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	<title>Política - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Política - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>O Banquete dos Aliados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[S.M.S]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[Na política, a lealdade costuma durar menos que um ciclo eleitoral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="158" data-end="292">A MÃO QUE TE AFAGA É A MESMA QUE TE APEDREJA. ( A.A)</p>
<p data-start="158" data-end="292">Os aliados caminham juntos enquanto a música toca, enquanto os aplausos ecoam, enquanto as pesquisas sorriem como vitrines iluminadas.</p>
<p data-start="294" data-end="554">Mas basta o primeiro tropeço — uma frase mal colocada, um áudio vazado, um silêncio interpretado como culpa — para que o salão mude de temperatura. O que antes era abraço vira distância calculada. O companheiro de ontem reaparece vestido de comentarista moral.</p>
<p data-start="556" data-end="587">Foi assim com Flávio Bolsonaro.</p>
<p data-start="589" data-end="794">O áudio caiu no chão da República como um copo de cristal em um jantar de família poderosa: não importa apenas o barulho da queda, mas a velocidade com que os convidados fingem não conhecer o dono da taça.</p>
<p data-start="796" data-end="822">E então Romeu Zema surgiu.</p>
<p data-start="824" data-end="916">Sem hesitação, sem cerimônia, chamou o episódio de “um tapa na cara dos brasileiros de bem”.</p>
<p data-start="918" data-end="1151">A frase veio afiada, dessas que parecem menos indignação e mais reposicionamento estratégico. Porque política também é isso: a arte de perceber quando o navio começa a inclinar e decidir rapidamente em qual lado do convés permanecer.</p>
<p data-start="1153" data-end="1389">Os antigos parceiros tornam-se juízes severos justamente porque conhecem os corredores internos do poder. Sabem onde a ferrugem começou. Sabem quais portas estavam fechadas. Sabem o cheiro do incêndio antes da fumaça alcançar o público.</p>
<p data-start="1391" data-end="1560">No fundo, a cena revela uma velha verdade brasileira: em tempos de força, muitos querem sentar à mesa; em tempos de desgaste, começa o festival dos talheres abandonados.</p>
<p data-start="1562" data-end="1706">E a política segue. Não como um templo de convicções eternas, mas como uma arena onde aplausos e pedradas frequentemente nascem das mesmas mãos.</p>
<p data-start="1708" data-end="1766">Tem gente demais valorizando e exaltando dinheiro e poder.</p>
<p data-start="1768" data-end="1789" data-is-last-node="" data-is-only-node="">NÃO É SOBRE POLÍTICA.</p>
<p data-start="1768" data-end="1789" data-is-last-node="" data-is-only-node="">&#8212;</p>
<p data-start="1768" data-end="1789" data-is-last-node="" data-is-only-node="">OS BRINDES DE HOJE 15/05 DIA DO ASSISTENTE SOCIAL,VÃO PARA TODAS (OS)OS PROFISSIONAIS DESSA ÁREA. Em especial a minha competente e muito amada filha JANE MORAES e &#8220;in memory&#8221;ao meu grande amigo CARLOS COSTA,onde você estiver! A importância do Serviço Social vai muito além do atendimento assistencial. Ele é o guardião da coesão social. Sem ele, a sociedade corre o risco de se fragmentar, deixando para trás aqueles que mais precisam de apoio. Valorizar o Serviço Social é, acima de tudo, acreditar que nenhum ser humano é descartável e que a justiça é o alicerce de uma sociedade FORTE e mais JUSTA.</p>
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		<item>
		<title>MPF abre inquérito sobre política de combate à violência contra mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 23:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[As políticas de prevenção e combate à violência contra a mulher no estado de São Paulo são objeto de investigação em inquérito aberto pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo. O procedimento é justificado pelo aumento expressivo – 10,01% &#8211; de casos de feminicídio no estado, quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As políticas de prevenção e combate à violência contra a mulher no estado de São Paulo são objeto de investigação em inquérito aberto pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo. O procedimento é justificado pelo aumento expressivo – 10,01% &#8211; de casos de feminicídio no estado, quando comparado o período de janeiro a outubro deste ano com o mesmo período de 2024.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/MPF-abre-inquerito-sobre-politica-de-combate-a-violencia-contra.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/MPF-abre-inquerito-sobre-politica-de-combate-a-violencia-contra.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Defender os direitos fundamentais da mulher faz parte da atribuição do MPF, pois tais violações representam um desrespeito à Constituição Federal e a tratados e convenções internacionais de que o Brasil é signatário. Além disso, o país foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Maria da Penha, ocasião em que diversas providências foram recomendadas para que o Estado brasileiro proteja a vida, a dignidade, a integridade e a segurança das mulheres&#8221;, justificou o órgão, em nota à imprensa.</p>
<p>Entre os elementos citados pela procuradora Ana Leticia Absy na abertura do inquérito figura a reportagem &#8220;<em>2025 já é o ano com maior número de feminicídios na capital paulista</em>&#8220;, da repórter Flavia Albuquerque, publicada pela <strong>Agência Brasil </strong>em 2 de dezembro.</p>
