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	<title>Metade - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Metade - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Metade dos envolvidos com tráfico de drogas não chega ao ensino médio</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 22:13:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A conclusão do ensino médio é a uma realidade para somente dois em cada dez entrevistados em um estudo divulgado nesta segunda-feira (17) com respostas de quase 4 mil pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. Para mais que a metade, a frequência escolar termina antes do ensino médio. A baixa escolaridade declarada pelos entrevistados é um dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A conclusão do ensino médio é a uma realidade para somente dois em cada dez entrevistados em um estudo divulgado nesta segunda-feira (17) com respostas de quase 4 mil pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. <strong>Para mais que a metade, a frequência escolar termina antes do ensino médio.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-dos-envolvidos-com-trafico-de-drogas-nao-chega-ao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-dos-envolvidos-com-trafico-de-drogas-nao-chega-ao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A baixa escolaridade declarada pelos entrevistados é um dos pontos que mais chama a atenção na pesquisa Raio-X da Vida Real, realizada pelo Instituto Data Favela, da Central Única das Favelas (Cufa).</p>
<p>&gt;&gt; Leia também: Quase 60% sairiam do tráfico caso tivessem renda, aponta pesquisa</p>
<p>O estudo analisou as respostas de 3.954 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. As entrevistas foram feitas pessoalmente, nos locais de atividade criminosa, no período entre 15 de agosto de 2025 e 20 de setembro de 2025, em favelas de 23 estados brasileiros.</p>
<p><strong>Nível de escolaridade declarado pelos entrevistados:</strong></p>
<ul>
<li>Ensino médio completo: 22%;</li>
<li>Ensino médio incompleto: 16%;</li>
<li>Ensino fundamental completo: 13%;</li>
<li>Ensino fundamental incompleto: 35%;</li>
<li>Sem instrução: 7%.</li>
</ul>
<p><strong>O questionário trazia ainda a pergunta &#8220;Olhando para trás na sua vida, o que você teria feito de diferente?&#8221;, e 41% relataram que teriam estudado ou se formado formado.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Além da importância da renda e de programas de empregabilidade dessas pessoas, elas reconhecem que o estudo teria sido o fator de mudança na sua vida. Elas teriam estudado mais e se formado no seu passado”, ressaltou o copresidente Data Favela e presidente da Cufa Global, Marcus Vinícius Athaye.</p>
</blockquote>
<p>“Programas e incentivos trabalhistas precisam vir aliados à Educação, principalmente, aliados aos tão jovens que já se arrependem de não ter estudado”, apontou ele durante entrevista coletiva em que os dados foram apresentados.</p>
<p>Ainda no tema educação, o curso de nível superior que mais interessava aos entrevistados era Direito, que seria a escolha de 18% deles.</p>
<p>Além disso, 13% escolheriam Administração; 11%, Medicina/Enfermagem; 11%, Engenharia/ Arquitetura; e 7%, Jornalismo/Publicidade.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a falta de acesso à educação e a oportunidades de qualidade no mercado de trabalho são causas para que entre 6 ou 7 em cada 10 dessas pessoas não consigam ganhar acima de dois salários-mínimos de renda mensal.</p>
<h2>Famílias</h2>
<p><strong>Sobre os arranjos familiares, 35% dos entrevistados declararam que foram criados em famílias tradicionais</strong>, e 38%, em famílias monoparentais ─ das quais 79% são lideradas pelas mães, conforme constatam os números do Censo Demográfico IBGE 2022.</p>
<p>A Pesquisa Raio-X da Vida Real identificou uma grande diversidade de modelos familiares baseados, especialmente, nas figuras femininas como as mães, tias e avós.</p>
<p>Para os entrevistados, as pessoas mais importantes são a mãe (43%), os filhos (22%), a avó (7%) e o pai (7%). Além disso, 4% contaram não ter ninguém importante, e 6% não responderam.</p>
<h2>Sonho de consumo</h2>
<p><strong>Para 28%, o maior sonho de consumo é ter uma casa</strong>. Em seguida, aparece o grupo de 25% que gostaria de comprar uma casa para a família, o que mostrou a preocupação dos entrevistados em ver a casa como ponto de segurança patrimonial da família.</p>
<p>Os que têm entre 22 e 26 anos são os que mais gostariam de comprar uma casa para a família, com o percentual em 35%. A intenção cai para 27%, dos 27 aos 31 anos, e permanece até os maiores de 50 anos, com 30% preservando esse mesmo desejo.</p>
<p>A ceo do Data Favela, Cléo Santana, disse que este sonho não é diferente do que tem o brasileiro médio sem nenhum tipo de envolvimento com o universo do crime.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O sonho da casa própria, o desejo de ter onde se instalar e para onde voltar, também é o principal sonho das pessoas que estão em situação de crime”, destacou.</p>
</blockquote>
<h2>Saúde mental</h2>
<p><strong>Outro fator que chama atenção na pesquisa são os problemas de saúde mental. Veja os mais frequentes:</strong></p>
<ul>
<li>Insônia: 39%;</li>
<li>Ansiedade: 33%;</li>
<li>Depressão: 19%;</li>
<li>Alcoolismo: 13%;</li>
<li>Crises de pânico: 9%.</li>
</ul>
<p>Entre os que sofrem de ansiedade, 70% ganham até um salário mínimo. Além disso, conforme aumenta o nível de escolaridade, o grau de ansiedade também sobe.</p>
<p>“A prova disso é que 72% daqueles que iniciaram o ensino superior, mas não o concluíram, sofrem com ansiedade”, indicou a pesquisa. </p>
