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		<title>Dinossauros viveram na Amazônia, descobrem pesquisadores de Roraima</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 13:27:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presença dos dinossauros em diversas regiões do Brasil já é conhecida por pesquisadores há muito tempo. Fósseis importantes já foram descobertos, mas não havia nenhuma evidência de que eles teriam habitado a região amazônica.  Agora, pesquisadores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) conseguiram identificar, pela primeira vez, indícios de que os animais viveram na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A presença dos dinossauros em diversas regiões do Brasil já é conhecida por pesquisadores há muito tempo. Fósseis importantes já foram descobertos, mas não havia nenhuma evidência de que eles teriam habitado a região amazônica. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Dinossauros-viveram-na-Amazonia-descobrem-pesquisadores-de-Roraima.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Dinossauros-viveram-na-Amazonia-descobrem-pesquisadores-de-Roraima.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Agora, pesquisadores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) conseguiram identificar, pela primeira vez, indícios de que os animais viveram na Amazônia há mais de 103 milhões de anos.</strong></p>
<p><strong>Os principais indícios foram mais de dez pegadas da era jurássico-cretácea identificadas na região conhecida como Bacia do Tacutu.</strong> Os registros foram localizados na cidade de Bonfim, no norte de Roraima. </p>
<p>No entanto, não é possível identificar com certeza a quais tipos de dinossauros pertenciam essas pegadas, mas dá para saber, a partir delas, quais grupos viviam na região. <strong>Entre eles estão os raptores, ornitópodes (bípedes e herbívoros), além dos xireóforos, que têm uma espécie de armadura óssea na parte superior do corpo.</strong></p>
<h2>Dificuldade </h2>
<p>A região da Amazônia sempre apresentou poucas descobertas arqueológicas porque as rochas do local foram expostas e passaram pelo processo de intemperização. Esse fenômeno causa o desgaste e a decomposição da rocha, o que dificulta a preservação dos fósseis.</p>
<p><strong>Segundo o pesquisador Lucas Barros, que encontrou a pegada, a preservação do material ósseo acontece apenas quando as rochas estão soterradas.  </strong></p>
<p>“O Tacutu seria um vale com diversos canais de rios que fluíam juntos. Era um local com muita água e muita vegetação”, explica o pesquisador, que concluiu recentemente um mestrado sobre o tema na Unipampa.</p>
<blockquote>
<p>“Se você tem um vale com muita umidade, as barras do rio também ficarão úmidas. Após o animal fazer essa pegada, ela perde, com o tempo, a umidade e fica dura. Isso permite que ela resista ao processo de soterramento”.</p>
</blockquote>
<p>Com o passar de milhares de anos, a pegada soterrada solidifica-se e vira uma rocha que consegue, mesmo quando exposta, resistir à ação erosiva e intempérica do solo.</p>
<p>Uma pequena vegetação de cerrado na Bacia do Tacutu também permitiu a preservação das pegadas. </p>
<blockquote>
<p>“Essa mancha de savana permite que a gente encontre afloramentos nas rochas e verifique se existe alguma coisa ali de conteúdo fossilífero. [Isso possibilita] que a gente também descubra fósseis de invertebrados e vegetais, troncos fossilizados e impressões de folhas,” explica Barros.</p>
</blockquote>
<h2>11 anos de pesquisa</h2>
<p><strong>As pegadas de dinossauro foram identificadas em 2014, em uma atividade de campo dos alunos de geologia da UFRR, comandada pelo professor Vladimir Souza. </strong>Na época, a universidade não tinha nenhum especialista em paleoecologia (que estuda a relação de organismos fósseis e seus ambientes passados), nem o equipamento necessário para realizar a análise das pegadas.</p>
<p>Assim, o projeto acabou sendo engavetado e a descoberta acabou não sendo divulgada. </p>
<p>“Se na época a gente divulgasse isso, viriam outras pessoas e tomariam a pesquisa para eles”, diz Souza. </p>
