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		<title>Escolas e universidades voltam ao expediente regular no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escolas da rede pública do Rio de Janeiro e universidades retomaram o expediente normal após a suspensão das atividades por causa da Operação Contenção que deixou 119 mortos na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade. A Universidade Federal Fluminense (UFF) informou o retorno à normalidade das atividades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Escolas da rede pública do Rio de Janeiro e universidades retomaram o expediente normal após a suspensão das atividades por causa da Operação Contenção que deixou 119 mortos na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-Rio.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-Rio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A Universidade Federal Fluminense (UFF) informou o retorno à normalidade das atividades administrativas e acadêmicas presenciais nesta quinta-feira (30).</strong> </p>
<p>“A medida se justifica pela classificação de Estágio 1 de risco, estabelecida pelo Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Nesse estágio, os modais de transportes operam normalmente e todas as vias encontram-se liberadas para o tráfego de veículos, bem como não se identificam eventos que interfiram de forma significativa na rotina dos cidadãos”, diz a nota da UFF.</p>
<p><strong>A universidade acrescenta que se mantém vigilante e acompanha “atentamente a escalada da conjuntura de segurança pública na cidade do Rio de Janeiro, a fim de basear suas decisões, e comunicará, tempestivamente, a adoção de qualquer nova medida”.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também retomou as aulas e atividades administrativas presenciais nesta quinta-feira em todos os campi. </p>
<p><strong>“A UFRJ manifesta solidariedade às vítimas e às famílias afetadas pela violência que atingiu o Rio de Janeiro nos últimos dias e expressa repúdio à barbárie que ameaça a vida e o direito de ir e vir”, diz o comunicado da UFRJ.</strong></p>
<p>A reitoria ainda informou que continuará acompanhando a situação de segurança pública e “reafirma seu compromisso com a defesa da paz, da democracia e da proteção de toda comunidade universitária”.</p>
<p><strong>A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) também retomou as atividades acadêmicas e administrativas em expediente regular nesta quinta-feira em todos os seus campi.</strong></p>
<p>As escolas das redes municipal e estadual de ensino também estão com suas atividades normalizadas.</p>
<p>Segundo a Secretaria Estadual de Educação apenas duas escolas permanecem fechadas na região onde ocorreu o conflito.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/escolas-e-universidades-voltam-ao-expediente-regular-no-rio</p>
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		<title>AGU pede mais tempo para regular uso da cannabis medicinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 23:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mais 180 dias para entregar a regulamentação do plantio de cannabis medicinal e científica. O prazo solicitado pela anteriormente expirou nesta terça-feira (30). No ano passado, a o tribunal havia determinado que a União e a Anvisa regulamentassem o cultivo, o plantio e a comercialização da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mais 180 dias para entregar a regulamentação do plantio de <em>cannabis</em> medicinal e científica. O prazo solicitado pela anteriormente expirou nesta terça-feira (30).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/AGU-pede-mais-tempo-para-regular-uso-da-cannabis-medicinal.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/AGU-pede-mais-tempo-para-regular-uso-da-cannabis-medicinal.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No ano passado, a o tribunal havia determinado que a União e a Anvisa regulamentassem o cultivo, o plantio e a comercialização da <em>cannabis</em> para fins medicinais e farmacêuticos e estabeleceu o prazo de seis meses para que a regulamentação fosse publicada.</p>
<p>A AGU alega a necessidade de um amplo diálogo com a sociedade e, sendo assim, os setores envolvidos pedem mais tempo para uma regulamentação eficaz e segura. A solicitação para aumento do prazo foi motivada pela necessidade de concluir a análise de impacto regulatório e promover a participação de diversos atores sociais no processo,segundo especialistas.</p>
<p>A <em>cannabis</em> pode contribuir no tratamento de quadros como a epilepsia, a esclerose múltipla e dores crônicas. Mais de 670 mil pessoas já se tratam hoje com remédios à base do produto, que é eficaz no alívio de sintomas graves. Muitas vezes os pacientes têm respostas melhores do que ao se submeter a procedimentos tradicionais.  </p>
<p>O ato normativo deverá abranger aspectos referentes à importação de sementes, ao plantio, cultivo e comercialização da planta utilizada para finalidades como essas. Para a AGU, ampliar o prazo é necessário para que o governo garanta a participação da sociedade civil e, a partir das contribuições encaminhadas, possa editar a norma. </p>