<p>Além da questão econômica marcada pela baixa remuneração, o alcoolismo, as drogas e a violência doméstica, apontados por 13% dos entrevistados, são motivos para a entrada no crime, de acordo com a pesquisa. </p>
<p>Segundo a coordenadora de pesquisas do Data Favela, Bruna Hasclepildes, a pesquisa concluiu ainda que a vida no crime é um reflexo da ausência de políticas públicas e de desigualdades, que há décadas atravessam pessoas negras e favelas do Brasil. “São estruturas que ainda se mantêm”, completou.</p>
<p><strong>Bruna destacou ainda que, diante da pergunta &#8220;Você sente orgulho do que faz?&#8221;, 68% responderam negativamente. </strong></p>
<p>&#8220;É para desbancar mais uma vez o imaginário [de que gostam de se envolver com o crime]. Eles não sentem orgulho algum do que fazem. Essas pessoas não entram para este contexto porque querem, mas por necessidade”, explicou. “Eles têm a consciência de que exercem uma atividade que não é legal”</p>
<h2>Problemas do Brasil</h2>
<p>Ao identificarem os principais problemas do Brasil, os entrevistados apontaram, em primeiro lugar, a pobreza e as desigualdades, opinião de 42%, seguida pela corrupção, citada por 33%.</p>
<p>A violência foi citada por 11%, e a falta de acesso à educação e à saúde, por 7% e 4%, respectivamente.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-11/metade-dos-envolvidos-com-trafico-de-drogas-nao-chega-ao-ensino-medio</p>
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		<item>
		<title>Metade das cidades não tem estrutura para política de combate à fome</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate-a-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Praticamente metade (49%) das prefeituras do país não tinha, em 2024, estrutura organizacional para políticas de segurança alimentar e nutricional, ou seja, um órgão público municipal específico para tratar da fome. A mesma situação acontece em relação à existência dos conselhos de segurança alimentar e nutricional ─ instância que promove a participação da sociedade civil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Praticamente <strong>metade (49%) das prefeituras do país não tinha, em 2024, estrutura organizacional para políticas de segurança alimentar e nutricional,</strong> ou seja, um órgão público municipal específico para tratar da fome.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A mesma situação acontece em relação à existência dos conselhos de segurança alimentar e nutricional ─ instância que promove a participação da sociedade civil nas diretrizes de combate à fome. <strong>Apenas 51% dos municípios declararam a presença desses espaços de diálogo e decisão</strong>.</p>
<p>As constatações fazem parte da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais e Municipais, divulgada nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os pesquisadores traçaram um perfil das estruturas dos governos estaduais e das prefeituras para segurança alimentar e nutricional.</p>
<h2>Organização</h2>
<p>Dos 5.544 municípios que prestaram informações ao IBGE, 2.826 declararam ter estruturas como secretarias exclusivas ou subordinadas a outras áreas, por exemplo.</p>
<p>Apesar de praticamente metade das prefeituras não ter essas estruturas, o dado revela <strong>avanço em relação a 2018</strong>, quando <strong>36,6% dos municípios tinham declarado a existência desses órgãos. Em 2023, eram 50,3% deles.</strong></p>
<p>A gerente da pesquisa, Vania Maria Pacheco, aponta que <strong>os dados representam um “bom caminho” no enfrentamento à fome.</strong></p>
<p>&#8220;Mesmo com números modestos, é um bom indicativo da presença da política nos municípios, da importância dessa política para esses municípios&#8221;, avalia.</p>
<p>O IBGE identificou relação entre o porte populacional dos municípios e a presença de estrutura organizacional de combate à fome. Entre as cidades com até 5 mil habitantes, 39,6% tinham as instâncias.<strong> A proporção é crescente à medida que aumenta o porte da cidade. Nas que tinham mais de 500 mil moradores, o índice chega a 91,7%.</strong></p>
<p>Já entre as unidades da federação, <strong>todas as 26 que prestaram informações ao IBGE declararam ter instituições de segurança alimentar e nutricional</strong>. O levantamento não traz dados de Rondônia, que não repassou informações aos pesquisadores.</p>
<h2>Conselhos com sociedade civil</h2>
<p>Em relação aos <strong>conselhos de segurança alimentar</strong>, a presença em <strong>51% dos municípios em 2024 também representa avanço em relação a anos anteriores. Em 2018, eram 36,4%, passando para 44,9% em 2023</strong>.</p>
<p>No entanto, os pesquisadores identificaram que, dos 2.851 municípios que declararam a existência do órgão no ano passado, <strong>apenas 1.826 encontravam-se ativos</strong>, isto é, com um mínimo de reuniões regulares.</p>
<p>“O conselho tem que existir, mas tem que estar ativo, ou seja, realizando reuniões, sendo ativo na política”, frisa Vania Pacheco.</p>
<p>Entre as unidades da federação, todas apresentaram conselhos de combate à fome que promoviam a participação da sociedade civil.</p>
<h2>Legislação</h2>
<p>O levantamento do IBGE aponta que apenas pouco mais de um terço dos municípios tem leis próprias de segurança alimentar. <strong>Em 2018, 20,9% das cidades tinham lei municipal nesse sentido, parcela que chega a 36,3% em 2024</strong>.</p>
<p>Em relação a plano municipal de combate à fome, somente 394 municípios (7,1%) detinham o instrumento com diretrizes e ações municipais com objetivo de respeitar, proteger, promover e prover o direito à alimentação adequada para todas as pessoas.</p>
<p>Em 2023, o IBGE tinha apontado 18,8% das prefeituras. Mas, de acordo com a pesquisadora Vania Pacheco, as informações estavam superdimensionadas pelos informantes.</p>
