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	<title>livro - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Escolas indígenas recebem 1° livro infantil em língua do Alto Xingu</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:43:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cerca de mil crianças indígenas do Alto Xingu vão receber exemplares do primeiro livro infantil escrito na sua língua de origem, o idioma kuikuro. O livro Ingu Helü (De Olho Aberto, em portugês) será distribuído para nove aldeias de quatro povos do Território Indígena do Xingu, no Mato Grosso.   A publicação é de autoria do educador [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Cerca de mil crianças indígenas do Alto Xingu vão receber exemplares do primeiro livro infantil escrito na sua língua de origem, o idioma kuikuro. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Escolas-indigenas-recebem-1%C2%B0-livro-infantil-em-lingua-do-Alto.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Escolas-indigenas-recebem-1%C2%B0-livro-infantil-em-lingua-do-Alto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O livro <em>Ingu Helü</em> (<em>De Olho Aberto</em>, em portugês) será distribuído para nove aldeias de quatro povos do Território Indígena do Xingu, no Mato Grosso.  </p>
<p>A publicação é de autoria do educador Daniel Massa e do professor Mutuá Mehinaku, e traz 45 verbetes escritos em kuikuro traduzidos para o português. Cada verbete é acompanhado de um desenho para colorir do ilustrador Ricardo Moura. </p>
<p>Mehinaku é professor de uma escola estadual na aldeia Ipatse, do Alto Xingu, e conta que a falta de material pedagógico especializado foi o que motivou o projeto. </p>
<blockquote>
<p>“Dou aulas há mais de 20 anos e vinha observando todos os materiais que recebíamos para a alfabetização das nossas crianças. Eram livros bonitos e de bom conteúdo, mas não eram voltados para a nossa aldeia, para o nosso povo. Senti que a gente precisava produzir a nossa própria cartilha”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Território Indígina do Xingu fica entre o Cerrado e a Amazônia e abriga 16 povos e quatro grupos linguísticos, com uma população de mais de seis mil pessoas. </strong></p>
<p>O kuikuro é parte do tronco linguístico karib, que tem cerca de 40 línguas com 60 a 100 mil falantes ao todo, espalhados por países da região da Amazônia.</p>
<p>No Alto Xingu, os povos falantes de kuikuro são: Kuikuro, Kalapalo, Matipu e Nahukwá. </p>
<h2>Ocupar espaços</h2>
<p>O livro foi lançado no último dia 20 durante a Feira Literária Internacional de Saquarema (FLIS), no Rio de Janeiro. O painel  A Educação para a Diversidade nas Escolas Indígenas e Não-indígenas contou com a presença dos autores Massa, Mehinaku e Moura. </p>
<p><strong>Segundo eles, o livro também é uma oportunidade de aprendizado para escolas urbanas, como uma forma de abrir os olhos de não-indígenas sobre a realidade dos povos do Alto Xingu. </strong></p>
<p>Durante o evento, participaram também outros nomes da literatura indígena, como Eliane Potiguara e Márcia Kambeba. </p>
<p><em>*Estagiária sob a supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-11/escolas-indigenas-recebem-1deg-livro-infantil-em-lingua-do-alto-xingu</p>
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		<title>Livro digital aborda questões de segurança nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 13:45:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escrito por 33 especialistas como advogados, administradores, diretores de escolas, empresários, engenheiros, especialistas em segurança pública e privada, jornalistas, militares, psicólogos, professores e servidores públicos, o livro digital Escolas em Alerta foi lançado este mês com a proposta de debater segurança e gestão de crises para fortalecer a cultura de proteção da infância e o combate [&#8230;]]]></description>
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<p>Escrito por 33 especialistas como advogados, administradores, diretores de escolas, empresários, engenheiros, especialistas em segurança pública e privada, jornalistas, militares, psicólogos, professores e servidores públicos, o <a href="http://https://we.tl/t-UEkVpDaPnq" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">livro digital Escolas em Alerta</a> foi lançado este mês com a proposta de debater segurança e gestão de crises para fortalecer a cultura de proteção da infância e o combate à violência nas escolas no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Livro-digital-aborda-questoes-de-seguranca-nas-escolas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Livro-digital-aborda-questoes-de-seguranca-nas-escolas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Organizado pela Cosafe, empresa de tecnologia para alerta e gerenciamento de incidentes críticos para organizações, o livro reúne propostas voltadas a educadores, gestores escolares, autoridades e famílias interessados em construir ambientes educacionais mais seguros.</strong></p>