<p>A União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chegaram a pedir mais tempo ao STJ para finalizar o marco regulatório, mas a solicitação foi <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/28022025-Negado-pedido-da-Anvisa-por-mais-prazo-para-regulamentar-uso-da-cannabis-com-fins-medicinais.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">indeferida</a>. Desta vez, caberá à ministra Regina Helena, decidir se a União será atendida em seu requerimento. </p>
<h2>Uso pessoal</h2>
<p>Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) ratificou seu entendimento sobre o limite de quantidade liberada para uso pessoal. Ao contrário do Senado Federal, o STF considera que o porte de até 40 g de maconha para uso pessoal não mais configura crime. Em junho de 2024, os ministros já haviam votado sobre isso e, por 6 votos contra 5, prevaleceu a avaliação de que levar consigo maconha para consumo próprio continua sendo proibido, mas <a href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/RE635659Tema506informaosociedaderev.LCFSP20h10.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">não é algo passível de prisão</a>.</p>
<p>No segundo semestre, em novembro de 2024, houve outro desdobramento relevante, associado à pauta. A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a importação de sementes e o cultivo de cannabis (maconha) exclusivamente para fins medicinais, farmacêuticos e industriais.</p>
<p>O psicólogo Cauê Pinheiro ressalta que a diretoria da Anvisa tem mantido as portas para o diálogo e que não há coesão entre todos os grupos pró-<em>cannabis</em>. Segundo informou, existem  associações de vários portes, com demandas diferentes, o que exige abrangência na regulamentação. </p>
<p>Atuante na Paraíba, Pinheiro ressalta que há três forças em disputa: movimentos sociais, associações e indústria farmacêutica.</p>
<p>Algumas das associações, segundo ele, se aproximam mais da indústria e outras envolvem processamento distinto da farmácia viva no Sistema Único de Saúde (SUS), algo <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0018_03_04_2013.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">contemplado</a> pela Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa nº 18/2013..</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Obviamente, uma associação não é uma farmácia viva no SUS, mas tem todos os moldes técnicos e possibilidade de funcionar como uma&#8221;, diz o especialista, que é diretor da Associação Canábica Florescer (Acaflor), com sede em João Pessoa. </p>
</blockquote>
<p>Pinheiro destaca ainda produtos como a flor <em>in natura</em>, que não podem ser importados nem comprados em farmácias. O acesso aos produto está restrito a cerca de dez associações.</p>
<p>Pinheiro chama a atenção para a relevância do THC (Tetrahidrocanabinol), outro composto da planta junto com o CBD (canabidol). Ele afirma que a maconha é fundamental na etapa denominada redução de danos, ou seja, quando o paciente usa a planta para aliviar sintomas de abstinência provocados pelo corte de drogas mais fortes.</p>
<p>Embora, para muitos, a redução de danos remeta ao<em> crack</em> e à cocaína, ele cita também o álcool, o cigarro e a própria maconha, já que com a ilegalidade não há controle de qualidade, e muitos usuários acabam comprando algo impuro e mal manuseado, que ocasiona<a href="https://apublica.org/2017/08/como-nasce-o-prensado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> danos ao corpo</a>.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O Brasil foi o primeiro país do mundo a editar uma lei contra a maconha. O dispositivo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, data de 4 de outubro de 1830, e trata do &#8220;pito de pango&#8221;. Ali já se fazia distinção entre a penalidade aplicável a quem vendesse a droga e a que recairia sobre o usuário: enquanto o primeiro teria que pagar multa, este seria preso por até três dias. A lei também faz uma distinção importante, marcando as posições sociais com clareza, ao escrever &#8220;escravos e demais pessoas&#8221;. </p>
<p>O posicionamento de representante do Brasil, em reunião da Liga das Nações, antecessora da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1925, foi determinante para a criminalização da <em>cannabis</em>. Durante encontro que serviria para discussão sobre o ópio, o governo do Egito argumentou que a <em>cannabis</em> tinha um poder altamente destrutivo.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Depois que a ONU foi criada, houve a primeira Convenção Única de Entorpecentes, em 1961, assinada por mais de 200 países, colocando a cannabis em uma lista, junto com a heroína, como droga particularmente perigosa. É algo que não tem razão científica nos dias de hoje&#8221;, afirma o médico Elisaldo Carlini, em entrevista concedida 15 anos atrás à <a href="https://www.cebrid.com.br/sobre-o-cebrid/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Revista Pesquisa Fapesp</a>.</p>
</blockquote>
<p>Elisaldo Carlini foi peça fundamental no reconhecimento da maconha usada para fins terapêuticos. O interesse surgiu por sua curiosidade pela farmacologia, em 1952, quando cursava o 2º ano da graduação, na Escola Paulista de Medicina (EPM), que hoje é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Falecido em 2020, aos 90 anos, dedicou 50 deles ao aprofundamento de sua pesquisa sobre a planta.</p>
