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	<title>procissão - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Rio de Janeiro comemora hoje padroeiro com missas e procissão</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 10:42:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (20), a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro estará em festa comemorando seu padroeiro São Sebastião com missas e procissão. A primeira delas será rezada pelo cardeal Dom Orani João Tempesta na Basílica Santuário de São Sebastião, na Tijuca, zona norte do Rio, às 10h. À tarde, a partir das 16h, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Nesta terça-feira (20), a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro estará em festa comemorando seu padroeiro São Sebastião com missas e procissão. A primeira delas será rezada pelo cardeal Dom Orani João Tempesta na Basílica Santuário de São Sebastião, na Tijuca, zona norte do Rio, às 10h.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Rio-de-Janeiro-comemora-hoje-padroeiro-com-missas-e-procissao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Rio-de-Janeiro-comemora-hoje-padroeiro-com-missas-e-procissao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>À tarde, a partir das 16h, haverá a Procissão Arquidiocesana saindo da Basílica, na Tijuca, até a Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, localizada na Avenida Chile, região central do Rio.</p>
<p><strong>O percurso de cerca de cinco quilômetros foi reconhecido como patrimônio cultural da cidade em 2014. Ao final do trajeto, será apresentado na Avenida Chile o Auto de São Sebastião 2026, celebrando a vida e a fé no padroeiro, seguido de missa solene na catedral.</strong></p>
<h2>Padroeiro</h2>
<p>O Rio de Janeiro foi fundado por Estácio de Sá, sobrinho do governador-geral Mem de Sá, no dia 1º de março de 1565, na entrada da Baía de Guanabara, entre o Morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar. A cidade recebeu o nome em homenagem ao Rei menino D. Sebastião de Portugal, e a seu padroeiro, São Sebastião.</p>
<p><strong>Mas foi no dia 20 de janeiro de 1567, quando os portugueses expulsaram os franceses que haviam se instalado na região em 1555, que a data passou a celebrar o santo como padroeiro da cidade do Rio. Isso ocorreu porque, segundo a lenda, São Sebastião foi visto com uma espada na mão, entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os invasores na batalha final de Uruçumirim.</strong></p>
<h2>O santo</h2>
<p>Um dos mártires romanos dos primeiros séculos da Igreja Cristã, o menino Sebastião nasceu em Narbona, na França, no ano de 256 da era cristã. Ainda jovem, mudou-se com a família para Milão, na Itália, cidade de sua mãe.</p>
<p>Alistou-se no exército de Roma e acabou conquistando o posto de comandante da guarda do imperador Diocleciano. Secretamente, porém, Sebastião converteu-se ao cristianismo. Fazia visitas frequentes aos cristãos presos que aguardavam para serem levados para o Coliseu, onde morreriam devorados por leões ou em lutas com gladiadores. Ele animava e consolava os presos, fazendo-os acreditarem que seriam salvos após a morte, segundo os princípios do cristianismo.</p>
<p><strong>A fama de benfeitor dos cristãos chegou ao conhecimento do imperador que tentou fazer com que ele renunciasse à sua fé. Não conseguindo seu intento, Diocleciano condenou-o à morte. Seu corpo foi amarrado a uma árvore e alvejado por flechas. Os soldados que o supliciaram deixaram-no aparentemente morto.</strong></p>
<p>Sebastião foi resgatado por algumas mulheres que trataram dele até que se restabelecesse. Porém, tão logo se recuperou, o jovem voltou à presença do imperador pedindo que parasse de perseguir e matar os cristãos. Diocleciano ordenou que ele fosse açoitado até a morte, o que aconteceu no ano de 287 da Era Cristã. Seu corpo foi sepultado próximo das catacumbas dos apóstolos.</p>
<p>O culto a São Sebastião foi iniciado no século 4, quando o imperador Constantino, convertido ao cristianismo, mandou construir a Basílica de São Sebastião, na Via Appia, para abrigar o corpo do santo.</p>
<p><strong>Nessa época, conta-se que Roma estava assolada pela peste, mas, a partir do translado das relíquias de Sebastião, a epidemia desapareceu. Ele é apontado como santo padroeiro contra a peste, a fome, a guerra e, mais recentemente, passou a ser considerado um ícone por comunidades LGBTQIA+ [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais] por sua resistência e beleza.</strong></p>
<h2>Oxóssi</h2>
