudiosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 13:16:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Substantivo abstrato e de efeitos concretos, a palavra soberania adentrou no vocabulário de discussões públicas, nas redes sociais, e até em inscrições em bonés e camisetas. Depois das sanções contra representantes dos três poderes do Brasil, por parte do governo dos Estados Unidos, o tema tornou-se temática principal do desfile de 7 de Setembro neste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Substantivo abstrato e de efeitos concretos, a palavra soberania adentrou no vocabulário de discussões públicas, nas redes sociais, e até em inscrições em bonés e camisetas. <strong>Depois das sanções contra representantes dos três poderes do Brasil, por parte do governo dos Estados Unidos, o tema tornou-se temática principal do desfile de 7 de Setembro neste domingo.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Gerar-sentido-de-soberania-requer-politicas-publicas-dizem-estudiosos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Gerar-sentido-de-soberania-requer-politicas-publicas-dizem-estudiosos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do contexto da interferência estrangeira em assuntos brasileiros, especialistas ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong> alertam que as <strong>iniciativas de sensibilização para o tema, em momentos como esse, são importantes, mas devem fazer parte de um processo de debate e esclarecimento contínuo. </strong></p>
<p><strong>Soberania, segundo esses estudiosos, requer políticas públicas para fortalecimento do Estado, das comunidades e da cidadania.</strong> Um exemplo dessa atenção deve ser dado aos temas ambientais, conforme defende o pesquisador Helder Guimarães, do Centro Soberania e Clima, que é uma entidade independente.</p>
<p>Para fazer frente aos desafios concretos, é necessário que o Estado atue na conscientização para consolidar o sentido da soberania com a sociedade tendo em vista que essa é uma discussão que deve se tornar mais comum daqui para a frente. <strong>No entender de Guimarães, o caminho mais eficaz de sensibilização para a soberania é o da educação. </strong></p>
<p><strong>Guimarães contextualiza que questionamentos sobre como o País conduz questões amazônicas e ambientais também são exemplos de interferência.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Desde o ensino básico, é fundamental que a discussão esteja na escola todos os dias. Além da educação formal, a promoção do debate público também se torna muito importante”, afirmou Helder Guimarães. </p>
</blockquote>
<h2>Pertencimento</h2>
<p>De acordo com o cientista político Leonardo Barreto, o processo de sensibilização da população deve ter relação com o pertencimento gerado pelas políticas públicas de proteção ao indivíduo. <strong>“Quando se tem garantias de que os seus direitos estão sendo preservados e que aquele lugar te protege, há a sensação de soberania. Esse é um sentido que vem da experiência”, afirmou.</strong> </p>
<p>Para o cientista político, a crise provocada pelos ataques à soberania brasileira torna-se um momento de reflexão para a sociedade brasileira. Esse sentido não pode ser imposto de cima para baixo.</p>
<blockquote>
<p>“O que funciona é a identificação com a terra. Essa experiência é de direitos, respeito e confiança nas instituições. Uma experiência da ideia de que é bom viver num lugar e que vale a pena lutar por ele”.</p>
</blockquote>
<h2>Bem-estar</h2>
<p>Soberania, conforme abordam os estudiosos, relaciona-se com a ideia de o País ter controle de sua energia, ciência, tecnologia, cultura e também o meio ambiente.</p>
<blockquote>
<p>“Esse conceito está relacionado ao dia a dia das pessoas, ao bem-estar coletivo e à dignidade dos cidadãos”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Para Helder Guimarães, o posicionamento a ser adotado nos temas ambientais tem reflexo interno e externo. Para isso, são necessárias políticas de fiscalização e controle na Amazônia, por exemplo. “Um dever de casa que o Brasil tem que fazer é identificar formas de desenvolvimento sustentável.  O Brasil é um protagonista internacional na questão ambiental”. </p>
<p>Nesse campo ambiental, inclusive, segundo o pesquisador, o Brasil avançou à base de uma legislação protege os biomas e busca atacar o crime organizado.<strong> “Nós precisamos aperfeiçoar nossos mecanismos de fiscalização, no combate mais rigoroso aos crimes ambientais, aos desmatamentos e desmatamento”, afirma Guimarães. </strong></p>
<h2>Sentido de comunidade</h2>
