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	<title>papel - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>papel - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Lewandowski diz que mudar papel da PF é inconstitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 00:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública, afirmou, na noite desta terça-feira (11), esperar que o projeto de lei Antifacção, de autoria do governo e encaminhado à Câmara no dia 31 de outubro, seja aproveitado “em 100% ou 90%”. Ele citou a &#8220;rapidez&#8221; com que foi apresentado o relatório sobre o projeto de lei e disse que parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública, afirmou</strong>, na noite desta terça-feira (11), <strong>esperar que o projeto de lei Antifacção, de autoria do governo e encaminhado à Câmara no dia 31 de outubro, seja aproveitado “em 100% ou 90%”</strong>. <strong>Ele citou a &#8220;rapidez&#8221; com que foi apresentado o relatório sobre o projeto de lei e disse que parte do parecer relacionado à Polícia Federal é &#8220;inconstitucional&#8221;</strong>.</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os principais pontos do projeto original  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Lewandowski-diz-que-mudar-papel-da-PF-e-inconstitucional.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Lewandowski-diz-que-mudar-papel-da-PF-e-inconstitucional.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lewandowski respondeu a perguntas de jornalistas sobre o projeto, ao participar da abertura do 26º Congresso Nacional do Ministério Público, em Brasília.</p>
<p>Após manifestações do relator do projeto, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), representantes do governo federal e também da Polícia Federal manifestaram preocupação com o texto final que será apresentado ao plenário da Casa, com previsão de ser votado nesta quarta-feira (12).</p>
<p>Entre as contrariedades, <strong>Derrite defendeu a equiparação de facções ao terrorismo e que a Polícia Federal pudesse ter atuação enfraquecida com suposta necessidade de autorizações por parte de governadores de Estado</strong>.</p>
<p>Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, e Guilherme Derrite, negaram essas possibilidades durante entrevista nesta terça-feira. </p>
<p>Lewandowski disse que assistiu à entrevista dos parlamentares, nesta tarde, e que <strong>entendeu que ambos garantiram “com todas as letras” não haver hipótese de alterações desse caráter no projeto original, mas ainda não tem certeza do teor do relatório final.</strong></p>
<h2>Inconstitucional</h2>
<p>O ministro da Justiça considerou que condicionar a <strong>atuação da Polícia Federal a uma autorização dos governos estaduais é inconstitucional, pois as competências da corporação já estão previstas em lei</strong>, e não podem ser alteradas por uma lei ordinária.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não seria possível uma lei ordinária cercear a competência da Polícia Federal, especialmente estabelecer que a polícia só interviria nos estados para combater as organizações criminosas ou as facções criminosas se autorizadas pelo governador do Estado. Isso seria inconcebível, isso seria claramente inconstitucional. Apontamos outros pontos que consideramos contrários à Constituição&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Três relatórios em 72 horas</h2>
<p>Apesar das declarações dos deputados, o ministro disse, aos jornalistas, que ainda <strong>não tem certeza sobre quais serão as alterações que Derrite apresentará no relatório à Câmara</strong>. Ele estranhou o fato de o texto final ser apresentado em pouco tempo para um projeto que foi elaborado em mais de seis meses.</p>
<blockquote>
<p>“É um projeto muito discutido, muito trabalhoso, e, de repente, nós fomos surpreendidos com um relatório que foi feito em 24 horas. Em 48 horas, foi feito outro relatório. E com mais outras 24 horas, será apresentado um terceiro relatório”, criticou.  </p>
</blockquote>
<p>Lewandowski voltou a defender o projeto elaborado pelo governo federal, ao aumentar as penas, considerar o crime de facção um crime hediondo e estabelecer a criação de um banco nacional de integrantes de organizações criminosas.</p>
<blockquote>
<p>“Nós estabelecemos um mecanismo extremamente sofisticado de descapitalização do crime organizado. Portanto, é um projeto completo”, completou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/lewandowski-diz-que-mudar-papel-da-pf-e-inconstitucional</p>
