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	<title>Orelha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Orelha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 19:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país. Em nota, a Polícia Civil disse que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Policia-quer-apreender-passaporte-de-envolvido-na-morte-do-cao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a Polícia Civil disse que o Ministério Público (MP) do estado se manifestou favorável ao pedido.</p>
<blockquote>
<p>“A instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”, diz a nota.</p>
</blockquote>
<h2>Divergências</h2>
<p><strong>A investigação em torno do caso enfrenta divergências entre a Polícia Civil e o MP. Ainda na sexta-feira (6), o MP informou que requisitará à Polícia Civil, nos próximos dias, diligências complementares nas investigações realizadas a partir da morte do cão Orelha.</strong></p>
<p>Segundo o MP, tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos.  </p>
<p><strong>O Ministério Público disse que identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração “da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”.  </strong></p>
<p>Para a Polícia Civil há base legal para o pedido de internação do adolescente investigado pela morte do cão comunitário.</p>
<h2>Possível coação</h2>
<p><strong>O órgão disse ainda que segue apurando a possível prática de coação no curso do processo e ameaça envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. O MP disse que concluiu pela necessidade de ampliar e detalhar a apuração dos fatos e “irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil, inclusive para confirmar a inexistência de relação dos supostos crimes com a agressão aos animais”.  </strong></p>
<p>Na terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. </p>
<p><strong>Para conseguir provar a participação do autor &#8211; que não teve o nome revelado por ser menor de idade &#8211; as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança.</strong></p>
<h2>Filmagens</h2>
<p>Segundo informações da polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.</p>
<p><strong>As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz acusado no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/policia-quer-apreender-passaporte-de-quem-matou-cao-orelha</p>
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		<item>
		<title>Cão Orelha: Polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cao-orelha-policia-usa-imagens-e-dados-de-celular-para-desvendar-caso/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:59:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. Para conseguir provar a participação do autor — que não teve o nome revelado por ser menor de idade—, as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime.</strong> Para conseguir provar a participação do autor — que não teve o nome revelado por ser menor de idade—, as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Cao-Orelha-Policia-usa-imagens-e-dados-de-celular-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Cao-Orelha-Policia-usa-imagens-e-dados-de-celular-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo informações da própria polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.</strong></p>
<p>As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. <strong>Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.</strong></p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>A polícia também usou um software francês para verificar a localização do menor no momento da agressão a Orelha. Com o programa — que identifica onde está o celular — e imagens das câmeras, a investigação conseguiu provar que o rapaz deixou o condomínio às 5h25, e foi até a Praia Brava naquele 4 de janeiro. Ele voltou ao mesmo local às 5h58, acompanhado de uma jovem.</p>
<p>Um outro software, agora israelense, de recuperação de dados apagados de celulares também foi utilizado.</p>
<p><strong>O depoimento do rapaz, colhido na semana passada, também foi chave para desvendar o crime. O jovem se contradisse, afirmando que não havia deixado sua casa naquele fim de madrugada.</strong> Mas a polícia já tinha as imagens comprovando o contrário. Havia vídeos do controle de acesso da portaria, imagens do moleton e do boné que ele usava, além do relato de testemunhas afirmando que o jovem havia deixado o condomínio.</p>
<h2>Disney</h2>
