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	<title>prejudica - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Nova profissão multimídia prejudica jornalistas, dizem sindicatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 21:07:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A profissão de multimídia foi reconhecida oficialmente na quarta-feira (7) com a publicação da Lei nº 15.325/2026 no Diário Oficial da União. Ela prevê que um mesmo profissional acumule atividades de produção, edição e distribuição de conteúdos audiovisuais e digitais. Para os sindicatos, a legislação traz prejuízos para jornalistas e radialistas. Já a associação de emissoras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A profissão de multimídia foi reconhecida oficialmente na quarta-feira (7) com a publicação da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.325-de-6-de-janeiro-de-2026-679838909" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 15.325/2026</a> no <em>Diário Oficial da União</em>. <strong>Ela prevê que um mesmo profissional acumule atividades de produção, edição e distribuição de conteúdos audiovisuais e digitais.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Nova-profissao-multimidia-prejudica-jornalistas-dizem-sindicatos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Nova-profissao-multimidia-prejudica-jornalistas-dizem-sindicatos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para os sindicatos, a legislação traz prejuízos para jornalistas e radialistas. Já a associação de emissoras de TV e rádio defende que ela permite “atuação transversal dos profissionais”. O projeto de origem é da deputada Simone Marquetto (MDB-SP) e teve aprovação da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), seus 31 sindicatos filiados e o Movimento Nacional dos Radialistas (MNR) criticaram duramente a sanção da lei. Para as entidades, a nova norma “ataca diretamente jornalistas e radialistas”, cria insegurança jurídica e beneficia empresários do setor de comunicação.</p>
<h2>Faltou diálogo</h2>
<p>A nota conjunta diz que não houve diálogo com as entidades representativas das categorias. Também destacou que as funções atribuídas ao profissional multimídia já são exclusivas, por legislação específica, das profissões de jornalista e radialista. A crítica aponta ainda que o texto não prevê carga horária, registro e formação específica para a nova profissão.</p>
<blockquote>
<p>“As entidades representativas vão tomar as medidas legais necessárias para preservar as profissões frente a mais essa aberração legislativa”, diz o comunicado.</p>
</blockquote>
<p>Elas também criticaram o que chama de tentativa de “desregulamentar, à força, o trabalho de jornalistas e radialistas”, ao criar um “sombreamento legal que só beneficia os empresários”. A Fenaj também afirma ter estranhado que “o governo Lula, de origem no movimento dos trabalhadores”, tenha sancionado a proposta sem vetos.</p>
<h2>Abert</h2>
<p>Em sentido oposto, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) avaliou positivamente a lei. Para a entidade, é “um avanço relevante ao conferir clareza e reconhecimento profissional às atividades exercidas em um ambiente cada vez mais marcado pela convergência de mídias” e “múltiplas plataformas”.</p>
<p> “A nova lei está plenamente alinhada à convergência tecnológica do setor de comunicação, que exige atuação transversal dos profissionais, adaptação constante às inovações tecnológicas e atualização permanente para atender às demandas de um mercado de trabalho em contínua transformação”, disse o presidente-executivo da Abert, Cristiano Lobato Flôres.</p>
<h2>Lei nº 15.325/2026</h2>
<p>A nova legislação define como multimídia o profissional multifuncional, de nível superior ou técnico, apto a atuar na criação, produção, captação, edição, planejamento, gestão, programação, publicação e distribuição de conteúdos de sons, imagens, animações, vídeos e textos em mídias eletrônicas e digitais.</p>
<p>Entre as atribuições listadas estão a criação de portais, sites, redes sociais, animações, jogos eletrônicos, aplicativos, além da produção, edição, direção e gestão de conteúdos audiovisuais e digitais.</p>
<p>A lei estabelece que o profissional multimídia atue em empresas e instituições públicas ou privadas, incluindo emissoras de radiodifusão, produtoras de conteúdo, provedores de aplicações de internet e agências de publicidade. A norma também assegura que profissionais de outras categorias possam, com concordância do empregador, celebrar aditivo contratual para exercer atividades de multimídia.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/nova-profissao-multimidia-prejudica-jornalistas-dizem-sindicatos</p>
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		<item>
