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		<title>Estado do Rio registra temperaturas acima da média histórica</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 22:13:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ O estado do Rio de Janeiro tem registrado temperaturas elevadas com registros acima da média histórica, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O ano de 2026 já entrou para o rol das maiores temperaturas. Segundo o instituto, a maior temperatura máxima já registrada no estado do Rio de Janeiro desde 1961, quando [&#8230;]]]></description>
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<p> O estado do Rio de Janeiro tem registrado temperaturas elevadas com registros acima da média histórica, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estado-do-Rio-registra-temperaturas-acima-da-media-historica.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Estado-do-Rio-registra-temperaturas-acima-da-media-historica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O ano de 2026 já entrou para o rol das maiores temperaturas. </strong>Segundo o instituto, a maior temperatura máxima já registrada no estado do Rio de Janeiro desde 1961, quando iniciaram as medições na região, foi de 41 graus Celsius (°C), observada nos anos de 1969, 1995, 2015 e 2026.</p>
<p><strong>De acordo com a previsão climática mensal do Inmet, o mês de janeiro de 2026 deve ter um acréscimo de 0,5°C na temperatura média no estado do Rio de Janeiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Embora a maior parte do território deva permanecer próxima à normalidade climatológica, áreas pontuais — incluindo a capital — podem registrar aquecimento mais acentuado”, ressalta o instituto.</p>
</blockquote>
<h2>Acima da média</h2>
<p>Desde o dia 1º de janeiro, grande parte das estações do Rio de Janeiro registra temperaturas máximas acima da média climatológica, que é 30,7 °C. Em várias localidades, como Seropédica, Três Rios, Cambuci, Duque de Caxias, Valença e Paraty, <strong>até esta segunda-feira (12), foram registradas nove ocorrências de dias com temperaturas máximas acima da média do estado.</strong></p>
<p>Na capital, foram oito ocorrências de temperaturas máximas superiores à média estadual. <strong>Segundo o Sistema Alerta Rio, da prefeitura carioca, na segunda-feira, a temperatura máxima foi de 41,4ºC, em Santa Cruz, a maior registrada neste ano.</strong></p>
<p>De acordo com o Inmet, mesmo regiões serranas e litorâneas, tradicionalmente mais amenas, como Teresópolis, Arraial do Cabo e Nova Friburgo, também apresentaram dias com temperaturas acima da média climatológica.</p>
<h2>Onda de calor</h2>
<p><strong>Além do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo também registraram temperaturas elevadas nos últimos dias, especialmente em 10 de janeiro, reforçando, segundo o Inmet, o caráter regional do aquecimento observado no Sudeste do país.</strong></p>
<p>Na tarde de segunda-feira (12), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de onda de calor até noite de quarta-feira (14). O aviso de cor laranja, que representa perigo é o segundo de três níveis de alerta.</p>
<p>A onda de calor atinge a área composta por:  Campinas, Piracicaba, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Ribeirão Preto, Macro Metropolitana Paulista, Araraquara, Sul Fluminense, Bauru, Campo das Vertentes, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Sul Espírito-santense, Baixadas, Centro Fluminense, Metropolitana de São Paulo, Metropolitana do Rio de Janeiro, Itapetininga, Norte Fluminense, Litoral Sul Paulista.</p>
<p>Na região Norte, a área composta por Vale do Acre, Sudoeste Amazonense, Sul Amazonense, Vale do Juruá também está com alerta de perigo, mas por conta de chuvas intensas.</p>
<h2>Previsão</h2>
<p><strong>Nesta quarta-feira (14), o Inmet informou que há expectativa de leve declínio das temperaturas, embora o calor ainda persista no estado do Rio de Janeiro. Na capital, a temperatura máxima deve chegar a 35ºC e a mínima, a 21ºC.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa mudança ocorre devido ao enfraquecimento da crista, permitindo maior desenvolvimento de nebulosidade e ocorrência de chuvas pontuais, principalmente por convecção, como as já observadas nesta tarde de terça-feira (13) em áreas das regiões sul e serrana do estado do Rio de Janeiro”, diz o instituto.</p>
</blockquote>
<p>Entre quarta-feira e sábado (17), segundo o Alerta Rio, a previsão é de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva isoladas na tarde e noite de ambos os dias. Os ventos estarão predominantemente moderados.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/estado-do-rio-registra-temperaturas-acima-da-media-historica</p>
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		<title>Réveillon no Rio tem ocupação hoteleira média superior a 90%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/reveillon-no-rio-tem-ocupacao-hoteleira-media-superior-a-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) revela que a ocupação hoteleira média na cidade, no período do réveillon, ficou em 90,58%. O melhor desempenho foi registrado pela região de Copacabana/Leme que teve ocupação de 95,59%, seguido Ipanema/Leblon (92,71%), Barra/Recreio/São Conrado (89,67%), Flamengo/Botafogo (88,02%) [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) revela que a ocupação hoteleira média na cidade, no período do réveillon, ficou em 90,58%. </strong>O melhor desempenho foi registrado pela região de Copacabana/Leme que teve ocupação de 95,59%, seguido Ipanema/Leblon (92,71%), Barra/Recreio/São Conrado (89,67%), Flamengo/Botafogo (88,02%) e Centro (85,83%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Reveillon-no-Rio-tem-ocupacao-hoteleira-media-superior-a-90.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Reveillon-no-Rio-tem-ocupacao-hoteleira-media-superior-a-90.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, destacou a presença maciça de turistas estrangeiros, em especial de países do Mercosul, além de norte-americanos, europeus e canadenses.</strong> “Foi uma festa muito especial, apontada pelo <em>Guinness Book</em> como o maior réveillon do mundo”, afirmou Lopes.</p>
