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	<title>Pressionada - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Pressionada - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Inflação desacelera e fecha março em 0,56%, pressionada por alimentos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 14:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial de março fechou o mês em 0,56%, pressionada principalmente pelo preço dos alimentos, que tiveram a maior alta desde dezembro de 2024. Apesar dessa pressão, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), perdeu força ante fevereiro, quando marcou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A inflação oficial de março fechou o mês em 0,56%, pressionada principalmente pelo preço dos alimentos, que tiveram a maior alta desde dezembro de 2024. Apesar dessa pressão, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), perdeu força ante fevereiro, quando marcou 1,31%.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>Com o resultado de março, o acumulado de 12 meses do IPCA chega a 5,48%, acima do teto da meta do governo e o maior desde fevereiro de 2023, quando chegou a 5,60%.</p>
</blockquote>
<p>A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, uma janela de 1,5% a 4,5%.</p>
<p><strong>Março de 2025 teve o maior resultado para o mês desde 2023 (0,71%). No mesmo mês do ano passado, o IPCA marcou 0,16%.</strong></p>
<p>Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta em março.</p>
<ul>
<li>Alimentação e bebidas: 1,17%</li>
<li>Habitação: 0,24%</li>
<li>Artigos de residência: 0,13%</li>
<li>Vestuário: 0,59%</li>
<li>Transportes: 0,46%</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,43%</li>
<li>Despesas pessoais: 0,70%</li>
<li>Educação: 0,10%</li>
<li>Comunicação: 0,24%</li>
</ul>
<p>O índice de difusão, que mostra o percentual de produtos e serviços que ficaram mais caros, marcou 61%.</p>
<p><strong>&gt;&gt;IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, cai 0,34% em março, diz FGV</strong></p>
<h2>Café, ovo e tomate</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=109256:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Tomates" title="Foto Elza Fiúza/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Tomates" title="Foto Elza Fiúza/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=109256 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=109256-->O tomate subiu 22,55% com um impacto de 0,05 ponto percentual na inflação. <strong>Foto-arquivo: Elza Fiúza/Agência Brasil</strong><!--END copyright=109256--></p>
</div>
</div>
<p>O IBGE destacou que o grupo alimentos e bebidas representou quase metade (45%) de toda a inflação de março. Em fevereiro, a inflação dos alimentos tinha sido de 0,70%.</p>
<p>O resultado de março é o maior desde dezembro, quando a comida subiu 1,18%. O dado marca também uma inflexão depois de três meses seguidos de perda de força da inflação de alimentos. Em 12 meses, os alimentos estão 7,68% mais altos.</p>
<p>A inflação dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo, que espera que a safra atual ajude a derrubar os preços.</p>
<p>A alimentação dentro do domicílio subiu 1,31% em março; e a fora de casa, 0,77%.</p>
<p><strong>Os vilões da alimentação no bolso do brasileiro foram o tomate, que subiu 22,55%, impacto de 0,05 ponto percentual (p.p.); o café moído (8,14%, impacto de 0,05 p.p.) e ovo de galinha (13,13%, impacto de 0,04 p.p.). Juntos, estes itens responderam por um quarto da inflação do mês.</strong></p>
<p>O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que a alta do tomate é explicada pelo calor nos meses de verão.</p>
<blockquote>
<p>“Houve uma aceleração na maturação, levando a antecipação da colheita em algumas praças. Sem essas áreas de colheita em março, houve uma redução na oferta, trazendo pressão de alta sobre os preços”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para os ovos, ele apontou dois motivos: aumento do custo do milho, base da ração das aves e o período de quaresma, quando a procura por ovo é maio</strong>r.</p>
<p>O café moído acumula alta de 77,78% nos últimos 12 meses. Fernando Gonçalves indica fatores internos e externos pelo encarecimento. Houve aumento do preço no mercado internacional, por causa da redução de oferta do grão em escala mundial, com a quebra de safra no Vietnã, devido a adversidades climáticas, que também prejudicaram a produção interna.</p>
<h2>Outros grupos</h2>
<p><strong>No grupo dos transportes, a alta de 0,46% teve o segundo maior impacto (0,09 p.p.) em março, mas ficou abaixo de fevereiro (0,61%).</strong></p>
<blockquote>
<p>O resultado foi influenciado pela passagem aérea, que subiu 6,91% – terceiro maior impacto individual no IPCA de março.</p>
</blockquote>
<p><strong>O IBGE mostra o IPCA separado em dois grupos. O de serviços, tido como resultado da relação entre oferta e procura, subiu 0,62%. Em fevereiro era 0,82</strong>%.</p>
<p>O grupo de preços monitorados, controlado por governo e contratos, passou de 3,16% para 0,18%.</p>
<blockquote>
<p>O acumulado de 12 meses da inflação de serviços subiu de 5,32% em fevereiro para 5,88% em março. De acordo com Gonçalves, a explicação passa pelo cenário econômico do país, com desemprego em níveis baixos. &#8220;A massa salarial estando maior acaba trazendo impulso para o consumo&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>O comportamento da inflação de serviços é um dos fatores avaliados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para decidir o nível da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 14,25% ao mês. A definição da Selic é uma das formas de buscar o controle da inflação.</p>
