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	<title>ranking - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>ranking - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Pelo 2º ano, Helena lidera ranking de nomes registrados; veja a lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 15:40:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o nome Helena é o mais registrado no país. Em 2025, o Brasil ganhou 28.271 Helenas. Esse feito das Helenas consolida uma trajetória de popularização de um nome que já foi preferência nacional na década de 1950. Há dez anos, Helena ocupava a 45ª posição. Em 2017, passou para 21ª. Dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Pelo segundo ano consecutivo, o nome Helena é o mais registrado no país. Em 2025, o Brasil ganhou 28.271 Helenas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Pelo-2o-ano-Helena-lidera-ranking-de-nomes-registrados-veja.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Pelo-2o-ano-Helena-lidera-ranking-de-nomes-registrados-veja.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esse feito das Helenas consolida uma trajetória de popularização de um nome que já foi preferência nacional na década de 1950. Há dez anos, Helena ocupava a 45ª posição. Em 2017, passou para 21ª. Dois anos depois, era a 15ª.</p>
<p><strong>Entre as meninas, Helena passou a ocupar a liderança da preferência em 2020, posição mantida todos os anos seguintes, à exceção de 2022, quando foi superado por Maria Alice.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte de um levantamento com base no <a href="https://transparencia.registrocivil.org.br/inicio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Portal da Transparência do Registro Civil</a>, elaborado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que representa os cartórios de registro civil do país.</p>
<h2>Veja os nomes mais registrados no país em 2025:</h2>
<ol>
<li>Helena: 28.271</li>
<li>Ravi: 21.982</li>
<li>Miguel: 21.654</li>
<li>Maite: 20.677</li>
<li>Cecilia: 20.378</li>
<li>Heitor: 17.751</li>
<li>Arthur: 17.514</li>
<li>Maria Cecilia: 16.889</li>
<li>Theo: 16.766</li>
<li>Aurora: 16.506</li>
</ol>
<h2>Nomes femininos:</h2>
<ol>
<li>Helena: 28.271</li>
<li>Maite: 20.677</li>
<li>Cecilia: 20.378</li>
<li>Maria Cecilia: 16.889</li>
<li>Aurora: 16.506</li>
<li> Alice: 14.777</li>
<li>Laura: 14.487</li>
<li>Antonella: 10.436</li>
<li>Isis: 10.378</li>
<li>Heloisa: 9.703</li>
</ol>
<h2>Nomes masculinos:</h2>
<ol>
<li>Ravi: 21.982</li>
<li>Miguel: 21.654</li>
<li>Heitor: 17.751</li>
<li>Arthur: 17.514</li>
<li>Theo: 16.766</li>
<li>Gael: 16.201</li>
<li>Bernardo: 15.395</li>
<li>Davi: 14.425</li>
<li>Noah: 14.182</li>
<li>Samuel: 14.021</li>
</ol>
<h2>Razão para escolha</h2>
<p>O presidente da Arpen-Brasil, Devanir Garcia, considera que as escolhas de nomes refletem não apenas preferências individuais, “mas também tendências culturais, sociais e midiáticas que influenciam diretamente as famílias brasileiras”.</p>
<p>Ao destacar a presença no ranking de nomes curtos e de fácil pronúncia, como Gael, Ravi, Theo, Noah e Maitê, a Arpen aponta busca crescente por simplicidade, sonoridade e conexão global.</p>
<p>“A tendência combina tradição, especialmente por meio de nomes bíblicos, com a originalidade marcada pela influência de personalidades do universo digital”, diz a entidade.</p>
<h2>Nomes do Brasil</h2>
<p>Em novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atualizou a versão anual do site <a href="https://censo2022.ibge.gov.br/nomes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nomes do Brasil</a>.</p>
<p>A ferramenta interativa permite consultar a ocorrência, período de nascimento, concentração geográfica e idade mediana de pessoas com determinados nomes e sobrenomes.</p>
<p>O IBGE revelou que o Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/pelo-2o-ano-helena-lidera-ranking-de-nomes-registrados-veja-lista</p>
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		<item>
		<title>Brasil sobe cinco posições no ranking do IDH e está na 84ª colocação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-idh-e-esta-na-84a-colocacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 11:43:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), no Rio de Janeiro, a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com base em informações de 2023, sobre indicadores de expectativa de vida, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), no Rio de Janeiro, a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano</strong>. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com base em informações de 2023, sobre indicadores de expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) <em>per capita</em> &#8211; por<em>  </em>indivíduo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-IDH-e-esta.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-IDH-e-esta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O Brasil aparece na 84ª colocação com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0,000 a 1,000), um índice considerado de desenvolvimento alto</strong>. Em relação a 2022, o IDH do país cresceu 0,77% porque o índice era de 0,780 (ajustado este ano).</p>
