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		<title>Bolsa aproxima-se de recorde com recuo de prévia da inflação</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2025 22:42:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A queda na prévia da inflação e o alívio das tensões no exterior favoreceram o mercado financeiro nesta terça-feira (27). A bolsa de valores subiu pouco mais de 1% e aproximou-se do recorde histórico atingido na semana passada. O dólar devolveu a alta da segunda-feira (26) e caiu. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A queda na prévia da inflação e o alívio das tensões no exterior favoreceram o mercado financeiro nesta terça-feira (27). A bolsa de valores subiu pouco mais de 1% e aproximou-se do recorde histórico atingido na semana passada. O dólar devolveu a alta da segunda-feira (26) e caiu.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Bolsa-aproxima-se-de-recorde-com-recuo-de-previa-da-inflacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Bolsa-aproxima-se-de-recorde-com-recuo-de-previa-da-inflacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 139.541 pontos, com alta de 1,02%, o terceiro avanço seguido. Por volta das 11h30, o indicador chegou a ultrapassar os 140,3 mil pontos e bateu o recorde histórico da bolsa brasileira, mas o indicador perdeu força durante a tarde, com investidores realizando lucros e vendendo ações para embolsarem ganhos.</p>
<p>No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou aos R$ 5,645, com queda de R$ 0,03 (-0,53%). A cotação ficou próxima da estabilidade durante boa parte da manhã, mas caiu nas horas finais de negociação, com o clima favorável no mercado internacional, fechando próxima da mínima do dia.</p>
<p><strong>Em maio, a moeda norte-americana recua 0,54%. Em 2025, a divisa cai 8,65%.</strong></p>
<p>Tanto fatores domésticos como externos contribuíram para a tranquilidade no mercado financeiro. No Brasil, a divulgação de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, ficou abaixo das expectativas em maio animou os investidores. Isso porque a inflação em queda reduz as chances de o Banco Central (BC) elevar os juros básicos da economia em junho.</p>
<p>No cenário internacional, a reabertura dos mercados norte-americanos após o feriado da segunda-feira nos Estados Unidos favoreceu os países latino-americanos. No domingo (25) à noite, o presidente Donald Trump anunciou a prorrogação das negociações comerciais com a União Europeia até 5 de julho. Isso fez as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano cair nesta terça, beneficiando países emergentes, como o Brasil.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/bolsa-aproxima-se-de-recorde-com-recuo-de-previa-da-inflacao</p>
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		<title>Prévia da inflação oficial recua para 0,36% em maio, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 12:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas nas prévias do mês anterior (0,43%) e de maio de 2024 (0,44%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas nas prévias do mês anterior (0,43%) e de maio de 2024 (0,44%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o resultado o IPCA-15 acumula taxa de 2,80% no ano. Em 12 meses, o IPCA-15 acumulado chega a 5,40%, abaixo dos 5,49% acumulados até abril deste ano.</p>
<p>Em maio, sete dos nove grupos de despesas apresentaram inflação. Os destaques ficaram com saúde e cuidados pessoais (0,91%) e habitação (0,67%).</p>
<p>Em saúde e cuidados pessoais, a inflação foi puxada pelos produtos farmacêuticos, que tiveram alta de preços de 1,93%. No grupo habitação, as principais influências vieram de energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual do IPCA-15, e água e esgoto (0,51%).</p>
<p>Os alimentos tiveram inflação de 0,39%, abaixo do 1,14% da prévia de abril. Também apresentaram alta de preços no mês, os grupos de despesa vestuário (0,92%), despesas pessoais (0,50%), comunicação (0,27%) e educação (0,09%).</p>
<p>Por outro lado, os grupos transportes e artigos de residência registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação na prévia do mês.</p>
<p>Em transportes, a taxa caiu 0,29%, puxada por recuos na passagem aérea (-11,18%) e ônibus urbano (-1,24%). Já artigos de residência tiveram queda de preços de 0,07%.</p>
<p>O IPCA-15 é calculado com base em preços coletados nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.</p>
<p>A prévia de maio se baseia em preços coletados no período de 15 de abril a 15 de maio de 2025 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 14 de abril de 2025 (base).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz-ibge</p>