<p>Como divulgado alguns dias após o ataque ao cachorro, o adolescente viajou aos Estados Unidos para visitar a Disney. Voltou ao país no dia 29 de janeiro, com a polícia já o aguardando no aeroporto.</p>
<p>Na chegada a Santa Catarina, um parente do adolescente tentou esconder o boné e ainda afirmou que o moleton que estava na bagagem havia sido comprado nos EUA. Mas eram os mesmos usados no dia do ataque a Orelha, como as autoridades já sabiam.</p>
<p>Com todas essas provas em mãos, a Polícia Civil decidiu pedir a internação do agressor. Outros três adultos ligados aos quatro adolescentes foram indiciados por coação a testemunha.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/cao-orelha-policia-usa-imagens-e-dados-de-celular-para-desvendar-caso</p>
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		<item>
		<title>Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/caso-orelha-policia-pede-internacao-de-adolescente-envolvido-no-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu na noite dessa terça-feira (3) a investigação sobre o ataque e morte do cão Orelha, que foi agredido por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele morreu no dia 5. As autoridades também concluíram os trabalhos a respeito do caso do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu na noite dessa terça-feira (3) a investigação sobre o ataque e morte do cão Orelha, que foi agredido por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele morreu no dia 5.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Caso-Orelha-policia-pede-internacao-de-adolescente-envolvido-no-crime.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Caso-Orelha-policia-pede-internacao-de-adolescente-envolvido-no-crime.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>As autoridades também concluíram os trabalhos a respeito do caso do cachorro Caramelo, atacado por outros quatro adolescentes, mas que conseguiu escapar com vida.</strong></p>
<h2>Orelha</h2>
<p><strong>Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, um adolescente envolvido na morte de Orelha, cão que era cuidado pela comunidade local, teve pedido de internação. Além disso, três adultos — parentes dos agressores — foram indiciados por coação a testemunha.</strong></p>
<p>Após análise do laudo de corpo de delito, a polícia revelou que na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30, Orelha, de cerca de 10 anos de idade, sofreu uma “pancada contundente na cabeça, que pode ter sido um chute ou algum objeto rígido, como madeira ou garrafa&#8221;. O animal foi levado ainda com vida a um veterinário, mas não resistiu aos ferimentos.</p>
<p><strong>As autoridades afirmam ter analisado mais de mil horas de imagens das câmeras de segurança da região. Foram ouvidas 24 testemunhas e houve a análise de muitas provas.</strong></p>
<p>O adolescente que teve a internação pedida pela polícia é o mesmo que viajou para a Disney logo após o ataque a Orelha. Ele retornou ao país no dia 29 de janeiro, quando foi abordado pelas autoridades ainda no aeroporto.</p>
<h2>Caramelo</h2>
<p>No caso do Caramelo, quatro adolescentes foram representados, ou seja, houve a instauração de um inquérito policial. Segundo a polícia, os rapazes tentaram afogar o animal no mar. Caramelo conseguiu escapar dos agressores e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/caso-orelha-policia-pede-internacao-de-adolescente-envolvido-no-crime</p>
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		<item>
		<title>Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/centenas-de-pessoas-em-sao-paulo-pedem-justica-pelo-cao-orelha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 20:06:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manifestantes foram neste domingo (1º) à Avenida Paulista para pressionar as autoridades a punir os adolescentes que torturaram o cão vira-lata Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina. O animal, que ficava sob cuidados de uma comunidade local, foi torturado no dia 4 de janeiro e morreu um dia depois, sacrificado por eutanásia depois de ficar muito debilitado pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Manifestantes foram neste domingo (1º) à Avenida Paulista para pressionar as autoridades a punir os adolescentes que torturaram o cão vira-lata Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina. O animal, que ficava sob cuidados de uma comunidade local, foi torturado no dia 4 de janeiro e morreu um dia depois, sacrificado por eutanásia depois de ficar muito debilitado pelos graves ferimentos decorrentes da violência sofrida.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Centenas-de-pessoas-em-Sao-Paulo-pedem-justica-pelo-cao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Centenas-de-pessoas-em-Sao-Paulo-pedem-justica-pelo-cao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os participantes do ato vestiram, em grande número, roupas pretas e também camisetas com uma imagem do cão e frases como &#8220;Não foi só um latido, foi um chamado por justiça!&#8221;. Adesivos com mensagens semelhantes foram distribuídos entre o público, composto por pessoas de todas as idades, algumas levando seus animais.</p>
