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		<title>Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião. A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A constatação faz parte do estudo <strong><a href="https://internetlab.org.br/wp-content/uploads/2025/12/investigando-os-vetores-de-disseminacao-de-conteudo-eleitoral_Vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens</a></strong>, divulgado nesta segunda-feira (15).</p>
<p>O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa <a href="https://internetlab.org.br/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">InternetLab</a> e pela <a href="https://conhecimentosocial.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rede Conhecimento Social</a>, instituições sem fins lucrativos.</p>
<p>A pesquisa identificou que <strong>mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.</strong></p>
<p><strong>Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.</strong></p>
<p>Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.</p>
<p><strong>Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%</strong>.</p>
<p>Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.</p>
<p>O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.</p>
<p>“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.</p>
<p>As informações foram coletadas de forma <em>online</em> com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.</p>
<h2>Receio de se posicionar</h2>
<p>A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. <strong>Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.</strong></p>
<p>Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.</p>
<p>“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.</p>
<p>Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. <strong>Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.</strong></p>
<p>“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.</p>
<p>Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.</p>
<p>Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.</p>
<p>“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.</p>
<h2>Afirmação</h2>
<p>Mas o levantamento identifica também que<strong> 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.</strong></p>
<p>Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.</p>
<p>“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.</p>
<p>Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:</p>
<ul>
<li>30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;</li>
<li>34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;</li>
<li>29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.</li>
</ul>
<p>“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.</p>
<p>“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.</p>
<h2>Amadurecimento</h2>
<p>Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta &#8220;arraigada&#8221; no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo &#8220;<em>offline</em>&#8220;, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.</p>
<p>O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas &#8220;foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo&#8221;, principalmente nos grupos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso&#8221;, diz a autora. &#8220;Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo&#8221;, completa.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-whatsapp-mostra-estudo</p>
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		<item>
		<title>Ventos fortes afetam pelo menos 110 voos em Congonhas nesta quinta</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ventos-fortes-afetam-pelo-menos-110-voos-em-congonhas-nesta-quinta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 19:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Os fortes ventos na região da capital São Paulo continuam afetando os voos previstos para esta quinta-feira (11), o que levou ao cancelamento de 63 chegadas 47 partidas até as 15h30, segundo dados da Aena, concessionária que opera o aeroporto de Congonhas.  Na quarta-feira foram 88 chegadas e 93 partidas canceladas pelo mesmo motivo. Os ventos chegaram a 90km/h [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Os fortes ventos na região da capital São Paulo continuam afetando os voos previstos para esta quinta-feira (11), o que levou ao cancelamento de 63 chegadas 47 partidas até as 15h30, segundo dados da Aena, concessionária que opera o aeroporto de Congonhas.</strong> <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ventos-fortes-afetam-pelo-menos-110-voos-em-Congonhas-nesta.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ventos-fortes-afetam-pelo-menos-110-voos-em-Congonhas-nesta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na quarta-feira foram 88 chegadas e 93 partidas canceladas pelo mesmo motivo. Os ventos chegaram a 90km/h na região, mas perderam força, e o pico registrado na manhã desta quinta ficou em 64,8 km/h, segundo a Defesa Civil de São Paulo.</p>
<p>A Aena orienta que os passageiros com viagens programadas verifiquem a situação de seus voos diretamente com as companhias aéreas antes de se deslocarem ao aeroporto.</p>
<p><strong>O Procon-SP informou por meio de nota que enviou equipes para verificar as reclamações de consumidores afetados, como cancelamento e superlotação.</strong></p>
<p>“Para o consumidor que teve seu voo cancelado e não recebeu a assistência material obrigatória – como hospedagem, alimentação ou uma reacomodação satisfatória – o procedimento recomendado envolve a imediata documentação e formalização da reclamação”, explicou o órgão de defesa do consumidor. </p>
<h2>Atendimento</h2>
<p>À recomendação é de se guardar todo e qualquer comprovante: o bilhete aéreo, o cartão de embarque, e-mails de comunicação da empresa e, se possível, a declaração de contingência emitida no guichê.</p>
<p>Caso a empresa não ofereça alimentação ou hospedagem, o consumidor deve custear o necessário e guardar as notas fiscais e recibos. Com estes comprovantes deve registrar uma reclamação formal, nos canais de atendimento da própria companhia aérea (anotando o protocolo) e, caso a solução seja insatisfatória, registrar a ocorrência no Procon-SP e também na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). </p>
<p>“A reclamação nos órgãos de defesa é importante para tentar mediar a situação e, se necessário, embasar uma futura ação judicial por danos morais e materiais”, complementa o Procon paulista.</p>