<p>Além de objeto de devoção de católicos portugueses e brasileiros, São Sebastião foi identificado no sincretismo religioso dos rituais afro-brasileiros, que equipara orixás a santos católicos como o orixá Oxóssi. Orixá das matas, da caça, da fartura e do conhecimento. Oxóssi é também a divindade associada aos espíritos dos caboclos, ancestrais indígenas que trabalham na linha de frente da cura e da orientação.</p>
<p><strong>Outro fato que une Sebastião e Oxóssi é que ambos eram guerreiros, ligados à natureza e ao uso da flecha, e celebrados no mesmo dia 20 de janeiro. Assim como São Sebastião foi martirizado por flechas, a flecha de Oxóssi simboliza a mira certeira, a capacidade de alcançar objetivos e a proteção contra males.</strong></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/rio-de-janeiro-comemora-hoje-padroeiro-com-missas-e-procissao</p>
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		<title>Romaria fluvial antecede procissão do Círio de Nazaré, em Belém</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 16:20:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belém amanheceu neste sábado (11) com a romaria do Círio Fluvial, que faz parte das comemorações do Círio de Nazaré. Saindo às 9h do Trapiche do Distrito de Icoaraci rumo à Escadinha da Estação das Docas, a imagem Peregrina é levada a bordo do navio Garnier Sampaio, da Marinha do Brasil, responsável também pela organização [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Belém amanheceu neste sábado (11) com a romaria do Círio Fluvial, que faz parte das comemorações do Círio de Nazaré. </strong>Saindo às 9h do Trapiche do Distrito de Icoaraci rumo à Escadinha da Estação das Docas, a imagem Peregrina é levada a bordo do navio Garnier Sampaio, da Marinha do Brasil, responsável também pela organização e controle da romaria. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Romaria-fluvial-antecede-procissao-do-Cirio-de-Nazare-em-Belem.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Romaria-fluvial-antecede-procissao-do-Cirio-de-Nazare-em-Belem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A estimativa é que cerca de 50 mil pessoas e mais de 400 embarcações participam da romaria em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré.</strong></p>
<p>Considerada uma das mais belas procissões do Círio, a Romaria Fluvial acontece desde 1986. O trajeto tem duração aproximada de duas horas, com 10 milhas marítimas (cerca de 18,5 km). <strong>A chegada da Imagem Peregrina à Escadinha (Praça Pedro Teixeira) é marcada por honras de Chefe de Estado, uma vez que uma lei estadual de 1971 proclamou Nossa Senhora de Nazaré Padroeira do Pará e Rainha da Amazônia.</strong></p>
<p>Ainda ontem, a maior procissão em extensão, com a imagem peregrina de Nª Sª de Nazaré havia percorrido 52,3 quilômetros, até as 18h sem incidentes. Neste sábado, tem mais procissões: a procissão rodoviária por 24 quilômetros, antecedeu a Romaria Fluvial e, depois, com haverá a moto romaria.</p>
<p>À noite ocorre a Trasladação, que dura cerca de 5 horas e meia e numa antecipação do que acontecerá amanhã, a partir das 6h, quando tem início a procissão mais importante do Círio, com cerca de 2 milhões de pessoas.</p>
<h2>Procissão</h2>
<p>Este ano, a maior procissão católica do mundo celebra a sua 233ª edição às vésperas da 30ª, Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), e por isso está sendo considerada a COP da floresta. </p>
<p><strong>Considerado patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, o Círio de Nazaré é uma festa que mostra a devoção do povo paraense e a previsão é de mais de 2 milhões de pessoas na procissão deste domingo (12).</strong></p>
<h2>Casa de Plácido</h2>
<p><strong>Local de abrigo, solidariedade, acolhimento e amor, a Casa de Plácido faz uma homenagem ao paraense agricultor e caçador Plácido José de Souza, que no ano de 1.700 encontrou a pequena imagem de Nossa Senhora de Nazaré, entre pedras lodosas às margens do Igarapé Murutucu &#8211; onde atualmente se encontra a Basílica -, no tronco de uma árvore.</strong></p>
<p>Após o achado, Plácido levou a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estava lá. Correu ao local do encontro e lá estava a imagem da Santinha. E o fato se repetiu várias vezes. Plácido, então, construiu no local uma ermida. Mas para muito além da história, é na “Casa de Plácido” que o milagre da fé se corporifica no ritual do lava-pés uma demonstração de humanidade e doação.</p>