<p>“A informação foi prestada equivocadamente. Esse plano não existia [em 2023] ou ele ainda estava em planejamento, em elaboração”, explica.</p>
<h2>Ações práticas</h2>
<p>Ao levantar dados sobre ações práticas de segurança alimentar, o IBGE constatou que<strong> 3.985 municípios (71,9% dos respondentes) desenvolviam ações de promoção do acesso da população a alimentos</strong>, da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>94,6% distribuíam cestas básicas</li>
<li>22,7% ofereciam refeições prontas</li>
<li>10% distribuíam benefício monetário</li>
<li>6,2% ofereciam vale-alimentação</li>
<li>14,5% outras formas</li>
</ul>
<p>A pesquisa identificou também que 78,7% dos municípios lançavam mão do Benefício Eventual da Assistência Social, uma espécie de ajuda temporária em caráter emergencial para pessoas em situação de insegurança alimentar, seja em forma de cesta básica ou benefício monetário, por exemplo.</p>
<h2>Agricultura familiar</h2>
<p>A agricultura familiar é um modo de produção que ajuda estados e municípios nas políticas de segurança alimentar.</p>
<p>À exceção do Tocantins e de Mato grosso do Sul, as demais<strong> 24 unidades da federação que forneceram dados aos IBGE relataram a compra de alimentos provenientes da agricultura familiar</strong>.<strong> Entre os municípios, mais da metade (54,9%) adotava a prática.</strong></p>
<p>A maior parte desses alimentos (81,1%) era destinada a redes socioassistenciais. As demais partes da produção familiar adquirida eram direcionadas a restaurantes populares, cozinhas de hospitais, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, mercados públicos e sacolões.</p>
<h2>Restaurantes populares</h2>
<p>Para traçar o perfil de estados e municípios, o IBGE coletou informações sobre a presença de equipamentos relacionados a segurança alimentar e nutricional.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram que <strong>3,8% das cidades declararam ter restaurantes populares</strong>. Eram 212 cidades nas quais funcionavam 329 desses estabelecimentos.</p>
<p>Nesses restaurantes, as refeições eram fornecidas de graça ou custando no máximo R$ 10. <strong>Entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, 66,7% tinham as unidades populares.</strong></p>
<p>Já os bancos de alimentos – locais que recebem gêneros alimentícios de doações ─ foram encontrados em 226 municípios, representando 4,1% dos respondentes. Cerca de 70% deles funcionavam cinco dias por semana.</p>
<p>Em relação aos equipamentos, como o IBGE não tem informações de anos anteriores, não foi possível fazer comparação entre períodos.</p>
<p>Para Vania Pacheco, a presença de ações e equipamentos é um indicativo da política de segurança alimentar “marcando presença nos municípios”.</p>
<blockquote>
<p>“É uma esperança minha que esses equipamentos se tornem cada vez mais presentes, em um número maior de municípios, e forneçam alimentação segura e saudável para esse quantitativo de pessoas que, muitas vezes, são pessoas em vulnerabilidade”, diz.</p>
</blockquote>
<h2>Fora do Mapa da Fome</h2>
<p>Em julho deste ano, um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) apontou que o Brasil deixou o chamado Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>
<p>O Brasil já tinha alcançado esse patamar em 2014, mas retornou ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/metade-das-cidades-nao-tem-estrutura-para-politica-de-combate-fome</p>
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		<item>
		<title>Menos da metade das escolas públicas está ligada à rede de esgoto</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de-esgoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 21:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 apontou desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas nas diferentes regiões do país, incluindo acesso à água potável, energia elétrica, coleta de lixo, rede pública de esgoto, banheiros e cozinha. Elaborado pela organização Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna, o levantamento foi divulgado nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 apontou <strong>desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas</strong> nas diferentes regiões do país, incluindo acesso à <strong>água potável, energia elétrica, coleta de lixo, rede pública de esgoto, banheiros e cozinha</strong>. Elaborado pela organização Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna, o levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (25), chegando a sua 12ª edição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Embora 95% das escolas públicas contem com os itens básicos de infraestrutura, há maior carência em dois itens:<strong> apenas 48,2% das unidades estão conectadas à rede pública de esgoto, e mais de 20% ainda não têm serviço de coleta de lixo.</strong></p>
<p>No recorte por região, <strong>apenas 9,3% das escolas públicas no Norte e 30,8% no Nordeste têm rede pública de esgoto</strong>, enquanto <strong>o índice chega a 84,7% das unidades do Sudeste, 56,9% no Sul e 47,8% no Centro-Oeste</strong>. <strong>Mais da metade das escolas do Norte (54%) não tem coleta de lixo</strong>, enquanto<strong> quase todas as escolas do Sul (97,2%) contam com o serviço</strong>.</p>
<p>Para a gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, Manoela Miranda, a <strong>ausência de infraestrutura básica</strong>, além de ser uma questão de dignidade, <strong>está diretamente ligada às condições de aprendizagem dos estudantes</strong>. Ela pondera que já houve muitos avanços no país quanto à educação, mas <strong>há regiões em que a situação permanece crítica</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Três em cada dez escolas públicas no Acre e em Roraima não têm água potável, é uma situação difícil não ter nem água potável para os estudantes e gestores. Falta energia elétrica em um terço das escolas públicas no Acre e no Amazonas. E a falta de banheiro atinge um quarto das escolas públicas em Roraima”, apontou.</p>
