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	<title>Movimentos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Movimentos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Moraes recebe demandas de movimentos sociais em ADPF das Favelas</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 19:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), realizou nesta quarta-feira (5) uma audiência com representantes de entidades de defesa dos Direitos Humanos, em que foi discutida a megaoperação no Rio de Janeiro que resultou na morte de 121 pessoas no dia 28 de outubro.  O encontro começou às 10h e durou pouco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), realizou nesta quarta-feira (5) uma audiência com representantes de entidades de defesa dos Direitos Humanos, em que foi discutida a megaoperação no Rio de Janeiro que resultou na morte de 121 pessoas no dia 28 de outubro. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Moraes-recebe-demandas-de-movimentos-sociais-em-ADPF-das-Favelas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Moraes-recebe-demandas-de-movimentos-sociais-em-ADPF-das-Favelas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O encontro começou às 10h e durou pouco mais de duas horas. Entre os participantes estava a deputada do estado do Rio, Dani Monteiro (PSOL), que representou a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Na conversa, foram discutidas as atribuições institucionais de diferentes órgãos e a preservação da investigação. </p>
<p>Segundo a parlamentar, os movimentos sociais pediram “a garantia do funcionamento da polícia técnico-cientifica”.  Como resposta, obtiveram de Moraes o compromisso de que a Polícia Federal (PF) atuará para avaliar o trabalho de perícia e autópsia dos corpos. </p>
<blockquote>
<p>“A PF, nas palavras do ministro, vai avaliar estruturalmente a operação no que tange especificamente o caso da perícia e da autopsia”, relatou a deputada. </p>
</blockquote>
<h2>Reunião</h2>
<p><strong>Também participaram do encontro representantes do Conselho Nacional de Direitos Humanos, da Redes da Maré, do Conectas, Educafro, Justiça Global, ISER, das Mães de Manguinhos e do Movimento Negro Unificado, entre outras entidades que figuram como <em>amici curiae</em> (amigas da Corte) na ação de descumprimento de preceito fundamental 635, conhecida como Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas. </strong></p>
<p>Nesta ação, o Supremo estabeleceu balizas para a realização de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro. Por esse motivo, cabe ao relator garantir o cumprimento da decisão.  </p>
<p>Moraes se tornou relator temporário dessa ação após a aposentadoria do ex-ministro Luiz Roberto Barroso, no início de outubro. Pelo regras do Supremo, Moraes deve se manter na relatoria até que um substituto assuma o gabinete de Barroso.</p>
<h2>Ministério Público Federal</h2>
<p><strong>Outro ponto questionado pelas entidades, segundo o relato da deputada, foi a ausência de controle da atividade policial por parte do Ministério Público Federal (MPF). Para os movimentos sociais, o órgão federal tem a atribuição de fazer esse controle, além do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). </strong></p>
<blockquote>
<p>“Esse é o nosso entendimento. Ele, num primeiro momento, sinalizou um nível de concordância, mas disse que trabalhará a questão com a Procuradoria-Geral da República”, indicou a parlamentar. </p>
</blockquote>
<p>A audiência com os representantes de movimentos sociais ocorreu um dia depois de Moraes ter ido ao Rio de Janeiro, onde participou de reuniões em separado com o governador Cláudio Castro e o prefeito Eduardo Paes, entre outras autoridades. O ministro cobrou esclarecimentos sobre a operação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/moraes-recebe-demandas-de-movimentos-sociais-em-adpf-das-favelas-0</p>
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		<title>Movimentos sociais fazem ato contra violência policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimentos sociais do Maranhão realizam hoje (31) um protesto contra a violência policial no país. A manifestação integra um conjunto de ações do Ato Nacional Contra a Violência Policial e toma como exemplo a Operação Contenção, realizada na terça-feira (28), nos complexos da Penha e do Alemão e que deixou um total de 121 mortos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Movimentos sociais do Maranhão realizam hoje (31) um protesto contra a violência policial no país. <strong>A manifestação integra um conjunto de ações do Ato Nacional Contra a Violência Policial e toma como exemplo a Operação Contenção, realizada na terça-feira (28), nos complexos da Penha e do Alemão e que deixou um total de 121 mortos, incluindo 4 policiais.</strong> A operação foi a mais letal já realizada no Rio de Janeiro. <strong>Em São Luís, a concentração começa às 16h, na Praça Deodoro.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Movimentos-sociais-fazem-ato-contra-violencia-policial.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Movimentos-sociais-fazem-ato-contra-violencia-policial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Encontro é convocado pelas Frente Negra Revolucionária, Movimento Correnteza Maranhão e a União Popular Maranhão.</strong> Os movimentos apontam que algumas das vítimas apresentaram sinais de execução.</p>