<p>Em 2021, o estudo foi reativado por Barros, que a transformou, com o professor Felipe Pinheiro, da Unipampa, em tese de mestrado. Barros começou a mapear os locais que possuíam icnofósseis, que são vestígios da presença de organismos que viveram no passado.</p>
<p>A identificação das pegadas começa com a técnica de fotogrametria, em que um modelo 3D de alta fidelidade é criado. </p>
<p>“Isso permite digitalizar o modelo em uma escala muito fiel. É através disso que nós descrevemos essas pegadas. Foi o que eu realizei durante o meu mestrado, descrevi essas pegadas e descobri novos afloramentos”, explica. </p>
<h2>Próximos passos </h2>
<p><strong>Barros estima que existam centenas de pegadas na Bacia do Tacutu.</strong> Neste momento, o pesquisador investiga pegadas localizadas na terra indígena Jabuti, em que já foram encontradas quatro áreas com valor científico.</p>
<p>Muitas pegadas são encontradas em áreas privadas, o que impede que sejam estudadas plenamente. Alguns fazendeiros temem que novas pesquisas levem à demarcação de suas terras, à tomada de suas propriedades pelo governo ou à falta de indenização adequada.</p>
<p> </p>
<p><em>*Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/dinossauros-viveram-na-amazonia-descobrem-pesquisadores-de-roraima</p>
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		<title>Pesquisadores brasileiros criam teste rápido para bebidas adulteradas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pesquisadores-brasileiros-criam-teste-rapido-para-bebidas-adulteradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 10:03:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em meio a uma onda de casos de intoxicação por metanol devido a bebidas adulteradas, pesquisadores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveram um nariz eletrônico que consegue identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas. Basta uma única gota da bebida para o equipamento reconhecer odores estranhos em relação à bebida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em meio a uma onda de casos de intoxicação por metanol devido a bebidas adulteradas,<strong> pesquisadores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveram um nariz eletrônico que consegue identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas.</strong> Basta uma única gota da bebida para o equipamento reconhecer odores estranhos em relação à bebida original. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-brasileiros-criam-teste-rapido-para-bebidas-adulteradas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-brasileiros-criam-teste-rapido-para-bebidas-adulteradas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O nariz eletrônico transforma aromas em dados. Esses dados alimentam a inteligência artificial que aprende a reconhecer a assinatura do cheiro de cada amostra&#8221;, explica o professor Leandro Almeida, do Centro de Informática.</p>
</blockquote>
<p>São apresentadas amostras de bebidas sabidamente verdadeiras para que a máquina seja calibrada para aprender a reconhecê-las e depois são apresentadas versões adulteradas.</p>
<p><strong> A leitura dos aromas é feita pelo equipamento em até 60 segundos. Ele detecta não só a presença de metanol como de qualquer outro tipo de adulteração, como por exemplo, bebidas diluídas em água. Os pesquisadores prometem uma margem de segurança de 98%</strong></p>
<h2>Outros usos</h2>
<p>A  tecnologia foi desenvolvida inicialmente para ser setor de petróleo e gás, como explica Leandro: &#8220;Na verdade, essa pesquisa começou há 10 anos para avaliar o odorizante do gás natural&#8221;. O odorizante é o cheiro adicionado ao gás de cozinha para detectar vazamentos. </p>
<p>O nariz eletrônico também pode identificar adulterações em alimentos ou mesmo para uso em hospitais para identificar, pelo cheiro, a presença de micro-organismos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Você pode falar de, por exemplo, a qualidade de um café,  a qualidade de um pescado, de uma carne vermelha, carne branca, peixe, pescados&#8221;, explica Leandro.</p>
</blockquote>
<p>Ele lembra, por exemplo, que a indústria de alimentos tem usado para verificar a qualidade do óleo de soja para produção de margarina.</p>