<p>Em 2022, o Brasil estava na 89ª posição, o que significa que o país subiu cinco colocações. No IDH de 2022 ajustado este ano, no entanto, o país estava na 86ª posição e, portanto, subiu duas colocações no ranking (ultrapassando a Moldávia e empatando com Palau).</p>
<p>O relatório também mostra a evolução do país nos períodos de 2010 a 2023 (um aumento médio anual de 0,38%) e de 1990 a 2023 (um crescimento médio de 0,62%).</p>
<p><strong>Segundo o Pnud, os países são divididos em quatro grupos, de acordo com o IDH. Aqueles com pontuação a partir de 0,800 são considerados de alto desenvolvimento humano. Setenta e 74 países estão nessa situação. O Chile é o país na melhor posição entre as nações da América Latina e Caribe (45ª posição, com 0,878 ponto).</strong></p>
<p><strong>Outros nove latino-americanos e caribenhos estão neste grupo (Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda; São Cristóvão e Névis; Panamá; Costa Rica; Bahamas; Barbados; e Trinidad e Tobago). Na média, o IDH da região subiu 0,778 em 2022 para 0,783 em 2023 (alta de 0,64%).</strong></p>
<h2>Pontuação</h2>
<p>Além do Brasil, outros 49 países são considerados de desenvolvimento alto (com pontuação de 0,700 a 0,799). As nações de desenvolvimento médio (de 0,550 a 0,699) somam 43, enquanto aqueles com desenvolvimento baixo (abaixo de 0,550) são 26.</p>
<p>A Islândia ultrapassou a Suíça e a Noruega e agora é o país com maior IDH do mundo (0,972). As seis primeiras colocações, aliás, são de países europeus (Dinamarca, Alemanha e Suécia, além dos três mencionados).</p>
<p>Já o Sudão do Sul, nação mais jovem do mundo, criada em 2011, tem o pior indicador (0,388). As nove últimas posições são ocupadas por países africanos. O Iêmen, palco de uma guerra civil que dura anos no Oriente Médio, tem o décimo menor IDH.</p>
<blockquote>
<p>O IDH médio mundial chegou a 0,756 em 2023, um aumento de 0,53% em relação ao ano passado (0,752). Segundo o coordenador do relatório, Pedro Conceição, esse é o maior patamar de desenvolvimento humano desde o início do levantamento.</p>
</blockquote>
<p>“Mas há dois aspectos preocupantes nessa conquista. Primeiro é o fato de que estamos progredindo de forma mais lenta. Na verdade, é o progresso mais lento na história, se não considerarmos o período de declínio do IDH [devido à pandemia de covid-19]. Se continuássemos a ter o progresso que tínhamos antes de 2020, estaríamos vivendo em um índice de desenvolvimento muito alto em 2030. Mas a tendência agora é que [o progresso] achatou um pouco e esta marca de viver num Índice de Desenvolvimento Humano muito elevado foi adiada por décadas”, disse Pedro Conceição.</p>
<p>Para ele, o segundo aspecto é que países com IDH baixo estão ficando para trás. “[Isso aconteceu] pelo quarto ano consecutivo. E isso representa uma ruptura com uma tendência que já vinha ocorrendo há décadas, na qual víamos uma convergência no Índice de Desenvolvimento Humano entre os países”.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a média dos países de IDH muito alto é de 0,914 ponto, enquanto aqueles com IDH baixo têm uma média de 0,515.</p>
<h2>Outros dados</h2>
<p><strong>O relatório da ONU também apresenta um ajuste do IDH levando em consideração o aspecto da desigualdade social. Nesse caso, o IDH do Brasil é ajustado para 0,594, o que faz com o país fique apenas na 105ª posição global e caindo para categoria de IDH médio.</strong> No caso da primeira colocada, Islândia, por exemplo, o IDH tem pouco ajuste, ficando em 0,923. O IDH mundial ajustado fica em 0,590.</p>
<p>No caso da comparação entre gêneros, o IDH das mulheres (0,785) é um pouco melhor do que o dos homens (0,783) no país. As mulheres brasileiras têm indicadores melhores de expectativa de vida e de escolaridade, mas perdem no PIB <em>per capita</em>.</p>
<p>Já em relação ao IDH ajustado pela pegada de carbono de cada país, o Brasil apresenta IDH de 0,702, mas se posiciona melhor no ranking mundial, na 77ª posição.</p>
<h2>Inteligência artificial</h2>
