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		<title>Veja como PGR liga Bolsonaro aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 16:31:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta terça-feira (2) a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete ex-assessores, todos acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem consumar um golpe de Estado no Brasil.  Os cinco ministros da Primeira Turma &#8211; Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta terça-feira (2) a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete ex-assessores, todos acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem consumar um golpe de Estado no Brasil. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Veja-como-PGR-liga-Bolsonaro-aos-atos-antidemocraticos-de-8.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Veja-como-PGR-liga-Bolsonaro-aos-atos-antidemocraticos-de-8.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os cinco ministros da Primeira Turma &#8211; Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino &#8211; irão julgar baseados nas provas apresentadas por acusação e defesas durante a instrução do processo.</strong> </p>
<p>No caso da acusação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou suas alegações finais, a versão definitiva para os fatos investigados, em 15 de julho, quando pediu a condenação dos oito réus por cinco crimes, cujas penas máximas, somadas, podem ultrapassar os 40 anos de prisão.</p>
<p><strong>Todos foram acusados dos seguintes crimes:</strong> </p>
<ul>
<li>liderar ou integrar organização criminosa armada; </li>
<li>atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito; </li>
<li>golpe de Estado; </li>
<li>dano qualificado por violência e grave ameaça e </li>
<li>deterioração de patrimônio tombado da União. </li>
</ul>
<p>Gonet descreveu o que, para a PGR, seriam diversos atos típicos, ou seja, atos ou omissões dos réus que caracterizam crime. No entender do procurador, contudo, tratam-se de crimes complexos, executados com o intuito de não serem descobertos ou provados. </p>
<p>Por esse motivo, Gonet avalia que a tipificação dos crimes imputados é igualmente complexa, sendo formada a partir de uma série de comportamentos em um espaço alongado de tempo, e não a partir de atos isolados. </p>
<blockquote>
<p>“Uma tentativa de golpe de Estado, de quebra dos elementos essenciais do Estado de Direito Democrático e de ruína da independência dos poderes, não se dá à compreensão sem que se articulem fatos e eventos múltiplos, de ocorrência estendida no tempo, que conformam o comportamento punido pela lei”, explica o PGR em sua peça acusatória.</p>
</blockquote>
<h2>8 de janeiro </h2>
<p>Para caracterizar os crimes, Gonet deu importância crucial aos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, insatisfeitos com a derrota dele na tentativa de reeleição em 2022, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. </p>
<blockquote>
<p>“O evento dramático auxiliou a ressignificar toda uma série de acontecimentos pretéritos, que antes pareciam desconectados entre si”, escreveu o PGR nas alegações finais. </p>
</blockquote>
<p>“Atos que, até então, poderiam parecer reprováveis apenas do ponto de vista moral ou eleitoral, foram encaixados dentro de um plano maior de ruptura institucional”, acrescenta.</p>
<p><strong>Gonet afirma que os atos violentos foram resultado do complô golpista e só ocorreu pelo incentivo de Jair Bolsonaro, que manifestou apoio aos acampamentos que, desde o fim da eleição, pediam a intervenção militar, incitação que em si já é crime previsto no Código Penal.</strong> </p>
<p>O procurador-geral da República apresenta, por exemplo, mensagens trocadas entre o coronel Mauro Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência, nas quais o militar parece fazer a ponte entre o Palácio do Planalto e lideranças dos manifestantes acampados em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. </p>
<p>Nas conversas, a palavra “churrasco”, segundo Gonet, é usada como código para o golpe de Estado. Uma das mensagens recebidas por Fernandes, de um dos líderes do acampamento, diz, por exemplo: “a gente tá indo lá pra esplanada, pra manifestação da esplanada, ok? É… e eu preciso falar urgente com o senhor, sobre aquela… aquele churrasco. É… se conseguiu alguma orientação ai”. </p>
<p><strong>Tais comunicações, para Gonet, deixam “evidente que os movimentos dos apoiadores de Jair Messias Bolsonaro não eram espontâneos, mas fruto de prévia orientação da organização criminosa”.</strong></p>
<p>O procurador cita ainda a ida do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e que foi vice na chapa de Bolsonaro em 2022, até o acampamento no QG do Exército, em 4 de janeiro de 2023, onde transmitiu mensagem de esperança a respeito do golpe. </p>
<p><strong>Em relação especificamente a Bolsonaro, o procurador afirma que os acontecimentos do 8 de janeiro somente aconteceram devido à “comoção social” alimentada pelo ex-presidente, que desde meados de 2021 passou a colocar em dúvida o processo eleitoral, com ataques, sem provas, contra o funcionamento das urnas eletrônicas.</strong> </p>
