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	<title>Perde - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Perde - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Ônibus perde o freio, bate em mureta e quase cai em igarapé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 00:45:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um acidente envolvendo um micro-ônibus privado aconteceu na noite desta segunda-feira (19), na Avenida das Torres, em Manaus. O veículo, pertencente à empresa Trans Silvestre, levava 30 passageiros a caminho da empresa Flexi, quando perdeu o freio e colidiu contra uma mureta de proteção nas proximidades da entrada da colônia japonesa. De acordo com relatos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um acidente envolvendo um micro-ônibus privado aconteceu na noite desta segunda-feira (19), na Avenida das Torres, em Manaus. O veículo, pertencente à empresa Trans Silvestre, levava 30 passageiros a caminho da empresa Flexi, quando perdeu o freio e colidiu contra uma mureta de proteção nas proximidades da entrada da colônia japonesa.</p>
<p>De acordo com relatos de passageiros, o ônibus seguia normalmente quando apresentou falha no sistema de freios, levando o motorista a perder o controle da direção. Em seguida, o coletivo atingiu a mureta, que impediu uma tragédia ainda maior. Caso a barreira de proteção não existisse, o ônibus despencaria em um igarapé localizado logo abaixo da via.</p>
<p>Uma passageira grávida teve ferimentos, mas o Samu a socorreu e a encaminhou rapidamente para um hospital da cidade. Uma testemunha relatou que a mulher sofreu ferimentos na perna, todavia, até o momento não há informações sobre o seu estado de saúde.</p>
<p>Imagens feitas após o acidente mostram a frente do ônibus bastante danificada. As circunstâncias do ocorrido deverão ser apuradas pelas autoridades competentes e pela empresa responsável pelo transporte.</p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Ônibus perde controle e colide com poste na Av. Coronel Teixeira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/onibus-perde-controle-e-colide-com-poste-na-av-coronel-teixeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:41:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#13; &#13; &#13; &#13; &#13; &#13; Um ônibus de transporte particular sofreu um forte impacto ao colidir contra um poste de iluminação pública na manhã desta quarta-feira (7). O acidente aconteceu na avenida Coronel Teixeira, zona oeste de Manaus, sentido Bairro/Centro, nas proximidades da sede do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). De acordo com informações [&#8230;]]]></description>
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&#13;</p>
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								&#13;<br />
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</div></div>
<div class="penci-entry-content entry-content">
<p>Um ônibus de transporte particular sofreu um forte impacto ao colidir contra um poste de iluminação pública na manhã desta quarta-feira (7). O acidente aconteceu na avenida Coronel Teixeira, zona oeste de Manaus, sentido Bairro/Centro, nas proximidades da sede do Ministério Público do Amazonas (MP-AM).</p>
<p>De acordo com informações colhidas no local, o condutor do veículo teria perdido o controle da direção, invadindo o canteiro central da via. A colisão contra a estrutura de concreto foi violenta, deixando a parte frontal do ônibus bastante danificada e espalhando estilhaços de vidro pela pista.</p>
<p>A concessionária de energia elétrica deve ser acionada para avaliar os danos causados ao poste e garantir a segurança da rede elétrica na região. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos nem sobre as causas exatas do acidente.</p>
<p><b> </b></p>
</div>
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&#13;</p>
<footer class="penci-entry-footer">&#13;<br />
															</footer>
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						</div>
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		<item>
		<title>“Perde o Brasil”, diz Gleisi sobre derrubada de vetos do licenciamento</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/perde-o-brasil-diz-gleisi-sobre-derrubada-de-vetos-do-licenciamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 21:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta quinta-feira (27) que a derrubada por parte do Congresso Nacional dos vetos à Lei de Licenciamento Ambiental é uma perda não para o governo, mas para o Brasil.  “Perdem o meio ambiente, a proteção dos nossos biomas, a segurança dos alimentos e da saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta quinta-feira (27) que a derrubada por parte do Congresso Nacional dos vetos à Lei de Licenciamento Ambiental é uma perda não para o governo, mas para o Brasil. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Perde-o-Brasil-diz-Gleisi-sobre-derrubada-de-vetos-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Perde-o-Brasil-diz-Gleisi-sobre-derrubada-de-vetos-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Perdem o meio ambiente, a proteção dos nossos biomas, a segurança dos alimentos e da saúde da população, os indígenas e quilombolas, a reputação dos produtos que exportamos”, afirmou a ministra.</p>