<p><strong>O tema deste ano do relatório é a inteligência artificial.</strong> O administrador do Pnud, Achim Steiner, afirmou que é importante não ser governado por uma tecnologia, mas sim usá-la para o progresso do desenvolvimento humano.</p>
<p>“Nossa capacidade de explorar no sentido positivo essa nova fronteira, mas também de nos proteger, exige, por definição, cooperação internacional, inclusive por parte de países mais ricos, ajudando os países mais pobres a, antes de tudo, se tornarem parte dessa economia de desenvolvimento emergente do futuro”, explicou Steiner.</p>
<p>Para ele, é importante garantir que a Inteligência Artificial ​​“seja realmente algo que nos dará, como seres humanos, a oportunidade de aumentar nossa engenhosidade, nossa diversidade, nossa imaginação, nosso empreendedorismo e, acima de tudo, uma confiança de que, no século XXI, podemos nos desenvolver e prosperar juntos, ao mesmo tempo em que enfrentamos os riscos para o nosso futuro juntos” finalizou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-idh-e-esta-na-84a-colocacao</p>
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		<item>
		<title>Brasil sobe no ranking de desempenho industrial, comemora Mercadante</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-sobe-no-ranking-de-desempenho-industrial-comemora-mercadante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 22:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, o Brasil recuperou a posição de 25º no ranking mundial da indústria da transformação, produzido pela agência da ONU para promoção do desenvolvimento industrial – a Unido, sigla para o nome em inglês United Nations Industrial Development Organization Esse é o melhor lugar atingido pela indústria brasileira desde 2019. No ano anterior, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Em 2024, o Brasil recuperou a posição de 25º no ranking mundial da indústria da transformação, produzido pela agência da ONU para promoção do desenvolvimento industrial</strong> – a Unido, sigla para o nome em inglês <em>United Nations Industrial Development Organization</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Brasil-sobe-no-ranking-de-desempenho-industrial-comemora-Mercadante.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Brasil-sobe-no-ranking-de-desempenho-industrial-comemora-Mercadante.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Esse é o melhor lugar atingido pela indústria brasileira desde 2019. No ano anterior, o Brasil figurava na 45ª posição do ranking.</strong></p>
<p>Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), comemorou a evolução no ranking e disse que o banco público é ator fundamental na evolução.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Em dois anos, no BNDES, já aprovamos mais de R$ 196 bilhões em 145,5 mil operações em crédito na NIB [Nova Indústria Brasil], mais de 70% do total previsto para o programa até o fim do governo&#8221;, ressalta o ministro, em nota. </p>
</blockquote>
<p>O presidente enfatiza que o avanço da indústria brasileira é &#8220;resultado do esforço do governo Lula em neoindustrializar o país a partir de políticas públicas articuladas e inovadoras, especialmente a Nova Indústria Brasil (NIB).”</p>
<p><strong>O presidente do BNDES destaca ainda que o incremento para a indústria foi superior ao de outros setores. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Em 2024, as aprovações de crédito do BNDES para a indústria superaram as aprovações para o agronegócio, fato que não acontecia desde 2017 e que indica a melhoria na qualidade do crédito disponibilizado pelo BNDES.”</p>
</blockquote>
<p>Ainda de acordo com o presidente do banco, “as aprovações de crédito do Banco para micro, pequenas e médias empresas, incluindo a indústria, bateram recorde no ano passado. Tivemos ainda aprovações recorde para a indústria de fármacos, o maior valor de aprovações de crédito para o setor automotivo desde 2017, o maior volume de aprovações de crédito para exportações desde 2014 e o segundo maior volume de crédito aprovado para biocombustíveis da história do BNDES.”