<p>Iniciado às 10h, em frente do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), o protesto ainda permanecia ativo às 13h, sustentado por palavras de ordem como &#8220;Não são crianças, são assassinos!&#8221; e &#8220;Não vai cair no esquecimento!&#8221;. Placas pedindo a redução da maioridade penal eram vistas ocasionalmente.</p>
<p>A psicóloga Luana Ramos se declara a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A pauta voltou a ser foco no Congresso Nacional &#8211; mais especificamente, na Câmara dos Deputados. A medida vale para crimes violentos, como os hediondos, o homicídio doloso (quando há intenção de matar) e lesão corporal seguida de morte.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Se fossem quatro meninos pretos, teriam sido linchados. Já teriam feito justiça com as próprias mãos, enquanto os quatro meninos brancos, ricos, estão indo à Disney. Isso não pode mais acontecer&#8221;, diz Luana</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Erro não é isso. Erro dá para consertar. Isso não dá para consertar, não tem como voltar atrás. Foi assassinato, crueldade&#8221;, acrescenta, reagindo à tentativa dos pais dos autores do crime de atenuar a seriedade do ato que cometeram. Post que circula na internet mostra a mãe de um deles afirmando que tudo não passou de um erro.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=451722:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Centenas-de-pessoas-em-Sao-Paulo-pedem-justica-pelo-cao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="01/02/2026  - Centenas de pessoas pedem justiça por cãozinho Orelha em SP. Foto: Letycia Bond/ Agência Brasil" title="Letycia Bond/ Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/Centenas-de-pessoas-em-Sao-Paulo-pedem-justica-pelo-cao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="01/02/2026  - Centenas de pessoas pedem justiça por cãozinho Orelha em SP. Foto: Letycia Bond/ Agência Brasil" title="Letycia Bond/ Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=451722 --></div>
<p><h6 class="meta">Centenas de pessoas protestam em São Paulo pela morte do cão Orelha &#8211; Foto <strong>Letycia Bond/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=451722--></h6>
</p>
</div>
<p>Além disso, pais de dois deles e um tio tentaram coagir testemunhas para impedi-las de depor. Os garotos são investigados por ato infracional análogo ao crime de maus-tratos.</p>
<p>A advogada Carmen Aires levou à Paulista seus dois cachorros adotados, junto com a filha, para expressar indignação diante da morte de Orelha, que teria sido a segunda vítima dos jovens catarinenses. A outra é um cachorro que quase morreu por afogamento. </p>
<p>Para Carmen, adolescentes de 15 anos já deveriam responder criminalmente. Ela avalia como amenas demais as penalidades cumpridas por quem pratica violências contra animais. &#8220;São muito brandas, praticamente não existem. Não resolveram nada, tanto é que continuam acontecendo. A lei é recente, mas deve ser revista, porque atrocidades estão sendo feitas e a gente não aceita mais isso, ver o noticiário, as redes sociais&#8221;, afirma. </p>
<p>A instituição <a href="http://https//institutoamparanimal.org.br/ciencia-e-educacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ampara Animal</a> disponibiliza em seu <em>site</em> diversos materiais capazes de auxiliar no processo de reeducação da sociedade. Um dos alertas é a de haver relação entre a violência que vitima animais e a praticada contra mulheres.</p>
