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		<title>Famílias de mortos em operação no Rio reclamam de falta de informação</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 21:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Familiares de mortos na Operação Contenção que aguardavam a liberação dos corpos nesta quinta-feira (30), reclamaram da demora no processo de perícia e da falta de informações. Por conta da quantidade de corpos &#8211; no total foram 121 mortos, incluindo 4 policiais &#8211; o Instituto Médico Legal (IML) da capital está dedicado exclusivamente ao trabalho. [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Familiares de mortos na Operação Contenção que aguardavam a liberação dos corpos nesta quinta-feira (30), reclamaram da demora no processo de perícia e da falta de informações.</strong> Por conta da quantidade de corpos &#8211; no total foram 121 mortos, incluindo 4 policiais &#8211; o Instituto Médico Legal (IML) da capital está dedicado exclusivamente ao trabalho. Os familiares estão sendo atendidos em um posto do Detran, que fica ao lado do IML. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-de-mortos-em-operacao-no-Rio-reclamam-de-falta.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-de-mortos-em-operacao-no-Rio-reclamam-de-falta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Samuel Peçanha, trabalhador de serviços gerais, buscava informações sobre o filho Michel Mendes Peçanha, de 14 anos. A família mora em Queimados, na Baixada Fluminense, mas o filho frequentava o Complexo da Penha e estava no local no dia da Operação, depois de participar de um baile funk. </p>
<blockquote>
<p>“Faz dois dias que eu estou procurando alguma informação. Falaram que eles vão ligar, mas ninguém liga, ninguém fala nada. No dia da ocorrência, eu falei com ele às 8h40 da manhã, ele me disse que mais tarde iria pra casa. Depois disso o telefone dele se calou. O comentário do pessoal lá da comunidade é que eles empurraram todo mundo para a mata. É nosso filho. A gente quer pelo menos ter o direito de enterrar”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Na mesma situação, Lívia de Oliveira tentava saber quando o corpo do marido Douglas de Oliveira seria liberado. </p>
<blockquote>
<p>“Todo mundo está vindo aqui desde terça-feira tentando achar uma resposta. Infelizmente é sempre isso, dizem que ele ainda não foi identificado, que tem que esperar porque são muitos corpos. Como a gente deita a cabeça no travesseiro e dorme? Não tem como, é agoniante”, disse. </p>
</blockquote>
<p>Os pais de Yago Ravel reivindicavam o direito de reconhecer o corpo do filho de 19 anos, que foi encontrado decapitado, o que só conseguiram fazer depois da intervenção de deputados que fizeram uma diligência no local na tarde desta quarta. O pai de Yago, Alex Rosário da Costa, protestou por ter tido que assinar o atestado de óbito sem poder ver o corpo.</p>
<blockquote>
<p>“O meu filho foi espancado, depois ele foi executado e arrancaram a cabeça dele. Em nenhum momento eu pude ver o corpo dele. Ele foi encontrado com o corpo no chão de braços abertos e a cabeça dele em cima de uma árvore. Isso é uma carnificina”, criticou. </p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor Santos, pessoas que foram mortas durante a Operação Contenção deverão ser identificadas até este final de semana. </strong>Ao menos 100 corpos já foram identificados, mas os nomes não foram divulgados. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442305:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Governo-do-Rio-estima-119-mortes-moradores-retiram-corpos-da.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para reconhecimento dos corpos&#13;&#10;Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.&#13;&#10;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p>Familiares chegam para se cadastrar para reconhecimento dos corpos &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442305--><br type="_moz"/>
</p>
</div>
</div>
<h2>Enterro</h2>
<p>Além da demora para obter informações, as famílias dos mortos na operação enfrentam outro dilema: os custos funerários. Os familiares precisavam optar entre pagar um sepultamento particular, com um custo de pelo menos R$ 4 mil, ou aceitar o enterro gratuito fornecido pela prefeitura, que ocorre sem direito a velório e em caixão fechado. A Defensoria Pública  montou um posto de atendimento no IML para agilizar os trâmites daqueles que optavam pelo serviço gratuito. </p>
<p>De acordo com o defensor público André Castro, caso a família não se adeque aos critérios para solicitar o enterro gratuito, pode ter direito ao serviço, mediante pagamento de uma tarifa social. </p>
<blockquote>
<p>“Não precisa de ação judicial, nem nada do tipo. A gente está fazendo a orientação para as famílias e o contato é direto com as funerárias que fazem o serviço. Mas nós fazemos uma crítica há bastante tempo pelo fato de ser apenas em caixão fechado e sem velório. Não são condições que nós consideramos dignas para essa despedida dos seus entes queridos. Mas muitas família realmente não têm condições de pagar, esse tem sido um pedido central na nossa atuação aqui nos últimos dias”, acrescentou. </p>
