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		<title>Crimes recentes mostram grave cenário de violência contra a mulher</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:08:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“A luta pela dignidade das mulheres e igualdade de gênero passa pela criação de uma cultura jurídica emancipatória e de reconhecimento de direitos de todas as mulheres e meninas.” A conclusão é da advogada Luciane Mezarobba, que atua em Curitiba e atualmente atende exclusivamente mulheres. Dois casos de violência contra a mulher, na capital paulista, [&#8230;]]]></description>
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<p>“A luta pela dignidade das mulheres e igualdade de gênero passa pela criação de uma cultura jurídica emancipatória e de reconhecimento de direitos de todas as mulheres e meninas.” <strong>A conclusão é da advogada Luciane Mezarobba, que atua em Curitiba e atualmente atende exclusivamente mulheres.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Crimes-recentes-mostram-grave-cenario-de-violencia-contra-a-mulher.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Crimes-recentes-mostram-grave-cenario-de-violencia-contra-a-mulher.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Dois casos de violência contra a mulher, na capital paulista, tiveram grande repercussão na última semana</strong>. No sábado (29), uma mulher de 31 anos teve as pernas severamente mutiladas após ser atropelada e arrastada, por cerca de um quilômetro, enquanto ainda estava presa embaixo do veículo. Na segunda-feira (1º), um homem atirou, usando duas armas, contra sua ex-companheira na pastelaria em que ela trabalhava.</p>
<p>O delegado da Polícia Civil de São Paulo Fernando Barbosa Bossa, responsável pela investigação que levou à prisão do autor do atropelamento, classificou a ocorrência como tentativa de feminicídio, sem possibilidade de defesa da vítima e com requintes de crueldade. <strong>Neste caso, a vítima teve as pernas amputadas devido à gravidade das lesões e segue internada em um hospital da cidade.</strong></p>
<p><strong>Para a advogada, é preciso atacar o problema em duas frentes: nas políticas públicas e na cena privada</strong>. “O maior exemplo vem do poder público, em primeiro lugar, pelo reconhecimento da existência de desigualdades estruturais e profundas entre os gêneros, passando pela construção coletiva de políticas públicas que ataquem estas desigualdades, de políticas afirmativas e antidiscriminatórias da posição da mulher na sociedade”, disse.</p>
<p><strong>Entre as políticas que acolhem demandas básicas que acabam recaindo sobre as mulheres, ela citou a construção de creches e escolas em período integral, que possibilitem às mulheres trabalhar enquanto seus filhos estão seguros</strong>.</p>
<p>“No âmbito do Poder Judiciário, a implementação, pelo CNJ [Conselho Nacional de Justiça], do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero tem se mostrado ferramenta valiosa para os operadores do Direito, preocupados com a superação dessa trágica realidade”, lembrou Mezarobba.</p>
<p><strong>O objetivo do protocolo é orientar o Judiciário a considerar o papel das desigualdades estruturais nos julgamentos de conflitos que envolvam mulheres.</strong></p>
<p>Para a advogada, o problema não é a ausência de leis sobre a questão. <strong>O crime de feminicídio, por exemplo, tem pena de 20 a 40 anos de reclusão. Nem a possibilidade de permanecer 40 anos encarcerado vem inibindo os homens de assassinar suas companheiras, parceiras e namoradas</strong>, disse.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É preciso, sim, que o Estado viabilize a justa punição aos homens agressores de mulheres. Isso passa pelo enfrentamento às redes de ódio e misoginia que pululam nas redes sociais, não raro sob o discurso de ‘liberdade de expressão’ e sob anonimato.”</p>
</blockquote>
<p>A<strong> situação, diz a advogada, precisa ser encarada, enfrentada e punida com o rigor da lei</strong>.</p>
<p>Em relação à esfera privada, Mezarobba aponta a importância da educação emancipatória e não machista. “Uma educação que não perpetue os estereótipos de gênero, de divisão sexual das tarefas domésticas, construindo espaços de igualdade de direitos e deveres entre os filhos, a mãe e o pai”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“Mensagens profundas que nos são incutidas desde a infância, de que o espaço privado, do lar, é para as mulheres, e os espaços públicos e de poder são para os homens, devem sim ser combatidas no seio das famílias”, acrescentou a advogada.</p>
</blockquote>
<h2>Histórico de desigualdade</h2>
