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	<title>regula - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 19:55:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projeto de lei (PL) 2.628 de 2022 entrou na pauta da Câmara dos Deputados nesta semana após a repercussão do vídeo influencer Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais. De autoria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O projeto de lei (PL) 2.628 de 2022 entrou na pauta da Câmara dos Deputados nesta semana após a repercussão do <strong>vídeo influencer Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais.</strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Conheca-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Conheca-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o projeto foi relatado na Câmara pelo deputado Jadyel Alencar (Republicanos-Pi) e tem o apoio de centenas de organizações da sociedade civil que atuam com a proteção das crianças e adolescentes no Brasil.</p>
<p><strong>Entre as medidas, o texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias.</strong></p>
<p>Além disso, o PL prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.</p>
<p>A matéria ainda disciplina o <strong>uso de publicidade; a coleta e o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes; estabelece regras para jogos eletrônicos, veda à exposição a jogos de azar; e prevê a atuação do Poder Público para cumprir a legislação.</strong></p>
<p>A advogada de direitos digitais do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) Marina Fernandes explicou à<strong> Agência Brasil </strong>que o PL adapta direitos que já estão previstos no <strong>Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA], mas que não costumam ser aplicados nas redes sociais</strong>. A organização integra a Coalizão de Direitos na Rede.</p>
<blockquote>
<p>“O PL cria um ecossistema de regulação para as plataformas digitais em relação a crianças e adolescentes. O projeto determina que as plataformas tenham mais deveres e obrigações. Inicialmente, no artigo 5º, por exemplo, ele traz que as plataformas devem prevenir danos à infância.”</p>
</blockquote>
<h2>Prevenir riscos</h2>
<p>Com 40 artigos e conhecido como ECA Digital, o projeto de lei determina no seu artigo 6º que as plataformas digitais devem adotar medidas para “prevenir e mitigar riscos” de crianças e adolescentes acessarem conteúdos que envolvam, entre outros pontos, <strong>exploração e abuso sexual; violência física; assédio; bullying virtual; incentivo a comportamentos de vícios; ou promoção e comercialização de jogos de azar; bebidas alcoólicas e tabagismo.</strong></p>
<p><strong>O PL afirma ainda o projeto não exime a responsabilidade do país, tutores ou quem se beneficia financeiramente da produção e distribuição pública de conteúdos com crianças e adolescentes.</strong></p>
<p>Em casos de descumprimento da legislação, o projeto prevê advertências com prazo de medidas corretivas em até 30 dias. Persistindo a infração, poderá ser aplicada multa de até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil ou, na ausência de faturamento, de até R$ 50 milhões.<strong> Será possível ainda suspender temporariamente ou proibir o exercício das atividades de plataformas digitais em caso de as infrações não serem corrigidas</strong>.</p>
<h2>Faixa Etária</h2>
<p>O projeto de lei exige ainda que as plataformas avaliem o conteúdo que é distribuído para crianças e adolescentes de acordo com a faixa etária e indiquem “extensivamente” a todos os usuários sobre a classificação indicativa para o conteúdo divulgado.</p>
<p><strong>Para impedir o acesso de crianças a conteúdos inapropriados, o projeto determina que as plataformas digitais deverão adotar “mecanismos confiáveis de verificação da idade a cada acesso do usuário, vedada a autodeclaração”.</strong></p>
<p>A advogada do Idec Marina Fernandes disse que, mesmo as plataformas informando que as redes não são para menores de 13 anos, não há medidas para mitigar esse acesso atualmente.</p>
<blockquote>
<p>“Elas não têm nenhuma fiscalização sobre a verdadeira idade daqueles usuários. E elas sabem que tem crianças menores de 13 anos acessando. Existem conteúdos voltados à crianças menores de 13 anos.  O que PL traz no capítulo de verificação etária é de que elas seriam obrigadas a fazer uma verificação confiável”, comentou.</p>
</blockquote>
<h2>Supervisão Parental</h2>