<p>O grupo de pesquisa também pensa em caminhos para viabilizar o uso da tecnologia no setor de bares, restaurantes e adegas. Umas das possiblidades é disponibilizar equipamentos para os donos dos estabelecimentos que revendem a bebida por meio de tótens acessíveis aos clientes. Outra ideia é produzir equipamentos portáteis para que a empresa que fabrica a bebida verifique, ela própria, se o produto oferecida nos estabelecimentos é realmente verdadeiro. </p>
<p>Leandro cogita ainda um produto desenvolvido para ser usado pelo próprio consumidor: &#8220;Nós já temos o desenho de uma canetinha para o cliente final. Para que ele mesmo consultar a sua bebida ou alimento&#8221;.</p>
<p><strong>Por enquanto, a versão etílica do nariz eletrônico só foi testada em laboratório. Antes de ser comercializada, ela também precisa ser testada em ambiente real. Para tornar a tecnologia acessível estima-se que seria necessário um investimento de cerca de R$ 10 milhões. </strong></p>
<h2>Rec’N’Play </h2>
<p>O nariz eletrônico foi apresentado na Rec’n’Play 2025, o festival de inovação e tecnologia que começou na quarta-feira (15) e termina nesse sábado, no Porto Digital, em Recife. </p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Porto Digital </em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/pesquisadores-brasileiros-criam-teste-rapido-para-bebidas-adulteradas</p>
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		<title>Pesquisadores com soluções para comunidades recebem Prêmio Finep</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 10:45:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O pesquisador Tiago Calves Nunes foi o primeiro de sua família a chegar ao ensino superior na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Ingressou no doutorado, criou empresa e viu sonhos se realizarem.  O filho de pescador e de dona de casa queria ajudar produtores rurais no pantanal e criou um pesticida sustentável à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O pesquisador Tiago Calves Nunes foi o primeiro de sua família a chegar ao ensino superior na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Ingressou no doutorado, criou empresa e viu sonhos se realizarem. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-Premio-Finep.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-Premio-Finep.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O filho de pescador e de dona de casa queria ajudar produtores rurais no pantanal e criou um pesticida sustentável à base de um fungo. Nessa quarta-feira (8), ele foi aplaudido e se emocionou ao receber o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a4JvoeSX3mk" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Prêmio Finep, na etapa Centro-Oeste</a> na categoria Deep Tech.</p>
<p><strong>A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) é uma empresa pública brasileira que investe na inovação tecnológica e apresentou os projetos de 18 <a href="http:// http://finep.gov.br/images/noticias/2025/Finalistas_Centro_Oeste_.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">finalistas em sete categorias</a>.</strong> O Prêmio Finep de Inovação 2025 não concede recursos financeiros, mas sim troféus e certificados.</p>
<h2>Inovação</h2>
<p>Como no caso de Tiago Nunes, a ideia do prêmio é estimular a descentralização da pesquisa.  “Meu pai foi pescador profissional, homem simples, trabalhador, que tirava o sustento das águas do Pantanal”. </p>
<p><strong>A pesquisa feita por ele transformou micro-organismos invisíveis em soluções para regenerar o solo, fortalecer as plantas e devolver a dignidade a quem vive da agricultura.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Ao segurar esse prêmio, eu lembro do menino que ajudava o pai, na beira do rio, que sonhava em estudar. Hoje estamos aqui, mostrando que educação cria futuro”. </p>
</blockquote>
<h2>Diversidade regional</h2>
<p><strong>O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, explicou que o prêmio de inovação, que retornou após dez anos, busca valorizar a diversidade regional, o potencial criativo e o compromisso de fazer com que o conhecimento chegue a mais brasileiros.</strong> </p>
