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	<title>Pesquisa - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Pesquisa - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Cesta básica manauara fica mais cara em fevereiro, aponta pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 02:14:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manaus – Pesquisa da Divisão de Fiscalização do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus) a cesta básica registrou um aumento de 3,24% em fevereiro, alcançando o valor médio de R$ 300,91. A pesquisa avaliou 20 produtos, totalizando 39 itens, em 10 estabelecimentos comerciais na capital. De acordo com o levantamento, em comparação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Manaus – Pesquisa da Divisão de Fiscalização do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus) a cesta básica registrou um aumento de 3,24% em fevereiro, alcançando o valor médio de R$ 300,91. A pesquisa avaliou 20 produtos, totalizando 39 itens, em 10 estabelecimentos comerciais na capital.</p>
<p>De acordo com o levantamento, em comparação com o mês de janeiro, a cesta básica registrou um aumento de 3,24% em fevereiro, alcançando o valor médio de R$ 300,91. O menor preço identificado foi de R$ 282,24, enquanto o maior chegou a R$ 324,36, resultando em uma diferença de R$ 42,12 entre os estabelecimentos pesquisados.</p>
<p>Entre os itens que apresentaram maior variação de preços, o tomate teve aumento de 42,92%, com valores entre R$ 6,99 e R$ 9,99 o quilo. O café torrado/moído também registrou alta expressiva, de 36,82%, sendo encontrado entre R$ 10,89 e R$ 14,90. Em contrapartida, a cartela de ovos apresentou redução média de 28,93%, com preços variando de R$ 24,89 em janeiro para R$ 17,69 em fevereiro, o que representa uma economia potencial para o consumidor.</p>
<p>O Procon Manaus reforça que os preços apresentados correspondem aos valores encontrados no dia 2 de fevereiro, data da coleta da pesquisa. Esses valores podem sofrer alterações em razão de promoções, ofertas, variação de estoque e outros fatores do mercado. Por isso, a orientação é que o consumidor pesquise e compare preços antes de realizar suas compras, garantindo mais economia e segurança.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
<p><script>(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src="https://connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js#xfbml=1&amp;appId=249643311490&version=v2.3"; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }(document, 'script', 'facebook-jssdk'));</script></p>
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		<title>Pesquisa aponta problemas e prisões indevidas a partir do Smart Sampa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 10:18:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa elaborada pelo Laboratório de Políticas Públicas e Internet (LAPIN), o Instituto de Referência Negra Peregum e a Rede Liberdade aponta problemas no sistema de vigilância da prefeitura de São Paulo, o Smart Sampa. De acordo com a nota técnica Smart Sampa: Transparência para quem? Transparência de quê?, o sistema apresenta resultados questionáveis e fragilidades estruturais. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma pesquisa elaborada pelo Laboratório de Políticas Públicas e Internet (LAPIN), o Instituto de Referência Negra Peregum e a Rede Liberdade aponta problemas no sistema de vigilância da prefeitura de São Paulo, o Smart Sampa. De acordo com a nota técnica<em> Smart Sampa: Transparência para quem? Transparência de quê?</em>, o sistema apresenta resultados questionáveis e fragilidades estruturais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Pesquisa-aponta-problemas-e-prisoes-indevidas-a-partir-do-Smart.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Pesquisa-aponta-problemas-e-prisoes-indevidas-a-partir-do-Smart.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A partir do Relatório de Transparência da prefeitura, divulgado em junho de 2025, e com informações obtidas pela Lei de Acesso à Informação (LAI), as entidades concluíram que o sistema de videomonitoramento e reconhecimento facial do município tem gerado falsos positivos, prisões indevidas e riscos à privacidade, sem resultados concretos para a segurança pública.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Quanto mais se aprofunda a avaliação sobre o Smart Sampa, mais se questiona a razão de sua existência. É preciso indagar se o alto gasto público destinado ao programa tem produzido resultados concretos, diante dos riscos impostos a direitos fundamentais”, afirmou Pedro Diogo, coordenador do LAPIN no Grupo de Trabalho sobre Vigilância.</p>
</blockquote>
<p><strong>Desde 2023, o Smart Sampa opera com até 40 mil câmeras e um custo mensal de R$ 9,8 milhões. </strong>De acordo com a análise, falta ainda transparência na gestão de dados e nos números oficiais, além de inconsistências na operação do sistema.</p>
<blockquote>
<p>“O Smart Sampa aprofunda desigualdades raciais e geográficas, reforçando um modelo de segurança pública que criminaliza determinados corpos e territórios”, avaliou Beatriz Lourenço, diretora de Áreas e Estratégia do Instituto de Referência Negra Peregum. </p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com os dados do relatório, o sistema registrou 1.246 abordagens desde o início da operação, resultando em 1.153 prisões, das quais 540 foram classificadas pela própria prefeitura como “outros”, sem detalhamento da motivação.</strong></p>
<h2>Crimes</h2>
<p>Os tipos penais mais frequentes foram roubo (153), tráfico de drogas (137) e furto (17). Segundo a análise, os números reforçam “o caráter patrimonialista e a adesão à política criminal baseada na falida ‘guerra às drogas’ &#8211; cujo alvo histórico é a população negra.”</p>
<p>A partir de informações obtidas por pedido da Lei de Acesso à Informação (LAI), identificou-se que mais de 90% do que foi categorizado como “outros” eram prisões por pensão alimentícia. </p>
<p>Para as entidades, o fato de os mandados relacionados à pensão alimentícia estarem entre os principais crimes evidencia que parte das prisões não têm relação com a segurança pública. Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública apontam registros recordes de feminicídios e alta de homicídios e de estupros, entre 2024 e 2025, na capital paulista.</p>
<p>De acordo com os dados, predominam prisões de pessoas de gênero masculino (93,58%), sem menção a pessoas trans. As entidades afirmam ainda que o perfil das pessoas presas reflete o viés racial e territorial do sistema, já que 25% são negras (18,49% pardas e 6,60% pretas) e 16,01% são brancas, enquanto 58,9% dos registros não trazem qualquer informação sobre raça. A avaliação é que essa lacuna de informação invisibiliza as desigualdades raciais no policiamento.</p>
<p>Segundo os dados apurados, houve também concentração geográfica das prisões no centro da cidade e em bairros periféricos, com destaque para o bairro do Brás e operações na região da Cracolândia.</p>
<blockquote>
<p>“Esses dados sugerem que o Smart Sampa reforça processos históricos de segregação racial, vigilância desigual e policiamento seletivo, articulados ao racismo e às desigualdades socioeconômicas”, diz trecho do documento.</p>
</blockquote>