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		<item>
		<title>Economia brasileira cresce 1,6% no 1º trimestre, mostra prévia da FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:55:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%. As estimativas são do Monitor do PIB, estudo mensal do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024.</strong> Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As estimativas são do Monitor do PIB, estudo mensal do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (19).</p>
<p><strong>O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve como prévia do dado oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desempenho do primeiro trimestre de 1,6% é dessazonalizado, ou seja, foram excluídas variações típicas da época do ano, para que efeitos do calendário não distorçam a comparação entre períodos diferentes.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a agropecuária teve “forte crescimento” de 12,2% no primeiro trimestre, sendo o grande destaque do período.</p>
<p>Ela frisa ainda que o crescimento de 1,3% no setor de serviços, atividade de maior peso no PIB, também colaborou para o bom desempenho da economia.</p>
<blockquote>
<p>“Com isso, o resultado do primeiro trimestre reverte a tendência declinante da economia, que se observava desde o terceiro semestre de 2024”, analisa Trece. </p>
</blockquote>
<p>No fim de 2024, o resultado trimestral havia sido quase nulo, com apenas 0,1% de alta ante o trimestre imediatamente anterior.</p>
<p><strong>A economista disse que as exportações voltaram a crescer (2,8%) no primeiro trimestre, com grande influência de produtos agropecuários.</strong></p>
<p>O ponto negativo, revela a pesquisadora, foi a estagnação da indústria. </p>
<blockquote>
<p>“Embora a maior parte das atividades industriais tenha registrado crescimento, a retração na indústria de transformação [segmento que transforma matéria prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria], atividade de maior peso na indústria, explica esse desempenho”, explica.    </p>
</blockquote>
<h2>Comportamentos</h2>
<p><strong>O levantamento do Ibre/FGV aponta que o consumo das famílias cresceu 2,7% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado</strong>. Apesar de estar no campo positivo, esse resultado mostra trajetória decrescente. No quarto trimestre de 2024, por exemplo, a evolução tinha sido de 3,7%.</p>
<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mostra o comportamento dos investimentos, registrou 6,9% no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado, sendo também outro indicador com tendência decrescente. No terceiro trimestre de 2024, a expansão tinha sido de 10,8%.</p>
<p><strong>Em valores monetários, a FGV estima o PIB brasileiro do primeiro trimestre em R$ 3,393 trilhões.</strong></p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB da FGV é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira, que indicou expansão de 1,3% na passagem do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre de 2025, e de 4,2% no acumulado de 12 meses.</p>
<p><strong>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo IBGE. A divulgação referente ao primeiro trimestre deste ano será em 30 de maio.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da-fgv</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação de abril fica em 0,43%, puxada pelos alimentos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/previa-da-inflacao-de-abril-fica-em-043-puxada-pelos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 13:18:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial registrou 0,43% em abril, pressionada pelos preços dos alimentos e itens de saúde. O resultado, apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), representa desaceleração em relação a março, quando ficou em 0,64%. Em 12 meses, o índice soma 5,49%. Em abril do ano passado, o IPCA-15 marcou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A prévia da inflação oficial registrou 0,43% em abril, pressionada pelos preços dos alimentos e itens de saúde. O <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2376/ipca_15_2025_abr.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">resultado</a>, apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), representa desaceleração em relação a março, quando ficou em 0,64%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Previa-da-inflacao-de-abril-fica-em-043-puxada-pelos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Previa-da-inflacao-de-abril-fica-em-043-puxada-pelos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em 12 meses, o índice soma 5,49%. Em abril do ano passado, o IPCA-15 marcou 0,21%.</strong></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pelo <a href="http://Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE). </p>