<p>Por ali passam as caravanas dos romeiros. Segundo a coordenadora da Acolhida da Casa de Plácido, Maria da Conceição Rodrigues, este ano são esperadas 18 mil pessoas que serão atendidas pelas equipes de voluntários que trabalham em revezamento.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos neste Círio com 530 voluntários, de diversas profissões de médicos, advogados, contador, pedreiros, desempregados, todas as profissões. Temos também estudantes de medicina e de fisioterapia trabalhando como massagistas. Somos 14 equipes de trabalho, atendimento, recepção, pessoal que dá a refeição, pessoal que cozinha”, explicou Maria da Conceição.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Casa de Plácido presta atendimento para os romeiros do Círio. O local foi aberto oficialmente na quarta-feira (8) e fica aberto até amanhã (12), às 13h.</strong> Sendo reaberta na terça-feira (14) para o resto da quinzena do Círio. O fechamento ocorre para que os voluntários também consigam acompanhar a procissão de domingo. O local.</p>
<p>“Ano passado, tivemos 238 caravanas e foram 20.500 pessoas só de caravanas, de romeiros visitantes foram 11 mil. Nós acreditamos que essa expectativa vai aumentar, até quarta-feira quando a casa não estava aberta já tínhamos 212 caravanas inscritas e já tinha uma média de 18 mil pessoas”, disse. </p>
<p>“Por exemplo, a pessoa chegou passando mal, ela vai direto para o serviço médico, se precisar tomar um soro, toma; se precisa de uma insulina, toma. Se o médico avaliar que o caso é mais grave, temos a ambulância e ela já faz o encaminhamento para o hospital”, descreveu.</p>
<h2>Arte e devoção</h2>
<p><strong>O Círio de Nazaré é um evento de múltiplas dimensões, além de congregar, a fé, devoção e a renovação da esperança, o Círio está presente em cada canto de Belém e também no trabalho dos artistas, artesãos, que buscam traduzir a experiência.</strong> Uma dessas pessoas é a artista paraense Aline Folha, que produz diversas peças, como camisas, louças, entre outras, com o tema do Círio.</p>
<blockquote>
<p>“Desde o começo do mês, eu já vivo o Círio. Eu vivo em estado de outubro, como o paraense gosta de falar. A gente tem essa coisa de esperar pelo cheiro da cidade que fica diferente, a energia das ruas, que fica diferente”, relata.</p>
</blockquote>
<p>Este ano, Aline foi convidada a criar a ilustração das peças de comunicação e ativações do Círio para uma empresa de mineração. Sua obra transita pelos estados emocionais do cotidiano feminino, especialmente pela vivência do maternar, em uma busca por liberdade, acolhimento e possibilidade. A artista imprime em suas criações os rastros do processo artístico, o que evidencia a presença da água e do grafite na relação entre desenho e aquarela.</p>
<blockquote>
<p>“O Círio para mim é uma experiência bastante pessoal. Tem alguma coisa de subjetivo e tem algo que a gente vive em conjunto, em comunidade, tem uma memória coletiva que faz a gente partir para nossas criações, nós artistas”, explica. “O que me emociona é o ritual que cada pessoa vive, o ritual de família de sair para ver a santa passar no mesmo cantinho todos os anos”, aponta.</p>
</blockquote>
<p>Reconhecida por sua sensibilidade e autenticidade, Aline já foi convidada três vezes (em 2016, 2017 e 2022) para criar os mantos oficiais do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, maior manifestação cultural-religiosa do Pará. Em 2023 e 2024, foi escolhida por uma empresa para desenvolver as primeiras coleções de louças temáticas da festividade, intituladas Caminhos do Círio e Raízes de Fé, projetos que celebram a fé e a identidade paraense com traços delicados e simbólicos.</p>
<p>“As minhas principais inspirações vieram das sensações que o Círio provoca em quem o vivencia. Busquei representar esses sentidos aflorados e como eles podem despertar memórias afetivas e coletivas nessa grande festa paraense”, conta Aline. A arte criada este ano incorpora diversos elementos culturais como o tacacá, os brinquedos de miriti, os gritos de “viva, viva, viva”, os fogos de artifício e a figura feminina que acolhe uma criança. “ O principal desafio foi manter o aspecto aquarelado em uma arte que pudesse ser aplicada de formas e tamanhos diversos nas peças da campanha”, acrescenta.</p>
<p>Aline realizou as seguintes exposições individuais: “Elas”, no Espaço Cultural do TRT-8; “Elas Estampadas”, na Casa Oiam; “Florescer Mãe”, no Shopping Bosque Grão Pará; e “O Peso das Coisas Leves”, novamente no Espaço Cultural do TRT-8.</p>
<p>Atualmente, faz do seu atelier na capital paraense um espaço múltiplo, onde além de produzir também realiza cursos livres ou corporativos, e recebe o público, clientes e alunos.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>*A repórter viajou a Belém a convite da Vale</em></strong></p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/romaria-fluvial-antecede-procissao-do-cirio-de-nazare-em-belem</p>
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