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		<title>“Estado tem que chegar aos mais pobres”, diz Lula em evento em MG</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 23:06:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta (11), que as políticas públicas promovidas pelo Estado devam chegar até os mais pobres, onde eles estiverem. Ele participou da abertura da Caravana Federativa em Belo Horizonte, uma iniciativa do governo federal para atender serviços necessários aos municípios.  “Nós temos que nos indignar com as [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta (11), que as políticas públicas promovidas pelo Estado devam chegar até os mais pobres, onde eles estiverem. </strong>Ele participou da abertura da Caravana Federativa em Belo Horizonte, uma iniciativa do governo federal para atender serviços necessários aos municípios. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Estado-tem-que-chegar-aos-mais-pobres-diz-Lula-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Estado-tem-que-chegar-aos-mais-pobres-diz-Lula-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós temos que nos indignar com as desigualdades”, disse o presidente. Lula explicou que o objetivo da caravana é realizar integração de serviços dos entes federativos. Ele exemplificou que os prefeitos devem solicitar que as ações cheguem onde mais é necessário. </p>
<blockquote>
<p>“Nós temos estrutura de procurar as pessoas para cuidar delas. E é isso que nós estamos fazendo”, garantiu Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>O presidente defendeu que é necessário fazer a caravana porque a política pública deve ir até o povo.</strong> “Não vamos esperar que uma pessoa que não tem dente, no Vale do Jequitinhonha, no Vale do Mucuri, tenha tempo de tomar um banho, sair de casa e ir à cidade ao dentista”, argumentou. </p>
<h2>Centro de radioterapia</h2>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também no evento, chamou atenção para a importância da inauguração de mais um centro de radioterapia na cidade de Itabira (MG), que vai ampliar a oferta de tratamento oncológico no Sistema Único de Saúde (SUS) nesta quinta-feira (11). A unidade foi financiada pelo governo federal, por meio do Novo PAC.</p>
<p><strong>O investimento na sala de radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores foi de R$ 13,9 milhões, entre obras e equipamentos. Os centros são equipados com acelerador linear e outras tecnologias de ponta para o tratamento do câncer.</strong></p>
<p>Foram inaugurados centros também no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Goiânia); no Hospital Geral Tarquínio Lopes Filho (São Luís – MA); na Santa Casa de Misericórdia de Marília (SP); e no Hospital Maternidade São José (Colatina – ES). Juntos, esses investimentos ultrapassam R$ 53,7 milhões.</p>
<p>O ministro disse que o Estado contará também com carreta para fazer tomografia para resolver problemas de filas de exame. A carreta da saúde da mulher contará com ultrassom, exame de colo de útero, mamografia e biópsia de câncer. </p>
<p>Ele destacou ainda a entrega de 32 novas unidades de saúde bucal. “Agora a unidade móvel vai até a área rural e até a periferia da cidade”, ressaltou.</p>
<p>No evento, a ministra das relações institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que a caravana é uma política interministerial. “Ninguém governa sozinho, nós precisamos nos ajudar para governar o Brasil (&#8230;) independente de partido político ou de posição, nós temos um compromisso com a população e temos que fazer essas entregas”.</p>
<h2>Ações</h2>
<p><strong>Em Minas Gerais, segundo o governo federal, a ação vai oferecer atendimento e suporte técnico por meio dos balcões de ministérios e órgãos federais, além de oficinas temáticas voltadas à qualificação de gestores municipais e estaduais. </strong></p>
<p>Estão previstos diálogos promovidos por diferentes ministérios, incluindo programas e projetos estruturantes do governo para o Estado, a participação das mulheres nos espaços de poder e ações federais para reparação do crime ambiental na bacia do Rio Doce e no litoral norte capixaba. </p>
<p>A caravana, desde 2023, contemplou os Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Amapá, Piauí e Pará.</p>
<h2>Pobres no orçamento</h2>
<p>O presidente Lula argumentou que os pobres, costumeiramente, são tratados como se fossem “invisíveis”. Ele criticou que na elaboração do orçamento da União, os pobres “não aparecem” porque já existe uma estrutura formatada para distribuir os recursos. “Nós tivemos que começar a mudar alguns padrões”, afirmou Lula.  </p>
<p>No evento, ainda, Lula manifestou preocupação com a tensão entre Venezuela e Estados Unidos. <strong>Ele disse que manifestou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não deseja uma guerra na América Latina. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Eu falei que acredito mais no poder da palavra do que no poder da arma”.</p>
</blockquote>
<p>Mais uma vez, também, o presidente repudiou os casos de violência contra a mulher e feminicídios no País. “Se a gente não mudar o nosso processo de educação, não adianta fazer lei aumentando pena, criar pena de morte. Não adianta aumentar para 80 anos”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/estado-tem-que-chegar-aos-mais-pobres-diz-lula-em-evento-em-mg</p>
