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	<title>Projeto - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Bombeiros do RJ abrem 5 mil vagas para o Projeto Botinho 2026</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 19:33:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projeto Botinho 2026, colônia de férias gratuita que é resultado de uma parceria entre o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Sesc-RJ, recebe inscrições a partir deste domingo (4) para as 5 mil vagas oferecidas. Podem se inscrever crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, e as atividades acontecem [&#8230;]]]></description>
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<p>O projeto Botinho 2026, colônia de férias gratuita que é resultado de uma parceria entre o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Sesc-RJ, recebe inscrições a partir deste domingo (4) para as 5 mil vagas oferecidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Bombeiros-do-RJ-abrem-5-mil-vagas-para-o-Projeto.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Bombeiros-do-RJ-abrem-5-mil-vagas-para-o-Projeto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Podem se inscrever crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, e as atividades acontecem entre os dias 21 e 30 de janeiro, das 8h às 11h, em 29 praias fluminenses.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas individualmente, <a href="http://de forma on-line" target="_blank">no site do projeto</a>. No ato da inscrição, os responsáveis legais devem preencher a ficha com os dados da criança ou do adolescente e selecionar praia de interesse.</p>
<p>Após o cadastro, os inscritos receberão, em até 24 horas, um e-mail de confirmação com orientações para a entrega presencial de documentos, como atestado médico, em período a ser informado. Essa etapa é obrigatória para a efetivação da vaga.</p>
<p>Durante o período, os participantes realizam exercícios físicos na areia, recebem orientações sobre as condições do mar, noções de primeiros socorros e educação ambiental. Segundo o projeto, as ações são direcionadas à interação social e à prevenção de afogamentos, reforçando a cultura de autoproteção desde a infância.</p>
<p>Os alunos são organizados em três turmas: Golfinho (7 a 10 anos), Moby Dick (11 a 14 anos) e Tubarão (15 a 17 anos). Ao final do projeto, todos os participantes recebem certificado de conclusão.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/bombeiros-do-rj-abrem-5-mil-vagas-para-o-projeto-botinho-2026</p>
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		<title>Prefeitura inicia entrega do projeto “Mãe Manauara” para gestantes</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/prefeitura-inicia-entrega-do-projeto-mae-manauara-para-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 19:35:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), iniciou nesta terça-feira (30/12) a primeira etapa de entregas do projeto “Mãe Manauara”. A ação é voltada ao atendimento de gestantes em situação de vulnerabilidade social. Nesta fase inicial, ocorreu a entrega de 30 kits maternidade a mulheres acompanhadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), iniciou nesta terça-feira (30/12) a primeira etapa de entregas do projeto “Mãe Manauara”. A ação é voltada ao atendimento de gestantes em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Nesta fase inicial, ocorreu a entrega de 30 kits maternidade a mulheres acompanhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da zona Sul da capital. A ação integra o programa “Manaus por Você”, lançado em julho deste ano. Ele reúne políticas públicas de proteção social, inclusão e promoção da cidadania, com execução prevista até 2026.</p>
<p>O projeto tem como objetivo fortalecer o cuidado materno-infantil. Desse modo, a Secretaria garante itens essenciais para os primeiros dias de vida do bebê. Além disso, a pasta amplia o acompanhamento social das famílias atendidas pela rede municipal.</p>
<p>Segundo a diretora do Departamento de Proteção Social Básica da Semasc, Jucimaria Menezes, a iniciativa representa um avanço no atendimento às gestantes acompanhadas pelos serviços socioassistenciais. Ela destacou que os kits simbolizam apoio, acolhimento e proteção às famílias.</p>
<p>Uma das beneficiárias, Débora Carvalho, ressaltou a importância da ação. Ela afirmou que muitas famílias não têm condições de adquirir itens básicos para a maternidade e que o apoio recebido faz diferença nesse momento.</p>
<p>A Prefeitura de Manaus informou que novas etapas do projeto “Mãe Manauara” acontecerão ao longo do próximo ano. Assim, haverá a contemplação de mais gestantes de outras zonas da cidade, conforme os critérios da política municipal de assistência social.</p>
<h3/>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
<p><script>(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src="https://connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js#xfbml=1&amp;appId=249643311490&version=v2.3"; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }(document, 'script', 'facebook-jssdk'));</script></p>