<blockquote>
<p>“Pelo menos 74 corpos foram recuperados pelos próprios moradores nas ruas e na mata que circundam os bairros. Além destas pessoas, outras dezenas ficaram feridas, incluindo um mototaxista, uma mulher que estava na academia e uma pessoa em situação de rua. Isso é, na prática, a continuação de uma política de extermínio contra nossa população periférica que vive em clima de guerra”, diz a convocatória.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os movimentos criticaram ainda a postura do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro que afirmou ter sido um sucesso a operação, que foi criticada por diversas organizações, a exemplo da Anistia Internacional, que classificou a ação como “desastrosa”. </strong></p>
<p>Na quarta-feira (29), moradores dos Complexos do Alemão e da Penha fizeram um protesto em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do estado do Rio de Janeiro. Eles acusaram o governador Claudio Castro de ter liderado “uma carnificina na operação policial”. </p>
<p><strong>A Operação Contenção cumpriu 20 dos 100 mandados de prisão que motivaram a ação. Além disso, ao menos outras 15 pessoas que eram alvos dessas ordens judiciais foram mortas durante a ação. </strong></p>
<p><strong>Principal alvo, Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca, segue foragido. Ele é considerado o principal chefe do Comando Vermelho que não está preso.</strong></p>
<p>Ao todo, foram feitas 113 prisões. Segundo o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, as demais prisões foram feitas em flagrante e todas as prisões foram mantidas após audiência de custódia.</p>
<p><strong>Até o momento, o Instituto Médico Legal  (IML) do Rio de Janeiro já identificou 100 dos 121 mortos na operação.</strong> Todos os corpos passaram pela necropsia, que é o exame detalhado que revela a causa e as circunstâncias da morte, mas os laudos só devem ser divulgados em um prazo de 10 a 15 dias úteis.</p>
<p>Dos 117 civis mortos, 89 já foram liberados pelo instituto para a retirada pelos familiares. Entretanto, familiares que aguardavam a liberação dos corpos ontem (30), reclamaram da demora no processo de perícia e da falta de informações.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/movimentos-sociais-fazem-ato-contra-violencia-policial</p>
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		<item>
		<title>SP: sindicatos e movimentos sociais se mobilizam em ato por soberania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 16:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Em ato organizado pelos movimentos sociais e centrais sindicais, milhares de pessoas se reuniram neste domingo (7) de manhã na Praça da República, em São Paulo. O ato ocupou ainda uma avenida próxima e foi marcado por bandeiras e faixas em favor da soberania popular e de pautas ligadas aos trabalhadores, como o fim da escala 6&#215;1, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em ato organizado pelos movimentos sociais e centrais sindicais, milhares de pessoas se reuniram neste domingo (7) de manhã na Praça da República, em São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/SP-sindicatos-e-movimentos-sociais-se-mobilizam-em-ato-por.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/SP-sindicatos-e-movimentos-sociais-se-mobilizam-em-ato-por.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O ato ocupou ainda uma avenida próxima e foi marcado por bandeiras e faixas em favor da soberania popular e de pautas ligadas aos trabalhadores, como o fim da escala 6&#215;1, a isenção do Imposto de Renda para os que recebem até R$ 5 mil e a taxação progressiva, chegando aos mais ricos</strong>. A mobilização defendeu ainda posição contrária à anistia e a intervenções como o tarifaço do governo Donald Trump. </p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/SP-sindicatos-e-movimentos-sociais-se-mobilizam-em-ato-por.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 07/09/2025 - Centrais sindicais e os movimentos populares que compõem as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam ato em defesa da soberania e da pauta da classe trabalhadora, na Praça da República. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=436181 --></div>
<p><h6 class="meta">Mobilização em São Paulo reúne representantes de centrais sindicais e movimentos populares &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436181--></h6>
