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	<title>Lei - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 22:18:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 13 de fevereiro o início do julgamento que vai decidir se a Lei de Anistia pode ser aplicada em casos de ocultação de cadáver ocorridos durante a ditadura militar. O caso será julgado pelo plenário virtual da Corte.  A Corte vai decidir o alcance da lei, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 13 de fevereiro o início do julgamento que vai decidir se a Lei de Anistia pode ser aplicada em casos de ocultação de cadáver ocorridos durante a ditadura militar. <strong>O caso será julgado pelo plenário virtual da Corte. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/STF-marca-julgamento-que-vai-definir-alcance-da-Lei-de.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/02/STF-marca-julgamento-que-vai-definir-alcance-da-Lei-de.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Corte vai decidir o alcance da lei, que anistiou os crimes cometidos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.</p>
<p><strong>Conforme entendimento da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), o desaparecimento forçado deve ser tratado como crime permanente, ou seja, não prescreve.</strong></p>
<p>Com base nesse entendimento, o STF vai decidir se Lei de Anistia, que extinguiu a punibilidade de crimes ocorridos antes de sua vigência, pode ser aplicada para evitar a punição de agentes do Estado que foram responsáveis por desaparecimentos forçados no período de exceção.</p>
<p><strong>O processo que motiva a discussão trata da denúncia apresentada em 2015 pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os militares do Exército Lício Augusto Ribeiro Maciel e Sebastião Curió Rodrigues de Moura (falecido) pelas acusações de ocultação de cadáver e homicídio cometidos na Guerrilha do Araguaia. </strong></p>
<p>Os ministros do STF vão julgar um recurso para derrubar a decisão de primeira instância que rejeitou a denúncia do MPF contra os militares. A decisão aplicou a decisão do STF, tomada em 2010, que validou a aplicação da Lei de Anistia de forma ampla. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/stf-marca-julgamento-que-vai-definir-alcance-da-lei-de-anistia</p>
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		<item>
		<title>PGR pede suspensão da lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 21:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer para garantir a suspensão da Lei 19.722 de 2026 de Santa Catarina, que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.  Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer para garantir a suspensão da <a href="https://leisestaduais.com.br/sc/lei-ordinaria-n-19722-2026-santa-catarina-dispoe-sobre-a-vedacao-da-adocao-de-cotas-e-outras-acoes-afirmativas-pelas-instituicoes-de-ensino-superior-publicas-ou-que-recebam-verbas-publicas-no-ambito-do-estado-de-santa-catarina" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722 de 2026</a> de Santa Catarina, que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/PGR-pede-suspensao-da-lei-de-Santa-Catarina-que-proibiu.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/PGR-pede-suspensao-da-lei-de-Santa-Catarina-que-proibiu.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo (PL), a lei já está suspensa por uma decisão liminar do Tribunal e Justiça de Santa Catarina (TJSC).</p>
<p>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</p>
<p>No parecer, Gonet diz que a política de cotas já foi validada em diversos julgamentos do Supremo.</p>
<p>“A urgência do provimento cautelar está evidenciada, por sua vez, pela possibilidade de aplicação da norma aos processos seletivos em curso ou que vierem a ser abertos no início do ano acadêmico, capaz de gerar efeitos jurídicos irreversíveis ou de difícil reversão”, disse. </p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil</strong> no WhatsApp</a></p>
<p>O procurador também ressaltou que a decisão do Supremo é necessária mesmo diante da liminar concedida pelo TJSC.</p>
<p>“A despeito de os efeitos da lei atacada já estarem suspensos por decisão proferida em ação direta no TJSC, o acolhimento da medida cautelar requerida nestes autos é necessário, dado que, havendo coexistência de jurisdições constitucionais, a ação estadual deve ser suspensa até o julgamento final pelo STF”, completou.</p>
<p>No STF, a proibição das cotas no estado é questionada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pelo PSOL, a União Nacional dos Estudantes (Une) e a Educafro. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/pgr-pede-suspensao-da-lei-de-santa-catarina-que-proibiu-cotas-raciais</p>
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		<item>
		<title>Justiça de SC suspende lei que proibiu cotas raciais nas universidades</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/justica-de-sc-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas-universidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 20:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.</strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Melo.</p>
