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	<title>Racismo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>TV Brasil: racismo na escola é tema do Caminhos da Reportagem</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (26), às 23h, a TV Brasil reprisa episódio premiado do programa Caminhos da Reportagem que abordou a persistência do racismo em ambientes escolares, as consequências desse problema na trajetória dos estudantes e alternativas para superá-lo.  Há mais de duas décadas, uma lei  (10.639/2003) tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta segunda-feira (26), às 23h, a <strong>TV Brasil</strong> reprisa episódio premiado do programa <em>Caminhos da Reportagem</em> que abordou a persistência do racismo em ambientes escolares, as consequências desse problema na trajetória dos estudantes e alternativas para superá-lo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/TV-Brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-Caminhos-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/TV-Brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-Caminhos-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Há mais de duas décadas, uma lei  (10.639/2003) tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, nas escolas públicas e privadas de todo país. Só que aplicar o que a legislação determina ainda é desafiador. Uma pesquisa do Ministério da Educação mostrou que, entre 2019 e 2021, metade das escolas desenvolveu algum projeto sobre relações étnico-raciais. Quando se fala em educação continuada, o quadro é mais grave: 14,7% dos gestores escolares disseram ter materiais pedagógicos ou socioculturais para ensinar a disciplina. Para completar, havia apenas 0,92% dos professores com formação adequada sobre o tema.</p>
<p>E por que implementar a lei 10.639/2003 é tão difícil?</p>
<p>“Se você me perguntar como pesquisadora, eu digo: coordenação federativa. Em um país tão grande como o nosso, com desigualdades tão significativas, você precisa de uma coordenação forte do Ministério da Educação para colocar todas as redes na mesma página e ajudá-las a implementar a política”, responde a secretária de Educação Continuada, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo.</p>
<p>“Nós ofertamos (em 2024) 215 mil vagas de formação de professores. Além disso, tem o material de apoio. Nós encaminhamos, para centenas de redes, o livro do professor e o livro do aluno (com conteúdo antirracista) para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental”, complementa a secretária do MEC.</p>
<p>Medidas importantes, na avaliação de especialistas ouvidos pela nossa equipe. Afinal, as marcas do racismo na escola não se apagam nunca.</p>
<blockquote>
<p>“Eu lembro de ter sido posta de castigo no fundo da sala – e eu fui a única colocada lá, embora a turma toda tivesse fazendo bagunça – e fiquei ali até urinar na roupa”, conta a professora Gina Vieira.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“As piadas de cunho étnico-racial geralmente eram direcionadas a mim. Na época, eu não sabia nomear essas violências, mas sempre houve um desconforto”, revela a também professora Keila Vila Flor.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Eu estudei numa escola particular e nessa escola tinha as classes A e B. A classe B era a das crianças que não aprenderiam com tanta rapidez como as da classe A. E as crianças nessa classe B eram negras”, recorda outra professora, a Paula Janaína.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<h2>Caminhos</h2>
<p>Mesmo com essas dificuldades, há soluções. O <em>Caminhos da Reportagem</em> buscou exemplos no Distrito Federal e em Salvador. Na capital do país, o projeto Cresp@s &amp; Cachead@s tem como ponto de partida recuperar a autoestima dos estudantes negros. Já na capital da Bahia, nossa equipe conheceu a escola Maria Felipa.</p>
<p>“Existe na escola um projeto político-pedagógico de valorização dos diferentes marcos civilizatórios do nosso povo, então a gente leva para o currículo a cultura africana, a cultura indígena e a cultura europeia em grau de igualdade de paridade. O que isso significa? Significa que eu não vou levar a cultura europeia para escola na matemática, na filosofia, na história e vou levar a cultura africana apenas na capoeira e no samba. Então, é levar a cultura africana na história, na matemática, na ciência. E o mesmo é feito para a cultura indígena”, explica a idealizadora da escola, Bárbara Carine.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=406681:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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<p>Jeferson Tenório é um dos entrevistados no programa &#8211; <strong>TV Brasil/Divulgação</strong><!--END copyright=406681--><br type="_moz"/>
</p>
</div>
</div>