</blockquote>
<p>Manoela ressalta que é preciso garantir condições mínimas para que a aula possa acontecer e os estudantes possam ficar na escola.</p>
<p>Na Região Norte, esses fatores operacionais são mais complexos e, segundo a especialista, é importante que as políticas públicas levem em consideração o chamado fator amazônico, ou seja, os custos logísticos e operacionais adicionais que a região impõe.</p>
<h2>Equipamentos para ensino</h2>
<p>Em relação à infraestrutura voltada à aprendizagem, o anuário mostrou que os equipamentos estão distribuídos de forma desigual também pelas etapas de ensino, além do recorte por região. <strong>As bibliotecas e salas de leitura, por exemplo, estão mais presentes em escolas públicas que oferecem os anos finais do ensino fundamental  (69,2%) e o ensino médio (86,5%) do que naquelas com turmas de anos iniciais (47,2%).</strong></p>
<p>A presença de laboratório de informática foi registrada em apenas 27% das escolas públicas de anos iniciais do ensino fundamental, em 46,8% das de anos finais, e em 73% das unidades de ensino médio. Já os laboratórios de ciências estavam presentes em apenas 20,3% das escolas públicas de anos finais e, no ensino médio, em 46,9% das unidades.</p>
<blockquote>
<p>“Eu destacaria também a mesma desigualdade [no recorte] regional. Se considerar as escolas de ensino médio que têm laboratórios de ciências na Região Norte, esse percentual cai para 40%. Tem estados como Roraima, com 22%, e Acre, com 21%”, disse Manoela.</p>
</blockquote>
<p>Ela acrescentou que a defasagem não está só na infraestrutura básica, mas está refletida na infraestrutura voltada diretamente à aprendizagem dos alunos.</p>
<p>Na <strong>educação infantil, apenas 41% das escolas públicas tinham parque e 35,3% contavam com área verde dentro da unidade</strong>. O material pedagógico infantil chega a 69,6% das escolas.</p>
<p>Considerando o recorte regional, no Norte do país, parques infantis estavam presentes em 11,5% das escolas, área verde em 33% e material pedagógico infantil em 36,5%. No outro extremo do país, no Sul, os percentuais chegaram a 87,4% (parque), 60,6% (área verde) e 95,5% (material).</p>
<h2>Aprendizagem</h2>
<p>O anuário conclui que, “para que alcance plenamente seus objetivos, a educação pública de qualidade requer infraestrutura básica – como água potável, energia elétrica, banheiros, cozinha, coleta de lixo –, mas também deve dispor de equipamentos voltados ao ensino e à aprendizagem, como salas de leitura, laboratórios e recursos de tecnologia, incluindo acesso à internet.”</p>
<p>Apesar de<strong> 95,4% das escolas públicas contarem com acesso à internet</strong>, aponta o anuário, <strong>somente 44,5% são conectadas de acordo com parâmetros adequados para o uso pedagógico em sala de aula</strong>. O documento explica que a situação “limita o uso efetivo nos processos de ensino e aprendizagem”.</p>
<p>Segundo Manoela Miranda, no que diz respeito à aprendizagem, o país ainda tem um longo caminho a percorrer, especialmente quando se olha para o resultado de aprendizagem adequada em matemática e língua portuguesa no ensino médio.</p>
<p>O anuário mostra que <strong>apenas 4,5% dos jovens da 3ª série do ensino médio público tinham aprendizagem adequada em matemática e em língua portuguesa</strong>. Entre os jovens do 9º ano do ensino fundamental, esse percentual é de somente 13,3%, e, entre os alunos do 5º ano do ensino fundamental, chega a 37,2%.</p>
<blockquote>
<p>“Quero destacar os avanços – especialmente em acesso à educação, conclusão, menor distorção idade-série –, por outro lado, quero destacar a importância desses dados e de se olhar para as desigualdades regionais, socioeconômicas e raciais que existem no país para avançarmos uma educação de qualidade com equidade”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Para a especialista, o anuário tem importância enquanto demonstração de evidências e base de dados para elaboração de políticas educacionais. “Atualmente, no Congresso [Nacional], tramita o Plano Nacional de Educação, que vai colocar metas e estratégias para o próximo decênio da educação brasileira. É muito importante olharmos para esses dados e os desafios que ainda existem para termos boas metas, ambiciosas mas realistas para a educação que queremos daqui a dez anos.”</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-rede-de-esgoto</p>
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		<item>
		<title>Exportações brasileiras para os EUA caíram pela metade desde 2001</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/exportacoes-brasileiras-para-os-eua-cairam-pela-metade-desde-2001/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 18:51:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao longo dos anos, os Estados Unidos perderam relevância na pauta de comércio do Brasil. De 2001 a 2024, a participação americana no total de exportações brasileiras regrediu de 24,4% para 12,2%, ou seja, caiu praticamente à metade. Os números que mostram esse comportamento fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), estudo mensal do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Ao longo dos anos, os Estados Unidos perderam relevância na pauta de comércio do Brasil. De 2001 a 2024, a participação americana no total de exportações brasileiras regrediu de 24,4% para 12,2%, ou seja, caiu praticamente à metade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Exportacoes-brasileiras-para-os-EUA-cairam-pela-metade-desde-2001.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Exportacoes-brasileiras-para-os-EUA-cairam-pela-metade-desde-2001.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os números que mostram esse comportamento fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), estudo mensal do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (14).</p>