<p>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</p>
<p><strong>A decisão foi proferida pela desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta e atendeu ao pedido de suspensão feito pelo diretório estadual do PSOL.</strong></p>
<p>A magistrada entendeu que a lei deve ser suspensa porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu a constitucionalidade das ações afirmativas de cotas raciais nas universidades.</p>
<p><strong>“A proibição legislativa genérica e desvinculada de avaliação concreta de necessidade ou adequação revela-se, ao menos em juízo de cognição sumária, dissonante da interpretação constitucional já consolidada”, disse a desembargadora.</strong></p>
<p>O caso também foi parar no Supremo. Ontem, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram ações de inconstitucionalidade contra a proibição de cotas no estado. </p>
<p>Mais cedo, o ministro Gilmar Mendes, relator dos processos, deu prazo de 48 horas para o governo de Santa Catarina se manifestar sobre a validade da lei.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/justica-de-sc-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas-universidades</p>
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		<item>
		<title>Governo de SC tem 48 horas para explicar lei que barra cotas raciais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/governo-de-sc-tem-48-horas-para-explicar-lei-que-barra-cotas-raciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 13:56:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de 48 horas para que o governo de Santa Catarina envie mais informações e esclarecimentos sobre a nova legislação que proíbe cotas raciais para ingresso em universidades do estado.  Relator do tema, o ministro deu o mesmo prazo para que a Assembleia Legislativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de 48 horas para que o governo de Santa Catarina envie mais informações e esclarecimentos sobre a nova legislação que proíbe cotas raciais para ingresso em universidades do estado. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Governo-de-SC-tem-48-horas-para-explicar-lei-que.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Governo-de-SC-tem-48-horas-para-explicar-lei-que.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Relator do tema, o ministro deu o mesmo prazo para que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) explique a nova lei, que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em qualquer instituição de ensino que recebem verbas públicas do estado.</p>
<p><strong>O ministro justificou a urgência “ante a notícia de processos seletivos em andamento potencialmente afetados pela legislação estadual impugnada”, porém sem fazer menção a algum certame em específico. </strong></p>
<p>A <a href="https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2026/20260122/Jornal/22681-A.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722/2026</a> foi aprovada pela Alesc em dezembro e sancionada pelo governador Jorginho Melo na última sexta-feira (23). Desde então, a oposição em SC acionou a Justiça Federal contra a nova legislação. </p>
<p>No Supremo, a constitucionalidade da nova lei foi questionada por partidos como PSOL e PT, bem como pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), União Nacional dos Estudantes (Une), Coalizão Negra por Direitos e Educafro – associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particulares, com bolsa de estudo. </p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>De acordo com a lei, universidades públicas estaduais e outras instituições de ensino superior que recebem recursos do governo do estado ficam proibidas de adotarem políticas de reserva de vagas ou qualquer forma de cota ou ação afirmativa, </strong>como vagas suplementares e medidas congêneres.</p>
<p><strong>A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros, incluindo professores.</strong></p>
<p>A lei admite exceções, como a reserva de vaga por critérios exclusivamente econômicos, para pessoas com deficiência e estudantes vindos da rede pública estadual.</p>
<p><strong>As punições previstas para quem descumprir a nova legislação são multa de R$ 100 mil por edital e corte de repasses públicos.</strong></p>
<p>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 programas de mestrados e doutorados.</p>
<p><strong>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</strong></p>
<h2>Lei federal</h2>
<p>A Lei de Cotas vigora no âmbito federal desde 2012 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 12.711/2012</a>) e prevê 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, incluindo critérios de renda, raça (pretos, pardos, indígenas e quilombolas) e pessoas com deficiência.</p>