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		<title>Câmara aprova redução de benefícios fiscais; projeto vai ao Senado</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/camara-aprova-reducao-de-beneficios-fiscais-projeto-vai-ao-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 15:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (16) um projeto de lei que aprimora a transparência e fiscalização de benefícios fiscais concedidos. O texto também reduz em 10% esses benefícios de diversos setores. Agora, o texto segue para o Senado. O projeto prevê a redução de incentivos fiscais relativos ao Programa de Integração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (16) um projeto de lei que aprimora a transparência e fiscalização de benefícios fiscais concedidos. O texto também reduz em 10% esses benefícios de diversos setores. </strong>Agora, o texto segue para o Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-aprova-reducao-de-beneficios-fiscais-projeto-vai-ao-Senado.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-aprova-reducao-de-beneficios-fiscais-projeto-vai-ao-Senado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O projeto prevê a redução de incentivos fiscais relativos ao Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e Pasep Importação, Cofins e Cofins Importação; Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); imposto de importação e contribuição previdenciária do empregador e empresa.</p>
<p>O relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que a “concessão indiscriminada” de benefícios fiscais corrói o sistema tributário, tornando-o desigual, injusto e ineficiente.</p>
<blockquote>
<p>“Não somos contrários a políticas de estímulo a setores estratégicos da economia. No entanto, o uso de benefícios fiscais para esse fim costuma ser a ferramenta mais dispendiosa, menos eficaz e menos transparente e, em muitos casos, serve apenas para beneficiar interesses privados sem gerar retorno social”.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o texto, o Poder Executivo terá poder de decisão na redução dos benefícios, já que essa redução impacta no orçamento.</p>
<p>A opção de redução inclui os benefícios do Regime Especial da Indústria Química (Reiq); de crédito presumido de IPI obtido por empresa exportadora quanto à compra, no mercado interno, de embalagens e matérias-primas; e de crédito presumido de PIS/Cofins, inclusive na importação, em vários casos. Entre eles, nos casos de produtos farmacêuticos, mercadorias de origem animal. Também pode haver redução de benefícios no setor de fertilizantes e agrotóxicos.</p>
<p>Existe uma lista de setores que ficam de fora dessa possibilidade de redução. Entre elas, produtos da cesta básica nacional, benefício concedido a entidade filantrópica sem fins lucrativos, desoneração da folha de pagamentos e benefícios ligados aos programas Minha Casa, Minha Vida e Universidade para Todos.</p>
<h2>Aumento de impostos</h2>
<p><strong>O projeto ainda prevê o aumento de tributos para os serviços de apostas online, as chamadas bets, e para fintechs (empresas digitais com atuação no mercado financeiro)</strong>. No caso das bets, o imposto passaria dos atuais 12% para 13% em 2026 e 14% em 2027, chegando a 15% em 2028.</p>
<p>Já as fintechs deixariam de pagar 15% de CSLL e passariam a recolher 17,5% até 31/12/2027 e 20% a partir de 2028.</p>
<p><strong>*com informações da Agência Câmara de Notícias</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-aprova-reducao-de-beneficios-fiscais-projeto-vai-ao-senado</p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova projeto que reduz penas dos condenados pelo 8 de janeiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 10:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a redução de penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado, como o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta foi aprovada em plenário por 291 votos a 148 e será enviada ao Senado. O texto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a redução de penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado, como o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta foi aprovada em plenário por 291 votos a 148 e será enviada ao Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto aprovado na madrugada desta quarta-feira (10) é um substitutivo do relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), ao Projeto de Lei 2162/23, do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) e outros.</p>
<p><strong>O substitutivo determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.</strong></p>
<p>O texto original previa anistia a todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e dos acusados dos quatro grupos relacionados à tentativa de golpe de Estado julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mas esse artigo foi retirado do projeto.</p>
<h2>Grupo principal</h2>
<p><strong>Se virar lei, a nova forma de soma de penas deve beneficiar todos os condenados da tentativa de golpe de Estado, como aqueles do grupo principal:</strong></p>
<p>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;</p>
<p>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</p>
<p>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;</p>
<p>Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil;</p>
<p>Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</p>