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		<title>Em Roma, Lula defende que pobres sejam colocados no orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:28:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (13), durante a abertura do Fórum Mundial da Alimentação, em Roma, que os pobres sejam colocados no orçamento de seus países. “Não se trata de assistencialismo”, garantiu. “É preciso colocar os pobres no orçamento e transformar esse objetivo em política de Estado. Para evitar que [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (13), durante a abertura do Fórum Mundial da Alimentação, em Roma, que os pobres sejam colocados no orçamento de seus países. “Não se trata de assistencialismo”, garantiu.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Em-Roma-Lula-defende-que-pobres-sejam-colocados-no-orcamento.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Em-Roma-Lula-defende-que-pobres-sejam-colocados-no-orcamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“É preciso colocar os pobres no orçamento e transformar esse objetivo em política de Estado. Para evitar que avanços fiquem à mercê de crises ou marés políticas. Mesmo líderes de países com orçamentos pequenos podem e precisam fazer essa escolha.”</p>
</blockquote>
<p>Em seu discurso, <strong>Lula destacou o anúncio feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) de que o Brasil havia, novamente, saído do mapa da fome.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Trinta milhões de pessoas começaram a almoçar, jantar e tomar café. Em 2024, alcançamos a menor proporção de domicílios em situação de insegurança alimentar grave da nossa história”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>O presidente citou ainda que o Brasil registrou, no mesmo período, a menor proporção de domicílios com crianças menores de 5 anos em situação de insegurança alimentar grave desde 2024. “Estamos interrompendo o ciclo de exclusão”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Um país soberano é um país capaz de alimentar o seu povo. A fome é inimiga da democracia e do pleno exercício da cidadania. É possível superá-la por meio de ação governamental, mas governos só podem agir se dispuserem de meios”, avaliou Lula.</p>
</blockquote>
<p>Para tanto, segundo o presidente, ampliar o financiamento ao desenvolvimento, reduzir os custos de empréstimos, aperfeiçoar sistemas tributários e aliviar as dívidas de países mais pobres figuram como medidas cruciais.</p>
<blockquote>
<p>“Não basta produzir. É preciso distribuir. Poucas iniciativas contribuiriam tanto para a segurança alimentar quanto uma reforma da arquitetura financeira internacional, que direcionasse recursos para quem mais precisa.”</p>
</blockquote>
<p>Em sua fala, <strong>Lula destacou que América Latina e Caribe vivem o paradoxo de serem celeiro do mundo enquanto convivem com a fome. Já a África, segundo ele, registra crescimento econômico e aumento preocupante dos níveis de insegurança alimentar.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/em-roma-lula-defende-que-pobres-sejam-colocados-no-orcamento</p>
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		<title>Brics pede renegociação de dívidas de países pobres dentro do G20</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2025 18:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os países do Brics defenderam a renegociação de dívidas de economias de renda baixa e média dentro de um mecanismo sugerido pelo G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). A sugestão consta da Declaração de Líderes do Brics, assinada neste domingo (6) pelos países membros e associados ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Os países do Brics defenderam a renegociação de dívidas de economias de renda baixa e média dentro de um mecanismo sugerido pelo G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). </strong>A sugestão consta da Declaração de Líderes do Brics, assinada neste domingo (6) pelos países membros e associados ao grupo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Brics-pede-renegociacao-de-dividas-de-paises-pobres-dentro-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Brics-pede-renegociacao-de-dividas-de-paises-pobres-dentro-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento defendeu um tratamento “holístico” ao endividamento internacional, principalmente de países mais pobres afetados por choques econômicos internacionais nos últimos anos. <strong>O texto ressalta que juros altos e condições de crédito internacional mais restritas pioram as vulnerabilidades de muitos países.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Acreditamos que é necessário enfrentar adequada e holisticamente o endividamento internacional para apoiar a recuperação econômica e o desenvolvimento sustentável, considerando as leis e os procedimentos internos de cada nação, acompanhados por endividamento externo sustentável e responsabilidade fiscal”, destacou o documento.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Brics pediu a implementação do Marco Comum do G20 para Tratamento da Dívida. </strong>Acertado na reunião do G20, no ano passado, o mecanismo prevê discussões bilaterais entre governos, credores privados e bancos multilaterais de desenvolvimento, como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento e Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do Brics.</p>