<p>Vencedor do Prêmio Jabuti com o livro <em>O avesso da pele</em> e alvo de censura em, pelo menos, quatro estados do país ao longo de 2024, o escritor Jeferson Tenório afirma que “a discussão do racismo dentro da escola é importante, porque é preciso ter uma responsabilidade ética: me preocupar com os problemas dos outros e não só com os meus. É colocar também o racismo numa dimensão em que o aluno perceba que não existe democracia enquanto houver racismo”.</p>
<p>O episódio As marcas do racismo na escola ficou em 3º lugar no 67º Prêmio ARI Banrisul de Jornalismo. O programa fecha a série de reprises com episódios premiados do <em>Caminhos da Reportagem</em>. Na próxima segunda (2/2), a temporada de programas inéditos será retomada.</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>Reportagem: Iara Balduino</p>
<p>Produção: Carolina Oliveira e Patrícia Araújo Reportagem cinematográfica: André Rodrigo Pacheco, Rogerio Verçoza e Sigmar Gonçalves</p>
<p>Auxílio técnico: Alexandre Souza, Dailton Matos, Edivan Viana, Rafael Calado e Thiago Pinto</p>
<p>Edição de texto: Paulo Leite</p>
<p>Edição de imagem e finalização: André Eustáquio e Márcio Stuckert</p>
<p>Arte: Alex Sakata, Caroline Ramos e Wagner Maia</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/tv-brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-caminhos-da-reportagem</p>
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		<item>
		<title>Ministério Público move ação contra Shopping Higienópolis por racismo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ministerio-publico-move-acao-contra-shopping-higienopolis-por-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:15:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de São Paulo entrou nesta semana com uma ação contra o Shopping Pátio Higienópolis, da capital paulista, por um episódio de racismo praticado por seguranças do estabelecimento contra três adolescentes negros alunos do Colégio Equipe. O caso de racismo ocorreu em abril do ano passado, quando dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div wp_automatic_readability="43.286721991701">
<p><strong>A Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de São Paulo entrou nesta semana com uma ação contra o Shopping Pátio Higienópolis, da capital paulista, por um episódio de racismo praticado por seguranças do estabelecimento contra três adolescentes negros alunos do Colégio Equipe.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Ministerio-Publico-move-acao-contra-Shopping-Higienopolis-por-racismo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Ministerio-Publico-move-acao-contra-Shopping-Higienopolis-por-racismo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O caso de racismo ocorreu em abril do ano passado, quando dois alunos negros da instituição do ensino foram almoçar com amigos no shopping, que fica em um bairro nobre da cidade. <strong>Enquanto estavam na praça de alimentação, uma funcionária terceirizada, encarregada de fazer a segurança do centro comercial, abordou uma estudante branca que almoçava com eles questionando se eles estavam pedindo dinheiro a ela. A adolescente respondeu que eram seus amigos e perguntou à segurança se o questionamento estava relacionado à cor da pele dos adolescentes.</strong></p>
<p>O Ministério Público abriu um inquérito civil para investigar a conduta do shopping. Após reuniões entre o promotor do caso e representantes do estabelecimento, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi redigido, mas não houve assinatura do shopping no prazo estabelecido.</p>
<p><strong>Desta forma, o Ministério Público entrou nesta semana com uma ação civil pública solicitando que o shopping amplie o núcleo social, que deve ser composto por assistente social e psicólogo e funcionar durante o horário de abertura do estabelecimento. </strong></p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>Também foi pedido na ação que somente equipes do núcleo social possam abordar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade identificados dentro do shopping e não seguranças ou vigilantes, “salvo em situações de risco iminente à integridade física ou cometimento de ato infracional equiparado a crime”.</strong></p>
<p>O Ministério Público também pediu que o shopping seja condenado ao pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos e solicitou que o estabelecimento contrate uma consultoria especializada em combate ao racismo em espaços públicos.</p>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil,</strong> o Shopping Pátio Higienópolis informou que “desconhece os termos da ação e se manifestará nos autos quando for citado”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/ministerio-publico-move-acao-contra-shopping-higienopolis-por-racismo</p>
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		<item>