</blockquote>
<h2>Operação Contenção </h2>
<p>A Operação Contenção, realizada pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, deixou cerca de 120 pessoas mortas, sendo quatro policiais, de acordo com o último balanço. No total, foram feitas 113 prisões, sendo 33 de presos de outros estados. Foram recolhidas 118 armas e 1 tonelada de droga. O objetivo era conter o avanço da facção Comando Vermelho e cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 de prisão, sendo 30 expedidos pela Justiça do Pará.</p>
<p>A operação contou com um efetivo de 2,5 mil policiais e é a maior e mais letal realizada no estado nos últimos 15 anos. Os confrontos e as ações de retaliação de criminosos geraram pânico em toda a cidade, com intenso tiroteio, fechando as principais vias, escolas, comércios e postos de saúde. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/familias-de-mortos-em-operacao-no-rio-reclamam-de-falta-de-informacao</p>
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		<title>Municípios reclamam de apoio técnico para universalizar o saneamento</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 13:05:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico. A insegurança jurídica, carência de apoio técnico e baixa capacidade de investimento são fatores que dificultam a universalização dos serviços, segundo os municípios.   A lei estabeleceu que todas as localidades brasileiras devem atender a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14026.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Legal do Saneamento Básico</a>. A insegurança jurídica, carência de apoio técnico e baixa capacidade de investimento são fatores que dificultam a universalização dos serviços, segundo os municípios.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei estabeleceu que todas as localidades brasileiras devem atender a 99% da população com abastecimento de água e 90% com esgotamento sanitário até 2033. Mas pesquisa divulgada esta semana pelo Instituto Trata Brasil mostra, no entanto, que o cenário atual ainda é precário, com 16,9% da população brasileira sem acesso à água potável e 44,8% sem coleta de esgoto.</p>
<p>A pesquisa mostra também que é necessário praticamente dobrar o investimento para que a meta seja atingida. </p>
<p><strong>Na avaliação do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, os municípios que são os principais responsáveis pela oferta dos serviços precisam de mais ajuda dos estados e da União.</strong> </p>
<p>“Para os gestores locais, é imprescindível que a União e os estados garantam apoio técnico-financeiro consistente, planejamento adequado dos blocos regionais e contratos que considerem de fato as realidades municipais, sob pena de se perpetuar desigualdades históricas no acesso ao saneamento”, defende.</p>
<h2>Regionalização</h2>
<p>Uma das mudanças do Marco Legal é a facilitação na privatização das empresas que prestam esse tipo de serviço. <strong>A lei incentiva também a regionalização do saneamento, ou seja, que blocos de municípios possam ofertar juntos o serviço.</strong> </p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 44,8% dos 5.570 municípios brasileiros, são pequenos e têm até 10 mil habitantes. Dessa forma, a oferta conjunta de saneamento daria maior escala e poderia ser mais barata.</p>
<p>Na prática, no entanto, de acordo com Ziulkoski, a regionalização não tem aumentado significativamente a cobertura dos serviços. </p>
<blockquote>
<p>“Em muitos casos [a regionalização] foi instituída de forma unilateral pelos estados, sem estudos consistentes e sem a participação efetiva dos municípios. Isso gerou arranjos frágeis, voltados principalmente à viabilização de concessões ou privatizações de estatais, e não ao atendimento integral das populações, sobretudo em áreas rurais e periferias urbanas, justamente onde a lei exige cobertura universal”, constata.</p>
</blockquote>
<p>Ele ressalta ainda que outro ponto de preocupação da CNM é que a regionalização se concentrou quase exclusivamente em água e esgoto, “negligenciando os demais componentes do saneamento, como resíduos sólidos e drenagem urbana, que seguem como passivos relevantes para os municípios”.</p>
<p>Segundo a CNM, 67% dos municípios já estão inseridos em arranjos regionais, “mas nem sempre participaram das decisões sobre a forma de prestação”. </p>
<p><strong>É indispensável “que a União assegure apoio técnico qualificado e recursos não onerosos”, defende a CNM.</strong></p>
<p>“Auxiliar os municípios significa não apenas oferecer recursos, mas sobretudo garantir condições estruturais para que possam planejar, decidir e fiscalizar, assegurando que a regionalização e os investimentos previstos se revertam, de fato, em avanços rumo à universalização”, ressalta o presidente da CNM.</p>
<p><strong>A pesquisa do Instituto Trata Brasil mostra que dos 26 estados passíveis de passar pelo processo de regionalização, uma vez que o Distrito Federal é isento desse processo, apenas Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram regionalização parcial.</strong> </p>