<p>O casal Thayná Coelho e Almir Lemos, de Belém, passeava pelos cartões-postais da capital paulista, sem saber da manifestação, à qual aderiu, também movido pelo sentimento de revolta e impunidade. Perguntados sobre uma possível ligação entre a cor dos jovens e o modo como se comportaram, sem remorso, responderam, ao mesmo tempo: &#8220;Com certeza.&#8221;</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A cor, a classe social. Acharam que tinham o direito e simplesmente foram e fizeram. Acharam que estavam no direito deles. As filmagens são muito claras. Eles não fizeram como se fosse um crime, como se fosse alguma coisa errada. Não, eles fazem como se estivesse dentro do direito deles&#8221;, disse o publicitário, criticando os familiares empenhados em abafar o caso. &#8220;Foi muito sádico o ato, chocante. Hoje foi um cachorro. E amanhã? Eles acham que as vidas pertencem a eles, que têm direito de tirar as vidas?&#8221;</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Tem muito a ver também com o que é prometido a eles. O branco, principalmente o homem branco, classe média, classe média alta. É prometido a eles um privilégio. Eles sabem que têm esse privilégio. Acham que o mundo é deles, que podem matar. Não só um cachorro, mas mulheres&#8221;, completa a psicóloga. &#8220;Imagine as namoradas deles.&#8221;</p>
<p>&#8220;A gente está vendo, por esse caso do Orelha, que é apenas a ponta do iceberg, mas que há maus-tratos todos os dias, a cada minuto e nada é feito. As organizações não governamentais (ONGs) é que, com muito sacrifício, com protetores independentes, conseguem minimizar o sofrimento desses animais.&#8221;</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/centenas-de-pessoas-em-sao-paulo-pedem-justica-pelo-cao-orelha</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Manaus protesta por justiça após morte do cachorro Orelha</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/manaus-protesta-por-justica-apos-morte-do-cachorro-orelha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 18:50:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A morte do cachorro comunitário Orelha, em Florianópolis (SC), gerou comoção nacional e motivou manifestações em várias capitais brasileiras no fim de semana. Em Manaus, protetores de animais, tutores e ativistas se reuniram no Anfiteatro da Ponta Negra para cobrar justiça pelo caso e denunciar a frequência de episódios de maus-tratos contra animais no país. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A morte do cachorro comunitário Orelha, em Florianópolis (SC), gerou comoção nacional e motivou manifestações em várias capitais brasileiras no fim de semana. Em Manaus, protetores de animais, tutores e ativistas se reuniram no Anfiteatro da Ponta Negra para cobrar justiça pelo caso e denunciar a frequência de episódios de maus-tratos contra animais no país.</p>
<p>Segundo organizadores do ato na capital amazonense, a mobilização integra um movimento nacional impulsionado pela repercussão do caso. Integrantes destacaram que a rotina de denúncias e resgates de animais vítimas de violência no Amazonas reforça a urgência de punições mais efetivas e da responsabilização dos envolvidos.</p>
<p>A causa animal, de acordo com os organizadores, mobilizou pessoas em todo o Brasil, o que facilitou a articulação de atos simultâneos em diferentes cidades. A mobilização também ganhou força nas redes sociais, onde usuários passaram a defender a federalização da investigação. Desse modo, o assunto figurou entre os mais comentados da plataforma X.</p>
<p>Durante a manifestação em Manaus, participantes relataram indignação e afirmaram que a impunidade contribui para a repetição de crimes contra animais. Outros manifestantes destacaram que a mobilização representa um pedido de justiça não apenas por Orelha, mas por todas as vidas animais.</p>
<p>Organizadores também relembraram episódios recentes de violência contra animais na capital amazonense, incluindo agressões e ataques a animais comunitários, o que fortaleceu a adesão local ao movimento.</p>
<p>Além de Manaus, manifestações estão previstas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Os atos acontecem em locais públicos e reúnem tutores, protetores independentes e coletivos ligados à causa animal.</p>
<h4>O caso</h4>
<p>O caso envolve o cachorro Orelha, conhecido na Praia Brava, em Florianópolis. O animal, com cerca de 10 anos, sofreu uma agressão brutal no início de janeiro e passou pela eutanásia, devido à gravidade dos ferimentos.</p>
<p>Todavia, a Polícia Civil investiga quatro adolescentes como principais suspeitos. A apuração inclui maus-tratos, danos ao patrimônio e possíveis crimes contra a honra.</p>
<h4>Crime</h4>
