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		<title>Estudantes protestam contra aumento da tarifa de ônibus em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 00:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudantes se mobilizaram em protesto contra as tarifas de transporte público. A mobilização enfrentou chuva no centro de São Paulo, no final da tarde e começo da noite desta quarta-feira (14). “Esse é mais um ato que se soma à tradição que o movimento estudantil aqui no estado de São Paulo tem de iniciar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Estudantes se mobilizaram em protesto contra as tarifas de transporte público. A mobilização enfrentou chuva no centro de São Paulo, no final da tarde e começo da noite desta quarta-feira (14).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estudantes-protestam-contra-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-Sao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estudantes-protestam-contra-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-Sao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Esse é mais um ato que se soma à tradição que o movimento estudantil aqui no estado de São Paulo tem de iniciar o ano sempre ocupando as ruas em reação ao aumento da tarifa no transporte público. Também ocupamos as ruas em defesa de uma conquista histórica nossa, que foi o passe livre estudantil. Esse direito tem sofrido uma série de ataques mas sabemos que ele é um elemento fundamental para a permanência dos estudantes na universidade”, disse Bianca Borges, membro da União Nacional dos Estados Estudantes, que participou do ato.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=450279:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estudantes-protestam-contra-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-Sao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 14/01/2026 - Movimento Passe Livre faz manifestação em frente a prefeitura, contra o reajuste das tarifas dos transportes em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estudantes-protestam-contra-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-Sao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 14/01/2026 - Movimento Passe Livre faz manifestação em frente a prefeitura, contra o reajuste das tarifas dos transportes em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=450279 --></div>
<p><h6 class="meta">Movimento Passe Livre faz manifestação em frente a prefeitura contra o reajuste das tarifas dos transportes em São Paulo- <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=450279--></h6>
</p>
</div>
<p>O estado e a prefeitura aumentaram recentemente os passes do transporte público sobre trilhos na grande São Paulo e do ônibus na capital.</p>
<p>Mobilizados contra o aumento da tarifa de ônibus, os participantes reclamaram ainda o direito ao passe livre e ao acesso à cultura, lazer e educação..</p>
<p><strong>Dois jovens foram detidos pela polícia no começo do ato, </strong>ainda próximo da prefeitura. Eles cobriam o rosto com máscaras do tipo balaclava. Questionada, a Secretaria de Segurança Publica não comentou as detenções. O policial que coordenava a ação justificou dizendo que é ilegal o uso do item em atos.</p>
<p>“Nesse ato pedimos uma reivindicação histórica do movimento estudantil que é o direito ao acesso à cidade, o direito à mobilidade urbana que não por novidade, no governo de Tarcísio e de Nunes eles têm seguido a risca, a receita neoliberal que é colocar os direitos do povo, o direito público no balcão de negócios para favorecer interesses privados“, declarou Wesley Gabriel, presidente da União Estadual dos Estudantes, um dos grupos que organizou o ato. Outras cidades paulistas, como Campinas e Sorocaba, também têm atos previstos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/estudantes-protestam-contra-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-sao-paulo</p>
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		<title>Há dois dias sem luz, moradores de São Paulo se adaptam e protestam</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ha-dois-dias-sem-luz-moradores-de-sao-paulo-se-adaptam-e-protestam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 01:30:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As cidades da região metropolitana de São Paulo enfrentam um apagão desde terça-feira, com pouco mais de 10% dos moradores sem energia elétrica após a passagem de um ciclone com ventos superiores a 100km/h. No começo da noite de hoje, um grupo de moradores de um bairro às margens da Via Anhanguera, conhecido como “Vila [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As cidades da região metropolitana de São Paulo enfrentam um apagão desde terça-feira, com pouco mais de 10% dos moradores sem energia elétrica após a passagem de um ciclone com ventos superiores a 100km/h.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ha-dois-dias-sem-luz-moradores-de-Sao-Paulo-se.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ha-dois-dias-sem-luz-moradores-de-Sao-Paulo-se.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>No começo da noite de hoje, um grupo de moradores de um bairro às margens da Via Anhanguera, conhecido como “Vila da Biquinha”, na altura do km 19, na região do Pico do Jaraguá, zona norte da capital paulista, interditou completamente a via no sentido capital. </strong>O protesto começou por volta das 19h. </p>