<p>Além das 207 mulheres vítimas de feminicídio em São Paulo, o tema tem sido constantemente debatido após tentativas de feminicídio e agressões, como no caso recente em que um homem arrastou uma mulher, presa a um veículo, pela Marginal Tietê, uma das principais vias da capital paulista. O autor responde criminalmente pelo crime.</p>
<p><strong>O MPF questionou, por meio de ofícios, a acusação &#8211; feita pela deputada Erika Hilton após levantamento junto ao Tribunal de Contas do estado &#8211; de que a administração estadual cortou R$ 5,2 milhões das delegacias e propôs um orçamento 54,4% menor para a Secretaria da Mulher em 2026. Outros pedidos foram feitos às Secretarias de Fazenda estadual e municipal, da capital, e à Secretaria de Segurança Pública.</strong></p>
<p>Outro ponto investigado é a atenção ao tema nos currículos e práticas educativas, tanto no estado quanto na cidade de São Paulo, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB &#8211; Lei nº 9.394/1996).</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O órgão encaminhou ofícios às secretarias de Educação do estado e do município de São Paulo e ao Ministério da Educação para que esclareçam as medidas adotadas para a inclusão do conteúdo nos currículos escolares&#8221;, informou o MPF.</p>
</blockquote>
<h2>Outro lado</h2>
<p>A Prefeitura de São Paulo não se manifestou até a conclusão desta matéria. O Governo do Estado informou que foi notificado e enviará as informações solicitadas dentro do prazo.</p>
<p><strong>Esclareceu, ainda, que &#8220;desenvolve uma política intersecretarial para garantir a segurança, a saúde e a autonomia financeira das mulheres do Estado. As ações são realizadas de forma integrada, com orçamento compartilhado entre secretarias como Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e a Secretaria de Políticas para Mulher, responsável por coordenar esse trabalho de forma transversal desde a sua criação, em 2023&#8221;, o que amplia os recursos disponíveis e permite o desenvolvimento de ações que envolvem diversos órgãos, com políticas de apoio a mulheres que saem de lares com violência e de monitoramento de agressores.</strong></p>
<p>Em nota, a gestão estadual explicou que houve aumento de recursos – 70% -para 2026 na comparação com 2025 &#8211; nas pastas sociais, e expansão nos últimos três anos na área de Segurança Pública. A Secretaria de Comunicação estadual disse que os recursos das Delegacias de Defesa da Mulher tiveram mudanças a partir de 2024, &#8220;passando a englobar também o atendimento de outros públicos vulneráveis, como idosos, crianças e adolescentes&#8221;.</p>
<p>Esses recursos têm sido ampliados com expansão de locais de atendimento, passando de 62 para 108 salas especializadas em delegacias desde 2023. Acrescentou que em 2024 houve aumento de 41,7% das medidas protetivas nas Delegacias de Defesa da Mulher, online e Salas 24h em relação a 2023.</p>
<p><strong>Em 2025, entre janeiro e outubro, a expansão foi de 21,4% em comparação ao período anterior. Em 2025, de janeiro a outubro, houve 11% de alta no volume de boletins de ocorrência nas Delegacias de Defesa da Mulher, online e Salas DDM 24h.</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/mpf-abre-inquerito-sobre-politica-de-combate-violencia-contra-mulher</p>
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		<item>
		<title>Senado aprova política nacional de incentivo à formação de professores</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/senado-aprova-politica-nacional-de-incentivo-a-formacao-de-professores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 22:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou hoje (17) o projeto de Lei (PL) 3824/2023 que institui a Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica &#8211; . Entre outros pontos, o texto prevê a concessão de bolsas para estudantes com alto desempenho no Enem que ingressarem em cursos presenciais de licenciatura, apoio financeiro a egressos que atuarem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Senado aprovou hoje (17) o projeto de Lei (PL) 3824/2023 que institui a Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica &#8211; .</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Senado-aprova-politica-nacional-de-incentivo-a-formacao-de-professores.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Senado-aprova-politica-nacional-de-incentivo-a-formacao-de-professores.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre outros pontos, o texto prevê a concessão de bolsas para estudantes com alto desempenho no Enem que ingressarem em cursos presenciais de licenciatura, apoio financeiro a egressos que atuarem em regiões com falta de professores. <strong>A proposta, que segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio lula da Silva, também determina que os estudantes de graduação que aderirem ao programa deverão atuar nas redes públicas de ensino</strong>.</p>
<p>Segundo a relatora, senadora Dorinha Seabra (União-TO), o projeto tem por objetivo fomentar o ingresso e a permanência de estudantes em cursos de licenciatura, especialmente para a função docente e promover o ingresso e a retenção de licenciados nas redes públicas da educação básica, em áreas com carência de profissionais.</p>
<blockquote>