<p><strong>Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, oito apresentam alta, com destaque para o de alimentação e bebidas</strong>, que acelerou de 1,09% para 1,14% na passagem de março para abril, respondendo por 0,25 ponto percentual do IPCA-15 deste mês.</p>
<p>O grupo saúde e cuidados pessoais passou de inflação de 0,35% para 0,96% no mesmo período. Os dois grupamentos juntos representam 88% da prévia de inflação do mês.</p>
<p><strong>Confira a variação e os impactos dos grupos na prévia da inflação de abril:</strong></p>
<p>Alimentação e bebidas: 1,14% (0,25 ponto percentual)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,96% (0,13)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,53% (0,06)</p>
<p>Vestuário: 0,76% (0,04)</p>
<p>Comunicação: 0,52% (0,02)</p>
<p>Artigos de residência: 0,37% (0,01)</p>
<p>Habitação: 0,09% (0,01)</p>
<p>Educação: 0,06%, (0)</p>
<p>Transportes: -0,44% (-0,09)</p>
<h2>Alimentos e saúde</h2>
<p>No grupo alimentos e bebidas, a alimentação no domicílio, que tinha subido 1,25% em março, passou para alta de 1,29% em abril. <strong>As maiores pressões vieram do tomate (32,67%), café moído (6,73%) e do leite longa vida (2,44%).</strong></p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio subiu (0,77%), aceleração ante março, quando tinha ficado 0,66% mais alta. Os impactos principais em abril vieram do lanche (1,23%) e da refeição (0,50%).</p>
<p>O grupo saúde e cuidados pessoais teve forte influência dos itens higiene pessoal (1,51%) e produtos farmacêuticos (1,04%). No fim de março, o governo autorizou o reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos. Os planos de saúde encareceram 0,57%.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p><strong>Os transportes, único grupo que teve deflação (queda de preços) entre as prévias de março e abril, foi influenciado pelo preço das passagens aéreas, que recuaram 14,38%</strong>, representando alívio de 0,11 ponto percentual no IPCA-15. Esse foi o maior impacto negativo de todo o índice.</p>
<p>Os combustíveis também representaram um refresco para o bolso dos brasileiros, com redução média de 0,38% nos preços. Houve variação negativa do etanol (0,95%), gás veicular (0,71%), óleo diesel (0,64%) e gasolina (0,29%).</p>
<h2>Prévia x IPCA</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. </p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 18 de março a 14 de abril.</p>
<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, do Recife, de São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 9 de maio.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/previa-da-inflacao-de-abril-fica-em-043-puxada-pelos-alimentos</p>
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		<item>
		<title>Economia brasileira ficou estagnada em fevereiro, mostra prévia da FGV</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 16:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira ficou estagnada na passagem de janeiro para fevereiro e apresenta indicadores de desaceleração nos últimos meses. A constatação faz parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (14). O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A economia brasileira ficou estagnada na passagem de janeiro para fevereiro e apresenta indicadores de desaceleração nos últimos meses.</strong> A constatação faz parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (14).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve como prévia do dado oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desempenho de fevereiro (0%) é dessazonalizado, ou seja, foram excluídas variações causadas pela época do ano em que os dados foram reunidos, de forma que seja possível comparar períodos diferentes.</p>
<p>Já em comparação com o mesmo mês de 2024, foi identificado crescimento de 2,7%. <strong>No acumulado de 12 meses, houve alta de 3,1% no PIB.</strong></p>
<h2>Motivos interno e externo</h2>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora do estudo, aponta que a estagnação em fevereiro em comparação a janeiro é explicada pelo fato de os crescimentos na indústria e nos investimentos terem sido anulados por retrações no consumo, na agropecuária e nas exportações. Já o setor de serviços ficou estagnado no mês.</p>
<blockquote>