<p><strong>Psicóloga e pesquisadora da Universidade de Brasília (Unb), Maisa Guimarães explica que, historicamente, a desigualdade entre homens e mulheres foi validada socialmente e formalmente pelas legislações e pelas instituições, o que se reflete hoje ainda em uma cultura de muito privilégio concedido aos homens e de muitas opressões sobre as mulheres</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Quando a gente fala dessa desigualdade de poder, não é só na dimensão da cultura, de como as pessoas se relacionam por um senso comum. A gente também está falando de uma cultura institucional, uma história política, legislativa, que por séculos no Brasil concedeu direitos a homens e negou direitos às mulheres”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>A pesquisadora lembra que a ideia da igualdade de poder e direitos iguais entre homens e mulheres é uma postura política muito recente na história brasileira</strong>. “Só a partir do Estatuto da Mulher Casada, que é do final da década de 60, que se entendeu que uma mulher casada era civilmente capaz de exercer direitos básicos como escolher o [próprio] trabalho”, mencionou. </p>
<p>O atual cenário de violência contra a mulher no país remonta ainda a uma tradição patriarcal, que impõe hierarquias estruturais, mantendo as mulheres em uma situação de subordinação aos homens, conforme apontou Luciane Mezarobba. <strong>Além disso, quando o agressor é alguém próximo, as pessoas no entorno, e a própria vítima, ignoram os riscos</strong>.</p>
<p>Mezarobba explica que existem diversas formas de violência doméstica e familiar, e quase nunca o agressor começa pela mais gravosa. A Lei Maria da Penha indica as seguintes formas de agressão: a violência física; a violência psicológica; a violência sexual; a violência patrimonial; e a violência moral.</p>
<blockquote>
<p>“As agressões tendem a escalar, a partir da certeza da impunidade e da visão, infelizmente ainda socialmente aceita, de que ‘em briga de mulher, ninguém mete a colher’ ou de que o homem tem poderes conferidos pelo patriarcado sobre o corpo e vida da mulher”, disse a advogada.</p>
</blockquote>
<h2>Recorde de feminicídio em SP</h2>
<p>Dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) revelam que entre janeiro e outubro de 2025 foram registrados 53 casos de feminicídio na capital paulista. Este é o maior índice anual desde 2018 (início da série histórica), mesmo sem contabilizar ainda os dados de novembro e dezembro. </p>
<p><strong>Desde janeiro deste ano, 207 mulheres foram mortas em todo o estado de São Paulo, vítimas de feminicídio. Apenas em outubro, foram 22 vítimas desse tipo de crime e outras 5.838 mulheres que sofreram lesão corporal dolosa</strong>.</p>
<p><strong>Feminicídio é o homicídio de uma mulher cometido em razão do seu gênero, caracterizado por violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação contra a condição feminina.</strong> É considerado a expressão máxima da violência de gênero e ocorre frequentemente como desfecho de um histórico de agressões, podendo ser motivado por ódio, inferiorização ou sentimento de posse sobre a vítima. <strong>No Brasil, é considerado um crime hediondo e, quando tipificado como qualificador do homicídio, a pena é de reclusão de 12 a 30 anos.</strong></p>
<p>Em relação aos dados sobre feminicídio, a pesquisadora Maisa Guimarães avalia que há um esforço político atualmente para minimizar a subnotificação dos casos e para a aplicação de protocolos de investigação sobre mortes violentas de mulheres, considerando o feminicídio como a primeira opção a ser investigada.</p>
<blockquote>
<p>“Essas políticas públicas proporcionam maior visualização e visibilização da problemática, que antes existia, mas era subnotificada.”</p>
</blockquote>
<p>Ela acrescenta, no entanto, que um aumento dos casos de agressão e dos feminicídios também reflete um agravamento das violências que as mulheres têm sofrido. <strong>Um dos fatores é a forma como os homens têm resistido e recusado a ampliação dos direitos das mulheres, como, por exemplo, o direito de escolher com quem elas querem se relacionar</strong>.</p>
<p>“Não é só que [o homem agressor] não aceita se separar, ele não aceita que [a mulher] tenha decisão sobre a vida dela própria. É uma recusa à alteridade, ao direito das mulheres fazerem escolhas e viverem a própria vida como elas gostariam. É uma recusa masculina de sair desse lugar de exigência e de dominação sobre o que acham que as mulheres deveriam fazer, desejar, escolher”, afirmou a pesquisadora.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/crimes-recentes-mostram-grave-cenario-de-violencia-contra-mulher</p>
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		<title>Documentos do BC mostram que bases do Pix foram lançadas em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 17:59:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dia 21 de dezembro de 2018 foi uma data histórica no sistema de pagamentos brasileiro. Após seis meses de discussões, um grupo de trabalho com 130 representantes de instituições financeiras, de escritórios de advocacia, de consultorias e do próprio governo concluiu os fundamentos do futuro sistema que revolucionou o sistema de pagamentos brasileiro. Naquela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O dia 21 de dezembro de 2018 foi uma data histórica no sistema de pagamentos brasileiro. Após seis meses de discussões, um grupo de trabalho com 130 representantes de instituições financeiras, de escritórios de advocacia, de consultorias e do próprio governo concluiu os fundamentos do futuro sistema que revolucionou o sistema de pagamentos brasileiro. <a href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/especialnor/Comunicado32927.