<p>“Consideramos que as iniciativas aumentam a atratividade da carreira docente e, assim, contribuem para minimizar um problema que já vem se agravando há muitos anos em nosso País: poucos estudantes escolhem as licenciaturas no vestibular e, mesmo quando o fazem e concluem o curso, não seguem a carreira docente ou trocam de profissão algum tempo depois de experimentarem a sala de aula.”</p>
</blockquote>
<p><strong>Caberá ao Ministério da Educação (MEC disciplinar as regras do programa que será implementado em regime de colaboração, pela União, estados, municípios e pelo Distrito Federal</strong>.</p>
<p>O MEC também definirá os critérios para a elegibilidade das instituições de ensino superior, que serão distribuídas preferencialmente para as áreas de conhecimento nas quais for comprovada a carência de docentes, por meio de pesquisas e estudos oficiais.</p>
<p><strong>As bolsas terão corno contrapartida o cumprimento de 400 horas de estágio supervisionado e de 320 horas de atividades acadêmicas de extensão. O bolsista deverá permanecer na rede pública de ensino da educação básica por, pelo menos, dois anos</strong>.</p>
<p><strong>As redes de ensino deverão aderir às bolsas a partir de um diagnóstico da carência de professores e contratação de profissionais para exercer a função docente durante o período da bolsa, conforme regulamento a ser elaborado pelo MEC</strong>.</p>
<p>Os estados e municípios terão que aderir a Prova Nacional de Docentes (PND), avaliação anual que visa a apoiar as redes de ensino, com o intuito de planejar a força de trabalho docente para “realizar concursos públicos menores e mais frequentes, de forma a garantir previsibilidade na contratação”.</p>
<p>A matéria diz ainda que a política será monitorada em cada rede de ensino, com a participação de especialistas, fóruns de formação de professores e instituições formadoras, entidades representativas dos docentes e dos estudantes da educação básica, entidades da sociedade civil e gestores das redes de ensino.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/senado-aprova-politica-nacional-de-incentivo-formacao-de-professores</p>
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		<item>
		<title>Diretor diz que PF não mede “estatura política” ao investigar emendas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/diretor-diz-que-pf-nao-mede-estatura-politica-ao-investigar-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta segunda-feira (15) que a instituição não leva em consideração a “estatura política de quem quer que seja” na hora de investigar desvios em emendas parlamentares e disse que serão apurados “todos os elos” relacionados à Operação Transparência. “Vamos com serenidade, seriedade e responsabilidade apurar todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta segunda-feira (15) que a instituição não leva em consideração a “estatura política de quem quer que seja” na hora de investigar desvios em emendas parlamentares e disse que serão apurados “todos os elos” relacionados à Operação Transparência.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Diretor-diz-que-PF-nao-mede-estatura-politica-ao-investigar.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Diretor-diz-que-PF-nao-mede-estatura-politica-ao-investigar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Vamos com serenidade, seriedade e responsabilidade apurar todos os elos desse processo, a participação de quem quer que seja. Não estamos olhando para a estatura política, econômica, cultural, social”, disse o diretor da PF.</p>
</blockquote>
<p>Rodrigues recebeu jornalistas para um café da manhã na sede da PF em Brasília e, após apresentar um balanço do ano, foi questionado sobre a operação, que foi deflagrada na última sexta (12) para investigar desvios no chamado “orçamento secreto”, como ficou conhecido o uso de emendas que não permitiam a identificação do padrinho político ou o beneficiário final do dinheiro, o que em tese favorece os desvios.</p>
<p>A operação teve como alvo principal Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, servidora do Legislativo que atuou como assessora próxima do deputado Arthur Lira (PP-AL) quando ele presidiu a Câmara, período no qual houve um aumento significativo no uso de emendas do tipo, como as de relator (conhecida pela sigla RP9) e outras, como emendas de comissão e bancada.</p>
<p>“Então estamos investigando todas as etapas, se houve comprometimento na ponta, se houve intermediário, se houve parlamentar ou não. Investigamos com seriedade e serenidade. Vamos apurar todos os elos”, complementou Rodrigues sobre o caso. O próprio Lira, contudo, ainda não figura como investigado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Dino manda CGU ampliar análise sobre emendas do orçamento secreto</strong></p>
<p>Segundo a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a entrada da PF para realizar buscas e apreensões na Câmara dos Deputados e na residência da servidora, as investigações apontam que ela exercia uma “atuação contínua, sistemática e estruturada” na organização e liberação do orçamento secreto.</p>
<p><strong>Na conversa com os jornalistas, Rodrigues afirmou ainda que a PF segue “inabalável a pressões políticas de quem quer que seja”.</strong> Ele criticou também a “fulanização” das investigações sobre as emendas parlamentares.</p>
