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	<title>premiada - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>premiada - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Trama golpista: Moraes vota por manter delação premiada de Mauro Cid </title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 13:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (9) por manter a validade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, que deu detalhes sobre uma trama golpista que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após a derrota eleitoral em 2022.  Relator do caso e primeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (9) por manter a validade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, que deu detalhes sobre uma trama golpista que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após a derrota eleitoral em 2022. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Trama-golpista-Moraes-vota-por-manter-delacao-premiada-de-Mauro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Trama-golpista-Moraes-vota-por-manter-delacao-premiada-de-Mauro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Relator do caso e primeiro a votar no julgamento, Moraes afirmou não serem verdadeiras as alegações das defesas dos outros sete réus de que Cid deu quase uma dezena de versões para os fatos investigados</strong>. </p>
<p>Ele disse que os argumentos d e alguns advogados “beiram a litigância de má-fé”, por sugerirem que os diversos depoimentos dados pelo delator tratavam sempre de mudanças de versões sobre os fatos investigados. Moraes afirmou que foram diversos depoimentos para diferentes fatos e destacou que as falas não se sobrepõem. </p>
<blockquote>
<p>“Não há nem oito, nem nove, nem 14 delações. Beira a litigância de má-fé, que foram oito depoimentos sobre fatos diversos numa mesma delação”, resumiu o ministro. Ele reconheceu ter havido uma omissão nos depoimentos, mas que a mesma foi sanada por Cid após audiência com o relator.  </p>
</blockquote>
<p><strong>Ainda que tal omissão &#8211; a respeito da entrega de dinheiro vivo para financiar operação do golpe &#8211; tenha ocorrido, esta e outras eventuais omissões não teriam o efeito de anular toda a colaboração premiada, “o que pode acarretar é diminuição ou afastamento de benefícios”, disse Moraes. </strong></p>
<p>Na semana passada, em suas sustentações, os advogados dos outros sete réus pediram a nulidade da delação de Cid, que foi chamado de “mentiroso” e “irresponsável”. Segundo o advogado José Luiz Mendes de Oliveira Lima, o tenente-coronel deu “15 versões diferentes” para os fatos investigados. </p>
<h2>Julgamento </h2>
<p>Nesta terça-feira (9), a Primeira Turma retoma o julgamento que pode condenar Bolsonaro e mais sete aliados por uma trama golpista que teria atuado para reverter o resultado das eleições de 2022. </p>
<p><strong>O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), formado pelas principais cabeças da trama.</strong></p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.</p>
<p>A partir de hoje, começa a votação que resultará na condenação ou absolvição dos réus. Também foram reservadas as sessões dos dias 10, 11 e 12 de setembro para finalização do julgamento. </p>
<p><strong>Até sexta-feira (12), devem votar, nessa ordem: o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente do colegiado e que preside a sessão. </strong></p>
<h2>Quem são os réus</h2>
<p>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</p>
<p>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</p>
<p>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</p>
<p>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</p>
<p>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</p>
<p>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</p>
<p>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022;</p>
<p>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</p>
<h2>Crimes </h2>
<p><strong>Todos os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</strong></p>
<p>A exceção é o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição. </p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/trama-golpista-moraes-vota-por-manter-delacao-premiada-de-mauro-cid</p>