<p>Ele entende ser importante descentralizar o desenvolvimento, olhar ciência e tecnologia em todos os cantos do país. “O prêmio busca reconhecer, fortalecer e dar visibilidade às soluções que brotam em cada território e que, somadas, constroem o Brasil do conhecimento”. </p>
<p><strong>Elias explicou que, entre 2023 e 2025, foram contratados, na Região Centro-Oeste, cerca de R$ 2,3 bilhões em 319 projetos, sendo R$ 1,1 bilhão em 2025</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Os temas apoiados refletem a força e a diversidade dessa região. Nanotecnologia, sustentabilidade agrícola, saneamento ambiental, biotecnologia de baixo carbono, tratamento de minérios, ciência animal, agroquímica e bioquímica”, disse o presidente da empresa.</p>
</blockquote>
<p>Ele lembrou que, em nações desenvolvidas, a ciência e a inovação são pilares estruturantes do processo de crescimento.</p>
<p><strong>O presidente da Finep informou que, em todo o Brasil, entre 2019 e 2022, foram contratados cerca de R$ 13 bilhões em 1,8 mil projetos. Entre 2023 e 2025, esse valor subiu para R$ 40 bilhões em cerca de 4.700 projetos”. </strong></p>
<h2>Interação</h2>
<p>O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, também presente ao evento, disse que um dos desafios que preocupa pesquisadores brasileiros é a exploração das “terras raras”. “Nós temos que investir muito no conhecimento brasileiro e em inovação. Estamos trabalhando para que essa interação entre academia e setor produtivo seja cada vez mais eficiente”</p>
<p><strong>Outro projeto que serve de exemplo de como a pesquisa pode colaborar com as comunidades foi o vencedor na categoria “Cadeias Agroindustriais Sustentáveis” com o título  de “Soluções tecnológicas para o aproveitamento integral do babaçu e pequi”.</strong> </p>
<p>O projeto propõe transformar os frutos em bioinsumos para as indústrias alimentícia e cosmética, reduzindo o desperdício de 70% para quase zero. Responsável pelo projeto, a coordenadora do Instituto Senai, Natália Olívia de Souza, explicou que serão desenvolvidos produtos como óleos e alimentos em um modelo de bioeconomia circular que fortalece comunidades extrativistas e agricultores. </p>
<blockquote>
<p>“Podemos proporcionar o desenvolvimento de um reaproveitamento de dois grandes representantes da nossa cultura regional. Vamos poder transferir essa tecnologia para agricultores familiares”, afirmou. Para ela, verificar que a inovação está chegando na ponta é emocionante. </p>
</blockquote>
<h2>Mulheres</h2>
<p><strong>A edição 2025 do Prêmio Finep incluiu um destaque para o melhor projeto coordenado por mulheres. O escolhido foi o da pesquisadora Maria Lígia Rodrigues Macedo, realizado por uma equipe de 27 mulheres.</strong></p>
<p>Em mensagem em vídeo, a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, destacou a importância do papel fundamental das mulheres na construção de uma ciência e inovação mais plural. “Não é só questão de justiça, mas de excelência, porque a diversidade produz uma ciência melhor”, afirmou. </p>
<p><strong>O projeto consistiu na primeira plataforma nacional aberta de proteínas e peptídeos com aplicações biotecnológicas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Inovar precisa de paridade e equidade. Esse país de inovação ainda vai demorar um pouco para ter equidade, mas a paridade já começou faz tempo”. </p>
</blockquote>
<h2>Confira os vencedores por categoria</h2>
<p>&#8211; Categoria Deep Tech: &#8220;Pantabio &#8211; Primeiro biopesticida à base de Trichoderma do Pantanal: desenvolve bioinsumos microbiológicos a partir de microrganismos nativos do Pantanal, com destaque para cepas de Trichoderma altamente resilientes às condições tropicais extremas. A solução promove regeneração de solos, controle biológico e ganhos expressivos de produtividade&#8221;, de Tiago Calves Nunes</p>
<p>&#8211; Categoria Cadeias Agroindustriais Sustentáveis &#8211; &#8220;Soluções tecnológicas para o aproveitamento integral do babaçu e pequi: o projeto transforma o babaçu e o pequi em bioinsumos inovadores para as indústrias alimentícia e cosmética, reduzindo o desperdício de 70% para quase zero&#8221;,  do Instituto Senai de Tecnologia de Alimentos.</p>