<p>Durante o encontro, Rodrigues criticou ainda os legisladores que discursam contra o crime organizado, mas na hora de votar assumem postura contrária.</p>
<blockquote>
<p>“Não adianta ser duro no crime organizado, acabar com saidinha, e ao mesmo tempo não aprovar projetos importantes que tramitam no Congresso Nacional. Precisamos que o enfrentamento seja responsabilidade de todos”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Ele ressalvou, porém, que as investigações sobre as emendas parlamentares signifiquem uma “caça às bruxas” a determinado grupo e afirmou que a PF se preocupa em “não criminalizar a emenda em si nem a atividade política”. Ele concluiu afirmando que “a emenda [parlamentar] é um instrumento legítimo, legal e que precisa ser utilizado com adequação às normas”.</p>
<p>Rodrigues evitou revelar quantas apurações existem hoje abertas na Polícia Federal relacionadas às emendas parlamentares. Atualmente, tramitam sob sigilo, espalhados por diversos gabinetes, variadas apurações com a suspeita de envolvimento de parlamentares em desvios de emendas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/diretor-diz-que-pf-nao-mede-estatura-politica-ao-investigar-emendas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-whatsapp-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião. A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A constatação faz parte do estudo <strong><a href="https://internetlab.org.br/wp-content/uploads/2025/12/investigando-os-vetores-de-disseminacao-de-conteudo-eleitoral_Vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens</a></strong>, divulgado nesta segunda-feira (15).</p>
<p>O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa <a href="https://internetlab.org.br/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">InternetLab</a> e pela <a href="https://conhecimentosocial.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rede Conhecimento Social</a>, instituições sem fins lucrativos.</p>
<p>A pesquisa identificou que <strong>mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.</strong></p>
<p><strong>Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.</strong></p>
<p>Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.</p>
<p><strong>Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%</strong>.</p>
<p>Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.</p>
<p>O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.</p>
<p>“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.</p>
<p>As informações foram coletadas de forma <em>online</em> com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.</p>
<h2>Receio de se posicionar</h2>
<p>A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. <strong>Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.</strong></p>
<p>Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.</p>
<p>“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.</p>
<p>Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. <strong>Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.</strong></p>
<p>“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.</p>
<p>Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.</p>
<p>Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.</p>
<p>“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.</p>
<h2>Afirmação</h2>
<p>Mas o levantamento identifica também que<strong> 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.</strong></p>
<p>Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.</p>
<p>“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.</p>
<p>Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:</p>
<ul>
<li>30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;</li>
<li>34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;</li>
<li>29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.</li>
</ul>
<p>“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.</p>
<p>“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.</p>
<h2>Amadurecimento</h2>
<p>Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta &#8220;arraigada&#8221; no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo &#8220;<em>offline</em>&#8220;, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.</p>
<p>O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas &#8220;foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo&#8221;, principalmente nos grupos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso&#8221;, diz a autora. &#8220;Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo&#8221;, completa.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-whatsapp-mostra-estudo</p>
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		<title>No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[Demori]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
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					<description><![CDATA[O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa DR com Demori. Na entrevista, o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na TV Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa <em>DR com Demori</em>. </strong>Na entrevista, <strong>o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026</strong>. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na <strong>TV Brasil</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Diretor do Instituto Futuro, iniciativa voltada à renovação das ideias progressistas e ao combate à desigualdade social, Juliano Medeiros tem uma trajetória política ligada aos movimentos sociais. Foi presidente nacional do PSOL entre 2017 e 2023.</p>