<p>Entre os direitos daqueles que embarcariam em voos afetados pelo mau tempo e estão fora do município onde moram estão a Informação prévia do cancelamento do voo nos canais de atendimento disponíveis das companhias aéreas; viajar, tendo prioridade no próximo embarque da companhia aérea com o mesmo destino; ser direcionado para outra companhia, sem custo; receber de volta a quantia paga ou, ainda, hospedar-se em hotel por conta da empresa.</p>
<p>Se o consumidor estiver na cidade em que mora  a empresa poderá oferecer apenas o transporte para a sua residência e desta para o aeroporto.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/ventos-fortes-afetam-pelo-menos-110-voos-em-congonhas-nesta-quinta</p>
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		<item>
		<title>Tio-avô é preso em Manaus por estuprar ao menos 7 meninas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tio-avo-e-preso-em-manaus-por-estuprar-ao-menos-7-meninas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 19:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (22), um homem de 65 anos suspeito de estuprar ao menos 7 meninas das mesma família, em Presidente Figueiredo, região metropolitana de Manaus. A polícia localizou o suspeito no bairro Cidade de Deus, zona norte da capital. De acordo com a delegada Beatriz Andrade, o crime ocorreu na comunidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (22), um homem de 65 anos suspeito de estuprar ao menos 7 meninas das mesma família, em Presidente Figueiredo, região metropolitana de Manaus. A polícia localizou o suspeito no bairro Cidade de Deus, zona norte da capital.</p>
<p>De acordo com a delegada Beatriz Andrade, o crime ocorreu na comunidade Rumo Certo, na BR-174. O crime aconteceu quando a criança e a mãe foram visitar uma tia-avó doente. Durante a visita, o homem convidou a vítima para subir ao andar superior da casa sob o pretexto de usar o celular e cometeu os abusos.</p>
<p>A mãe da menina notou mudanças no comportamento da filha, que passou a apresentar choro constante e medo do escuro, e acabou relatando os abusos. Assim, ela decidiu levar o caso ao Conselho Tutelar, que encaminhou a ocorrência à 37ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município.</p>
<p>Em escuta especializada, a criança confirmou os abusos e relatou que o suspeito também mostrava vídeos inapropriados. Segundo a mãe, o homem já havia abusado de outras mulheres da família, inclusive dela mesma quando tinha 7 anos.</p>
<p>Durante o cumprimento do mandado de prisão, duas outras mulheres afirmaram ter sido vítimas do mesmo homem, e as investigações continuam para identificar possíveis novos casos.</p>
<p>O suspeito também responde por maus-tratos e lesão corporal contra a própria filha, que possui deficiência.<br />As autoridades o autuaram por estupro de vulnerável e ele permanece à disposição da Justiça.</p>
<p> </p>
</div>
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		<item>
		<title>Acidente com ônibus em Pernambuco deixa ao menos 15 mortos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/acidente-com-onibus-em-pernambuco-deixa-ao-menos-15-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 16:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grave acidente com um ônibus de excursão ocorrido na noite de sexta-feira (17) em Pernambuco deixou ao menos 15 pessoas mortas, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O veículo transportava 30 passageiros quando o motorista perdeu o controle na rodovia. O acidente aconteceu por volta das 20h, quando o ônibus invadiu a pista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Um grave acidente com um ônibus de excursão ocorrido na noite de sexta-feira (17) em Pernambuco deixou ao menos 15 pessoas mortas, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O veículo transportava 30 passageiros quando o motorista perdeu o controle na rodovia.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Acidente-com-onibus-em-Pernambuco-deixa-ao-menos-15-mortos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Acidente-com-onibus-em-Pernambuco-deixa-ao-menos-15-mortos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O acidente aconteceu por volta das 20h, quando o ônibus invadiu a pista contrária, colidiu contra rochas na lateral da estrada e, em seguida, bateu em um barranco de areia antes de tombar. As causas ainda estão sendo investigadas pela PRF.</p>
<p><strong>Até o momento, metade das vítimas — 11 mulheres e quatro homens — teve a morte confirmada.</strong> O número total de feridos ainda não foi divulgado. O motorista sofreu apenas ferimentos leves e passou por teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo para consumo de álcool, conforme informou a PRF em nota.</p>
<p>A PRF também informou que há indícios de que alguns passageiros não utilizavam o cinto de segurança no momento do acidente, o que pode ter contribuído para a gravidade das mortes e ferimentos. As equipes de resgate e perícia seguem atuando no local para apurar as causas do acidente e identificar todas as vítimas.</p>
<p>Nas redes sociais, o governador de Pernambuco, Jerônimo Rodrigues (PT), lamentou o ocorrido.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Mobilizei a Secretaria de Saúde, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Técnica para os trabalhos de socorro e também de identificação de vítimas fatais. Estou acompanhando minha equipe e sinto muito pela perda das vidas, pelos feridos e por todas as famílias. Meu governo continuará dando todo o apoio necessário e atuando em conjunto com as prefeituras dos municípios atingidos pelo trágico episódio&#8221;, diz a nota.</p>
</blockquote>
<p>A Prefeitura de Saloá, em Pernambuco, agradeceu à equipe de resgate pelo trabalho de plantão para socorrer as vítimas.</p>
<p>&#8220;Gratidão a todas as equipes de saúde, médicos, enfermeiros e profissionais que estiveram de plantão e atuaram com dedicação e prontidão durante o grave acidente ocorrido na BR-423, na Serra dos Ventos, trecho que passa pelo nosso município. O Hospital Municipal Josina Godóy recebeu cerca de 16 vítimas, prestando todo o suporte e atendimento emergencial necessário. A Prefeitura também agradece o apoio solidário de municípios vizinhos, que se uniram em um grande esforço conjunto para auxiliar no atendimento às vítimas&#8221;, diz a nota.</p>
<p>A empresa Moda Center, de onde o ônibus saiu antes do acidente, também se manifestou sobre o acidente.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Moda Center manifesta profundo pesar pelo trágico acidente ocorrido na noite desta sexta-feira (17), na BR-423, entre Paranatama e Saloá, envolvendo um ônibus da excursão DF Turismo (Vaga 135/137 | Setor Amarelo) que retornava do Moda Center com destino à Bahia. Neste momento de dor, o Moda Center se solidariza com as famílias das vítimas e com todos os envolvidos, e se coloca à disposição para prestar ajuda no que for necessário às pessoas atingidas por essa grande tragédia&#8221;, diz a nota.</p>