<p>Lopes destacou que o <em>réveillon</em> no Rio teve muito calor, o que lotou as praias cariocas.</p>
<blockquote>
<p>“A virada de 2026 reuniu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre cariocas e turistas, em 13 palcos espalhados pela cidade, destacando também a Barra e Recreio, onde tivemos queimas de fogos em 12 pontos. Na Praia de Copacabana, 2,6 milhões de pessoas presenciaram um <em>show</em> com 1,2 mil drones e mais fogos de artifício, disparados de um maior número de balsas – 19 no total.”</p>
</blockquote>
<p>A expectativa do sindicato é que os turistas estrangeiros retornem ao Rio futuramente. “A presença deles é fundamental para o crescimento do nosso turismo, até porque esse perfil de visitante fica mais tempo e gasta mais, injetando recursos na economia do Rio de Janeiro&#8221;, disse Lopes.</p>
<p>&#8220;Esse bom desempenho também foi estimulado pelo fato de o <em>réveillon </em>ter caído em uma quarta-feira, pois muita gente acabou emendando o feriado, pois o Rio ainda está lotado. Com inovações a cada <em>réveillon</em>, mantemos o nosso destino sempre em movimento, atual, atrativo e competitivo”, concluiu o presidente do HotéisRIO.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/reveillon-no-rio-tem-ocupacao-hoteleira-media-superior-90</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ocupação hoteleira para réveillon do Rio tem média superior a 87%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ocupacao-hoteleira-para-reveillon-do-rio-tem-media-superior-a-87/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 20:51:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) mostram que ocupação hoteleira está em alta para o réveillon na capital fluminense. Na cidade, a média para o período de 31 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026 está em 87,01%. As regiões mais procuradas são Copacabana/Leme, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) mostram que ocupação hoteleira está em alta para o <em>réveillon</em> na capital fluminense. Na cidade, a média para o período de 31 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026 está em 87,01%</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ocupacao-hoteleira-para-reveillon-do-Rio-tem-media-superior-a.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Ocupacao-hoteleira-para-reveillon-do-Rio-tem-media-superior-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As regiões mais procuradas são Copacabana/Leme, com 91,83%, depois Ipanema/Leblon (89,06%), Barra/Recreio/São Conrado (86,14%), Flamengo/Botafogo (84,55%) e Centro (82,45%).</p>
<p><strong>Para o presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, o diferencial deste ano é o perfil do público. Ele estima que este será um réveillon de novidades, devido ao volume de hóspedes internacionais na cidade</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Com certeza, vamos bater todos os recordes de chegada de turistas estrangeiros, em especial do Mercosul, seguidos de norte-americanos, europeus e canadenses, estes últimos beneficiados pelos novos voos diretos.” </p>
</blockquote>
<p><strong>Na avaliação de Lopes, isso é fundamental para o crescimento do turismo local</strong>. “Até porque esse perfil de visitante fica mais tempo e gasta mais, injetando recursos na economia do Rio de Janeiro”.</p>
<h2>Interior</h2>
<p><strong>Os hotéis do interior do estado também registram alta procura. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (29) pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ ) revela que a ocupação para o Réveillon, compreendendo o período de 30 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026, apresenta média de 88,05%</strong>.</p>
<p>Os municípios mais procurados são Arraial do Cabo (98,60%), Miguel Pereira (95,10%), Angra dos Reis (94,60%), Armação dos Búzios (91,90%), Rio das Ostras (91,80%), Itatiaia/ Penedo (90,40%), Vassouras (87,50%), Valença/ Conservatória (87,10%), Cabo Frio (87%), Paraty (86,60%), Nova Friburgo (86,20%), Barra do Piraí/ Ipiabas (82,70%), Macaé (82,30%), Petrópolis (79,70%) e Teresópolis (79,20%). </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/ocupacao-hoteleira-para-reveillon-do-rio-tem-media-superior-87</p>
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		<title>Saiba em que regiões do Brasil deve chover acima da média no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 11:31:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O verão do Hemisfério Sul começa neste domingo (21), e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê condições que podem causar chuvas acima da média em grande parte da regiões Norte e Sul do Brasil, além de poucas áreas do Nordeste e do Centro-Oeste. No Norte, a maior parte dos estados deve ter mais precipitações e temperaturas mais elevadas. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O verão do Hemisfério Sul começa neste domingo (21), e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê condições que podem causar chuvas acima da média em grande parte da regiões Norte e Sul do Brasil, além de poucas áreas do Nordeste e do Centro-Oeste.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Saiba-em-que-regioes-do-Brasil-deve-chover-acima-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Saiba-em-que-regioes-do-Brasil-deve-chover-acima-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>No Norte, a maior parte dos estados deve ter mais precipitações e temperaturas mais elevadas. </strong>As exceções são o sudeste do Pará e o estado do Tocantins, que podem ter volumes de chuva abaixo da média histórica.</p>
<p>“A temperatura média do ar prevista indica valores acima da média climatológica no Amazonas, no centro-sul do Pará, no Acre e em Rondônia, com valores podendo chegar a 0,5 grau Celsius (°C) ou mais acima da média histórica do período (Tocantins). Nos estados mais ao norte da região, Amapá, Roraima e norte do Pará, são previstas temperaturas próximas à média histórica”, estima o Inmet.</p>