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Naquela data, no fim do governo do ex-presidente Michel Temer, o Banco Central (BC) divulgou um comunicado com as bases do Pix</a></strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Documentos-do-BC-mostram-que-bases-do-Pix-foram-lancadas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Documentos-do-BC-mostram-que-bases-do-Pix-foram-lancadas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Atualmente alvo de ataques por parte do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o sistema de pagamentos instantâneo que permite a transferência de recursos 24 horas entre instituições financeiras diferentes foi lançado em novembro de 2020. No entanto, o conceito começou a ser discutido quatro anos antes, em 2016, com os requisitos fundamentais da ferramenta sendo lançados em 2018.</p>
<p><strong>Em dezembro de 2016, meses após assumir a presidência do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn lançou a Agenda BC+, com o objetivo de modernizar o sistema financeiro nacional e estimular a inclusão financeira. O segundo pilar da agenda mencionava o aumento da eficácia do sistema financeiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Embora o nosso sistema seja notabilizado pela sua dinâmica, há espaços para aperfeiçoamentos visando tornar ainda mais eficiente a oferta de produtos e serviços financeiros a preços competitivos, com externalidades positivas para a eficiência da economia como um todo”, declarou Goldfajn na época.</p>
</blockquote>
<p>Sem entrar em detalhes, a apresentação de Goldfajn no lançamento da <a href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/TextosApresentacoes/Apresentação_Presidente_Ilan_Goldfajn_Agenda_BC_Mais_20122016.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agenda BC+ </a> tinha como um dos objetivos “elaborar normas que aumentem a agilidade dos processos de autorização dos arranjos de pagamento”. Em 2019, a Agenda BC+ passou a chamar-se Agenda BC# (pronunciada Agenda BC Hashtag).</p>
<p><a href="https://www.bis.org/cpmi/publ/d154.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Também em 2016, o Banco Central brasileiro participou de um relatório do Banco de Compensações Internacionais (BIS) sobre os benefícios de sistemas instantâneos de pagamento</a>. Com sede em Basileia, na Suíça, o BIS funciona como o Banco Central dos Bancos Centrais do planeta. O documento foi produzido por um grupo de trabalho do BIS com 26 Bancos Centrais, entre os quais o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA) e o Banco Central Europeu.</p>
<h2>Grupo de trabalho</h2>
<p>Avanços mais concretos na criação do Pix só vieram em maio de 2018, com o lançamento do Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift) . Existente até hoje, o Lift funciona como uma pré-incubadora de projetos, em que <em>startups</em> (empresas inovadoras em fase inicial), estudantes universitários e pequenas empresas de tecnologia apresentam projetos de inovações alinhados com a Agenda BC+.</p>
<p><a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/gtpagamentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">No mesmo mês, o BC lançou o Grupo de Trabalho Pagamentos Instantâneos</a>, que elaborou as bases do Pix. Em agosto de 2018, o grupo acatou ou rejeitou as sugestões divididas em cinco subgrupos, com temas como segurança, velocidade nas transações e câmara de compensações entre as instituições financeiras.</p>
<p><a href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/TextosApresentacoes/Apresentacao_Ilan_Goldfajn_BC_Mais_28112018.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Em dezembro de 2018, poucas semanas antes de se despedir do cargo, Goldfajn mencionou a elaboração de um sistema de pagamentos instantâneos no balanço anual da Agenda BC+</a>. <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/relatorioadministracao2018" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O Relatório de Administração do BC daquele ano, na página 22, </a>destacou não apenas a conclusão do grupo de trabalho como apresentou um infográfico (arte) sobre o funcionamento do futuro sistema.</p>
<h2>Testes e lançamento oficial</h2>
<p>Com o conceito e o modo de funcionamento estabelecidos em 2018, o Banco Central comunicou, em agosto de 2019, que desenvolveu a base de dados e a assumiu a administração do sistema de pagamentos instantâneos. Segundo o órgão, a centralização da base de dados no BC “maximiza ganhos de escala e efeitos de rede típicos da indústria de pagamentos” e garante “o bom funcionamento do ecossistema de pagamentos”.</p>