<p>Os maus-tratos contra animais incluem abandono, agressões, mutilações, envenenamento, falta de alimentação, abrigo e atendimento veterinário, além da exploração em atividades que provoquem sofrimento. No Brasil, o crime é previsto na Lei nº 9.605/1998, com penas agravadas pela Lei nº 14.064/2020, que estabelece reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda do animal em casos envolvendo cães e gatos.</p>
</div>
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		<title>Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:22:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dois dos quatro adolescentes que espancaram o cachorro comunitário Orelha voltaram ao país na noite desta quinta-feira (30). Eles estavam passeando na Disney. A Polícia Civil de Santa Catarina fez uma operação no aeroporto durante a chegada deles, cumprindo mandado de busca e apreensão de celulares dos dois jovens. Eles são investigados por crime de [&#8230;]]]></description>
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<p>Dois dos quatro adolescentes que espancaram o cachorro comunitário Orelha voltaram ao país na noite desta quinta-feira (30). Eles estavam passeando na Disney. <strong>A Polícia Civil de Santa Catarina fez uma operação no aeroporto durante a chegada deles, cumprindo mandado de busca e apreensão de celulares dos dois jovens. Eles são investigados por crime de maus-tratos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Adolescentes-suspeitos-de-matar-o-cao-Orelha-voltam-ao-Brasil.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Adolescentes-suspeitos-de-matar-o-cao-Orelha-voltam-ao-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os rapazes foram intimados a prestar depoimento às autoridades e seus celulares foram encaminhados à Polícia Científica, que fará a análise e extração de dados.</strong> Outros dispositivos eletrônicos dos jovens já foram apreendidos em outra operação.</p>
<p>A polícia também pediu a emissão do laudo de corpo de delito do Orelha.</p>
<h2>Brutalidade</h2>
<p><strong>O cachorro comunitário Orelha, de cerca de 10 anos de idade, foi brutalmente espancado na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, no dia 4 de janeiro, por quatro adolescentes. No dia 5, foi submetido à eutanásia por um veterinário devido à gravidade dos ferimentos. O caso chocou o país.</strong></p>
<p>Pais de dois deles e um tio, segundo a polícia, coagiram testemunhas e atrapalharam as investigações. Os três foram indiciados. As investigações continuam.</p>
<p><strong>Num outro caso de violência contra animais, o cachorrinho Abacate foi morto na cidade de Toledo, no Paraná, com um tiro de arma de fogo na terça-feira (27).</strong></p>
<p>A polícia investiga quem foi o autor do disparo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/adolescentes-suspeitos-de-matar-o-cao-orelha-voltam-ao-brasil</p>
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		<title>Caso Orelha: o que se sabe sobre até agora sobre a morte do cão em SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 16:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A morte brutal do cachorrinho Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, causou comoção nacional. Cão comunitário, ele foi atacado por um grupo de adolescentes no dia 4 de janeiro. Foi socorrido e levado a uma clínica veterinária que, devido à gravidade dos ferimentos, teve de submetê-lo à eutanásia no dia 5. Ao longo [&#8230;]]]></description>
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<p>A morte brutal do cachorrinho Orelha, na Praia Brava, litoral de Santa Catarina, causou comoção nacional. Cão comunitário, ele foi atacado por um grupo de adolescentes no dia 4 de janeiro. Foi socorrido e levado a uma clínica veterinária que, devido à gravidade dos ferimentos, teve de submetê-lo à eutanásia no dia 5.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Caso-Orelha-o-que-se-sabe-sobre-ate-agora-sobre.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Caso-Orelha-o-que-se-sabe-sobre-ate-agora-sobre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao longo do mês de janeiro, o caso já teve muitos desdobramentos, inclusive com operação da Polícia Civil do estado. Entenda tudo o que se sabe até agora:</p>
<h2>Ataque a Orelha</h2>
<p>Orelha, um cachorro comunitário de cerca de 10 anos de idade que vivia na Praia Brava, em Santa Catarina, foi atacado por quatro adolescentes. Muito ferido, ele foi levado para uma clínica veterinária, que o submeteu à eutanásia.</p>
<h2>Coação</h2>