<h2>Sul</h2>
<p><strong>Na Região Sul, a previsão indica condições favoráveis a chuvas acima da média histórica em todos os estados</strong>, com os maiores volumes previstos para as mesorregiões do sudeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, com acumulados até 50 mm acima da média histórica do trimestre.</p>
<p>“Para a temperatura, as previsões indicam valores predominantemente acima da média durante os meses do verão, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul, chegando até 1°C acima da climatologia”. </p>
<h2>Nordeste</h2>
<p><strong>Para a Região Nordeste, há indicação de chuva abaixo da média climatológica em praticamente toda a região</strong>, principalmente na Bahia, centro-sul do Piauí, e maior parte dos estados de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Os volumes previstos são de até 100 mm abaixo da média histórica do trimestre.</p>
<p>Por outro lado, são previstos volumes de chuva próximos ou acima da média no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará.</p>
<h2>Centro-Oeste</h2>
<p>Na Região Centro-Oeste, os volumes de chuva devem ficar acima da média histórica somente no setor oeste do Mato Grosso. Já no estado de Goiás, predominam volumes abaixo da média climatológica do período.</p>
<p><strong>Para o restante da região, são previstos volumes próximos à média histórica</strong>. “As temperaturas previstas devem ter predomínio de valores acima da média climatológica nos próximos meses, com desvios de até 1°C acima da climatologia na faixa central da região”, diz o InMet.</p>
<h2>Sudeste</h2>
<p>Com predomínio de chuvas abaixo da média climatológica, <strong>a Região Sudeste deve registar volumes até 100 mm abaixo da média histórica do trimestre.</strong></p>
<p>Deve chover menos nas mesorregiões de Minas Gerais (centro do estado, Zona da Mata, Vale do Rio Doce e Região Metropolitana de Belo Horizonte). A temperatura deve ter valores acima da média em até 1°C, segundo os especialistas do InMet.</p>
<h2>Verão</h2>
<p>A estação prossegue até o dia 20 de março de 2026. <strong>Além do aumento da temperatura, o período favorece mudanças rápidas nas condições do tempo, com a ocorrência de chuvas intensas, queda de granizo, vento com intensidade variando de moderada à forte e descargas elétricas.</strong></p>
<p>Caracterizado pela elevação da temperatura em todo país com a maior exposição do Hemisfério Sul ao Sol, o verão tem dias mais longos que as noites.</p>
<p>Segundo o InMet, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas principalmente pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas.</p>
<p>Em média, os maiores volumes de precipitação devem ser observados sobre as regiões Norte e Centro-Oeste, com totais na faixa entre 700 e 1100 milimetros. As duas são as regiões mais extensas do país e abrigam os biomas Amazônia e Pantanal, que vivenciam épocas de chuva no período.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/saiba-em-que-regioes-do-brasil-deve-chover-acima-da-media-no-verao</p>
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		<item>
		<title>Professores no Brasil usam mais IA que média dos países da OCDE</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/professores-no-brasil-usam-mais-ia-que-media-dos-paises-da-ocde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 22:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Brasil, 56% dos professores das escolas do país afirmam usar ferramentas de inteligência artificial (IA), seja para preparar aulas, seja para buscar formas mais eficientes de ensinar os conteúdos nas salas de aula. A porcentagem é superior à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é 36%. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>No Brasil, 56% dos professores das escolas do país afirmam usar ferramentas de inteligência artificial (IA), </strong>seja para preparar aulas, seja para buscar formas mais eficientes de ensinar os conteúdos nas salas de aula.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Professores-no-Brasil-usam-mais-IA-que-media-dos-paises.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Professores-no-Brasil-usam-mais-IA-que-media-dos-paises.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A porcentagem é superior à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é 36%.</strong></p>
<p>Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) 2024, divulgada nesta segunda-feira (6), pela OCDE.</p>
<p><strong>A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores principalmente dos anos finais do ensino fundamental – do 6º ao 9º ano –, compara a educação em 53 países.</strong></p>
<p>De acordo com o estudo, os professores brasileiros disseram que usam a IA para gerar planos de aula ou atividades (77%), ajustar automaticamente a dificuldade dos materiais de aula de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos (64%) e aprender e resumir um tópico de forma eficiente (63%).</p>
<p>O uso menos frequente da IA, apontado pelos docentes, ​​é para revisar dados sobre a participação ou desempenho dos alunos (42%), gerar texto para <em>feedback</em> dos alunos ou comunicações com pais/responsáveis ​​(39%) e avaliar ou corrigir o trabalho dos alunos (36%).</p>
<p>De acordo com a Talis, os impactos do uso da IA na educação ainda são incertos.</p>
<blockquote>
<p>“O uso da IA ​​na educação tem sido um tema de pesquisa há mais de 40 anos. No entanto, o lançamento do ChatGPT da OpenAI no final de 2022 acelerou o uso cotidiano da IA ​​em muitos setores da sociedade. Embora a IA esteja desempenhando um papel cada vez maior na vida das pessoas, sua influência a curto e longo prazo na educação permanece incerta. Como a IA deve ser usada na educação também é uma questão pertinente”, diz a pesquisa.</p>
</blockquote>
<p>O uso também varia entre os países pesquisados. <strong>Enquanto cerca de 75% dos professores em Singapura e nos Emirados Árabes Unidos relatam que o fazem, o uso dessas ferramentas cai para menos de 20% entre os professores da França e do Japão. O Brasil aparece em 10º lugar entre os países pesquisados nesse quesito.</strong></p>