<blockquote>
<p>“Um dos instrumentos, entre outros, para lidar coletivamente com vulnerabilidades relacionadas à dívida é a implementação previsível, ordenada, oportuna e coordenada do Marco Comum do G20 para Tratamento da Dívida, com a participação de credores bilaterais oficiais, credores privados e Bancos Multilaterais de Desenvolvimento (MDBs em inglês), em conformidade com o princípio de ação conjunta e repartição justa de encargos”, destacou o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Mecanismo de garantias</h2>
<p>A declaração final também mencionou o início das discussões sobre uma iniciativa de Garantias Multilaterais (GMB), defendeu a criação de um mecanismo de garantias entre os países do Brics. Esse instrumento pretende reunir ativos de vários países para cobrir eventuais inadimplências. Caso entre em prática, esse sistema resulta em juros mais baixos para empréstimos e financiamentos externos.</p>
<blockquote>
<p>“A GMB visa oferecer instrumentos de garantia personalizados para reduzir o risco de investimentos estratégicos e melhorar a credibilidade, no Bricas e no Sul Global. Com base nas lições aprendidas nas experiências internacionais, concordamos com as diretrizes para incubar a GMB dentro do NDB [Novo Banco de Desenvolvimento] como uma iniciativa piloto, começando com seus membros, sem aportes de capital adicionais. Esperamos desenvolver essa iniciativa piloto ao longo de 2025, com vistas a relatar o progresso na Cúpula do Brics de 2026”, destacou.</p>
</blockquote>
<p>A declaração conjunta dos ministros de Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do Brics, divulgada sábado (5) à noite, previa a criação de um mecanismo semelhante para financiamentos climáticos e investimentos em infraestrutura.</p>
<p><strong>O texto final dos líderes do Brics também mencionou outros mecanismos acordados pelos ministros de Finanças e presidentes dos Bancos Centrais, </strong>como a revisão do Acordo de Reservas Contingentes (ARC) para incluir novas moedas. O ARC é um mecanismo de ajuda financeira mútua criado em 2014 em caso de dificuldades no balanço de pagamentos (contas externas e investimentos estrangeiros) por países de média e de baixa renda.</p>
<h2>Brics</h2>
<p><strong>O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. </strong>Também participam os países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão. Sob a presidência do Brasil, a 17ª Reunião de Cúpula do Brics ocorre no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho.</p>
<p>Os 11 países representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/brics-pede-renegociacao-de-dividas-de-paises-pobres-dentro-do-g20</p>
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		<title>Lula critica redução de apoio ao desenvolvimento de países mais pobres</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, neste domingo (8), a redução da assistência financeira de países mais ricos para apoiar o desenvolvimento econômico, ambiental e social de países mais pobres. Segundo Lula, em 2024, a Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD) caiu 7%, enquanto as despesas militares cresceram 9,4%. “Isso mostra que não falta dinheiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, neste domingo (8), a redução da assistência financeira de países mais ricos para apoiar o desenvolvimento econômico, ambiental e social de países mais pobres. <strong>Segundo Lula, em 2024, a Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD) caiu 7%, enquanto as despesas militares cresceram 9,4%.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Lula-critica-reducao-de-apoio-ao-desenvolvimento-de-paises-mais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Lula-critica-reducao-de-apoio-ao-desenvolvimento-de-paises-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Isso mostra que não falta dinheiro. O que falta é disposição e compromisso político para financiar”, disse Lula em sua participação no Fórum de Economia e Finanças Azuis, em Mônaco.</p>
</blockquote>
<p><strong>A AOD é definida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) como a ajuda oficial que visa promover o bem-estar econômico e social nos países em desenvolvimento</strong>, com o objetivo principal de alívio da pobreza. A assistência inclui tanto financiamento como a concessão de empréstimos, subvenções e outros recursos, diretamente pelos países ou por organismos multilaterais. É uma ferramenta importante para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p>Lula está em visita oficial à França e, hoje, participou desse fórum que tem objetivo de identificar e mobilizar soluções para apoiar a chamada economia azul – atividades econômicas marinhas e costeiras – e conservar os ecossistemas marinhos. Em seu discurso, o brasileiro lembrou que os oceanos também não recebem o “devido reconhecimento pelo que nos proporciona”.</p>