<p>Familiares dos adolescentes são suspeitos de coagir testemunhas da ação contra Orelha e atrapalhar o andamento da investigação.</p>
<h2>Polícia</h2>
<p>Devido à enorme repercussão, a Polícia Civil de Santa Catarina passou a investigar o caso. Em 26 de janeiro foi deflagrada uma operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os adolescentes e os adultos responsáveis. Foram apreendidos celulares e dispositivos eletrônicos. A polícia também vem ouvindo várias pessoas para entender melhor como tudo aconteceu.</p>
<h2>Quem são os adultos?</h2>
<p>A polícia não revela nomes, mas informou que entre os parentes ligados aos jovens estão dois empresários e um advogado.</p>
<h2>Disney</h2>
<p>Segundo a polícia, dois dos adolescentes estão nos Estados Unidos, na Disney, numa viagem que já estava programada.</p>
<h2>Imagens</h2>
<p>Até o momento, a polícia já ouviu mais de 20e pessoas e analisou mais de 72 horas de imagens colhidas em 14 câmeras de monitoramento públicas e privadas.</p>
<h2>Alguém foi preso?</h2>
<p>Até o momento, não há ninguém detido pela polícia de Santa Catarina.</p>
<h2>Indiciamento</h2>
<p>Ninguém foi preso até agora, mas a polícia civil indiciou os familiares dos adolescentes pelo crime de coação.</p>
<h2>Caramelo</h2>
<p>As autoridades também investigam um outro caso de agressão feito pelos adolescentes contra o cachorro conhecido como Caramelo. O animal conseguiu escapar dos ataques do grupo.</p>
<h2>Adolescentes podem ser responsabilizados?</h2>
<p>Sim, podem. A eles podem ser aplicadas medidas socioeducativas previstas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Menores de 18 anos são inimputáveis perante a lei.</p>
<h2>O que é um cão ou gato comunitário?</h2>
<p>Embora não tenha um tutor único ou definido, o animal comunitário vive em uma determinada comunidade (rua, bairro, condomínio) e estabelece laços de afeto e manutenção com moradores ou comerciantes locais . Eles são cuidados coletivamente, recebendo alimentação, abrigo e,em alguns casos, vacinação e castração. Após a repercussão do caso Orelha, foi aprovada no estado a Lei nº 19.726, que institui a Política Estadual de Proteção e Reconhecimento do Cão e Gato Comunitário. Segundo o governo catarinense, o texto garante que esses animais também precisam ser protegidos pela sociedade e poder público </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/caso-orelha-o-que-se-sabe-sobre-ate-agora-sobre-morte-do-cao-em-sc</p>
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		<item>
		<title>Saiba que sanções podem ser aplicadas a jovens que mataram cão Orelha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:41:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de maus tratos contra os animais ser considerado crime, com pena de prisão prevista, os quatro adolescentes envolvidos recentemente na tortura e morte de cães na Praia Brava, em Florianópolis, estão sujeitos a medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, por serem menores de 18 anos.  O crime contra Orelha, cão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Apesar de maus tratos contra os animais ser considerado crime, com pena de prisão prevista, os quatro adolescentes envolvidos recentemente na tortura e morte de cães na Praia Brava, em Florianópolis, estão sujeitos a medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, por serem menores de 18 anos. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Saiba-que-sancoes-podem-ser-aplicadas-a-jovens-que-mataram.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Saiba-que-sancoes-podem-ser-aplicadas-a-jovens-que-mataram.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O crime contra Orelha, cão comunitário da Praia Brava, aconteceu no começo de janeiro. </strong>Com a série de agressões, ele morreu durante o atendimento médico-veterinário. Também houve violência contra outro animal, chamado Caramelo, que escapou do assédio do grupo.</p>
<p>Segundo a advogada Viviane Cabral, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo, o crime de maus-tratos é previsto no artigo 32 da lei dos crimes ambientais (lei federal n° 9605/98) e prevê pena de reclusão de dois a cinco anos para crimes cometidos contra cães e gatos, em razão da recente alteração prevista pela Lei Sansão (14.064/2020). </p>
<blockquote>
<p>“Neste caso, como os infratores são menores de idade serão aplicadas medidas socioeducativas em razão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), explicou Viviane à Agência Brasil.</p>