<p><strong>Por isso, comenta que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro não representa o fim “do bolsonarismo no país”</strong>. “Vai se reinventar. Talvez a extrema direita assuma outro nome [&#8230;], mas a verdade é que é um marco importante, porque, em outros países, as instituições não conseguiram dar essa resposta”, diz.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446464:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446464 --></div>
<p><h6 class="meta">Historiador e cientista político Juliano Medeiros é o convidado do programa DR com Demori &#8211; <strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446464--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>A agenda climática também fez parte da conversa desta edição do <em>DR com Demori</em></strong>. Ao programa, Juliano Medeiros comenta a dificuldade de trazer o tema ao debate político. “Eu não vejo nenhum outro caminho para combater a desigualdade social que não seja enfrentando a crise climática. Nós temos uma oportunidade, mas, para isso, é preciso pensar um pouquinho fora da caixa”, afirma.</p>
<p>Após a exibição na TV Brasil, o <em>DR com Demori </em>também fica disponível, na íntegra, no <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLuP7SQK7lt1b3Z5q8UyyDusVdhS0WNwOk" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de <em>podcast </em>no Spotify.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da<strong> TV Brasil</strong>.</p>
<p>Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da <strong>TV Brasil</strong> pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> como sintonizar.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/no-dr-com-demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para-2026</p>
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		<item>
		<title>Vereadora gaúcha cobra medidas contra violência política de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 20:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A vereadora Helen Cabral (PT), de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, denunciou ter sofrido violência política de gênero durante a Sessão Plenária Ordinária da última terça-feira (2), na Câmara Municipal.  A agressão aconteceu enquanto a vereadora falava sobre uma possível falta de transparência do Executivo e defendia os direitos das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A vereadora Helen Cabral (PT), de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, denunciou ter sofrido violência política de gênero durante a Sessão Plenária Ordinária da última terça-feira (2), na Câmara Municipal. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Vereadora-gaucha-cobra-medidas-contra-violencia-politica-de-genero.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Vereadora-gaucha-cobra-medidas-contra-violencia-politica-de-genero.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A agressão aconteceu enquanto a vereadora falava sobre uma possível falta de transparência do Executivo e defendia os direitos das servidoras e servidores diante do projeto de parcelamento do 13º salário.</p>
<blockquote>
<p>“A parlamentar foi atacada pelo vereador Tony Oliveira, da base do governo, que, aos gritos, abandonou o debate democrático e partiu pra cima de forma violenta, em clara tentativa de intimidação. O ataque misógino não apenas ultrapassa todos os limites aceitáveis dentro de uma instituição pública, como configura o mais grave ato de violência política de gênero já sofrido pela vereadora dentro da Câmara”, disse Helen, em nota.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na avaliação dela, a agressão não ocorreu por divergência de ideias, mas por ela ser mulher ocupando um espaço de poder. </strong>Ela ressalta que o episódio aconteceu justamente durante a 5ª Semana Municipal de Não Violência Contra a Mulher, lei de sua autoria. Também nesta semana a vereadora participa do Festival Movimento Mulheres em Luta (MEL), que neste ano discute a violência política de gênero contra mulheres parlamentares.</p>
<p>“Quero saber qual a atitude que a presidência vai tomar em relação à violência de gênero que sofri esta noite pelo vereador Tony, quando ele partiu para cima de mim. A violência de gênero é crime e quero saber o que a presidência vai fazer. A violência contra esta vereadora é contra todas as mulheres dessa casa. E não admito continuar sofrendo violência de gênero neste parlamento”, disse Helen em um vídeo postado em uma rede social.</p>
<p>A nota diz ainda que todas as medidas institucionais e legais já estão sendo tomadas, incluindo comunicação à Mesa Diretora exigindo providências e registro de Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher, para que o agressor seja responsabilizado e para que situações como esta jamais voltem a ocorrer.</p>
<p><strong>A Câmara Municipal de Santa Maria e o vereador Tony Oliveira foram procurados, mas não responderam ao contato.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/vereadora-gaucha-cobra-medidas-contra-violencia-politica-de-genero</p>
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		<item>