<p>“O ODS 14, dedicado à conservação e ao uso sustentável dos recursos marinhos, é um dos objetivos com menor financiamento de toda a Agenda 2030. O déficit para sua implementação é estimado em US$ 150 bilhões por ano”, destacou.</p>
<p>Enquanto isso, segundo o presidente, além de cumprir a função de principal regulador climático, pelo mar trafegam mais de 80% do comércio internacional e 97% das redes mundiais de dados, com uma geração econômica anual de US$ 2,6 trilhões. “Se fosse um país, o oceano ocuparia a quinta posição entre as maiores economias do mundo”, afirmou.</p>
<p><strong>Segundo ele, é preciso concluir o instrumento vinculante para acabar com a poluição por plástico nos oceanos e avançar na ratificação do novo tratado para a biodiversidade nas águas internacionais.</strong> Lula lembrou também que a adoção, pela Organização Marítima Internacional, das metas vinculantes para zerar as emissões de carbono na navegação até 2050 promete multiplicar a demanda por energias renováveis e reduziria a dependência global de combustíveis fósseis.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=426877:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Lula-critica-reducao-de-apoio-ao-desenvolvimento-de-paises-mais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Mônaco, 08/06/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sessão de Encerramento do Fórum de Economia e Finanças Azuis. Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"/></noscript><br />
    <!-- END scald=426877 --></div>
<p><h6 class="meta">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante sessão de Encerramento do Fórum de Economia e Finanças Azuis &#8211; <strong>Foto: Ricardo Stuckert/PR</strong><!--END copyright=426877--></h6>
</p>
</div>
<h2>Problema crônico</h2>
<p><strong>Para o presidente Lula, a insuficiência de recursos é um problema crônico de várias iniciativas multilaterais</strong>. Ele citou a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), em Baku no Azerbaijão, que teve resultados aquém do esperado.</p>
<p>O evento foi criticado por não ter cumprido as expectativas de um acordo robusto sobre financiamento climático. A nova meta de financiamento de US$ 300 bilhões anuais até 2035, embora um avanço em relação ao antigo acordo de US$ 100 bilhões, ficou aquém das necessidades e da solicitação de US$ 1,3 trilhão dos países em desenvolvimento, que pediam financiamento para adaptação e mitigação das mudanças climáticas.</p>
<p><strong>Segundo Lula, a presidência brasileira da COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro deste ano, quer reverter esse quadro.</strong> “O planeta não aguenta mais promessas não cumpridas. Não há saída isolada para os desafios que requerem ação coletiva”, reforçou.</p>
<p>O presidente lembrou ainda que países em desenvolvimento dependem mais da economia azul do que as nações industrializadas, segundo dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). Nesse sentido, a elevação do nível do mar e os eventos climáticos extremos das cidades costeiras vitimam sempre os mais vulneráveis.</p>
<blockquote>
<p>“Entre os 33 países da América Latina e Caribe, 23 possuem mais território marítimo do que terrestre. A África detém 13 milhões de quilômetros quadrados de território marítimo; isso equivale à soma do território continental da União Europeia e dos Estados Unidos. Tornar a economia azul mais forte, diversa e sustentável contribui para a prosperidade do mundo em desenvolvimento”, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p>Para ele, as instituições financeiras internacionais têm um papel central a cumprir e é preciso também desburocratizar o acesso a fundos climáticos. “Insistimos na necessidade de contar com bancos multilaterais melhores, maiores e mais eficazes. Instrumentos como a troca de dívida por desenvolvimento e a emissão de direitos especiais de saque podem mobilizar recursos valiosos”, sugeriu.</p>
<p>Às autoridades do fórum, Lula falou sobre as iniciativas brasileiras, como o programa Bolsa Verde, que transfere renda para mais de 12 mil famílias que ajudam a preservar unidades de conservação marinhas; os US$ 70 milhões na carteira de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social dedicada à economia azul; e o financiamento de projetos de planejamento espacial marinho, conservação costeira e descarbonização da frota naval e infraestrutura portuária.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Ainda neste domingo, Lula tem encontros privados com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e com a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Audrey Azoulay.</p>
<p>Na segunda-feira (9), ele cumpre os últimos compromissos na França, entre eles, a participação na 3ª Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (UNOC 3), em Nice.</p>
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<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-06/lula-critica-reducao-de-apoio-ao-desenvolvimento-de-paises-mais-pobres</p>