<p>A professora de cursos profissionais Leila Lasnaux mora no outro extremo da cidade, no Jardim Orly, zona sul. <strong>Sem luz desde as 10h da quarta-feira, ela resume a situação como de caos. </strong>A maior dificuldade de sua família, de quatro pessoas, é com a perda de alimentos.</p>
<p>No Jardim Orly o problema começou com uma árvore que caiu, derrubando fios, algumas ruas abaixo da de Leila. A Enel compareceu ontem ao local, mas ficou pouco tempo e não realizou reparos. Segundo vizinhos, a empresa informou que não foram feitos os reparos por falta de remoção da árvore, por parte da prefeitura. A árvore permanecia no local até as 18h desta quinta-feira (11). </p>
<p>Não é o primeiro apagão de Leila. Em novembro do ano passado, a região ficou cinco dias sem energia. &#8220;Foi um caos também, aí só resolveu depois que foi pra imprensa quando foi pra TV aí eles tomaram a providência e o nosso receio é se vai voltar a acontecer a mesma coisa&#8221;, explicou.</p>
<p>A família também teve de se reorganizar. A casa tem portão elétrico, o que dificulta as movimentações com o carro, que tem passado os dias fora. Perdeu alimentos, em especial peixe e carnes, mas já começa a perder também verduras. Hoje já precisaram almoçar fora, levando também seus pais, que moram na mesma rua e, idosos, têm alimentação restrita.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente achava que ia ser regularizado. A Enel estava dizendo no primeiro momento que em 15 horas ia consertar a energia, depois passou para 18 e isso foi protelando e no final, enfim, ainda não resolveu. Para o celular estar funcionando, a gente teve que adquirir um gerador, a gasolina, mas ele é uma potência baixa, então a gente consegue carregando os celulares, tentando dar uma carga aqui na geladeira, mas não é o suficiente&#8221;, complementa Leila.</p>
</blockquote>
<p><strong>A alimentação também é preocupação da roteirista Erica Chaves, moradora do Butantã. </strong>Ela está sem luz desde as 12h de quarta (10). &#8220;Estava chegando em casa, do mercado, e descobri a casa sem luz. Tinha feito a compra da semana, com carne, peixe, iogurtes, e agora tento alternativas para não perder tudo&#8221;, conta.</p>
<p>Diferente da situação de Leila, Erica não sabe onde está o problema. Segundo ela, não há árvore caída nem transformador queimado. A Enel mudou sua previsão de reparos ao menos cinco vezes em 24 horas. Ela estava sem condições de carregar um celular, o que já se mostrou um problema na manhã desta quinta.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Com a previsão de retorno para as 10h, aguardamos. Eu tinha uma reunião às 11h. 10h10 tive de sair de casa para buscar uma alternativa e carregar meu celular. Passei por uma base da Guarda Municipal, também sem luz. Andei quatro quarteirões até encontrar um vizinho, chegando em uma casa que tinha energia, e que me permitiu carregar o suficiente para manter meu compromisso. O pior para mim foi esse descaso, esse desamparo, pois as previsões simplesmente não se cumprem, e aí não há planejamento possível&#8221;, reclama Erica.</p>
</blockquote>
<p>O abastecimento por geradores também começa a enfrentar problemas. Moradora do bairro Raposo Tavares, a síndica profissional Regina Mantovani também assiste a mudança de previsões desde o meio da tarde de quarta-feira. O condomínio em que mora e no qual é síndica de uma das sete torres está com falta de energia, afetando áreas comuns e quase mil unidades. As torres funcionam com geradores a diesel, porém houve grande dificuldade em conseguir o combustível para mantê-los funcionando.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os moradores às vezes acabam achando que a culpa é nossa ou que não estamos tomando providências. Hoje eu já fiz umas três viagens para comprar combustível, para trazer aqui para o nosso gerador. Andei em três, quatro postos na região aqui. Não é que está faltando combustível. Como não tem energia, então eles não têm como mexer a bomba para abastecer para a gente. Como nosso galão é de 25 litros, ele suporta duas horas&#8221;, explica a gestora</p>