		<title>STF determina adoção de plano para combater racismo estrutural no país</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-determina-adocao-de-plano-para-combater-racismo-estrutural-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 22:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (18) reconhecer a existência do racismo estrutural no país. Com a decisão, a Corte determinou a criação de um plano nacional de enfrentamento ao problema social.  O plano deverá ser elaborado pelo governo federal, no prazo de 12 meses, e conter metas, etapas de implantação e de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (18) reconhecer a existência do racismo estrutural no país.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/STF-determina-adocao-de-plano-para-combater-racismo-estrutural-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/STF-determina-adocao-de-plano-para-combater-racismo-estrutural-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a decisão, a Corte determinou a criação de um plano nacional de enfrentamento ao problema social. </p>
<p><strong>O plano deverá ser elaborado pelo governo federal, no prazo de 12 meses, e conter metas, etapas de implantação e de monitoramento de resultados. </strong></p>
<p><strong>Conforme as diretrizes do STF, a União deverá estabelecer medidas concretas de combate ao racismo estrutural nas áreas da saúde, segurança pública, segurança alimentar e proteção à vida. </strong></p>
<p>Medidas reparatórias pelas violações dos direitos da população negra também deverão ser inseridas no plano. </p>
<p>Além disso, o <strong>plano deverá implementar um protocolo de atendimento de pessoas negras no Judiciário</strong> e prever a adoção de campanhas publicitárias de combate ao racismo e o preconceito contra religiões de matrizes africanas.</p>
<p>As medidas poderão ser inseridas no atual Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) ou em um novo plano. </p>
<h2>Julgamento </h2>
<p>O Supremo julgou a ação na qual a Coalizão Negra por Direitos, entidade que reúne representantes do movimento negro, e sete partidos políticos (PT, PSOL, PSB, PCdoB, Rede , PDT e PV) pediram reconhecimento do &#8220;estado de coisas inconstitucional&#8221; em relação ao racismo estrutural no país.</p>
<p>Os processos foram protocolados no Supremo em maio de 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>O julgamento começou no mês passado, quando foi formada a maioria de votos pela adoção do plano. </p>
<p>Na sessão de hoje, os ministros Gilmar Mendes e o Edson Fachin, presidente da Corte, proferiram os dois últimos votos. </p>
<p>Fachin citou o histórico de violações dos direitos da população negra no país e disse que o plano é necessário diante da insuficiência de políticas reparatórias. </p>
<p>&#8220;É notório que o Estado brasileiro implementou políticas e práticas que resultaram no aprofundamento da exclusão. A ausência de políticas reparatórias no período pós-abolição e as políticas de branqueamento promovidas pelo Estado brasileiro alimentaram um sistema de hierarquia social na qual a população negra ainda tem os direitos fundamentais vilipendiados&#8221;, afirmou. </p>
<p>No mês passado, Advocacia-Geral da União (AGU) informou que está comprometida com a adoção do plano e vai coordenar o trabalho do governo federal para a implementação das medidas. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/stf-determina-adocao-de-plano-para-combater-racismo-estrutural-no-pais</p>
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		<item>
		<title>STF tem maioria para reconhecer racismo estrutural no país</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-tem-maioria-para-reconhecer-racismo-estrutural-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 20:43:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta quinta-feira (27) para reconhecer a existência do racismo estrutural no país e determinar a criação de um plano nacional de enfrentamento à questão no prazo de 12 meses.  Apesar do entendimento, o julgamento foi suspenso e será retomado em uma data que ainda será agendada. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta quinta-feira (27) para reconhecer a existência do racismo estrutural no país e determinar a criação de um plano nacional de enfrentamento à questão no prazo de 12 meses. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-tem-maioria-para-reconhecer-racismo-estrutural-no-pais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-tem-maioria-para-reconhecer-racismo-estrutural-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Apesar do entendimento, o julgamento foi suspenso e será retomado em uma data que ainda será agendada. </strong>Na ocasião, os ministros vão definir as diretrizes que vão nortear a elaboração do plano. </p>