<p>Gonet descreve o que seriam falas coordenadas de Bolsonaro, e diz que uma “sequência de atos &#8211; declarações públicas ameaçadoras, disseminação de falsidades sobre o sistema eleitoral, ataques reiterados a ministros da Suprema Corte, articulação com aliados militares e manipulação de inquéritos &#8211; compõe engrenagem de deslegitimação institucional, cujo objetivo central era a rejeição antecipada do resultado eleitoral”.</p>
<p>A partir daí, o procurador afirma que Bolsonaro passou a agir de modo coordenado com a organização criminosa golpista no intuito de manter seus apoiadores insatisfeitos antecipadamente com o resultado das urnas. </p>
<blockquote>
<p>“Esse escalonamento da agressividade discursiva não era episódico nem improvisado. Integrava a execução de plano orientado à corrosão progressiva da confiança pública nas instituições democráticas”, afirma o procurador. </p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo  Gonet, mensagens trocadas pelos réus indicam inclusive orientação sobre como os manifestantes poderiam utilizar grades como escadas e mangueiras de incêndio de forma coordenada no suposto “churrasco”. </p>
<p><strong>O procurador-geral da República afirma não ser necessário que os réus estivessem em pessoa na praça dos Três Poderes para que possam ser considerados responsáveis pelos atos violentos e os danos causados aos prédios públicos, que foram estimados em mais de R$ 30 milhões.</strong> </p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Os advogados de defesa, de uma forma geral, afirmam que Gonet não apresentou uma prova documental sequer que coloque seus clientes no cenário dos crimes praticados em 8 de janeiro de 2023. Para eles, o fato do procurador não ter indicado o ato específico de dano praticado diretamente contra os prédios públicos impede que os réus sejam culpados pelos acontecimentos daquele dia. </p>
<p><strong>A equipe de advogados de Bolsonaro, por exemplo, afirma que a narrativa do PGR trata de um “golpe imaginado”, e que mesmo que o ex-presidente tenha cogitado, numa espécie de “brainstorm”, algum tipo de ruptura institucional, a PGR não trouxe aos autos nenhuma prova cabal que ligue Bolsonaro aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.</strong> </p>
<p><strong>Os réus do núcleo 1 da trama golpista, que serão julgados a partir desta terça-feira:</strong> </p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro &#8211; ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/veja-como-pgr-liga-bolsonaro-atos-antidemocraticos-de-8-de-janeiro</p>
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		<title>Veja como PGR liga Bolsonaro à trama golpista de 8 de janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 15:58:56 +0000</pubDate>
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<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta terça-feira (2) a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete ex-assessores, todos acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem consumar um golpe de Estado no Brasil. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Veja-como-PGR-liga-Bolsonaro-a-trama-golpista-de-8.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Veja-como-PGR-liga-Bolsonaro-a-trama-golpista-de-8.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os cinco ministros da Primeira Turma &#8211; Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino &#8211; irão julgar baseados nas provas apresentadas por acusação e defesas durante a instrução do processo.</strong> </p>
<p>No caso da acusação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou suas alegações finais, a versão definitiva para os fatos investigados, em 15 de julho, quando pediu a condenação dos oito réus por cinco crimes, cujas penas máximas, somadas, podem ultrapassar os 40 anos de prisão.</p>
<p><strong>Todos foram acusados dos seguintes crimes:</strong> </p>
<ul>
<li>liderar ou integrar organização criminosa armada; </li>
<li>atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito; </li>
<li>golpe de Estado; </li>
<li>dano qualificado por violência e grave ameaça e </li>
<li>deterioração de patrimônio tombado da União. </li>
</ul>
<p>Gonet descreveu o que, para a PGR, seriam diversos atos típicos, ou seja, atos ou omissões dos réus que caracterizam crime. No entender do procurador, contudo, tratam-se de crimes complexos, executados com o intuito de não serem descobertos ou provados. </p>
<p>Por esse motivo, Gonet avalia que a tipificação dos crimes imputados é igualmente complexa, sendo formada a partir de uma série de comportamentos em um espaço alongado de tempo, e não a partir de atos isolados. </p>
<blockquote>
<p>“Uma tentativa de golpe de Estado, de quebra dos elementos essenciais do Estado de Direito Democrático e de ruína da independência dos poderes, não se dá à compreensão sem que se articulem fatos e eventos múltiplos, de ocorrência estendida no tempo, que conformam o comportamento punido pela lei”, explica o PGR em sua peça acusatória.</p>
