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	<title>Mercados - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Mercados - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Lula destaca abertura de 500 mercados internacionais para agropecuária</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 18:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (15), que o trabalho coletivo do governo e a qualidade da produção nacional são os responsáveis pela abertura de mais de 500 mercados internacionais para produtos agropecuários brasileiros entre 2023 e 2025. “O acerto das coisas que estão acontecendo no Brasil se deve ao aprendizado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (15), que o trabalho coletivo do governo e a qualidade da produção nacional são os responsáveis pela abertura de mais de 500 mercados internacionais para produtos agropecuários brasileiros entre 2023 e 2025.</strong> “O acerto das coisas que estão acontecendo no Brasil se deve ao aprendizado que nós tivemos ao longo de muitos anos”, disse.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-destaca-abertura-de-500-mercados-internacionais-para-agropecuaria.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-destaca-abertura-de-500-mercados-internacionais-para-agropecuaria.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lula participou, em Brasília, da inauguração da sede própria da ApexBrasil, a agência de promoção comercial do país no exterior. O evento também celebra a abertura dos 500 novos mercados fora do Brasil, que já resultam em US$ 3,4 bilhões em exportações.</p>
<p>Esse trabalho de expansão comercial é liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com participação da ApexBrasil, do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e em articulação com o setor privado.</p>
<blockquote>
<p>“O que acontece no Brasil hoje: a gente produz para atender o mercado interno e a gente produz tão bem que a gente consegue atender as necessidades do mercado externo. Essa é a coisa mais perfeita que poderia acontecer”, destacou Lula.</p>
</blockquote>
<p>O presidente elogiou o trabalho dos ministros e de autoridades envolvidas na internacionalização do Brasil e contou que quer expandir mais. <strong>No próximo ano, por exemplo, ele participa da Feira de Hannover, na Alemanha, um dos principais eventos de inovação e tecnologia industrial do mundo. Para Lula, a indústria nacional já é competitiva e tem identidade própria.</strong></p>
<p>“Nós já não precisamos do que eles precisam. Agora, quem tem que falar isso somos nós. Então, nessa feira, a gente vai ver se leva a maior quantidade de empresário que nós já levamos, porque chega do Brasil se apresentar como se fosse um coitadinho”, afirmou.</p>
<p><strong>Lula ainda viaja para a Coreia do Sul, onde quer explorar parcerias no setor de cosméticos, e para a Índia, onde, segundo ele, há potencial nas áreas de defesa, de fármacos e de tecnologias agrícolas.</strong></p>
<p><strong>Os 500 mercados abertos em mais de 80 países têm potencial de exportação de mais de US$ 37,5 bilhões por ano, de acordo com estimativas do Mapa.</strong> <strong>Cada país pode ter vários mercados para diferentes tipos de produtos. Entre os itens habilitados nesses novos mercados, os destaques são carnes, algodão, frutas e pescados.</strong></p>
<p>Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o “feito histórico” de expansão comercial é resultado da boa diplomacia brasileira e da capacidade de produção do país. Ele ainda lembrou que, em 2025, o Brasil recebeu a certificação de país livre de febre aftosa.</p>
<p>“Por 72 anos, o Brasil lutou contra essa doença. E o mundo agora reconhece a sanidade dos produtos brasileiros, capacidade de produzir cada vez mais com garantia das qualidades. Para isso, para ganhar força de trabalho, saímos de 29 adidos [representante do país no exterior] para 40 novos adidos percorrendo os países, interagindo com os empresários. Enfim, uma força tarefa sempre precedente”, afirmou.</p>
<p>Segundo Fávaro, os 500 novos mercados, gradativamente, se transformarão em novos negócios. “O empresário do outro lado compra um produto, faz o primeiro container, vê que o produto é bom, vê que chega na hora certa, que tem demanda e o Brasil aguenta suprir essa demanda, ele vai ampliar. O fruto desses 500 mercados, o Brasil vai entender nos próximos anos, a odisseia e a grande oportunidade”, acrescentou.</p>