<p>Enquanto a participação americana nas nossas exportações caiu 51%, a da China, atualmente o principal parceiro comercial do Brasil, aumentou mais de oito vezes, indo de 3,3% para 28% no período de 2001 a 2024.</p>
<p><strong>A União Europeia com menos 44% e a América do Sul, menos 31%, também perderam espaço para o gigante asiático no intervalo de 23 anos. Mesmo com esses dois grupos de países perdendo participação, ainda ficam na frente dos Estados Unidos.</strong></p>
<p>Participação nas exportações brasileiras:</p>
<ul>
<li>China: 28%</li>
<li>União Europeia: 14,3%</li>
<li>América do Sul: 12,2%</li>
<li>Estados Unidos: 12%</li>
</ul>
<p><a href="https://www.instagram.com/agencia.brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o perfil da<strong> Agência Brasil </strong>no Instagram</a></p>
<p>O Ibre FGV elaborou o ranking com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<p>O Icomex faz análises sobre comércio exterior, como o comportamento da balança comercial, a diferença entre exportação e importação, e provê atenção especial nesta edição ao tarifaço prometido pelo presidente americano Donald Trump, que anunciou taxação de 50% de produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.</p>
<p>O levantamento aponta também a perda de relevância americana nas nossas importações. Em 2001, vinham dos Estados Unidos 22,7% do que o Brasil comprava de outros países. Em 2024, esse patamar foi reduzido a 15,5%. Essa diferença significa recuo de 32%.</p>
<p><strong>No mesmo período, a participação chinesa saltou mais de dez vezes, indo de 2,3% para 24,2%. A União Europeia viu a participação nas nossas importações cair 31% e a América do Sul, recuar 45%.</strong></p>
<p>Participação nas importações brasileiras:</p>
<ul>
<li>China: 28%</li>
<li>União Europeia: 18%</li>
<li>Estados Unidos: 15,5%</li>
<li>América do Sul: 10,2%</li>
</ul>
<h2>Exportações diversificadas</h2>
<p>O estudo aponta que as exportações para os americanos têm um perfil diversificado. Para efeito de comparação, quando se trata de China, apenas três produtos respondem por 96% do que o Brasil vende: petróleo, soja e minério de ferro.</p>
<p><strong>Já no caso dos Estados Unidos, 10 produtos representam 57% das exportações brasileiras.</strong></p>
<p>Participação dos principais produtos da pauta de exportação para os EUA:</p>
<ul>
<li>Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus: 14%</li>
<li>Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço: 8,8%</li>
<li>Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes: 6,7%</li>
<li>Café torrado: 4,7%</li>
<li>Ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas: 4,4%</li>
<li>Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): 4,3%</li>
<li>Celulose: 4,1%</li>
<li>Demais produtos &#8211; Indústria de Transformação: 3,8%</li>
<li>Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes: 3,6%</li>
<li>Sucos de frutas ou de vegetais: 3%</li>
</ul>
<p>O Ibre/FGV aponta também que conjuntos de produtos siderúrgicos, aeronaves, sucos vegetais e escavadeiras seriam os mais atingidos pela ação americana, pois dependem bastante da maior economia do mundo:</p>
<ul>
<li>ferro fundido bruto e ferro spiegel: 86% das exportações vão para os EUA;</li>
<li>produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado: 72,5%;</li>
<li>veículos aéreos (helicópteros e aviões): 63%;</li>
<li>pás mecânicas e escavadeiras: 53%;</li>
<li>sumos de frutas: 34%</li>
</ul>
<h2>Busca por mercados</h2>
<p>A pesquisadora associada do Ibre/FGV Lia Valls, consultora do Icomex, avalia que alguns produtos brasileiros, como carnes e sucos, podem prospectar nossos destinos. </p>
<p>“Essa parte das commodities [produtos primários comercializados em grandes quantidades] pode ser que consiga”, acredita.</p>
<blockquote>
<p>No entanto, ela avalia que não é simples buscar novos países compradores de produtos que ficarão inviáveis para entrar nos Estados Unidos com o aumento de preço.<br />“O país não consegue, em um prazo curto, desviar as exportações. Tem alguns tipos de produtos, principalmente da indústria de manufatura, muitos deles que são fabricados pelas multinacionais americanas, em que talvez já não seja tão simples colocar em outros mercados. Além do que, tem uma concorrência muito grande com a própria China”, explica.</p>
</blockquote>
<h2>Trump</h2>
<p>O boletim da FGV lembra que o presidente americano já recuou algumas vezes sobre o tarifaço. O estudo mostra que no dia 2 de abril deste ano, que ficou conhecido como Liberation Day (Dia da Liberação), Trump ameaçou países parceiros com taxação.</p>
<p>À época, a tarifa brasileira seria de 10%. Foi desencadeada uma guerra tarifária contra a China, na qual as tarifas chegariam a 145%. Após promessas mútuas de retaliação, os dois países chegaram a um acordo, reduzindo a 30%.<br /><strong>Nos últimos meses, alguns países anunciaram acordos com os americanos, mas o Brasil foi surpreendido na semana passada com a taxa de 50%.</strong> </p>
<p>A FGV destaca que, diferentemente da ameaça de abril, quando o motivo para taxar itens brasileiros era puramente comercial, a intenção atual envolve questões políticas, incluindo processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe e decisão recente contra gigantes de tecnologia, as big techs.</p>
<p>“Foi a única [carta] que explicitou motivações políticas, o que limita a margem de negociação do governo brasileiro por tratar de questões que são da alçada exclusiva do Estado brasileiro”, diz trecho do estudo.</p>