<p>A análise destaca, ainda, falhas técnicas e falsos positivos, denunciam as entidades. O relatório indica que ao menos 23 pessoas foram conduzidas indevidamente por inconsistências no reconhecimento facial e 82 pessoas foram presas e posteriormente liberadas.</p>
<p>Outra falha apontada na análise é sobre o uso do Smart Sampa para a localização de pessoas desaparecidas. “[A prefeitura] declara não armazenar dados pessoais, o que é incompatível com o uso de reconhecimento facial e levanta dúvidas sobre quais bases de dados alimentam o sistema e como são tratadas informações de crianças e adolescentes, em desacordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, alertam as organizações. </p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, informou que dados oficiais da SSP mostram redução de roubos em geral, roubos de veículos e latrocínios no ano de 2025 na capital paulista.</p>
<blockquote>
<p>“O contrato de operação tem vigência de agosto de 2023 a agosto de 2028, com investimento mensal de até R$ 10 milhões. As câmeras são utilizadas exclusivamente para fins de segurança pública, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e apresentam índice de assertividade de 99,5%”, diz nota da pasta.</p>
</blockquote>
<p><strong>A gestão municipal acrescenta que “todos os alertas gerados pelo sistema são obrigatoriamente validados por agentes humanos&#8221;. </strong>&#8220;Esse rigor se reflete em um dado objetivo: não houve registro de prisões injustas ou equivocadas decorrentes de abordagens iniciadas pelo sistema, conforme relatório de transparência”.</p>
<p><strong>Os resultados do programa Smart Sampa, atualizados pela secretaria, são: prisão de 2.709 foragidos da Justiça, 3.650 prisões em flagrante, localização de 153 pessoas desaparecidas e o atendimento de 2.017 ocorrências envolvendo veículos.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/pesquisa-aponta-problemas-e-prisoes-indevidas-partir-do-smart-sampa</p>
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		<item>
		<title>MEC fará pesquisa sobre impacto da restrição de celular nas escolas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 21:25:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste dia 13 de janeiro de 2026, completa-se um ano da vigência da lei federal que restringiu o uso de celulares nas escolas (Lei nº 15.100/2025). A legislação visa reduzir distrações no ambiente escolar, priorizar o engajamento em atividades pedagógicas e coibir o uso inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos. O Ministério da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Neste dia 13 de janeiro de 2026, completa-se um ano da vigência da lei federal que restringiu o uso de celulares nas escolas (<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.100-de-13-de-janeiro-de-2025-606772935" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 15.100/2025</a>). </strong>A legislação visa reduzir distrações no ambiente escolar, priorizar o engajamento em atividades pedagógicas e coibir o uso inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/MEC-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/MEC-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O Ministério da Educação (MEC) fará uma pesquisa nacional no primeiro semestre de 2026 para analisar os desdobramentos da lei.</strong> O objetivo é compreender como a norma vem sendo adotada nos diferentes sistemas de ensino e quais são os seus efeitos no ambiente escolar.</p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, avalia que a restrição do uso de celulares tem sido benéfica para os alunos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O brasileiro passa, em média, nove horas e 13 minutos em frente a uma tela. Nós somos o segundo país do mundo que fica o maior tempo na frente de uma tela. isso é um prejuízo muito grande para crianças e adolescentes, causa ansiedade, causa déficit de atenção, causa transtornos, distúrbios mentais&#8221;, destaca o ministro.</p>
</blockquote>
<p>A lei foi instituída em um contexto de crescente preocupação com os efeitos do uso excessivo e desregulado de celulares no ambiente escolar. <strong>Dados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa) 2022 mostram que 80% dos estudantes brasileiros disseram se distrair e ter dificuldades de concentração nas aulas de matemática por causa do celular.</strong></p>
<p>Aluno do ensino médio, Nicolas Lima, de 15 anos, teve um pouco de resistência à mudança, mas viu as vantagens de uma vida com menos telas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Percebi que não foi tão ruim assim. Logo no primeiro dia de aula, consegui fazer um amigo, porque eu me aproximei. Também percebi que a minha concentração melhorou muito durante as aulas. Eu não usava o celular durante a aula, mas sempre no final de cada aula em que os professores estavam fazendo a troca eu pegava o celular&#8221;, conta o estudante.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Também, quando foi proibido o celular no intervalo, além de ficar conversando com os meus amigos, nós ficávamos jogando vários jogos, jogos de tabuleiro, conversando, um olhando para o outro, interagindo&#8221;, completa.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=113436:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/MEC-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="como vídeos e comentários postados na internet podem influenciar os interesses e comportamentos individuais" title="Arquivo/EBC"/></noscript><br />
    <!-- END scald=113436 --></div>
<p><h6 class="meta">Lei que restringe uso de celular nas escolas completa um ano de vigência nesta terça-feira (13) &#8211; <strong>Foto: Arquivo/EBC</strong><!--END copyright=113436--></h6>
</p>
</div>
<p>Para a empreendedora digital e mãe de Nicolas, Cibele Lima, a adaptação foi desafiadora no início, mas recompensadora.</p>
<p>&#8220;Estava acostumada a poder conversar com meus filhos no WhatsApp na escola, mas hoje eu vejo que melhorou muito, foi bom pra ele perceber que ele pode fazer amizades, que essa timidez não é uma condição fixa. Mas é algo que pode ser mudado quando a gente tem outro olhar e quando sai das telas. Isso ficou bem claro para mim neste um ano, essa transformação, de novas amizades por meio dessa proibição.&#8221;</p>
<p><strong>Especialistas relatam que, após a restrição do uso dos aparelhos, os professores perceberam alunos mais atentos, participativos e focados nas atividades</strong>. O hábito de apenas “fotografar o quadro” ficou inviável, e os estudantes passaram a escrever, registrar e interagir mais. A mestre em saúde pública e psicóloga Karen Scavacini avalia que o celular pode ser um importante aliado na aprendizagem.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O celular pode ser uma ferramenta muito educativa e potente quando ele é utilizado de forma transdisciplinar. Ele vai permitir que tenha produção de conteúdo, leitura crítica de informações, e é um recurso importante para trabalhar educação midiática, ajudar estudantes a avaliar fontes, a ter um raciocínio crítico, a compreender os algoritmos, identificar desinformação e usar as redes de forma ética&#8221;, diz a psicóloga. </p>
</blockquote>