<p>Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p>Em 2012, o STF decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. Os ministros julgaram o caso da Universidade de Brasília (UnB), que foi a primeira instituição federal a implementar políticas de ação afirmativa para estudantes negros e indígenas.</p>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, define o resultado do julgamento.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/governo-de-sc-tem-48-horas-para-explicar-lei-que-barra-cotas-raciais</p>
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		<item>
		<title>Entidades vão ao STF para barrar lei de SC que proíbe cotas raciais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/entidades-vao-ao-stf-para-barrar-lei-de-sc-que-proibe-cotas-raciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram nesta segunda-feira (26) ações de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei de Santa Catarina que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. Além da OAB, a norma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram nesta segunda-feira (26) ações de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei de Santa Catarina que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.</strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Entidades-vao-ao-STF-para-barrar-lei-de-SC-que.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Entidades-vao-ao-STF-para-barrar-lei-de-SC-que.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além da OAB, a norma também é questionada pelo PSOL, pela União Nacional dos Estudantes (Une) e pela Educafro, associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particular, com bolsa de estudo.</p>
<p>Confira mais informações sobre o assunto no <em>Repórter Brasil Tarde</em>, da <strong>TV Brasil</strong></p>
<p><iframe title="Repórter Brasil Tarde, 26/01/2026" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/Qa5XR-AF1EA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As entidades pretendem suspender a <a href="https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2026/20260122/Jornal/22681-A.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722/2026</a>, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Melo.</p>
<p><strong>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</strong></p>
<p>Para a OAB, o Supremo já validou a constitucionalidade de políticas afirmativas para ingresso de estudantes por meio de cotas raciais.</p>
<p>&#8220;A vedação absoluta imposta pela lei estadual, ao proibir, em bloco, qualquer medida diferenciada voltada à promoção da igualdade material no acesso às funções públicas em universidades, ignora a complexidade das desigualdades e impõe uma concepção rigidamente formalista, já superada pelo constitucionalismo democrático contemporâneo&#8221;, afirmou a OAB. </p>
<p><strong>As demais entidades acrescentaram que a Corte também definiu que o país tem o dever de combater o racismo estrutural.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O risco está na manutenção de eficácia dessa lei, o que poderá trazer prejuízos irreversíveis às universidades e, principalmente, à população negra e indígena de Santa Catarina e de todo o país&#8221;, argumentaram. </p>
</blockquote>
<p><strong>As ações serão relatadas pelo ministro Gilmar Mendes. Não há prazo para decisão. </strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/entidades-vao-ao-stf-para-barrar-lei-de-sc-que-proibe-cotas-raciais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lei autoriza pagamento retroativo de direitos suspensos na pandemia</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/lei-autoriza-pagamento-retroativo-de-direitos-suspensos-na-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 16:02:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Complementar nº 143 de 2020, que autoriza o pagamento retroativo para servidores da União, de estados, do Distrito Federal e de municípios, de direitos remuneratórios &#8211; como anuênios, triênios, quinquênios, sexta-parte e licença-prêmio &#8211; que haviam sido congelados em razão da pandemia da covid-19. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2026-01-12;226" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei Complementar nº 143 de 2020</a>, que autoriza o pagamento retroativo para servidores da União, de estados, do Distrito Federal e de municípios, de direitos remuneratórios &#8211; como anuênios, triênios, quinquênios, sexta-parte e licença-prêmio &#8211; que haviam sido congelados em razão da pandemia da covid-19.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Lei-autoriza-pagamento-retroativo-de-direitos-suspensos-na-pandemia.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Lei-autoriza-pagamento-retroativo-de-direitos-suspensos-na-pandemia.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A lei foi publicada nesta terça-feira (13) no <em>Diário Oficial da União</em> e estabelece que os pagamentos estão relacionados ao período entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021.</strong> De acordo com a norma, os benefícios serão pagos desde que o ente federativo tenha decretado estado de calamidade pública à época da pandemia e conte com orçamento disponível.</p>