<p>Segundo o cientista político Leonardo Barreto, é necessário defender a soberania em ações como combate à pirataria e à mineração irregular. Para isso, torna-se necessário aperfeiçoar equipamentos como satélites e ferramentas de inteligência<strong>. “Políticas públicas também relacionadas com a transição energética, o incentivo à economia circular e à agricultura de baixo carbono.&#8221;</strong></p>
<p>Além disso, ele recomenda valorização das comunidades tradicionais. “Assim, se fomenta o desenvolvimento e a conservação dessas áreas”. Por isso, torna-se fundamental investir em ciência e em inovação.</p>
<h2>Momento histórico</h2>
<p>A professora Albene Klemi, do departamento de História da Universidade de Brasília (UnB), nesse mesmo sentido, pondera que dependências tecnológicas ou desassistência de políticas públicas podem abrir flancos e fragilizam a soberania do país.</p>
<blockquote>
<p>“Por isso que há estados mais fortes e outros mais dependentes. Daí a importância dos Estados se desenvolverem em prol do seu próprio povo”, afirmou. </p>
</blockquote>
<p>Ela também insere a ideia que historicamente houve ingerências por parte de outras potências defendendo seus interesses.<strong> “Outros países tentam ter essa ingerência em cima de outros. Não é somente o caso brasileiro”. Por isso, estimular a participação do cidadão alarga o sentimento de defesa do país e de nação.</strong></p>
<p>“Esse é um momento histórico”, diz a professora. A forma como o país reagirá a essas interferência pode, no entender dela, significar fortalecimento do sentido de soberania, que pode deixar de ser um conceito abstrato.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/gerar-sentido-de-soberania-requer-politicas-publicas-dizem-estudiosos</p>
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		<title>Soberania digital do Brasil requer autonomia tecnológica, diz deputado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 23:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto não investir em estratégias de autonomia tecnológica, mesmo com uma necessária regulação dos mercados digitais, o Brasil seguirá completamente dependente das chamadas big techs, que controlam as principais plataformas da internet, como o Google, a Meta e a Microsoft. É o que apontou o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), durante participação em debate no 60º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Enquanto não investir em estratégias de autonomia tecnológica, mesmo com uma necessária regulação dos mercados digitais, o Brasil seguirá completamente dependente das chamadas <em>big techs</em>, que controlam as principais plataformas da internet, como o Google, a Meta e a Microsoft. É o que apontou o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), durante participação em debate no 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), o Conune, na tarde desta quinta-feira (17), em Goiânia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Soberania-digital-do-Brasil-requer-autonomia-tecnologica-diz-deputado.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Soberania-digital-do-Brasil-requer-autonomia-tecnologica-diz-deputado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Vale a pena regular do ponto de vista de moderação de conteúdo, vale a pena regular do ponto de vista de proteção da infância e da adolescência e vale a pena regular do ponto de vista concorrencial dos mercados, pois essas companhias são oligopólios de poucas empresas controlando o mercado e controlando a esfera pública. Mas, tão importante quanto leis eficazes, é termos autonomia tecnológica, para que a soberania digital seja de verdade&#8221;, afirmou o deputado à <strong>Agência Brasil</strong>, pouco antes da conversa com os estudantes.</p>
</blockquote>
<p>Orlando Silva é uma das vozes mais ativas no debate sobre direitos digitais no Congresso Nacional. <strong>Ele foi relator do Projeto de Lei (PL) 2.630, que prevê regulação das plataformas no Brasil, mas que perdeu força no Legislativo.</strong></p>
<p>O tema agora ganha novo impulso no momento em que as tarifas comerciais impostas pelo governo dos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil revelam interesses em mercados de serviços financeiros e digitais. Uma investigação aberta pelo representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, por ordem do presidente Donald Trump, ataca diretamente os pagamentos eletrônicos do Pix, um serviço público criado pelo Banco Central do Brasil.  </p>