<p><strong>Apesar de a carta de Trump apontar déficit comercial &#8211; comprar mais do que vende &#8211; dos Estados Unidos no comércio com o Brasil, a FGV reforça o inverso, o Brasil não registra superávit com os Estados Unidos desde 2009.</strong></p>
<p>“No primeiro semestre de 2025, a balança bilateral Brasil-Estados Unidos foi de menos US$ 1,7 bilhão”, ou seja, nós compramos deles mais do que eles compraram do Brasil.</p>
<p>O estudo avalia que há chance de o governo americano voltar atrás na taxação, seja pelo histórico de decisões de Trump, seja por pressão de empresas americanas também prejudicadas.</p>
<p><strong>“No momento, é esperar que negociações sejam possíveis, que Trump siga o comportamento <em>Trump Always Chickens Out (Taco)</em>, que em tradução livre significa Trump amarela ou volta atrás”, escreve o Ibre.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Além disso, parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos são de empresas multinacionais estadunidenses, que poderão pressionar o governo Trump, da mesma forma que empresas nos Estados Unidos que utilizam os bens intermediários [serão transformados em produtos finais] do Brasil na sua produção”, completa.</p>
</blockquote>
<h2>Reações</h2>
<p>O governo brasileiro tem buscado caminhos para reverter a taxação americana. Além de negociação, o Brasil sinaliza com a Lei da Reciprocidade Econômica, que encareceria as importações dos Estados Unidos.</p>
<p>Fora do governo, o próprio STF se manifestou, por meio de carta assinada pelo presidente da Corte, Luís Roberto Barroso. O magistrado afirma que não há perseguição política no país, e que Trump teve como fundamento uma “compreensão imprecisa dos fatos”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/exportacoes-brasileiras-para-os-eua-cairam-pela-metade-desde-2001</p>
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		<item>
		<title>Desemprego entre jovens cai pela metade entre 2019 e 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 19:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos últimos três meses do ano passado, a taxa de desemprego dos jovens entre 14 e 24 anos de idade caiu pela metade na comparação com o mesmo período de 2019. Levantamento inédito do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi divulgado hoje (29), em São Paulo, durante o evento Empregabilidade Jovem Brasil, promovido pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nos últimos três meses do ano passado, a taxa de desemprego dos jovens entre 14 e 24 anos de idade caiu pela metade na comparação com o mesmo período de 2019. Levantamento inédito do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi divulgado hoje (29), em São Paulo, durante o evento Empregabilidade Jovem Brasil, promovido pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-entre-jovens-cai-pela-metade-entre-2019-e-2024.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-entre-jovens-cai-pela-metade-entre-2019-e-2024.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego entre jovens passou de 25,2% no quarto trimestre de 2019, quando teve início a série histórica, para 14,3% no ano passado. Isso significa que o número de jovens sem emprego passou de 4,8 milhões de pessoas em 2019 para 2,4 milhões no ano passado.</p>
<p>Também houve queda no número de jovens entre 18 e 24 anos que não estudam e nem trabalham, que agora somam 5,3 milhões de brasileiros, menor patamar da série histórica.</p>
<p>O quantitativo de estagiários continua crescendo e passou de 642 mil em 2023 para 990 mil no primeiro bimestre deste ano.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/desemprego-entre-jovens-cai-pela-metade-entre-2019-e-2024</p>
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		<item>
		<title>Quase metade das declarações de IR já entregues foi pré-preenchida</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/quase-metade-das-declaracoes-de-ir-ja-entregues-foi-pre-preenchida/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 16:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Das mais de 15 milhões de declarações de Imposto de Renda (IR) já entregues à Receita Federal, até essa quinta-feira (24), 46% utilizaram o documento pré-preenchido,, acessado via conta Gov.br, o sistema de serviços do governo federal. “Esse número representa um aumento em relação a 2024, quando a modalidade foi usada por 41% dos declarantes”, explicou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Das mais de 15 milhões de declarações de Imposto de Renda (IR) já entregues à Receita Federal, até essa quinta-feira (24), 46% utilizaram o documento pré-preenchido,, acessado via conta Gov.br, o sistema de serviços do governo federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Quase-metade-das-declaracoes-de-IR-ja-entregues-foi-pre-preenchida.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Quase-metade-das-declaracoes-de-IR-ja-entregues-foi-pre-preenchida.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Esse número representa um aumento em relação a 2024, quando a modalidade foi usada por 41% dos declarantes”, explicou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).</p>
</blockquote>
<p>Em comunicado nesta sexta-feira (25), a pasta, responsável pela gestão da plataforma Gov.br, destacou a segurança na identificação dos cidadãos e facilidade no acesso ao sistema de preenchimento do IR.</p>
<blockquote>
<p>“A declaração pré-preenchida pelo site, aplicativo ou programa da Receita está de acordo com os princípios de governo digital e com o objetivo de melhorar a experiência do usuário com os serviços públicos disponíveis no Gov.br”, diz.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para utilizar a declaração pré-preenchida é necessária uma conta nível Prata ou Ouro no Gov.br, que garante segurança maior.</strong> O MGI também recomenda a ativação da verificação em duas etapas para login na plataforma.</p>