<p>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; e</p>
<p>Alexandre Ramagem, deputado federal.</p>
<p>Esse grupo foi condenado a penas que variam de 16 a 24 anos em regime fechado pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em caráter definitivo, em 25 de novembro deste ano. Outras penas de detenção devem ser cumpridas depois daquelas de reclusão.</p>
<p><strong>Como a lei pode retroagir para beneficiar o réu, a nova regra implicaria revisão do total para esses dois crimes, prevalecendo a pena maior (4 a 12 anos) por tentativa de golpe de Estado. Agravantes e atenuantes ainda serão aplicáveis sobre o cálculo.</strong></p>
<p><strong>Parlamentares da oposição preveem, para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o total da redução pode levar ao cumprimento de 2 anos e 4 meses em regime fechado em vez dos 7 anos e 8 meses pelo cálculo atual da vara de execução penal.</strong></p>
<p>A conta final, no entanto, cabe ao Supremo definir e pode depender de ser validado o uso de trabalho e estudo em regime domiciliar para diminuição dos dias de prisão.</p>
<h2>Progressão</h2>
<p>A diferença também é influenciada pela mudança nas regras de progressão de regime fechado para semiaberto feita pelo relator.</p>
<p>Atualmente, exceto para condenados por crimes hediondos, o réu primário obtém progressão de pena se cumprir 16% dela em regime fechado, mas o crime não pode ter sido cometido com violência à pessoa ou grave ameaça.</p>
<p><strong>Como os crimes de tentativa de golpe e abolição do Estado Democrático são tipificados com a característica de “violência ou grave ameaça”, Paulinho da Força muda o texto da Lei de Execução Penal (Lei 7.210/84) para fazer valer os 16% de regime fechado para crimes com ou sem violência ou grave ameaça.</strong></p>
<p>Sem a mudança, a progressão ocorreria apenas com o cumprimento de 25% da pena pelo réu primário. Para os reincidentes, o índice de cumprimento no regime fechado passa de 30% para 20%.</p>
<p>Esses 25% valerão apenas para o réu primário condenado por crimes contra a vida (título I do Código Penal) e contra o patrimônio (título II do Código Penal) praticados com violência ou grave ameaça.</p>
<p>Já a reincidência, na mesma situação de crimes contra a vida ou o patrimônio, continua implicando cumprimento de 30% da pena para a progressão.</p>
<h2>Outros crimes</h2>
<p>A referência, no Código Penal, a crimes praticados com “grave ameaça” envolve vários não pertencentes aos títulos I e II, como o de afastamento de licitante (reclusão de 3 a 5 anos), constante do título XI.</p>
<p>No título VI estão tipificados crimes contra a liberdade sexual para os quais há agravantes relacionados a essa grave ameaça, como favorecimento da prostituição (reclusão de 4 a 10 anos) e rufianismo (reclusão de 2 a 8 anos), cujas progressões seriam também afetadas pela redação proposta, já que a referência à violência contra a pessoa ou grave ameaça, para efeitos de progressão de regime, é substituída pela referência apenas aos títulos I (crimes contra a vida, como homicídio) e II (crimes contra o patrimônio, como roubo).</p>
<p>Assim, esses crimes citados contarão com menor tempo para progressão de regime, pois não são enquadrados como hediondos, com exigência maior para alcançar o semiaberto, nem constam dos títulos I ou II do Código Penal.</p>
<h2>Prisão domiciliar</h2>
<p><strong>O relator propõe ainda que a realização de estudo ou trabalho para reduzir a pena, como permitido atualmente no regime fechado, possa valer no caso da prisão em regime domiciliar.</strong></p>
<p>Sobre esse tema, principalmente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) produziu jurisprudência permitindo essa prática, contanto que comprovada e que possa ser fiscalizada.</p>
<h2>Multidão</h2>
<p><strong>Para os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de tentativa de golpe de Estado, quando praticados em contexto de multidão, como o caso dos participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023 nas sedes dos três Poderes, em Brasília, o texto reduz a pena de um terço a dois terços, desde que o agente não tenha financiado o ato ou exercido papel de liderança.</strong></p>
<h2>Destaques rejeitados</h2>
<p>O plenário rejeitou todos os destaques apresentados pelo PSB e pelas federações PSOL-Rede e PT-PCdoB-PV na tentativa de mudar trechos do texto.</p>
<h2>Confira os destaques votados e rejeitados</h2>
<p>Destaque do PSB pretendia excluir todas as mudanças no sistema de progressão de penas</p>
<p>Destaque da Federação PSOL-Rede pretendia manter o cumprimento mínimo de 25% da pena de reclusão pelo réu primário condenado por qualquer crime com o exercício de violência ou grave ameaça, como os relacionados à tentativa de golpe de Estado</p>
<p>Destaque da Federação PT-PCdoB-PV tinha o mesmo objetivo, com outra exclusão semelhante de parte do texto</p>
<p>Destaque da Federação PT-PCdoB-PV pretendia excluir a possibilidade de diminuição de pena com estudo ou trabalho realizado em prisão domiciliar</p>
<p>Destaque da Federação PT-PCdoB-PV pretendia retirar trecho que determina o uso apenas da maior pena dos crimes de tentativa de golpe de Estado e de abolição do Estado Democrático de Direito;</p>