<h2>Promoção comercial</h2>
<p>De acordo com a ApexBrasil, entre 2023 e 2025, o esforço conjunto entre a agência, o  Mapa e MRE resultou em mais de 170 ações internacionais em 42 países, alcançando US$ 18 bilhões em negócios projetados e atendendo mais de três mil empresas brasileiras. Neste período, foram realizadas 19 missões oficiais presidenciais e 5 vice-presidenciais.</p>
<p>O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, contou ainda a importância da parceria com o setor privado.</p>
<blockquote>
<p>“A Apex tem 52 convênios com 52 setores da economia do Brasil [para participação em eventos no exterior]. Convênios meio a meio, a Apex põe a metade do dinheiro e as organizações põe a metade do dinheiro. Para quê? Para o Brasil estar presente no mundo inteiro. São mil eventos por ano”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>Criada oficialmente em 2003, no primeiro mandato do presidente Lula, até outubro de 2025, a ApexBrasil registrou 20.754 empresas apoiadas no ano, sendo 66% delas de micro, pequenas e médias, com foco especial nas regiões Norte e Nordeste, dentro de uma estratégia de descentralização das ações de promoção comercial.</strong></p>
<p>O vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, contou que o Brasil deve bater o recorde de exportação neste ano. “Mesmo com o mundo crescendo menos e preço menor, nós devemos bater um recorde de US$ 345 bilhões de exportação, e US$ 629 bilhões de corrente de comércio. Até o panetone aumentou a exportação, aumentou 4% da exportação de panetone esse ano”, disse.</p>
<p>“Não há país do mundo que tenha um crescimento mais forte e sustentável que não se abriu ao mundo, que não priorizou o comércio exterior, que não conquistou o mercado”, acrescentou Alckmin.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/lula-destaca-abertura-de-500-mercados-internacionais-para-agropecuaria</p>
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		<title>Relator de CPI quer investigar atuação do crime em mercados legais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 19:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[atuação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, instalada nesta terça-feira (4) no Senado, aprovou o plano de trabalho do relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), com nove diretrizes que devem nortear os trabalhos do colegiado. Vieira (à direita na foto) destacou que a CPI deve dar “especial atenção” a investigar a entrada do crime organizado nos mercados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, instalada nesta terça-feira (4) no Senado, aprovou o <strong>plano de trabalho do relator, Alessandro Vieira (MDB-SE)</strong>, com <strong>nove diretrizes</strong> que devem nortear os trabalhos do colegiado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Relator-de-CPI-quer-investigar-atuacao-do-crime-em-mercados.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Relator-de-CPI-quer-investigar-atuacao-do-crime-em-mercados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Vieira (à direita na foto) destacou que a CPI deve dar “especial atenção” a investigar a <strong>entrada do crime organizado nos mercados legais no Brasil</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A penetração do crime em setores econômicos lícitos envolve diversos atores, como contadores, advogados, bem como a criação de empresas de fachada para a lavagem de dinheiro. Essa roupagem empresarial que algumas facções criminosas vêm adotando, notadamente o Primeiro Comando da Capital (PCC), exigirá novos e mais rigorosos mecanismos de controle, fiscalização e combate”, afirmou o relator.</p>
</blockquote>
<p>Vieira, que é ex-delegado de polícia, defendeu que <strong>as ações de prevenção e repressão são insuficientes para barrar o avanço das facções e milícias</strong>. O senador promete entregar um diagnóstico completo da atual da criminalidade organizada no Brasil, além de “afastar qualquer discussão motivada por questões partidárias ou eleitoreiras”.</p>
<p>Os nove pontos do plano de trabalho foram divididos em:</p>
<ol>