</p>
</div>
<blockquote>
<p>“Nós enfrentamos governos de direita e nos mantivemos firmes; superamos uma pandemia e um governo neofascista, perseverando em nossos princípios; confrontamos um golpe militar e aqui estamos, na Praça da República, com altivez, para afirmar que não prevalecerão sobre nós, pois nossos movimentos não forjaram covardes, mas sim militantes sérios e engajados”, disse Gilmar Mauro, representando o Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra, um dos organizadores do ato.</p>
</blockquote>
<p>“Na mesma hora, estamos ocupando as ruas e as redes para combater o ataque à nossa soberania e defender a democracia. Um novo golpe está sendo tramado, que é a anistia. E a gente tem que mostrar nas ruas que o povo não quer anistia, e estamos mostrando isso aqui hoje”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o deputado estadual Antônio Donato, liderança do PT na assembleia estadual.</p>
<p><strong>A defesa dessas bandeiras se estendeu a programas do governo e à atuação da Justiça.</strong> Os discursos lembraram também o julgamento de Bolsonaro e dos demais envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro, além de citar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e as mobilizações da direita pela anistia. Também se manifestaram contra as intervenções dos Estados Unidos no continente, como no discurso de Miguel Torres, dirigente da Força Sindical:</p>
<blockquote>
<p>“Reunimo-nos nas ruas para comemorar essa conquista, mas também para reafirmar a luta contra a invasão de nosso território, a interferência estrangeira em nossa soberania, a impunidade e qualquer projeto de anistia em curso. É imperativo que, neste momento crucial, estejamos vigilantes contra políticos que negligenciam os interesses da sociedade e conspiram contra o Brasil”, afirmou Torres.</p>
</blockquote>
<p>O ato bolsonarista, previsto para esta tarde também em São Paulo, foi lembrado pelos presentes, em discursos e nas entrevistas à imprensa.</p>
<blockquote>
<p>“Não há democracia sem soberania. E não há democracia se for aprovada anistia, porque se aprovada é uma desmotivação para o brasileiro, para o mundo e para a Justiça brasileira. Nesse 7 de setembro, felizmente estamos numa democracia que permite tanto a nós quanto à extrema direita, aliada de Bolsonaro, se manifestar na Paulista, e nós na Praça da República. Se dependesse deles, tinham dado um golpe no Brasil e nós não poderíamos nem sequer nos manifestar. Eles não reconhecem a importância da soberania, da democracia, assim como o direito da classe trabalhadora de combater as desigualdades e os privilégios nesse país”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> Ricardo Bonfim, coordenador-geral da Central de Movimentos Populares.</p>
</blockquote>
<p>Em rostos, roupas e cores, a mobilização na Praça da República teve a presença de militantes de todos os partidos de esquerda, dos mais tradicionais às novas agremiações. Uma das veteranas, Malvina Joana de Lima, pedagoga aposentada, é petista há 44 anos. Morou 580 dias na vigília Lula livre e, por isso mesmo, disse que não tem frio nem chuva que a tire das ruas, mesmo com os seus 72 anos. “Lutamos e resistimos pela nossa pátria. O Brasil é nosso, e não cabe aos de fora, ao Trump, mandar aqui. Mas, para a semana, estou preparada para fazer festa, não é possível que não se pague pelo que tentaram fazer com a nossa democracia”, afirmou.</p>
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    <!-- END scald=436167 --></div>
<p><h6 class="meta">Representantes de centrais sindicais e de movimentos populares fazem ato em defesa da soberania e da pauta da classe trabalhadora, na Praça da República, em São Paulo &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436167--></h6>
</p>
</div>
<p>Outra que acompanhou o ato desde o começo da manhã, Maria das Graças, auxiliar de enfermagem aposentada, considera importante sair às ruas em pleno sete de setembro: “Vim pela nossa pátria, é importante estar aqui e mostrar o que queremos. Me chamaram lá no movimento, participo do movimento de moradia, vim pois acho importante estar presente, continuar participando e lutando”.</p>
<p>Os ministros Luiz Marinho, do Trabalho, e Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, participaram do ato, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acompanhou os desfiles em Brasília. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/sp-sindicatos-e-movimentos-sociais-se-mobilizam-em-ato-por-soberania</p>
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		<item>