<p>O debate está travado na questão sobre o reconhecimento do chamado estado de coisas inconstitucional. <strong>Parte dos ministros entende que algumas medidas já foram tomadas nos últimos anos para combater o racismo e não há omissão do atual governo. </strong>Não há consenso sobre esse ponto, e o placar está 5 votos a 3 contra o reconhecimento. </p>
<p>O Supremo julga a ação na qual a Coalizão Negra por Direitos, entidade que reúne representantes do movimento negro, e sete partidos políticos (PT, PSOL, PSB, PCdoB, Rede , PDT e PV) pedem reconhecimento do &#8220;estado de coisas inconstitucional&#8221; em relação ao racismo estrutural no país.</p>
<p>Os processos foram protocolados no Supremo em maio de 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<h2>Votos</h2>
<p>A votação começou na sessão de ontem, quando o relator, ministro Luiz Fux, votou a favor do reconhecimento do estado de coisas inconstitucional e para determinar a adoção do plano nacional. Em seguida, Flávio Dino acompanhou o relator.</p>
<p>Na sessão de hoje, novos votos foram proferidos. O ministro Cristiano Zanin disse que há um cenário de desigualdade racial no Brasil e de graves violações contra os direitos fundamentais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A compreensão do racismo estrutural, como fruto da construção do estado brasileiro, explica o próprio cenário de extrema desigualdade racial existente no Brasil&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Flávio Dino disse que há uma transgressão prolongada do racismo estrutural ao longo da história do país.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Em relação ao racismo, a gente pode pegar de 1500, qualquer marco temporal, e nós vamos encontrar a transgressão mais prolongada da história brasileira&#8221;, comentou.</p>
</blockquote>
<p>A ministra Cármen Lúcia disse que há insuficiente proteção do Estado à população negra.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu não espero viver em um país em que a Constituição para o branco seja plena e para o negro seja quase. Quero uma Constituição que seja plena, igualmente para todas as pessoas&#8221;, disse. </p>
</blockquote>
<p>Alexandre de Moraes destacou que o combate ao racismo estrutural não é somente uma questão jurídica.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O racismo estrutural existe, permanece, é uma chaga na sociedade, em que pese estarmos finalizando um quarto do século 21&#8221;, completou.</p>
</blockquote>
<p>O ministro André Mendonça também reconheceu que o racismo está presente na sociedade, contudo não concordou com a utilização do termo racismo institucional.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu tenho dificuldade com o conceito de racismo institucional. Eu não posso partir do pressuposto de que as instituições públicas em si sejam racistas.  Acho que pessoas dentro das instituições são racistas, mas não as instituições&#8221;, argumentou.</p>
</blockquote>
<h2>Governo</h2>
<p><strong>Em nota divulgada à imprensa, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quarta-feira (26) que está comprometida com a adoção do plano.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O governo federal, por meio do Ministério da Igualdade Racial, manterá seu protagonismo na coordenação do processo, articulando a participação da sociedade civil — especialmente do Movimento Negro — e dos demais entes federativos, de modo a construir diretrizes que tornem o plano nacional efetivo, colaborativo e viável em todo o território nacional”, disse a AGU. </p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/stf-tem-maioria-para-reconhecer-racismo-estrutural-no-pais</p>
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		<item>
		<title>STF tem dois votos para determinar plano nacional contra racismo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-tem-dois-votos-para-determinar-plano-nacional-contra-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 22:52:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) começou julgar nesta quarta-feira (26) uma ação que pede a adoção de um plano nacional de enfrentamento ao racismo. Até o momento, a Corte registrou os votos do relator, ministro Luiz Fux, e de Flávio Dino para que o governo federal elabore, no prazo de 12 meses, um plano com ações [&#8230;]]]></description>
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) começou julgar nesta quarta-feira (26) uma ação que pede a adoção de um plano nacional de enfrentamento ao racismo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-tem-dois-votos-para-determinar-plano-nacional-contra-racismo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-tem-dois-votos-para-determinar-plano-nacional-contra-racismo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até o momento, a Corte registrou os votos do relator, ministro Luiz Fux, e de Flávio Dino para que o governo federal elabore, no prazo de 12 meses, um plano com ações concretas para combater o racismo institucional. </p>