		<title>Em sabatina no Senado, Gonet diz que não há criminalização da política</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/em-sabatina-no-senado-gonet-diz-que-nao-ha-criminalizacao-da-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 15:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, defendeu nesta quarta-feira (12), em sabatina no Senado, sua atuação no processo da trama golpista, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes.  “Não há criminalização da política em si. Sobretudo, a tinta que imprime as peças produzidas pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, defendeu nesta quarta-feira (12), em sabatina no Senado, sua atuação no processo da trama golpista, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Em-sabatina-no-Senado-Gonet-diz-que-nao-ha-criminalizacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Em-sabatina-no-Senado-Gonet-diz-que-nao-ha-criminalizacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>“Não há criminalização da política em si. Sobretudo, a tinta que imprime as peças produzidas pela Procuradoria-Geral da República não tem as cores das bandeiras partidárias”, afirmou Gonet, ao rebater críticas de senadores ligados ao ex-presidente que classificam o julgamento como “perseguição política”.</strong> </p>
<p>Paulo Gonet participa de sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que analisa a recondução do procurador para o cargo por mais 2 anos.</p>
<p><strong>O procurador-geral destacou que, no decorrer do processo da trama golpista, foram amplamente usados os acordos de não persecução penal para os acusados que reconheceram o erro e se comprometeram com medidas de reparação, mantendo o status de réu primário.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Até 23 de outubro, 568 investigados se beneficiaram dos acordos. Outros 715 foram condenados e houve 12 absolvições, a maior parte a pedido do Ministério Público Federal (MPF).</p>
<blockquote>
<p>“Observe que 606 processos se encontram em andamento, o que representa 32,3% do total. Como se vê, os números demonstram que a atuação do Procurador-Geral da República foi confirmada no seu acerto pela instância julgadora na mais vasta maioria dos casos encerrados”, destacou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Paulo Gonet afirmou ainda que suas manifestações se restringiram aos autos do processo, evitando vazamentos ilegais e comentários públicos.</strong>  “O respeito ao sigilo judicial foi sempre obedecido de modo absoluto”, acrescentou.</p>
<p>O procurador-geral também destacou sua atuação no caso do escândalo dos desvios no INSS, no acordo sobre o rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em Minas Gerais, e no combate ao crime organizado.</p>
<h2>Trama golpista</h2>
<p><strong>Senadores aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro criticaram a atuação do PGR no caso da trama golpista julgada no Supremo Tribunal Federal (STF)</strong>. A Corte reconheceu a culpa dos acusados por tentarem convencer comandantes militares a aderirem a um plano para anular as eleições e impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>O filho do ex-presidente, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acusou Gonet de “esculhambar” o Ministério Público.</strong></p>
<p>“O senhor entrou num jogo sujo de uma pessoa que, para mim, é doente. Mas o senhor está lá parece [que] cumprindo ordens dele”, disse, referindo-se ao relator do processo no STF, ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>O senador Flávio Bolsonaro saiu ainda em defesa do irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado pela Procuradoria-Geral da República de obstrução da Justiça ao promover uma campanha nos Estados Unidos para sanções contra ministros do STF e contra a economia brasileira.</p>
<p><strong>“Ele [Eduardo Bolsonaro] foi para os Estados Unidos denunciar os abusos de Alexandre de Moraes e Vossa Excelência está aqui abrindo inquérito para persegui-lo, ao invés de investigar as graves denúncias que estão sendo feitas. O senhor não tem vergonha de fazer isso?”, questionou o senador.</strong></p>
<p>Em resposta às críticas contra sua atuação no caso da trama golpista, Gonet reafirmou que nunca foi movido por questões partidárias.</p>
<blockquote>
<p>“[Os processos da PGR] são resultados da avaliação, sempre a mais detida possível e sempre a mais ampla possível, com relação a todos os aspectos que são objeto da atenção devida. Feita da forma mais sóbria e mais conscienciosa e, ao mesmo tempo, respeitosa com os que estão envolvidos nessas questões”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>Na sabatina, Gonet ressaltou a carta recebida da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) em apoio à sua recondução ao cargo de procurador-geral.</p>
<p><strong>No entanto, o senador Flávio Bolsonaro criticou a manifestação da ANPP.</strong> “A classe dos membros do Ministério Público Federal, isso é dito pelo representante de mais de 1.100 integrantes do Ministério Público Federal, pela ANPR, apoia integralmente a renovação do seu mandato. Parece que não há vergonha na classe em ter o atual Procurador-Geral à frente da carreira”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/em-sabatina-no-senado-gonet-diz-que-nao-ha-criminalizacao-da-politica</p>
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		<item>