</blockquote>
<p><em>*Com informações da Reuters.</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/acidente-com-onibus-em-pernambuco-deixa-ao-menos-15-mortos</p>
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		<item>
		<title>Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 12:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica. Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também</strong>. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), destaca que já prescreve em suas orientações, além de alimentação saudável e vacinação, tempo de convívio entre pais e filhos.  </p>
<blockquote>
<p>“Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque, de vivências em casa, que levem as crianças para cozinhar, para fazer jogos de tabuleiro. É um retrocesso. Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”, alerta. </p>
</blockquote>
<p>Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca, principalmente com a entrada das telas, do celular e do tablet no cotidiano das famílias. </p>
<blockquote>
<p>“Houve uma desconexão entre pais e filhos. Porque não só as crianças estão mais tempo em tela, os pais também. No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão, quadros que nós nem estudávamos na nossa formação [em pediatria] e hoje precisamos lidar. É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo, com essa desconexão humana”, diz a pediatra. </p>
</blockquote>
<p>Angela Uchoa Branco, professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), reforça a importância das brincadeiras presenciais, face a face com outras crianças e adultos. Para as mais velhas, recomenda jogos como os de tabuleiro.  </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Contação de histórias dialogadas, ler para a criança antes de dormir, deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura. E, sempre que possível, levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”, afirma Angela. </p>
</blockquote>
<p>Para este Dia das Crianças, a <strong>Agência Brasil </strong>conversou com médicos, psicólogos e especialistas para reunir dicas para uma infância mais saudável. Confira: </p>
<h2>Mais brincadeira, menos tela </h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=435395:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2025 – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=435395-->Rio de Janeiro (RJ) – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211;</p>
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</div>
<p>Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre, hoje se mistura com as telas do celular, notificações e interações online. Renata destaca que, para além da perda nas interações e do convívio, o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição.  </p>
<blockquote>
<p>“O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória, resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem. Além disso, se eu mexo menos o corpo, então haverá maior incidência de obesidade”, explica. </p>
</blockquote>
<p>No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária. </p>
<ul>
<li>De 0 a 2 anos: sem telas, mesmo que passivamente; </li>
<li>De 2 a 5 anos: uma hora por dia, com supervisão dos pais ou responsáveis; </li>
<li>De 6 a 10 anos: uma a duas horas por dia, no máximo, e sempre com supervisão; </li>
<li>Entre 11 e 18 anos: de duas a três horas por dia, e nunca deixar “virar a noite”. </li>
</ul>
<p>A diretora executiva da ONG Vaga Lume, Lia Jamra, que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal, ressalta a importância do incentivo à leitura, em oposição ao digital.  </p>
<blockquote>
<p>“É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela. A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório, visão de mundo, possibilidade de sonhar. A infância na Amazônia é mais saudável. Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança, como um mergulho no rio”, diz Lia. </p>
</blockquote>
<h2>Sono </h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=412222:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760271681_259_Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.&#13;&#10;Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa&#13;&#10;Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760271681_259_Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.&#13;&#10;Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa&#13;&#10;Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p>Excesso de telas pode prejudicar qualidade do sono das crianças . Foto: Joédson Alves/Agência Brasil </p>
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<p>O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil. O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Também nesse aspecto, Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças; </p>
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<p>“Se usar telas no período noturno, fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo, o que diminui a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução inicial do sono. Assim, a criança  vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”, destaca. </p>
</blockquote>
<p>A médica explica que o sono não é só para descansar, mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem. </p>
<blockquote>
<p>“A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno. Muitos hormônios são secretados durante a noite, como o hormônio do crescimento, os hormônios controladores de fome e saciedade, que podem impactar no apetite e ganho de peso”, afirma. </p>
</blockquote>
<h2>Diálogo </h2>
<p>A professora da UnB, Angela Uchoa, também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites, mas que reforce a autoestima dos pequenos, sem punições físicas.  </p>
<blockquote>
<p>“É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites, dialogando. Devemos ter tolerância zero para agressões, mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada. Respeito gera respeito, é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem. Isso fortalece a sua autoestima, essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB. </p>
</blockquote>
<h2>Alimentação </h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=358014:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760271681_262_Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília-DF, 10.11.2023, A Diversas frutas, legumes e verduras que são vendidos diariamente na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal, a CEASA-DF. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p>Frutas devem estar presente na alimentação desde o primeiro ano de vida. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </p>