<p>&#8220;Essa movimentação contra o Pix não é algo descolado. <em>Fintechs</em> [bancos digitais] e <em>big techs</em> nutrem o movimento de Trump e vice-versa. Seria desejável para eles que operações como a do Pix fossem realizadas pelo WhatsApp Pay, por exemplo&#8221;, aponta o deputado.</p>
<h2>Dependência tecnológica</h2>
<p><strong>Se no caso dos pagamentos digitais, a solução brasileira do Pix mostrou um caminho, na área de infraestrutura tecnológica, o desafio ainda é total, aponta Silva.</strong></p>
<p>&#8220;Todo o cabeamento que transmite dados de ponta a ponta está na mão de multinacionais. Os <em>data centers</em> são controlados por multinacionais, multinacionais americanas e algumas chinesas.&#8221;</p>
<p>Quando se olha na camada de aplicações, ou seja, naquela onde operam as plataformas digitais, o cenário de dependência é ainda mais profundo e perigoso, alerta o deputado.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Veja, se hoje as cinco empresas do Vale do Silício, que são monopólicas, desligarem seus equipamentos aqui, vai ter um apagão digital no Brasil. E nós não temos capacidade instalada em infraestrutura tecnológica para garantir a operação de serviços.&#8221;</p>
</blockquote>
<h2>Plano de soberania</h2>
<p>Na semana passada, enquanto Trump oficializou a imposição unilateral de tarifas comerciais, um evento em Brasília, batizado de Soberania Já, reunia diversos movimentos sociais, coletivos de cultura digital, pesquisadores e entidades da sociedade para apontar caminhos para a construção de um plano para o tema. O encontro mobilizou coletivos e movimentos da cultura digital, hackativismo, sindicatos, movimentos sociais e organizações pelo direito digital, em interlocução com parlamentares e setores do governo federal.</p>
<p>Eles chegaram a se encontrar com o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom/PR), Sidônio Palmeira, e o secretário de Políticas Digitais da pasta, João Brant. <strong>Os grupos estão empenhados em preparar um conjunto de propostas, com eixos estratégicos, para o Brasil investir em tecnologia própria.</strong></p>
<p>&#8220;É possível, a partir do sistema de universidades brasileiras, organizar uma operação de <em>data centers</em>, por exemplo, sob controle do Brasil, garantindo soberania dos dados. E eu também apostaria em cooperação do Sul Global, no ambiente do Brics, porque a China tem muita coisa desenvolvida, a Índia também, a Rússia também. Então, você teria como um ambiente de cooperação com mecanismo para garantir a autonomia tecnológica do Brasil&#8221;, enumera Orlando Silva.</p>
<p>Outra iniciativa que pode alavancar o desenvolvimento próprio de tecnologia no país é o desenvolvimento do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). Lançado em julho do ano passado, durante a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, o PBIA tem investimento previsto de R$ 23 bilhões em quatro anos. <strong>O objetivo é transformar o país em referência mundial em inovação e eficiência no uso da inteligência artificial, especialmente no setor público</strong>.</p>
<h2>Taxação de plataformas</h2>
<p><strong>Mais cedo, no Congresso da UNE, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil vai taxar as <em>big techs</em> norte-americanas. </strong>A declaração foi dada justamente no contexto de interferência dos EUA em questões comerciais brasileiras.</p>
<p>Embora Lula não tenha revelado como pretende normatizar um eventual imposto sobre as plataformas, o governo prepara um projeto de lei antitruste no setor digital com objetivo de assegurar defesa da concorrência e combater práticas anticompetitivas de mercado. O outro projeto de regulação em análise pelo Executivo envolve o combate a crimes e violações contra crianças e adolescentes no ambiente digital.</p>
<h2>União de estudantes</h2>
<p><strong>Com o tema “Da universidade às ruas: um canto de luta pelo Brasil”, o Congresso da UNE vai até domingo (20), na Universidade Federal de Goiás (UFG), reunindo cerca de 10 mil estudantes de todo o país.</strong></p>
<p>O evento deste ano também foi marcado pela tragédia envolvendo um grave acidente na Rodovia BR-153, em Porangatu, norte de Goiás, com ônibus de estudantes do Pará que estavam justamente a caminho de Goiânia, para o Conune. Cinco pessoas morreram e cerca de 70 ficaram feridas em uma colisão com um caminhão. Em todos os debates do congresso, as vítimas, três delas estudantes universitários, eram lembradas pelos participantes.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/soberania-digital-do-brasil-requer-autonomia-tecnologica-diz-deputado</p>
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