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		<item>
		<title>Motta defende relator do PL Antifacção e comenta papel da PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 16:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[comenta]]></category>
		<category><![CDATA[Defende]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Relator]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas. Ao chegar à Câmara, Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motta-defende-relator-do-PL-Antifaccao-e-comenta-papel-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motta-defende-relator-do-PL-Antifaccao-e-comenta-papel-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao chegar à Câmara, <strong>Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do relator retiraria as atribuições da Polícia Federal (PF) ao submeter as operações conjuntas com forças estaduais a um pedido do governador</strong>.</p>
<p>“A Câmara não permitirá, em nenhum momento, que a Polícia Federal perca suas prerrogativas. Essa é uma condição inegociável para nós, tanto é que o próprio relator, desde o dia de ontem, por intermédio nosso, conversou com o diretor-geral da Polícia Federal”, disse Motta.</p>
<p>Para o presidente da Casa, o tema já foi “resolvido”. Derrite voltou atrás na segunda-feira (10) e modificou o texto, permitindo ações da PF sem prévia provocação do chefe do Executivo estadual. </p>
<p>Especialistas, o governo e a própria Polícia Federal (PF) argumentaram que o primeiro texto do relator era inconstitucional, por condicionar operações conjuntas da PF com forças estaduais a uma provocação do governador, retirando atribuições da organização, ligada à União. </p>
<h2>Debate desvirtuado </h2>
<p>Segundo o presidente da Câmara, estão querendo “desvirtuar” o debate sobre o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2579832" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PL 5.582 de 2025</a>, ao afirmarem que a Casa quer tirar a competência da PF. </p>
<p>“Isso não é verdade. Nós vamos pelo contrário, que é fortalecer os meios para que tanto a Polícia Federal, como o Ministério Público, os Ministérios Públicos estaduais, o Ministério Público Federal e as polícias estaduais possam ter mais instrumentos para enfrentar o crime organizado”, completou.</p>
<p><strong>A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chegou a afirmar que as mudanças feitas pelo relator seriam um “presente para o crime organizado”.</strong></p>
<p>“Na prática, as mudanças que o Secretário de Tarcísio de Freitas propõe vão proteger a bandidagem e as facções, subvertendo totalmente o projeto enviado pelo governo do presidente Lula”, afirmou a ministra em uma rede social.</p>
<p>O deputado Derrite se licenciou do cargo de secretário de segurança de São Paulo apenas para relatar esse projeto.<strong> O PL está pautado para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (11),</strong> enquanto o governo pede mais tempo para dialogar mudanças no substitutivo do relator.</p>
<p> </p>
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<p><h6 class="meta">Guilherme Derrite em debate sobre a PEC da Segurança Pública na Câmara Foto: Lula Marques/Agência Brasil<!--END copyright=440508--></h6>
</p>
</div>
<h2>Apoio a Derrite</h2>
<p>O presidente da Câmara vinha manifestando apoio ao parecer de Derrite antes da nova versão do PL que excluiu a exigência de provocação do governador para operações conjuntas.</p>
<p>Ainda no sábado (8), em uma rede social, Motta disse que leu “o relatório do deputado Derrite, que preserva avanços do projeto do Governo Federal e endurece as penas contra o crime”.</p>
<p>A decisão de nomeá-lo foi interpretada por governistas como uma provocação, uma vez que o parlamentar representa o governador Tarcísio de Freitas. </p>
<h2>Terrorismo e Soberania</h2>
<p>Questionado se a equiparação das ações de facções criminosas e milícias ao terrorismo não poderia justificar a interferência de países estrangeiros no Brasil, o presidente da Câmara Hugo Motta respondeu que o texto preserva a soberania do país.</p>
<p>“Não permitiremos que nenhuma proposta coloque em risco a soberania nacional. Nós temos como base um preceito de que precisamos, sim, endurecer as penas, precisamos, sim, tipificar os crimes mais atuais, mais modernos, precisamos, sim, ser mais duros e enérgicos com os chefes das facções criminosas, mas sem permitir que haja qualquer questionamento acerca da soberania”, disse Motta.</p>