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<p>Aos 6 meses de vida, quando os primeiros dentinhos em geral aparecem, o bebê inicia a chamada introdução alimentar. A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança, destaca a professora Diana Barbosa Cunha, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). </p>
<p>Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida, tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, entre outras. </p>
<blockquote>
<p> “Essa fase deve ser tranquila, pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos. Nessa fase, o leito materno ainda é o alimento mais importante. A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que, aos 2 anos, a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”, diz a professora. </p>
</blockquote>
<p>Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada, dando o exemplo, tendo como base os alimentos minimamente processados, como cereais, leguminosas, carnes, frutas.  </p>
<blockquote>
<p>“Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados. É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar. Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos. Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los, cortá-los. Isso favorece a relação com a alimentação”, conclui a professora. </p>
</blockquote>
<p><em>*Colaborou Ana Cristina Campos</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel</p>
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		<item>
		<title>Menos da metade das escolas públicas está ligada à rede de esgoto</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de-esgoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 21:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 apontou desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas nas diferentes regiões do país, incluindo acesso à água potável, energia elétrica, coleta de lixo, rede pública de esgoto, banheiros e cozinha. Elaborado pela organização Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna, o levantamento foi divulgado nesta [&#8230;]]]></description>
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<p>O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 apontou <strong>desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas</strong> nas diferentes regiões do país, incluindo acesso à <strong>água potável, energia elétrica, coleta de lixo, rede pública de esgoto, banheiros e cozinha</strong>. Elaborado pela organização Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna, o levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (25), chegando a sua 12ª edição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-a-rede-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Embora 95% das escolas públicas contem com os itens básicos de infraestrutura, há maior carência em dois itens:<strong> apenas 48,2% das unidades estão conectadas à rede pública de esgoto, e mais de 20% ainda não têm serviço de coleta de lixo.</strong></p>
<p>No recorte por região, <strong>apenas 9,3% das escolas públicas no Norte e 30,8% no Nordeste têm rede pública de esgoto</strong>, enquanto <strong>o índice chega a 84,7% das unidades do Sudeste, 56,9% no Sul e 47,8% no Centro-Oeste</strong>. <strong>Mais da metade das escolas do Norte (54%) não tem coleta de lixo</strong>, enquanto<strong> quase todas as escolas do Sul (97,2%) contam com o serviço</strong>.</p>
<p>Para a gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, Manoela Miranda, a <strong>ausência de infraestrutura básica</strong>, além de ser uma questão de dignidade, <strong>está diretamente ligada às condições de aprendizagem dos estudantes</strong>. Ela pondera que já houve muitos avanços no país quanto à educação, mas <strong>há regiões em que a situação permanece crítica</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Três em cada dez escolas públicas no Acre e em Roraima não têm água potável, é uma situação difícil não ter nem água potável para os estudantes e gestores. Falta energia elétrica em um terço das escolas públicas no Acre e no Amazonas. E a falta de banheiro atinge um quarto das escolas públicas em Roraima”, apontou.</p>
</blockquote>
<p>Manoela ressalta que é preciso garantir condições mínimas para que a aula possa acontecer e os estudantes possam ficar na escola.</p>
<p>Na Região Norte, esses fatores operacionais são mais complexos e, segundo a especialista, é importante que as políticas públicas levem em consideração o chamado fator amazônico, ou seja, os custos logísticos e operacionais adicionais que a região impõe.</p>
<h2>Equipamentos para ensino</h2>
<p>Em relação à infraestrutura voltada à aprendizagem, o anuário mostrou que os equipamentos estão distribuídos de forma desigual também pelas etapas de ensino, além do recorte por região. <strong>As bibliotecas e salas de leitura, por exemplo, estão mais presentes em escolas públicas que oferecem os anos finais do ensino fundamental  (69,2%) e o ensino médio (86,5%) do que naquelas com turmas de anos iniciais (47,2%).</strong></p>
<p>A presença de laboratório de informática foi registrada em apenas 27% das escolas públicas de anos iniciais do ensino fundamental, em 46,8% das de anos finais, e em 73% das unidades de ensino médio. Já os laboratórios de ciências estavam presentes em apenas 20,3% das escolas públicas de anos finais e, no ensino médio, em 46,9% das unidades.</p>
<blockquote>
<p>“Eu destacaria também a mesma desigualdade [no recorte] regional. Se considerar as escolas de ensino médio que têm laboratórios de ciências na Região Norte, esse percentual cai para 40%. Tem estados como Roraima, com 22%, e Acre, com 21%”, disse Manoela.</p>
</blockquote>
<p>Ela acrescentou que a defasagem não está só na infraestrutura básica, mas está refletida na infraestrutura voltada diretamente à aprendizagem dos alunos.</p>
<p>Na <strong>educação infantil, apenas 41% das escolas públicas tinham parque e 35,3% contavam com área verde dentro da unidade</strong>. O material pedagógico infantil chega a 69,6% das escolas.</p>
<p>Considerando o recorte regional, no Norte do país, parques infantis estavam presentes em 11,5% das escolas, área verde em 33% e material pedagógico infantil em 36,5%. No outro extremo do país, no Sul, os percentuais chegaram a 87,4% (parque), 60,6% (área verde) e 95,5% (material).</p>
<h2>Aprendizagem</h2>