		<title>Igualar facções a terrorismo prejudica inquéritos, diz relator de CPI</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-cpi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) argumenta que &#8220;simplesmente” equiparar as facções ao terrorismo pode prejudicar as investigações em curso, uma vez que o combate ao terrorismo é responsabilidade federal.   Em conversa com a Agência Brasil nesta sexta-feira (7), o senador falou sobre a expectativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) argumenta que &#8220;simplesmente” equiparar as facções ao terrorismo pode prejudicar as investigações em curso, uma vez que o combate ao terrorismo é responsabilidade federal.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-CPI.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-CPI.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em conversa com a <strong>Agência Brasil</strong> nesta sexta-feira (7), o senador falou sobre a expectativa com a CPI, sobre o papel das Forças Armadas no combate ao crime e avaliou que talvez seja necessário abrir exceções no teto de gastos para financiar a segurança pública.</p>
<blockquote>
<p>“A mera transformação de facção criminosa violenta em terrorismo vai fazer com que os processos criminais dessas ações migrem da Justiça estadual para federal e isso significa matar as investigações, jogar fora um conhecimento acumulado por profissionais qualificados por anos no combate ao crime grave”, destacou Vieira, que é delegado da Polícia Civil há 20 anos e está licenciado para exercer o mandato.</p>
</blockquote>
<p><strong>Vieira acrescentou, por outro lado, que é possível equiparar facções com terrorismo em relação ao tamanho e cumprimento das penas, mas “com os cuidados técnicos” para “não jogar fora todo um trabalho feito”.</strong></p>
<p>O senador defendeu que as Forças Armadas devem ter papel no controle das fronteiras e questionou a eficiência de operações de garantia da lei e da ordem feitas por militares.  </p>
<p>“É mais um exemplo de providências que não funcionam, não geram resultados e só servem para efeitos midiáticos. Nós tivemos várias oportunidades de intervenção das Forças Armadas em território urbano e os resultados foram mínimos e absolutamente temporários”, destacou o senador Alessandro.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>O parlamentar sergipano disse ainda não concordar com a convocação de líderes de facções pela CPI, como pedem alguns requerimentos. Segundo ele, isso poderia ajudar o próprio crime.  </strong></p>
<p>Ainda segundo o relator da CPI instalada nesta semana, as operações Carbono Oculto – que teve como alvo a lavagem de dinheiro do crime via postos de combustíveis – e a Contenção – que resultou no assassinato de 121 pessoas no Rio de Janeiro  &#8211; são complementares, tendo cada uma um papel no combate ao crime.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442296:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-se-cadastram-para-reconhecer-corpos-no-IML-do-Rio.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Familias-se-cadastram-para-reconhecer-corpos-no-IML-do-Rio.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=442296 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=442296-->Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 &#8211; Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas após a Operação Contenção &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442296--></h6>
</p>
</div>
<h2>Confira a entrevista completa:</h2>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Qual é o principal &#8211; ou os principais &#8211; erros da política de segurança pública no Brasil para combater o crime organizado e como a CPI pode ajudar?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> A CPI vai viabilizar um diagnóstico completo. Com esse diagnóstico, daremos o encaminhamento de quais são as soluções que funcionam e aquelas que nunca funcionaram, embora sejam repetidas de tempos em tempos.</p>
<blockquote>
<p>Mas o que a gente pode apontar com muita clareza é a questão da insuficiência do financiamento, a ausência de planejamento e a ausência de continuidade na política de segurança.</p>
</blockquote>
<p>Porque a política de segurança, ela leva um tempo para poder gerar resultado consistente. Ela custa muito dinheiro, ela exige uma vontade política firme no sentido de combater o crime. Esses são os pontos principais.</p>
<p>A questão da falta de integração entre as forças também é um ponto relevante, mas esses que eu citei antes me parecem mais importantes. Ouvindo os profissionais e ouvindo os especialistas, a gente, muito provavelmente, vai chegar a essas conclusões.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Como encontrar dinheiro para segurança pública com as atuais regras fiscais que limitam os gastos da União e dos estados?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Da mesma forma como a gente acha espaço para todo gasto que a política considera importante. Um país que gasta R$ 5 bilhões para financiar a sua eleição, ele tem dinheiro, seguramente tem dinheiro para financiar a defesa da vida, do patrimônio, da segurança do cidadão. É uma questão de definição política.</p>
<p>Com a CPI, esperamos conseguir juntar um volume de dados e de força política que viabilize, finalmente, a construção de um plano nacional de segurança pactuado entre estados, municípios e União, suficientemente financiado e estável para que ele tenha uma continuidade e gere os resultados que o Brasil precisa.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>O recurso poderia ficar por fora da meta fiscal do teto de gastos?</p>