<p><strong>Em nota, o Palácio do Planalto reforçou que deve ser respeitada a disponibilidade orçamentária da União, de estados, do Distrito Federal e de municípios e destacou que a norma tem caráter autorizativo, ou seja, permite que cada ente federativo decida, de forma autônoma e por meio de lei própria, sobre o pagamento retroativo das vantagens pessoais em questão.</strong></p>
<p>“Durante o período do regime emergencial, a legislação impediu a concessão dessas vantagens e a contagem do tempo necessário para adquiri-las, como forma de controlar os gastos públicos. Com o fim do estado de emergência sanitária, a proposta busca corrigir os impactos dessas restrições e devolver aos entes federativos a autonomia para decidir sobre o tema”, explica o comunicado.</p>
<p><strong>Ainda de acordo com o Palácio do Planalto, do ponto de vista fiscal, a lei não gera despesas automáticas nem obriga pagamentos imediatos.</strong> “Qualquer recomposição fica condicionada à disponibilidade de recursos no orçamento, à estimativa de impacto financeiro e à autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias”.</p>
<p>“A norma também impede a transferência de custos para outro ente, como a União, preservando a responsabilidade fiscal e os recursos públicos”, diz o Planalto.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A norma teve origem no <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1898591&amp;filename=PLP%20143/2020" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei Complementar 143/2020</a>, de autoria da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), aprovado no Senado no final de dezembro de 2025 com relatório favorável do senador Flávio Arns (PSB-PR). </p>
<p><strong>Durante a votação da matéria no plenário, Arns lembrou que a medida não traz qualquer criação de despesa a mais, uma vez que o valor já estaria previsto no Orçamento.</strong> Para o senador, a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2020-05-27;173" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei Complementar 173 de 2020</a> impôs restrições severas à contagem de tempo para vantagens funcionais com o objetivo de conter gastos públicos em um momento de crise.</p>
<p>Tais restrições, na avaliação do parlamentar, embora justificadas no contexto emergencial da covid-19, acabaram produzindo prejuízos duradouros aos servidores, que continuaram exercendo suas funções, muitas vezes em condições difíceis, sem que pudessem usufruir de direitos que normalmente decorreriam do tempo de serviço. </p>
<p><strong>Para Arns, a nova lei “restabelece esse equilíbrio, reconhecendo o esforço e o trabalho prestado, sem romper com a lógica de responsabilidade fiscal”.</strong> </p>
<p>O senador alterou o texto original do projeto para substituir a expressão “a servidores públicos” para “ao quadro de pessoal”, ou seja, a mudança valerá para servidores públicos efetivos e para empregados públicos contratados por meio da CLT. </p>
<p><em>* Com informações da Agência Senado</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/lei-autoriza-pagamento-retroativo-de-direitos-suspensos-na-pandemia</p>
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		<item>
		<title>Presidente sanciona, com vetos, Lei do Devedor Contumaz</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/presidente-sanciona-com-vetos-lei-do-devedor-contumaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 20:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[contumaz]]></category>
		<category><![CDATA[devedor]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Código de Defesa do Contribuinte, beneficia bons pagadores e torna mais rígidas as regras contra devedores contumazes. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (9).   “Um dos principais objetivos da lei é impedir que empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2026-01-08;225" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">lei que institui o Código de Defesa do Contribuinte</a>, beneficia bons pagadores e torna mais rígidas as regras contra devedores contumazes. <strong>A sanção foi publicada no <em>Diário Oficial da União (DOU)</em> desta sexta-feira (9).</strong>  <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Presidente-sanciona-com-vetos-Lei-do-Devedor-Contumaz.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Presidente-sanciona-com-vetos-Lei-do-Devedor-Contumaz.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Um dos principais objetivos da lei é impedir que empresas usem brechas legais para, ao longo de anos, ficarem sem pagar impostos, prejudicando de forma desleal as instituições sérias que concorrem com elas e todo cidadão que cumpre com suas obrigações em dia”, diz nota do governo federal.</p>
<p><strong>A nova legislação cria a figura do “devedor contumaz”, pessoa que pratica inadimplência reiterada, utilizando a prática como estratégia de negócio.</strong> </p>