<p>O anuário conclui que, “para que alcance plenamente seus objetivos, a educação pública de qualidade requer infraestrutura básica – como água potável, energia elétrica, banheiros, cozinha, coleta de lixo –, mas também deve dispor de equipamentos voltados ao ensino e à aprendizagem, como salas de leitura, laboratórios e recursos de tecnologia, incluindo acesso à internet.”</p>
<p>Apesar de<strong> 95,4% das escolas públicas contarem com acesso à internet</strong>, aponta o anuário, <strong>somente 44,5% são conectadas de acordo com parâmetros adequados para o uso pedagógico em sala de aula</strong>. O documento explica que a situação “limita o uso efetivo nos processos de ensino e aprendizagem”.</p>
<p>Segundo Manoela Miranda, no que diz respeito à aprendizagem, o país ainda tem um longo caminho a percorrer, especialmente quando se olha para o resultado de aprendizagem adequada em matemática e língua portuguesa no ensino médio.</p>
<p>O anuário mostra que <strong>apenas 4,5% dos jovens da 3ª série do ensino médio público tinham aprendizagem adequada em matemática e em língua portuguesa</strong>. Entre os jovens do 9º ano do ensino fundamental, esse percentual é de somente 13,3%, e, entre os alunos do 5º ano do ensino fundamental, chega a 37,2%.</p>
<blockquote>
<p>“Quero destacar os avanços – especialmente em acesso à educação, conclusão, menor distorção idade-série –, por outro lado, quero destacar a importância desses dados e de se olhar para as desigualdades regionais, socioeconômicas e raciais que existem no país para avançarmos uma educação de qualidade com equidade”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Para a especialista, o anuário tem importância enquanto demonstração de evidências e base de dados para elaboração de políticas educacionais. “Atualmente, no Congresso [Nacional], tramita o Plano Nacional de Educação, que vai colocar metas e estratégias para o próximo decênio da educação brasileira. É muito importante olharmos para esses dados e os desafios que ainda existem para termos boas metas, ambiciosas mas realistas para a educação que queremos daqui a dez anos.”</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/menos-da-metade-das-escolas-publicas-esta-ligada-rede-de-esgoto</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que menos de 40% dos alunos valorizam professor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:23:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os chamados anos finais do ensino fundamental – que compreendem o 6º, 7°, 8º e 9 º anos – são considerados uma etapa escolar peculiar, que enfrenta desafios próprios ao reunir os estudantes que estão na transição da infância para a adolescência. Para subsidiar a criação da primeira política nacional voltada para esta etapa, foi lançada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os chamados anos finais do ensino fundamental – que compreendem o 6º, 7°, 8º e 9 º anos – são considerados uma etapa escolar peculiar, que enfrenta desafios próprios ao reunir os estudantes que estão na transição da infância para a adolescência. Para subsidiar a criação da primeira política nacional voltada para esta etapa, foi lançada nesta terça-feira (9) uma<strong> pesquisa que ouviu mais de 2,3 milhões de estudantes em 21 mil escolas do país. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-revela-que-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Pesquisa-revela-que-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os resultados apontam que mais da metade dos estudantes diz se sentir acolhida pela escola, mas menos de 40% dizem respeitar e valorizar o professor.   </strong></p>
<p>O estudo é fruto de uma parceria do Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social. A pesquisa foi realizada durante a Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas, mobilização que engajou o equivalente a 46% das instituições de ensino que oferecem os anos finais nas redes municipais, estaduais e distrital em todo o Brasil.  </p>
<p>Durante o lançamento do relatório, em Brasília, a secretária da Secretaria de Educação Básica (SEB), do MEC, Katia Schweickardt, afirmou que a escuta dos adolescentes do 6º ao 9º ano ajuda o Poder Público a entender que “todos aprendem de um jeito diferente” e que todo mundo sabe algo, baseado nas experiências individuais. </p>
<p>Katia Schweickardt explica que é preciso adaptar as salas de aulas para essa realidade multisseriada, ou seja, com alunos de diferentes perfis. “Todo mundo aprende de um jeito diferente. O que a gente precisa é preparar os professores, o equipamento escolar, a comunidade, todo mundo para essas especificidades.&#8221;</p>
<p>A secretária do MEC destaca que este preparo passa pelo currículo escolar.  </p>
<blockquote>
<p>“Currículo, que não é só um conjunto, uma lista de desejos de conteúdo e práticas pedagógicas que a gente põe em um documento e deixa na gaveta. Currículo, de fato, é uma perspectiva de vivência, de existência de uma escola que é significativa”, disse. </p>
</blockquote>
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<p>A representante da organização da sociedade civil Roda Educativa, a pedagoga Tereza Perez, concorda que é preciso enxergar as diferentes composições das salas de ensino, sob pena de provocar a evasão escolar e o abandono dos estudos.  </p>
<blockquote>
<p>“A máquina da educação escolar busca homogeneizar as aprendizagens, por meio de um ensino único, negligenciando a heterogeneidade e a diversidade existente em todas as salas de aula. Esse fato, embora reconhecido, não provoca mudanças significativas na forma de ensino e, muitas vezes, culpabiliza alunos que não aprendem, usando a reprovação como o único recurso para que aprendam. Na maioria das vezes, também, não atingem o seu propósito de aprendizagem, gerando evasão e abandono”, destacou. </p>
</blockquote>
<h2>Pesquisa </h2>
<p>As percepções dos alunos, colhidas em questionários e dinâmicas coletivas, foram dividas em dois grupos: os alunos mais novos, do 6º e 7º ano, e os mais velhos, do 8º e 9º anos. Apesar da pouca distância de idade, é possível encontrar importantes contrastes entre as respostas.   </p>
<p>A pesquisa buscou identificar a opinião dos alunos sobre a escola, conteúdos para desenvolvimento pessoal, atividades essenciais para o futuro, formas de aprendizagem, convivência, entre outros. De forma geral, <strong>estudantes dos 8º e 9º anos têm uma visão menos positiva sobre a escola do que aqueles de 6º e 7º anos.   </strong></p>
<p>A superintendente do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes, lembrou que o Brasil tem histórico de décadas sem qualquer política voltada à educação na adolescência e que, desde 2023, o MEC, com o projeto da Escola das Adolescências, passou a dialogar com estudantes, gestores educacionais e diferentes setores da sociedade civil e acadêmicos, além de organismo internacionais para trabalhar em conjunto em direção a um objetivo comum. </p>