<p>O MEC desenvolveu e disponibilizou ferramentas para apoiar a implementação da norma, incluindo <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/celular-escola/guia-para-uso-de-celulares-na-escola-guia-para-as-familias.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">guias práticos</a>, planos de aula e material de apoio a campanhas de conscientização sobre o uso responsável de celulares.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/mec-fara-pesquisa-sobre-impacto-da-restricao-de-celular-nas-escolas</p>
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		<item>
		<title>Finep abre chamada de R$ 500 milhões para pesquisa aplicada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 18:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou a chamada pública “Pesquisa Aplicada em Centros Temáticos 2025”, destinada a apoiar projetos desenvolvidos por Centros Nacionais de Infraestrutura Científica e Tecnológica. O objetivo é fortalecer a capacidade instalada de pesquisa no país e estimular o desenvolvimento de produtos e processos inovadores com impacto econômico e social. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou a chamada pública “Pesquisa Aplicada em Centros Temáticos 2025”, destinada a apoiar projetos desenvolvidos por Centros Nacionais de Infraestrutura Científica e Tecnológica. </strong>O objetivo é fortalecer a capacidade instalada de pesquisa no país e estimular o desenvolvimento de produtos e processos inovadores com impacto econômico e social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Finep-abre-chamada-de-R-500-milhoes-para-pesquisa-aplicada.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Finep-abre-chamada-de-R-500-milhoes-para-pesquisa-aplicada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <strong>edital prevê até R$ 500 milhões </strong>em recursos não reembolsáveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). <strong>As propostas devem ser apresentadas por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) públicas ou privadas, com prazo final de submissão em 29 de maio de 2026, por meio da Plataforma de Apoio e Financiamento da Finep</strong>.</p>
<p>Do total de recursos, 30% serão reservados a projetos das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com foco na redução das desigualdades regionais e na descentralização da base científica nacional. Outros R$ 100 milhões serão destinados exclusivamente a iniciativas de Infraestrutura Urbana e Mobilidade Sustentável.</p>
<p>Os R$ 400 milhões restantes contemplarão cinco áreas estratégicas: Cadeias Agroindustriais Sustentáveis; Complexo da Saúde; Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais; Transformação Digital; e Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Segurança Energéticas. As temáticas estão alinhadas ao programa Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial do governo federal.</p>
<p>Cada projeto poderá ter duração máxima de 36 meses e solicitar entre R$ 3 milhões e R$ 10 milhões. Instituições estaduais, municipais ou do Distrito Federal deverão apresentar contrapartida financeira, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025.<strong> Cada ICT poderá submeter apenas uma proposta como executora principal, mas atuar como coexecutora em outros projetos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Acredito que as ICTs e fundações de apoio recebem mais uma oportunidade de potencializarem seus projetos com a injeção desses recursos, e é uma excelente notícia para toda a sociedade, especialmente porque as áreas temáticas contempladas, alinhadas à Nova Indústria Brasil, são de enorme importância para o desenvolvimento sustentável e soberano do Brasil”, disse Luiz Antônio Elias, presidente da Finep.</p>
</blockquote>
<p>O <a href="http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/768" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital completo </a>está disponível no <em>site</em> da Finep.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/finep-abre-chamada-de-r-500-milhoes-para-pesquisa-aplicada</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara tem baixa atuação em pautas de igualdade racial, diz pesquisa</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/camara-tem-baixa-atuacao-em-pautas-de-igualdade-racial-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 14:51:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados tem um baixo engajamento médio no tema da igualdade racial, segundo pesquisa publicada em Brasília, nesta terça-feira (9), que mescla o uso de Inteligência Artificial (IA) com análise humana para avaliar o trabalho de 571 deputados. O Ranking Igualdade Racial 2025 é resultado da análise de 37 mil atividades legislativas incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Câmara dos Deputados tem um baixo engajamento médio no tema da igualdade racial, segundo pesquisa publicada em Brasília, nesta terça-feira (9), que mescla o uso de Inteligência Artificial (IA) com análise humana para avaliar o trabalho de 571 deputados.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-tem-baixa-atuacao-em-pautas-de-igualdade-racial-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-tem-baixa-atuacao-em-pautas-de-igualdade-racial-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Ranking Igualdade Racial 2025 é resultado da análise de 37 mil atividades legislativas incluindo votos nominais, discursos, pareceres, emendas e substitutivos.</p>
<p>A coordenadora de Advocacy do Instituto de Referência Negra, Peregum Ingrid Sampaio, destacou que, após os 50 primeiros colocados no ranking, as notas dos deputados e deputadas caem de forma abrupta.  </p>
<blockquote>
<p>“A partir daí, a atribuição de notas cai abruptamente para três. É uma queda muito brusca. Ela não é gradativa. Essa queda brusca faz a gente perceber que existe, sim, algum engajamento incipiente, mas que os parlamentares mais engajados precisam fazer muito esforço para compensar a falta de empenho dos demais”, assegurou.</p>
</blockquote>
<h2>Notas</h2>
<p><strong>O estudo apresentado pelo Instituto de Referência Negra Peregum &#8211; em parceria com a Fundação Tide Setubal &#8211; utilizou algoritmo de IA desenvolvido pelo Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB) para produzir o levantamento.</strong></p>
<p>Os parlamentares recebem notas que vão da mais baixa -10 até a mais alta +10 a partir de posições, favoráveis ou contrárias, a projetos que promovam a igualdade racial ou que impactem a população negra na avaliação das organizações que realizaram o estudo.</p>
<p><strong>A especialista Ingrid Sampaio afirma que o baixo engajamento se deve ao fato de a pauta racial ser um tema desconfortável para o Congresso Nacional.</strong></p>
<p>“É uma decisão política que a pauta não avance. É um tema espinhoso porque obriga a reconhecer a responsabilidade que a gente tem como país de curar essa chaga e andar para frente. E não é confortável e os temas desconfortáveis o Congresso já vai evitar”, afirmou.</p>
<p>Ao longo da história, o movimento negro brasileiro defende políticas públicas para reduzir as desigualdades entre as populações negra e branca no país. A renda de pessoas negras correspondia, em média, a 58,3% da renda das pessoas brancas, segundo do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra).</p>