<p>“Esses resultados mostram que, apesar de alguns destaques positivos, há perda de força na economia, com retrações em componentes importantes do PIB”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, ela assinala que <strong>“apesar de um contexto desafiador, com maior incerteza externa e tendência de aumento da taxa de juros interna, a economia brasileira não registrou retração”</strong>.</p>
<p>No cenário externo, a principal preocupação é a guerra tarifária desencadeada pelo presidente americano, Donald Trump, que afeta principalmente a China, mas também prevê tarifas de importação contra os demais países.</p>
<p>No caso do Brasil, haverá uma taxa mínima de 10% na maior parte dos itens exportados. Aço e alumínio pagarão 25%. Para a China, a cobrança supera 100%, medida que foi espelhada pelo governo chinês. </p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Conheça a lei aprovada pelo Brasil para responder às taxas</strong></p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=404819:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Ipojuca (PE) 01/11/2024 – O gerente geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras, Márcio Maia, e o gerente de empreendimento, Alexandre Ataide, responsável pela implantação, em visita técnica na unidade U-93 de abatimento de emissões de gases SNOX, que transforma óxido de enxofre e óxido de nitrogênio em ácido sulfúrico a ser comercializado. A estrutura será a primeira do tipo a funcionar nas Américas, terceira no mundo.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=404819 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=404819-->Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Indústria puxou resultado para cima &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=404819--></h6>
</p>
</div>
<h2>Combate à inflação</h2>
<p>No cenário interno, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Brasil Central (BC) prossegue, desde setembro, em trajetória de elevação da taxa básica de juros, a Selic, na tentativa de conter a inflação. Além da alta em março, o Copom sinalizou que elevará a taxa “em menor magnitude” na reunião de maio. O comitê se reúne a cada 45 dias para deliberar sobre a taxa.</p>
<p>Em 12 meses, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na última sexta-feira (11) pelo IBGE, acumula 5,48%, acima do teto da meta do governo ─ de 4,5%, já contando 1,5 ponto percentual (p.p.) de tolerância. É também o maior patamar desde fevereiro de 2023, quando chegou a 5,60%.</p>
<p>Com juros mais altos, o crédito fica mais caro, consumidores tendem a gastar menos; e empresários, a conter investimentos. O resultado é o desaquecimento da economia, o que se propõe a ser um freio na inflação.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>No período terminado em fevereiro, <strong>o consumo das famílias cresceu 2,7% com relação ao mesmo período do ano anterior.</strong> No trimestre móvel encerrado em novembro, a alta tinha sido de 4,8%.</p>
<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que representa o apetite dos empresários por investimentos, teve alta de 8,2% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, perdendo força em relação ao período anterior. Em setembro, outubro e novembro de 2024, a expansão tinha sido de 10%.</p>
<p><strong>As exportações terminaram fevereiro com recuo de 2,8% no acumulado de 12 meses.</strong> Em novembro havia sido registrada alta de 2,7%. O desempenho negativo das exportações dos produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral foi o principal fator responsável pela retração.</p>
<p>Em termos monetários, a FGV calcula o PIB do país em R$ 2,203 trilhões.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=138527:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/1744646968_170_Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container." title="Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=138527 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=138527-->Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro. Exportações tiveram queda <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=138527--></h6>
</p>
</div>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última sexta-feira (11), que apontou expansão de 0,4% na passagem de janeiro para fevereiro e de 3,8% em 12 meses.</p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Marcada para 30 de maio, a próxima divulgação trará os dados do primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-fgv</p>
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		<item>