<blockquote>
<p>“Nenhum outro país que a gente acompanha teve coragem de escutar os adolescentes como parte da política pública. Então, é com esse exemplo de construção de convergências, de escuta, que o MEC conseguiu criar convergências de diferentes territórios, de diferentes setores da sociedade civil brasileira. Nesse sentido, reafirmamos nosso propósito de não deixar nunca mais os anos finais [do ensino fundamental] serem uma etapa esquecida”, defendeu. </p>
</blockquote>
<h2>Acolhimento  </h2>
<p>No quesito “acolhimento e pertencimento”, <strong>66% dos mais jovens disseram que se sentem acolhidos pela escola</strong> &#8211; 27% veem a experiência como parcial e 7% discordam. Já entre os mais velhos, apenas 54% sentem-se amparados, 33% se consideram “mais ou menos” acolhidos e 13% discordam.   </p>
<p>Na mesma temática, <strong>75% dos estudantes dos 6º e 7º anos afirmaram que confiam em pelo menos um adulto na escola, mas apenas 58% sentem-se verdadeiramente acolhidos por esses adultos</strong>. Entre os do <strong>8º e 9º anos, o percentual de acolhimento cai para 45%</strong>.  </p>
<p>A pesquisa destaca que, em escolas com maior proporção de estudantes em situação de vulnerabilidade, 69% percebem a escola como espaço de acolhimento, contra 56% em contextos de menor vulnerabilidade.  </p>
<h2>Socialização  </h2>
<p>Ao investigar como os alunos se sentem em relação aos relacionamentos e à socialização na escola, <strong>65% dos estudantes dos 6º e 7º anos concordam que a escola favorece amizades e interações sociais</strong>, com 29% considerando “mais ou menos” e 6% discordando. Para os do 8º e 9º anos, 55% concordam, 35% avaliam como “mais ou menos” e 10% discordam.   </p>
<p>O relatório destaca ainda que <strong>oito em cada dez estudantes (84% nos 6º e 7º anos e 83% nos 8º e 9º anos) têm amigos com quem gostam de estar na escola</strong>. No entanto, o <strong>estudo alerta para os desafios na relação aluno-professor: apenas 39% dos mais novos e 26% dos mais velhos afirmam respeitar e valorizar os professores. </strong></p>
<p>A aluna da rede pública de ensino de Rio Branco, Dandara Vieira Melo, de 13 anos, que estava bastante atrasada nos estudos devido a mudanças de município e outras questões familiares, foi atendida no Programa Travessia, iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para o Brasil, juntamente com governo do Acre. </p>
<p>Ao diminuir a distorção idade-série, a adolescente vê a escola de outra forma. “É um lugar para que eu possa aprender mais, conhecer novas culturas, novas pessoas e para fazer novas amizades”, definiu Dandara, que estava presente no lançamento da pesquisa. </p>
<h2>Formação  </h2>
<p>Sobre os conteúdos e conhecimentos que consideram mais importante para o seu desenvolvimento, os estudantes mais novos citaram as disciplinas tradicionais (48%), seguido pela categoria corpo e socioemocional (31%) que inclui temas como esportes, bem-estar e saúde mental. Na sequência aparecem as chamadas habilidades para o futuro (21%), como educação financeira e tecnologia, seguida pelo tema “direitos e sustentabilidade (13%).  </p>
<p>Entre os alunos do 8º e 9º anos, as disciplinas tradicionais são apontas por 38% como muito importante para o desenvolvimento, seguida pela dimensão corpo e socioemocional (29%), habilidades para o futuro (24%) e direitos e sustentabilidade (13%). </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/pesquisa-revela-menos-de-40-dos-alunos-valorizam-professor</p>
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		<title>Tarifaço: indústria e comércio pedem mais diplomacia e menos ideologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 18:23:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O anúncio de tarifas da ordem de 50% para importação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos (EUA), feito na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump, repercutiu entre entidades empresariais brasileiras que, em linhas gerais, pedem mais diplomacia e menos ideologia.  O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) considerou a decisão do presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O anúncio de tarifas da ordem de 50% para importação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos (EUA), feito na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump, repercutiu entre entidades empresariais brasileiras que, em linhas gerais, pedem mais diplomacia e menos ideologia. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-industria-e-comercio-pedem-mais-diplomacia-e-menos-ideologia.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-industria-e-comercio-pedem-mais-diplomacia-e-menos-ideologia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) considerou a decisão do presidente estadunidense o resultado de um “embate” entre Trump e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que não tem argumentos que a justifiquem.</p>
<p>“[A decisão] ultrapassa os limites da diplomacia ao utilizar a questão tarifária como instrumento de disputa pessoal e ideológica”, diz nota da entidade.</p>
<blockquote>
<p>“Faltam argumentos concretos em favor dos EUA para uma tarifa de 50% nas importações do Brasil.”</p>
</blockquote>
<p>A entidade lembrou que a justificativa de Trump de que a balança comercial entre os dois países é desfavorável aos Estados Unidos não procede. </p>
<p>&#8220;Apenas na última década o superávit a favor deles foi de US$ 91,6 bilhões no comércio de bens. E se incluído o comércio de serviços, o superávit dos EUA chega aos US$ 256,9 bilhões”.</p>
<p>Em uma linha semelhante, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou o que seriam “razões não econômicas” para a quebra de um regramento comercial e direito internacional”.</p>
<p><strong>A entidade sediada na Avenida Paulista destacou ainda que a “soberania nacional é inegociável”, entendendo que o momento pede negociação. </strong></p>
<p>“Com serenidade, a partir de fatos e estatísticas verdadeiras, é de interesse comum às empresas brasileiras e americanas, que sempre foram bem-vindas ao Brasil.”</p>
<p><strong>Também em nota e na mesma linha, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) defendeu a via diplomática para dirimir conflitos e chegar a uma conclusão. </strong></p>
<p>&#8220;A Firjan defende a intensificação da atuação diplomática e paradiplomática em diversos níveis para construção de uma solução negociada.&#8221; </p>