<p>Por outro lado, <strong>o governo ainda entende que o projeto permite que nações estrangeiras possam acusar o Brasil de abrigar grupos terroristas, o que poderia ter repercussões geopolíticas negativas para o país.</strong></p>
<p>A ministra Gleisi Hoffmann argumenta que o relator mantém “com outro nome, a ideia de classificar facções como terroristas, o que não resolve nada, mas é uma grave ameaça à soberania do país e a nossas empresas”.</p>
<p> </p>
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<p><h6 class="meta">A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil<!--END copyright=420187--></h6>
</p>
</div>
<h2>Nova versão</h2>
<p><strong>Motta acrescentou que novas alterações podem ser apresentadas após conversas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandovisk, nesta terça-feira (11).</strong></p>
<p>“A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator já está em Brasília dialogando. Nós queremos poder, até o final do dia, ter uma proposta mais apurada, para apresentar à sociedade a total disposição da Câmara, do relator, de construir a melhor proposta possível, para que ela possa caminhar bem, não só na Câmara, como no Senado, e dar condições de o Poder Executivo analisar a possível sanção”, finalizou.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/motta-defende-relator-do-pl-antifaccao-e-comenta-papel-da-pf</p>
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		<title>Especialistas debaterão papel da matemática na economia digital</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/especialistas-debaterao-papel-da-matematica-na-economia-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 19:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa na Bolsa de Valores (B3) reunirá, em São Paulo, especialistas para debater a democratização do ensino da Matemática no país no contexto de um mundo cada vez mais tecnológico. O painel “Como a Matemática vai incluir o Brasil na economia digital” está marcado para a manhã desta quarta-feira (20), das 8h30 às 13h, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Iniciativa na Bolsa de Valores (B3) reunirá, em São Paulo, especialistas para debater a democratização do ensino da Matemática no país no contexto de um mundo cada vez mais tecnológico.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Especialistas-debaterao-papel-da-matematica-na-economia-digital.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Especialistas-debaterao-papel-da-matematica-na-economia-digital.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O painel “Como a Matemática vai incluir o Brasil na economia digital” está marcado para a manhã desta quarta-feira (20), das 8h30 às 13h, no auditório da B3, na capital paulista.</p>
<p><strong>Organizado pelo Instituto Sidarta, responsável pelo programa Mentalidades Matemáticas, em parceria com B3 Social, Fundação Itaú e Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), o evento é voltado para educadores, formuladores de políticas públicas e líderes do setor produtivo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Especialistas apontam a inteligência artificial como a maior revolução dos próximos séculos. Se isso é um exagero, só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: ela já está transformando nossas vidas. Retomar o pensamento matemático e compreender os algoritmos é essencial para que possamos ocupar, de forma consciente e protagonista, o lugar que nos cabe no desenho desse novo futuro”, disse, em nota divulgada pela B3, a presidente do Instituto Sidarta, Ya Jen Chang.</p>
</blockquote>
<p>Os debates do painel vão reunir convidados como Jo Boaler, professora da Universidade de Stanford e idealizadora da abordagem Mentalidades Matemáticas (MM); Marcelo Viana, diretor-geral do Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada); e Alexsandro Santos, diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (MEC).</p>
<h2>Matemática atual</h2>
<p><strong>A primeira mesa <em>Qual Matemática estamos falando</em>, terá Jo Boaler e Viana para debater por que é preciso ensinar nas escolas uma matemática atual e conectada com as transformações tecnológicas. Boaler defende ainda a urgência do letramento em dados, fundamental em tempos <em>de fake news</em> e de um volume gigante de informações e conteúdos. </strong></p>