<li>Ocupação territorial, que é executada pelo tráfico, pelas milícias e pelos autores de crimes ambientais;</li>
<li>Lavagem de dinheiro, com ênfase em <em>fintechs</em> e criptomoedas, patrimônio sem lastro, bancas de advocacia e segmentos econômicos lícitos, como combustíveis e lubrificantes, bebidas, garimpo, mercado imobiliário, cigarros e produtos fumígenos, e produções artísticas;</li>
<li>Sistema prisional “que hoje funciona como depósito de gente e escritório do crime”;</li>
<li>Investigação das questões ligadas à corrupção ativa e passiva em todas as esferas e setores;</li>
<li>Esclarecimento sobre as rotas utilizadas para transporte das mercadorias ilícitas;</li>
<li>Crimes praticados pelas facções, com destaque para tráfico de drogas e de armas, contrabando, sonegação, extorsão, roubo, furto, receptação, estelionato e crimes digitais;</li>
<li>A necessidade de integração entre os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas, “com destaque para atuação em fronteiras e nas rotas mais utilizadas pelas facções”;</li>
<li>Tratar das experiências bem-sucedidas de prevenção e repressão ao crime organizado;</li>
<li>Orçamento. “Segurança pública e defesa são atividades caras”, aponta o relator.</li>
</ol>
<h2>Presidente</h2>
<p>Mais cedo, <strong>a CPI do Crime Organizado elegeu o senador Fabiano Contarato (PT-ES) como presidente da comissão</strong>. O parlamentar destacou que tem 27 anos de experiência como delegado.</p>
<p>O colegiado é composto por <strong>11 senadores titulares e sete suplentes</strong> que terão o <strong>prazo de 120 dias para apurar a atuação, a expansão e o funcionamento de facções e milícias no país</strong>.</p>
<p>Caberá aos senadores investigar o <em>modus operandi </em>(modo de operar) das organizações criminosas, as condições de instalação e desenvolvimento em cada região, “bem como as respectivas estruturas de tomada de decisão, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/relator-de-cpi-quer-investigar-atuacao-do-crime-em-mercados-legais</p>
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		<item>
		<title>Brasil pode ganhar mercados com tarifaço de Trump, diz economista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 10:11:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A sobretaxação dos Estados de Unidos de 10% sobre os produtos brasileiros pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti. Em entrevista ao jornal Repórter Brasil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A<strong> sobretaxação dos Estados de Unidos</strong> de 10% sobre os produtos brasileiros <strong>pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil </strong>se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Brasil-pode-ganhar-mercados-com-tarifaco-de-Trump-diz-economista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Brasil-pode-ganhar-mercados-com-tarifaco-de-Trump-diz-economista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista ao jornal <em>Repórter Brasil</em>, da <strong>TV Brasil</strong>, <strong>ele defendeu a urgência da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE</strong>).</p>
<blockquote>
<p>“O processo de negociação é um ponto importante a ser levado. Tem que tentar uma retaliação em alguns produtos, mas também tem que haver uma negociação com outros países. Acho a viagem do presidente Lula para o Japão e para o Vietnã importante no sentido de buscar novos parceiros comerciais, de intensificar nossas relações com esses países que estão crescendo, estão se tornando importantes na economia mundial”, disse o professor.</p>
</blockquote>
<p>Para Marquetti, o acordo Mercosul–UE tem importância estratégica para amenizar o impacto da decisão do governo de Donald Trump. Segundo ele, o <strong>acordo não beneficiará apenas a balança comercial (exportação e importação de bens), mas também a balança de serviço</strong>s, em que o Brasil importa muito mais do que exporta e consome cerca de 40% do superávit comercial.</p>
<blockquote>
<p>“Certamente, [a sobretaxação de Trump] abre um espaço de negociação e de busca de novos parceiros comerciais. Inclusive o acordo do Mercosul com a União Europeia, esse é o momento de implementar. Esse acordo, de buscar as novas parcerias do Brasil que envolvam tanto a balança de bens e de serviços. Temos uma balança comercial bastante positiva, mas a nossa balança de serviços, no caso brasileiro, é negativa”, disse o professor.</p>