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		<title>Renda dos 10% mais ricos é 13,4 vezes maior que dos 40% mais pobres</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2025 13:07:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou, em 2024, a menor diferença entre os maiores e os menores rendimentos desde 2012. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (8), os 10% da população brasileira com os maiores rendimentos recebem 13,4 [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O Brasil registrou, em 2024, a menor diferença entre os maiores e os menores rendimentos desde 2012</strong>. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (8), os <strong>10% da população brasileira com os maiores rendimentos recebem 13,4 vezes o que ganham os 40% da população com os menores rendimentos</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Renda-dos-10-mais-ricos-e-134-vezes-maior-que.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Renda-dos-10-mais-ricos-e-134-vezes-maior-que.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar do país ainda ser bastante desigual, essa é a menor razão registrada desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. </p>
<p><strong>Em 2024, os 10% da população que ganham mais recebiam, em média, R$ 8.034. Já os 40% da população que recebem menos, ganhavam, em média, R$ 601</strong>. Em 2018, foi registrada a maior diferença, os 10% mais ricos recebiam 17,8 vezes o que ganhavam os 40% mais pobres.</p>
<p><strong>Considerados os 1% com os maiores rendimentos, a diferença aumenta. O rendimento médio dessa parcela da população chegava, em 2024, a R$ 21.767, 36,2 vezes o rendimento dos 40% de menor renda</strong>. Essa razão reduziu em relação a 2023, quando era 39,2 vezes.</p>
<p>A Pnad investiga, regularmente, informações sobre os rendimentos das pessoas residentes no Brasil. A pesquisa considera os rendimentos do trabalho, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como alugueis, aplicações financeiras e bolsas de estudo.</p>
<h2>Aumento da renda</h2>
<p>A Pnad mostra que houve um <strong>maior aumento real (descontando a inflação do período) daqueles que recebem menos</strong>. Entre os 40% com os menores rendimentos mensais reais domiciliares per capita houve um aumento de 9,3% em 2024 na comparação com 2023, (de R$ 550 para R$ 601). Já entre os 10% com os maiores rendimentos, essa variação foi menor em um ano (1,5%), passando de R$ 7.914 para R$ 8.034.  </p>
<p><strong>Em todo o país, em média, o rendimento mensal real domiciliar per capita foi de R$ 2.020, em 2024.</strong> Esse valor é o maior da série histórica e representa um aumento de 4,7% em relação a 2023, quando era R$ 1.929.</p>
<p>“Nas classes de menor renda, a gente observou que o crescimento ficou bastante acima da média do país, enquanto nas classes de maior renda, o crescimento, principalmente nos 10% de maior renda, ficaram abaixo da média do país”, diz o analista do IBGE, Gustavo Fontes.</p>
<p>Segundo a pesquisa, entre os fatores que podem explicar crescimento dos menores rendimentos estão:</p>
<ul>
<li>o <strong>dinamismo do mercado de trabalho</strong> nos últimos anos, com a elevação do nível de ocupação e o crescimento do rendimento médio do trabalho, inclusive nos décimos mais baixos da distribuição;</li>
<li>os <strong>reajustes do salário mínimo</strong>; e</li>
<li>o recebimento de <strong>benefícios de diferentes programas sociais</strong> do governo.</li>
</ul>
<p>Especificamente em relação ao ano de 2019, destaca-se também a expansão dos domicílios abrangidos pelo Programa Bolsa Família e os maiores valores médios pagos como benefício.</p>
<p>Em relação às regiões do país, de acordo com os resultados da Pnad, entre 2019 e 2024, <strong>os maiores aumentos entre os 40% com os menores rendimentos ocorreram no Norte (54,7%) e Nordeste (51,1%)</strong>. A Região Sul (16,5%) apresentou a menor expansão.</p>
<p><strong>Em valores, no entanto, a região Nordeste possui o menor valor per capita entre os 40% com os menores rendimentos, R$ 408</strong>. A região Norte aparece em segundo lugar, com R$ 444. <strong>Já a região Sul está no topo, com R$ 891, </strong>seguida pela região Sudeste, com R$ 765, e Centro-Oeste, com R$ 757.</p>
<h2>Menor desigualdade</h2>
<p>Em 2024, o Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita também diminuiu, alcançando 0,506, o menor valor da série, indicando menor desigualdade. </p>
<p><strong>O Índice de Gini mede a concentração de renda da população. </strong>O indicador varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade.</p>
<p>A série histórica mostra que de 2012 a 2015, houve uma tendência de redução da desigualdade, com o índice variando de 0,540 para 0,524. </p>
<p>Em 2016, o índice começa a aumentar, mostrando também o aumento da desigualdade. <strong>Em 2018, atingiu o maior valor da série, 0,545.</strong> </p>
<p>Em 2022, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita caiu para 0,518, estabilizando-se nesse valor em 2023.</p>
<p>Segundo Fontes, o Brasil ainda é um país desigual, mas apresentou melhoras.</p>
<blockquote>
<p>“O Brasil, inegavelmente, ainda é um país bastante desigual, se a gente comparar com diferentes indicadores de desigualdade de renda. Mas, em 2024, a gente observa uma melhoria nessa distribuição de renda.”</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/renda-dos-10-mais-ricos-e-134-vezes-maior-que-dos-40-mais-pobres</p>
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