</blockquote>
<h2>8 de janeiro </h2>
<p>Para caracterizar os crimes, Gonet deu importância crucial aos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, insatisfeitos com a derrota dele na tentativa de reeleição em 2022, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. </p>
<blockquote>
<p>“O evento dramático auxiliou a ressignificar toda uma série de acontecimentos pretéritos, que antes pareciam desconectados entre si”, escreveu o PGR nas alegações finais. </p>
</blockquote>
<p>“Atos que, até então, poderiam parecer reprováveis apenas do ponto de vista moral ou eleitoral, foram encaixados dentro de um plano maior de ruptura institucional”, acrescenta.</p>
<p><strong>Gonet afirma que os atos violentos foram resultado do complô golpista e só ocorreu pelo incentivo de Jair Bolsonaro, que manifestou apoio aos acampamentos que, desde o fim da eleição, pediam a intervenção militar, incitação que em si já é crime previsto no Código Penal.</strong> </p>
<p>O procurador-geral da República apresenta, por exemplo, mensagens trocadas entre o coronel Mauro Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência, nas quais o militar parece fazer a ponte entre o Palácio do Planalto e lideranças dos manifestantes acampados em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. </p>
<p>Nas conversas, a palavra “churrasco”, segundo Gonet, é usada como código para o golpe de Estado. Uma das mensagens recebidas por Fernandes, de um dos líderes do acampamento, diz, por exemplo: “a gente tá indo lá pra esplanada, pra manifestação da esplanada, ok? É… e eu preciso falar urgente com o senhor, sobre aquela… aquele churrasco. É… se conseguiu alguma orientação ai”. </p>
<p><strong>Tais comunicações, para Gonet, deixa “evidente que os movimentos dos apoiadores de Jair Messias Bolsonaro não eram espontâneos, mas fruto de prévia orientação da organização criminosa”.</strong></p>
<p>O procurador cita ainda a ida do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e que foi vice na chapa de Bolsonaro em 2022, até o acampamento no QG do Exército, em 4 de janeiro de 2023, onde transmitiu mensagem de esperança a respeito do golpe. </p>
<p><strong>Em relação especificamente a Bolsonaro, o procurador afirma que os acontecimentos do 8 de janeiro somente aconteceram devido à “comoção social” alimentada pelo ex-presidente, que desde meados de 2021 passou a colocar em dúvida o processo eleitoral, com ataques, sem provas, contra o funcionamento das urnas eletrônicas.</strong> </p>
<p>Gonet descreve o que seriam falas coordenadas de Bolsonaro, e diz que uma “sequência de atos &#8211; declarações públicas ameaçadoras, disseminação de falsidades sobre o sistema eleitoral, ataques reiterados a ministros da Suprema Corte, articulação com aliados militares e manipulação de inquéritos &#8211; compõe engrenagem de deslegitimação institucional, cujo objetivo central era a rejeição antecipada do resultado eleitoral”.</p>
<p>A partir daí, o procurador afirma que Bolsonaro passou a agir de modo coordenado com a organização criminosa golpista no intuito de manter seus apoiadores insatisfeitos antecipadamente com o resultado das urnas. </p>
<blockquote>
<p>“Esse escalonamento da agressividade discursiva não era episódico nem improvisado. Integrava a execução de plano orientado à corrosão progressiva da confiança pública nas instituições democráticas”, afirma o procurador. </p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo  Gonet, mensagens trocadas pelos réus indicam inclusive orientação sobre como os manifestantes poderiam utilizar grades como escadas e mangueiras de incêndio de forma coordenada no suposto “churrasco”. </p>
<p><strong>O procurador-geral da República afirma não ser necessário que os réus estivessem em pessoa na praça dos Três Poderes para que possam ser considerados responsáveis pelos atos violentos e os danos causados aos prédios públicos, que foram estimados em mais de R$ 30 milhões.</strong> </p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Os advogados de defesa, de uma forma geral, afirmam que Gonet não apresentou uma prova documental sequer que coloque seus clientes no cenário dos crimes praticados em 8 de janeiro de 2023. Para eles, o fato do procurador não ter indicado o ato específico de dano praticado diretamente contra os prédios públicos impede que os réus sejam culpados pelos acontecimentos daquele dia. </p>
<p><strong>A equipe de advogados de Bolsonaro, por exemplo, afirma que a narrativa do PGR trata de um “golpe imaginado”, e que mesmo que o ex-presidente tenha cogitado, numa espécie de “brainstorm”, algum tipo de ruptura institucional, a PGR não trouxe aos autos nenhuma prova cabal que ligue Bolsonaro aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.</strong> </p>
<p><strong>Os réus do núcleo 1 da trama golpista, que serão julgados a partir desta terça-feira:</strong> </p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro &#8211; ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/veja-como-pgr-liga-bolsonaro-trama-golpista-de-8-de-janeiro</p>
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