<p>O nome Pix só foi lançado em fevereiro de 2020, um mês antes do início da pandemia de covid-19. Na ocasião, o então presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a ideia partiu de uma demanda da população e que vinha sendo bastante discutida pelos Bancos Centrais como instrumento de pagamento barato, rápido, transparente e seguro.</p>
<p>Em outubro de 2020, uma resolução do BC estabeleceu a gratuidade do Pix para pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEI). Até hoje, o Pix é gratuito para esses tipos de correntistas, exceto no caso de venda de produtos e de serviços por MEI.</p>
<p>Após testes internos e a adesão das instituições financeiras, o Pix foi lançado em caráter de teste em 3 de novembro de 2020, para uma fatia entre 1% e 5% dos clientes de bancos e em horários especiais. O lançamento oficial, com funcionamento 24 horas e para todos os clientes que criarem chaves Pix, só ocorreu duas semanas mais tarde, em 16 de novembro de 2020.</p>
<p><strong>Em cinco anos, o Pix movimentou cerca de R$ 65 trilhões. Em junho deste ano, a ferramenta bateu o recorde mensal de movimentação, com R$ 2,866 trilhões transferidos, com 936 instituições financeiras participantes do sistema. Em novembro de 2020, mês de lançamento do Pix, foram movimentados R$ 25,869 bilhões, menos de 1% do volume registrado no mês passado.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/documentos-do-bc-mostram-que-bases-do-pix-foram-lancadas-em-2018</p>
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		<item>
		<title>Dados do ISP mostram aumento de 99% nos casos de roubo de carga no Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Mar 2025 19:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Segurança Pública (ISP) publicou nesta sexta-feira (28) os dados dos índices de criminalidade de fevereiro de 2025. Na comparação com o mesmo mês de 2024, ocorreu um aumento dos casos de homicídios, de roubos de veículo, de pedestres e, principalmente, de carga, que  registrou um aumento de 99%. Em fevereiro deste ano, foram 319 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Instituto de Segurança Pública (ISP) publicou nesta sexta-feira (28) os dados dos índices de criminalidade de fevereiro de 2025. <strong>Na comparação com o mesmo mês de 2024, ocorreu um aumento dos casos de homicídios, de roubos de veículo, de pedestres e, principalmente, de carga, que  registrou um aumento de 99%. Em fevereiro deste ano, foram 319 roubos, diante de 160 registrado em 2024.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Dados-do-ISP-mostram-aumento-de-99-nos-casos-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Dados-do-ISP-mostram-aumento-de-99-nos-casos-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>&gt;&gt;No Rio, governo assina acordos na área de segurança e roubo de cargas</strong></p>
<h2>Apreensão de fuzis diminuiu</h2>
<p>A apreensão de fuzis, consideradas armas de guerra, teve uma redução em fevereiro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024: foram 59 fuzis retirados das mãos do crime organizado contra 66 fuzis apreendidos no ano passado.</p>
<p><strong>Os homicídios dolosos, quando há a intenção de matar, de acordo com os números do ISP, aumentaram 2%. Foram 243 vítimas em fevereiro de 2025, contra 238 no mesmo período do ano passado</strong>.</p>
<h2>Roubos de carros</h2>
<p><strong>Roubos de carros cresceram em fevereiro de 2025, com 2.435 registros em todo estado do Rio. Em 2024 foram roubados 2.036 veículos, um aumento de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.</strong></p>
<p>Os roubos a pedestres tiveram um aumento de 6%. Em fevereiro deste ano foram registrados 4.995 casos nas delegacias policiais contra 4.724 casos, em 2024.</p>
<h2>Governador</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=351937:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Dados-do-ISP-mostram-aumento-de-99-nos-casos-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 06/10/2023 - O secretário-executivo do ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, e o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, falam com a imprensa após reunião no Palácio Guanabara. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=351937 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=351937-->Rio de Janeiro (RJ), 06/10/2023 &#8211; O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=351937--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Ao comentar os dados do ISP, o governador Cláudio Castro cobrou uma legislação mais rigorosa para manter o criminoso mais tempo cadeia.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Estamos fazendo a nossa parte, tirando criminosos de circulação e entregando à Justiça. Mas é necessária uma legislação mais dura, que impeça a volta imediata desses bandidos às ruas”, avaliou.</p>
</blockquote>
<p>Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública são referentes aos registros de casos lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro durante o mês de fevereiro de 2025.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/dados-do-isp-mostram-aumento-de-99-nos-casos-de-roubo-de-carga-no-rio</p>
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