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		<title>Mino Carta foi o maior jornalista brasileiro, diz Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 23:29:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (2) que, com a morte de Mino Carta, nesta madrugada, o Brasil perdeu seu melhor jornalista. Lula deixou a capital federal especialmente para participar do velório de Mino, que ocorreu no Cemitério São Paulo, no bairro de Pinheiros, na capital paulista.  “É importante que a [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (2) que, com a morte de Mino Carta, nesta madrugada, o Brasil perdeu seu melhor jornalista.</strong> Lula deixou a capital federal especialmente para participar do velório de Mino, que ocorreu no Cemitério São Paulo, no bairro de Pinheiros, na capital paulista. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Mino-Carta-foi-o-maior-jornalista-brasileiro-diz-Lula.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Mino-Carta-foi-o-maior-jornalista-brasileiro-diz-Lula.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“É importante que a juventude saiba, se tem uma coisa que o Mino Carta é, é que ele é inegavelmente o melhor jornalista brasileiro de todo o século 20 e do começo do século 21”, disse o presidente após comparecer ao velório. </p>
</blockquote>
<p>“Eu fiz questão de vir aqui porque é a despedida de um grande companheiro. E você sabe que a gente não escolhe irmão. A gente não escolhe nem pai, nem mãe. Agora, companheiro, a gente escolhe. E o Mino Carta foi um cara escolhido para ser meu companheiro nesses últimos 50 anos”, acrescentou o presidente.</p>
<p><strong>Lula enumerou veículos de imprensa criados por Mino, como as revistas <em>Veja </em>e <em>Carta Capital</em>. </strong>“Veja no Brasil se tem alguém que chega perto do Mino Carta do ponto de vista de criar”, destacou Lula. </p>
<p>O presidente lembrou da atitude de Mino quando o estampou na capa da Revista <em>IstoÉ </em>em 1978 – a primeira vez que Lula foi manchete principal de um grande veículo de imprensa, com o título <em>Lula e os Trabalhadores do Brasil</em>. </p>
<p>“Foi  gentileza do Mino Carta ter a disposição, em um momento importante do recomeço da luta dos trabalhadores, em fazer uma capa na <em>IstoÉ </em>que me ajudou e me colocou no cenário brasileiro da imprensa”, disse.</p>
<h2>Indignação permanente</h2>
<p><strong>Também presente no velório, o jornalista Juca Kfouri lembrou de características marcantes de Mino, como a indignação permanente e o sangue latino</strong>. “Mino Carta era fundamentalmente uma pessoa permanentemente indignada. Às vezes, exageradamente indignada. Não tinha meio-termo com o Mino Carta. O sangue italiano subia com muita frequência”. </p>
<blockquote>
<p>“Ele jamais se omitiu, jamais se submeteu, inventou os próprios empregos a partir de um determinado momento, porque ele era uma pessoa absolutamente intransigente com os princípios dele. Não se pode pensar em escrever a história da imprensa brasileira sem que haja um capítulo especialíssimo só dedicado a Mino Carta”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Personalidade rígida</h2>
<p><strong>A filha de Mino Carta, Manuela Carta, ressaltou que a história do pai se confunde com a do jornalismo contemporâneo brasileiro e lembrou da personalidade rígida do jornalista no trabalho. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Ele era completamente irredutível [em suas convicções]. Eu briguei com ele inúmeras vezes. Pai, vamos poupar isso aqui, vamos maneirar aquilo ali. Nossa, dava barraco feio, todo mundo achava que aquilo não era uma redação, era uma trattoria. Uma trattoria napolitana. Mas, no fim, a gente se divertia”, conta.</p>
</blockquote>
<p>Manuela disse ainda que o pai não conseguiu ver o país da maneira como ele havia imaginado. </p>
<p>“No fundo, eu acho que o Mino não viu o Brasil que ele imaginou. Acho que aquilo que ele pensou que daria certo não deu como ele achava que podia ter dado. Ele tinha problemas com a elite, ele tinha problemas com o próprio Lula, eventualmente. Lula que é amigo dele, que se gostam muito, mas ele era um crítico de muitas coisas do próprio governo Lula”.</p>
<p><em>*Colaborou Wagner Júnior, da TV Brasil</em></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/mino-carta-foi-o-maior-jornalista-brasileiro-diz-lula</p>