<p>Outro capítulo importante do projeto regula a supervisão dos pais ou responsáveis no uso das redes sociais por adolescentes. Segundo o texto, as<strong> plataformas devem “disponibilizar configurações e ferramentas acessíveis e fáceis de usar que apoiem a supervisão parental”.</strong></p>
<p>Organizações como a Meta informam que possuem esse serviço. Porém, a especialista do Idec, Marina Fernandes, destaca que esse tipo de ferramenta ainda não é eficiente. </p>
<blockquote>
<p>“Muitas vezes, os pais não sabem utilizar porque é difícil encontrar essas ferramentas. Muitas delas são muito aquém do que o necessário porque estão ligadas ao design da plataforma que é construído para viciar ou não permite que os pais desabilitem conteúdos nocivos”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Fernandes, o PL apresenta um rol de exigências para tornar a supervisão mais efetiva. “É muito fácil falar que a família é responsável, mas às vezes a família não tem condições de atuar porque não tem informações suficientes para agir”, completou.</p>
<p><strong>Entre as medidas previstas no projeto, está a oferta de “funcionalidades que permitam limitar e monitorar o tempo de uso do produto ou serviço” por parte dos pais ou responsáveis.</strong></p>
<p>O documento diz ainda que os provedores de serviços digitais “devem garantir que usuários ou contas de crianças e adolescentes de até 16 anos de idade estejam vinculados ao usuário ou à conta de um de seus responsáveis legais”.</p>
<h2>Publicidade</h2>
<p>O projeto de lei traz ainda uma série de regras para o direcionamento de propaganda para crianças e adolescentes,</p>
<blockquote>
<p>“É vedada a utilização de técnicas de perfilamento para direcionamento de publicidade comercial a crianças e adolescentes, bem como o emprego de análise emocional, realidade aumentada, realidade estendida e realidade virtual para esse fim”, diz o artigo 22.</p>
</blockquote>
<p><strong>No artigo 25, proíbe-se a criação de perfis de usuários crianças e adolescentes para fins de propaganda</strong>, usando coleta e tratamento de dados pessoais obtidos dos perfis de menores de 18 anos.</p>
<p>“O PL veda especificamente que se use dados de crianças e adolescentes para perfilização comercial, ou seja, para enviar publicidade para essas crianças e adolescentes”, explicou Marina Fernandes.</p>
<h2>Poder Público</h2>
<p><strong>O PL estabelece também que o Poder Público poderá atuar para regular os mecanismos previstos na legislação</strong>.   </p>
<p>“Ato do Poder Executivo regulamentará os requisitos mínimos de transparência, segurança e interoperabilidade para os mecanismos de aferição de idade e supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e lojas de aplicativos”, afirma o parecer do relator.  </p>
<h2>Oposição </h2>
<p><strong>O PL 2628 encontra resistência da oposição liderada pelo Novo e pelo PL na Câmara dos Deputados. A líder do PL, deputada Caroline de Toni (PL-SC),  classificou o texto como tentativa de censurar as redes sociais e disse que foi procurada por representantes de plataformas digitais que alegaram “excesso de regulamentação”.</strong></p>
<p>“As leis já existem para punir. O que a gente precisa é melhorar o ordenamento jurídico e melhorar essa integração [das policias com as plataformas]. São medidas pontuais para facilitar e dar segurança jurídica, sem querer usar isso como pretexto para censurar a liberdade de expressão das redes sociais”, afirmou</p>
<p>Procurada pela<strong> Agência Brasil</strong>, a <strong>Meta (dona da Facebook, Instagram e Whatsapp) não se manifestou sobre o PL 2628 até o fechamento desta reportagem</strong>. </p>
<p>O Conselho Digital, organização que reúne as gigantes da tecnologia Meta, Google, Tiktok, Amazon, entre outras, tem se manifestado pedindo alterações no texto. </p>
<p>Quando o tema estava em tramitação no Senado, o <a href="https://conselhodigital.org.br/2024/03/contribuicoes-do-conselho-digital-ao-pl-2628-2022/ " target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Conselho Digital criticou o que chamou de obrigações excessivas</a>. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;O equilíbrio entre a remoção de conteúdos nocivos e a preservação da liberdade de expressão torna-se um ponto delicado. A imposição de obrigações excessivamente rigorosas às plataformas pode incentivar a remoção indiscriminada de conteúdos legítimos&#8221;, disse a organização que representa, no Brasil, a maior parte das principais big techs em atividade.