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		<title>Reconhecida, comunidade quilombola em Goiás quer saída de fazendeiros</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 12:22:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A comunidade quilombola Mesquita, em Cidade Ocidental (GO), vai celebrar 280 anos de história com alívio em 2026. Isso porque o Instituto Nacional de Colonização reconheceu, no último dia 19, que a área total do território é de 4,1 mil hectares, 80% maior do que a que ocupa atualmente.  Agora, as cerca de 1,1 mil famílias (mais de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A comunidade quilombola Mesquita, em Cidade Ocidental (GO), vai celebrar 280 anos de história com alívio em 2026. Isso porque o Instituto Nacional de Colonização<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.524-de-18-de-dezembro-de-2025-676846608" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> reconheceu</a>, no último dia 19, que a área total do território é de 4,1 mil hectares, 80% maior do que a que ocupa atualmente. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Reconhecida-comunidade-quilombola-em-Goias-quer-saida-de-fazendeiros.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Reconhecida-comunidade-quilombola-em-Goias-quer-saida-de-fazendeiros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Agora, as cerca de 1,1 mil famílias (mais de duas mil pessoas) da comunidade esperam a etapa de desintrusão de ocupantes irregulares do local, incluindo fazendeiros do ramo da soja. </p>
<h2>Contra o desmatamento</h2>
<p><strong>Segundo o morador Walisson Braga, liderança jovem quilombola, a retomada da posse tornará possível não somente reaver 80% do território, mas também interromper o processo de desmatamento dessa área do Cerrado cometido pelos grileiros e garantir segurança para os moradores. </strong></p>
<p>A proteção da natureza e a exploração sustentável do meio estão ligados ao modo de vida da comunidade, segundo argumenta.</p>
<blockquote>
<p>“Esperamos que o reconhecimento das terras possa estimular que a comunidade volte a trabalhar na agricultura”, afirmou em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. </p>
</blockquote>
<p>Ele contextualiza que, em função dos grileiros, moradores da comunidade tiveram que se submeter a subempregos longe de casa. </p>
<p>Wallison Braga disse que a comunidade recebeu com alívio a notícia e prepara uma grande celebração para a Festa do Marmelo, no próximo dia 11 de janeiro. O fruto representa, além de geração de renda para os agricultores locais, um símbolo de resistência diante das invasões nas redondezas. “Vai ser um momento para a gente comemorar essa vitória”. </p>
<h2>Reparação histórica</h2>
<p><strong>Segundo o que o Incra argumentou, o território ocupado no século 18 foi fundamental para a construção da capital federal.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A publicação representa um importante passo para o processo de reparação histórica devida aos descendentes de escravizados, sobretudo aqueles que sofreram e ainda sofrem com a grilagem de suas terras”, reconheceu o Incra em nota.</p>
</blockquote>
<p>Na nota, a chefe da Divisão de Territórios Quilombolas do Incra no Distrito Federal e Entorno, Maria Celina, argumentou que a decisão enfrenta a realidade das invasões na área ao longo dos anos.</p>
<blockquote>
<p>“Isto reduziu o acesso dos quilombolas a áreas de plantio, de morada e a interrupção de caminhos que tradicionalmente cortam o território&#8221;, avalia.</p>
</blockquote>
<p>A superintendente regional do Incra, Claudia Farinha, ponderou que o reconhecimento assegura o direito à terra ancestral e protege as famílias da especulação imobiliária.</p>
<p>Segundo pesquisa antropológica, os quilombolas do Mesquita ajudaram a erguer as cantinas, hospedagens e refeitórios destinados aos migrantes que chegaram a Brasília. Além disso, foram responsáveis por uma parcela dos alimentos que abasteciam os canteiros de obra, quando quase não havia produção na região.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Leia mais sobre a comunidade Mesquita.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/reconhecida-comunidade-quilombola-em-goias-quer-saida-de-fazendeiros</p>
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