<p>&#8211; Categoria Infraestrutura de P&amp;D em ICTs &#8211; “Fortalecimento da infraestrutura dos Laboratórios de Agricultura Digital e de Purificação de Proteínas e suas Funções Biológicas”, da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).</p>
<p>&#8211; Categoria “Ambiente de Inovação &#8211; “Consolidação e modernização das instalações do Laboratório IFMaker: o projeto moderniza o Laboratório IFMaker do IF goiano, espaço de inovação e prototipagem multidisciplinar, com estações de eletrônica, impressão 3D, robótica, drones e realidade aumentada/virtual”, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia goiano. </p>
<p>Categoria Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade &#8211; “Reconhecimento de bovinos através de imagens: solução digital pioneira para a pecuária brasileira, que usa inteligência artificial e visão computacional para identificar e rastrear bovinos de forma automática”, da Kerow Soluções em Precisão.</p>
<p>Categoria Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Segurança Energéticas &#8211; “Película fotoluminescente para incremento de eciência energética em módulos fotovoltaicos &#8211; o projeto busca incrementar a eciência de conversão de energia em painéis solares fotovoltaicos através da aplicação de películas poliméricas fotoluminescentes dopadas com terras raras”, da Anexo Energia.</p>
<p>Categoria Complexo econômico industrial da saúde &#8211; “Cell4vision: plataforma biológica de células tronco em nanoscaolds biomiméticos para tratamentos regenerativos em oftalmologia”, da Universidade Federal de Goiás. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-premio-finep</p>
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		<item>
		<title>Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-lgbtqia/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 12:24:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As religiões podem se tornar espaços de acolhimento e de inclusão das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. É com essa visão que pesquisadores, ativistas e religiosos se reúnem a partir de hoje (4) no 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé: diálogo inter-religioso e luta contra fundamentalismos. O evento vai até o dia 6 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>As religiões podem se tornar espaços de acolhimento e de inclusão das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. É com essa visão que pesquisadores, ativistas e religiosos se reúnem a partir de hoje (4) no 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé: diálogo inter-religioso e luta contra fundamentalismos. O evento vai até o dia 6 de fevereiro na Biblioteca Parque Estadual, na região central do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-LGBTQIA.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A cientista da religião Giovanna Sarto é uma das curadoras do encontro, que vai reunir representantes de tradições religiosas diferentes: Budismo, Santo Daime, Islamismo, Candomblé, Umbanda, Hinduísmo, Catolicismo, religião pagã, além de instituições evangélicas tradicionais, pentecostais e neopentecostais.</p>
<p>Ela diz ter esperança de que, por meio do diálogo e da mobilização coletiva, fé e pluralidade sexual sejam elementos cada vez mais compatíveis.</p>
<p>“No Brasil hoje, a gente vê que há maior abertura para a diversidade sexual e de gênero, por exemplo, entre as religiões de terreiro, como umbanda e candomblé. Mas em todas as religiões há nuances de conservadorismos e de fundamentalismos que impedem o diálogo. Por outro lado, há grupos da Igreja Católica e de igrejas pentecostais que são bem abertos ao diálogo”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Um dos principais obstáculos nesse sentido é o do fortalecimento mais recente dos fundamentalismos religiosos, impulsionados em parte por políticos reacionários.</p>
<p> “Fundamentalismos são diferentes tendências entre grupos e instituições de promover interpretações literais ou fundamentais de textos religiosos. Muitas vezes, sem levar em conta o contexto do que foi escrito, qual é a base histórica e política dele. E isso para justificar violência, exclusão e segregação”, explica Giovanna.</p>