<p>A entidade do Rio de Janeiro também destacou o histórico da relação diplomática bilateral entre os dois países.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Brasil e Estados Unidos mantêm um longo histórico de relações mutuamente benéficas, parcerias econômicas e industriais salutares e voltadas para a promoção dos negócios.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Especificamente para a situação do Rio de Janeiro, a Firjan lembrou que os Estados Unidos são um parceiro estratégico do estado e um importante “<em>player</em>” na balança comercial, “investindo em importantes setores da economia fluminense como energia, bens manufaturados e os de alto valor agregado”.</p>
<p><strong>Para a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) é necessário diálogo com “serenidade e responsabilidade” nas relações comerciais internacionais. </strong></p>
<p>“A Fiemg entende que eventuais medidas de retaliação devem ser avaliadas com cautela, uma vez que podem trazer prejuízos significativos à sociedade brasileira e ao setor produtivo como um todo. Este é o momento de reavaliar posicionamentos, reconsiderar decisões e buscar soluções por meio do diálogo com esse parceiro estratégico”, concluiu o comunicado da entidade mineira.</p>
<p>A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) também citou a diplomacia e a importância de se acionarem canais diplomáticos e institucionais &#8220;para restabelecer o ambiente de confiança e previsibilidade que sempre caracterizou a relação bilateral” entre o Brasil e os Estados Unidos.</p>
<blockquote>
<p>“Medidas unilaterais e intempestivas não servem aos interesses dos brasileiros ou dos estadunidenses, que compartilham valores democráticos, forte intercâmbio comercial e cultural, e aspirações comuns de desenvolvimento econômico e social”, complementou o comunicado.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) demonstrou preocupação com a desvantagem competitiva que o Brasil enfrentará frente a outros fornecedores internacionais com tarifas inferiores, e citou Itália, Turquia, Índia e China.</strong></p>
<p>“A Centrorochas está monitorando a situação e dialogando com autoridades brasileiras e parceiros institucionais para buscar soluções que minimizem os impactos da medida, assegurem a previsibilidade das relações comerciais e preservem o espaço do Brasil no mercado norte-americano”, finalizou a nota da entidade.</p>
<p>A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham) considerou que as medida dos Estados Unidos tem potencial para causar impactos severos sobre empregos, produção, investimentos e cadeias produtivas integradas entre os dois países.</p>
<blockquote>
<p>“A Amcham Brasil — que há mais de um século atua pelo fortalecimento dos laços econômicos entre os dois países — conclama os governos a retomarem, com urgência, um diálogo construtivo. Reiteramos a importância de uma solução negociada, fundamentada na racionalidade, previsibilidade e estabilidade, que preserve os vínculos econômicos e promova uma prosperidade compartilhada.”</p>
</blockquote>
<p>A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP) classificou como &#8220;inadmissível&#8221; a decisão de Trump e ressaltou que ela fere os &#8220;princípios elementares&#8221; do comércio internacional e penaliza empresas comprometidas com o crescimento econômico do país.</p>
<p>Como as demais, a entidade do setor de comércio e serviços apelou para a necessidade de diálogo entre os dois países.</p>
<p>“A <strong>FecomercioSP considera inadmissível que decisões estratégicas e de alto impacto sejam tomadas à margem do diálogo diplomático e da construção de consensos. </strong>A ruptura de pontes comerciais não apenas compromete as cadeias produtivas, como também deteriora o ambiente de confiança entre nações e a disposição das empresas para investir, gerar valor e ampliar trocas no mercado internacional”.</p>
<p>A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) apontou o que seria a “falta de assertividade e visão da diplomacia brasileira em antecipar e negociar medidas que afetam diretamente setores estratégicos da economia nacional”, sem criticar a postura unilateral dos Estados Unidos.</p>
<p>“Há espaço para que o governo consiga se articular, por meio do seu corpo diplomático, de técnicos de ministérios estratégicos, como da Agricultura e Agropecuária e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e executivos de empresas que tenham forte representação no território nacional. Entendo que o confronto levará a prejuízos incalculáveis para a Nação”, completou a nota da entidade.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/tarifaco-industria-e-comercio-pedem-mais-diplomacia-e-menos-ideologia</p>
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		<title>Empresas procuraram menos crédito em março</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/empresas-procuraram-menos-credito-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:39:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A procura de crédito por parte das empresas cresceu 0,9% em março de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024. Apesar da alta, o número é menor que o de meses anteriores, o que indica precaução das companhias em um cenário de juros altos. O dado faz parte do Indicador de Demanda das Empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A procura de crédito por parte das empresas cresceu 0,9% em março de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024.<strong> Apesar da alta, o número é menor que o de meses anteriores, o que indica precaução das companhias em um cenário de juros altos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Empresas-procuraram-menos-credito-em-marco.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Empresas-procuraram-menos-credito-em-marco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O dado faz parte do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito, da Serasa Experian, e foi obtido com exclusividade pela <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p><strong>O resultado de março é a quarta expansão seguida na procura por crédito na comparação com o mesmo período do ano anterior:</strong></p>
<ul>
<li>março 2025: 0,9%</li>
<li>fevereiro 2025: 13,1%</li>
<li>janeiro 2025: 11,3%</li>
<li>dezembro 2024: 5,1%</li>
</ul>
<p><strong>No acumulado de 12 meses até março, a procura por crédito cresceu 4,2%. Em janeiro, o resultado era expansão de 2,9% e, em fevereiro, 3,9%.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>De acordo com a economista da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, a desaceleração em março tem relação direta com o patamar alto de juros no país.</p>