</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/brasil-sobe-no-ranking-de-desempenho-industrial-comemora-mercadante</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil ocupa 13º lugar em ranking de publicações acadêmicas sobre IA</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-ocupa-13o-lugar-em-ranking-de-publicacoes-academicas-sobre-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 15:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil conta com 144 unidades de pesquisa relacionadas à inteligência artificial (IA), o que coloca o país como um dos principais polos de IA na América Latina. O levantamento consta em documento divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), lançado na quinta-feira (27). Segundo o estudo, a produção científica brasileira sobre IA coloca o Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Brasil conta com 144 unidades de pesquisa relacionadas à inteligência artificial (IA),</strong> o que coloca o país como um dos principais polos de IA na América Latina. O levantamento consta em documento divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), lançado na quinta-feira (27). Segundo o estudo, <strong>a produção científica brasileira sobre IA coloca o Brasil na 13ª posição no <em>ranking </em>mundial de publicações acadêmicas na área</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-ocupa-13o-lugar-em-ranking-de-publicacoes-academicas-sobre-IA.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-ocupa-13o-lugar-em-ranking-de-publicacoes-academicas-sobre-IA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Chamado <a href="https://www.cgee.org.br/documents/10195/40247572/CGEE_Relat_brazilian_landscape_STI-AI.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O Panorama Brasileiro da Ciência, Tecnologia e Inovação em Inteligência Artificial</a>, o estudo tem como objetivo mostrar o avanço brasileiro no campo da IA, abordando temas como políticas e regulação, estimativas de investimentos públicos e privados, mapa dos centros de pesquisa, além de dados sobre o conhecimento científico e tecnológico desenvolvido no país.</p>
<p>O estudo aponta que <strong>a maior parte das unidades de pesquisa de inteligência artificial do Brasil se encontra nas regiões Sudeste e Nordeste.</strong> <strong>São Paulo lidera com 41 unidades. O estado do Amazonas, na Região Norte, vem na sequência, com 22 unidades.</strong> Os estados do Rio de Janeiro, com 14 unidades; Minas Gerais, com 13, e Pernambuco, com dez, também têm um papel substancial nas pesquisas.</p>
<p>“Esse padrão reflete não apenas as tendências históricas de investimento, mas também os esforços recentes de políticas voltadas ao fortalecimento das capacidades regionais”, apontou o CGEE, organização não governamental (ONG) que desenvolve estudos e projetos com foco em temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p>Entre outros dados, o documento aponta ainda que <strong>os investimentos públicos em pesquisas e ações relacionadas a IA no Brasil devem alcançar R$ 22 bilhões até 2028.</strong> Segundo o levantamento, <strong>para cada real investido pelo setor público em IA, o setor privado contribui com R$ 3,34</strong>.</p>
<p>Segundo CGEE, isso evidencia o potencial da IA como multiplicadora e catalisadora de desenvolvimento tecnológico e econômico no país. Em especial, o documento mostra que existem iniciativas em IA com atuação relevante em setores como ciências da vida, energia e agricultura.</p>
<p>“A indústria e a manufatura lideram com 30 unidades, seguidas de perto pelo setor de saúde, com 25. Os aplicativos corporativos e de gerenciamento respondem por 20 unidades, enquanto a mobilidade e a logística são o foco de 15 unidades”, contabiliza o CGEE.</p>
<p>Na avaliação do centro, a liderança dos setores de indústria e manufatura; e de saúde demonstra tanto a centralização geográfica quanto a priorização do domínio estratégico. Além disso, esse padrão “sugere o desenvolvimento de ecossistemas regionais de inovação em que a proximidade geográfica facilita a troca de conhecimento e a colaboração entre instituições acadêmicas, indústria e governo.”</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/inteligencia-artificial</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasília, Rio e São Paulo lideram ranking de cidades mais influentes</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 13:19:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja, essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados pelo país. A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja, <strong>essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados pelo país</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, divulgada nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para estimar a capacidade de influência de gestão empresarial de cada cidade, os pesquisadores analisaram o número de sedes de empresas que os municípios possuem e quantas filiais em outros municípios estão ligadas a essas sedes.</p>