		<title>Movimentos populares lançam carta e plebiscito por justiça tributária</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 18:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Organizações sociais, movimentos populares, entidades estudantis e da sociedade civil lançaram uma carta defendendo, entre outros pontos, maior justiça tributária no país, com maior taxação dos super-ricos, fim dos supersalários no Judiciário e revisão das renúncias fiscais. Assinado por mais de 70 entidades, o documento defende a isenção do imposto de renda de quem ganha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Organizações sociais, movimentos populares, entidades estudantis e da sociedade civil lançaram uma carta defendendo, entre outros pontos, maior justiça tributária no país, com maior taxação dos super-ricos, fim dos supersalários no Judiciário e revisão das renúncias fiscais. <strong>Assinado por mais de 70 entidades, o documento defende a isenção do imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil por mês com a cobrança de mais impostos de quem ganham mensalmente mais de R$50 mil.</strong> Um <a href="https://plebiscitopopular.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">plebiscito popular</a> sobre o tema também foi lançado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na avaliação das organizações, há uma ofensiva dos setores mais privilegiados da sociedade para obrigar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a fazer cortes no orçamento de áreas sociais e reformas que retiram recursos da área da saúde, educação e da previdência.</p>
<blockquote>
<p>“Querem obstruir medidas apresentadas pelo governo para tributar especuladores do mercado financeiro, que são privilegiados pelo nosso sistema de impostos que penaliza quem vive de salários e protege quem tem renda de mais de R$ 1 milhão por mês. Além disso, bloqueiam medidas para enfrentar os supersalários de juízes e desembargadores e a aposentadoria dos militares”, diz a carta.</p>
</blockquote>
<p>Assinado, entre outros, pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Movimento Negro Unificado (MNU), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) <strong>o texto também denuncia que o Congresso Nacional age como “guardião dos privilégios”, das elites econômicas e políticas.</strong></p>
<p>O documento aponta ações do parlamento para bloquear as tentativas de “construir um sistema tributário mais progressivo e de acabar com privilégios para distribuir melhor a riqueza e reduzir as desigualdades históricas que marcam o Brasil”.</p>
<p>Na carta, as organizações populares, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), a União Brasileira de Mulheres (BM), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Central dos Movimentos Populares (CMP), pedem que o Congresso Nacional aprove medidas como tributação dos super-ricos, de transações financeiras, fundos de especulação e das empresas exportadoras, aumentando a taxação sobre altas rendas, capital e lucros.</p>
<p><strong>A necessidade de revisão das renúncias fiscais dadas a diversos setores da economia é outro ponto apontado na carta.</strong> O documento afirma que as renúncias correspondem a 4,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.</p>
<p><strong>Também é preciso, argumentam os movimentos signatários, restringir os gastos com emendas parlamentares, que estão na faixa de R$ 50 bilhões por ano.</strong> Além disso, é necessário defender recursos para a seguridade social, posicionam-se, rechaçando uma possível nova reforma da previdência e a desvinculação das aposentadorias do salário-mínimo. Outro ponto defendido é a manutenção dos pisos constitucionais da saúde e da educação.</p>
<p>A preservação das áreas sociais e as políticas públicas para moradia, reforma agrária, direitos das mulheres, igualdade racial e direitos humanos e a proteção dos serviços públicos e o atendimento aos cidadãos também são apontadas como importantes. As entidades rejeitam propostas de reforma administrativa que prejudiquem a população.</p>
<blockquote>
<p>“É hora de pressionar o Congresso e exigir que o Orçamento Público sirva à maioria, não aos interesses de uma minoria privilegiada”, finaliza o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Plebiscito</h2>
<p>A proposta de escuta popular, batizada como “Plebiscito Popular Por um Brasil mais Justo”, vai perguntar a opinião da população sobre a isenção do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil, a taxação de quem ganha mais de R$ 50 mil por mês, e sobre o fim da escala 6×1. <strong>O plebiscito para ouvir a população vai até sete de setembro.</strong></p>
<p>Uma <a href="https://drive.google.com/file/d/1nCj0eJNVZsH7IyOyG-3QtMhiPco7ZftX/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">cartilha</a> foi lançada detalhando os eixos principais da mobilização, dos temas que serão votados e orientações para a realização da votação.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423024:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2025 – Ato do Dia do Trabalhador pede o fim da escala 6x1 e melhores condições de trabalho e renda, na Cinelândia, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2025 – Ato do Dia do Trabalhador pede o fim da escala 6x1 e melhores condições de trabalho e renda, na Cinelândia, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=423024 --></div>