<p><strong>Senador Alessandro: </strong>O formato vai ser definido. A primeira resposta não é essa. A primeira pergunta é qual é o volume necessário. O que a gente precisa fazer para gerar uma mudança significativa? A partir daí, viabilizar os espaços fiscais, seja com redirecionamento de recursos, que é sempre o ideal, seja com afastamento de algum limite específico de regra fiscal, desde que seja de forma pontual e técnica. Já fizemos isso dezenas de vezes.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Qual sua avaliação sobre o debate de se rotular, ou não, essas facções e milícias como terroristas?</p>
<p><strong>Senador Alessandro: </strong>Tecnicamente falando, e não há divergência nisso, não são organizações terroristas, porque o terrorismo pressupõe um componente religioso, ideológico ou político. Essas facções têm como objetivo o lucro, o dinheiro.</p>
<blockquote>
<p>Mas é possível sim você avançar em alguma proposta de equiparação para fins de pena, cumprimento de pena, mas com os cuidados técnicos necessários para não jogar fora todo um trabalho feito.</p>
</blockquote>
<p>Porque a mera transformação de facção criminosa violenta em terrorismo vai fazer com que os processos criminais dessas ações migrem na Justiça estadual para federal e isso significa matar as investigações, jogar fora um conhecimento acumulado por profissionais qualificados por anos no combate ao crime grave.</p>
<p>Nada feito na correria é solução. Existem bons caminhos e bons projetos que já estão no Senado e na Câmara. A gente vai tentar ajudar os colegas a fazerem essa peneira. Criar uma lógica processual, não dá para ser uma colcha de retalhos, e dentro de uma lógica que tem consenso.</p>
<p>Podemos agravar muito as penas desse tipo de criminoso, mais ainda das suas lideranças, endurecer o cumprimento de pena.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> No <a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2793/mna/planos-de-trabalho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">plano de trabalho</a>, o senhor cita a contribuição das Forças Armadas para atuarem nas fronteiras e rotas utilizadas pelo tráfico. Qual o papel dos militares no combate ao crime?  </p>
<p><strong>Senador Alessandro:  </strong>Precisamos, primeiro, ouvir os profissionais das Forças Armadas. O Ministro da Defesa já foi convidado, mas o desenho constitucional brasileiro e aquilo que efetivamente funciona aponta para a necessidade da atuação das Forças Armadas na região de fronteira.</p>
<p>As Forças Armadas, só muito excepcionalmente, e com duração muito delimitada, podem ter papel numa atuação de GLO [Garantia da Lei e da Ordem] numa cidade, metrópole ou comunidade.</p>
<p>Esse é mais um exemplo de providências que não funcionam, não geram resultados e só servem para efeitos midiáticos. Nós tivemos várias oportunidades de intervenção das Forças Armadas em território urbano e os resultados foram mínimos e absolutamente temporários.</p>
<blockquote>
<p>Se em contrapartida eu consigo, em parceria das forças de segurança, com as Forças Armadas, restringir o acesso de armas e drogas pelas nossas fronteiras, eu impacto diretamente o crime organizado, eu aumento o custo deles, reduzo a atratividade daquilo e reduzo, por consequência, a criminalidade. Então, cada um no seu quadrado, com liderança política da União e integração.</p>
</blockquote>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Quando foi apresentado o plano de trabalho, o senhor destacou a necessidade de dar atenção especial para a penetração do crime organizado nos mercados legais. Por que isso é importante? </p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Porque há um avanço muito acelerado do crime organizado em segmentos da economia formal. O que chamou mais atenção recentemente foi o segmento dos combustíveis e seus derivados. Mas isso acontece em outras áreas da economia formal.</p>
<p>A gente precisa criar, primeiro, a mesma dinâmica de levantamento dos dados, a oitiva dos profissionais que trabalham no segmento e o encaminhamento de soluções. Em alguns casos, vão ser soluções legislativas, criando mais travas para esse acesso do crime organizado ou diminuindo o interesse potencial do crime organizado por esse segmento.</p>
<p>Tenho projetos apresentados, há um ano talvez, na área de combustíveis para tentar fechar a porta da lavagem de dinheiro com o uso de postos de gasolina. A gente vai conseguir avançar em medidas desse tipo, protegendo a economia formal, a economia lícita, e inviabilizando os diversos mecanismos de lavagem de dinheiro que hoje são utilizados.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Qual seria a melhor forma de reduzir o poder econômico e militar dessas organizações criminosas no Brasil?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Uma série de ações, não tem uma bala de prata, uma série de ações que se complementam. Muita gente comparou a Operação Carbono Zero e a Operação Contenção.</p>
<p>São operações totalmente diversas, incomparáveis, mas que se conectam. Porque eu tenho que descapitalizar o crime, combater a lavagem de dinheiro, identificar e prender esses operadores e fechar essas portas de passagem de dinheiro sujo.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, tenho que retomar o território que hoje é ocupado pelo crime. Essa retomada do território exige o uso da violência pelo Estado. Não dá para comparar uma coisa com a outra, elas se complementam.</p>