<p><strong>É possível conferir as maiores e menores notas do Ranking Igualdade Racial 2025 no final desta matéria. A pesquisa ainda promove a premiação, na noite desta terça-feira, em Brasília, dos parlamentares que se destacaram na defesa de pautas para igualdade racial.</strong></p>
<p><strong>O levantamento também contou com a participação do Grupo de Estudos Multidisciplinar da Ação Afirmativa (Gemaa) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).</strong></p>
<h2>Direita e esquerda</h2>
<p>No ranking produzido pelo estudo as primeiras colocações são ocupadas, na sua maioria, por membros de partidos de centro-esquerda, mas há alguns parlamentares de direita ou centro-direita entre os primeiros 50 colocados.</p>
<p>A coordenadora do Instituto de Referência Negra Peregum, Ingrid Sampaio, destaca que, apesar dessa pauta ser historicamente ligada à esquerda, há diversos parlamentares de fora desse campo que vêm apoiando o tema, ainda que contrariando suas bancadas.</p>
<p><strong>“Os partidos de esquerda são mais engajados no tema e, ao mesmo tempo, a gente tem um centro e centro-direita com algumas dissidências. Eles têm as suas discordâncias internamente e, em alguma medida, têm a liberdade para atuar de acordo com interesses locais ou da própria vivência do parlamentar”, conclui.</strong></p>
<h2>Parlamentares negros</h2>
<p>A pesquisa aponta, ainda, que parlamentares negros, mulheres e indígenas são os que mais impulsionam pautas do tema racial, com maior atuação em votações, discursos, emendas e pareceres.</p>
<p>“A pesquisa destaca, também, que, mesmo representando apenas 20% da Câmara, as mulheres ocupam a maior parte das primeiras posições, reforçando que a pluralidade de vivências é determinante na formulação de políticas mais robustas e alinhadas às necessidades da população brasileira”, diz o estudo.</p>
<p><strong>Ingrid Sampaio acrescentou que a presença de pessoas não brancas e mulheres no Congresso Nacional reforça a pauta pela igualdade racial.</strong></p>
<p>“Isso comprova, com dados, que a representatividade faz diferença. A presença de mulheres e pessoas não brancas no Congresso realmente influencia nas políticas públicas. Isso influencia na qualificação dos debates que a gente precisa ter como sociedade”, ponderou.</p>
<p>O estudo completo pode ser acessado<a href="https://peregum.rds.land/ranking-da-igualdade-racial-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> aqui</a>:</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-tem-baixa-atuacao-em-pautas-de-igualdade-racial-diz-pesquisa</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pesquisa indica mulheres jovens mais progressistas que homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 14:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[As mulheres jovens brasileiras são mais progressistas que os homens, que declararam posicionamentos mais conservadores à pesquisa Juventudes: Um Desafio Pendente, divulgada nesta quarta-feira (5) pela Fundação Friedrich Ebert Stiftung no Brasil (FES Brasil). A pesquisa inédita entrevistou 2.024 jovens, na faixa etária de 15 a 35 anos, utilizando metodologia de amostragem online com painéis web. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>As mulheres jovens brasileiras são mais progressistas que os homens, que declararam posicionamentos mais conservadores à pesquisa Juventudes: Um Desafio Pendente, divulgada nesta quarta-feira (5) pela Fundação Friedrich Ebert Stiftung no Brasil (FES Brasil).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Pesquisa-indica-mulheres-jovens-mais-progressistas-que-homens.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Pesquisa-indica-mulheres-jovens-mais-progressistas-que-homens.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa inédita entrevistou 2.024 jovens, na faixa etária de 15 a 35 anos, utilizando metodologia de amostragem online com painéis web.</p>
<p>Apesar da divergência, <strong>o estudo aponta que jovens dos dois gêneros convergem sobre a necessidade de políticas públicas e a redução das desigualdades no país.</strong> Dentre as mulheres, 65% destacaram a importância de políticas de saúde, educação e combate à pobreza.</p>
<p>A tendência de maior conservadorismo entre os homens aparece em outras pesquisas que colhem percepções políticas, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o diretor de Projetos da FES Brasil, Willian Habermann.</p>
<p>“A gente observa isto na grande maioria dos 14 países em que fez a pesquisa. No caso do Brasil, isso aparece em relação ao posicionamento sobre o aborto, ao posicionamento político e, também, em relação aos problemas sociopolíticos do Brasil. As moças tendem a colocar problemas relativos à pobreza, de acesso a direitos e a emprego com mais força que os rapazes”.</p>
<h2>Posição política</h2>
<p>No caso do Brasil, <strong>um ponto destacado pela fundação responsável pela pesquisa é que a dos entrevistados que se posiciona à direita (38%), enquanto 44% declaram ser de centro, e 18%, de esquerda</strong>. As mulheres se posicionaram mais à esquerda (20%), quatro pontos percentuais a mais do que os homens (16%).</p>
<p>Entretanto, quando se examina os dados sobre questões de valores, papel do Estado e a percepção sobre democracia, esse percentuais podem ser questionados, analisa o diretor de projetos da fundação.</p>
<p>“Tem um posicionamento mais à direita, mas a visão desses jovens não é necessariamente conservadora, nem defende todo o manual de extrema direita. Eu diria que a pesquisa consegue fazer a gente tensionar um pouco esse lugar do jovem na política, ou como ele enxerga a política&#8221;, disse Habermann</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Ainda que um pouco avesso à política, esse jovem está acompanhando e entende o papel do Estado como importante, e a necessidade de políticas de educação, emprego, segurança pública”.</p>
</blockquote>
<p>Para Habermann, o percentual de 44% mais ao centro representa uma juventude que se percebe cansada com o tema da política e não representada, ou com falta de conhecimento político.</p>
<p>&#8220;Ao mesmo tempo, a gente consegue questionar esse posicionamento mais à direita ou à esquerda com os valores que a juventude coloca”.</p>
<p><strong>Ele exemplifica que predominam as posições progressistas quanto à igualdade e direitos:</strong> 66% apoiam a liberdade de orientação sexual e identidade de gênero, 58% aceitam o casamento entre pessoas do mesmo sexo e 59% concordam que pessoas transgênero devem ter acesso a cuidados de saúde relacionados à afirmação de gênero.</p>
<p>Já em relação ao aborto, prevalece a posição mais conservadora: somente 33% dos jovens apoiam a legalização do aborto, enquanto 51% se declaram contrários, e 16% não souberam responder. “Há uma narrativa contrária ao aborto em toda a América Latina”, observa Habermann.</p>
<p>“No que tange a valores, em especial aqueles relacionados a valores de gênero e ao papel do Estado, eles demonstram que a juventude, sim, talvez esteja entre o centro e a direita, mas que ela reconhece o papel do Estado, que tem valores fundamentais para a sociedade brasileira”. </p>
<h2>Crise de confiança</h2>
<p><strong>A maioria da juventude (66%) considera a democracia a melhor forma de governo</strong>, embora 49% acreditem que uma democracia pode funcionar sem partidos, sinalizando tensões entre valores democráticos e autoritários.</p>