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/conheca-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara pauta projeto que regula redes sociais para crianças</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/camara-pauta-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:18:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Apoiado por centenas de entidades que atuam na proteção de crianças e adolescentes, o Projeto de Lei (PL) 2.628 de 2022 terá a urgência pautada nesta quarta-feira (20) na Câmara dos Deputados. Deputados favoráveis ao texto defendem que o mérito da matéria seja votado ainda nesta semana. A oposição é contrária e promete obstruir a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Apoiado por centenas de entidades que atuam na proteção de crianças e adolescentes, o <strong><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2970493&amp;filename=Parecer-CCOM-2025-08-12" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei (PL) 2.628 de 2022</a> terá a urgência pautada nesta quarta-feira (20) na Câmara dos Deputados.</strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Camara-pauta-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Camara-pauta-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Deputados favoráveis ao texto defendem que o mérito da matéria seja votado ainda nesta semana. A <strong>oposição é contrária e promete obstruir a tramitação do texto por considerar que ele “viola a liberdade de expressão” e institui a “censura” ao criar regras para as big techs com previsão de multas em caso de descumprimento.  </strong></p>
<p>Apelidado de ECA Digital em referência ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o <strong>texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias.</strong></p>
<p>Além disso, o <strong>PL prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para verificação da idade dos usuários de redes sociais,</strong> o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.</p>
<p>Em tramitação na Comissão de Comunicação da Câmara, o <strong>projeto pode ser levado direto ao plenário caso tenha a urgência aprovada.</strong> Como o <strong>texto já foi analisado pelo Senado, ele pode ir à sanção presidencial com mais agilidade.</strong></p>
<p>Na semana passada, o relator Jadyel Alencar (Republicanos-PI) apresentou o parecer na Comissão dias após a repercussão do vídeo do influenciador Felca Bressanim Pereira denunciando a ‘adultização’ de crianças e adolescentes nas redes sociais.</p>
<h2>Divergência</h2>
<p>Criticado pela oposição, que costuma associar a criação de regras para o funcionamento do ambiente digital com censura, o <strong>texto vem sendo defendido pelo deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).</strong></p>
<blockquote>
<p>“É direito deles [oposição] obstruir. Eu pense que essa é uma pauta urgente da sociedade brasileira. Essa é uma pauta que eu penso que a Câmara dos Deputados tem que enfrentar, assim como o Senado Federal já enfrentou”, afirmou o deputado nesta terça-feira.</p>
</blockquote>
<p>A líder do PL, deputada Caroline de Toni (PL-SC), por sua vez, classificou o PL 2628 como tentativa de censurar as redes sociais e informou aos jornalistas que foi<strong> procurada por representantes de plataformas digitais que alegaram “excesso de regulamentação”.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“As leis já existem para punir. O que a gente precisa é melhorar o ordenamento jurídico e melhorar essa integração [das policias com as plataformas]. São medidas pontuais para facilitar e dar segurança jurídica, sem querer usar isso como pretexto para censurar a liberdade de expressão das redes sociais”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Regulação</h2>
<p>A <strong>líder do PSOL, Talíria Petrone (PSOL-RJ), argumentou que todos os setores no Brasil são regulamentados e não poderia ser diferente com as redes sociais.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa é uma demanda da sociedade, que hoje vem nossas crianças serem desprotegidas de forma inadmissível. A extrema-direita quer proteger as <em>big techs</em>, que não desejam ser responsabilizadas. Tudo é regulamentado no Brasil. Por que as plataformas não vão ser?”, questionou.</p>
</blockquote>
<p>Centenas de organizações da sociedade civil que atuam na área assinaram um manifesto em defesa do projeto 2628, incluindo o Instituto Alana, a Coalização Brasileira pelo Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes, Fundação Abrinq, diversas Pastorais da Criança, a Fundação Roberto Marinho, entre outras.</p>
<blockquote>