</blockquote>
<p>Marquetti lembrou que a <strong>decisão dos Estados Unidos abrange apenas as importações de bens, não de serviços</strong>. Isso porque o país é um dos maiores exportadores de serviços do planeta, principalmente de serviços tecnológicos e audiovisuais.</p>
<p>O professor disse ainda que o <strong>Brasil, como a sétima ou a oitava maior economia do planeta (dependendo da medição), tem espaço para ocupar o mercado mundial à medida que outros países retaliarem os Estados Unidos</strong>.</p>
<p>Ele, no entanto, recomenda que o processo não ocorra apenas com produtos agrícolas e minerais, mas abranja produtos de maior valor agregado.</p>
<p>“O Brasil tem um espaço para ocupar o mercado mundial, inclusive o espaço que os outros países, ao responderem aos Estados Unidos, deixarem de comprar. No caso da China, os chineses já estão comprando mais produtos agrícolas brasileiros. E aqui tem um ponto importante: como a gente pode aproveitar essa crise mundial, com origem nas tarifas nos Estados Unidos, para melhorar a nossa pauta de exportação? Para a gente, exportar também mais produtos industriais e com maior valor adicionado na economia nacional”, concluiu.</p>
<h2>&gt;&gt; Assista na TV Brasil</h2>
<p><iframe title="Repórter Brasil, 02/04/2025" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/-PkJZZ2nSPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Reciprocidade comercial</h2>
<p>Após o anúncio de Trump, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 2.088/2023, que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial.</p>
<p>O governo brasileiro não descarta a possibilidade de recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o tarifaço, informaram os ministérios das Relações Exteriores (Itamaraty) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No entanto, a prioridade neste momento é negociar a reversão das medidas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos.</p>
<p> </p>
<p><em>* Com informações da TV Brasil</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/brasil-pode-ganhar-mercados-com-tarifaco-de-trump-diz-economista</p>
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		<item>
		<title>Requalificação de feiras e mercados marca um novo ciclo na vida dos permissionários da capital</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/requalificacao-de-feiras-e-mercados-marca-um-novo-ciclo-na-vida-dos-permissionarios-da-capital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 22:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Requalificação]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; As obras de requalificação das feiras e mercados de Manaus começam a transformar a realidade de muitos permissionários, que têm os tradicionais espaços públicos como principal fonte de renda. Após anos de descaso, a permissionária Rubilene Benício da Silva, 42, acompanhou de perto a reforma geral da feira municipal do Parque 10, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) &#8211; As obras de requalificação das feiras e mercados de Manaus começam a transformar a realidade de muitos permissionários, que têm os tradicionais espaços públicos como principal fonte de renda. Após anos de descaso, a permissionária Rubilene Benício da Silva, 42, acompanhou de perto a reforma geral da feira municipal do Parque 10, localizada na rua do Comércio 1, no bairro Parque 10 de Novembro, zona Centro-Sul, entregue totalmente revitalizada pela Prefeitura de Manaus, no último dia 1º de julho.</p>
<p>“Eu trabalho há 20 anos nesta feira e é daqui que tiro o sustento da minha família e tenho a oportunidade de gerar emprego e renda aos funcionários do meu boxe. Essa reforma chegou em boa hora, pois nós tínhamos um grande problema com a aglomeração de pombos na cobertura da praça de alimentação e isso nos causava muitos danos. Agora, com a ausência dessas aves e os serviços de melhorias realizados na feira, as vendas e a movimentação de clientes estão aumentando cada vez mais”, destacou a feirante.</p>
<p>Em funcionamento há 22 anos, a feira do Parque 10 estava há mais de uma década sem receber qualquer tipo de investimento e foi o primeiro espaço reinaugurado dentro do cronograma de recuperação que irá contemplar 35 feiras e mercados, administrados pela Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), nos próximos anos.</p>