		<title>Prévia da carga tributária sobe para 32,32% do PIB em 2024</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/previa-da-carga-tributaria-sobe-para-3232-do-pib-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 22:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da carga tributária (peso dos impostos e demais tributos sobre a economia) subiu para 32,32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, divulgou nesta sexta-feira (28) o Tesouro Nacional. Em 2023, o mesmo indicador tinha atingido 30,26%, diferença de 2,06 pontos percentuais. Segundo o Tesouro, vários fatores pesaram para o aumento da carga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A prévia da carga tributária (peso dos impostos e demais tributos sobre a economia) subiu para 32,32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, divulgou nesta sexta-feira (28) o Tesouro Nacional. Em 2023, o mesmo indicador tinha atingido 30,26%, diferença de 2,06 pontos percentuais.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-carga-tributaria-sobe-para-3232-do-PIB-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-carga-tributaria-sobe-para-3232-do-PIB-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o Tesouro, vários fatores pesaram para o aumento da carga tributária. O principal foi o crescimento da economia, que aumentou a arrecadação dos tributos sobre bens e serviços em 0,81 ponto percentual do PIB em nível federal no ano passado. Somente a arrecadação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributo diretamente ligado às vendas, subiu 0,42 ponto.</p>
<blockquote>
<p>No caso da alta do dólar, os preços mais caros das mercadorias importadas ajudaram a reforçar a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS), da Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O fim da isenção de PIS/Cofins sobre o diesel e o gás de cozinha, que voltaram às alíquotas normais em janeiro de 2024, também influenciaram a comparação.</p>
</blockquote>
<p><strong>Outro fator que ajudou a elevar a carga tributária foi o aumento de 0,5 ponto percentual do PIB na arrecadação de tributos relacionados à renda, ao lucro e a ganhos de capital. A principal medida foi a tributação dos fundos exclusivos e das offshores, empresas de investimento no exterior, que entrou em vigor no fim de 2023.</strong>.</p>
<p>Em 2024, a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) subiu 0,38 ponto percentual do PIB. As receitas com a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) avançaram 0,06 ponto percentual.</p>
<p>Em âmbito estadual, a receita do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo que mais arrecada no país, aumentou 0,46 ponto percentual do PIB em 2024. Segundo o Tesouro Nacional, isso se deve ao fim da desoneração sobre combustíveis e à recuperação da economia, que impulsionou as vendas.</p>
<p>Na esfera municipal, a receita do Imposto sobre Serviços (ISS) subiu 0,09 ponto percentual do PIB, impulsionada pelo crescimento de 3,1% no volume de serviços em 2024.</p>
<h2>Esferas de governo</h2>
<p><strong>A carga tributária do governo federal subiu 1,5 ponto percentual em 2024, de 19,93% para 21,43% do PIB. O peso dos impostos estaduais avançou 0,45 ponto, de 7,58% para 8,03% do PIB. Nos governos municipais, a arrecadação de impostos subiu 0,11 ponto percentual, de 2,28% para 2,39% do PIB, puxada por aumentos no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)</strong>.</p>
<h2>Classificação econômica</h2>
<p>Ao somar os três níveis de governo (federal, estadual e municipal), os Impostos sobre bens e serviços subiram 1,37 ponto percentual do PIB em relação a 2023, passando de 12,54% para 13,91%. Em seguida estão os Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, com 9,09% do PIB, alta de 0,5 ponto em relação ao ano anterior.</p>
<p><strong>A arrecadação dos impostos sobre a propriedade subiu 0,01 ponto, de 1,7% para 1,71% do PIB. A receita dos impostos sobre a folha de pagamento e a mão de obra caiu 0,01 ponto, de 0,31% para 0,3% do PIB. Por causa da alta do dólar, os impostos sobre o comércio externo e as transações internacionais avançaram 0,13 ponto, de 0,53% para 0,66% do PIB.</strong></p>
<blockquote>
<p>O peso das contribuições sociais sobre o PIB subiu de 6,59% para 6,65% do PIB. A alta de 0,06 ponto percentual foi motivada principalmente pela arrecadação da contribuição para a Previdência Social, que subiu de 5,23% para 5,29% do PIB, puxada pela recuperação do mercado de trabalho.</p>
</blockquote>