</blockquote>
<p>Ela diz que também enfrenta dificuldades, pois não tem estabilidade na internet que usa para trabalhar de seu apartamento.</p>
<p>&#8220;Cada vez que a gente liga para a Enel e faz protocolo eles dão uma previsão. Agora, pelo jeito, parece que é só meia-noite (do dia 12) que irão arrumar. Se a empresa vier aqui é preciso apenas de dois minutos, porque é só ele ligar uma chave lá em cima (no transformador). Mas tem hora que eles nem atendem mais a gente, então prejudica&#8221;, conta Mantovani.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>questionou a Enel sobre a demora no atendimento nos três bairros, sem sucesso. Até a conclusão dessa reportagem não houve retorno por parte da concessionária. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/ha-dois-dias-sem-luz-moradores-de-sao-paulo-se-adaptam-e-protestam</p>
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		<title>Entregadores protestam contra modalidade nova de trabalho do iFood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 23:25:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de entregadores por aplicativo protestou nesta sexta-feira (28) contra uma modalidade nova de trabalho do iFood. Eles se reuniram na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro, para pedir que a empresa reconsidere o sistema chamado de +Entregas, que prevê ao profissional agendar o horário de trabalho em uma região específica da cidade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um grupo de entregadores por aplicativo protestou nesta sexta-feira (28) contra uma modalidade nova de trabalho do iFood. <strong>Eles se reuniram na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro, para pedir que a empresa reconsidere o sistema chamado de +Entregas, que prevê ao profissional agendar o horário de trabalho em uma região específica da cidade</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo os manifestantes, o novo modelo engessa a jornada dos entregadores, causa desordem no mapa das entregas, provoca conflitos entre os próprios trabalhadores e diminui o valor das corridas.</p>
<blockquote>
<p>“Uma das reivindicações dos trabalhadores há um tempo é o aumento da taxa mínima paga pelo iFood de sete para dez reais. Tudo aumentou: gasolina, manutenção das bicicletas e motos. E o lucro do iFood só aumenta a cada ano. Nessa nova modalidade, as taxas podem cair para R$ 3,30”, diz Alexandre Moizinho, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos.</p>
</blockquote>
<p>“Além disso, você precisa agendar o horário de entregas, o que tira a autonomia do entregador em relação ao próprio tempo, e ele fica obrigado a permanecer em um território esperando a corrida acontecer”, complementa.</p>
<p>Segundo o iFood, no sistema +Entregas o entregador agenda um período de três horas de trabalho em uma região específica da cidade. Ele recebe um valor fixo por hora disponível e um adicional por cada entrega concluída. Nessa modalidade, o entregador pode ter, no máximo, duas rotas canceladas ou rejeitadas no período agendado.</p>
<p>A plataforma argumenta que isso permite que o trabalhador aumente as chances de receber pedidos naquela área, otimize rotas e tenha mais controle sobre a jornada de trabalho. Diz ainda que os ganhos são acima da média e o entregador tem prioridade em receber pedidos em relação aos outros que não participam do “+Entregas”.</p>
<h2>Relações de trabalho</h2>
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            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores fazem manifestação contra novas modalidades de entrega do aplicativo Ifood, na Cinelândia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores fazem manifestação contra novas modalidades de entrega do aplicativo Ifood, na Cinelândia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446539 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=446539-->Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores também criticaram o modelo de operador logístico, usado pelo iFood durante um tempo e a migração para o modelo de franquia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446539--></p>
</div>
</div>
<p>No protesto, os entregadores também criticaram o modelo de operador logístico (OL) usado pelo iFood durante um tempo e a migração para o modelo de franquia de serviço logístico. No OL, os entregadores estão subordinados a uma terceirizada. Ela atua como intermediária, e controla os pagamentos e a rotina de trabalho por regiões. Os profissionais trabalham por meio de contratos como microempreendedores individuais (MEI).</p>
<p>A outra opção é o trabalho independente, chamado de “nuvem”, quando o profissional se cadastra no iFood e define por conta própria os horários, a região e os pedidos.</p>
