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	<title>ligado - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>ligado - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>De cada 10 residências no país, 3 não têm esgoto ligado à rede geral</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dos cerca de 77 milhões de domicílios que o Brasil tinha em 2024, 29,5% não tinham ligação com rede geral de esgoto. Isso representa três em cada dez. Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento compara a situação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Dos cerca de 77 milhões de domicílios que o Brasil tinha em 2024, 29,5% não tinham ligação com rede geral de esgoto. Isso representa três em cada dez.</strong> Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento compara a situação de 2024 à de 2019. Cinco anos antes, o país tinha 68% dos lares ligados à rede geral e 32% sem ligação.</p>
<p><strong>O grupo de 70,4% dos domicílios com acesso à rede geral inclui os endereços com ligação do banheiro a uma rede coletora e ainda as residências com fossa séptica ligada à rede.</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:550px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios por tipo de esgotamento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Rede geral ou fluvial</td>
<td>63,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fossa séptica ligada à rede</td>
<td>6,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fossa séptica não ligada</td>
<td>15,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outro tipo (inclui casos como fossa rudimentar, vala ou córrego)</td>
<td>14,4%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os dados do IBGE apontam as características dos esgotamentos, mas não se debruçam sobre o fato de os resíduos terem ou não tratamento.</p>
<p>Um <a href="https://tratabrasil.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Versao-Final-de-Estudo-da-GO-Associados-Ranking-do-Saneamento-de-2025_Rio-Corrigido-V4.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estudo</a> divulgado na última terça-feira (19) pela organização da sociedade civil Instituto Trata Brasil assinala que pouco mais da metade (51,8%) do esgoto produzido no país é tratada.</p>
<h2>Diferenças regionais</h2>
<p>A Pnad aponta desigualdades regionais em relação ao tipo de esgotamento dos domicílios. A Região Sudeste supera a média nacional. As piores condições são localizadas no Nordeste e no Norte.</p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:450px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios com esgoto ligado à rede geral</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>90,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td>70,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>70,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>63,8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>51,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>31,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No Norte, a classificação outro tipo ─ que inclui casos como fossa rudimentar, vala ou córrego ─ chega a 36,4%, sendo a mais comum na região e mais que o dobro da média nacional (14,4%).</p>
<p>A observação por unidades da federação revela que <strong>São Paulo (94,1%), Distrito Federal (91,1%), Rio de Janeiro (89,2%) e Minas Gerais (84,6%) aparecem no topo do <em>ranking</em> da ligação de esgoto à rede geral.</strong></p>
<p><strong>As piores proporções são no Piauí (13,5%), Amapá (17,8%), em Rondônia (18,1%) e no Pará (19,3%</strong>).</p>
<p>Ao dividir o Brasil em urbano e rural, o IBGE constata que, <strong>nas cidades, 78,1% dos domicílios têm esgoto ligado à rede. No campo, apenas 9,4%.</strong></p>
<h2>Abastecimento de água</h2>
<p>A Pnad analisou também a forma de os lares brasileiros receberem água. <strong>No país, 86,3% das residências têm rede geral de distribuição como principal forma de abastecimento.</strong> <strong>O Norte e Nordeste carregam os piores índices.</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios com rede geral de distribuição de água</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>92,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>90%</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>89%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td>86,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>80,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>61,7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rondônia é o único estado do país onde menos da metade (47,4%) dos domicílios tem rede geral como principal forma de abastecimento. <strong>São Paulo (96,6%) e Distrito Federal (96,5%) ostentam os maiores percentuais</strong>.</p>
<p>Mais do que verificar o percentual de domicílios que têm ligação com a rede geral de água, o IBGE identificou qual parcela tem disponibilidade diária dessa rede, ou seja, consegue receber água todos os dias.</p>
<p>No Brasil, são 88,4% dos lares. <strong>Pernambuco (44,3%) e Acre (48,5%) têm menos da metade dos domicílios ligados à rede com disponibilidade diária. O topo do <em>ranking</em> fica com o Distrito Federal (98,2%) e Mato Grosso do Sul (98%).</strong></p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=268559:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Torneira de água" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Torneira de água" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=268559 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=268559-->Segundo a Pnad, 86,3% dos domicílios brasileiros têm a rede geral de distribuição como principal forma de abastecimento de água &#8211;<strong> Foto: Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=268559--></h6>
</p>
</div>
<h2>Coleta de lixo</h2>