<p>De acordo com a pasta, o uso da pré-preenchida vem aumentando muito nos últimos anos, passando de 7% das entregas em 2022 para 41% em 2024. A Receita Federal estima que serão entregues mais de 26 milhões de declarações nessa modalidade em 2025, ou 57% do total de declarações esperadas.</p>
<p>Com a declaração pré-preenchida, os contribuintes têm acesso automático às seguintes informações:</p>
<p>•    Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf);</p>
<p>•    Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob);</p>
<p>•    Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed);</p>
<p>•    Carnê-Leão Web.</p>
<p>•    rendimentos isentos decorrentes de moléstia grave;</p>
<p>•    códigos de juros;</p>
<p>•    restituições recebidas no ano-calendário.</p>
<p>•    saldos bancários;</p>
<p>•    investimentos;</p>
<p>•    imóveis adquiridos;</p>
<p>•    doações realizadas no ano-calendário;</p>
<p>•    criptoativos</p>
<p>•    contas bancárias e ativos no exterior;</p>
<p>•    contribuições para a previdência privada.</p>
<p><strong>Mesmo com os dados disponíveis, a Receita recomenda aos contribuintes que tenham toda a documentação em mãos para comparar com os dados fornecidos na pré-preenchida</strong>. Em caso de divergências, o contribuinte deve preencher as informações dos documentos.</p>
<p>O prazo de envio da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2025 começou em 17 de março e vai até 30 de maio, às 23h59min59s.</p>
<p><strong>Além de acelerar o preenchimento da Declaração do Imposto de Renda, a versão pré-preenchida dá prioridade no recebimento da restituição</strong>. Os principais critérios continuam sendo os casos previstos em lei, como idosos e professores, e a data de entrega da declaração, mas a opção pela declaração pré-preenchida e por receber os valores por meio de pix são critérios secundários que ajudam o contribuinte a avançar na fila.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/quase-metade-das-declaracoes-de-ir-ja-entregues-foi-pre-preenchida</p>
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		<item>
		<title>Metade dos brasileiros quer comprar ovos de Páscoa, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 17:02:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maior parte dos brasileiros &#8211; 52% &#8211; tem intenção de comprar ovos de Páscoa este ano. Os gastos médios com os chocolates em geral, devem ficar em R$ 59,00. Em média, cada consumidor deseja comprar três produtos. Os dados são da pesquisa “A paixão do brasileiro pelo chocolate”, feita pela Nexus e divulgada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A maior parte dos brasileiros &#8211; 52% &#8211; tem intenção de comprar ovos de Páscoa este ano. Os gastos médios com os chocolates em geral, devem ficar em R$ 59,00</strong>. Em média, cada consumidor deseja comprar três produtos. Os dados são da pesquisa “A paixão do brasileiro pelo chocolate”, feita pela Nexus e divulgada nesta sexta-feira (11), em São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Metade-dos-brasileiros-quer-comprar-ovos-de-Pascoa-diz-pesquisa.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Metade-dos-brasileiros-quer-comprar-ovos-de-Pascoa-diz-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Um dado curioso do estudo é que quatro em cada dez brasileiros (43%) nunca compraram sequer um ovo de Páscoa. Paralelamente, 37% disseram adquiriram sempre o produto e outros 19%, às vezes.</p>
<p><strong>O preço alto foi o principal motivo apontado para não comprar ovos ou outros tipos de chocolate para 36% dos entrevistados</strong>. O valor do produto foi o dado mais relevante entre os mais jovens (43% na faixa etária de 18 a 24 anos).</p>
<p>A pesquisa mostrou, ainda, que o hábito de consumir ovos de chocolate todos os anos é mais comum entre moradores da região Sudeste (40%), com idades entre 35 e 40 anos (44%), renda familiar acima de cinco salários mínimos (49%) e filhos menores de 18 anos (50%).</p>
<h2>Pico das compras será até dia 20</h2>
<p><strong>O levantamento revela, também, que 18% entre aqueles 52% que desejam comprar ovos de Páscoa neste ano já foram ao comércio</strong>. Os que ainda vão às compras até o domingo de Páscoa (20 de abril) somaram 34%. </p>
<p>Uma curiosidade do estudo é que 21% das pessoas com renda familiar até um salário mínimo já compraram seus produtos. E 45% entre os com maior renda (acima de cinco salários mínimos) ainda não adquiriram nem ovos ou chocolates para a Páscoa.</p>
<p>Além disso, a pesquisa mostra, ainda, que 45% entre os que desistiram de comprar ovos este ano, quase metade (21%) tenciona adquirir outros tipos de chocolate, sendo que 27% não planejam nenhuma aquisição do tipo.</p>
<p><strong>A pesquisa consultou duas mil pessoas em todo o país, com idades a partir de 18 anos, entre os dias 27 e 31 de março de 2025. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%</strong>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/metade-dos-brasileiros-quer-comprar-ovos-de-pascoa-diz-pesquisa</p>
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		<item>