<p>Pela proposta do relator, o plano deverá conter medidas de reparação e de construção da memória da população negra, ações de saúde, segurança alimentar e pública, além de instrumentos de fiscalização do cumprimento das medidas.</p>
<p>Após os votos dos ministros, a sessão foi suspensa e será retomada nesta quinta-feira (26).</p>
<p>O Supremo analisa a ação na qual a Coalizão Negra por Direitos, entidade que reúne representantes do movimento negro, e sete partidos políticos (PT, PSOL, PSB, PCdoB, Rede , PDT e PV) pedem reconhecimento do &#8220;estado de coisas inconstitucional&#8221; em relação ao racismo estrutural no país. </p>
<p>Os processos foram protocolados no Supremo em maio de 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. </p>
<h2>Votos</h2>
<p>Durante seu voto, Fux fez um histórico sobre as violações dos direitos humanos e citou que conhece a segregação pela qual a população negra passa.</p>
<p>&#8220;Eu conheço a segregação na cor da minha pele, que não é negra, mas eu conheço esse fenômeno pelos meus ancestrais. Em segundo lugar, malgrado eu tenha uma origem completamente diferente, pode ser até espantoso pela minha dedicação a esse trabalho. Eu que não tenho o biotipo, tenho o diploma de negro honorário número um [concedido pela Fundação Palmares]&#8221;, afirmou. </p>
<p>Flávio Dino comentou o episódio no qual a Policia Militar invadiu uma escola em São Paulo após um pai afirmar que a filha foi obrigada a fazer um desenho de orixá.</p>
<p>&#8220;Tal é o absurdo, que eu não hesito em acompanhar Sua Excelência [relator] na declaração do estado de coisas inconstitucional. O Brasil começou a abolir a escravização negra desde 1831 e nunca acabou. Acho que essa trajetória, quase 200 anos, mostra que a providência é necessária&#8221;, comentou.</p>
<p>A fase de sustentações das partes foi realizada em novembro de 2023, quando os partidos e entidades defenderam a adoção do plano. </p>
<h2>Governo</h2>
<p>Em nota divulgada à imprensa, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que está comprometida com a adoção do plano.</p>
<p>&#8220;O governo federal, por meio do Ministério da Igualdade Racial, manterá seu protagonismo na coordenação do processo, articulando a participação da sociedade civil — especialmente do Movimento Negro — e dos demais entes federativos, de modo a construir diretrizes que tornem o plano nacional efetivo, colaborativo e viável em todo o território nacional”, disse a AGU. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/stf-tem-dois-votos-para-determinar-plano-nacional-contra-racismo</p>
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		<title>Deputado do PR filmado em briga de rua diz que sofreu racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 01:05:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (19), circularam nas redes sociais vídeos que mostram o deputado estadual do Paraná Renato Freitas (PT) em uma briga de rua com um homem desconhecido. No vídeo, os dois trocam socos e chutes em uma via no centro de Curitiba (PR). Em um vídeo publicado agora a noite, o parlamentar disse que reagiu após ter [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta quarta-feira (19), circularam nas redes sociais vídeos que mostram o deputado estadual do Paraná Renato Freitas (PT) em uma briga de rua com um homem desconhecido. No vídeo, os dois trocam socos e chutes em uma via no centro de Curitiba (PR).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Deputado-do-PR-filmado-em-briga-de-rua-diz-que.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Deputado-do-PR-filmado-em-briga-de-rua-diz-que.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em um vídeo publicado agora a noite, o<strong> parlamentar disse que reagiu após ter sofrido racismo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O motivo foi o mesmo que me fez brigar na rua desde que eu era criança: racismo, humilhação, injúria, violência e agressão”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Nas imagens, Freitas e o outro rapaz, não identificado, aparecem desferindo golpes um no outro. O deputado dá dois chutes e, na sequência, recebe um soco no rosto, que quebra seu nariz. Um outro vídeo capta os dois atravessando a rua aos socos e indo parar na calçada do outro lado. Nesse momento, pessoas interferem e separam os dois. Não é possível identificar como a briga teve início. </p>
<p>O deputado diz que o <strong>homem com quem brigou jogou o carro em cima dele.</strong></p>
<p>“Eu estava com a minha amiga, também negra, atravessando a rua, e o cara tocou o carro em cima de nós”. Renato diz que não reagiu, mas o homem baixou o vidro e o xingou. “Ele saiu do carro e veio para brigar”.</p>
<p>Segundo o político, o rapaz foi atrás dele e de seu assessor já filmando.</p>