<p>Todo mês de março, o Tesouro divulga uma estimativa própria da carga tributária do ano anterior. Segundo o Ministério da Fazenda, a elaboração de uma prévia da carga tributária é necessária porque os dados são incluídos na prestação de contas da Presidência da República. O número oficial, divulgado pela Receita Federal, só sai ao longo do segundo semestre.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/previa-da-carga-tributaria-sobe-para-3232-do-pib-em-2024</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação de março fica em 0,64%, pressionada por alimentos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 14:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[fica]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial de março, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo preço do grupo alimentos e bebidas. No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,26%, acima da meta do governo, que tolera no máximo 4,5%.   Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A prévia da inflação oficial de março, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo preço do grupo alimentos e bebidas. No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,26%, acima da meta do governo, que tolera no máximo 4,5%.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . Apesar da alta em março, o resultado mostra desaceleração ante fevereiro, quando o IPCA-15 marcou 1,23%. Em março do ano passado, o índice apontava 0,36%.</p>
<p>Os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE registraram aumento médio de preços em março. O de alimentos e bebidas teve alta de 1,09%, o que representa o maior impacto no IPCA-15: elevação de 0,24 ponto percentual (p.p.). Em fevereiro essa variação tinha sido de 0,61%.</p>
<p>Especificamente a alimentação no domicílio subiu de 0,63% em fevereiro para 1,25% em março. Já a alimentação fora de casa acelerou de 0,56% para 0,66%.</p>
<p>Veja os subitens alimentícios que mais pressionaram o IPCA-15 em março:</p>
<ul>
<li>ovo de galinha: 19,44% | impacto: 0,05 p.p.</li>
<li>café moído: 8,53% | impacto: 0,05 p.p.</li>
<li>tomate: 12,57% | impacto: 0,03 p.p.</li>
<li>refeição: 0,62% | impacto: 0,02 p.p.</li>
<li>mamão: 15,19% | impacto: 0,02 p.p.</li>
</ul>
<p><strong>A inflação dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo, que tomou medidas para conter aumentos, como a redução de imposto de importação de itens como o café.</strong> </p>
<p>Em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministra</em>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> nesta semana, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, disse esperar recuo dos preços nos próximos 60 dias.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O segundo grupo que mais pressionou a prévia da inflação foi o de transportes, que pulou de 0,44% em fevereiro para 0,92% em março. Isso representa impacto de 0,19 p.p.<strong> Alimentos e transportes representaram juntos cerca de dois terços da alta do IPCA-15.</strong></p>
<p><strong>A principal elevação veio dos combustíveis (1,88%), com alta nos preços do óleo diesel (2,77%), do etanol (2,17%), da gasolina (1,83%) e do gás veicular (0,08%).</strong></p>
<p>Como a gasolina é o produto com mais peso na cesta de consumo dos brasileiros, a variação de 1,83% representou também o subitem (produto) com maior impacto individual em todo IPCA-15 (0,10 p.p.).</p>
<p>Habitação e educação, que tinham subido mais de 4% em fevereiro, desaceleraram em março para 0,37% e 0,07%, respectivamente. No mês anterior, os resultados foram inflados pelo fim do desconto na conta de luz, proporcionado pelo Bônus Itaipu e reajuste de mensalidades.</p>
<p><strong>Veja todos o comportamento de todos os grupos pesquisados:</strong></p>
<ul>
<li>Índice Geral: 0,64%</li>
<li>Alimentação e bebidas: 1,09%</li>
<li>Habitação: 0,37%</li>
<li>Artigos de residência: 0,03%</li>
<li>Vestuário: 0,28%</li>
<li>Transportes: 0,92%</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,35%</li>
<li>Despesas pessoais: 0,81%</li>
<li>Educação: 0,07%</li>
<li>Comunicação: 0,32%</li>
</ul>
<h2>Acumulados</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o IPCA-E, que consiste no acumulado do índice em três meses, que ficou em 1,99%, acima da taxa de 1,46% registrada em igual período de 2024.</strong></p>
<p>O acumulado de 12 meses do IPCA-15 (5,26%) é o maior desde março de 2023, quando alcançava 5,36%. É a primeira vez em 17 meses que a marca supera 5%.</p>
<h2>IPCA-15 x IPCA</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 13 de fevereiro a 17 de março.</p>