<p>Criador do <a href="https://www.cebrid.com.br/sobre-o-cebrid/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas</a> (Cebrid), Carlini comandou a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, órgão que depois viria a se tornar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Retornou ao Brasil após concluir o mestrado na Universidade Yale, uma das instituições de maior prestígio do mundo.</p>
<h2>ExpoCannabis Brasil</h2>
<p>Com início em 15 de novembro, a 3ª ExpoCannabis Brasil deste ano definiu tem como ttema &#8220;Cultivar para Florescer&#8221;, O evento espera atrair 45 mil visitante que, além de participar das atividades, também podem se inscrever em workshops.</p>
<p>A exposição será realizada no São Paulo Expo, localizado na zona sul de São Paulo. Os ingressos já estão sendo vendidos. Mais informações podem ser conferidas no <a href="https://expocannabisbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site oficial</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/governo-pede-mais-tempo-ao-stj-para-regular-uso-da-cannabis-medicinal</p>
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		<title>Brics estuda medidas para regular Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 20:38:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dez países integrantes do Brics estão planejando &#8211; de forma conjunta &#8211; formas de lidar com os impactos que a Inteligência Artificial causará no mercado de trabalho. Entre as medidas em debate figura possibilidade de se desenvolver medidas regulatórias conjuntas visando o uso ético dessa tecnologia. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (13) e ontem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Dez países integrantes do Brics estão planejando &#8211; de forma conjunta &#8211; formas de lidar com os impactos que a Inteligência Artificial causará no mercado de trabalho. Entre as medidas em debate figura possibilidade de se desenvolver medidas regulatórias conjuntas visando o uso ético dessa tecnologia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Brics-estuda-medidas-para-regular-Inteligencia-Artificial.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Brics-estuda-medidas-para-regular-Inteligencia-Artificial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O assunto foi debatido nesta quinta-feira (13) e ontem (12) durante reuniões do grupo de trabalho (GT) formado pelo bloco para debater assuntos relacionados a emprego.</p>
<p>Integram o Brics Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>Entre as preocupações observadas pelo GT estão o desenvolvimento de políticas de proteção social para trabalhadores que perderem emprego diante das transformações tecnológicas; e o estímulo para que jovens e idosos desenvolvam potencialidades para que possam estar incluídos nessas novas tecnologias.</p>
<h2>Consensos</h2>
<p>Coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Emprego do Brics, Maíra Lacerda diz estar confiante de que muitos consensos serão apresentados em documento a ser assinado pelos ministros do Trabalho do bloco, durante a reunião agendada para 25 de abril no Itamaraty, em Brasília.</p>
<p>Segundo ela, que é também assessora de Relações Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego, as reuniões prévias para o encontro, ocorridas de forma virtual esta semana, já acenam com “propostas concretas e objetivas”, em especial relacionadas a uma regulação ética da Inteligência Artificial.</p>
<p>“Todos países planejam fazer algo no âmbito local, mas estamos antevendo que algo está em vista também de forma coletiva envolvendo o bloco”, disse a coordenadora do GT. “Na visão de todos, a IA não é monstro, mas ela precisa ser usada com ética”, acrescentou.</p>
<h2>Sessões</h2>
<p>Foram dois dias de reuniões dedicadas a discutir o tema. As atividades se dividiram em quatro sessões: impacto da IA no mercado de trabalho; transformação digital para novos setores; desenvolvimento de políticas de proteção social para trabalhadores que perderem emprego; e encorajamento ao aprendizado continuado para desenvolver potencialidades, em especial de jovens e idosos.</p>
<p>Maíra Lacerda disse ser grande a expectativa de colaboração entre os países, no sentido de proteger os trabalhadores. “Percebemos consensos também com relação à preocupação com educação e com a inserção de trabalhadores jovens e idosos”, disse</p>
<p>“Todos falam de cooperação e união do Brics para tratar do tema Inteligência Artificial. Existindo vontade, os horizontes são amplos, inclusive com troca de conhecimentos e de tecnologias, pelos países”, acrescentou.</p>
<h2>Implementação</h2>
<p>A fim de viabilizar ao máximo a implementação das propostas que constarão no documento a ser assinado pelos ministros, estuda-se, caso seja do interesse do país membro, a possibilidade de internalizar alguns pontos acordados em suas legislações. </p>
<p>Tal medida é vista como um recurso para evitar que uma eventual mudança de governo nos países resulte em retrocesso àquilo que havia sido consensual no grupo. “Mas isso é algo a ser decidido de forma individual pelo país”, pondera a coordenadora do GT.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/brics-estuda-medidas-para-regular-inteligencia-artificial</p>
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