<blockquote>
<p>“O ritmo mais moderado na demanda por crédito em março reflete um cenário de cautela por parte das empresas diante desafios como o custo elevado do crédito e as incertezas econômicas provocadas pelo ambiente de juros elevado”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Ela ressalta que o fato de uma empresa buscar crédito, ou seja, contrair dívidas, pode ser uma alavanca poderosa para investimento, pelo fato de que pode viabilizar projetos e também expansão de operações.</p>
<blockquote>
<p>“O crédito acaba permitindo que esses investimentos aconteçam de forma antecipada e contribua positivamente para acelerar o crescimento das empresas”, aponta.</p>
</blockquote>
<h2>Juros contra inflação</h2>
<p><strong>Desde setembro do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom)do Banco Central (BC) tem elevado a Selic, taxa básica de juros da economia.</strong> De lá até maio, os juros passaram de 10,5% ao ano para 14,75% ao ano.</p>
<p>Por ser a taxa básica de juros, a Selic pode ser entendida como o custo dos bancos para captarem dinheiro. Dessa forma, o comportamento da Selic influencia outras taxas, como a dos empréstimos fornecidos pelas instituições financeiras.</p>
<p>A justificativa do Copom para aumentar a Selic ao longo dos últimos meses é o combate à inflação, uma vez que aumentar o custo do dinheiro desestimula o consumo das famílias, esfriando a economia, de forma que os preços recuem ou subam menos.</p>
<p><strong>De acordo com o BC, o efeito da<a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/transmissaopoliticamonetaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Selic na inflação</a> leva de seis a nove meses para se tornar significativo.</strong></p>
<p>Em abril &#8211; dado mais recente – o acumulado de 12 meses da inflação oficial, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 5,53%, acima da meta do governo de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</p>
<p><strong>Uma consequência da política monetária restritiva (juros altos) é que empresas ficam menos propensa a pegar empréstimos para investir.</strong></p>
<h2>Oscilação</h2>
<p>A economista da Serasa Experian avalia que a oscilação dos últimos meses, com momentos de baixa na procura e de alta, mesmo com juros altos, envolve bastante incerteza econômica em relação ao cenário prospectivo (busca por recursos), ao tamanho da desaceleração da economia, a como a taxa de juros pode impactar o consumo do brasileiro por bens e serviços.</p>
<blockquote>
<p>“Existem muitas incertezas no cenário econômico que acabam justificando essa volatilidade de uma demanda às vezes um pouco mais forte, às vezes um pouco mais fraca e a demanda não necessariamente sofre uma contração porque muitas empresas, especialmente as micro e pequenas, acabam buscando o crédito como apoio para enfrentar esses momentos, afirma.”</p>
</blockquote>
<h2>Porte e setores</h2>
<p>O indicador da Serasa Experian &#8211; <strong>empresa de tecnologia de dados que atua também na análise de crédito, autenticação e prevenção à fraude</strong> – revela que, em março ante o mesmo período do ano passado, o crescimento de 0,9% na procura por crédito empresarial foi empurrado pelos micro e pequenos empreendimentos (alta de 1,1%). <strong>Companhias de médio e grande porte registraram queda de 4,8% e 4,7%, respectivamente.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Olhando especialmente para as micro e pequenas empresas, a utilização do crédito, especialmente nesses períodos de taxa de juros elevados, está normalmente mais associada a uma alternativa para melhorar a gestão financeira, melhorar a gestão do fluxo de caixa, possibilitando que as empresas mantenham suas operações e obrigações em períodos de receita mais comprometida, de receita menor”, detalhou Camila Abdelmalack à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>A economista acrescenta que os micro e pequenos negócios também podem usar o crédito como impulsionador de crescimento, porém, é uma ação que “acaba funcionando melhor em momentos de taxa de juros mais baixa e não no ambiente hoje, de taxa de juros restritiva”.</p>
<p><strong>A pesquisa mostra que a procura por empréstimos por parte de empresas do setor de serviços apresentou crescimento de 3,3% em março, seguido pela indústria (2,9%). Já o comercio recuou 2,5% na busca por crédito.</strong></p>
<p>Para chegar aos números, a pesquisa consultou uma amostra de 1,2 milhão de CNPJ.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/empresas-procuraram-menos-credito-em-marco</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Acidente de ônibus deixa ao menos 10 mortos em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 16:45:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um acidente de ônibus, na madrugada desta terça-feira (8) na MG-223, entre os municípios mineiros de Araguari e Tupaciguara, deixou ao menos dez mortos, sendo duas crianças, segundo informações do Corpo de Bombeiros. O veículo, que tinha 46 ocupantes, saiu de Anápolis (GO) com destino a Ribeirão Preto (SP). “Sobre a dinâmica do acidente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Um acidente de ônibus, na madrugada desta terça-feira (8) na MG-223, entre os municípios mineiros de Araguari e Tupaciguara, deixou ao menos dez mortos, sendo duas crianças,</strong> segundo informações do Corpo de Bombeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Acidente-de-onibus-deixa-ao-menos-10-mortos-em-Minas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Acidente-de-onibus-deixa-ao-menos-10-mortos-em-Minas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O veículo, que tinha 46 ocupantes, saiu de Anápolis (GO) com destino a Ribeirão Preto (SP). “Sobre a dinâmica do acidente, o motorista teria perdido o controle da direção do veículo, atravessando o canteiro central do entroncamento que liga as rodovias MG-223 e a LMG-413 e capotando na alça de acesso”, diz nota dos bombeiros.</p>
<p><strong>Segundo a corporação, 18 passageiros foram socorridos e conduzidos a hospitais, sendo alguns com quadros de maior gravidade.</strong> Outros 18 tiveram lesões leves ou não se feriram e dispensaram o atendimento.</p>
<p>Foram mobilizadas guarnições dos bombeiros de Araguari, Tupaciguara e Uberlândia, além de apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Rodoviária do estado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/acidente-de-onibus-deixa-ao-menos-10-mortos-em-minas-gerais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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