<p><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. </strong>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de março será divulgado em 11 de abril.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação de fevereiro é de 1,23%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/previa-da-inflacao-de-fevereiro-e-de-123/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 14:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação no mês de fevereiro ficou em 1,23%, a maior desde abril de 2022 (1,73%). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi pressionado principalmente pela conta de luz. Em janeiro, o índice havia sido de 0,11%. Comparando apenas os meses de fevereiro, o resultado de 2025 é o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A prévia da inflação no mês de fevereiro ficou em 1,23%, <strong>a maior</strong> desde abril de 2022 (1,73%). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi pressionado principalmente pela conta de luz. Em janeiro, o índice havia sido de 0,11%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Previa-da-inflacao-de-fevereiro-e-de-123.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Previa-da-inflacao-de-fevereiro-e-de-123.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Comparando apenas os meses de fevereiro, <strong>o resultado de 2025 é o maior desde 2016</strong>, quando o IPCA-15 marcou 1,42%. Em fevereiro do ano passado, a prévia fico em 0,78%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística <a href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">(IBGE)</a>.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 soma 4,96%, acima da meta do governo de, no máximo 4,5%. Em janeiro, esse acumulado se encontrava no teto da meta.</p>
<p>Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, sete apresentaram alta. A maior pressão veio do grupo habitação, que subiu 4,34%, contribuindo com 0,63 ponto percentual (p.p.) do IPCA-15.</p>
<p>Dentro da habitação, a vilã foi a conta de luz, que subiu 16,33%, impactando o índice em 0,54 p.p. O que explica esse aumento é o desconto que as contas de luz dos brasileiros receberam em janeiro, o chamado Bônus Itaipu, que derrubou o custo no mês passado (-15,46%).</p>
<p>Uma vez que o desconto não se repetiu em fevereiro, o efeito estatístico com a base de comparação baixa mostra uma inflação alta na comparação entre janeiro e fevereiro.</p>
<p>Entenda o que é o Bônus Itaipu.</p>
<h2>Reajuste de mensalidades</h2>
<p><strong>Outra pressão </strong>dos preços em fevereiro veio do grupo educação, que subiu 4,78%, impacto de 0,29 p.p. A explicação está nos reajustes de cursos regulares (5,69%) habitualmente praticados no início do ano letivo.</p>
<p>As maiores variações saíram do ensino fundamental (7,50%), ensino médio (7,26%) e ensino superior (4,08%).</p>
<p>Apesar de ter subido nominalmente mais que a habitação (4,78% x 4,34%), o grupo habitação influenciou mais na alta do IPCA-15 por ter peso maior no orçamento das famílias, de acordo com o IBGE.</p>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Uma das principais preocupações do governo neste início de ano, o preço dos alimentos desacelerou ante janeiro, isto é, houve inflação, mas menor que a do mês anterior.</p>
<p>O grupo alimentos e bebidas <strong>subiu</strong> 0,61%, enquanto em janeiro tinha marcado 1,06%. O café moído ficou 11,63% mais caro, sendo o subitem alimentício com maior pressão de alta (0,06 p.p.)</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>No grupo dos transportes (alta de 0,44% e impacto de 0,09 p.p.), os combustíveis aumentaram 1,88%. Houve aumentos no etanol (3,22%), diesel (2,42%) e gasolina (1,71%), enquanto o gás veicular teve resultado negativo de 0,41%.</p>
<p>Um alívio veio das passagens aéreas, que caíram 20,42%, sendo o subitem que mais forçou a inflação geral para baixo.</p>
<h2>Grupos</h2>
<p>Veja o comportamento dos nove grupos apurados pelo <strong>IBGE</strong>:</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,61%</p>
<p>Habitação: 4,34%</p>
<p>Artigos de residência: 0,38%</p>
<p>Vestuário: -0,08%</p>
<p>Transportes: 0,44%</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,54%</p>
<p>Despesas pessoais: 0,01%</p>
<p>Educação: 4,78%</p>
<p>Comunicação: -0,06</p>
<h2>Prévia</h2>
<p>O IPCA-15 tem a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo &#8211; inflação acumulada em 12 meses de 3%, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>
<p>Uma diferença é que os preços são pesquisados antes mesmo de acabar o mês de referência, justamente para servir como prévia. Em relação a divulgação atual, o período de coleta foi de 15 de janeiro a 12 de fevereiro.</p>
<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos.</p>
<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA de fevereiro <strong>será divulgado em 12 de março</strong>.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/previa-da-inflacao-de-fevereiro-e-de-123</p>
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