<p>Destaque da Federação PT-PCdoB-PV pretendia excluir trecho que prevê redução de um terço a dois terços da pena por esses crimes se praticados no contexto de multidão, como os atos de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p><em><strong>*Com informações da Agência Câmara de Notícias</strong></em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8-de-janeiro</p>
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		<item>
		<title>Alcolumbre quer pautar projeto da dosimetria assim que sair da Câmara</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/alcolumbre-quer-pautar-projeto-da-dosimetria-assim-que-sair-da-camara/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 22:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta terça-feira (9) que se o texto do projeto da dosimetria for aprovado na Câmara dos Deputados, colocará em votação na Casa. O Projeto de Lei 2162/23 reduz as penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro e de oficiais militares. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta terça-feira (9) que se o texto do projeto da dosimetria for aprovado na Câmara dos Deputados, colocará em votação na Casa. <strong>O Projeto de Lei 2162/23 reduz as penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro e de oficiais militares.</strong> A votação da proposta foi anunciada nesta terça-feira pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Alcolumbre-quer-pautar-projeto-da-dosimetria-assim-que-sair-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Alcolumbre-quer-pautar-projeto-da-dosimetria-assim-que-sair-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos deliberar este projeto no plenário do Senado Federal, assim que a Câmara dos Deputados deliberar”, disse Alcolumbre ao ser questionado a respeito.</p>
<p>O presidente do Senado disse que as duas Casas já vinham debatendo a proposta e defendeu uma atualização da legislação que trata do crime de abolição violenta do Estado de Direito.</p>
<p>“Eu sempre disse e vou reafirmar que achava um bom entendimento entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal de fazer a modernização, a atualização dessa lei, que está sendo tratada na Câmara dos Deputados”, acrescentou.</p>
<p><strong>A decisão de pautar o projeto foi questionada por alguns senadores com o argumento de que levar a matéria para a votação diretamente no plenário sem passar pelas comissões seria atropelar o processo legislativo.</strong> O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que seria desrespeito à comissão agir de “afogadilho”.</p>
<p>“Esta matéria está lá na Câmara dos Deputados, há meses, sem deliberação. De repente, a Câmara resolve votar, aí chega aqui e vem a plenário? Não é possível que nós não possamos discutir uma matéria como essa,” questionou o senador.</p>
<p><strong>Otto Alencar defende que a matéria tramite no colegiado, que dá parecer sobre a constitucionalidade dos projetos que tramitam na Casa.</strong></p>
<p>“Não é porque eu tenho uma posição contrária, não. Até porque, se for para a CCJ, vai designar relator, vai discutir e vai deliberar, porque eu não posso, como presidente, tomar posição contra. Agora, chegar aqui [no Senado], de lá, vir para cá e votar imediatamente, vou discordar disso completamente”, acrescentou.</p>
<p><strong>O questionamento foi apoiado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).</strong> “Não vamos abrir precedente para trazer direto para o plenário, isso não dá”, afirmou.</p>
<p>Ao responder aos questionamentos dos senadores, Alcolumbre defendeu a adoção de um calendário para a votação da matéria.</p>
<p>“Se a matéria for votada hoje [terça-feira], eu encaminho ainda hoje para a CCJ para poder deliberar amanhã [quarta-feira] e nós deixamos para votar na próxima semana, não tem problema. Eu acho que tem que estabelecer um calendário”, disse.</p>
<p><strong>O líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), defendeu a proposta.</strong> “Nós temos pessoas que estão presas, e esse projeto poderá proporcionar a soltura de pessoas. Então, é uma situação, eu diria, um pouco atípica em relação a projetos tradicionais. A ideia do presidente [do Senado] é que, caso chegue hoje aqui à Casa, ato contínuo seja encaminhado à comissão [de Constituição e Justiça]. Peço a vossa excelência [Alcolumbre] que designe o relator amanhã, e a gente poderia votar na semana seguinte”, defendeu o líder.</p>
<p>O presidente da CCJ ponderou que na próxima semana as sessões serão remotas e que preferiria debater o tema presencialmente. “Na próxima semana a votação não será presencial e eu não vou pautar um tema desse para não debater presencialmente”, afirmou Otto Alencar.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/alcolumbre-quer-pautar-projeto-da-dosimetria-assim-que-sair-da-camara</p>