<p>Já 58% dos entrevistados manifestaram preferir um líder forte, que resolve melhor os problemas, do que os partidos ou as instituições. Em contrapartida, somente 29% disseram preferir um governo autoritário. Para Habermann,<strong> o fato de esses jovens não reconhecerem os partidos dentro da democratização é um problema</strong>.</p>
<p>“Quando a gente vai na parte de confiança nas instituições, os partidos políticos são instituições menos confiadas pelos jovens”, avaliou o pesquisador, apontando que há um desafio em fazer o jovem se sentir representado. &#8220;Esse é um limite que os partidos políticos precisam romper, e um tema que precisa ser observado&#8221;.</p>
<p>O levantamento sinaliza a existência de uma crise de confiança nas instituições políticas tradicionais, na medida em que 57% não confiam nos partidos, 45% desconfiam da Presidência, e 42%, do Legislativo. Em contrapartida, universidades, igrejas e meios de comunicação aparecem como instituições mais confiáveis.</p>
<p>A questão da raça é um fator determinante: <strong>jovens negros expressam maior desconfiança na polícia e no sistema judiciário, refletindo a desigualdade racial histórica e o impacto da violência institucional</strong>.</p>
<h2>Temas sociais e satisfação pessoal</h2>
<h2><span style="font-size: 13px;">A pesquisa aponta a importância de</span><span style="font-size: 13px;"> temas sociais e </span><span style="font-size: 13px;">direitos para os entrevistados:</span></h2>
<ul>
<li>86% defendem a prioridade de oferta de educação e saúde pelo Estado;</li>
<li>85% destacam a proteção ao meio ambiente;</li>
<li>75% defendem o direito da autonomia dos povos indígenas e as comunidades étnicas sobre seus territórios;</li>
<li>71% defendem a questão da regulamentação das plataformas digitais; </li>
<li>60% acreditam que deve haver um imposto adicional para os ricos, a fim de redistribuir a riqueza.</li>
</ul>
<p>Os jovens brasileiros exteriorizam níveis elevados de satisfação pessoal: 68% estão satisfeitos com a sua vida em geral, e 70% com suas relações familiares.</p>
<p>Ao mesmo tempo, contudo, <strong>os jovens entrevistados demonstraram forte insatisfação com a economia (46%) e a situação do país (55%)</strong>. Esses dados refletem os impactos das desigualdades históricas e das reformas que, após 2016, intensificaram a precarização do trabalho e cortaram direitos sociais, aponta a sondagem. Mesmo assim, <strong>88% dos jovens consultados demonstraram ter expectativas otimistas quanto ao seu futuro nos próximos cinco anos.</strong></p>
<p>Segundo o estudo, apesar de 58% avaliarem positivamente a educação recebida, a promessa de ascensão social por meio da escolaridade e do trabalho digno não se concretiza para muitos, em especial para jovens negros, mulheres e pessoas de classes mais baixas.</p>
<p><strong>Apenas 29% dos jovens pretos e 32% dos pardos disseram ter um trabalho estável, contra 45% de brancos</strong>, enquanto 45% dos entrevistados das classes mais baixas estavam desempregados ou em busca de oportunidades.</p>
<p>“Ainda que a gente tenha, nesse momento, uma taxa de desemprego muito baixa, essa é uma grande preocupação dos jovens: a educação, o emprego, e o emprego de qualidade”, destacou Habermann, que apontou que 14% dos jovens tinham trabalhos temporários. “A questão é que tipo de emprego se obtém”.</p>
<p><strong>A pesquisa revela também que, para 61% dos jovens, os problemas que mais preocupam o Brasil são a pobreza, o desemprego e a falta de acesso a direitos</strong>, além do consumo de drogas, corrupção e o crime organizado, temas que, para a juventude brasileira, deveriam ser abordados pelas políticas públicas no país.</p>
<p>Para 55% dos jovens, cabe ao Estado garantir políticas de emprego, seguido de políticas sociais (46%) e políticas para a segurança cidadã (27%). “Eles querem políticas de bem-estar social e políticas para segurança cidadã, como proposta do governo federal, de vereadores, de deputados estaduais”.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>A pesquisa mostra que o jovem brasileiro está muito conectado com as redes sociais para acessar informações, bem como meio de mobilização social e política.</p>
<p><strong>As redes sociais são o canal preferido para a busca diária de informações por 60% dos jovens,</strong> e 33% recorrem a esses canais algumas vezes na semana, totalizando 93% de engajamento frequente.</p>
<p>Do mesmo modo, 57% citam as redes sociais como o canal predominante para buscar informações, seguidas da televisão (45%), que mantém presença forte e acessibilidade em diversas regiões brasileiras, <strong>e apenas 2% em meios tradicionais, como jornais impressos</strong>.</p>
<p>Plataformas digitais como YouTube (30%), WhatsApp (25%) e outros sites na internet (24%) também se destacam, demonstrando que a busca por informação está cada vez mais fragmentada e mediada por ferramentas online.</p>
<p>Os resultados obtidos pelos pesquisadores não mostram, entretanto, se os jovens entrevistados conferem a veracidade ou não das informações colhidas nas redes sociais. Willian Habermann destacou que a importância ou a relevância dos influenciadores foi menor do do era esperada.</p>
<p>“Isso ajuda a entender um pouco por onde esses jovens buscam informações. Já que as redes são citadas por 57% dos consultados. A gente pode, talvez, entender que há, sim, uma tendência a receber informações não necessariamente respaldadas, como em um jornalismo de qualidade”.</p>
<h2>América Latina</h2>
<p>O processo para elaboração da pesquisa Juventudes: Um Desafio Pendente foi iniciado em 2023, nos 14 países da América Latina e Caribe onde a Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES) atua. O grupo de pesquisadores da região conta com a participação da professora Elisa Guaraná, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). </p>
<p>Segundo Habermann, os resultados apurados ajudam a pensar como se comunicar com esses jovens e o que eles colocam como demanda para o fortalecimento da democracia, direitos sociais, políticas públicas necessárias.</p>
<p>Embora se tenha percebido pequenas diferenças entre as respostas dos jovens dos 14 países, existe a tendência de que a juventude em geral defende a democracia e o papel do Estado como crucial para garantia dos direitos sociais, e o voto como ferramenta para transformar a sua própria realidade. Em termos políticos, há na região tendência de os jovens se posicionarem mais ao centro, depois à direita e, por último, à esquerda.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/pesquisa-indica-mulheres-jovens-mais-progressistas-que-homens</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa mostra avanço em salas de aula com proibição de celulares</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pesquisa-mostra-avanco-em-salas-de-aula-com-proibicao-de-celulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 19:03:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do Lemann Center da Stanford Graduate School of Education, revelou que 83% dos estudantes brasileiros têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. A percepção de impacto positivo é maior nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Uma pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do <em>Lemann Center da Stanford Graduate School of Education</em>, revelou que 83% dos estudantes brasileiros têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-mostra-avanco-em-salas-de-aula-com-proibicao-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-mostra-avanco-em-salas-de-aula-com-proibicao-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares.</p>