		<title>Metade das cidades não tem estrutura para política de combate à fome</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate-a-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Praticamente metade (49%) das prefeituras do país não tinha, em 2024, estrutura organizacional para políticas de segurança alimentar e nutricional, ou seja, um órgão público municipal específico para tratar da fome. A mesma situação acontece em relação à existência dos conselhos de segurança alimentar e nutricional ─ instância que promove a participação da sociedade civil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Praticamente <strong>metade (49%) das prefeituras do país não tinha, em 2024, estrutura organizacional para políticas de segurança alimentar e nutricional,</strong> ou seja, um órgão público municipal específico para tratar da fome.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A mesma situação acontece em relação à existência dos conselhos de segurança alimentar e nutricional ─ instância que promove a participação da sociedade civil nas diretrizes de combate à fome. <strong>Apenas 51% dos municípios declararam a presença desses espaços de diálogo e decisão</strong>.</p>
<p>As constatações fazem parte da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais e Municipais, divulgada nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os pesquisadores traçaram um perfil das estruturas dos governos estaduais e das prefeituras para segurança alimentar e nutricional.</p>
<h2>Organização</h2>
<p>Dos 5.544 municípios que prestaram informações ao IBGE, 2.826 declararam ter estruturas como secretarias exclusivas ou subordinadas a outras áreas, por exemplo.</p>
<p>Apesar de praticamente metade das prefeituras não ter essas estruturas, o dado revela <strong>avanço em relação a 2018</strong>, quando <strong>36,6% dos municípios tinham declarado a existência desses órgãos. Em 2023, eram 50,3% deles.</strong></p>
<p>A gerente da pesquisa, Vania Maria Pacheco, aponta que <strong>os dados representam um “bom caminho” no enfrentamento à fome.</strong></p>
<p>&#8220;Mesmo com números modestos, é um bom indicativo da presença da política nos municípios, da importância dessa política para esses municípios&#8221;, avalia.</p>
<p>O IBGE identificou relação entre o porte populacional dos municípios e a presença de estrutura organizacional de combate à fome. Entre as cidades com até 5 mil habitantes, 39,6% tinham as instâncias.<strong> A proporção é crescente à medida que aumenta o porte da cidade. Nas que tinham mais de 500 mil moradores, o índice chega a 91,7%.</strong></p>
<p>Já entre as unidades da federação, <strong>todas as 26 que prestaram informações ao IBGE declararam ter instituições de segurança alimentar e nutricional</strong>. O levantamento não traz dados de Rondônia, que não repassou informações aos pesquisadores.</p>
<h2>Conselhos com sociedade civil</h2>
<p>Em relação aos <strong>conselhos de segurança alimentar</strong>, a presença em <strong>51% dos municípios em 2024 também representa avanço em relação a anos anteriores. Em 2018, eram 36,4%, passando para 44,9% em 2023</strong>.</p>
<p>No entanto, os pesquisadores identificaram que, dos 2.851 municípios que declararam a existência do órgão no ano passado, <strong>apenas 1.826 encontravam-se ativos</strong>, isto é, com um mínimo de reuniões regulares.</p>
<p>“O conselho tem que existir, mas tem que estar ativo, ou seja, realizando reuniões, sendo ativo na política”, frisa Vania Pacheco.</p>
<p>Entre as unidades da federação, todas apresentaram conselhos de combate à fome que promoviam a participação da sociedade civil.</p>
<h2>Legislação</h2>
<p>O levantamento do IBGE aponta que apenas pouco mais de um terço dos municípios tem leis próprias de segurança alimentar. <strong>Em 2018, 20,9% das cidades tinham lei municipal nesse sentido, parcela que chega a 36,3% em 2024</strong>.</p>
<p>Em relação a plano municipal de combate à fome, somente 394 municípios (7,1%) detinham o instrumento com diretrizes e ações municipais com objetivo de respeitar, proteger, promover e prover o direito à alimentação adequada para todas as pessoas.</p>
<p>Em 2023, o IBGE tinha apontado 18,8% das prefeituras. Mas, de acordo com a pesquisadora Vania Pacheco, as informações estavam superdimensionadas pelos informantes.</p>
<p>“A informação foi prestada equivocadamente. Esse plano não existia [em 2023] ou ele ainda estava em planejamento, em elaboração”, explica.</p>
<h2>Ações práticas</h2>
<p>Ao levantar dados sobre ações práticas de segurança alimentar, o IBGE constatou que<strong> 3.985 municípios (71,9% dos respondentes) desenvolviam ações de promoção do acesso da população a alimentos</strong>, da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>94,6% distribuíam cestas básicas</li>
<li>22,7% ofereciam refeições prontas</li>
<li>10% distribuíam benefício monetário</li>
<li>6,2% ofereciam vale-alimentação</li>
<li>14,5% outras formas</li>
</ul>
<p>A pesquisa identificou também que 78,7% dos municípios lançavam mão do Benefício Eventual da Assistência Social, uma espécie de ajuda temporária em caráter emergencial para pessoas em situação de insegurança alimentar, seja em forma de cesta básica ou benefício monetário, por exemplo.</p>
<h2>Agricultura familiar</h2>
<p>A agricultura familiar é um modo de produção que ajuda estados e municípios nas políticas de segurança alimentar.</p>
<p>À exceção do Tocantins e de Mato grosso do Sul, as demais<strong> 24 unidades da federação que forneceram dados aos IBGE relataram a compra de alimentos provenientes da agricultura familiar</strong>.<strong> Entre os municípios, mais da metade (54,9%) adotava a prática.</strong></p>