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		<title>Câmara pode votar hoje projeto com novas regras para devedor contumaz</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 19:06:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados pautou para esta terça-feira (9) a votação do Projeto de Lei Complementar 125/22, que endurece as regras contra os devedores contumazes, os contribuintes que deixam de pagar impostos de forma reiterada e intencional.  O PLP é considerado pelo governo federal essencial para fechar brechas que permitem fraudes fiscais recorrentes. Estariam no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Câmara dos Deputados pautou para esta terça-feira (9) a votação do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2996469&amp;filename=PLP%20125/2022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei Complementar 125/22</a>, que endurece as regras contra os devedores contumazes, os contribuintes que deixam de pagar impostos de forma reiterada e intencional. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-pode-votar-hoje-projeto-com-novas-regras-para-devedor.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-pode-votar-hoje-projeto-com-novas-regras-para-devedor.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O PLP é considerado pelo governo federal essencial para fechar brechas que permitem fraudes fiscais recorrentes.</strong> Estariam no rol dos devedores contumazes aproximadamente 1 mil contribuintes, dentre mais de 20 milhões de empresas brasileiras.</p>
<p>O texto, que cria o Código de Defesa do Contribuinte, já foi aprovado pelo Senado, e teve a urgência para votação aprovada na Câmara no final de outubro, porém aguardava a definição de um relator, que só foi designado no dia 28 de novembro. A relatoria ficou com o deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP). </p>
<p><strong>Pela proposta, o devedor contumaz é definido, em âmbito federal, como o contribuinte com dívida injustificada, superior a R$ 15 milhões e correspondente a mais de 100% do seu patrimônio conhecido.</strong> Em âmbito estadual e municipal, o texto considera como devedor contumaz quem tem dívidas com os fiscos de forma reiterada, por pelo menos quatro períodos de apuração consecutivos ou seis alternados no prazo de 12 meses, e de forma injustificada.</p>
<p>Os valores para a caracterização desse devedor com relação aos fiscos estaduais e municipais serão previstos em legislação própria. Caso não ocorra, será aplicada a mesma regra prevista para a esfera federal.</p>
<p><strong>O devedor contumaz não poderá ter benefícios fiscais, participar de licitações e firmar contratos com a administração pública ou propor recuperação judicial. Além disso, poderá ser considerado inapto no cadastro de contribuintes, o que gera diversas restrições à empresa.</strong></p>
<h2>IBS</h2>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou ainda que pretende votar nesta terça-feira o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2433204&amp;filename=PLP%20108/2024" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PLP 108/24</a>, que institui o comitê gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). <strong>O colegiado é peça central da implementação da reforma tributária aprovada no ano passado.</strong> </p>
<p>A proposta consolida regras operacionais do novo tributo, que substituirá impostos estaduais e municipais, cuja implantação depende de coordenação entre União, estados e municípios.</p>
<h2>Benefícios fiscais </h2>
<p>O presidente da Câmara quer ainda votar nesta semana ou na próxima o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2926623&amp;filename=PLP%20128/2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PLP 128/25</a>, que revisa os benefícios fiscais concedidos pelo governo federal. <strong>A estimativa com a redução é de um impacto estimado de R$ 19,76 bilhões nas contas públicas em 2026.</strong> </p>
<p>A proposta, de autoria do deputado Mauro Benevides (PDT-CE), tem como relator o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), designado na segunda-feira (8) por Motta. O projeto estabelece uma redução gradual mínima de 5% nos benefícios este ano e de 5% em 2026. Os percentuais poderão variar conforme o setor econômico.</p>
<p>O texto deixa de fora da redução os produtos da cesta básica; o regime tributário incentivado do Simples Nacional; a Zona Franca de Manaus e demais zonas francas, além das áreas de livre comércio; e a política industrial para o setor de tecnologias da informação e comunicação e ao setor de semicondutores.</p>
<p>Também escapam da redução os benefícios relacionados aos financiamentos ao setor produtivo das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; os benefícios fiscais dos partidos políticos e suas fundações; das entidades sindicais dos trabalhadores e a instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos; e aos programas estabelecidos em lei destinados à concessão de bolsas de estudo integrais e parciais para estudantes de cursos superiores.</p>
<p>Ainda segundo Motta, até a próxima semana deve ser votado o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2026 (Ploa). A peça orçamentária deve respeitar as metas definidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada pelo Congresso na semana passada.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-pode-votar-hoje-projeto-com-novas-regras-para-devedor-contumaz</p>