<p>O Amapá, Mato Grosso do Sul e parte do Rio de Janeiro passaram por processos de licitação que já contemplavam a estruturação de blocos regionalizados de prestação dos serviços de saneamento.</p>
<p>&#8220;Ainda que a maioria dos estados já tenham leis aprovadas, e que contemplem os seus municípios dentro da prestação regionalizada, ainda está pendente a operacionalização desses blocos, o que representa desafios significativos devido à coexistência de diferentes prestadores de serviços e à necessidade de alinhar os interesses de múltiplos municípios&#8221;, aponta o instituto. </p>
<h2>Ministério das Cidades</h2>
<p>O governo federal é responsável por coordenar e implementar as políticas públicas de saneamento básico. <strong>O Ministério das Cidades, reconhece “a necessidade de acelerar o ritmo de execução, uma vez que a universalização exige esforços coordenados, contínuos e abrangentes”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Do lado do governo federal, a política pública está sendo fortalecida com investimentos em todas as frentes do saneamento &#8211; abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana -, com atenção especial à redução das desigualdades regionais, à inclusão das populações rurais e à adaptação às mudanças climáticas”, informou o ministério à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>O ministério destaca como principais ações, o apoio financeiro à implantação de infraestrutura por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a capacitação de técnicos e gestores municipais e o fomento de discussões estratégicas no âmbito do Comitê Interministerial de Saneamento Básico (Cisb), por meio da criação de grupos de trabalho voltados para a regionalização dos serviços de resíduos sólidos urbanos, o desenvolvimento de tecnologias de reuso de água, o armazenamento de água de chuva e a dessalinização. </p>
<blockquote>
<p>“Essas ações visam fortalecer a governança do setor e garantir que os investimentos sejam aplicados de forma eficiente e sustentável”, diz o ministério.</p>
</blockquote>
<p>O Ministério das Cidades ressalta que a modernização da prestação dos serviços de saneamento, por meio da digitalização e do uso de tecnologias avançadas, pode ser mais um diferencial para o avanço da universalização. A pasta ressalta, entretanto, que nem todas as empresas estão preparadas para essa transição, “o que reforça a importância de incentivos para inovação e capacitação”.</p>
<p><strong>Para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico, o ministério defende ainda que é necessário a cooperação entre as esferas de governo &#8211; federal, estaduais e municipais -, a iniciativa privada e a sociedade civil.</strong> </p>
<p>“O novo marco consolidou avanços relevantes, mas impõe a responsabilidade de intensificar a cooperação entre União, estados, municípios, iniciativa privada e sociedade civil para que as metas de universalização sejam alcançadas”, ressalta o Ministério das Cidades.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/municipios-reclamam-de-apoio-tecnico-para-universalizar-o-saneamento</p>
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		<title>Bolsonaristas reclamam de “tratamento diferenciado” do JN a Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 01:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaristas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamam]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Diferenciado]]></category>
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					<description><![CDATA[Aliados do presidente Jair Bolsonaro reclamaram, publicamente e nos bastidores, do que avaliaram como “tratamento diferenciado” recebido pelo ex-presidente Lula durante sua entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta-feira (25/8). A reclamação dos bolsonaristas é de que os âncoras William Bonner e Renata Vasconcelos teriam tratado Lula melhor do que o atual presidente, ao interromper o petista menos do que interromperam Bolsonaro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aliados do presidente Jair Bolsonaro reclamaram, publicamente e nos bastidores, do que avaliaram como “tratamento diferenciado” recebido pelo ex-presidente Lula durante sua entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta-feira (25/8).</p>
<p>A reclamação dos bolsonaristas é de que os âncoras William Bonner e Renata Vasconcelos teriam tratado Lula melhor do que o atual presidente, ao interromper o petista menos do que interromperam Bolsonaro na segunda-feira (22/8).</p>
<p>Auxiliares e aliados do atual presidente também reclamaram que os âncoras foram mais agressivos com Bolsonaro do que com Lula. “Tratamento muito pior”, afirmou o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, nas redes sociais.</p>
<p>O pronunciamento em rede nacional de Lula no JN continua. Os dois espectadores no estúdio assistem com atenção e, de vez em quando, elogiam. Bolsonaro foi a outro lugar, tratamento muito pior. O programa eleitoral começou hoje. Bolsonaro foi a uma inquisição.</p>
<p>— Ciro Nogueira</p>
<p>Fonte: Metrópoles</p>
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