<p><strong>O estudo mostra, também, que 77% dos gestores e 65% dos professores relataram diminuição do <em>bullying </em>virtual dentro das escolas. Entre os alunos, entretanto, apenas 41% afirmaram sentir essa mudança, o que sugere que parte dos conflitos pode não estar sendo reportado pelos estudantes ou percebido por professores e gestores escolares.</strong></p>
<h2>Tédio cresce</h2>
<p>Segundo os dados do levantamento, 44% dos alunos disseram sentir mais tédio durante os intervalos e os recreios. Esses números são mais elevados entre estudantes do Ensino Fundamental I (47%) e do período matutino (46%). Além disso, 49% dos professores relataram aumento de ansiedade entre os alunos com a ausência do uso do celular.</p>
<p><strong>Em relação ao comportamento dos estudantes, o Nordeste aparece como destaque positivo, representando 87% dos avanços. O Centro-Oeste e o Sudeste são as regiões com o menor índice de melhora no ambiente escolar, com 82% indicando que a eficácia das medidas tende a variar segundo fatores regionais.</strong></p>
<p>“Proteger nossos estudantes do uso do celular em sala de aula é garantir um ambiente mais saudável e focado no aprendizado. O resultado que vemos hoje é a confirmação de que a educação precisa ser prioridade, com políticas que cuidem do presente e preparem o futuro dos nossos jovens”, disse o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado Rafael Brito.</p>
<p><strong>A presidente do Equidade.info, Claudia Costin, ressaltou que a pesquisa mostra avanços positivos no foco e na atenção dos alunos, mas as questões como tédio, ansiedade e <em>bullying</em>, ainda muito presentes entre os estudantes, indicam que ainda há desafios a serem enfrentados.</strong></p>
<p><strong>“Houve uma queda significativa no <em>bullying </em>virtual na visão dos gestores, mas é crucial ouvirmos os estudantes que ainda sentem o problema. Ou seja, a conclusão é que a restrição foi positiva, mas sozinha não basta: as escolas precisam criar alternativas de interação e estratégias específicas para cada idade&#8221;, avalia.</strong></p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Segundo o coordenador do Equidade.info e docente da <em>Stanford Graduate School of Education</em>, responsável pela pesquisa, Guilherme Lichand, os dados reforçam a necessidade de estratégias diferenciadas por faixa etária e rede de ensino, além do desenvolvimento de práticas pedagógicas que mantenham os estudantes engajados e promovam seu bem-estar mesmo sem o celular em sala de aula.</p>
<p>“Os resultados confirmam que a regulação do uso de celulares trouxe ganhos importantes para o aprendizado. Mais do que limitar o uso do telefone celular, a lei abre espaço para repensarmos como a escola se conecta com os alunos. O próximo passo é garantir que a aplicação da lei seja efetiva em todas as etapas, respeitando as particularidades de cada contexto escolar. Assim, conseguiremos transformar a medida em uma política duradoura, que una foco acadêmico e bem-estar dos estudantes”, enfatiza.</p>
<p><strong>A lei que proíbe o uso de celular dentro das escolas pelos alunos foi sancionada em janeiro de 2025 após aprovação no Congresso Nacional.</strong></p>
<p>O estudo ouviu 2.840 alunos, 348 professores e 201 gestores em escolas públicas municipais, estaduais e privadas de todas as regiões do país, entre maio e julho de 2025.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/pesquisa-mostra-avanco-em-sala-de-aula-com-proibicao-de-celulares</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que menos de 40% dos alunos valorizam professor</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pesquisa-revela-que-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:23:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os chamados anos finais do ensino fundamental – que compreendem o 6º, 7°, 8º e 9 º anos – são considerados uma etapa escolar peculiar, que enfrenta desafios próprios ao reunir os estudantes que estão na transição da infância para a adolescência. Para subsidiar a criação da primeira política nacional voltada para esta etapa, foi lançada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os chamados anos finais do ensino fundamental – que compreendem o 6º, 7°, 8º e 9 º anos – são considerados uma etapa escolar peculiar, que enfrenta desafios próprios ao reunir os estudantes que estão na transição da infância para a adolescência. Para subsidiar a criação da primeira política nacional voltada para esta etapa, foi lançada nesta terça-feira (9) uma<strong> pesquisa que ouviu mais de 2,3 milhões de estudantes em 21 mil escolas do país. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-revela-que-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-revela-que-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os resultados apontam que mais da metade dos estudantes diz se sentir acolhida pela escola, mas menos de 40% dizem respeitar e valorizar o professor.   </strong></p>
<p>O estudo é fruto de uma parceria do Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social. A pesquisa foi realizada durante a Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas, mobilização que engajou o equivalente a 46% das instituições de ensino que oferecem os anos finais nas redes municipais, estaduais e distrital em todo o Brasil.  </p>
<p>Durante o lançamento do relatório, em Brasília, a secretária da Secretaria de Educação Básica (SEB), do MEC, Katia Schweickardt, afirmou que a escuta dos adolescentes do 6º ao 9º ano ajuda o Poder Público a entender que “todos aprendem de um jeito diferente” e que todo mundo sabe algo, baseado nas experiências individuais. </p>
<p>Katia Schweickardt explica que é preciso adaptar as salas de aulas para essa realidade multisseriada, ou seja, com alunos de diferentes perfis. “Todo mundo aprende de um jeito diferente. O que a gente precisa é preparar os professores, o equipamento escolar, a comunidade, todo mundo para essas especificidades.&#8221;</p>
<p>A secretária do MEC destaca que este preparo passa pelo currículo escolar.  </p>
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<p>“Currículo, que não é só um conjunto, uma lista de desejos de conteúdo e práticas pedagógicas que a gente põe em um documento e deixa na gaveta. Currículo, de fato, é uma perspectiva de vivência, de existência de uma escola que é significativa”, disse. </p>
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<p>A representante da organização da sociedade civil Roda Educativa, a pedagoga Tereza Perez, concorda que é preciso enxergar as diferentes composições das salas de ensino, sob pena de provocar a evasão escolar e o abandono dos estudos.  </p>
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<p>“A máquina da educação escolar busca homogeneizar as aprendizagens, por meio de um ensino único, negligenciando a heterogeneidade e a diversidade existente em todas as salas de aula. Esse fato, embora reconhecido, não provoca mudanças significativas na forma de ensino e, muitas vezes, culpabiliza alunos que não aprendem, usando a reprovação como o único recurso para que aprendam. Na maioria das vezes, também, não atingem o seu propósito de aprendizagem, gerando evasão e abandono”, destacou. </p>