</blockquote>
<p>Nesta quinta-feira (27), o Congresso Nacional derrubou 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) que elimina ou flexibiliza regras para o licenciamento ambiental no Brasil. O texto foi apelidado pelos críticos de “PL da Devastação”. </p>
<p><strong>Gleisi disse ainda que a decisão dos parlamentares contradiz o esforço que o Brasil acabou de fazer durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), na direção de enfrentar as mudanças climáticas.  </strong></p>
<h2>Entenda </h2>
<p>O projeto de lei que reduz exigências para licenciamento ambiental havia sido aprovado pela Câmara em julho e recebeu duras críticas de ambientalistas e entidades de setor. Em agosto, o presidente Lula sancionou o projeto ventando 63 dos 400 dispositivos propostos. </p>
<p>Ontem, diante da possibilidade da análise dos vetos pelo Congresso Nacional, o governo divulgou nota defendendo sua manutenção.  </p>
<p>De acordo com o governo, os vetos foram definidos após avaliações técnicas e jurídicas rigorosas, com participação da comunidade científica e de diversos setores da sociedade. E levaram em consideração o cenário recente de desastres ambientais e climáticos no país.  </p>
<p>As medidas, afirma o Planalto, também buscam assegurar segurança jurídica a empreendimentos e investidores; incorporar inovações que tornem o licenciamento mais ágil, sem comprometer a qualidade; e garantir os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/perde-o-brasil-diz-gleisi-sobre-derrubada-de-vetos-do-licenciamento</p>
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		<item>
		<title>Americano é feito refém e perde R$ 400 mil em golpe em Iranduba</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/americano-e-feito-refem-e-perde-r-400-mil-em-golpe-em-iranduba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 22:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (12), cinco integrantes de um grupo criminoso envolvido em roubo e extorsão mediante sequestro contra um cidadão americano. O crime aconteceu em Iranduba, região metropolitana de  Manaus. A princípio, os suspeitos mantiveram a vítima em cativeiro sob ameaça de arma de fogo e subtraíram R$ 400 mil de sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (12), cinco integrantes de um grupo criminoso envolvido em roubo e extorsão mediante sequestro contra um cidadão americano. O crime aconteceu em Iranduba, região metropolitana de  Manaus.</p>
<p>A princípio, os suspeitos mantiveram a vítima em cativeiro sob ameaça de arma de fogo e subtraíram R$ 400 mil de sua conta bancária.</p>
<p>Os policiais prenderam quatro mulheres, de 22, 23, 30 e 33 anos, e um homem de 31 anos. Todas as capturas ocorreram na zona oeste de Manaus, entretanto, dez suspeitos seguem foragidos.</p>
<p>De acordo com o delegado Raul Augusto Neto, a vítima vive há cerca de cinco anos em Iranduba e uma das autoras o atraiu, sob o pretexto de um encontro amistoso.</p>
<p>“Quando chegou, surgiram alguns homens armados que o obrigaram a realizar transferências via Pix para diferentes contas. A tentativa visava a dificultação do rastreamento policial”, explicou o delegado.</p>
<p>Os envolvidos mantiveram o cidadão maericano em cativeiro por algumas horas até ele conseguir escapar e denunciar o crime. Com as diligências, a PC-AM conseguiu recuperar cerca de 95% do valor roubado.</p>
<h4>Procurados</h4>
<p>A PC-AM segue em busca de outros envolvidos, identificados como</p>
<ol>
<li>Natália Thaumaturgo</li>
<li>Beatriz Lohane Farias</li>
<li>Diego dos Santos</li>
<li>Emerson Braga da Silva</li>
<li>Fernanda da Silva Moraes</li>
<li>Fernan José Robelo (Venezuelano)</li>
<li>Jamison da Silva</li>
<li>José Henrique Gomes</li>
<li>Mayla Stefany Pinheiro.</li>
</ol>
<p>Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas aos números:<br />📞 (92) 99519-2173 (disque-denúncia da 31ª DIP)<br />📞 197 ou (92) 3667-7575 (Polícia Civil)<br />📞 181 (Secretaria de Segurança Pública – SSP-AM)</p>
<p>“A identidade do informante será mantida em sigilo”, reforçou o delegado.</p>
<h3>Procedimentos</h3>
<p>Após os procedimentos, os policiais autuaram os cinco envolvidos por extorsão mediante sequestro. Agora, eles permanecerão à disposição da Justiça após passarem por audiência de custódia.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