<p><h6 class="meta">Ato do Dia do Trabalhador pede o fim da escala 6&#215;1 e melhores condições de trabalho e renda, na Cinelândia, no centro da capital fluminense. <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=423024--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Assinam a carta</strong></p>
<ul>
<li>Frente Brasil Popular</li>
<li>Frente Povo Sem Medo</li>
<li>ADUFMS – Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul</li>
<li>ADUFSJ – Associação dos Docentes da Universidade Federal de São João del-Rei</li>
<li>APUBH/UFMG – Sindicato dos Professores da Universidade Federal de Minas Gerais</li>
<li>Associação de Apoio aos Direitos Humanos do Alto Tietê</li>
<li>Associação Mulheres Evangélicas pela Igualdade de Gênero</li>
<li>Casa Laudelina de Campos Mello – Organização da Mulher Negra / Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras</li>
<li>Casa Marielle Franco Brasil</li>
<li>CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço</li>
<li>CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria</li>
<li>Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores/as da Região Metropolitana de Fortaleza</li>
<li>Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos</li>
<li>CMP – Central dos Movimentos Populares</li>
<li>CMP-MS – Central dos Movimentos Populares de Mato Grosso do Sul</li>
<li>CONAM – Confederação Nacional das Associações de Moradores</li>
<li>DCE-UNIMONTES – Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Montes Claros</li>
<li>DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos</li>
<li>Diretório Acadêmico de Geografia da Universidade Federal de Alagoas</li>
<li>Evangélicos pela Justiça</li>
<li>FECOSUL- Federação dos Comerciários do Sul</li>
<li>FMPE – Fórum de Mulheres de Pernambuco</li>
<li>FMM – Fórum Maringaense de Mulheres</li>
<li>FNRU – Fórum Nacional de Reforma Urbana</li>
<li>Fórum Alagoano de Economia Solidária</li>
<li>Fórum da Amazônia Oriental</li>
<li>IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas</li>
<li>IJF – Instituto Justiça Fiscal</li>
<li>INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos</li>
<li>Instituto Alziras</li>
<li>Instituto Soma Brasil</li>
<li>Instituto Vidas Amazônicas – Gênero, Democracia e Justiça Socioambiental</li>
<li>Iser Assessoria</li>
<li>Jubileu Sul Brasil</li>
<li>KOINONIA – Presença Ecumênica e Serviço</li>
<li>LabdadosBrasil</li>
<li>Levante Popular da Juventude</li>
<li>Marcha Mundial das Mulheres</li>
<li>MNCP-PE – Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas – Pernambuco</li>
<li>MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos</li>
<li>MNU – Movimento Negro Unificado</li>
<li>Movimento Brasil Popular</li>
<li>Movimento Vaitegorda</li>
<li>MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra</li>
<li>MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto</li>
<li>N’ZINGA – Coletivo de Mulheres Negras de Minas Gerais</li>
<li>ONG Taramela ATAC</li>
<li>OXFAM – Oxfam Brasil</li>
<li>Panela de Expressão – Etnogastronomia, Gênero e Comunicação</li>
<li>Partido Comunista Brasileiro – Célula de Maringá/PR</li>
<li>Pastoral da Juventude Rural</li>
<li>Pastoral dos Grupos de Família</li>
<li>Plataforma dos Movimentos Sociais por Outro Sistema Político</li>
<li>Processo de Articulação e Diálogo entre Agências Ecumênicas Europeias e Parceiros Brasileiros</li>
<li>PSOL – Partido Socialismo e Liberdade</li>
<li>PSOL-AL – PSOL Alagoas</li>
<li>PSOL – PSOL Maringá/PR</li>
<li>PÚBLICA – Central do Servidor</li>
<li>Rede Brasil Afroempreendedor</li>
<li>Rede da Agricultura Familiar</li>
<li>Rede de Desenvolvimento Humano</li>
<li>Rede Feminista de Saúde</li>
<li>Rede Quilombação</li>
<li>REDE SAPATÀ – Rede Nacional da Promoção e Controle Social da Saúde, Cultura e Direitos LGBTs</li>
<li>Negras</li>
<li>Resistência PSOL</li>
<li>Resistência/PSOL – Rio das Ostras/RJ</li>
<li>SASEAL – Sindicato dos Assistentes Sociais do Estado de Alagoas</li>
<li>SEB – Sindicato dos Engenheiros da Bahia</li>
<li>Sempreviva Organização Feminista</li>
<li>SINDAEN – Sindicato dos Trabalhadores no Saneamento</li>
<li>SINSEP/MS – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal de Mato Grosso do Sul</li>
<li>SOS CORPO – Instituto Feminista para a Democracia</li>
<li>Terra de Direitos</li>
<li>UBM – União Brasileira de Mulheres</li>
<li>UNE – União Nacional dos Estudantes</li>
<li>GRUPO CURUMIM</li>
<li>Coletivo Popular Direito à Cidade – Porto Velho – Rondônia</li>
<li>Sintracoop Maringá</li>
</ul>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/movimentos-populares-lancam-carta-e-plebiscito-por-justica-tributaria</p>
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