<p>O espaço abriga 26 permissionários, gerando 104 empregos diretos e mais de três mil indiretos. O feirante Ademar Xavier, 52, que trabalha há 16 anos com a comercialização de frutas, verduras, remédios naturais, entre outros produtos, foi um dos beneficiados com as melhorias da feira.</p>
<p>“Essa reforma marca um novo momento na vida de todos os permissionários que trabalham aqui na feira do Parque 10. Eu só tenho a agradecer a Prefeitura de Manaus, o nosso prefeito David Almeida e toda sua equipe pelo belo trabalho que estão fazendo na cidade de Manaus”, disse o permissionário.</p>
<p>A reforma da feira do Parque 10 teve início em fevereiro deste ano, com recursos oriundos de emenda parlamentar do vereador Professor Samuel, no valor de R$ 122 mil, e R$ 51 mil do Tesouro municipal, totalizando R$ 173 mil investidos na obra.</p>
<p><strong>Obras em andamento</strong></p>
<p>Ao todo, oito feiras e mercados seguem com as obras em ritmo acelerado e estão prestes a ser reinauguradas totalmente revitalizadas, como a feira municipal do Japiim, localizada na avenida General Rodrigo Otávio, no bairro Japiim, zona Sul. O espaço se encontra com 60% de obra concluída e está previsto para ser entregue no final do mês de agosto. No total, estão sendo investidos R$ 604 mil, oriundos do Tesouro municipal.</p>
<p>Uma das permissionárias mais antigas da feira, Graciete Pereira Zoa, 69, relata que a reforma era um sonho aguardado há mais de 20 anos e que o andamento da obra já está fazendo uma grande diferença na rotina dos feirantes e clientes.</p>
<p>“Nunca houve uma reforma nessa feira, mas graças ao nosso atual prefeito, que está olhando por todos os feirantes, esse sonho será concretizado. Já teve melhorias em outras feiras, mas nós sempre fomos esquecidos. Mas, agora isso mudou. A reestruturação da nossa feira vai atrair mais clientes e, assim, vai aumentar nossa renda. Esse espaço estava abandonado, mas com essa bendita reforma que a Prefeitura de Manaus está realizando vai ficar top de linha”, concluiu a feirante, que trabalha há mais de 40 anos no local.</p>
<p>As feiras do Japiim, da Raiz, do Alvorada 2, do São Francisco, da Japiinlândia, além das feiras itinerantes Prefeito 1 e 2 e o mercado municipal Carneiro da Mota estão recebendo as obras de melhorias. Já a feira modelo da Compensa, o Núcleo de Apoio ao Cidadão (NAC) da Compensa (conhecido como “mini shopping”) e o Quarentão da Compensa estão com as ordens de serviço para a reforma assinadas aguardando o início das obras.</p>
<p><strong>Projeto</strong></p>
<p>A recuperação das feiras e mercados faz parte do programa de crescimento econômico e social “Mais Manaus”, lançado pela Prefeitura de Manaus no ano passado, com recursos no valor de R$ 25 milhões para a execução da reforma desses espaços públicos.</p>
<p>“O padrão que queremos para as feiras e mercados de Manaus é o mesmo empregado na reforma da Feira do Parque Dez. É isso que queremos para a cidade nas feiras e mercados, na infraestrutura, na saúde, na segurança pública e em todos os demais segmentos”, destacou o prefeito David Almeida.</p>
<p>Os projetos foram elaborados pelo setor de Engenharia da Semacc e as reformas contemplam os espaços com serviços de troca e instalação de forro, reforma geral dos banheiros, construção de banheiro para Pessoa com Deficiência (PcD), substituição de telhado e toda a estrutura metálica, sistema de drenagem, esquadrias, instalações elétricas e hidráulicas, troca de piso, pintura interna e externa, paisagismo, recuperação total da fachada, entre outras melhorias.</p>
<p>“Nós iniciamos refazendo todos os projetos, entregamos a comissão de licitação, já recebemos alguns que já demos a ordem de serviço. Estamos trabalhando com muita força, vigor e determinação, de acordo com o que almeja o prefeito David Almeida, para que as feiras e mercados recebam essa revitalização, essa cara nova, da nossa gestão, que queremos imprimir. Feiras mais organizadas, mais modernas, mais animadas, com mais cores, para receber os clientes e os feirantes”, ressaltou o titular da Semacc, Wanderson Costa.</p>
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