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		<item>
		<title>Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mata-atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mata Atlântica perdeu 2,4 milhões de hectares de floresta nas últimas quatro décadas. O número é equivalente a uma redução de 8,1% da área registrada no início da série histórica. Segundo levantamento do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira (28), o bioma mais degradado do país mantém apenas 31% de sua vegetação natural. Metade do desmatamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Mata Atlântica perdeu 2,4 milhões de hectares de floresta nas últimas quatro décadas. O número é equivalente a uma redução de 8,1% da área registrada no início da série histórica.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mata-Atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mata-Atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo levantamento do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira (28), o bioma mais degradado do país mantém apenas 31% de sua vegetação natural. Metade do desmatamento recente ainda atinge áreas com mais de 40 anos.</p>
<blockquote>
<p>“A vegetação natural da Mata Atlântica foi suprimida para abrir espaço para atividades humanas desde o início da colonização. Em 1985, ano de início da nossa série histórica, o bioma tinha apenas 27% de sua área florestal original&#8221;, diz Natalia Crusco, da equipe do MapBiomas.</p>
</blockquote>
<p><strong>&#8220;De lá para cá, o ritmo de desmatamento foi diferente em cada uma das quatro décadas até 2024. Depois da promulgação da Leia da Mata Atlântica é possível notar, inclusive, um ligeiro aumento na área florestada do bioma&#8221;, acrescenta ela. </strong></p>
<h2>Vegetação nativa</h2>
<p>O estudo reforça a importância das políticas de conservação e recuperação da vegetação nativa. Entre 1985 e 2024, o bioma perdeu 2,4 milhões de hectares de florestas.</p>
<p><strong>Apesar da desaceleração do desmatamento, os últimos cinco anos registraram uma média de 190 mil hectares desmatados por ano. Cerca da metade do desmatamento em 2024 ainda acontece em florestas maduras (com mais de 40 anos), que carregam grande parte da biodiversidade, estoque de carbono e são as principais responsáveis pelos serviços ecossistêmicos da floresta.</strong></p>
<p>A agricultura segue como principal força de transformação da paisagem. O cultivo agrícola quase dobrou de área desde 1985 e hoje ocupa um terço (33%) da produção nacional dentro do bioma. Soja (343%), cana-de-açúcar (256%) e café (105%) estão entre as lavouras que mais cresceram, enquanto as pastagens perderam 8,5 milhões de hectares no período.</p>
<h2>Avanço agrícola</h2>
<p>A silvicultura também ganhou espaço: a área destinada ao cultivo comercial de árvores quintuplicou em 40 anos e já representa mais da metade de toda a atividade no país.</p>
<p><strong>Além do avanço agrícola, o crescimento urbano na Mata Atlântica duplicou desde 1985, com três em cada quatro municípios (77%) expandindo sua área urbanizada.</strong></p>
<p>Mais de 80% dos municípios da Mata Atlântica, no entanto, têm áreas urbanizadas pequenas, com menos de mil hectares. Só três capitais têm mais de 30 mil hectares: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/mata-atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos</p>
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		<item>
		<title>Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 14:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).</p>
<p>Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.</p>
<p><strong>Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.).</strong></p>
<p>Veja o comportamento dos grupos:</p>
<ul>
<li>Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.)</li>
<li>Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.)</li>
<li>Transportes: 0,27% (0,05 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,00% (0,00 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).</p>
<p><strong>De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.</strong></p>
<p>O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p><strong>O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p.</strong> A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.<br />A bandeira tarifária vermelha é uma medida do governo no cenário de fim do período chuvoso. A previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses pode demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que fornecem energia mais cara.</p>
<p>Além da alteração tarifária, o IBGE apurou reajuste nas contas de luz nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).</p>
<p>O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.</p>