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		<title>Morre Mino Carta, fundador das revistas Veja e Carta Capital</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:42:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Morreu nesta terça-feira (2), em São Paulo, o jornalista Mino Carta, aos 91 anos. Fundador e diretor de redação da revista Carta Capital, o profissional marcou a história do jornalismo no Brasil. Ele lutava contra problemas de saúde, “com idas e vindas ao hospital”, segundo informou a publicação que liderava. Mino começou a carreira na [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Morreu nesta terça-feira (2), em São Paulo, o jornalista Mino Carta, aos 91 anos. Fundador e diretor de redação da revista <em>Carta Capital</em>, o profissional marcou a história do jornalismo no Brasil. Ele lutava contra problemas de saúde, “com idas e vindas ao hospital”, segundo informou a publicação que liderava.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Morre-Mino-Carta-fundador-das-revistas-Veja-e-Carta-Capital.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Morre-Mino-Carta-fundador-das-revistas-Veja-e-Carta-Capital.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mino começou a carreira na revista <em>Quatro Rodas</em>, da editora Abril, especializada em automóveis, “mesmo sem saber dirigir nem diferenciar um Volkswagen de uma Mercedes, como se orgulhava de dizer”, contou a <em>Carta Capital</em>.</p>
<p><strong>O jornalista ítalo-brasileiro, nascido em Gênova, veio ao Brasil após a 2ª Guerra Mundial, aos 13 anos. Mino dirigiu e lançou a revista <em>Veja</em>, em 1968, a revista <em>IstoÉ</em>, em 1976, e a <em>Carta Capital</em>, em 1994.</strong></p>
<p>A <em>Carta Capital</em> é uma revista conhecida por manter uma visão mais “progressista” dos acontecimentos, em contraste com as publicações de tom mais “conservador” ou “liberal”. A publicação se propõe a ser “maior referência em jornalismo progressista no Brasil, em qualquer plataforma”.</p>
<p>O profissional ainda esteve à frente da equipe fundadora do <em>Jornal da Tarde</em>, em 1966, e do <em>Jornal da República</em>, em 1979. Nesse último, fundado em parceria com o jornalista Claudio Abramo, Mino tentou aproveitar a abertura política iniciada pela ditadura militar, mas o projeto não vingou por questões econômicas e políticas. Segundo Mino, o <em>Jornal da República</em> &#8220;sofria a oposição dos jornalões&#8221;. </p>
<p>Em uma rede social, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que recebeu “com muita tristeza” a morte do “meu amigo Mino Carta”.</p>
<p><a href="https://x.com/LulaOficial/status/1962854441939333131" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">“Em meio ao autoritarismo do regime militar, as publicações que dirigia denunciavam o abuso dos poderosos e traziam a voz daqueles que clamavam pela liberdade”, disse Lula</a>.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p><strong>Em entrevista recente ao jornalista Lira Neto no contexto da publicação do livro do Lira <em>Memória do Jornalismo Brasileiro Contemporâneo</em></strong>,<a href="https://iree.org.br/cmb/wp-content/uploads/2024/10/Mino-Carta-v3.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Mino Carta faz dura crítica à subordinação do jornalismo profissional à dinâmica das redes sociais controladas pelas <em>big techs</em></a>.</p>
<p>Para ele, a internet limitou o jornalismo e passou a pautar os jornais. “Em lugar de praticar um jornalismo realmente ativo, na busca corajosa pela verdade, a imprensa está sendo engolida e escravizada pelas novas mídias. Veja a tragédia do celular. Com ele, o homem emburrece, não progride”.</p>
<p>Carta era um crítico do jornalismo empresarial, chamada de “grande mídia”, e reconhecia que a independência editorial tinha preço.</p>
<blockquote>
<p>“As revistas são, essencialmente, sustentadas por publicidade. Eu poderia estar muito rico, ter me vendido de várias maneiras. A única coisa que tenho na vida é esse apartamento que estou tentando vender, porque não tenho mais dinheiro”, revelou.</p>
</blockquote>
<h2>Futuro do Brasil</h2>
<p>Mino Carta, ainda na entrevista a Lira Neto, afirmou que nem o Brasil, nem o jornalismo brasileiro, teriam alguma perspectiva futura de melhoria.</p>
<p>“Este país não tem saída, graças aos que o governaram e à permanência de um pensamento medieval representado pela Casa-Grande”, vaticinou.</p>
<p>Casa-Grande refere-se a uma elite escravocrata que colonizou o Brasil a partir de 1.500 por meio da escravização de africanos e da usurpação das terras dos povos indígenas, que também foram escravizados. O termo foi imortalizado pelo sociólogo pernambucano Gilberto Freire em sua obra <em>Casa Grande e Senzala</em> que pretendeu explicar a formação social do país.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/morre-mino-carta-fundador-das-revistas-veja-e-carta-capital</p>
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