<p>Diretora executiva da Cosafe, especialista em gestão de incidentes e uma das autoras, Ana Flavia Bello Rodrigues destaca que a análise foi feita para escolas públicas e privadas. Segundo ela, as questões de proteção escolar não são apenas ligadas à violência urbana. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Elas são ligadas a diversos aspectos da escola, desde acidentes, drogas, suicídio e tentativa de suicídio, automutilação, problemas de saúde mental. Existem muitas questões além da violência extrema do atentado por agressor ativo que pode acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar&#8221;, explica Ana Flavia.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com a especialista, os maiores riscos da escola ocorrem dentro das unidades. </p>
<p>&#8220;O impacto das redes sociais na saúde mental dessas crianças tem afetado muito, trazendo violência para dentro das escolas, como bullying. O sofrimento dessa geração hoje vem muitas vezes de casa, com abandono que começa dentro de casa, e resulta em uma situação na escola. Temos casos de agressão entre os alunos ou que atingem funcionários e professores&#8221;, avalia Ana Flavia. </p>
<h2>Anuário</h2>
<p><strong>O Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2023, voltado à violência nas escolas, mostra que a percepção de violência por professores e diretores atingiu níveis alarmantes.</strong> </p>
<p>&#8220;Há relatos de tiroteios ou bala perdida em ao menos 1,7% das escolas brasileiras; de situações de assédio sexual em 2,3% e de interrupção do calendário letivo de 2021 em decorrência de episódios de violência em 0,9% das escolas. Pode parecer pouco, mas isso significa que milhares de alunos e alunas, bem como professores e professoras, têm na violência uma das experiências mais indeléveis de suas trajetórias pessoais e profissionais na sua relação com a escola&#8221;, alerta o anuário.</p>
<p>Ainda segundo a publicação, &#8220;são muitos, portanto, os desafios que se impõem para que a educação realize, em meio ao fogo cruzado, sua função social de fazer com que o saber sistematizado seja criticamente apropriado pelos estudantes e, ademais, capacite-os à participação cidadã na vida social do país&#8221;. </p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/livro-digital-aborda-questoes-de-seguranca-nas-escolas</p>
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		<title>Estudante morto na ditadura pode entrar para livro de heróis no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 11:58:10 +0000</pubDate>
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<p>A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta terça-feira (6), em segunda discussão, a inclusão do nome do estudante Edson Luís de Lima Souto no Livro dos Heróis e Heroínas do Estado do Rio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Estudante-morto-na-ditadura-pode-entrar-para-livro-de-herois.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Estudante-morto-na-ditadura-pode-entrar-para-livro-de-herois.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida está prevista no Projeto de Lei 606/23, de autoria da deputada Dani Monteiro (PSOL). Edson Luís foi assassinado pela polícia durante a ditadura militar em 1968, quando tinha apenas 18 anos. Natural de Belém, no Pará, ele se mudou para o Rio de Janeiro a fim de terminar o segundo grau, atual ensino médio.</p>
<p><strong>O estudante virou símbolo histórico da resistência estudantil contra a repressão política.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Quero referenciar o quanto Edson foi um herói, pois lutava diretamente pela democracia, pela educação e pelo direito à alimentação. Isso é o que nos motiva a colocar o seu nome no Livro de Heróis”, disse Dani Monteiro.</p>
</blockquote>
<h2>Invasão</h2>
<p>O jovem foi assassinado em março de 1968, após policiais militares invadirem o Restaurante Central dos Estudantes, conhecido como Calabouço, no centro do Rio, onde ocorria uma manifestação estudantil. No mesmo ano de seu assassinato, em dezembro de 1968, a ditadura militar endureceu o regime e decretou o Ato Institucional número 5 (AI-5), que permitiu a cassação de políticos eleitos.</p>
<p><strong>Os deputados Carlos Minc (PSB) e Luiz Paulo (PSD) são coautores do projeto. Os dois estavam na manifestação em que o estudante foi morto.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sou testemunha ocular da história deste assassinato praticado pela ditadura. Os estudantes pegaram o corpo dele e trouxeram para onde hoje é a Câmara Municipal e eu estava presente porque, na época, eu também fazia parte do movimento estudantil. Muitos foram os intelectuais que aderiram a esse projeto pelo assassinato de um jovem estudante”, disse Luiz Paulo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Esse caso levou a uma expansão do movimento estudantil</strong>. &#8220;Lembro que o pessoal gritava: mataram um estudante. E se fosse um filho seu? Isso pegou na classe média porque, de fato, ele não estava cometendo crime algum e sim almoçando em um restaurante”, contou Carlos Minc.</p>
<blockquote>
<p>“O Edson levou um tiro no peito e a polícia tentou tirar o corpo dele e levar embora para fazer a autópsia e esvaziar a manifestação. Os médicos Jamil Haddad e Luiz Tenório fizeram a autópsia no meio da manifestação para que ninguém levasse o corpo embora”, acrescentou Minc.</p>
</blockquote>
<p><strong>O texto segue agora para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a medida.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/estudante-morto-na-ditadura-pode-entrar-para-livro-de-herois-no-rio</p>
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