<p>“Ele estava filmando e eu não imaginava que ele iria partir para a agressão. E eu também não comecei, mas ele estava filmando e era justamente o que ele queria”.</p>
<p>Nas redes sociais, o <strong>presidente nacional do PT, Edinho Silva, repudiou a agressão sofrida pelo deputado</strong>. Ele destacou que Renato Freitas é uma reconhecida liderança &#8220;na luta antirracista, por igualdade, democracia e direitos&#8221; e tem sido alvo frequente de racismo e violência política.</p>
<p>&#8220;O deputado tem sido alvo constante do fascismo porque defende suas ideias com coragem, sustenta o projeto de igualdade no estado e se mantém fiel à defesa dos programas que melhoram a vida do povo trabalhador. O que aconteceu é inadmissível e criminoso. Manifestamos nossa total solidariedade e apoio ao companheiro Renato Freitas. Não aceitaremos que o racismo tente calar vozes que nasceram da mobilização popular e que seguem lutando para transformar o país&#8221;, disse na mensagem. </p>
<p>A carreira política de Freitas é marcada por perseguições desde quando era vereador, em Curitiba. Em 2020, ele foi condenado à prisão em regime aberto por um protesto na capital paranaense. Em 2022, teve seu mandato cassado pela Câmara Municipal por supostamente invadir uma igreja, o que Freitas nega. A cassação foi anulada pelo STF.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/deputado-do-pr-filmado-em-briga-de-rua-diz-que-sofreu-racismo</p>
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		<title>Mulher é condenada por racismo contra humorista</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 21:09:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A 14ª Vara Criminal da Justiça em São Paulo condenou Elisabeth Morrone em processo por Crimes Resultante de Preconceito de Raça ou de Cor contra o humorista e cantor Eddy Junior. A decisão, em primeira instância, é sigilosa. A defesa de Morrone apresentou apelação nesta quinta-feira (6). Elisabeth e Eddy eram vizinhos em apartamentos no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A 14ª Vara Criminal da Justiça em São Paulo condenou Elisabeth Morrone em processo por Crimes Resultante de Preconceito de Raça ou de Cor</strong> contra o humorista e cantor Eddy Junior. A decisão, em primeira instância, é sigilosa. A defesa de Morrone apresentou apelação nesta quinta-feira (6).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Mulher-e-condenada-por-racismo-contra-humorista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Mulher-e-condenada-por-racismo-contra-humorista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Elisabeth e Eddy eram vizinhos em apartamentos no mesmo andar em um condomínio na Barra Funda</strong>, zona oeste da cidade de São Paulo. Em uma madrugada se desentenderam e ele gravou vídeo em que ela o ofende, em tom bastante agressivo e com linguajar que denota racismo. </p>
<p>O desentendimento começou após Elisabeth se negar a subir no mesmo elevador que Eddy. No vídeo, a vizinha está desacompanhada e ela não expões o motivo da negativa.  </p>
<p>Sua ação levou a dois processos, <strong>um encerrado em outubro do ano passado, no qual foi expulsa do condomínio</strong> e condenada a pagamento de indenização, e o da 14ª Vara no qual foi condenada por ofensa racista.</p>
<p>Eddy publicou vídeo editado com as ofensas na mesma data, 20 de outubro de 2022, com um protesto no qual compareceram algumas dezenas de pessoas, <strong>proferindo palavras de ordem contra o racismo, no próprio prédio</strong>. </p>
<p><strong>Tanto Elisabeth quanto o filho, Marcos Vinicius, aparecem em imagens no corredor do apartamento de Eddy, com objetos nas mãos. Ele porta uma faca.</strong></p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou os advogados de ambos. José Beraldo, que defende os Morrone, alega que Marcos é portador de transtornos mentais e que <strong>já havia uma desavença entre os vizinhos, motivada por provocações de Eddy</strong>. No processo consta perícia realizada com Marcos por insanidade mental, segundo o advogado, aceita na peça. O defensor, que recorre nos dois processos, disse que a vítima construiu uma história falsa e que provocava seus clientes, o qualificando como um aproveitador que se vitimizou. O advogado nega, ainda, que seus clientes tenham dito ofensas racistas, e considera uma vitória que mãe e filho, embora tenham perdido, permanecem em liberdade.</p>
<p>Procurados, os advogados de Eddy não retornaram o contato. A <strong>Agência Brasil</strong> está  aberta a manifestações.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/mulher-e-condenada-por-racismo-contra-humorista</p>
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		<item>