<h2>Formação</h2>
<p>A pesquisa mostra também que os professores brasileiros dizem precisar de formação para o uso de tecnologia, sobretudo para o uso de IA.</p>
<p>As áreas em que os professores relatam precisar de aprendizagem profissional são: ensino de alunos com necessidades educacionais especiais (48%), habilidades para o uso de inteligência artificial para ensino e aprendizagem (39%) e ensino em ambientes multiculturais ou multilíngues (37%).</p>
<p>Entre os professores que relatam não ter usado IA no ensino nos 12 meses anteriores à pesquisa, 64% responderam que não o fizeram porque não têm o conhecimento e as habilidades para ensinar usando IA.</p>
<p>Essa porcentagem é menor que a da OCDE, 75%. A maioria (60%) também disse não usar porque as escolas onde lecionam não têm infraestrutura para uso da tecnologia. Essa porcentagem é maior que a da média da OCDE: 37%.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>De acordo com a Talis, muitos sistemas educacionais foram forçados a adotar o ensino <em>online</em> ou híbrido durante a pandemia de covid, e alguns sistemas mantiveram esses métodos.</p>
<p>No Brasil, 17% dos professores trabalham em escolas onde pelo menos uma aula foi ministrada de forma híbrida ou <em>online</em> no último mês. A média da OCDE é 16%.</p>
<p>O uso de tecnologias nas salas de aula com os alunos também é tema de discussão na pesquisa.</p>
<blockquote>
<p>“As atitudes em relação às ferramentas digitais e o uso delas para a aprendizagem dos alunos variam consideravelmente entre os sistemas educacionais”, diz o estudo.</p>
</blockquote>
<p>Em geral, segundo a Talis, os professores <em>concordam</em> ou <em>concordam fortemente</em> que o uso de ferramentas digitais desenvolve o interesse dos alunos pela aprendizagem (85% em média).</p>
<p>No entanto, as opiniões são mais divididas quanto à possibilidade de as ferramentas digitais melhorarem o desempenho acadêmico.</p>
<p>Segundo a pesquisa, menos de 50% dos professores na Áustria, Comunidade Francesa da Bélgica, Finlândia, França e Suécia concordam que as ferramentas digitais ajudam na aprendizagem dos estudantes.</p>
<p>Na outra ponta, no entanto, mais de 95% dos professores concordam na Albânia, Arábia Saudita e Vietnã.</p>
<p>Esta é a 4ª edição da Talis. A pesquisa foi realizada no Brasil entre os meses de junho e julho de 2024.</p>
<p><strong>Os estudos foram conduzidos, no país, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/professores-no-brasil-usam-mais-ia-que-media-dos-paises-da-ocde</p>
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		<title>Ipea: mais ricos deveriam pagar 14% para igualar à classe média</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-a-classe-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 16:12:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou, nesta quinta-feira (17), a proposta de um Imposto Global Mínimo de 14% para aqueles que recebem mais de R$ 50 mil por mês. Com a cobrança, seria possível garantir a isenção do pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física para as pessoas com renda até R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou, nesta quinta-feira (17), a proposta de um Imposto Global Mínimo de 14% para aqueles que recebem mais de R$ 50 mil por mês.<strong> Com a cobrança, seria possível garantir a isenção do pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física para as pessoas com renda até R$ 5 mil por mês.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-a-classe.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-a-classe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A alíquota apresentada na Carta de Conjuntura do Ipea é superior à proposta pelo governo no Projeto de Lei (PL) 1087/2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda e está em tramitação no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Para garantir a isenção da parcela da população que recebe menos, a proposta enviada pelo governo ao parlamento define a cobrança de uma alíquota progressiva, de até 10%, para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.</strong> Apenas 2% dos contribuintes estão nessa situação. A alíquota máxima, de 10%, passará a ser cobrada das pessoas que ganham a partir de R$ 1,2 milhão por ano, os considerados super ricos, 0,7% dos contribuintes.</p>
<p>Para o Ipea, no entanto, a alíquota cobrada dos mais ricos deve ser maior. No cálculo, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Pedro Humberto Carvalho, que assina o estudo, considerou que <strong>o valor máximo da tributação efetiva em 2022 foi de 14,1%, percentual pago pelo grupo com renda média mensal de aproximadamente R$16 mil</strong>. Para ele, a alíquota dos mais ricos deve ser semelhante a esta e não inferior.</p>
<p>Além disso, Carvalho defende que essa alíquota deve incidir sobre a renda total, o que inclui dividendos, auxílios, reembolsos, restituições, bônus, prêmios de seguro, entre outras fontes atualmente isentas daqueles com renda superior a R$ 50 mil por mês.</p>
<p>“A proposta que eu faço difere do PL, porque considera a renda total do contribuinte e não teria essas exclusões de auxílios, reembolsos, benefícios salariais indiretos, que seriam considerados na base de cálculo”, diz Carvalho.</p>
<p>&gt;&gt; Relator amplia redução parcial de IR para quem ganha até R$ 7.350</p>
<h2>Impactos nos cofres públicos</h2>
<p><strong>Com essa cobrança de 14%, segundo a Carta de Conjuntura, seria possível gerar até R$ 145,6 bilhões aos cofres públicos</strong>, correspondendo a um aumento de cerca de 40% na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2024.</p>
<p>A medida aumentaria a atual arrecadação do IRPF de 3,1% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, chegando a um nível similar ao de países como a Polônia, Eslováquia e Uruguai. Ainda assim, ficaria abaixo da média de 8,5% dos países de economias avançadas da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<h2>Limitações do projeto de lei</h2>
<p>O Ipea aponta ainda, no estudo, problemas das possíveis mudanças na tributação que o projeto de lei apresentado pelo governo não soluciona.</p>