<p>“Vivemos em uma era tecnológica em que a Matemática e a alfabetização de dados são mais essenciais do que nunca. No entanto, preparar os estudantes apenas para executar cálculos &#8211; tarefas que os computadores fazem com rapidez &#8211; é limitar seu potencial. O que realmente precisamos é incentivá-los a fazer perguntas críticas, explorar diferentes ideias e desenvolver um pensamento adaptável e criativo”, disse, em nota, Boaler.</p>
<p>Quando aprendem a aplicar essa flexibilidade mental aos desafios, os alunos se tornam verdadeiramente capacitados para compreender e transformar o mundo por meio da matemática”, acrescentou.</p>
<p>Participam também do evento Patrícia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social; Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação); e Thiago Nascimento, diretor-executivo do Instituto Decodifica.</p>
<p><strong>Após os debates, será exibido o documentário <em>Counted Out</em> (Excluídos pela Matemática &#8211; em tradução livre), dirigido por Vicki Abeles. A obra provoca reflexões sobre a importância da matemática na sociedade e os desafios enfrentados na educação da disciplina.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-08/especialistas-debaterao-papel-da-matematica-na-economia-digital</p>
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		<title>Mercadante destaca papel do BNDES para pesquisa e inovação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mercadante-destaca-papel-do-bndes-para-pesquisa-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 16:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, elogiou a atuação do Brics, destacando a importância dos bancos de desenvolvimento, como o banco brasileiro, para a promoção da pesquisa e inovação, principalmente dos países do Sul Global. Reunião de cúpula do bloco ocorreu nos dias 6 e 7 de julho, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, elogiou a atuação do Brics, destacando a importância dos bancos de desenvolvimento, como o banco brasileiro, para a promoção da pesquisa e inovação, principalmente dos países do Sul Global. Reunião de cúpula do bloco ocorreu nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercadante-destaca-papel-do-BNDES-para-pesquisa-e-inovacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercadante-destaca-papel-do-BNDES-para-pesquisa-e-inovacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“[Os países do Brics] estão puxando essa agenda de articulação do Sul Global para que a gente traga a reconstrução das ações multilaterais, do novo marco regulatório nas relações financeiras, do fortalecimento das ações multilaterais que estão sendo erodidas”, afirmou.</p>
<p>Mercadante também destacou a importância das relações do Brasil com a China, um dos países do Brics. </p>
<p><strong>&#8220;Se tem gente no planeta que se incomoda com o êxito da experiência do crescimento da China, não é o Brasil&#8221;, disse.</strong></p>
<p>O presidente do BNDES participou, nesta quarta-feira (9), do seminário <em>A Transição Energética e a Sustentabilidade do Futuro</em>, na sede do banco. </p>
<p>O mundo, segundo Mercadante, está vivendo “uma crise global de grandes proporções”, o que pede novas soluções. Ele defendeu a necessidade de se repensar a relação entre o Estado e o mercado.</p>
<blockquote>
<p>“Nós não temos modelos a copiar, nós temos nosso próprio caminho, somos uma nação grande demais e com muita história, mas nós temos que repensar a relação entre Estado e mercado e ajudar a construir um caminho que supere essa erosão das instituições multilaterais e do direito internacional”, defendeu.</p>
</blockquote>
<p>“O Sul Global precisa ter uma presença, ser sujeito histórico construtivo na reconstrução de um novo pacto entre as nações, para restabelecer as relações multilaterais, o respeito mútuo, e evitar uma visão de um mundo monopolar autoritário, que nunca contribuiu para a história da humanidade”.</p>
<p><strong>Mercadante defendeu ainda, no discurso, o papel do Estado, principalmente para impulsionar a inovação.</strong> </p>
<p>&#8220;Não há inovação sem Estado. Nós queremos parceria com o Estado, nós queremos parceria com o setor privado, com o mercado de capitais, mas o mercado não resolve algumas questões. Inovação é risco. Se não tiver o Estado para correr risco, você inibe o processo de inovação&#8221;, avaliou.</p>
<h2>China</h2>