<p>Um exemplo citado é o do banco Bradesco, que tem sede em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e agências em praticamente todo o país. De acordo com o IBGE, isso representa que decisões tomadas em Osasco influenciam diretamente outras tantas cidades.</p>
<p>Já para medir a influência na gestão política, o IBGE investigou a presença nos municípios de instituições públicas das esferas federal e estadual.</p>
<p>As instituições federais consideradas foram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça (do Trabalho, Federal e Eleitoral) e o próprio IBGE. No âmbito estadual, foram consideradas as secretarias estaduais de Educação e Saúde.</p>
<p>O IBGE classificou os municípios que têm algum grau de influência como centros de gestão. Entraram nessa classificação 2.176 cidades, o que representa 39,1% dos 5.570 municípios brasileiros.</p>
<h2>Gestão empresarial</h2>
<p><strong>O IBGE elaborou um ranking de intensidade das ligações empresariais por município. </strong></p>
<p>Para tal, o instituto, primeiro, levantou o número de sedes empresariais em uma cidade e somou esse total com o número de filiais que essas empresas possuem em ourtos municípios.</p>
<p>Então, o levantamento fez o caminho inverso: contabilizou todas as empresas nesta mesma cidade que são filiais de outras empresas e somou este número ao número de sedes dessas empresas que estão em outros municípios.</p>
<p>O resultado foi uma lista em que, entre as dez mais bem posicionadas, oito são capitais de unidades da federação.</p>
<ol>
<li><strong>São Paulo (SP) </strong></li>
<li><strong>Rio de Janeiro (RJ) </strong></li>
<li><strong>Brasília (DF) </strong></li>
<li><strong>Belo Horizonte (MG) </strong></li>
<li><strong>Curitiba (PR) </strong></li>
<li><strong>Porto Alegre (RS) </strong></li>
<li><strong>Fortaleza (CE) </strong></li>
<li><strong>Campinas (SP) </strong></li>
<li><strong>Barueri (SP) </strong></li>
<li><strong>Recife (PE) </strong></li>
</ol>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=249132:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Avenida Paulista completa 129 anos." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Avenida Paulista completa 129 anos." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=249132 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=249132-->Avenida Paulista, no centro de São Paulo, a cidade com maior influência empresarial do país. &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=249132--></h6>
</p>
</div>
<p>Para o pesquisador Marcelo Paiva da Motta, da gerência de Redes e Fluxos Geográficos, a pesquisa identifica um padrão espacialmente concentrado nas maiores hierarquias urbanas, que são aquelas cidades que têm muito poder de atração, como São Paulo, Rio, Brasília e as capitais.</p>
<p>“As redes empresariais tendem a seguir a distribuição de renda e de dinheiro no país como todo, que é concentrado no Sudeste, principalmente”, explica.</p>
<p>Os dados de empresas foram coletados do Cadastro Central de Empresas, levantamento feito pelo próprio IBGE. As informações são referentes a 2020 e 2021. <strong>O instituto localizou 113.068 empresas sedes e 340.313 filiais.</strong></p>
<p>As 113 mil empresas “multilocalizadas”, como o IBGE as classifica, estavam presentes em 99,9% dos municípios brasileiros, mas eram apenas 2,18% do total de 5,196 milhões de empresas existentes no país.</p>
<p>Ao analisar as atividades econômicas das companhias multilocalizadas, é possível observar que <strong>os principais ramos de atuação são transporte rodoviário de carga, com 6.191 empresas (5,5% das multilocalizadas) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, somando 5.439 empresas (4,8%).</strong></p>
<h2>Salários</h2>
<p>Outra forma encontrada pelo IBGE para avaliar a ligação entre os municípios é o total de assalariados que as empresas sedes têm em filiais instaladas em outras cidades. Mais uma vez, São Paulo lidera a comparação. As empresas com sede na capital paulista têm mais de 1,8 milhão de funcionários em filiais fora da cidade.</p>
<p>Cidades que sediam empresas que mais geram empregos em outros municipios:</p>
<ol>
<li><strong>São Paulo (SP): 1.855.722 empregos</strong></li>
<li><strong>Rio de Janeiro (RJ): 486.696 </strong></li>
<li><strong>Brasília (DF): 315.047 </strong></li>
<li><strong>Belo Horizonte (MG): 261.371 </strong></li>
<li><strong>Barueri (SP): 197.356 </strong></li>
<li><strong>Fortaleza (CE): 118.860 </strong></li>
<li><strong>Porto Alegre (RS): 117.568 </strong></li>
<li><strong>Osasco (SP): 108.856 </strong></li>
<li><strong>Itajaí (SC): 103.241 </strong></li>
<li><strong>Curitiba (PR): 99.072 </strong></li>
</ol>