<blockquote>
<p>“Os mais ricos não vão pagar mais que os mais pobres e tampouco ele [imposto] vai ser proporcional. Os mais ricos vão continuar pagando menos que a classe média. A proposta só vai atenuar essa discrepância. Atualmente, os mais ricos pagam quase nada. É muito pouco. Eles vão pagar 10%, mas a classe média em geral, em média, já paga 14%. Por isso que eu proponho 14%”, defende o pesquisador.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o estudo, a tributação dos mais ricos vai requerer atenção a três pontos:</p>
<ul>
<li>um possível incentivo à mudança de domicílio fiscal dos mais ricos;</li>
<li>uma possível supertributação do lucro global da pessoa jurídica (PJ);</li>
<li>e a regressividade horizontal e vertical causada pelas atuais regras de tributação dos fundos de pensão, dos aluguéis e das deduções para despesas médicas.</li>
</ul>
<p>Sobre a mudança de domicílio fiscal, a preocupação é que a taxação faça com que os mais ricos migrem as riquezas para países que oferecem incentivo para a residência de milionários. O Ipea propõe, então, uma tributação de saída do ganho de capital ainda não realizado em 25% ou de uma tributação do patrimônio de 3%.</p>
<p>Esse tipo de imposto é cobrado por países da OCDE como Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Japão, Noruega, Polônia e Suécia. <strong>No caso dos Estados Unidos, contribuintes que alteram sua cidadania estão sujeitos a uma alíquota de 23,8% sobre os ganhos de capital ainda não realizados.</strong></p>
<p>Em relação à tributação de PJs, o estudo diz que &#8220;a parcela mais abastada da população tem explorado brechas na legislação e redirecionado sua fonte de renda na forma de rendimentos isentos”.</p>
<p>Para isso, o estudo defende uma tributação mínima aos mais ricos, o que foi defendido pelo Brasil na presidência do G20. “Esta é, de fato, a proposta defendida por este estudo para tributar efetivamente a renda da pessoa física e garantir certa proporcionalidade na tributação no topo da distribuição”, diz o autor.</p>
<h2>Despesas médicas</h2>
<p>Outro ponto destacado é estabelecer um limite para deduções de despesas médicas que, de acordo com a Carta de Conjuntura, representaram um gasto tributário de R$ 26,7 bilhões em 2024.</p>
<p>Como não há limite de valor, elas beneficiam quem tem renda mais alta: <strong>segundo a base de declarações do IRPF de 2022, os 5% de contribuintes mais ricos (renda mensal superior a R$ 28.296) concentraram 22,4% das deduções para despesas médicas.</strong></p>
<p>A solução apontada por Carvalho seria combinar um crédito tributário fixo e igualitário, ou baseado na idade, para todos os contribuintes e seus dependentes, com deduções limitadas das despesas médicas.</p>
<p><strong>Essa regra também possibiliaria deduzir os gastos com medicamentos</strong>. De acordo com o pesquisador, isso beneficiaria “enormemente os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que, apesar de contarem com serviços médicos gratuitos, precisam, às vezes, comprar medicamentos que não são fornecidos gratuitamente”, diz.</p>
<h2>Contribuições previdenciárias</h2>
<p>De acordo com o estudo, uma das inovações da proposta do Ipea é também incorporar as contribuições previdenciárias (CPs) oficiais na tributação global da renda.</p>
<blockquote>
<p>“Esse valor de alíquota de 14% seria maior que 10% porque eu considerei não só o imposto de renda na carga tributária salarial, da renda, mas também eu considerei a contribuição previdenciária, que tem um impacto muito alto em quem ganha pouco. Ela tem um teto previdenciário de R$ 8 mil, então, quem ganha R$ 8 mil paga o mesmo de contribuição previdenciária do que quem ganha mais do que isso”, defende.</p>
</blockquote>
<p>A carta de conjuntura enfatiza que a previdência brasileira “enfrenta um déficit significativo que deve ser financiando por meio de outras receitas federais, de modo que as contribuições previdenciárias acabam tendo natureza tributária, pois são apenas parcialmente correlacionadas com o valor dos benefícios pagos no futuro. Consequentemente, deixar de considerar as CPs que estão sujeitas a um teto e, portanto, impactam mais os contribuintes mais pobres, é ignorar um fator crucial que contribui para a regressividade da tributação da renda”, diz o texto.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-a-classe-media</p>
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		<item>
		<title>Ipea: mais ricos deveriam pagar 14% para igualar ao IR da classe média</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-ao-ir-da-classe-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 15:56:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou, nesta quinta-feira (17), a proposta de um Imposto Global Mínimo de 14% para aqueles que recebem mais de R$ 50 mil por mês. Com a cobrança, seria possível garantir a isenção do pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física para as pessoas com renda até R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentou, nesta quinta-feira (17), a proposta de um Imposto Global Mínimo de 14% para aqueles que recebem mais de R$ 50 mil por mês.<strong> Com a cobrança, seria possível garantir a isenção do pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física para as pessoas com renda até R$ 5 mil por mês.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-ao-IR.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-ao-IR.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A alíquota apresentada na Carta de Conjuntura do Ipea é superior à proposta pelo governo no Projeto de Lei (PL) 1087/2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda e está em tramitação no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Para garantir a isenção da parcela da população que recebe menos, a proposta enviada pelo governo ao parlamento define a cobrança de uma alíquota progressiva, de até 10%, para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.</strong> Apenas 2% dos contribuintes estão nessa situação. A alíquota máxima, de 10%, passará a ser cobrada das pessoas que ganham a partir de R$ 1,2 milhão por ano, os considerados super ricos, 0,7% dos contribuintes.</p>