<h2>O índice</h2>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos</p>
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		<title>Prévia da inflação de março fica em 0,64%, pressionada por alimentos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 14:42:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial de março, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo preço do grupo alimentos e bebidas. No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,26%, acima da meta do governo, que tolera no máximo 4,5%.   Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A prévia da inflação oficial de março, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo preço do grupo alimentos e bebidas. No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,26%, acima da meta do governo, que tolera no máximo 4,5%.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . Apesar da alta em março, o resultado mostra desaceleração ante fevereiro, quando o IPCA-15 marcou 1,23%. Em março do ano passado, o índice apontava 0,36%.</p>
<p>Os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE registraram aumento médio de preços em março. O de alimentos e bebidas teve alta de 1,09%, o que representa o maior impacto no IPCA-15: elevação de 0,24 ponto percentual (p.p.). Em fevereiro essa variação tinha sido de 0,61%.</p>
<p>Especificamente a alimentação no domicílio subiu de 0,63% em fevereiro para 1,25% em março. Já a alimentação fora de casa acelerou de 0,56% para 0,66%.</p>
<p>Veja os subitens alimentícios que mais pressionaram o IPCA-15 em março:</p>
<ul>
<li>ovo de galinha: 19,44% | impacto: 0,05 p.p.</li>
<li>café moído: 8,53% | impacto: 0,05 p.p.</li>
<li>tomate: 12,57% | impacto: 0,03 p.p.</li>
<li>refeição: 0,62% | impacto: 0,02 p.p.</li>
<li>mamão: 15,19% | impacto: 0,02 p.p.</li>
</ul>
<p><strong>A inflação dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo, que tomou medidas para conter aumentos, como a redução de imposto de importação de itens como o café.</strong> </p>
<p>Em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministra</em>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> nesta semana, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, disse esperar recuo dos preços nos próximos 60 dias.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O segundo grupo que mais pressionou a prévia da inflação foi o de transportes, que pulou de 0,44% em fevereiro para 0,92% em março. Isso representa impacto de 0,19 p.p.<strong> Alimentos e transportes representaram juntos cerca de dois terços da alta do IPCA-15.</strong></p>
<p><strong>A principal elevação veio dos combustíveis (1,88%), com alta nos preços do óleo diesel (2,77%), do etanol (2,17%), da gasolina (1,83%) e do gás veicular (0,08%).</strong></p>
<p>Como a gasolina é o produto com mais peso na cesta de consumo dos brasileiros, a variação de 1,83% representou também o subitem (produto) com maior impacto individual em todo IPCA-15 (0,10 p.p.).</p>
<p>Habitação e educação, que tinham subido mais de 4% em fevereiro, desaceleraram em março para 0,37% e 0,07%, respectivamente. No mês anterior, os resultados foram inflados pelo fim do desconto na conta de luz, proporcionado pelo Bônus Itaipu e reajuste de mensalidades.</p>
<p><strong>Veja todos o comportamento de todos os grupos pesquisados:</strong></p>
<ul>
<li>Índice Geral: 0,64%</li>
<li>Alimentação e bebidas: 1,09%</li>
<li>Habitação: 0,37%</li>
<li>Artigos de residência: 0,03%</li>
<li>Vestuário: 0,28%</li>
<li>Transportes: 0,92%</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,35%</li>
<li>Despesas pessoais: 0,81%</li>
<li>Educação: 0,07%</li>
<li>Comunicação: 0,32%</li>
</ul>
<h2>Acumulados</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o IPCA-E, que consiste no acumulado do índice em três meses, que ficou em 1,99%, acima da taxa de 1,46% registrada em igual período de 2024.</strong></p>
<p>O acumulado de 12 meses do IPCA-15 (5,26%) é o maior desde março de 2023, quando alcançava 5,36%. É a primeira vez em 17 meses que a marca supera 5%.</p>
<h2>IPCA-15 x IPCA</h2>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>
<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 13 de fevereiro a 17 de março.</p>
<p><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. </strong>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de março será divulgado em 11 de abril.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos</p>
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		<title>Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:17:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1741789073_253_Pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1741789073_245_Pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<p>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos negativos de fevereiro</h2>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/Pressionada-pela-energia-el%C3%A9trica-infla%C3%A7%C3%A3o-de-fevereiro-fica-em-1%2C31%25</p>
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		<title>Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<p>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos negativos de fevereiro</h2>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/Pressionada%20pela%20energia%20el%C3%A9trica%2C%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%20fevereiro%20fica%20em%201%2C31%25</p>
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