<p>“Quem for comprovadamente um devedor contumaz fica impedido de receber benefícios fiscais, contratar com o Poder Público e não é beneficiado com extinção de punibilidade em crimes tributários caso pague o tributo”, acrescenta a nota.</p>
<p><strong>Ao mesmo tempo em que coíbe a ação de sonegadores, a lei traz benefícios às empresas que têm um bom histórico de pagamento, com a instituição do Programa de Estímulo à Conformidade Tributária (Sintonia).</strong> A lei também cria o Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia) e o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (Programa OEA), no âmbito aduaneiro.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/presidente-sanciona-com-vetos-lei-do-devedor-contumaz</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sancionada lei que proíbe descontos em benefícios do INSS</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/sancionada-lei-que-proibe-descontos-em-beneficios-do-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 13:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[descontos]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que proíbe descontos de mensalidades de associações nos benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A nova legislação determina ainda busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e prevê o seu ressarcimento. A mudança, promovida na Lei dos Planos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que proíbe descontos de mensalidades de associações nos benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A nova legislação determina ainda busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e prevê o seu ressarcimento.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Sancionada-lei-que-proibe-descontos-em-beneficios-do-INSS.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Sancionada-lei-que-proibe-descontos-em-beneficios-do-INSS.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A mudança, promovida na Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991), veda o desconto mesmo com a autorização expressa do beneficiário, atribuindo a obrigação de ressarcimento de desconto indevido a associação ou a instituição financeira em até 30 dias</strong>. A exceção é para autorização prévia, pessoal e específica, com autenticação por biometria, com reconhecimento facial ou impressão digital e assinatura eletrônica.</p>
<p>A <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.327-de-6-de-janeiro-de-2026-679850022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">nova lei</a> foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta quarta-feira (7) e também disciplina o sequestro de bens de pessoas investigadas ou acusadas pelos crimes relativos ao descontos indevidos nos benefícios do INSS.</p>
<p><strong>O debate que resultou com a mudança na legislação teve início após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrarem a Operação Sem Desconto, em abril de 2025.</strong></p>
<p>A investigação tornou pública a existência de um esquema que lesou milhões de beneficiários do INSS em todo o Brasil. Desde então, todos os acordos de cooperação técnica que permitiam mensalidades associativas diretamente nos benefícios foram suspensos. Uma força-tarefa foi iniciada para a devolução dos valores aos pensionistas lesados.</p>
<p><strong>De acordo com o último balanço do INSS, até o dia 5 de janeiro já foram ressarcidos R$ 2.835.784.151,87 às vítimas de descontos irregulares de mensalidades cobradas por associações, sindicatos, entidades de classe e organizações em benefícios previdenciários.</strong> O valor corresponde a 4.160.369 solicitações de contestação apresentadas por aposentados e pensionistas que questionaram os descontos irregulares.</p>
<p><strong>Mais de 72,5 milhões de consultas sobre descontos indevidos foram registradas no aplicativo Meu INSS, das quais 38,7 milhões constataram a inexistência do desconto</strong>. Ainda há mais de 6,3 milhões de pedidos de contestações em aberto. Já foram reconhecidos 131.715 casos de descontos indevidos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/sancionada-lei-que-proibe-descontos-em-beneficios-do-inss</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Moraes diz que reuniões com BC trataram da aplicação da Lei Magnitsky</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/moraes-diz-que-reunioes-com-bc-trataram-da-aplicacao-da-lei-magnitsky/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:11:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (23) que as reuniões que teve com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, foram realizadas para tratar exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.  A manifestação do ministro foi divulgada um dia após o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (23) que as reuniões que teve com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, foram realizadas para tratar exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Moraes-diz-que-reunioes-com-BC-trataram-da-aplicacao-da.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Moraes-diz-que-reunioes-com-BC-trataram-da-aplicacao-da.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A manifestação do ministro foi divulgada um dia após o jornal O Globo divulgar uma reportagem na qual afirmou que <strong>Moraes teria defendido a aprovação da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), instituição financeira pública ligada ao governo do Distrito Federal, durante reuniões com Galípolo. </strong></p>