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		<title>Câmara vota hoje projeto da dosimetria a condenados por atos de 8/01</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:18:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados deve votar nesta terça-feira (9) o projeto de Lei (PL) 2162/23 que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro. O anúncio da votação do chamado PL da Dosimetria foi feita hoje pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), após a reunião de líderes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Câmara dos Deputados deve votar nesta terça-feira (9) o projeto de Lei (PL) 2162/23 que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro.</strong> O anúncio da votação do chamado PL da Dosimetria foi feita hoje pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), após a reunião de líderes partidários.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-vota-hoje-projeto-da-dosimetria-a-condenados-por-atos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-vota-hoje-projeto-da-dosimetria-a-condenados-por-atos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O tema é considerado polêmico. Inicialmente a proposta previa a anistia aos envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o segundo turno das eleições de 2022 e que pretendiam evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente da República em 2023. Mas o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) defendeu uma alternativa, propondo a redução nas penas aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. O projeto chegou a ter a urgência aprovada, mas enfrentou resistência e nunca foi a plenário.</p>
<p><strong>Ao anunciar a pauta, Motta disse que a questão da anistia foi superada e que aguardou a conclusão do processo legal dos réus do Núcleo 1 da tentativa de golpe de estado no Supremo Tribunal Federal (STF).</strong></p>
<blockquote>
<p>“Respeitamos o devido processo legal do Supremo Tribunal Federal concluir o julgamento dessas pessoas que participaram desse ato do 8 de janeiro, até porque, para se tratar de alguma questão sobre essas penas nós precisaríamos ter o devido processo legal concluído”, disse Motta.</p>
</blockquote>
<p>“Nós já havíamos designado o deputado Paulinho da Força como relator e vamos pautar no dia de hoje esse projeto que não tratará de anistia, mas sim de uma possibilidade de redução de penas para essas pessoas que foram condenadas pelo atos de 8 de janeiro. Eu penso que o plenário da casa é soberano para decidir sobre essas questões”, concluiu.</p>
<p><strong>O presidente da Câmara negou ainda ceder a pressões de aliados de Bolsonaro. </strong>Na sexta-feira (5), o filho do ex-presidente, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou sua pré-candidatura à presidência da República. Na ocasião, o senador afirmou que a retirada de sua pré-candidatura estaria condicionada a votação do projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p>“Quero aqui também deixar de público que a nossa decisão foi tomada exclusivamente por vontade do presidente, que tem poder de pauta. Ela não foi tomada para atender a pedido de ninguém. Nós entendemos que é o momento onde a matéria está madura para ir ao plenário”, afirmou Motta, que disse ainda que o novo relatório da matéria ainda deve ser apresentado pelo relator.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-vota-hoje-projeto-da-dosimetria-condenados-por-atos-de-801</p>
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		<title>Por acordo, Congresso derruba vetos a projeto sobre dívidas de estados</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 17:53:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após acordo entre governo e partidos, o Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), parte dos vetos ao projeto que criou o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag).  O programa &#8211; sancionado em janeiro deste ano &#8211; cria condições mais favoráveis para as unidades da federação pagarem as dívidas que acumulam com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Após acordo entre governo e partidos, o Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), parte dos vetos ao projeto que criou o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Por-acordo-Congresso-derruba-vetos-a-projeto-sobre-dividas-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Por-acordo-Congresso-derruba-vetos-a-projeto-sobre-dividas-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O programa &#8211; sancionado em janeiro deste ano &#8211; cria condições mais favoráveis para as unidades da federação pagarem as dívidas que acumulam com a União.</p>
<p><strong>Pelo acordo, foram derrubados os vetos a seis dispositivos da Lei Complementar 212 de 2025, que criou o Propag. Em compensação, foram mantidos os demais 24 vetos ao texto que chegou do parlamento. </strong></p>
<p>O governo espera que, com o acordo, mais estados se somem ao programa para o pagamento das dívidas. As unidades da federação têm até o dia 31 de dezembro para aderir ao Propag.</p>
<blockquote>
<p>“Este projeto, obviamente, beneficiará todos os estados brasileiros, mas em especial o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio Grande do Sul”, explicou, durante a sessão, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).</p>
</blockquote>
<h2>Pagamento de dívidas</h2>
<p><strong>Um dos vetos derrubados permite que os estados paguem suas dívidas por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR). Esse fundo foi criado pela reforma tributária para reduzir as desigualdades regionais, fomentar atividades produtivas e promover a ciência e tecnologia.</strong></p>
