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	<title>menção - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Jornalista da EBC recebe menção honrosa no Prêmio ARI/Banrisul</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 21:53:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A jornalista Iara Balduino, da TV Brasil, recebeu menção honrosa na 67ª edição do Prêmio ARI/Banrisul, promovido pela Associação Riograndense de Imprensa em parceria com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul. O Prêmio ARI/Banrisul valoriza a excelência e o mérito jornalístico, destacando produções que contribuem para o fortalecimento do jornalismo profissional e [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A jornalista Iara Balduino, da TV Brasil, recebeu menção honrosa na 67ª edição do Prêmio ARI/Banrisul, promovido pela Associação Riograndense de Imprensa em parceria com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul. </strong>O Prêmio ARI/Banrisul valoriza a excelência e o mérito jornalístico, destacando produções que contribuem para o fortalecimento do jornalismo profissional e acadêmico. A premiação aconteceu nesta sexta-feira (12).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Jornalista-da-EBC-recebe-mencao-honrosa-no-Premio-ARIBanrisul.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Jornalista-da-EBC-recebe-mencao-honrosa-no-Premio-ARIBanrisul.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O reconhecimento foi concedido pela reportagem <em>As marcas do racismo na escola</em>, produzida para o programa <em>Caminhos da Reportagem</em>. </strong>O trabalho destaca como o racismo se manifesta no ambiente escolar e evidencia que metade das escolas brasileiras ainda não cumpre a legislação que torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira.</p>
<p>A edição também apresenta relatos de professoras que sofreram discriminação durante a vida escolar, mostrando como esses episódios deixam marcas profundas nos estudantes, além de trazer análises de especialistas e educadores sobre a importância de enfrentar o racismo para garantir uma educação democrática e combater desigualdades históricas. </p>
<blockquote>
<p>“Fiquei feliz pelo reconhecimento, especialmente em um programa com tema tão importante como é o da educação antirracista. É também um incentivo pra que a gente continue e fazer comunicação pública de qualidade na EBC”, disse Iara.</p>
</blockquote>
<p>A diretora de Jornalismo da EBC, Cidinha Matos, celebrou a conquista. “Em 2025, recebemos muitos prêmios importantes, e esse é mais um! A reportagem da Iara trata de um tema essencial para a sociedade. Ser reconhecidos nessa temática reforça a relevância do jornalismo da EBC”, afirmou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/jornalista-da-ebc-recebe-mencao-honrosa-no-premio-aribanrisul</p>
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		<title>Documentos finais da COP30 fazem menção inédita a afrodescendentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 17:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das marcas da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), encerrada no sábado (22), em Belém, é a menção inédita aos afrodescendentes. O termo consta em quatro documentos oficiais aprovados no encontro que busca meios para combater o aquecimento global, mitigar e adaptar os impactos sobre o planeta. A citação aos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Uma das marcas da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), encerrada no sábado (22), em Belém, é a menção inédita aos afrodescendentes. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Documentos-finais-da-COP30-fazem-mencao-inedita-a-afrodescendentes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Documentos-finais-da-COP30-fazem-mencao-inedita-a-afrodescendentes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O termo consta em quatro documentos oficiais aprovados no encontro que busca meios para combater o aquecimento global, mitigar e adaptar os impactos sobre o planeta.</p>
<p>A citação aos afrodescendentes aparece nos documentos Transição Justa, Plano de Ação de Gênero, Objetivo Global de Adaptação e o Mutirão. Todos os textos estão publicados no <a href="https://unfccc.int/cop30/belem-political-package?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site da Convenção-Quadro</a> das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, da sigla em inglês), âmbito sob o qual se realizam as reuniões das edições da COP.</p>
<p>A inclusão ocorre apenas dois dias depois do feriado nacional da Consciência Negra, data que marca o reconhecimento ao elemento afrodescendente na identidade brasileira e, também, que reivindica igualdade racial e combate à discriminação.</p>
<h2>Transição Energética</h2>