<p><strong>As reuniões teriam ocorrido antes da decisão do BC, que, no mês passado, decretou a liquidação do Master por suspeitas de fraude. </strong>A investigação também levou à prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do banco. Dias depois, Vorcaro foi beneficiado por um habeas corpus, que foi concedido pela Justiça Federal, e responde às acusações em liberdade.</p>
<p><strong>Antes da liquidação determinada pelo BC, o escritório de advocacia Barci de Moraes, que pertence à família do ministro, prestou serviços ao Banco Master.</strong></p>
<p>Em nota à imprensa, Alexandre de Moraes declarou que, além de Galípolo, também se reuniu com representantes dos bancos Itaú, Bradesco, BTG, do Brasil, da Febraban e da Confederação Nacional das Instituições Financeiras para tratar as consequências da Lei Magnitsky.</p>
<blockquote>
<p>“Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito”, afirmou em nota.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Banco Central também confirmou que as reuniões trataram dos efeitos da lei. </strong></p>
<p>No dia 12 deste mês, o governo norte-americano anunciou a retirada das sanções econômicas da Lei Magnitsky, que foram aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra Moraes, a esposa dele, a advogada Viviane Barci de Moraes, e a empresa Lex &#8211; Instituto de Estudos Jurídicos, ligada à família do ministro.</p>
<p>As sanções foram determinadas pelo governo do presidente Donald Trump, apoiador de Bolsonaro, para retaliar o ministro, que é relator dos processos abertos contra o ex-presidente. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/moraes-diz-que-reunioes-com-bc-trataram-da-aplicacao-da-lei-magnitsky</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Nova lei redefine atuação da polícia judicial</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/nova-lei-redefine-atuacao-da-policia-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 16:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[redefine]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que reorganiza a carreira da polícia judicial no Poder Judiciário. A norma transfere esses servidores da área administrativa para o apoio especializado, redefine denominações dos cargos e ajusta regras sobre gratificação e porte de arma.  O texto foi publicado no Diário Oficial da União da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que reorganiza a carreira da polícia judicial no Poder Judiciário.<strong> A norma transfere esses servidores da área administrativa para o apoio especializado, redefine denominações dos cargos e ajusta regras sobre gratificação e porte de arma. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Nova-lei-redefine-atuacao-da-policia-judicial.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Nova-lei-redefine-atuacao-da-policia-judicial.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto foi publicado no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.285-de-18-de-dezembro-de-2025-676834220" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Diário Oficial da União</em></a> da última sexta-feira (19) </p>
<p>Com as mudanças, as atividades de polícia institucional passam a integrar a área de apoio especializado. Técnicos judiciários que exercem essas atribuições passam a ser denominados agentes de polícia judicial, enquanto os analistas recebem a denominação de inspetores de polícia judicial. </p>
<p><strong>O texto também assegura o porte de arma de fogo aos servidores de polícia judicial, seja de propriedade particular ou fornecida pela instituição</strong>. Para isso, é exigido porte institucional, comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica, além do efetivo exercício da função, conforme as regras previstas no Estatuto do Desarmamento e em regulamento próprio. </p>
<p><strong>Outra mudança é a ampliação do alcance da Gratificação de Atividade de Segurança (GAS)</strong>. A gratificação poderá ser paga aos servidores que exerçam atribuições de segurança institucional mesmo quando estiverem designados para função comissionada ou cargo em comissão, desde que lotados nas unidades de segurança do Poder Judiciário. </p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado.</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/nova-lei-redefine-atuacao-da-policia-judicial</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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