		<title>Metade dos brasileiros sofreu fraude em 2024, diz Serasa Experian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Metade dos brasileiros (51%) foi vítima de alguma fraude no ano passado. Desses, 54,2% tiveram prejuízo financeiro. Os dados fazem parte do Relatório de Identidade e Fraude 2025, divulgado nesta terça-feira (25) pela Serasa Experian ─ empresa de tecnologia de dados que atua também na análise de crédito, autenticação e prevenção à fraude. O principal tipo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Metade dos brasileiros (51%) foi vítima de alguma fraude no ano passado. </strong>Desses, 54,2% tiveram prejuízo financeiro. Os dados fazem parte do Relatório de Identidade e Fraude 2025, divulgado nesta terça-feira (25) pela Serasa Experian ─ empresa de tecnologia de dados que atua também na análise de crédito, autenticação e prevenção à fraude.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Metade-dos-brasileiros-sofreu-fraude-em-2024-diz-Serasa-Experian.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Metade-dos-brasileiros-sofreu-fraude-em-2024-diz-Serasa-Experian.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O principal tipo de golpe aplicado foi uso indevido de cartões de crédito (47,9%)</strong>, seguido por pagamento de boletos falsos ou transações fraudulentas via Pix (32,8%) e phishing, emails ou mensagens fraudulentas que induzem ao roubo de dados (21,6%).</p>
<p>Foram entrevistadas 877 pessoas entre 18 e 65 anos, nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 3,4% para mais ou para menos.</p>
<p>O levantamento apontou que, dentro do universo de brasileiros que perderam dinheiro com fraude, a maior parte teve prejuízo entre R$ 100 e R$ 1 mil.</p>
<p><strong>Prejuízos dos entrevistados com golpes em 2024:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Até R$ 100: 17%</strong></li>
<li><strong>Mais de R$ 100 a R$ 500: 35,5%</strong></li>
<li><strong>Mais de R$ 500 a R$ 1 mil: 12,9%</strong></li>
<li><strong>Mais de R$ 1 mil a R$ 5 mil: 19,5%</strong></li>
<li><strong>Mais de R$ 5 mil a R$ 20 mil: 3,7%</strong></li>
<li><strong>Mais de R$ 20 mil: 3,7%</strong></li>
<li><strong>Não responderam: 7,9%</strong></li>
</ul>
<p>Entre os homens, 52,5% informaram ter sofrido fraude. Entre as mulheres, o índice se reduz para 49,3%.</p>
<p>O estudo confirma que, quanto maior a idade, maior a proporção de vítimas de golpes. Na faixa etária de 18 a 29 anos, 40,8% dos entrevistados mencionaram terem sido vítimas. De 30 a 49 anos, o percentual sobe para 51,9%. <strong>No grupo de pessoas com mais de 50 anos, 57,8% foram alvos dos criminosos.</strong></p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>A pesquisa da Serasa Experian identificou que a tecnologia é usada tanto para oferecer mais segurança em transações quanto para deixar as fraudes mais sofisticadas.</p>
<p>Por um lado, o uso da biometria facial como método de autenticação cresceu de 59% para 67% na passagem de 2023 para 2024. Entre os entrevistados, 71,8% afirmam se sentir mais protegidos ao utilizá-la.</p>
<p>Por outro lado, <strong>os pesquisadores identificaram o uso de inteligência artificial (IA) generativa “para a criação de perfis falsos altamente realistas</strong>, projetados para burlar verificações de identidade com dados sintéticos, além de tornar os ataques de phishing mais sofisticados, com links e mensagens fraudulentas que imitam comunicações legítimas”.</p>
<p>Uma ferramenta dos criminosos são as chamadas deepfakes ─ imagens criadas com o uso de tecnologias de IA que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, com o intuito de criar imagens falsas de pessoas em vídeos.</p>
<p>Para o diretor de Autenticação e Prevenção da Serasa Experian, Caio Rocha, é importante que as empresas aprimorem constantemente tecnologias de prevenção à fraude, &#8220;combinando diferentes tecnologias para reforçar a segurança e fortalecer a confiança nos serviços digitais em toda a jornada do consumidor&#8221;.</p>
<p>Há pouco mais de um mês, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançaram a Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias e Digitais. A iniciativa pretende atuar tanto na prevenção quanto na repressão de golpes e crimes online.</p>
<h2>Uso de documentos</h2>
<p>De acordo com o levantamento da Serasa Experian, o extravio de dados é uma das formas de se iniciar fraudes. Em 2024, 16,3% dos entrevistados informaram terem os documentos roubados ou perdidos.</p>
<p>A pesquisa identificou ainda que 19% dos entrevistados admitiram já ter compartilhado os dados pessoais com terceiros, “expondo-se a riscos ainda maiores”.</p>
<p>As razões para o compartilhamento de dados mais citadas foram compras online (73,7%), abertura de contas bancárias (20,4%) e obtenção de empréstimos (15,2%).</p>
<p>O estudo constatou que, apesar de ser o meio em que mais fraudes são cometidas, o cartão de crédito é o método de pagamento considerado mais seguro pelos entrevistados, superando a marca de 2023.</p>
<p><strong>Meio de pagamento em que os consumidores mais confiam:</strong></p>
<p> </p>
<table align="center" border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<caption>Fonte: Serasa Experian</caption>
<thead>
<tr>
<th scope="col">Meio de pagamento</th>
<th scope="col">Confiança em 2023</th>
<th scope="col">Confiança em 2024</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter">Cartão de crédito</td>
<td class="rtecenter">46,3%</td>
<td class="rtecenter">59,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Pix</td>
<td class="rtecenter">32%</td>
<td class="rtecenter">22,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Boleto bancário</td>
<td class="rtecenter">6,7%</td>
<td class="rtecenter">5,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Carteiras digitais</td>
<td class="rtecenter">5,6%</td>
<td class="rtecenter">4,9%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Cartão de débito</td>
<td class="rtecenter">3,9%</td>
<td class="rtecenter">3,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Nenhum</td>
<td class="rtecenter">5,5%</td>
<td class="rtecenter">4,8%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="rtecenter">​</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/metade-dos-brasileiros-sofreu-fraude-em-2024-diz-serasa-experian</p>
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