</blockquote>
<h2>Pesquisa </h2>
<p>As percepções dos alunos, colhidas em questionários e dinâmicas coletivas, foram dividas em dois grupos: os alunos mais novos, do 6º e 7º ano, e os mais velhos, do 8º e 9º anos. Apesar da pouca distância de idade, é possível encontrar importantes contrastes entre as respostas.   </p>
<p>A pesquisa buscou identificar a opinião dos alunos sobre a escola, conteúdos para desenvolvimento pessoal, atividades essenciais para o futuro, formas de aprendizagem, convivência, entre outros. De forma geral, <strong>estudantes dos 8º e 9º anos têm uma visão menos positiva sobre a escola do que aqueles de 6º e 7º anos.   </strong></p>
<p>A superintendente do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes, lembrou que o Brasil tem histórico de décadas sem qualquer política voltada à educação na adolescência e que, desde 2023, o MEC, com o projeto da Escola das Adolescências, passou a dialogar com estudantes, gestores educacionais e diferentes setores da sociedade civil e acadêmicos, além de organismo internacionais para trabalhar em conjunto em direção a um objetivo comum. </p>
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<p>“Nenhum outro país que a gente acompanha teve coragem de escutar os adolescentes como parte da política pública. Então, é com esse exemplo de construção de convergências, de escuta, que o MEC conseguiu criar convergências de diferentes territórios, de diferentes setores da sociedade civil brasileira. Nesse sentido, reafirmamos nosso propósito de não deixar nunca mais os anos finais [do ensino fundamental] serem uma etapa esquecida”, defendeu. </p>
</blockquote>
<h2>Acolhimento  </h2>
<p>No quesito “acolhimento e pertencimento”, <strong>66% dos mais jovens disseram que se sentem acolhidos pela escola</strong> &#8211; 27% veem a experiência como parcial e 7% discordam. Já entre os mais velhos, apenas 54% sentem-se amparados, 33% se consideram “mais ou menos” acolhidos e 13% discordam.   </p>
<p>Na mesma temática, <strong>75% dos estudantes dos 6º e 7º anos afirmaram que confiam em pelo menos um adulto na escola, mas apenas 58% sentem-se verdadeiramente acolhidos por esses adultos</strong>. Entre os do <strong>8º e 9º anos, o percentual de acolhimento cai para 45%</strong>.  </p>
<p>A pesquisa destaca que, em escolas com maior proporção de estudantes em situação de vulnerabilidade, 69% percebem a escola como espaço de acolhimento, contra 56% em contextos de menor vulnerabilidade.  </p>
<h2>Socialização  </h2>
<p>Ao investigar como os alunos se sentem em relação aos relacionamentos e à socialização na escola, <strong>65% dos estudantes dos 6º e 7º anos concordam que a escola favorece amizades e interações sociais</strong>, com 29% considerando “mais ou menos” e 6% discordando. Para os do 8º e 9º anos, 55% concordam, 35% avaliam como “mais ou menos” e 10% discordam.   </p>
<p>O relatório destaca ainda que <strong>oito em cada dez estudantes (84% nos 6º e 7º anos e 83% nos 8º e 9º anos) têm amigos com quem gostam de estar na escola</strong>. No entanto, o <strong>estudo alerta para os desafios na relação aluno-professor: apenas 39% dos mais novos e 26% dos mais velhos afirmam respeitar e valorizar os professores. </strong></p>
<p>A aluna da rede pública de ensino de Rio Branco, Dandara Vieira Melo, de 13 anos, que estava bastante atrasada nos estudos devido a mudanças de município e outras questões familiares, foi atendida no Programa Travessia, iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para o Brasil, juntamente com governo do Acre. </p>
<p>Ao diminuir a distorção idade-série, a adolescente vê a escola de outra forma. “É um lugar para que eu possa aprender mais, conhecer novas culturas, novas pessoas e para fazer novas amizades”, definiu Dandara, que estava presente no lançamento da pesquisa. </p>
<h2>Formação  </h2>
<p>Sobre os conteúdos e conhecimentos que consideram mais importante para o seu desenvolvimento, os estudantes mais novos citaram as disciplinas tradicionais (48%), seguido pela categoria corpo e socioemocional (31%) que inclui temas como esportes, bem-estar e saúde mental. Na sequência aparecem as chamadas habilidades para o futuro (21%), como educação financeira e tecnologia, seguida pelo tema “direitos e sustentabilidade (13%).  </p>
<p>Entre os alunos do 8º e 9º anos, as disciplinas tradicionais são apontas por 38% como muito importante para o desenvolvimento, seguida pela dimensão corpo e socioemocional (29%), habilidades para o futuro (24%) e direitos e sustentabilidade (13%). </p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/pesquisa-revela-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor</p>
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		<title>Pesquisa aponta desigualdade da conexão digital no país</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 18:34:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) aponta a desigualdade na conexão digital no Brasil. Um destaque do estudo é o tempo sem internet móvel devido à falta de franquia de dados. O levantamento revela que 35% das pessoas com renda de até 1 salário mínimo e [&#8230;]]]></description>
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<p>Pesquisa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) aponta a desigualdade na conexão digital no Brasil. Um destaque do estudo é o tempo sem internet móvel devido à falta de franquia de dados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-aponta-desigualdade-da-conexao-digital-no-pais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-aponta-desigualdade-da-conexao-digital-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento revela que 35% das pessoas com renda de até 1 salário mínimo e 35,6% das que recebem entre 1 e 3 salários mínimos ficaram sete dias ou mais sem acesso à internet móvel nos 30 dias anteriores ao estudo. Esse cenário se agrava para os consumidores de menor renda: 11,6% ficaram mais de 15 dias sem acesso, valor quase seis vezes maior do que o observado entre aqueles com renda superior a 3 salários mínimos (2,2%).</p>
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<p>“Outro ponto de atenção é que, por estar sem a franquia de dados no celular e sem acesso ao Wi-Fi, 63,8% dos brasileiros deixaram de utilizar serviços bancários ou financeiros; 56,5% deixaram de acessar plataformas de serviços do governo; 55,2% deixaram de estudar; e 52,3% deixaram de acessar serviços de saúde”, destacam a Anatel e o Idec.</p>
</blockquote>
<p>A pesquisa aborda ainda o impacto da publicidade no consumo de dados. A percepção de que vídeos de publicidade aparecem com muita frequência (“sempre” ou “muitas vezes”) ultrapassa os 50% em todas as faixas de renda investigadas. </p>
<p>Também há disparidade na compra de celulares por faixa de renda. Entre os indivíduos com renda de até 1 salário mínimo, 51% declararam ter aparelhos celulares com valor de compra inferior a RS 1 mil. Em contrapartida, nas faixas de renda mais elevadas, predominam os aparelhos mais caros, evidenciando a influência da barreira financeira no acesso a dispositivos mais modernos.</p>