<p>Inicialmente, o governo alegou que o uso desse fundo para o pagamento de dívidas era inconstitucional, uma vez que essa não é uma das atribuições originais do FNDR.</p>
<p>Outro veto derrubado pelo Congresso manteve benefícios previstos na renegociação de dívidas em 2021, como o que prevê que a União assuma o pagamento de operações de crédito com o sistema financeiro e instituições multilaterais que tenham a própria União como garantidora.</p>
<h2>Redução de valores</h2>
<p><strong>Outro veto derrubado manteve a possibilidade de a União reduzir das dívidas dos estados o montante que foi pago pelas unidades da federação entre 2021 e 2023 para execução de obras de responsabilidade da União.</strong></p>
<p>O líder do PP na Câmara e relator do projeto do Propag, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), agradeceu ao governo e aos partidos pelo acordo construído em torno do tema. “É um dia histórico que vai livrar os estados de uma espada que cerceou o investimento público, que cerceou o avanço na saúde e na educação nos últimos anos”, explicou.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>A lei que criou o Propag permite que os entes paguem os débitos com a União em até 30 anos e com juros que variam de 0% a 2% ao ano, somada a inflação registrada a cada ano. A taxa do programa anterior chegava a 4% &#8211; mais a inflação.</strong></p>
<p>Os estados também podem quitar até 20% do saldo devedor de suas dívidas por meio da transferência de empresas públicas ou ativos do estado para a União ou por meio de aportes no Fundo de Equalização Federativa, por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/governo-federal-regulamenta-propag-com-investimentos-em-educacao-seguranca-e-infraestrutura" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Segundo cálculos do Tesouro Nacional</a>, <strong>as dívidas estaduais somam mais de R$ 820 bilhões,</strong> <strong>sendo que mais de 90% do total se referem a cinco unidades da federação – São Paulo (R$ 291,7 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 178,5 bilhões), Minas Gerais (R$ 164,1 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 101,6 bilhões) e Goiás (R$ 19,0 bilhões).</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/por-acordo-congresso-derruba-vetos-projeto-sobre-dividas-de-estados</p>
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		<item>
		<title>Senado aprova projeto que torna crime barricadas para cometer crimes</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 00:32:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de Lei (PL) 3191/24 que torna crime o bloqueio de ruas com barricadas para cometer ou ocultar outros crimes. Como o texto teve origem na Câmara dos Deputados e foi modificado no Senado, ele retorna para nova análise da Câmara. Caso vá à sanção presidencial, a prática será considerada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de Lei (PL) 3191/24 que torna crime o bloqueio de ruas com barricadas para cometer ou ocultar outros crimes</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Senado-aprova-projeto-que-torna-crime-barricadas-para-cometer-crimes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Senado-aprova-projeto-que-torna-crime-barricadas-para-cometer-crimes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Como o texto teve origem na Câmara dos Deputados e foi modificado no Senado,<strong> ele retorna para nova análise da Câmara</strong>. <strong>Caso vá à sanção presidencial, a prática será considerada crime contra a administração da Justiça.</strong></p>
<p>A proposta altera o Código Penal para estabelecer a<strong> pena de três a cinco anos de prisão e multa para quem obstruir vias públicas ou privadas com barricadas</strong> ou qualquer outro tipo de obstáculo e também para quem dificultar a livre circulação de pessoas, bens ou serviços, ou a atuação das forças de segurança pública. </p>
<p>Segundo o projeto, passeatas e manifestações políticas com propósitos sociais não se enquadram na nova tipificação, ou seja, a manifestação crítica ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais não serão considerados crime.</p>
<p>“Obviamente, uma manifestação social, como movimento reivindicatório ou paredista, não poderia constituir crime, até porque, nesse caso, a obstrução da via não terá o objetivo de cometer ou ocultar crimes”, explicou o relator do projeto, senador Carlos Portinho (PL-RJ).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/senado-aprova-projeto-que-torna-crime-barricadas-para-cometer-crimes</p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 01:41:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antifacção]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 370 a 110 votos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/2025). Os deputados acataram o texto apresentado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou trechos da proposta original encaminhada pelo governo federal. O relator apresentou cinco versões.  O projeto prevê penas mais duras [&#8230;]]]></description>