<blockquote>
<p>A atividade de segurança pública é complexa, embora não seja segredo para ninguém, a gente sabe o que funciona e o que não funciona, mas ela tem todas essas camadas. Quando o traficante é descapitalizado com a apreensão de drogas, ele incide no roubo. Ele é bandido, ele quer dinheiro fácil, ele não para. Ele só para preso.</p>
</blockquote>
<p>Você tinha 2,5 mil homens da polícia do Rio de Janeiro no morro, num confronto violento que teve 120 mortos, e dentro do presídio, no mesmo Rio de Janeiro, a mesma facção determinava ações de retaliação ou de diversionismo pelo Estado, pela cidade do Rio de Janeiro. Isso mostra uma falência na gestão de um ponto fundamental e que está no nosso plano de trabalho, que é o sistema prisional.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O senhor apoia convocar chefes de organizações criminosas presos, conforme pedem requerimentos do senador Marcos do Val? Por quê?</p>
<p><strong>Senador Alessandro:</strong> Não tem meu apoio, mas a CPI é um colegiado. A gente vai ouvir os colegas de forma respeitosa e pedir que eles expliquem qual é o objetivo de uma oitiva dessa natureza.</p>
<p>Não há por que dar espaço, palco, microfone para bandido quando se tem já prévia consciência de que esse bandido não vai trazer nenhuma informação relevante que favoreça o combate ao crime. Ele vai usar esse espaço para tentar fortalecer o crime.</p>
<p>Então a gente tem que ter essa clareza, a gente vai respeitosamente ouvir o autor do requerimento, mas vai encaminhar a votação contrária porque é improdutivo e prejudicial para os interesses do Brasil.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/igualar-faccoes-terrorismo-prejudica-inqueritos-diz-relator-de-cpi</p>
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		<item>
		<title>ANP admite que falta de pessoal prejudica regulação do mercado de gás</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/anp-admite-que-falta-de-pessoal-prejudica-regulacao-do-mercado-de-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 18:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que entre outras atribuições, regulamenta o mercado de gás natural no país, reconhece que a “carência de pessoal e cortes orçamentários” causam impactos negativos à regulamentação prevista na Nova Lei do Gás, sancionada em 2021. A posição da ANP, instituição ligada ao Ministério de Minas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que entre outras atribuições, regulamenta o mercado de gás natural no país, reconhece que <strong>a “carência de pessoal e cortes orçamentários” causam impactos negativos à regulamentação prevista na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14134.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nova Lei do Gás</a></strong>, sancionada em 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/ANP-admite-que-falta-de-pessoal-prejudica-regulacao-do-mercado.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/ANP-admite-que-falta-de-pessoal-prejudica-regulacao-do-mercado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A posição da ANP, instituição ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME), em comunicado enviado à <strong>Agência Brasil</strong> é uma resposta a críticas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que recentemente divulgou um estudo sobre o mercado de gás natural no país. <strong>O levantamento dos industriais apontou que o preço do combustível no Brasil chega a ser dez vezes o praticado no mercado americano e o dobro do europeu</strong>.</p>
<p>O gás natural é um insumo de grande relevância para a indústria, usado tanto como fonte de energia quanto como matéria-prima de produtos como fertilizantes. No documento de 86 páginas, a CNI aponta desafios de regulamentação no setor, entre eles, “regulamentação pendente e atrasos na ANP”.</p>
<p><strong>De acordo com a CNI, de 15 temas, apenas três foram concluídos</strong>. A ANP, prossegue o estudo, também tem adiado o cronograma da abertura do mercado, sendo a falta de recursos humanos um dos principais fatores apontados para essa demora. A CNI pede que o governo disponibilize recursos para que a ANP cumpra a agenda regulatória.</p>
<h2>Medidas tomadas</h2>
<p>Apesar de admitir que carência de pessoal e cortes orçamentários “são fatores que impactam no andamento da regulamentação”, a ANP enumera realizações já realizadas para tornar efetiva a Nova Lei do Gás ─ marco regulatório que trata de aspectos como transporte, processamento, estocagem e comercialização desse combustível no país.</p>
<p>A lei tornou o mercado mais aberto à concorrência, evitando que um mesmo grupo econômico controle todas as etapas do sistema até o consumidor final.</p>
<p><strong>“O fato de não haver regulamentação para alguns aspectos da Nova Lei do Gás não impede a sua implementação”, afirma a ANP.</strong>  </p>
<p>De acordo com a agência reguladora, em casos nos quais não há regulamentação vigente, o Decreto nº 10.712/21 dispõe que a ANP “poderá adotar soluções individuais que visem ao atendimento do disposto na Lei nº 14.134”.</p>