<h2>INPC</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 0,23% em junho e acumula 5,18% em 12 meses.</strong></p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p><strong>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, uma vez que o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024</p>
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		<item>
		<title>Inflação perde força pelo 2º mês seguido e fecha abril em 0,43%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril-em-043/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 14:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[2º]]></category>
		<category><![CDATA[abril]]></category>
		<category><![CDATA[fecha]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mês]]></category>
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		<category><![CDATA[Perde]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[seguido]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial fechou abril em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. O índice é o maior para um mês de abril desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A inflação oficial fechou abril em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O índice é o maior para um mês de abril desde 2023 (0,61%). Em abril de 2024, a variação havia sido de 0,38%.</p>
<p>No período de 12 meses, o IPCA soma 5,53%, o maior desde fevereiro de 2023 (5,6%) e acima da meta do governo. Em março, esse acumulado era de 5,48%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.</strong></p>
<p>Desde o início de 2025, a meta é considerada descumprida se ficar seis meses seguidos fora do intervalo de tolerância. Todos os resultados desde janeiro figuraram acima do teto.</p>
<h2>Alimentos e remédios</h2>
<p>Dos nove grupos de preços pesquisados pelo IBGE, oito apresentaram inflação positiva, com os maiores pesos  exercidos por alimentos e saúde. Juntos, esses dois grupos responderam por 0,34 ponto percentual (p.p.) do IPCA.</p>
<p>&#8211; Alimentação e bebidas: 0,82% (0,18 p.p.)</p>
<p>&#8211; Habitação: 0,14% (0,02 p.p.)</p>
<p>&#8211; Artigos de residência: 0,53% (0,02 p.p.)</p>
<p>&#8211; Vestuário: 1,02% (0,05 p.p.)</p>
<p>&#8211; Transportes: -0,38% (-0,08 p.p.)</p>
<p>&#8211; Saúde e cuidados pessoais: 1,18% (0,16 p.p.)</p>
<p>&#8211; Despesas pessoais: 0,54% (0,05 p.p.)</p>
<p>&#8211; Educação: 0,05% (0 p.p.)</p>
<p>&#8211; Comunicação: 0,69% (0,03 p.p.)</p>
<h2>Maior impacto</h2>
<p>Apesar de representar o maior impacto de alta na inflação de abril, o grupo alimentos e bebidas mostra desaceleração ante março, quando foi de 1,17%.</p>
<p>Os alimentos integram o grupo de maior peso no IPCA, por isso, mesmo desacelerando, exercem impacto importante na média de preços da cesta de consumo dos brasileiros. Os produtos que mais puxaram para cima o preço da comida foram:</p>
<p> &#8211; batata-inglesa (18,29%)</p>
<p>&#8211; tomate (14,32%)</p>
<p>&#8211; café moído (4,48%)</p>
<h2>Café sobe 80,2%</h2>
<p><strong>Em 12 meses, o café apresenta alta de 80,2%, configurando-se a maior variação acumulada desde o início do Plano Real em julho de 1994.</strong></p>
<p>Por outro lado, o arroz, que caiu 4,19%, foi o item alimentício que mais colaborou para segurar os preços. O ovo, que vinha sendo um dos vilões (alta de 16,74% em doze meses), recuou 1,29% em abril.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, a inflação dos alimentos é muito influenciada por questões climáticas. “Muitos deles tiveram questão de clima, ou chove muito ou não chove”, afirma. </p>
<blockquote>
<p>“Os efeitos da natureza não têm como controlar”, observou.</p>
</blockquote>
<p>Fernando destaca que o índice de difusão &#8211; indicador que mostra a proporção de subitens que tiveram aumento de preço no mês &#8211; passou de 55% para 70% dos 168 produtos alimentícios pesquisados.</p>
<p>Em todo o IPCA, o índice de difusão ficou em 67% dos 377 subitens apurados – o maior desde dezembro de 2024 (69%).</p>
<p>No grupo saúde e cuidados pessoais, o resultado foi influenciado por produtos farmacêuticos, que subiram 2,32%, por conta do reajuste de medicamentos de até 5,09% autorizado pelo governo a partir de 31 de março.</p>
<h2>Alívio nos transportes</h2>
<p><strong>O grupo de transportes foi o único a ter queda nos preços (-0,38%)</strong>, resultado influenciado pela redução dos preços das passagens aéreas (-14,15%), o que exerceu o principal impacto negativo no IPCA de abril, com peso de -0,09 p.p.</p>
<p>Os combustíveis também ajudaram, recuando 0,45%. Todos tiveram variação negativa:</p>
<p>óleo diesel: -1,27%</p>
<p>gás veicular: -0,91%</p>
<p>etanol: -0,82%</p>
<p>gasolina (subitem que mais pesa no IPCA): -0,35%</p>
<p>Fernando Gonçalves destaca que “houve redução no preço do óleo diesel nas refinarias a partir de 1º de abril e, no caso do etanol, houve avanço na safra”.</p>
<h2>Foco do BC</h2>