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<p>Por 370 a 110 votos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/2025). Os deputados acataram o texto apresentado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou trechos da proposta original encaminhada pelo governo federal. O relator apresentou cinco versões. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Camara-aprova-texto-base-do-projeto-de-lei-antifaccao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Camara-aprova-texto-base-do-projeto-de-lei-antifaccao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O projeto <strong>prevê penas mais duras para integrantes de facções criminosas e apreensão de bens de investigados</strong>. </p>
<p><strong>Derrite defendeu que &#8220;o enfrentamento do crime organizado no Brasil exige legislação de guerra em tempo de paz”.</strong> <strong> Os parlamentares governistas, contrários ao parecer de Derrite, dizem que o projeto Antifacção foi desconfigurado e descapitaliza a Polícia Federal.  </strong></p>
<p>Deputados analisam agora os destaques, que podem mudar trechos do texto-base. O projeto segue depois para o Senado. </p>
<h2>“Vamos retomar texto original no Senado”</h2>
<p><strong>“Nós vamos lutar para retomar esse texto original. Vamos modificar no Senado para recuperar o propósito original do governo de combate à facção criminosa”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).</strong></p>
<p>O parlamentar destacou que o projeto foi elaborado depois de mais de seis meses de estudo. </p>
<p>A deputada Jandira Feghali (PCdoB -RJ) argumenta que o texto de Derrite acaba protegendo as organizações criminosas.</p>
<p>“O relatório inova com uma ação civil pública que acaba protelando o confisco de bens do crime organizado”, criticou. Para ela, prejudica a investigação da Polícia Federal ao descapitalizar a corporação. No parecer, relator encaminhou “o quinhão cabível à PF ao Fundo Nacional de Segurança Pública”. </p>
<p>Outra crítica do governo federal é que o parecer de Derrite só permitia ao Estado assumir o patrimônio do crime após o término da ação penal, o que poderia levar anos.</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (União Brasil &#8211; SP) concordou com o texto do relator de que a ação é necessária para recuperar os bens a serem apreendidos pela PF. “A gente ainda escuta discurso aqui de que nós estamos defendendo corruptos de colarinho branco, de que nós estamos defendendo o banqueiro”, criticou.</p>
<p>O texto aprovado<strong> prevê a apreensão prévia de bens do investigado em certas circunstâncias, com a possibilidade de perdimento dos bens antes da decisão final da Justiça</strong>.</p>
<h2>Penas de 40 anos</h2>
<p>O texto<strong> aumenta as penas para membros de facção ou milícia para 20 a 40 anos</strong>, podendo chegar a 66 anos para os líderes das organizações criminosas. </p>
<p>O substitutivo também aumenta em 85% da pena o tempo necessário para progressão de regime. Fica proibida graça, anistia, indulto ou liberdade condicional para membros dessas organizações.</p>
<h2>Autonomia do MP</h2>
<p>O texto prevê a <strong>participação do Ministério Público nos casos de forças-tarefas que investiguem facções</strong>, por meio de Procedimentos Investigatórios Criminais liderados por Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).</p>
<h2>Organização ultraviolenta</h2>
<p>O projeto traz a <strong>definição de organização criminosa ultraviolenta</strong>, apesar das críticas que apontaram que a criação de um novo tipo criminal poderia gerar um caos jurídico nos processos judiciais que tendem a beneficiar os criminosos.</p>
<p>Sobre audiência de custódia e julgamento de homicídios cometidos por membros de facção criminosa, o projeto prevê que as <strong>audiências de custódia sejam realizadas, “em regra, por videoconferência, salvo decisão judicial fundamentada em sentido contrário”</strong>.</p>
<p>Os <strong>homicídios cometidos por facções serão julgados, no primeiro grau de jurisdição, por um colegiado </strong>e não por um tribunal do júri.</p>
<h2>Apoio de Motta</h2>
<p>Antes da votação, os<strong> deputados federais governistas chegaram a solicitar que o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25) fosse retirado da pauta de votação na Câmara</strong>, em vista de que o texto original teria sido “desconfigurado” pelo parecer do relator Guilherme Derrite. No entanto, foi mantida a votação por 316 votos favoráveis contra 110. </p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos -PB), argumentou que o<strong> texto seria a resposta &#8220;mais dura&#8221; da história da Câmara dos Deputados no enfrentamento ao crime organizado</strong>.</p>
<p>“Nós estamos dizendo que chefes de facções criminosas agora irão direto para os presídios federais, que os encontros com advogados serão gravados, que não terão visitas íntimas”, exemplificou. </p>
<p>Motta afirmou que o projeto original do governo federal trouxe pontos positivos, mas que foram necessários mais olhares de outros setores e bancadas.</p>
<p>A Câmara denominou o substitutivo como “Marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.  </p>
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<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/camara-aprova-texto-base-do-projeto-de-lei-antifaccao</p>
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