		<title>STJ rejeita tese do racismo reverso</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stj-rejeita-tese-do-racismo-reverso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 22:33:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (4) que o crime de injúria racial deve ser aplicado somente nos casos de ofensas dirigidas a pessoas negras. Com a decisão, o colegiado decidiu rejeitar a tese do chamado &#8220;racismo reverso&#8221;, que envolve ofensas de pessoas negras contra pessoas brancas. A questão [&#8230;]]]></description>
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<p>A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (4) que o crime de injúria racial deve ser aplicado somente nos casos de ofensas dirigidas a pessoas negras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/STJ-rejeita-tese-do-racismo-reverso.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/STJ-rejeita-tese-do-racismo-reverso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a decisão, o colegiado decidiu rejeitar a tese do chamado &#8220;racismo reverso&#8221;, que envolve ofensas de pessoas negras contra pessoas brancas.</p>
<p>A questão foi decidida no caso de um homem branco que foi chamado &#8220;escravista cabeça branca europeia&#8221;. O caso aconteceu em Alagoas e foi denunciado pelo Ministério Público como injúria racial.</p>
<p>Por unanimidade, os ministros entenderam que a injúria racial não se aplica quando ofensas são dirigidas a pessoas brancas em razão da cor da pele. Nesses casos, o crime de injúria simples deve ser aplicado. </p>
<p>Conforme o acórdão do julgamento, a Lei 7.716/1989, que definiu os crimes de preconceito de raça ou de cor, visa proteger grupos minoritários historicamente discriminados.</p>
<p>&#8220;O conceito de racismo reverso é rejeitado, pois o racismo é um fenômeno estrutural que historicamente afeta grupos minoritários, não se aplicando a grupos majoritários em posições de poder&#8221;, decidiu o STJ.</p>
<p>Com a decisão do tribunal, o entendimento sobre a questão do &#8220;racismo reverso&#8221; poderá ser aplicado pelas instâncias inferiores.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/stj-rejeita-tese-do-racismo-reverso</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Torcedores do Boca são presos em São Paulo por racismo e injúria</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/torcedores-do-boca-sao-presos-em-sao-paulo-por-racismo-e-injuria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 01:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria]]></category>
		<category><![CDATA[Presos]]></category>
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		<category><![CDATA[Torcedores]]></category>
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					<description><![CDATA[Esportes &#8211; Três torcedores do time do Boca Juniors, da Argentina, foram presos na noite de ontem (28) após o jogo em que a equipe empatou – 0x0 &#8211; com o Corinthians, na Neo Química Arena, em Itaquera. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, dois deles foram presos por injúria racial e outro por racismo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esportes &#8211; Três torcedores do time do Boca Juniors, da Argentina, foram presos na noite de ontem (28) após o jogo em que a equipe empatou – 0x0 &#8211; com o Corinthians, na Neo Química Arena, em Itaquera. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, dois deles foram presos por injúria racial e outro por racismo.</p>
<p>Durante a partida, válida pelas oitavas de final da Copa Libertadores, dois torcedores foram filmados imitando macaco. O terceiro foi flagrado fazendo uma saudação nazista.</p>
<p>Em suas redes sociais, o Corinthians se manifestou sobre os atos dos torcedores. &#8220;Esses comportamentos não serão tolerados&#8221;, escreveu o clube. &#8220;Fiel à sua história de luta, o Corinthians procederá novamente às queixas cabíveis, o que faremos sempre, até que não seja mais necessário&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Fiança</strong></p>
<p>Segundo a equipe brasileira, foi aplicada fiança para a liberação dos dois torcedores enquadrados por injúria racial. A Secretaria de Segurança não informou se os torcedores pagaram a fiança.</p>
<p>Os três torcedores foram levados para a 6ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), onde o caso foi registrado. De acordo com a secretaria, eles se encontram agora na carceragem do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), à disposição da Justiça.</p>