<p>Para o Ipea, no entanto, a alíquota cobrada dos mais ricos deve ser maior. No cálculo, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Pedro Humberto Carvalho, que assina o estudo, considerou que <strong>o valor máximo da tributação efetiva em 2022 foi de 14,1%, percentual pago pelo grupo com renda média mensal de aproximadamente R$16 mil</strong>. Para ele, a alíquota dos mais ricos deve ser semelhante a esta e não inferior.</p>
<p>Além disso, Carvalho defende que essa alíquota deve incidir sobre a renda total, o que inclui dividendos, auxílios, reembolsos, restituições, bônus, prêmios de seguro, entre outras fontes atualmente isentas daqueles com renda superior a R$ 50 mil por mês.</p>
<p>“A proposta que eu faço difere do PL, porque considera a renda total do contribuinte e não teria essas exclusões de auxílios, reembolsos, benefícios salariais indiretos, que seriam considerados na base de cálculo”, diz Carvalho.</p>
<p>&gt;&gt; Relator amplia redução parcial de IR para quem ganha até R$ 7.350</p>
<h2>Impactos nos cofres públicos</h2>
<p><strong>Com essa cobrança de 14%, segundo a Carta de Conjuntura, seria possível gerar até R$ 145,6 bilhões aos cofres públicos</strong>, correspondendo a um aumento de cerca de 40% na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2024.</p>
<p>A medida aumentaria a atual arrecadação do IRPF de 3,1% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, chegando a um nível similar ao de países como a Polônia, Eslováquia e Uruguai. Ainda assim, ficaria abaixo da média de 8,5% dos países de economias avançadas da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<h2>Limitações do projeto de lei</h2>
<p>O Ipea aponta ainda, no estudo, problemas das possíveis mudanças na tributação que o projeto de lei apresentado pelo governo não soluciona.</p>
<blockquote>
<p>“Os mais ricos não vão pagar mais que os mais pobres e tampouco ele [imposto] vai ser proporcional. Os mais ricos vão continuar pagando menos que a classe média. A proposta só vai atenuar essa discrepância. Atualmente, os mais ricos pagam quase nada. É muito pouco. Eles vão pagar 10%, mas a classe média em geral, em média, já paga 14%. Por isso que eu proponho 14%”, defende o pesquisador.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o estudo, a tributação dos mais ricos vai requerer atenção a três pontos:</p>
<ul>
<li>um possível incentivo à mudança de domicílio fiscal dos mais ricos;</li>
<li>uma possível supertributação do lucro global da pessoa jurídica (PJ);</li>
<li>e a regressividade horizontal e vertical causada pelas atuais regras de tributação dos fundos de pensão, dos aluguéis e das deduções para despesas médicas.</li>
</ul>
<p>Sobre a mudança de domicílio fiscal, a preocupação é que a taxação faça com que os mais ricos migrem as riquezas para países que oferecem incentivo para a residência de milionários. O Ipea propõe, então, uma tributação de saída do ganho de capital ainda não realizado em 25% ou de uma tributação do patrimônio de 3%.</p>
<p>Esse tipo de imposto é cobrado por países da OCDE como Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Japão, Noruega, Polônia e Suécia. <strong>No caso dos Estados Unidos, contribuintes que alteram sua cidadania estão sujeitos a uma alíquota de 23,8% sobre os ganhos de capital ainda não realizados.</strong></p>
<p>Em relação à tributação de PJs, o estudo diz que &#8220;a parcela mais abastada da população tem explorado brechas na legislação e redirecionado sua fonte de renda na forma de rendimentos isentos”.</p>
<p>Para isso, o estudo defende uma tributação mínima aos mais ricos, o que foi defendido pelo Brasil na presidência do G20. “Esta é, de fato, a proposta defendida por este estudo para tributar efetivamente a renda da pessoa física e garantir certa proporcionalidade na tributação no topo da distribuição”, diz o autor.</p>
<h2>Despesas médicas</h2>
<p>Outro ponto destacado é estabelecer um limite para deduções de despesas médicas que, de acordo com a Carta de Conjuntura, representaram um gasto tributário de R$ 26,7 bilhões em 2024.</p>
<p>Como não há limite de valor, elas beneficiam quem tem renda mais alta: <strong>segundo a base de declarações do IRPF de 2022, os 5% de contribuintes mais ricos (renda mensal superior a R$ 28.296) concentraram 22,4% das deduções para despesas médicas.</strong></p>
<p>A solução apontada por Carvalho seria combinar um crédito tributário fixo e igualitário, ou baseado na idade, para todos os contribuintes e seus dependentes, com deduções limitadas das despesas médicas.</p>
<p><strong>Essa regra também possibiliaria deduzir os gastos com medicamentos</strong>. De acordo com o pesquisador, isso beneficiaria “enormemente os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que, apesar de contarem com serviços médicos gratuitos, precisam, às vezes, comprar medicamentos que não são fornecidos gratuitamente”, diz.</p>
<h2>Contribuições previdenciárias</h2>
<p>De acordo com o estudo, uma das inovações da proposta do Ipea é também incorporar as contribuições previdenciárias (CPs) oficiais na tributação global da renda.</p>
<blockquote>
<p>“Esse valor de alíquota de 14% seria maior que 10% porque eu considerei não só o imposto de renda na carga tributária salarial, da renda, mas também eu considerei a contribuição previdenciária, que tem um impacto muito alto em quem ganha pouco. Ela tem um teto previdenciário de R$ 8 mil, então, quem ganha R$ 8 mil paga o mesmo de contribuição previdenciária do que quem ganha mais do que isso”, defende.</p>
</blockquote>
<p>A carta de conjuntura enfatiza que a previdência brasileira “enfrenta um déficit significativo que deve ser financiando por meio de outras receitas federais, de modo que as contribuições previdenciárias acabam tendo natureza tributária, pois são apenas parcialmente correlacionadas com o valor dos benefícios pagos no futuro. Consequentemente, deixar de considerar as CPs que estão sujeitas a um teto e, portanto, impactam mais os contribuintes mais pobres, é ignorar um fator crucial que contribui para a regressividade da tributação da renda”, diz o texto.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ipea-mais-ricos-deveriam-pagar-14-para-igualar-ao-ir-da-classe-media</p>