<p><strong>O documento <a href="https://unfccc.int/sites/default/files/resource/cma2025_L14_adv.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Transição Energética</a> cita a importância de garantir uma participação ampla e significativa “envolvendo todas as partes interessadas relevantes”, e lista trabalhadores afetados pelas transições, trabalhadores informais, pessoas em situação de vulnerabilidade, povos indígenas, comunidades locais, migrantes e deslocados internos, pessoas de ascendência africana, mulheres, crianças, jovens, idosos e pessoas com deficiência”.</strong></p>
<p>Em outro ponto ressalta que trajetórias de transição devem respeitar e promover e cumprir os direitos humanos desses grupos.</p>
<h2>Adaptação e Gênero</h2>
<p><strong>O documento <a href="https://unfccc.int/sites/default/files/resource/cma2025_L25_adv.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Objetivo Global de Adaptação</a> aponta as contribuições de crianças, jovens, pessoas com deficiência, povos indígenas e comunidades locais, pessoas de ascendência africana e migrantes “para a adaptação, bem como a importância de considerar questões de gênero, direitos humanos, equidade intergeracional e justiça social, e de adotar abordagens participativas e totalmente transparentes”.</strong></p>
<p>O texto Plano de Ação de Gênero reconhece a contribuição de mulheres e meninas de ascendência africana para a ação climática.</p>
<h2>Mutirão</h2>
<p>O <a href="https://unfccc.int/sites/default/files/resource/cma2025_L24_adv.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Mutirão</a>, classificado pela presidência brasileira da COP30 como um “método contínuo de mobilização que começa antes, atravessa e segue além da COP30”, enfatiza o &#8220;importante papel e o engajamento” de grupos que não são as partes (países signatários da UNFCCC). <strong>Entre os citados figuram povos indígenas, comunidades locais, pessoas de ascendência africana, mulheres, jovens e crianças.</strong></p>
<p>Esses grupos, segundo o texto, apoiam as partes e contribuem para o “significativo progresso coletivo em direção aos objetivos de longo prazo do Acordo de Paris”.</p>
<p>O Acordo de Paris, lançado na COP21, em 2015, reúne ações globais em resposta à ameaça da mudança climática, como a redução das emissões de gases de efeito estufa.</p>
<h2>Avanço maior</h2>
<p><strong>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, celebrou o reconhecimento do encontro internacional.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Com esse passo, a COP30 reconhece, formalmente, que as populações afrodescendentes são as mais afetadas pelas mudanças climáticas”.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, a ministra reconhece que ainda é preciso avançar na proposição de ações concretas.</p>
<p>“É preciso pensar políticas climáticas inclusivas, que considerem não apenas a realidade dos territórios, mas quem vive em periferias e outros locais desproporcionalmente impactados pelo racismo ambiental&#8221;, completou, em nota publicada no <em>site</em> do ministério.</p>
<h2>Pressão popular</h2>
<p>O ministério reconhece que a pressão de movimentos da sociedade civil também foi um elemento que levou ao reconhecimento do protagonismo de afrodescendentes.</p>
<p><strong>O Geledés Instituto da Mulher Negra, uma organização da sociedade civil, foi um dos atores que participaram das articulações.</strong></p>
<p>A ONG celebra a inclusão e parabeniza os negociadores brasileiros. O instituto classifica o feito como um “avanço” na política climática internacional.</p>
<blockquote>
<p>“As populações afrodescendentes na diáspora global estão entre as mais impactadas pela crise climática e, ao mesmo tempo, figuram como protagonistas de soluções, saberes e práticas de resiliência em seus territórios”, justifica.</p>
</blockquote>
<p>Na avaliação do Geledés, o reconhecimento não se trata de um gesto simbólico.</p>
<p>“Abre caminho para políticas climáticas mais justas, eficazes e enraizadas nas realidades dos territórios historicamente afetados por desigualdades estruturais”, afirma em nota.</p>
<p>“Esse resultado nos dá a possibilidade de cobrar políticas públicas de adaptação que priorizem quem de fato está mais vulnerabilizado pelos efeitos das mudanças climáticas e necessita de recursos e capacidades institucionais agora”, completa.</p>
<h2>Início na COP16</h2>
<p>A inclusão de afrodescendentes é um passo seguinte ao encontro da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (COP16), que ocorreu há um ano em Cali, na Colômbia.</p>
<p>Em decisão também inédita à época, a conferência reconheceu a participação de povos indígenas, quilombolas e comunidades em temas ligados a preservação da natureza.</p>
<p> </p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/documentos-finais-da-cop30-fazem-mencao-inedita-afrodescendentes</p>
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