<p>A agência aponta que uma série de medidas adotadas apresentaram resultados como:</p>
<ul>
<li><strong>O número de contratos de comercialização cresceu mais de dez vezes nos últimos quatro anos</strong>, passando de 90, em 2020, para 996 em dezembro de 2024;</li>
<li>O número de contratos de transporte saltou de nove, em 2020, para 821 em dezembro de 2024;</li>
<li>O número de agentes autorizados para comercialização de gás foi de 124, em 2020, para 215, em 2024;</li>
<li>No segmento de carregadores, passaram de 69 para 140 agentes;</li>
<li>A queda da participação da Petrobras no mercado de gás vem abrindo espaço para outros agentes que, em 2024, somavam 23% do mercado em todo o Brasil.</li>
</ul>
<h2>Minas e energia</h2>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong> na ocasião da divulgação do relatório da CNI, o Ministério de Minas e Energia afirmou que apresentará para entidades do mercado e encaminhará à ANP ações específicas para todos os elos da cadeia. Isso incluirá a produção nacional e importação de gás natural da Argentina e da Bolívia, além de ações em infraestruturas de escoamento, processamento e transporte por dutos.</p>
<p>“Isso tudo fortalecerá a neoindustrialização da economia brasileira, aumentando a competitividade da indústria e gerando empregos e renda, com compromisso da descarbonização da matriz energética nacional”, afirma o ministério.</p>
<h2>Insuficiência</h2>
<p>O impacto na capacidade de regulamentação da Nova Lei do Gás não é a única face da insuficiência orçamentária no funcionamento da ANP. <strong>Em julho de 2024, a agência informou que precisou reduzir o trabalho de pesquisa de preço de combustíveis.</strong></p>
<p>Os preços, que eram coletados em 10.920 postos revendedores, passaram a ser apurados em 6.255. “A medida visa tornar o valor do contrato compatível com os cortes orçamentários sofridos recentemente pela ANP”, justificou à época.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/anp-admite-que-falta-de-pessoal-prejudica-regulacao-do-mercado-de-gas</p>
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		<title>Calor prejudica lavoura de café, soja e arroz, diz especialista</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 12:59:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. De acordo com a climatologista Francis Lacerda,  pesquisadora do [&#8230;]]]></description>
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<p>O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a climatologista Francis Lacerda,  pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. &#8220;Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais&#8221;, alerta a especialista.</p>
<p>A primeira missão é reflorestar. &#8220;Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto&#8230; E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,&#8221; diz a especialista.</p>
<p>Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, &#8220;contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas&#8221;.</p>
<h2>Mudanças surpreendem agricultores</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=414706:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 20/02/2025 - A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco Francis Lacerda.&#13;&#10;Foto: IPA/Divulgação" title="IPA/Divulgação"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta"> A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco Francis Lacerda. Foto: <strong>IPA/Divulgação</strong><!--END copyright=414706--></h6>
</p>
</div>
<p>A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima.</p>
<p>&#8220;Porque eles não conseguem mais ter as práticas que  tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes &#8211; insetos, fungos e bactérias &#8211; aumenta muito e eles arrasam com a produção&#8221;, acentua.</p>
<p>Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos.</p>
<p>Deve-se &#8220;dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem&#8221;, salienta.</p>
<p>Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, &#8220;inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes&#8221;.</p>
<h2>Água nas raízes</h2>
<p>&#8220;O umbuzeiro, por exemplo, uma planta que é uma referência para o semiárido. Ela é muito resiliente e guarda água nas suas raízes porque está acostumada a lidar com as secas. Os umbuzeiros estão sumindo da paisagem porque eles não conseguem mais se adaptar a essas variáveis climáticas atuais&#8221;, avalia.</p>
<p>A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco diz também que essas lições podem ser aplicadas ao meio urbano, “reservando espaços na cidade que possam servir para o cultivo de alimento, como quintais produtivos e farmácias vivas. Mas é preciso ter uma política pública que oriente e que financie. Porque quem tem dinheiro manda buscar a comida, mas sem justiça social não se combate as mudanças climáticas. É preciso pensar em formas inovadoras de produzir e garantir a segurança hídrica, energética e alimentar para as populações do campo e da cidade&#8221;, finaliza.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista</p>
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