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<p><!--copyright=412880-->Brasília &#8211; Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+ &#8211; Foto <strong>Giovanna Sarto/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=412880--></p>
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<p>Para a pesquisadora, é uma contradição que religiões originalmente plurais e acolhedoras hoje se apresentem de forma excludente e violenta contra a população LGBTQIA+.</p>
<p>“Se a gente olhar nos textos do Cristianismo, que representa o caldo mais grosso da religiosidade brasileira hoje, é uma religião extremamente plural. Quando a gente abre a bíblia judaico-cristã, vê inúmeras histórias de vivências sexuais, diferentes identidades e formas de relação. Que na época, inclusive, afrontaram o sistema e perturbaram a ordem”, diz Giovanna.</p>
<p>“Muito paradoxal ver hoje o Cristianismo como esse grande formulador do que é a verdade, do que deve ser a sexualidade, do que não se deve aceitar em termos morais. Quando, na verdade, ele nasce desse lugar de pluralidade, de vivência mais livre, respeito e de uma coletividade dialogal”, complementa.</p>
<h2>Seminário</h2>
<p>O 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé também vai reunir ativistas, artistas e políticos. O evento é organizado pelo Fundo Positivo, uma organização sem fins lucrativos, voltada principalmente para ações nas áreas de saúde preventiva, HIV/AIDS e diversidade. Além de Giovanna Sarto, a teóloga queer Ana Ester também responde pela curadoria do seminário.</p>
<p>Entre os participantes confirmados estão a vereadora Monica Benício (PSOL/RJ), a deputada estadual Dani Balbi (PcdoB/RJ), Pai Rodney de Oxóssi, os ativistas Fred Nicácio e Valéria Barcellos.</p>
<p>Os principais temas trabalhados no encontro são Terapia de Reversão, O enfrentamento aos fundamentalismos a partir da ética da diversidade, Bíblia e diversidade sexual e de gênero e Intolerância religiosa no Brasil”. No fim do encontro, será publicada a Carta do Rio de Janeiro contra a LGBTfobia, destinada a políticos e autoridades, com o objetivo de incentivar políticas públicas de defesa à vida.</p>
<h2>Traumas religiosos</h2>
<p>Héder Bello vai participar do seminário como coordenador do grupo de trabalho que pede a criminalização da chamada “cura gay”. Ele se apresenta como um sobrevivente desse processo, que aconteceu quando tinha entre 14 e 27 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, cresceu em uma família evangélica fundamentalista que entendia a homossexualidade como um desvio moral.</p>
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<p>“Passei por psicólogos cristãos que tentavam me reorientar, por exorcismos, jejuns de três dias (um dos quais me levou ao desmaio, interpretado como possessão demoníaca), autoflagelação, orações incessantes e confissões públicas sobre meus desejos, tudo em busca de uma ‘cura’ que nunca viria”, diz Héder.</p>
<p>“Eu estava preso em um regime de constante controle e repressão emocional, o que afetou minha autoestima, meu amor próprio e fez com que eu literalmente me odiasse, fazendo com que pensamentos suicidas fossem muito frequentes”, complementa.</p>
<p>Héder cursou psicologia na universidade e, ao ter acesso a novas perspectivas, começou a questionar as visões negativas da religião sobre a diversidade sexual. Atualmente, está concluindo um doutorado na área, em que pesquisa os efeitos negativos das terapias de conversão sexual.</p>
<p>“Hoje, minha luta é para que o Brasil avance no combate à cura gay, não apenas com a proibição ética pelo Conselho de Psicologia, mas com uma criminalização efetiva dessas práticas, garantindo que nenhum jovem LGBTQIA+ precise passar pelo que eu passei. Além disso, defendo que o poder público implemente políticas de reparação para as vítimas dessas práticas, reconhecendo os danos irreversíveis que elas causam”, diz Héder. “A cura gay não é uma terapia. É um mecanismo de tortura psicológica e emocional que destrói vidas”.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-lgbtqia</p>
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