<p><strong>Ao separar a inflação entre itens de serviços e controlados</strong>, o IBGE aponta que o agregado de serviço desacelerou de 0,62% em março para 0,20% em abril. Já os preços monitorados, ou seja, controlados pelo governo, aceleraram de 0,18% para 0,35%.</p>
<p>O comportamento da inflação de serviços é um dos fatores avaliados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) para decidir o nível da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 14,75% ao mês. A definição da Selic é uma das formas de buscar o controle da inflação. Quanto maiores os juros, menos favorável ao consumo fica a economia, tendendo a segurar os preços.</p>
<blockquote>
<p>“No agregado de serviços, a desaceleração é explicada pela queda das passagens aéreas. E nos monitorados, a explicação para a aceleração vem do aumento dos produtos farmacêuticos”, explica Gonçalves.</p>
</blockquote>
<p>A energia elétrica residencial apresentou queda de 0,08%, devido à redução de tributos (PIS/Cofins) em algumas áreas.</p>
<h2>INPC</h2>
<p>O IBGE divulgou também que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) <strong>teve alta de 0,48% em abril</strong>.  </p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.518. </p>
<p><strong>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA</strong>.</p>
<p>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril-em-043</p>
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		<item>
		<title>Brasil perde mais de 2 mil mídias jornalísticas em 10 anos, diz estudo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-perde-mais-de-2-mil-midias-jornalisticas-em-10-anos-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 19:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento do projeto Mais pelo Jornalismo (MPJ) revela que 2.352 mídias jornalísticas desapareceram do Brasil desde 2014. No período, 10.795 veículos, entre jornais, rádios, TVs e portais foram criados, enquanto 13.147 tiveram as atividades extintas. O estudo é baseado no cadastro de mídias da plataforma de mailings de imprensa I’Max, financiadora do projeto e idealizadora do MPJ. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Levantamento do projeto Mais pelo Jornalismo (MPJ) revela que 2.352 mídias jornalísticas desapareceram do Brasil desde 2014. No período, 10.795 veículos, entre jornais, rádios, TVs e portais foram criados, enquanto 13.147 tiveram as atividades extintas. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-perde-mais-de-2-mil-midias-jornalisticas-em-10.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-perde-mais-de-2-mil-midias-jornalisticas-em-10.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo é baseado no cadastro de mídias da plataforma de <em>mailings</em> de imprensa I’Max, financiadora do projeto e idealizadora do MPJ. Também foram analisados dados específicos de veículos impressos e rádios em cidades com até 100 mil habitantes. De 2,4 mil estações de rádio analisadas, 1.248 não possuíam portal de notícias (52%). Já entre 1 mil veículos de mídia escrita, 214 não tinham <em>site</em> próprio (21%).</p>
<blockquote>
<p>“O saldo em uma década é negativo e nós não estamos falando de mídias pequenas. São mídias centenárias, que representavam cidades muito populosas e que simplesmente foram descontinuadas porque a transformação digital e a maneira que as pessoas consomem notícia impactou o negócio do jornalismo”, explica a CEO do I’Max, Fernanda Lara.</p>
</blockquote>
<p>Fernanda destaca ainda que o <strong>período da pandemia de covid-19 foi um fator relevante para o saldo negativo, com os anos de 2021 e 2022 tendo resultados negativos mais expressivos.</strong> “A partir de então, vemos uma recuperação. Nos últimos dois anos, 2023 e 2024, a produção jornalística brasileira ganhou fôlego, mas os números acumulados ainda assustam. Apesar dessa leve recuperação, o déficit permanece bem mais elevado do que tínhamos em 2020, quando o acumulado estava em 1.429”, afirma.</p>
<p>De acordo com Fernanda, novos veículos de comunicação vêm surgindo, principalmente porque muitos jornalistas são independentes, os chamados de <em>news influencers</em>, que estão se colocando como especialistas em algum assunto e criando o próprio veículo de comunicação. Entretanto,<strong> ainda existe a questão relacionada ao financiamento do jornalismo, que se coloca como uma dificuldade.</strong></p>
<p>“Não é fácil você estabelecer uma publicidade séria para que, mesmo com esse novo fôlego, essas mídias se mantenham ativas comunicando e informando a sociedade no longo prazo. Então, diante de um cenário que ainda se mostra muito negativo, nós, como uma empresa do setor e que entende a importância do jornalismo especialmente pelos lados de democracia, resolvemos fazer esse projeto chamado Mais pelo Jornalismo”, diz a CEO do I’Max.</p>