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		<title>Defesa de Mauro Cid pede ao STF a manutenção da delação premiada </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:03:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, pediu nesta terça-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a manutenção do acordo de delação premiada assinado com a Polícia Federal (PF) durante as investigações sobre a trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022.  Durante sustentação oral no julgamento sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, pediu nesta terça-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a manutenção do acordo de delação premiada assinado com a Polícia Federal (PF) durante as investigações sobre a trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Defesa-de-Mauro-Cid-pede-ao-STF-a-manutencao-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Defesa-de-Mauro-Cid-pede-ao-STF-a-manutencao-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante sustentação oral no julgamento sobre a trama golpista, que começou hoje, o advogado Jair Alves Pereira rebateu as acusações dos réus que foram citados por Cid nos depoimentos e reiterou que o militar não foi coagido a delatar. </p>
<p>As suspeitas foram levantadas após a revista Veja divulgar, no ano passado, áudios no quais Mauro Cid insinuou que teria sido pressionado a citar Bolsonaro e os demais acusados nos depoimentos. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Em nenhum momento ele diz, especifica que falo isso [falas]. Ele confronta as ideias e a investigação. O que é normal e legitimo dentro de um Estado Democrático de Direito em que o devido processo legal deve ser preservado. Qual é o indiciado que concorda com o delegado ou com o juiz?&#8221;, indagou. </p>
</blockquote>
<p><strong>Na ação penal, o militar figura na condição de delator e réu. Entre os benefícios, está a possibilidade de responder às acusações em liberdade e de redução de pena em caso de condenação. </strong></p>
<p>Jair Pereira também reiterou que Cid não tinha conhecimento do arquivo de <em>word </em>chamado &#8220;Plano Punhal Verde-Amerelo&#8221;, elaborado, segundo a acusação da PGR, para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o ministro Alexandre de Moraes. </p>
<p>Segundo Pereira, o militar apenas recebeu o arquivo no celular e não participava dos grupos de WhatsApp em que o plano e a trama golpista foram discutidos.  </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Peço a confirmação da colaboração premiada, com todos os benefícios ajustados, nos termos das nossas alegações finais&#8221;, completou. </p>
</blockquote>
<p>A sessão prossegue para a realização das sustentações dos demais advogados.</p>
<h2>Quem são os réus?</h2>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<h2>Primeiro dia</h2>
<p><strong>Pela manhã, o relator, ministro Alexandre de Moraes, leu relatório da ação penal, </strong>documento que contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.</p>
<p><strong>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a condenação de Bolsonaro e dos demais acusados.</strong></p>
<p> Foram destinadas oito sessões para análise do caso, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.</p>
<p>A votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. </p>
<h2>Crimes</h2>
<p><strong>Os réus respondem no Supremo pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</strong></p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A possibilidade de suspensão está prevista na Constituição.</p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p>Ramagem continua respondendo pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
<h2>Penas</h2>
<p><strong>Em caso de condenação, as penas podem ultrapassar os 40 anos de prisão, a depender do papel desempenhado pelo condenado no complô golpista. </strong></p>
<p>O julgamento começou na manhã desta terça (2) e está previsto para durar ao menos oito sessões, que estão marcadas para ocorrer até 12 de setembro, quando deverá ser conhecida a sentença com a acusação ou absolvição dos réus. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/defesa-de-mauro-cid-pede-ao-stf-manutencao-da-delacao-premiada</p>
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		<title>Arquiteta é premiada por pesquisa sobre urbanização em quilombo de GO</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 14:07:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para se formar em arquitetura, a jovem Angélica Azevedo e Silva, 26 anos, pegava três ônibus para a viagem diária de 1 hora e 30 minutos entre o Gama, região administrativa do Distrito Federal, e a Universidade de Brasília (UnB), onde fez sua graduação, de 2018 a 2023. No longo e cansativo deslocamento, percebia as disparidades entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Para se formar em arquitetura, a jovem Angélica Azevedo e Silva, 26 anos, pegava três ônibus para a viagem diária de 1 hora e 30 minutos entre o Gama, região administrativa do Distrito Federal, e a Universidade de Brasília (UnB), onde fez sua graduação, de 2018 a 2023. No longo e cansativo deslocamento, percebia as disparidades entre estar na sede da capital federal e morar na periferia do DF. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Arquiteta-e-premiada-por-pesquisa-sobre-urbanizacao-em-quilombo-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Arquiteta-e-premiada-por-pesquisa-sobre-urbanizacao-em-quilombo-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Eu reparava na diferença do tratamento dado a Brasília e ao Gama. Mas sabemos que todos têm direito a morar bem, com boa qualidade de vida. As pessoas que vieram trabalhar aqui para construir a capital federal foram mandadas para longe do centro”, aponta.</p>