<blockquote>
<p>“A verdade é que existia uma certa coação da plataforma para os trabalhadores entrarem para uma operadora logística. Se você quisesse trabalhar por conta própria, era impossibilitado, porque o seu aplicativo quase não tocava. Na operadora logística, você tinha que agendar horários de trabalho. Tinha cobrança se trabalhasse naquele dia, se atrasasse, se recusasse corrida. Uma forma do iFood se isentar das responsabilidades, porque a operadora logística cuidava dessa relação com o entregador. E o iFood foge dos processos trabalhistas”, diz Alexandre Moizinho.</p>
</blockquote>
<p>E<strong>m nota enviada à Agência Brasil, o iFood disse que não opera mais com o modelo de OL. E que usa agora o EntreGô, uma franqueadora de serviços logísticos do próprio grupo empresarial. O objetivo declarado é o de oferecer “entregas seguras, com uma gestão padronizada e de maior qualidade”</strong>. E que o modelo teria surgido de “uma demanda dos próprios entregadores”.</p>
<p>Para entrar no novo modelo de franquia, os entregadores precisam abrir um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e se vincular à EntreGô como MEI.</p>
<p>O entregador Bruno de Souza, de 37 anos, trabalha com entregas pelo iFood há mais de quatro anos, e critica as modalidades de trabalho por OL e franquia.</p>
<blockquote>
<p>“Quem trabalha de forma independente, o aplicativo disponibiliza menos entregas. As que aparecem normalmente são mais longas. Isso tudo é feito para para obrigar você a entrar para essas outras modalidades. Como as OLs receberam muito processo, o iFood arrumou essa outra forma de tentar forjar a relação trabalhista com os entregadores”, diz Bruno.</p>
</blockquote>
<p>“É uma relação sem benefício algum. Eu mesmo agora estou com uma hérnia de disco, muitas dores no pé e perdi muita mobilidade. Nos últimos dias, não consegui trabalhar. E não tenho assistência, não posso acessar o INSS. É um relação de trabalho precarizada”, complementa.</p>
<h2>Nota </h2>
<p>O iFood disse, em nota, respeitar o direito à manifestação pacífica e à livre expressão dos entregadores e entregadoras. Segundo a empresa, o +Entregas é uma alternativa para os entregadores deixarem de receber exclusivamente por pedido e escolherem ganhar um valor pelo período trabalhado, com rotas mais curtas e concentradas nas regiões escolhidas.</p>
<p><strong>A empresa diz que “a melhor forma de tentar comparar se o entregador ganhou mais ou menos” no modelo +Entregas é analisando os períodos. A implementação está sendo gradual em diferentes regiões do país e a adesão é opcional.</strong></p>
<p>O iFood finaliza a nota dizendo que monitora “os resultados e análises para garantir que o modelo continue competitivo, eficiente e vantajoso para todos, além de continuar ouvindo dúvidas e sugestões”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-ifood</p>
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		<item>
		<title>Instrutores de autoescolas protestam em Manaus contra mudança na CNH</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/instrutores-de-autoescolas-protestam-em-manaus-contra-mudanca-na-cnh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 15:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira (23), dezenas de instrutores e proprietários de autoescolas de Manaus realizaram uma manifestação contra a decisão do Governo Federal que torna facultativa a intermediação dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) na obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O protesto partiu da Zona Norte e seguiu em comboio até a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Na manhã desta quinta-feira (23), dezenas de instrutores e proprietários de autoescolas de Manaus realizaram uma manifestação contra a decisão do Governo Federal que torna facultativa a intermediação dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) na obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>
<p>O protesto partiu da Zona Norte e seguiu em comboio até a Zona Oeste da capital, com destino à sede do Governo do Amazonas, na Avenida Brasil, bairro Compensa, em frente à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).</p>
<p>Com faixas e cartazes, os manifestantes denunciaram os riscos à segurança no trânsito e a desvalorização do setor de formação de condutores.</p>
<h4><strong>Entenda a medida</strong></h4>
<p>A medida federal, aprovada em outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, permite que os candidatos escolham entre contratar instrutores autônomos ou realizar cursos online gratuitos, sem a obrigatoriedade de matrícula em autoescolas para as categorias A (moto) e B (carro).</p>
<p>Segundo o Ministério dos Transportes, a mudança visa reduzir o custo da CNH em até 80%, passando de R$ 3,2 mil para aproximadamente R$ 700.</p>