<p>“A responsabilidade pela proteção integral de crianças e adolescentes é de todos: famílias, Estado e sociedade, incluindo as empresas. Famílias e Estado necessitam do compromisso inequívoco do setor empresarial com o Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirma <a href="http://bit.ly/cartapl262822" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">carta assinada por 270 entidades da sociedade</a>. </p>
</blockquote>
<h2>Big techs </h2>
<p>Procurada pela<strong> Agência Brasil,</strong> a <strong>Meta (dona da Facebook, Instagram e Whatsapp) não se manifestou sobre o PL 2628 até o fechamento desta reportagem.</strong> Já o Conselho Digital, organização que reúne as gigantes da tecnologia Meta, Google, Tiktok, Amazon, entre outras, tem se manifestado pedindo alterações no texto. </p>
<p><strong>Quando o tema estava em tramitação no Senado, o Conselho Digital criticou o que chamou de obrigações excessivas.</strong> </p>
<blockquote>
<p>&#8220;O equilíbrio entre a remoção de conteúdos nocivos e a preservação da liberdade de expressão torna-se um ponto delicado. A imposição de obrigações excessivamente rigorosas às plataformas pode incentivar a remoção indiscriminada de conteúdos legítimos&#8221;, disse a organização que representa, no Brasil, a <a href="https://conselhodigital.org.br/2024/03/contribuicoes-do-conselho-digital-ao-pl-2628-2022/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">maior parte das principais big techs em atividade</a>.  </p>
<p> </p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/camara-pauta-projeto-que-regula-redes-sociais-para-criancas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula envia na quarta ao Congresso projeto que regula redes sociais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/lula-envia-na-quarta-ao-congresso-projeto-que-regula-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 22:53:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai enviar ao Congresso Nacional, nesta quarta-feira (13), uma proposta para regulamentação das redes sociais. “Nós vamos regulamentar porque é preciso criar o mínimo de comportamento e de procedimento no funcionamento de uma rede digital”, afirmou o presidente em entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo, da Band [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai enviar ao Congresso Nacional, nesta quarta-feira (13), uma proposta para regulamentação das redes sociais.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Lula-envia-na-quarta-ao-Congresso-projeto-que-regula-redes.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Lula-envia-na-quarta-ao-Congresso-projeto-que-regula-redes.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos regulamentar porque é preciso criar o mínimo de comportamento e de procedimento no funcionamento de uma rede digital”, afirmou o presidente em entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo, da Band News.  </p>
<p>Para Lula, o que acontece atualmente é que ninguém assume a responsabilidade pelo conteúdo nesses ambientes. </p>
<p>O presidente defendeu que as grandes corporações de tecnologia devem estar sujeitas às regras no Brasil. Ele criticou ainda carta do governo dos Estados Unidos que afirmava que as big techs norte-americanas não aceitavam ser regulamentadas.</p>
<p>Ele recordou que o STF votou uma decisão em que as plataformas são responsáveis pelo conteúdo. “Portanto, se tiver alguma coisa grave, é a plataforma que deve assumir a responsabilidade”. </p>
<h2>Discussões</h2>
<p>O presidente apontou que o projeto está há dois meses na Casa Civil. “Amanhã, às três horas da tarde, estará na minha mesa para dirimir as divergências existentes entre os ministros e mandar isso para o Congresso Nacional para regulamentar”, disse.</p>
<p>Lula defendeu que não é admissível que se abra mão de garantir tranquilidade às crianças e adolescentes que podem ser vítimas de ataques e de pedofilia. “Como nós vimos na denúncia do rapaz [o influenciador Felca]”. </p>
<p>Segundo ele, o Brasil deve se preocupar com crimes cometidos nas redes digitais que devem ser julgados e punidos. “Isso não é possível. Por isso é que nós vamos regulamentar.&#8221; </p>
<p>Na entrevista, Lula disse que espera que algum dia possa encontrar com o presidente Donald Trump e conversar “como dois seres humanos civilizados e dois chefes de Estado”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/lula-envia-na-quarta-ao-congresso-projeto-que-regula-redes-sociais</p>
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