</blockquote>
<p><strong>Como os menores de 18 anos são inimputáveis perante a lei, quando praticam uma conduta prevista como crime, cometem um ato infracional análogo ao crime. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os procedimentos especiais do ECA (Lei 8.069/90) são ritos processuais céleres e protetivos, aplicados à infância e juventude. Diferenciam-se por contar prazos em dias corridos, visando a proteção integral. A prioridade é absoluta. A tramitação é preferencial e rápida&#8221;, complementa a advogada. </p>
</blockquote>
<p>Segundo a advogada, a lei de crimes ambientais prevê quatro formas de definir as ações contra os animais: maus-tratos, abuso, ferimento ou mutilação. Eles têm elevação da pena caso o animal morra, o que aconteceu com Orelha. A forma como o crime foi cometido também pode influenciar, assim como sua repetição.</p>
<h2>Medidas socioeducativas</h2>
<p><strong>Entre as medidas socioeducativas previstas no ECA estão: </strong></p>
<ul>
<li>Advertência, que é uma repreensão verbal do juiz; </li>
<li>Obrigação de reparar o dano, que consiste no ressarcimento, restituição ou compensação do prejuízo à vítima; </li>
<li>Prestação de Serviços à Comunidade, que são tarefas gratuitas em entidades públicas ou ONGs por até seis meses e por no máximo 8 horas semanais; </li>
<li>Liberdade Assistida, que é o acompanhamento por orientador por no mínimo seis meses, visando apoio familiar e escolar; </li>
<li>Semiliberdade, que é a privação parcial de liberdade, permitindo atividades externas (estudo/trabalho) e retorno noturno; </li>
<li>Internação, medida privativa de liberdade em entidade, por tempo indeterminado e reavaliada a cada seis meses, com prazo máximo de três anos. A internação é aplicada apenas em casos graves, envolvendo violência, reiteração de infrações ou descumprimento de outras medidas.</li>
</ul>
<blockquote>
<p>&#8220;A internação em instituto específico somente é prevista para as hipóteses em que o crime tenha sido cometido mediante grave ameaça ou violência contra pessoas. Nesse ponto, vale ressaltar que a lei precisa ser revista e prever a possibilidade de internação quando o crime for cometido também contra outros seres vivos que não humanos, principalmente com a brutalidade empregada nesse caso, como uma forma de acompanhar a evolução da lei e da conscientização da sociedade&#8221;, pondera Viviane.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, que acompanha as investigações, os encaminhamentos observam o que está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece procedimentos próprios para a apuração de atos infracionais e aplicação de medidas socioeducativas. </p>
<h2>Política estadual</h2>
<p><strong>A comoção em torno do tema levou ainda à aprovação, na última quinta-feira (22), da Lei nº 19.726, que institui a Política Estadual de Proteção e Reconhecimento do Cão e Gato Comunitário. </strong>Segundo o governo catarinense, o texto garante que esses animais também precisam ser protegidos pela sociedade e poder público </p>
<p>A legislação proíbe a remoção, restrição de movimento ou transferência dos animais comunitários sem justificativa técnica e sem aviso aos cuidadores identificados, além de especificar detalhes em relação à prática de maus-tratos, abandono forçado e ações que coloquem em risco a integridade do animal.</p>
<h2>Investigações</h2>
<p><strong>Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, familiares dos adolescentes foram interrogados e indiciados nesta terça-feira (27) pelo crime de coação no curso do processo. </strong>Ontem, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas dos adolescentes e dos adultos envolvidos. Os menores ainda não foram ouvidos.</p>
<blockquote>
<p>“É importante esclarecer que é vedada a divulgação de imagens, fotos e nomes dos adolescentes investigados e que a responsabilização se dá perante a autoridade judicial, que vai, de acordo com as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, impor uma sanção penal a eventuais autores dessa prática delitiva”, explicou o delegado-geral da PCSC, Ulisses Gabriel. </p>
</blockquote>
<p>O inquérito na Delegacia de Proteção Animal da Capital foi concluído e remetido ao poder judiciário, após ouvir mais de 20 pessoas e analisar câmeras públicas e privadas da região, que esclareceram sobre as agressões e outros atos criminosos, como a coação, segundo a delegada  Mardjoli Valcareggi, que conduziu as investigações. </p>