<p>Apesar dessa diferença de valor, mais de 50% dos entrevistados em todas as faixas de renda têm o aparelho celular há menos de dois anos, o que indica que a maioria da população dispõe de celulares relativamente novos.</p>
<p>Por outro lado, o estudo revela que entre as pessoas que afirmaram não ter computador de mesa ou portátil, quase metade (47,3%) informou que o principal motivo para não ter o equipamento é o alto custo de aquisição. Outros dois motivos para não ter computador estão inter-relacionados e somam quase 30% dos entrevistados: falta de interesse e não saber utilizar.</p>
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<p>“Essa lacuna na posse de computadores contrasta com o fato de que as pessoas geralmente preferem usá-los, em vez do celular, para tarefas essenciais, como acessar serviços do governo, bancos, atendimento médico e fazer compras online”, diz o estudo.</p>
</blockquote>
<p>O levantamento avaliou o nível de satisfação dos consumidores em quatro aspectos: dispositivo, infraestrutura (serviços de internet fixa e móvel), habilidades digitais e atendimento das necessidades de conexão. As notas médias nacionais da avaliação dos consumidores foram:</p>
<ul>
<li>Aparelho celular: 8,3</li>
<li>Habilidades digitais: 8,2</li>
<li>Infraestrutura (internet fixa e móvel): 7,6</li>
<li>Atendimento às necessidades de conexão: 7,8</li>
</ul>
<p>Embora as notas de satisfação com o aparelho celular e as habilidades digitais sejam elevadas, a pesquisa aponta que a satisfação com as habilidades digitais é significativamente menor entre os mais vulneráveis, como pessoas com renda de até 1 salário mínimo e idosos.O estudo também sugere um possível descasamento entre a autopercepção do nível de habilidades digitais e a existência real dessas habilidades, indicando que as pessoas podem se considerar mais aptas a lidar com o mundo digital do que de fato estão.</p>
<p>Segundo o coordenador do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec, Luã Cruz, os dados da pesquisa escancaram que a desigualdade também é perpetuada por desafios à conectividade, como apontam os números sobre custos e o impacto das limitações na franquia</p>
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<p>“A partir disso, porém, vemos um necessário caminho: a promoção de conectividade significativa é essencial para a defesa e a promoção de direitos fundamentais”, afirma Luã Cruz.</p>
</blockquote>
<p>O advogado do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec, Lucas Marcon, destaca que a maior parte dos brasileiros precisa acessar a internet por celular e que mais de um terço dos pesquisados ficou sem internet por falta de dados móveis no final do mês.</p>
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<p>“A desigualdade também é refletida no setor de telecomunicações. A gente precisa ter uma política mais ampla de acesso à banda larga e outros meios de conexão que não sejam limitadas”, diz Marcon.</p>
</blockquote>
<p>Para a conselheira diretora da Anatel Cristiana Camarate, “os resultados da pesquisa apontam caminhos para aperfeiçoar iniciativas específicas de desenvolvimento da conectividade significativa, visando à inclusão digital de todos os cidadãos”.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p>A pesquisa, realizada entre agosto de 2023 e junho de 2024, foi feita por telefone, com 593 pessoas, utilizando o método CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing), e teve abrangência nacional. Foram entrevistados usuários dos serviços de telefonia celular (pré e pós-paga) ou banda larga fixa, com mais de 18 anos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/pesquisa-aponta-desigualdade-da-conexao-digital-no-pais</p>
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		<title>Azerbaijão firma parceria com Brasil para oferecer bolsas de pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 20:29:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo do Azerbaijão vai oferecer bolsas de estudos a estudantes brasileiros para diferentes campos de pesquisa, da graduação ao mestrado. A informação foi adiantada pelo vice-ministro de relações exteriores, Elnur Mammadov, à Agência Brasil. A parceria no campo da educação foi formalizada, na segunda (1º), em encontro com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira.  “Isso é uma nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo do Azerbaijão vai oferecer bolsas de estudos a estudantes brasileiros para diferentes campos de pesquisa, da graduação ao mestrado. A informação foi adiantada pelo vice-ministro de relações exteriores, Elnur Mammadov, à <strong>Agência Brasil</strong>. A parceria no campo da educação foi formalizada, na segunda (1º), em encontro com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Azerbaijao-firma-parceria-com-Brasil-para-oferecer-bolsas-de-pesquisa.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Azerbaijao-firma-parceria-com-Brasil-para-oferecer-bolsas-de-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Isso é uma nova página em nossa cooperação entre os dois países”, disse a autoridade diplomática do país localizado entre a Europa e a Ásia.</p>
<p><strong>Ainda não foi definida a quantidade de bolsas, mas já se sabe que as áreas de principal interesse são energia renovável e transformação digital</strong>, que inclui<strong> </strong>a conectividade, transportes e a inteligência artificial. A divulgação das vagas será feira pelo Ministério da Educação do Brasil.</p>
<p>O vice-ministro explicou que o país tem gerado mais de 100 oportunidades por ano nas universidades locais a estudantes de diferentes nacionalidades.</p>
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<h2>Aprofundamento de relações</h2>
<p>Segundo Mammadov, o objetivo dos dois países é aprofundar e estreitar as relações no campo da pesquisa. <strong>Ele ressaltou que o Azerbaijão tem interesse especial nos trabalhos que são desenvolvidos, por exemplo, pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), particularmente no desenvolvimento da agricultura sustentável. </strong></p>
<p>No campo comercial, o Azerbaijão é fornecedor de fertilizantes para os produtores rurais brasileiros. Em contato com o vice-presidente brasileiro, Geraldo Alckmin, e com o chanceler, Mauro Vieira, nesta semana, Mammadov enfatizou o interesse no aprofundamento das relações comerciais.   </p>
<p>Uma das questões importantes discutidas foi a de estabelecer uma plataforma econômica para os dois países. “As relações também podem ser estreitadas e ampliadas. Outra coisa importante é que estamos comprando muito açúcar do Brasil. Se você olhar as estatísticas, a comercialização deste ano dobrou em relação ao ano passado&#8221;.</p>
<h2>De Baku a Belém</h2>
<p>Os laços entre Brasil e Azerbaijão também se consolidaram nos contatos estabelecidos com os responsáveis pela última Conferência do Clima, a COP29, que ocorreu na capital do país, a cidade de Baku. Neste ano, a COP30 será no Brasil, em Belém (PA). </p>
<p>As nações concordam com as responsabilidades dos países desenvolvidos no enfrentamento às mudanças do clima. “É claro que os países possuem opiniões diferentes, especialmente com relação ao financiamento das mudanças climáticas”.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/azerbaijao-firma-parceria-com-brasil-para-oferecer-bolsas-de-pesquisa</p>
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