<p>A flexibilização também atinge as categorias C, D e E, voltadas ao transporte de carga e passageiros, permitindo processos em entidades alternativas, embora os exames teórico e prático nos Detrans continuem obrigatórios.</p>
<h4><strong>Consulta pública e tramitação</strong></h4>
<p>A proposta foi disponibilizada em consulta pública no portal Participa + Brasil desde 2 de outubro, recebendo mais de 18 mil contribuições em poucos dias. O prazo se encerra em 2 de novembro, e o texto seguirá para análise e aprovação no Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que pode publicá-lo sem necessidade de votação no Congresso, apenas via resolução.</p>
<p>Em julho, o ministro dos Transportes, Renan Filho, já havia sinalizado em entrevista à GloboNews a intenção de baratear o processo de habilitação, retirando a obrigatoriedade das autoescolas.</p>
<h4><strong>Regras para instrutores autônomos</strong></h4>
<p>Para atuar de forma independente, instrutores autônomos precisarão atender a uma série de requisitos:</p>
<ul>
<li>Ter 21 anos ou mais e ensino médio completo;</li>
<li>Possuir CNH válida há pelo menos 2 anos;</li>
<li>Não ter infrações gravíssimas ou cassação recentes;</li>
<li>Concluir formação pedagógica específica em legislação de trânsito e direção segura.</li>
</ul>
<p>A Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) oferecerá um curso gratuito que habilita os profissionais e emite a Carteira de Identificação Profissional de Instrutor.</p>
<h4><strong>Veículos e fiscalização</strong></h4>
<p>Os veículos usados nas aulas precisarão seguir os padrões do Código de Trânsito Brasileiro (CTB):</p>
<ul>
<li>Motos com até 8 anos de fabricação;</li>
<li>Carros com até 12 anos;</li>
<li>Veículos de carga com até 20 anos.</li>
</ul>
<p>Todos devem ser identificados, vistoriados e equipados com itens de segurança.</p>
<p>Durante as aulas, o instrutor deverá portar:</p>
<ul>
<li>CNH,</li>
<li>Credencial profissional,</li>
<li>Licença de Aprendizagem Veicular, e</li>
<li>Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).</li>
</ul>
<p>As fiscalizações poderão ocorrer a qualquer momento pelos Detrans e órgãos de trânsito.</p>
<h4><strong>Setor teme prejuízos</strong></h4>
<p>Representantes das autoescolas afirmam que a medida coloca em risco a qualidade da formação dos novos motoristas e pode gerar demissões em massa no setor.</p>
<p><em><strong>“Não somos contra o acesso facilitado, mas é preciso garantir segurança. Um instrutor mal preparado coloca vidas em risco”</strong></em>, declarou um dos manifestantes.</p>
<p>O grupo deve protocolar um manifesto oficial pedindo a revisão da resolução e diálogo com o Contran.</p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Entregadores de aplicativos protestam contra precarização do trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 17:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Entregadores]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Entregadores fazem paralisação nesta segunda-feira (31), em São Paulo, em protesto contra a precarização do trabalho</strong> em serviços de entrega dos principais aplicativos do país. Eles realizam atos em alguns pontos da Grande São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Entregadores-de-aplicativos-protestam-contra-precarizacao-do-trabalho.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Entregadores-de-aplicativos-protestam-contra-precarizacao-do-trabalho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A paralisação está prevista para continuar amanhã (1º), como forma de pressionar as plataformas por melhores condições de trabalho</strong>. Eles reivindicam reajuste dos valores pagos à categoria.</p>
<h2>Taxa mínima por corrida</h2>
<p>Segundo o Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (Sindimotosp), <strong>os entregadores pedem a definição de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida até quatro quilômetros; aumento do valor para R$ 2,50 por km; limitação das entregas por bicicletas a um raio máximo de três quilômetros; e o pagamento integral de taxa por cada um dos pedidos, mesmo em entregas agrupadas na mesma rota</strong>.</p>
<p><strong>“O sindicato dos motoboys de São Paulo vem a público manifestar total apoio a essa luta dos trabalhadores diante da exploração desenfreada das empresas de aplicativo, que promovem a pior precarização trabalhista da história do motofrete, explorando os entregadores e tornando-os verdadeiros escravos em pleno século 21”</strong>, divulgou, em nota, o SindimotoSP.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/entregadores-de-aplicativos-protestam-contra-precarizacao-do-trabalho</p>
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