</blockquote>
<p>As diferenças cotidianas foram insumos para que a universitária refletisse sobre a importância de sua futura profissão e sobre formas de melhorar o acesso das pessoas a uma arquitetura sustentável.</p>
<p>Angélica é uma das adolescentes e jovens mulheres agraciadas pela Sociedade Brasileira de Progresso da Ciência (SBPC) com o Prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher – Meninas na Ciência. Ela vai receber R$ 10 mil, na categoria humanidades, como reconhecimento do seu trabalho de iniciação científica <em>Diagnóstico das dimensões da sustentabilidade urbana no município de Cavalcante-GO e Urbanismo Kalunga: sustentabilidade, ancestralidade e identidade</em>, desenvolvido na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da UnB.</p>
<p>Se os exaustivos percursos inspiraram reflexões urbanísticas em Angélica quando universitária, foi a expectativa da família em receber uma casa própria que levou a futura arquiteta, ainda criança, com 4 anos, a fazer seus primeiros desenhos de casa. “Eu ficava desenhando, imaginando como é que seria a nossa casa. Como é que eu ia decorar meu quarto</p>
<p>Apesar de inscrita há 20 anos em programas habitacionais para famílias carentes, a mãe de Angélica nunca foi contemplada com um imóvel. A casa e o quarto ficaram na imaginação, mas os primeiros esboços da menina não foram em vão.</p>
<blockquote>
<p>“Eu sempre gostei de arquitetura, e sempre pensei nela como algo para ajudar as pessoas. Acho que é porque não temos casa própria.”</p>
</blockquote>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>A pesquisa de iniciação científica de Angélica teve continuidade no trabalho de conclusão de curso, onde Angélica apresentou propostas para o plano diretor de Cavalcante, com sugestões para o desenvolvimento do município goiano. Ela também traçou o projeto urbanístico de revitalização da Avenida da Vila Morro Encantado, bairro majoritariamente quilombola na cidade.</p>
<p>Cavalcante, no norte de Goiás, faz parte do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Além de ponto turístico marcado pela paisagem natural do cerrado e muitas cachoeiras, a região abriga o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, o maior território remanescente de comunidades quilombolas do Brasil.</p>
<p>A cerimônia de entrega da 6ª edição do prêmio será na próxima quarta-feira (11), Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. A premiação foi criada para valorizar pesquisas de impacto social desenvolvidas por jovens talentos femininos.</p>
<h2>Novos projetos </h2>
<p>Formada há um pouco mais de um ano, Angélica integra o Programa Periferia Viva, do Ministério das Cidades, desenvolvendo um projeto de urbanismo sustentável no assentamento Dorothy Stang, em Sobradinho (DF), e segue como pesquisadora júnior no Laboratório Periférico da FAU/UnB. Na faculdade, ainda faz pós-graduação (residência) em Ciência, Tecnologia e Sociedade, enquanto espera a próxima seleção de mestrado.</p>
<p>Nas três atividades, lida com problemas habitacionais comuns à parte mais pobre da população. Em sua visão, as soluções podem ocorrer quando os arquitetos e urbanistas estão atentos às demandas sociais. “Eu quero um urbanismo participativo. Quero que as comunidades tenham direito à moradia e que elas morem com dignidade. Eu quero uma cidade que tenha a infraestrutura básica, bem estabelecida, com tudo que deve ter em uma cidade: áreas verdes, drenagem correta, áreas de lazer, parques, áreas institucionais, tudo o que elas precisem.”</p>
<p>Os pontos de vista de Angélica são endossados por sua orientadora, a professora Liza Maria Souza de Andrade, que estimula o trabalho dos estudantes com pessoas em territórios como os das periferias, assentamentos, quilombos e observa nessas interações uma importante oportunidade de conhecimento e aprendizagem.</p>
<p>“Ela veio da periferia e é uma pessoa que se dedicou muito para passar no vestibular e conseguir entrar na universidade. É uma pessoa que tem habilidades como pesquisadora e como projetista. Creio que ela descobriu parte de seus talentos aqui estando nesse ambiente.”</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/arquiteta-e-premiada-por-pesquisa-sobre-sustentabilidade-urbana</p>
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