<p>Chama atenção que, ante a versão anterior da pesquisa, em 2012, São Paulo cresceu em 17,4% o número de assalariados em outras cidades. Por outro lado, Rio de Janeiro (-18,2%) e Brasília (-21,2%) diminuíram a quantidade de empregos em filiais em outras cidades.</p>
<p>As empresas sediadas em Itajaí, no litoral norte catarinense, viram crescer em 79,8% o número de funcionários contratados por filiais fora do município. A força econômica de Itajaí no cenário econômico nacional é explicada pelo setor industrial e pelo polo naval/portuário. A cidade abriga o Porto de Itajaí.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Evelyn Andrea Arruda Pereira, o ranking representa uma questão de poderio empresarial.</p>
<p>“Você controla não só os empregados que estão no seu próprio município, mas também os que estão fora”.</p>
<h2>Gestão Pública</h2>
<p>Ao apontar os principais centros de gestão pública, o estudo aponta Brasília no topo no ranking, posição alcançada por ser capital federal e sede nacional da maior parte das instituições públicas.</p>
<p>“Ocupa, isoladamente, o maior nível hierárquico e centraliza o papel de gestor da estrutura administrativa estatal”, registra o instituto sobre Brasília.</p>
<p>Em um segundo nível de hierarquia, o levantamento posiciona juntamente Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (PE). O IBGE destaca que o Rio possui “herança do período em que foi capital federal”. A cidade perdeu o status em 1960, mas ainda sedia instituições como o IBGE.</p>
<p>O levantamento cria três grupos de hierarquia de centralidade de gestão pública:</p>
<ol>
<li><strong>Brasília (DF)</strong></li>
<li><strong>Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (RE)</strong></li>
<li><strong>Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Belém (PA) e Florianópolis (SC)</strong></li>
</ol>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=255754:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1742995169_968_Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Edifício Sede da Caixa Econômica Federal" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1742995169_968_Brasilia-Rio-e-Sao-Paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Edifício Sede da Caixa Econômica Federal" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=255754 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=255754-->Edifício sede da Caixa Econômica Federal fica em Brasília &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=255754--></h6>
</p>
</div>
<h2>Gestão de território</h2>
<p>Os pesquisadores criaram ainda um ranking de gestão de território, que ordena os municípios em relação à gestão pública e presença de empresa multilocalizada, seja ela sede ou filial.</p>
<p>As cidades mais proeminentes ficaram agrupadas em dois patamares:</p>
<ol>
<li><strong>São Paulo (SP), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ)</strong></li>
<li><strong> Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Goiânia (GO), Campinas (SP) e Belém (PA)</strong></li>
</ol>
<p>“Essa classificação é coerente com o fato de São Paulo ser a principal centralidade da gestão empresarial; Brasília representar a principal centralidade da gestão pública; e Rio de Janeiro figurar, em segundo lugar, tanto na gestão empresarial como na gestão pública”, justifica o IBGE.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram “reforço mútuo” na atuação dos agentes públicos e empresariais. De acordo com os técnicos, o fato de Brasília abrigar importantes sedes de instituições públicas, bem como instâncias inferiores, faz com que uma “constelação de empresas” também seja atraída para esse centro urbano, “uma vez que instituições públicas demandam bens e serviços ofertados pelo mercado”.</p>
<p>Em outra via, continua o instituto, “centros urbanos com presença significativa de empresas implica concentração de renda, fluxos financeiros e população, os quais necessitam da atuação do Estado como provedor de serviços públicos”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/brasilia-rio-e-sao-paulo-lideram-ranking-de-cidades-mais-influentes</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 17:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Países</h2>
<p><strong>A <a href="https://www.oecd.org/en.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">OCDE</a> tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<h2>Comparação</h2>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<h2>Confira o ranking:</h2>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<h2>Comparação com grupo de países:</h2>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises</p>
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