<h2>Transição</h2>
<p>Segundo a análise da jornalista e pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho, da ECA/USP, <strong>Claudia Nonato, nas últimas décadas, o Brasil passou por uma migração de jornalistas de veículos tidos como tradicionais (jornal, rádio e TV) para as plataformas digitais. Em um primeiro momento, esses profissionais se mantiveram entre os dois, o tradicional e o digital. Ao mesmo tempo, as verbas e apoio publicitário migraram para o digital, fazendo com que os pequenos veículos não sobrevivessem.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Nesse movimento, o número de impressos foi reduzido, enquanto as rádios se ampliaram (com a facilidade da internet), os veículos digitais (blogs, sites e plataformas) se fortaleceram e se tornaram muito mais atrativos para esses profissionais, que inclusive se motivaram a criar novas mídias”, disse Claudia.</p>
</blockquote>
<p><strong>Mesmo assim ela aponta um saldo positivo, como a criação de novos formatos, modelos de financiamento, distribuição de conteúdo, cargos e funções dentro do jornalismo digital</strong>. “Houve também, segundo o Atlas da Notícia (iniciativa que mapeia o jornalismo local no país) uma redução de 9,5% no número de municípios considerados desertos de notícias no Brasil, além do crescimento das rádios comunitárias e do jornalismo local nessas regiões”, afirmou.</p>
<p>Já o lado negativo,<strong> para a especialista foi a mudança no consumo da informação por parte do público e a consequente difusão da desinformação, que passou a pautar a sociedade e a política nos últimos anos</strong>, trazendo grandes desafios para o jornalismo. </p>
<blockquote>
<p>“O profissional também precisou se reinventar: migrou do analógico para o digital, passou a ter novas funções além da escrita. As equipes foram reduzidas, o local de trabalho deixou de existir, passou para o remoto, e o salário se tornou mais baixo”.</p>
</blockquote>
<p>Ela destaca que nesse contexto sobrevivem os grandes veículos de comunicação e surgem os novos, a partir do digital. <strong>Mas a grande dificuldade está no financiamento desses pequenos veículos, que hoje sobrevivem de apoio de fundações, vaquinha virtual ou de editais públicos.</strong></p>
<p> “As grandes plataformas, como a Meta e Google, entre outras, viram nessas iniciativas uma oportunidade de investimento, em troca do trabalho, dos dados e informações desses profissionais. A partir dessas dificuldades, novas iniciativas que incentivem a sobrevivência e o financiamento dessas mídias serão sempre bem-vindas’.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/brasil-perde-mais-de-2-mil-midias-jornalisticas-em-10-anos-diz-estudo</p>
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		<item>
		<title>Vasco perde para Brusque em jogo no qual teve dois gols anulados</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/vasco-perde-para-brusque-em-jogo-no-qual-teve-dois-gols-anulados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2022 01:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[Brusque]]></category>
		<category><![CDATA[Perde]]></category>
		<category><![CDATA[Série B]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em jogo no qual teve dois gols do meia-atacante Alex Teixeira anulados, o Vasco foi superado por 1 a 0 pelo Brusque, na tarde deste sábado (3) no estádio Augusto Bauer, pela 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés, o Cruzmaltino mantém a 4ª posição da classificação com 45 pontos. Mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em jogo no qual teve dois gols do meia-atacante Alex Teixeira anulados, o Vasco foi superado por 1 a 0 pelo Brusque, na tarde deste sábado (3) no estádio Augusto Bauer, pela 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.</p>
<p>Apesar do revés, o Cruzmaltino mantém a 4ª posição da classificação com 45 pontos. Mesmo com este resultado, o Vasco não tem chances de sair do G4 da competição (que garante o acesso para a Série A da próxima temporada) nesta rodada, mas pode ver a aproximação do Londrina, que é o 5º com 41 pontos, e que enfrenta o Operário ainda neste sábado.</p>
<p>Já para o Quadricolor, que contou com a estreia do técnico Gilson Kleina, o resultado garantiu a saída do Z4 da classificação.</p>
<p>O gol da vitória do Brusque foi marcado após 25 minutos do primeiro tempo por Gabriel Taliari, que aproveitou rebote dado pelo goleiro Thiago Rodrigues em cobrança de pênalti executada por ele mesmo.</p>
<p>Por outro lado, o Cruzmaltino chegou a marcar duas vezes no segundo tempo com Alex Teixeira, mas o juiz anulou os lances, primeiro por toque de mão do camisa sete e depois por posição de impedimento do jogador.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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