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		<item>
		<title>CMN regulamenta ampliação do Minha Casa, Minha Vida para classe média</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cmn-regulamenta-ampliacao-do-minha-casa-minha-vida-para-classe-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 01:13:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em reunião extraordinária nesta quarta-feira (30), o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou a ampliação do Minha Casa, Minha Vida para famílias de classe média. A regulamentação remove os últimos obstáculos para que a nova faixa de até R$ 12 mil entre em vigor, garantindo as mesmas condições das linhas de crédito, independentemente da fonte de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em reunião extraordinária nesta quarta-feira (30), o <strong>Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou a ampliação do Minha Casa, Minha Vida para famílias de classe média</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-regulamenta-ampliacao-do-Minha-Casa-Minha-Vida-para-classe.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-regulamenta-ampliacao-do-Minha-Casa-Minha-Vida-para-classe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A regulamentação <strong>remove os últimos obstáculos para que a nova faixa de até R$ 12 mil entre em vigor</strong>, garantindo as mesmas condições das linhas de crédito, independentemente da fonte de recursos.</p>
<p>O CMN aprovou dois votos. O primeiro <strong>permite a utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiamentos habitacionais da Faixa 3 do programa</strong>, que beneficia <strong>famílias com renda entre R$ 4.700,01 e R$ 8,6 mil</strong>, sem subsídios, mas juros menores.</p>
<p>A regulamentação foi necessária para <strong>garantir as mesmas condições dos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) </strong>às operações com dinheiro do Fundo Social.</p>
<p>Atualmente, os <strong>financiamentos da Faixa 3 do Minha Casa, Minha Vida têm juros nominais de 8,16% ao ano, mais Taxa Referencial (TR)</strong>. <strong>Cotistas do FGTS têm desconto de 0,5 ponto percentual</strong>.</p>
<p>O segundo voto permite que os <strong>bancos combinem recursos do FGTS e recursos próprios</strong>, vindos da caderneta de poupança e das Letras de Crédito Imobiliário (LCI), para <strong>emprestarem para a nova faixa do Minha Casa, Minha Vida</strong> que beneficia <strong>famílias com renda mensal de até R$ 12 mil</strong>.</p>
<p>A nova categoria do Minha Casa, Minha Vida <strong>oferece financiamentos com juros de 10,5% ao ano, 420 parcelas e limite de financiamento de até R$ 500 mil</strong>, de imóveis novos e usados.</p>
<p>A regulamentação garante que, mesmo com o uso de recursos combinados, as tarifas cobradas sejam as mesmas dos empréstimos concedidos com recursos do FGTS para imóveis de igual valor.</p>
<h2>Impactos</h2>
<p>Em nota, o <strong>Ministério da Fazenda informou que as propostas reforçam o compromisso do governo federal com a redução do déficit habitacional </strong>e com a melhoria das condições de crédito para famílias de renda média, “por meio de um modelo eficiente, justo e acessível”.</p>
<blockquote>
<p>“Ao assegurar previsibilidade, equilíbrio regulatório e combinação de fontes de recursos, as medidas também promovem maior dinamismo ao setor da construção civil”, destacou o texto.</p>
</blockquote>
<p>Presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo; e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.</p>
<p>Anunciada no início do mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova categoria do Minha Casa, Minha Vida abrangerá famílias que ganham até R$ 12 mil.</p>
<p>No último dia 15, o Conselho Curador do FGTS aprovou a ampliação dos valores de renda das faixas do programa e permitiu a utilização de excedentes do fundo (lucros e rendimentos) como fonte de recursos para a Faixa 4.</p>
<p>No último dia 25, o Ministério das Cidades publicou uma portaria com as novas faixas do programa habitacional.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/cmn-regulamenta-ampliacao-do-minha-casa-minha-vida-para-classe-media</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: classe média pode contratar a partir de maio</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:03:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Principal programa habitacional do país, o Minha Casa, Minha Vida foi oficialmente ampliado para a classe média. O Ministério das Cidades publicou, nesta sexta-feira (25), portaria que estende o programa para famílias que ganham até R$ 12 mil.  Com a medida, os bancos podem começar a oferecer os financiamentos do Minha Casa, Minha Vida pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Principal programa habitacional do país, o Minha Casa, Minha Vida foi oficialmente ampliado para a classe média. O Ministério das Cidades publicou, nesta sexta-feira (25), <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mcid-n-399-de-22-de-abril-de-2025-626051805" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">portaria que estende o programa para famílias que ganham até R$ 12 mil.</a>  Com a medida, os bancos podem começar a oferecer os financiamentos do Minha Casa, Minha Vida pelos novos limites</strong>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Minha-Casa-Minha-Vida-classe-media-pode-contratar-a-partir.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Minha-Casa-Minha-Vida-classe-media-pode-contratar-a-partir.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pasta determinou que os novos valores entrem em vigor imediatamente, para os contratos assinados a partir desta sexta. <strong>No caso da Faixa 4, a expectativa é que os bancos só comecem a oferecer os empréstimos na próxima semana ou no início de maio, embora já estejam habilitados pela portaria.</strong></p>