<p>O embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, que também participou do evento no BNDES, ressaltou a importância mundial do bloco e criticou medidas que chamou de unilaterais e protecionistas, como as adotadas pelos Estados Unidos. </p>
<p>“Desafios globais, como crises climáticas e transições energéticas, surgem sem cessar. Alguns países, ao adotarem medidas unilaterais e protecionistas e abandonarem mecanismos multilaterais, como o Acordo de Paris, minam a ordem e as regras internacionais e intensificam instabilidades e incertezas”, disse.</p>
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<p>“O Brics, como vanguarda do Sul Global, posiciona-se do lado correto da História. Defendem a paz, o desenvolvimento, benefícios mútuos e rejeitam hegemonismos. Nossa atuação conjunta garante proteção dos direitos legítimos dos países em desenvolvimento, demonstrando sabedoria e força coletiva”, defendeu o embaixador chinês.</p>
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<h2>Pesquisa e Inovação</h2>
<p>Aloizio Mercadante informou que o edital do BNDES, em conjunto com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), para selecionar propostas para atração, implantação ou expansão de centros de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PD&amp;I) no Brasil recebeu 618 propostas, que somam R$ 57,4 bilhões em investimentos, sendo R$ 51,9 bilhões pleiteados junto às duas instituições financeiras.</p>
<p><strong>O orçamento originalmente anunciado para o edital é de R$ 3 bilhões. No entanto, de acordo com o BNDES, as propostas serão analisadas e as instituições buscarão apoiar todos os bons projetos.</strong></p>
<p>O edital prevê o uso de diferentes instrumentos financeiros, incluindo crédito, participação acionária, recursos não reembolsáveis para projetos cooperativos entre empresas e instituições tecnológicas e subvenção econômica, operados pelo BNDES ou pela Finep.</p>
<p><strong>As propostas são tanto de empresas nacionais quanto de multinacionais com sede em diversos países, como Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Holanda, Singapura, Suíça, Estados Unidos, Itália e Luxemburgo.</strong></p>
<p>Do total de propostas, 368 (59,5%) têm como foco exclusivo a implantação de novos centros de pesquisa, que representam investimentos de R$ 37,8 bilhões, o equivalente a 65,9% do valor apresentado, dos quais R$ 34,7 bilhões seriam financiados por BNDES e Finep. Apenas para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, foram apresentadas 201 (32,5%) propostas com investimentos previstos de R$ 16,1 bilhões.</p>
<p>Juntas, as propostas apresentadas indicam a contratação de 4.501 mestres e 2.754 doutores e mais de 28 mil funcionários para compor as equipes. O que significa que cada proposta prevê, em média, 11,7 pesquisadores qualificados e 46 novos profissionais.</p>
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<p>“A universidade não pode ser só um centro de produção de teses acadêmicas. Precisa olhar a produção, precisa olhar a inovação, precisa criar mecanismos de atrair os profissionais e os pesquisadores para encontrar as soluções, e soluções rápidas”, defendeu Mercadante. </p>
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<p>“É isso que muda o salto de qualidade em relação à nossa pauta de exportações e de desenvolvimento”, afirmou.</p>
<p><strong>Centros de PD&amp;I são instalações que compreendem laboratórios, plantas piloto, plantas de demonstração e outras instalações de uso exclusivo para atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação.</strong> As atividades desenvolvidas vão desde pesquisa básica e aplicada até o desenvolvimento de produtos, testes, validação, além de colaboração com universidades e instituições científicas.</p>
<p>De acordo com o BNDES, no cenário internacional, os incentivos governamentais são fundamentais para atrair centros de PD&amp;I de empresas multinacionais. Países como China e Índia oferecem incentivos diretos voltados a setores estratégicos, como eletrônica e farmacêutica. Já Japão, Holanda e Reino Unido oferecem benefícios fiscais.</p>
<h2>Brics</h2>
<p>O Brics é o bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia, que representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. </p>
<p><strong>Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.</strong></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/mercadante-destaca-papel-do-bndes-para-pesquisa-e-inovacao</p>
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