<p>A maior parte desses alimentos (81,1%) era destinada a redes socioassistenciais. As demais partes da produção familiar adquirida eram direcionadas a restaurantes populares, cozinhas de hospitais, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, mercados públicos e sacolões.</p>
<h2>Restaurantes populares</h2>
<p>Para traçar o perfil de estados e municípios, o IBGE coletou informações sobre a presença de equipamentos relacionados a segurança alimentar e nutricional.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram que <strong>3,8% das cidades declararam ter restaurantes populares</strong>. Eram 212 cidades nas quais funcionavam 329 desses estabelecimentos.</p>
<p>Nesses restaurantes, as refeições eram fornecidas de graça ou custando no máximo R$ 10. <strong>Entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, 66,7% tinham as unidades populares.</strong></p>
<p>Já os bancos de alimentos – locais que recebem gêneros alimentícios de doações ─ foram encontrados em 226 municípios, representando 4,1% dos respondentes. Cerca de 70% deles funcionavam cinco dias por semana.</p>
<p>Em relação aos equipamentos, como o IBGE não tem informações de anos anteriores, não foi possível fazer comparação entre períodos.</p>
<p>Para Vania Pacheco, a presença de ações e equipamentos é um indicativo da política de segurança alimentar “marcando presença nos municípios”.</p>
<blockquote>
<p>“É uma esperança minha que esses equipamentos se tornem cada vez mais presentes, em um número maior de municípios, e forneçam alimentação segura e saudável para esse quantitativo de pessoas que, muitas vezes, são pessoas em vulnerabilidade”, diz.</p>
</blockquote>
<h2>Fora do Mapa da Fome</h2>
<p>Em julho deste ano, um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) apontou que o Brasil deixou o chamado Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>
<p>O Brasil já tinha alcançado esse patamar em 2014, mas retornou ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate-fome</p>
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		<title>Lula visita Sudeste Asiático para ampliar relação política e comercial</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 01:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta quinta-feira (23) uma visita de Estado à Indonésia. Ele já está em Jacarta, onde será recebido pelo presidente do país, Prabowo Subianto, para reafirmar a relação estratégica bilateral e tratar de outros temas da agenda regional e multilateral. A recepção oficial será realizada pela manhã na capital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta quinta-feira (23) uma visita de Estado à Indonésia. </strong>Ele já está em Jacarta, onde será recebido pelo presidente do país, Prabowo Subianto, para reafirmar a relação estratégica bilateral e tratar de outros temas da agenda regional e multilateral.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Lula-visita-Sudeste-Asiatico-para-ampliar-relacao-politica-e-comercial.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Lula-visita-Sudeste-Asiatico-para-ampliar-relacao-politica-e-comercial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A recepção oficial será realizada pela manhã na capital indonésia, pouco depois da meia-noite no horário de Brasília. O fuso horário de Jacarta é de 10 horas à frente do horário de Brasília. <strong>Na pauta, estão instrumentos de cooperação em diversas áreas: ciência, tecnologia e inovação, energia e recursos minerais, medidas sanitárias e fitossanitárias, além de cooperação estatística.</strong></p>
<p><strong>Brasil e Indonésia estabeleceram Parceria Estratégica em 2008, a primeira do Brasil no Sudeste Asiático. </strong>A relação bilateral tem se aprofundado em diversas áreas, como comércio agrícola, bioenergia, defesa e desenvolvimento sustentável. Em 2024, o intercâmbio comercial entre os dois países atingiu o recorde de US$ 6,3 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 2,6 bilhões.</p>
<p>A agenda do presidente também prevê participação no Fórum Econômico Brasil-Indonésia, com empresários de ambos os países.</p>
<p><strong>Lula busca uma aproximação política com os países asiáticos e a possibilidade de expansão do comércio brasileiro com um mercado de 680 milhões de habitantes. </strong>A viagem à Indonésia é também uma retribuição à recente visita oficial de Subianto ao Brasil, ocorrida em julho deste ano, logo após a 17ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro.</p>
<p>Na sexta-feira (24), o presidente Lula tem encontro marcado com o secretário-geral da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), o cambojano Kao Kim Hourn. A sede da entidade fica na capital da Indonésia.</p>
<p><strong>À tarde, Lula embarca para Kuala Lumpur, na Malásia.</strong> Lá, a programação inclui participações na cúpula da Asean e no encontro de líderes do Leste Asiático (EAS), além de um possível encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ainda não está confirmado.</p>
<p><strong>O Brasil é o único país latino-americano a manter Parceria de Diálogo Setorial com a Asean, com iniciativas de coordenação política e de cooperação multissetorial.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/lula-visita-sudeste-asiatico-para-ampliar-relacao-politica-e-comercial</p>
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