<p>&#8220;Foi instaurado auto de apuração de ato infracional, por parte da Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), após ter sido constatado no bojo da investigação a suspeita de envolvimento de adolescentes. Já o inquérito policial, instaurado para apurar a coação realizada por familiares dos adolescentes investigados a testemunhas, foi conduzido pela Delegacia de Proteção Animal da Capital (DPA)&#8221;, informou a polícia em nota.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/saiba-que-sancoes-podem-ser-aplicadas-jovens-que-mataram-cao-orelha</p>
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		<title>&#8216;Noiado&#8217; arranca a orelha do próprio pai em São Paulo de Olivença</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/noiado-arranca-a-orelha-do-proprio-pai-em-sao-paulo-de-olivenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 16:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu um homem de 38 anos, nessa quinta-feira (20), por agredir brutalmente seu próprio pai, um idoso de 62 anos, em São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas. De acordo com o delegado Igor Nunes, a vítima teve parte da orelha arrancada após o filho mordê-la. Em seguida, ele desferiu um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil prendeu um homem de 38 anos, nessa quinta-feira (20), por agredir brutalmente seu próprio pai, um idoso de 62 anos, em São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas.</p>
<p>De acordo com o delegado Igor Nunes, a vítima teve parte da orelha arrancada após o filho mordê-la. Em seguida, ele desferiu um golpe na região abdominal utilizando uma muleta. O crime ocorreu na madrugada, por volta das 4h, quando o idoso se levantou para beber água. O agressor, que havia passado a noite consumindo bebidas alcoólicas com um amigo, atacou o pai.</p>
<p>A vítima relatou que mora sozinha com o filho no bairro José Carlos Mestrinho, e que o agressor é usuário de entorpecentes. Além disso, ele já agrediu seu genitor diversas vezes ao longo dos anos com tapas, socos e chutes, conforme informou o delegado.</p>
<p>O amigo do autor auxiliou o idoso, e depois p çevpi a uma unidade hospitalar, onde recebeu atendimento médico e ficou com deformidade permanente.</p>
<p>Posteriormente, a polícia atendeu a ocorrência e realizou a prisão em flagrante. O homem foi autuado por lesão corporal gravíssima e permanecerá à disposição da Justiça, passando por audiência de custódia.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
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		<item>
		<title>Conhecido como &#8216;Diabão&#8217; manda remover orelha e diz que &#8220;dá um jeito&#8217; pra usar óculos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/conhecido-como-diabao-manda-remover-orelha-e-diz-que-da-um-jeito-pra-usar-oculos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 23:16:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Diabão]]></category>
		<category><![CDATA[Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[Remover]]></category>
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					<description><![CDATA[Bizarro &#8211; Diabão, nome artístico de Michel Faro Praddo, contou aos seguidores do Instagram como vai fazer para usar óculos agora que removeu as orelhas. A modificação corporal extrema é apenas uma das mais de 60 já feitas pelo tatuador, que encarou o último procedimento como comemoração pela liberação do uso de máscaras no estado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bizarro &#8211; Diabão, nome artístico de Michel Faro Praddo, contou aos seguidores do Instagram como vai fazer para usar óculos agora que removeu as orelhas. A modificação corporal extrema é apenas uma das mais de 60 já feitas pelo tatuador, que encarou o último procedimento como comemoração pela liberação do uso de máscaras no estado de São Paulo.</p>
<p>Em um vídeo publicado na rede social, Diabão contou que continua escutando. “Tô ouvindo perfeitamente. O que foi removido foi a orelha. O espaço do ouvido tá zerado, tem o buraquinho. É que tá meio inchado, não dá pra ver legal. Os óculos a gente prende na cabeça, dá um jeito. Se não desse, ia botar no elástico ou alguma coisa. Modificação corporal é isso mesmo: o corpo se adapta ou a gente se adapta a ele”, completou.</p>
<p>Veja:</p>
<p>https://www.instagram.com/p/CcRdCZXjUt8/</p>
<p>Fonte: Veja</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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