<p>Corinthians e Boca Juniors fizeram ontem a primeira partida das oitavas da Libertadores. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 5 de julho, na Argentina.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Em jogo contra Inter, Rafael Ramos é preso por racismo; Corinthians paga fiança</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/em-jogo-contra-inter-rafael-ramos-e-preso-por-racismo-corinthians-paga-fianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2022 15:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[Esportes – Rafael Ramos, lateral direito do Corinthians, foi preso em flagrante, hoje (14), depois de ser acusado de praticar racismo contra Edenilson, do Internacional. O jogador foi autuado e foi detido no posto policial do estádio Beira-Rio, palco do jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Logo depois da 0h, o Corinthians fez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esportes – Rafael Ramos, lateral direito do Corinthians, foi preso em flagrante, hoje (14), depois de ser acusado de praticar racismo contra Edenilson, do Internacional. O jogador foi autuado e foi detido no posto policial do estádio Beira-Rio, palco do jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Logo depois da 0h, o Corinthians fez o pagamento da fiança, em espécie, e o atleta responderá em liberdade. O valor da fiança foi de R$ 10 mil.</p>
<p>Aos 27 anos, Rafael Ramos chegou ao Corinthians neste ano. Ao UOL Esporte, o delegado Carlo Butarelli, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, confirmou a detenção do jogador.</p>
<p>De acordo com a Polícia Civil, a prisão em flagrante ocorreu depois da queixa de Edenilson e do relato em súmula. O documento oficial da partida registrou a acusação de Edenilson e detalhou a conversa entre os jogadores durante os cinco minutos de paralisação do jogo.</p>
<p>Dois agentes da polícia ingressaram no setor de vestiários do Beira-Rio logo depois da partida. O depoimento de Edenilson, no entanto, ocorreu mais de uma hora depois do apito final. Nas redes sociais, o camisa 8 do Inter revelou que procurou Rafael Ramos para ouvir um pedido de desculpas, mas escutou negativa por parte do português e, aí, decidiu registrar Boletim de Ocorrência.</p>
<p>Ainda de acordo com a polícia, com pagamento de fiança o jogador responderá pelo inquérito em liberdade.</p>
<p><strong>Edenílson se manifestou pelas redes sociais após o ocorrido</strong></p>
<p>No Instagram, o jogador disse que “sabe o que ouviu” e mostrou incômodo por ter sido o centro das atenções por algo que foge o seu desempenho dentro de campo.</p>
<p>“Boa noite, pessoal, passando aqui apenas para me pronunciar. Eu sei o que ouvi. Realmente eu não reagi provavelmente da forma que deveria pois foi a primeira vez que isso aconteceu comigo. Me incomoda o fato de ficar chamando atenção de outra forma que não seja jogando futebol (quem me conhece sabe): ser xingado pelo tom da minha pele. Minha reação foi a de não paralisar a partida pois o jogo estava bom e, ao mesmo tempo, eu não queria que tomasse a proporção que tomou justamente por nunca ter passado por isso. Eu procurei o atleta para que ele assumisse e me pedisse desculpas, afinal, todos erramos e temos o direto de admitir, no meu modo de ver as coisas, mas o mesmo continuou a dizer que eu havia entendido errado. Eu não entendi errado. O procurei pelo respeito que tenho por alguns integrantes do Corinthians e para que ele pudesse ter uma chance de se redimir, pois, independente da nossa cor, o caráter sempre falará mais alto. Enfim, peço desculpas por não estar preparado para reagir a algo deste tipo”.Edenílson</p>
<p><strong>Rafael Ramos se defende</strong></p>
<p>Após ser preso em flagrante sob acusação de racismo, e solto sob o pagamento de fiança, o lateral-direito Rafael Ramos, do Corinthians, se pronunciou na madrugada de hoje (15) sobre a denúncia feita por Edenílson, do Internacional, contra ele, à qual se referiu como um ‘mal entendido’.</p>
<p>“Estou aqui de consciência e cabeça limpa para explicar o que acontece. Puramente um mal entendido. No fim do jogo fui ter uma conversa com ele, tivemos uma conversa tranquila. Expliquei o que tinha acontecido, ele explicou o que tinha entendido. Expliquei a verdade. Ele mostrou receio de passar por mentiroso, e expliquei a ele que ele não é um mentiroso, que apenas entendeu errado. Apertamos a mão, e desejo boa sorte a ele”. Rafael Ramos</p>
<p><strong>Corinthians repudia racismo</strong></p>
<p>O Corinthians publicou um comunicado oficial que cita a versão do seu jogador.</p>
<p><em>“O Corinthians reafirma que, coerente com seus 111 anos de história, repudia e não compactua com o racismo. O atleta Rafael Ramos foi ouvido pelo clube e deu versão diferente do incidente no Beira-Rio, durante a partida contra o Internacional pelo Brasileirão 2022. Logo depois, seguro de que não proferiu injúria racial, fez questão de se explicar a Edenilson, no vestiário do Internacional. Em decorrência da denúncia feita pelo atleta colorado, a lei obriga que se trate o caso como flagrante, seguido de detenção. O pagamento de fiança não implica admissão de culpa, permitindo ao atleta que se defenda”, diz a nota.</em></p>
<p>Fonte; UOL Esportes</p>
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