<p><strong>A portaria também ampliou os limites para as faixas de renda do programa. Com as mudanças, as faixas do Minha Casa, Minha Vida ficaram as seguintes:</strong></p>
<ul>
<li>     Faixa 1: renda familiar de até R$ 2.850,00 por mês, com subsídio de até 95% do valor do imóvel;</li>
<li>     Faixa 2: renda familiar de R$ 2.850,01 a R$ 4,7 mil por mês, com subsídio de até R$ 55 mil e juros reduzidos;</li>
<li>     Faixa 3: renda familiar de R$ 4.700,01 a R$ 8,6 mil por mês, sem subsídios, mas com condições de financiamento facilitadas;</li>
<li>     Faixa 4: renda familiar de até R$ 12 mil por mês, com juros de 10,5% ao ano, 420 parcelas e limite de financiamento de até R$ 500 mil, de imóveis novos e usados.</li>
</ul>
<p><strong>Os valores anteriores eram os seguintes</strong></p>
<ul>
<li>     Faixa 1: renda familiar de até R$ 2.640 por mês;</li>
<li>     Faixa 2: renda familiar de R$ 2.640,01 a R$ 4,4 mil por mês;</li>
<li>     Faixa 3: renda familiar de R$ 4.400,01 a R$ 8 mil por mês.</li>
</ul>
<p><strong>Para os imóveis das áreas rurais, os novos limites são os seguintes</strong></p>
<ul>
<li>     Faixa 1: renda bruta familiar de até R$ 40 mil por ano;</li>
<li>     Faixa 2: renda bruta familiar de R$ 40.000,01 a R$ 66,6 mil por ano;</li>
<li>     Faixa 3: renda bruta familiar de R$ 66.600,01 a R$ 120 mil por ano;</li>
<li>     Faixa 4: renda bruta familiar de até R$ 150 mil por ano.</li>
</ul>
<p><strong>&gt;&gt;Entenda a ampliação do Programa Minha Casa, Minha Vida</strong></p>
<h2>FGTS</h2>
<p>A portaria do Ministério das Cidades ratifica decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que há dez dias aprovou mudanças no programa habitacional. Como a ampliação do programa envolve recursos dos lucros e dos rendimentos do FGTS, foi necessária a aprovação do Conselho Curador.</p>
<p><strong>Com a criação da Faixa 4, os Ministérios das Cidades e do Trabalho e Emprego querem beneficiar até 120 mil famílias apenas este ano. Ao somar todas as faixas do Minha Casa, Minha Vida, o governo espera ampliar para 3 milhões o número de unidades habitacionais financiadas até 2026.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/minha-casa-minha-vida-classe-media-pode-contratar-partir-de-maio</p>
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		<title>Abril terá temperaturas acima da média em grande parte do país</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 14:57:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e uma pequena parte do Nordeste terão um mês de abril com temperaturas acima da média, indica previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nessas regiões, as chuvas também serão mais escassas para o período, mantendo a tendência do que ocorreu durante o verão, encerrado no último dia 20 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e uma pequena parte do Nordeste terão um mês de abril com temperaturas acima da média, indica previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</strong> Nessas regiões, as chuvas também serão mais escassas para o período, mantendo a tendência do que ocorreu durante o verão, encerrado no último dia 20 de março.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Abril-tera-temperaturas-acima-da-media-em-grande-parte-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Abril-tera-temperaturas-acima-da-media-em-grande-parte-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o balanço da estação, apesar da influência do fenômeno <em>La Niña</em>, esse foi o sexto verão mais quente do país desde 1961. As chuvas ultrapassaram a média histórica na faixa norte do país, mas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e em parte da Região Sul, as precipitações foram predominantemente abaixo da média.</p>
<p><strong>“Os volumes apresentados não foram suficientes para recuperar o estoque hídrico do solo, maltratado pelas últimas secas e incêndios florestais que têm atingindo com mais frequência os biomas Amazônia, Cerrado e o Pantanal nos últimos dois anos”, destaca nota divulgada pelo Inmet.</strong></p>
<h2>Temperaturas</h2>
<p><strong>As previsões para abril indicam também que o centro-sul do país e áreas pontuais no Nordeste devem atravessar o mês com temperaturas acima de 24°C.</strong> Já outras áreas no Nordeste e toda a Região Norte deverão registrar temperaturas dentro da média histórica para o período, com termômetros marcando entre 26º e 28º.</p>
<p><strong>Para o Inmet, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste haverá chuvas mal distribuídas, com tendência de volumes mais concentradas no leste do Sudeste. Na Região Sul, a seca deverá ser percebida principalmente no extremo-sul do Rio Grande do Sul e na parte central de Santa Catarina. Em outras áreas, as chuvas acima da média podem ajudar na recuperação do solo.</strong></p>
<h2>Outono</h2>
<p><strong>Para a temporada de outono &#8211; iniciado em 20 de março para terminar em 20 de junho &#8211; a meteorologista do Inmet, Danielle Ferreira, destaca que as chuvas ainda persistirão somente na faixa norte do país, mas o mesmo não será observado na parte central brasileira.</strong></p>
<p> <strong>“A tendência é de redução das chuvas à medida que a gente vai para meados e fim do outono, que é o estabelecimento do período seco. Na Região Sul teremos um pouco de irregularidade em abril, mas poderemos ter o retorno das chuvas no Rio Grande do Sul, principalmente, a partir de maio”, acrescentou.</strong></p>
<p>Em termos de temperatura, a previsão para outono é de termômetros acima da média no centro-sul do país, com algumas entradas de massa de ar frio a partir de abril. “Isso pode provocar temperaturas mais amenas, principalmente em regiões mais elevadas e até mesmo ocorrência de geadas, em especial nas áreas mais elevadas da Região Sul. Por enquanto, a gente não tem previsão de geada para a Região Sudeste, mas à medida que o outono vai se estabelecendo, é possível que ocorra também”, concluiu a meteorologista.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/abril-tera-temperaturas-acima-da-media-em-grande-parte-do-pais</p>
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