<p>A pesquisa do IBGE mostra que <strong>86,9% dos domicílios brasileiros contam com serviço de coleta de lixo</strong>.</p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios por destinação do lixo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Serviço de limpeza</td>
<td>86,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Caçambas</td>
<td>6,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Queimado na propriedade</td>
<td>6,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outro destino</td>
<td>0,8%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Pnad observa que, no Norte (14,4%) e no Nordeste (13,1%), a parcela de residências que colocam fogo no lixo é maior que o dobro da média nacional.</p>
<h2>Alvenaria</h2>
<p>O levantamento mostra que o Norte do país diminuiu a distância em relação às outras regiões relacionadas à característica estrutural dos domicílios.</p>
<p>No país, 89,3% das residências têm paredes construídas predominantemente de alvenaria (tijolo e cimento) com revestimento. No Norte, de 2016 para 2024, essa parcela passou de 61,5% para 71,2%.</p>
<p>Em relação ao material predominante no piso, no intervalo de oito anos, os lares nortistas que contam com cerâmica, lajota ou pedra passaram de 58,2% para 69,3% do total da região. No país como um todo, são 82,3%.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/de-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto-ligado-rede-geral</p>
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		<item>
		<title>Ipea: aumento do trabalho informal está ligado à baixa fiscalização</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ipea-aumento-do-trabalho-informal-esta-ligado-a-baixa-fiscalizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 11:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relaciona a taxa elevada de trabalho informal no país com a queda da capacidade do Estado de garantir o cumprimento da legislação trabalhista. A nota técnica se chama “Crescimento sem formalização do trabalho: déficit de capacidade fiscalizatória e necessidade de recomposição da burocracia especializada”. Antes de 2022, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relaciona a taxa elevada de trabalho informal no país com a queda da capacidade do Estado de garantir o cumprimento da legislação trabalhista. A nota técnica se chama “Crescimento sem formalização do trabalho: déficit de capacidade fiscalizatória e necessidade de recomposição da burocracia especializada”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Ipea-aumento-do-trabalho-informal-esta-ligado-a-baixa-fiscalizacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Ipea-aumento-do-trabalho-informal-esta-ligado-a-baixa-fiscalizacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Antes de 2022, o padrão era de que a redução do desemprego fosse acompanhada pelo aumento da taxa de formalização do trabalho. Ou seja, mais pessoas com a Carteira de Trabalho assinada. A exceção foi o período da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2024, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu os menores níveis desde 2012: 6,6%. Mas a taxa de informalidade chegou a 31,77%, o maior percentual do período.</p>
<p><strong>O Ipea destaca o número insuficiente de auditores fiscais do trabalho, ligados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MET), para garantir que empregadores respeitem os direitos trabalhistas dos funcionários</strong>. Entre 2012 e 2024, o número de trabalhadores assalariados cresceu 11,4%. No mesmo período, o número de auditores do trabalho caiu 34,1%.</p>
<p>Em números absolutos, em 2012 eram 19.038 trabalhadores assalariados por auditor. Em 2024, a proporção cresceu 79,95%, passando a ser de 34.260 trabalhadores por auditor, número inferior ao recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que é de 10 ou 15 mil trabalhadores por auditor.</p>
<p>O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Felipe Pateo, autor do estudo, diz que a fiscalização dos auditores tem dois efeitos. Um direto, de fazer com que trabalhadores sem carteira assinada passem a ter o registro depois de uma ação fiscal,  e um indireto, em que o risco de ser fiscalizado faça com que empregadores não cometam irregularidades.</p>
<blockquote>
<p>“Esse risco, no entanto, caiu ao longo dos anos. A chance de um estabelecimento com empregados ser fiscalizado caiu de 11,3% para 3,8% entre 2017 e 2023, de forma que o receio em ser fiscalizado passa a ser um terço do que foi no período anterior”, diz Felipe.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o estudo do Ipea, se forem contratados 1.800 novos auditores fiscais do trabalho, que é todo o cadastro de aprovados do Concurso Público Nacional Unificado, a arrecadação previdenciária e de multas administrativas aumentará para R$ 879 milhões</strong>. O valor é superior ao custo anual com as contratações de funcionários, calculado em R$ 560 milhões.</p>
<p>O concurso para auditor fiscal do trabalho 2024-2025 convocou até agora 900 pessoas aprovadas nas vagas previstas em edital. Outros 900 estão no cadastro de reserva.</p>
<blockquote>
<p>“Potenciais restrições orçamentárias não deveriam ser argumentos dominantes quando se considera a necessidade de recomposição da capacidade do Estado brasileiro de garantir a correta regulação do mercado de trabalho e a proteção do trabalhador em sintonia com a legislação trabalhista vigente no país e os critérios técnicos internacionais”, afirma o estudo.</p>
</blockquote>
<p>A reportagem da <strong>Agência Brasil</strong> procurou o Ministério do Trabalho e Emprego e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) para comentarem o tema. Nenhum dos dois respondeu até o momento.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/ipea-aumento-do-trabalho-informal-esta-ligado-baixa-fiscalizacao</p>
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